ARACRUZ CELULOSE S.A. ARCEL-L-0002 fl 1(32) ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA ISOLAMENTO TÉRMICO REV.05 MAI/2008 ARCEL-L-0002 2 ÍNDICE 1. OBJETIVO 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS 3. RECOMENDAÇÃO REVESTIMENTO PARA SELEÇÃO DO MATERIAL ISOLANTE 4. PROCEDIMENTO DE MONTAGEM DO ISOLAMENTO TÉRMICO 5. TABELA DE ESPESSURAS 6 ANEXO I Detalhes Típicos de Montagem E ARCEL-L-0002 3 1. OBJETIVO Esta especificação, destina-se a definir as condições exigíveis na 1.1 construção e montagem de isolamento térmico para equipamentos e tubulações industriais, bem como padronizar os materiais envolvidos nesta atividade. O isolamento térmico tem como objetivos: 1.2 1.3 - Conservação de energia - Estabilização de processos - Proteção pessoal - Proteção de Equipamentos Este documento não deverá impedir a apresentação de soluções diferentes, desde que sejam técnica e/ou economicamente vantajosas. 1.4 O termo lã mineral mencionado nesta especificação se refere genericamente aos materiais isolantes lã de vidro e lã de rocha. 1.5 Os materiais isolantes indicados para equipamentos e tubulações frias, são Calha/Placa de Poliuretano e Espuma de Poliuretano Injetada. O FORNECEDOR deverá consultar a Aracruz, que definirá a escolha. ARCEL-L-0002 4 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS 2.1 As superfícies isoladas deverão estar livres de resíduos oleosos, graxas, óxidos soltos, películas de tintas soltas e outros materiais estranhos. 2.2 Os testes hidrostáticos de tubulações, vasos de pressão, permutadores de calor, tanques e demais equipamentos deverão ser realizados antes da aplicação do isolamento térmico, mas após terem sido soldados todos os pinos e suportes. 2.3 Os equipamentos e tubulações em aço carbono com temperatura de operação igual ou menor que 100ºC, ou acima de 100ºC em serviço intermitente deverão receber preparo de superfície e pintura conforme definido na Especificação de Pintura. ARCEL-L-0003. 2.4 O método de aplicação do isolamento deverá permitir o manuseio e a remoção de parafusos e porcas dos flanges, sem danificá-los. 2.5 Deverão ser previstas as dilatações dos equipamentos e tubulações quando da aplicação do material rígido e do revestimento metálico. 2.6 As soldas dos pinos e suportes de isolamento quando diretas, deverão ser autorizadas pelo Fornecedor. Os equipamentos em aço inox, fibra de vidro, revestidos internamente e/ou que sofrerem tratamento térmico de alívio de tensões, não poderão ser soldados diretamente. Para estes casos, os pinos e suportes deverão vir soldados da fábrica, ou serão usadas chapas de “contaminação” no caso de aço inox, ou braçadeiras parafusadas. 2.7 Vazios e trincas no isolamento deverão ser preenchidos com isolante solto, antes que a próxima camada de isolamento ou o revestimento sejam aplicados. ARCEL-L-0002 5 2.8 Nos locais indicados como ambientes corrosivos será necessária a pintura de todos os “clips” de isolamento térmico, seguindo as mesmas recomendações constantes da norma ARCEL–L-0003 2.9 O material isolante deverá ser instalado com as juntas longitudinais e circunferências defasadas. 2.10 Todos os suportes e acessórios dos equipamentos deverão estar soldados antes da liberação dos mesmos, para isolamento térmico. 2.11 Para efeito de proteção pessoal, todos os equipamentos, tubulações e tanques, operando acima de 70ºC, deverão ser isolados de acordo com os critérios a seguir. 2.11.1 O isolamento deve ser feito em qualquer equipamento, tubulação ou tanque localizados a uma altura inferior a 2 metros de qualquer piso, ou a uma distância lateral inferior a 1 metro de escadas ou plataformas destinadas ao trânsito de pessoal. 