Modelagem de Sistemas de Controle Eng. Me. Rafael Alex Vieira do Vale Definições dos Sistemas de Controle • Para Nise (2013), sistema de controle consiste em subsistemas (plantas) construídos com objetivo de obter uma saída desejada com o desempenho desejado por uma entrada especificada; • A entrada representa a resposta desejada e a saída a resposta real; • Mas, a saída não varia instantaneamente como a saída, a saída tem uma resposta gradual; • As entidade físicas do sistema armazenam ou dissipam energia o que explica o atraso da resposta da saída com relação a entrada; • A mudança gradual na saída é a Resposta Transitória; Definições dos Sistemas de Controle • Após a resposta transitória o sistema físico tende à estabilidade ou Regime Estacionário; • A resposta em regime estacionário é uma aproximação do estímulo de entrada; • A diferença entre o sinal de entrada e saída é o erro de sinal estacionário; Nise (2013) Configurações de Sistemas • As principais configurações aplicados em sistemas de controle são: • Sistemas de Controle em Malha Aberta; • Sistemas de Controle em Malha Fechada; Sistema em Malha Aberta • Considerando o esquema: Nise (2013) • Em um sistema em malha aberta o estímulo de entrada pode ser captado por um transdutor de entrada enviando um sinal adequado para o controlador; • O controlador aciona o processo (planta) a ser controlada; • O estímulo ou sinal de entrada é o sinal de referência; • A saída do sistema é a Variável Controlada; Sistema em Malha Aberta • Durante o processo de execução do controle do processo pode ocorrer perturbações são adicionados às saídas do controlador e da planta controlada; • Essas perturbações se somam, algebricamente, aos sinais que saem do controlador e da planta modificando a resposta desejada; • É desvantagem para este tipo de sistema a impossibilidade de correção ou compensações relativo as perturbações; • Esses sistemas são comandados simplesmente pelo sinal de entrada; Sistema em Malha Fechada • Considerando o seguinte sistema em malha fechada: Nise (2013) • Os sistema de malha fechada diferem dos de malha aberta pela inclusão de uma realimentação do sinal de saída subtraído do sinal de entrada do controlador; Sistema em Malha Fechada • A sensibilidade dos sistemas de malha aberta às perturbações é compensada pela realimentação do sistema de malha fechada; • Um transdutor de saída adequa o sinal da variável controlada para o primeira junção de soma da malha; • Quando existe diferença entre a entrada e o sinal de realimentação o controlador envia um sinal para que a planta faça a correção do sinal desejado; • A resposta transitória e os erros em regime permanente podem ser controlado de forma mais conveniente e com maior flexibilidade para sistema em malha fechada; Estabilidade • Em um sistema controlado a resposta total do sistema é: đ đđ đđđ đĄđ đđđĄđđ = đ đđ đđđ đĄđ đđđĄđĸđđđ + đ đđ đđđ đĄđ đšđđçđđđ • A resposta natural é referente ao modo como o sistema armazena ou dissipa energia; • A natureza da resposta natural depende, exclusivamente, dos componentes do sistema e não da entrada; • A resposta forçada dependerá do sinal de referência na entrada; Estabilidade • Para um sistema de controle ser utilizado a resposta natural pode ter duas características: • Tender a zero, com a resposta final igual o sinal de entrada; • Oscilar (Caso de sistema Não-Amortecidos); • Em alguns casos, porém, a resposta natural cresce, indefinidamente, que supera a resposta forçada; • Quando ocorre esta crescente da resposta natural o sistema deixa de ser controlado em condição de Instabilidade; Procedimentos de Projeto • Segundo Nise (2013), o projetista de sistema de controle deve seguir alguns passo para a concepção do seu projeto: • Transformar Requisitos em um Sistema Físico; • Desenha Diagrama de Blocos Funcional; • Criar um Esquema; • Desenvolver um Modelo Matemático (Transformada de Laplace ou Espaço de Estados); • Reduzir o Diagrama de Blocos; • Fazer a análise e conceber o projeto; Modelagem do Sistema de Controle • Os sistemas de controle podem ser modelados em dois domínios: • Modelagem no Domínio da Frequência; • Modelagem no Domínio do Tempo; Modelagem no Domínio da Frequência • A princípio, a modelagem no domínio da frequência e realizada utilizando a transformada de Laplace; • A transformada permite representar a equação diferencial do sistema por equações algébricas; • Além de representar a entrada e a saída como entidades separadas; • Por definição: Em que s = σ + jω âđ đĄ ∞ = đš đ = āļą đ đĄ đ −đ đĄ đđĄ 0− Modelagem no Domínio da Frequência • Assim, conhecendo a função f(t) é possível determinar F(s) caso a integral convirja dentro do intervalo de integração; • Determinada a resposta no domínio da frequência de deseja retornar ao domínio do tempo é necessário aplicar a Transformada Inversa de Laplace; • Por definição: â −1 đš đ 1 đ+đ∞ āļą đš đ đ đ đĄ đđ = đ đĄ đĸ đĄ = 2đđ đ−đ∞ Função de Transferência • Após o fim da modelagem analisando o sistema no domínio da frequência, o projetista irá obter uma equação geral que define o sistema de controle de forma matemática; • Ou equações que determinarão algebricamente os subsistemas desse sistema de controle • Essa equação relaciona a saída do sistema com a entrada do sistema ou dos subsistemas avaliados; Função de Transferência • Considerando uma equação diferencial genérica de ordem n e linear: đđ đ đĄ đ đ−1 đ đĄ đđ đ đĄ đ đ−1 đ đĄ đđ + đđ−1 + ⯠+ đ0 đ đĄ = đđ + đđ−1 + ⯠+ đ0 đ đĄ đđĄ đ đđĄ đ−1 đđĄ đ đđĄ đ−1 • Aplicando a transformada de Laplace com condições iniciais nulas: đđ đ đ đļ đ + đđ−1 đ đ−1 đļ đ + … + đ0 đļ đ = đđ đ đ đ đ + đđ−1 đ đ−1 đ đ + ⯠+ đ0 đ đ Função de Transferência • Colocando os termos C(s) e R(s) em evidência: đļ đ đđ đ đ + đđ−1 đ đ−1 + ⯠+ đ0 = đ đ đđ đ đ + đđ−1 đ đ−1 + ⯠+ đ0 • Dividindo a saída C(s) pela entrada R(s): đļ đ đđ đ đ + đđ−1 đ đ−1 + ⯠+ đ0 = đ đ đđ đ đ + đđ−1 đ đ−1 + ⯠+ đ0 Função de Transferência • A razão entre a saída e a entrada do sistema ou subsistema é denominada Função de Transferência para condições inicias nulas; • Matematicamente, a função separa a entrada, a saída do próprio sistema; • A equação da função de transferência G(s) pode ser representada por um diagrama de bloco: đļ đ = đē đ .đ đ Nise (2013) Funções de Transferência de Circuitos Elétricos • Os circuitos elétricos muitas vezes são constituídos de elementos passivos (Resistores, Indutores e Capacitores) e Ativos (Amplificadores Operacionais) bem como a combinação deles; • Os princípios básicos para a resolução de problemas elétricos são as Leis de Kirchoff e a Lei de Ohm; • Usando estas leis é possível determinar a equação diferencial que rege a dinâmica do circuito; • Feito isso é aplicada a transformada de Laplace para determinar a função de transferência relativo a entrada aplicada e a saída desejada; Funções de Transferência de Circuitos Elétricos • A partir das equações diferenciais dos elementos passivos armazenadores e dissipadores de energia são determinadas as seguintes relações: Nise (2013) Funções de Transferência de Circuitos Elétricos • Durante a análise cada elemento passivo apresenta a sua impedância no domínio da frequência: 1 đđļ đ = (đļđđđđđđĄđđ) đļđ đŧ đ đđŋ đ (đŧđđđĸđĄđđ) đŋđ = đŧ đ đđ đ đ = (đ đđ đđ đĄđđ) đŧ đ Funções de Transferência de Circuitos Elétricos • Em circuito elétricos ativos como os Amplificadores Operacionais; • Algumas características são inerentes aos Amplificadores Operacionais: • Entrada Diferencial: V2(t) – V1(t) ; • Alta Impedância de Entrada: Ze = ∞ (Ideal); • Baixa Impedância de Saída: Zs = 0 (ideal); • Alto ganho de Amplificação: A = ∞ (Ideal); Funções de Transferência de Circuitos Elétricos • Considerando a tensão de saída de um amplificador operacional: đ đĄ = đ´ đ2 đĄ − đ1 𥠕 Os amplificadores operacionais podem ser classificados de acordo com o sinal de saída: • Amplificador Operacional Inversor; • Amplificador Operacional Não-Inversor; Funções de Transferência de Circuitos Elétricos • O circuito com amplificador operacional inversor básico o sinal de entrada a ser amplificada é conectada ao terminal negativo com terminal positivo aterrado; • Considerando, agora o circuito amplificador: đđ đĄ = −đ´đ1 (đĄ) Nise (2013) Funções de Transferência de Circuitos Elétricos • Aplicando impedâncias ao amplificador operacional aplicando a transformada de Laplace aos componentes, entrada e saída: đŧ1 đ = đŧ2 đ đđ đ −0 0−đđ đ = đ1 đ đ2 đ Nise (2013) đđ đ đđ đ −đ1 đ = đ2 đ Funções de Transferência de Circuitos Elétricos • Em um circuito não-inversor a entrada está conectada ao polo positivo do amplificador operacional, mantendo o sinal de entrada e saída em fase: • Considerando o circuito e analisando no domínio da frequência: đđ đ = đ´ đđ đ − đ1 (đ ) đ1 đ Nise (2013) đ1 đđ (đ ) = đ1 +đ2 Funções de Transferência de Circuitos Elétricos • Aplicando o resultado em na equação de saída do amplificador: đđ đ = đ´ đđ đ − đ1 (đ ) = đđ đ = đ´ Nise (2013) đ1 đ (đ ) đđ − đ1 +đ2 đ đđ (đ ) đ´ = đ đđ (đ ) 1+đ´ 1 đ1 +đ2 = Funções de Transferência de Circuitos Elétricos • Por fim, considerando que o ganho A muito grande a função de transferência pode ser escrita como: đđ (đ ) đ1 +đ2 = đđ (đ ) đ1 Nise (2013) Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • A modelagem de sistemas mecânicos é realizada aplicando ao sistema estudado as Leis de Newton; • Os sistemas mecânicos podem ser representados por elementos armazenadores e dissipadores de energia: • Massa; • Mola; • Amortecedor; • O processo é determinar a equação do movimento utilizando o somatório das forças do diagrama de corpo livre igualando a zero; Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Encontrando a equação diferencial que determina a equação do movimento é possível aplicar a transformada de Laplace para determinar a função de transferência; • A modelagem dos sistemas mecânicos pode ser utilizada para: • Sistemas Mecânicos de Translação; • Sistemas Mecânicos de Rotação; Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Considerando o movimento de translação e a partir das equações diferenciais dos elementos armazenadores e dissipadores de energia são determinadas as seguintes relações: Nise (2013) Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Assim, como o dispositivos elétricos os modelos de massa, mola e amortecedor tem a sua impedância mecânica associada de acordo com a equação diferencial que descreve o seu comportamento: đšđđđđ đ (đđđđ) đž= đ đ đšđ´đđđ đ đ đđŖ = (đ´đđđ đĄđđđđđđ) đ đ đšđđđ đ đ đ đđ = (đđđ đ đ) đ đ 2 Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Como os sistemas elétricos, em alguns casos, mais de uma equação do movimento pode ser necessária para descrever o sistema; • O número de equações de movimento importantes para o sistema é igual ao número de movimentos Linearmente independentes; • Segundo Nise (2013), a independência linear significa que um ponto no sistema pode manter-se em movimento mesmo que os demais pontos estejam em repouso; • Outra denominação para o número de movimentos linearmente independentes é o número de Graus de Liberdade; Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Os sistema mecânicos de rotação tem análise muito similar aos sistemas mecânicos de translação; • Deve-se determinar os graus de liberdade aplicando o somatório dos torque igual a zero; • Mas, agora o movimento é a rotação sobre o eixo de rotação dos modelos de momento de inércia, mola e amortecedor; • Uma peculiaridade dos sistemas mecânicos de rotação é a substituição da grandeza da massa pelo seu equivalente em rotação, o Momento de Inércia; • A força será substituído pelo Torque e o deslocamento linear será substituído pelo Deslocamento Angular; Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Considerando o movimento de rotação e a partir das equações diferenciais dos elementos armazenadores e dissipadores de energia são determinadas as seguintes relações: Nise (2013) Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • As impedância mecânicas para o movimento de rotação são: đđđđđ đ đž= (đđđđ) đ đ đđ´đđđ đ đˇđ = (đ´đđđđĄđđđđđđ) đ đ đŊđ 2 = đđđđ đ đ đ (đđđđđđĄđ đđ đŧđéđđđ) đ đ Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Nos sistemas mecânicos de rotação a transferência de energia mecânica pode ser realizada com engrenagens; • Essas engrenagens são dispositivos mecânicos de acoplamento utilizados para compatibilizar o torque e a velocidade de sistema rotativos: • As relações entre torque e velocidade dependem diretamente do raios e do número de dentes presentes em cada engrenagem acoplada; Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Considerando um conjunto com duas engrenagens: Nise (2013) • Para a simplificação do modelo mecânico é conveniente que o acoplamento é perfeito sem perdas durante a rotação Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Durante o movimento o deslocamento linear em cada uma das engrenagens é a mesma: đ1 = đ2 đ1 đ1 đĄ = đ2 đ2 đĄ đ1 đ1 đ2 đĄ = = đ2 đ2 đ1 đĄ Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Em um modelo sem perdas entre as engrenagens a potência mecânica é constante para as duas engrenagens: đ1 = đ2 đđ1 đĄ đđ2 đĄ = đ2 (đĄ) = đ1 đđ1 = đ2 đđ2 đ1 (đĄ) đđĄ đđĄ đ1 đ2 đ1 đ1 đ1 = đ2 đ2 = = = đ2 đ1 đ2 Funções de Transferência de Sistemas Mecânicos • Diante dos resultados é possível observar que existe relação linear entre os torques em cada engrenagem, os raios e o número de dentes e relação inversa com o deslocamento angular: • Em termos de diagramas de blocos os resultados obtidos podem ser descritos como: Nise (2013) Modelagem no Domínio do Tempo • De acordo com Nise (2013), a modelagem no domínio do tempo pode ser realizada pela abordagem em Espaço de Estados; • Essa abordagem é capaz de permitir a modelagem de uma variedade de sistemas lineares ou não-lineares com condições iniciais nulas ou não nulas; • Muitos sistemas denotam múltiplas entradas e múltiplas saídas e a modelagem em espaço de estados permite um modelo compacto e mais preciso similar a um modelo de uma entrada e uma saída; Modelagem no Domínio do Tempo • A representação em Espaço de Estados tem como princípio básico a combinação linear de n variáveis e que todas sejam Linearmente Independentes; • Segundo Ogata (2010), Estado de um sistema dinâmico é o menor conjunto Variáveis de Estado, tais que o conhecimento das variáveis em condições iniciais em conjunto com o conhecimento da entrada determina completamente do comportamento do sistema; • O Vetor de Estado é um vetor em que seus elementos são variáveis de estado; Modelagem no Domínio do Tempo • Então, Espaço de Estados é um conjunto n – dimensional cujos eixos coordenados são todas as variáveis de estado; • O espaço de estados é descrito n equações conhecidas como Equações de Estado com n variáveis de estado; • É peculiar da análise em espaço de estado que todas as equações diferenciais das equações de estado sejam de primeira ordem; • Assim, uma equação diferencial de n-ésima ordem podem ser representado por n equações de estado; • A Equação de Saída é uma equação algébrica que expressa as variáveis de saída como combinações lineares das variáveis de estado e da entrada; Modelagem no Domínio do Tempo • A modelagem no domínio do tempo pode ser expresso pelas equações matriciais: Em que: đĨáļ = đ´đĨ + đĩđĸ đĻ = đļđĨ + đˇđĸ đĨ1 đĸ1 đĨáļ 1 đĨ2 đĸ2 đĨáļ 2 đ11 . . . đĨáļ = . ; đĨ = . ; đĸ = . ; đ´ = ⎠đđ1 . . . đĨđ đĸđ đĨáļ đ ⯠đ1đ âą âŽ â¯ đđđ Conversão de Função de Transferência para Espaço de Estados • Utilizando a equação diferencial genérica de ordem n; đđ đĻ đđ−1 đĻ đđĻ + đđ−1 đ−1 + ⯠+ đ1 + đ0 đĻ = đ0 đĸ đ đđĄ đđĄ đ𥠕 Para Nise (2013), um modo conveniente as variáveis de estado é escolher a saída y(t) e as suas (n-1) derivadas em termos de variáveis de estado; Conversão de Função de Transferência para Espaço de Estados • Então, escolhendo as í-esimas variáveis de estado para a equação: đđĻ đ2 đĻ đđ−1 đĻ ; đĨ3 = 2 ; … ; đĨđ = đ−1 đĨ1 = đĻ; đĨ2 = đđĄ đđĄ đ𥠕 Derivando ambos os lados das equações acima: đđĻ đ2 đĻ đ3 đĻ đđ đĻ đĨáļ 1 = ; đĨáļ 2 = 2 ; đĨáļ 3 = 3 ; … ; đĨđáļ = đ đđĄ đđĄ đđĄ đđĄ Conversão de Função de Transferência para Espaço de Estados • Substituindo os resultados: đĨáļ 1 = đĨ2 ; đĨáļ 2 = đĨ3 ; … ; đĨđ−1 áļ = đĨđ • A equação diferencial em termos de espaço de estados será: đĨáļ đ = −đđ đĨ1 − đđ−1 đĨ1 − ⯠− đ1 đĨđ + đ0 đĸ Conversão de Função de Transferência para Espaço de Estados • Aplicando a forma matricial: đĨáļ 1 0 đĨáļ 2 0. . . = . . . −đđ đĨáļ đ 1 0. . . −đđ−1 0 1. . .. . .. . .. 0 0. . . . . . . . . . . −đđ−2 . . . −đ1 đĨ1 0 đĨ2 0. . . + . đĸ . . đĨđ đ0 Conversão de Função de Transferência para Espaço de Estados • E a equação de saída pode ser representada por: đĻ= 1 0 . . đĨ1 đĨ2 . . 0 . . đĨđ • Para converter a função de transferência em espaço de estado é necessário designar a resposta determinando a saída e aplicando a transformada de Laplace inversa com condições iniciais nulas; Conversão de Espaço de Estados Para Função de Transferência • Partindo da definição geral de Espaço de Estados: đĨáļ = đ´đĨ + đĩđĸ đĻ = đļđĨ + đˇđĸ • Admitindo condições iniciais nulas escrevendo as equações no domínio da frequência: đ đ(đ ) = đ´đ(đ ) + đĩđ(đ ) đ đ = đļđ(đ ) + đˇđ(đ ) Conversão de Espaço de Estados Para Função de Transferência • O próximo passo é isolar X(S), de modo que: đ(đ )(đ đŧ − đ´) = đĩđ(đ ) đ(đ ) = (đ đŧ − đ´)−1 đĩđ(đ ) • Em que I é a matriz identidade; Conversão de Espaço de Estados Para Função de Transferência • Agora, substituindo X(S) na equação da saída no domínio da frequência: đ đ = đļ đ đŧ − đ´ −1 đĩđ đ + đˇđ đ đ đ = đļ đ đŧ − đ´ −1 đĩ + đˇ đ(đ ) • A função de transferência para condições iniciais nulas é a razão algébrica entre a resposta de saída e a entrada; Conversão de Espaço de Estados Para Função de Transferência • Logo, a referida função de transferência será: đ(đ ) đē đ = = đļ đ đŧ − đ´ −1 đĩ + đˇ đ(đ ) • NISE, Norman S. Engenharia de Sistemas de Controle. Sexta Edição. LTC, 2013. • OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. Quinta Edição. Pearson, 2010.
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