2.11.2 Se não for aplicado o isolamento térmico, por problemas operacionais, devem ser providenciados protetores metálicos (telas) protegendo a superfície não isolada e/ou sinalização adequada de advertência. ARCEL-L-0002 6 3. RECOMENDAÇÃO PARA SELEÇÃO DO MATERIAL ISOLANTE E REVESTIMENTO 3.1 Material Isolante para Tubulação DIÂMETRO NOMINAL (pol.) DN 14” (Nota 1 e 2) TEMPERATURA DE OPERAÇÃO (ºC) -10 T + 15 70 T 350 350 < T 700 -10 T + 15 70 T 300 DN > 14” (Nota 1) 300 < T 500 500 < T 700 MATERIAL ISOLANTE - Calha de espuma de poliuretano Densidade: 35 Kg/m3 - Calha de lã de vidro Densidade 60 Kg/m3 - Calha de lã de rocha Densidade 120 Kg/m3 - Calha de lã de rocha Densidade 120 Kg/m3 - Placa de espuma de poliuretano Densidade: 35 Kg/m3 - Mantas de lã de vidro galvanizada Densidade 40 Kg/m3 - Mantas de lã de rocha galvanizada Densidade 64 Kg/m3 - Manta de lã de vidro galvanizada Densidade 60 Kg/m3 - Manta de lã de rocha galvanizada Densidade 96 Kg/m3 - Manta de lã de galvanizada Densidade 96 Kg/m3 rocha com tela com tela com tela com tela com tela NOTAS: 1. Para temperaturas até 350ºC e diâmetros nominais maiores que 6”, poderão ser utilizados os feltros de lamelas nas seguintes densidades: Lã de vidro: 60 Kg/m3 Lã de rocha: 80 Kg/m3 2. Para isolamento de curvas e transições em tubulações com DN = 14” deverão ser utilizadas mantas de lã de vidro ou lã de rocha, conforme especificado para tubulação de DN > 14” na temperatura de operação correspondente. ARCEL-L-0002 7 3.2 Material Isolante para Equipamentos TEMPERATURA DE OPERAÇÃO (ºC) -10 T +15 MATERIAL ISOLANTE MATERIAL CARACTERÍSTICAS Espuma de Poliuretano - Placa ou Injetado - Densidade 35 Kg/m3 - Feltro de Lamelas Lã de Vidro Densidade 60 Kg/m3 - Painéis aglomerados com resina Densidade 60 Kg/m3 70 T 350 Lã de Rocha Lã de Vidro 350 < T 450 Lã de Rocha Lã de Vidro 450 < T 550 Lã de Rocha - Manta com tela galvanizada Densidade: 64 Kg/m3 - Feltro de Lamelas Densidade: 80 Kg/m3 - Painéis aglomerados com resina Densidade: 80 Kg/m3 - Manta com tela galvanizada Densidade: 60 Kg/m3 - Painéis aglomerados com resina Densidade: 80 Kg/m3 - Manta com tela galvanizada Densidade: 80 Kg/m3 - Painéis aglomerados com resina Densidade: 96 Kg/m3 - Manta com tela galvanizada Densidade: 60 kg/m3 - Manta com tela galvanizada Densidade: 96 Kg/m3 - Painéis aglomerados com resina Densidade: 112 Kg/m3 - Manta com tela galvanizada Lã de Rocha Densidade: 96 Kg/m3 - Painéis aglomerados com resina Densidade: 128 Kg/m3 550 < T 700 Fibra Cerâmica Manta de fibra cerâmica Densidade: 128 Kg/m3 NOTA: Para o caso de tanques entre partes sujeitas a tráfego de pessoas, deverá ser previsto instalação de passarela. Se a instalação não for possível, a alternativa será a utilização de isolantes e proteção mecânica especial, o que deverá ser previamente autorizada pela Aracruz. ARCEL-L-0002 8 3.3 Revestimento de Tubulações DIÂMETRO EXTERNO ESPESSURA DO MATERIAL DO ISOLADO REVESTIMENTO REVESTIMENTO (DE) (mm) 0,5 Chapa de alumínio liso DE 150 0,8 ASTM 3003 ou 3105 150 < DE 400 DE > 400 1,0 Tempera H14 a H18 NOTA: 1. Para áreas consideradas extremamente corrosivas tais como: planta química, evaporação,cozimento, branqueamento, caldeira de recuperação e caustificação, com possibilidade de respingo de licor, deverá ser utilizada 5 chapa de aço inoxidável AISI 304 nas seguintes espessuras: DE 250: 0,4 mm DE > 250 0,5 mm 2. Para baixas temperaturas, a proteção mecânica do isolante, poderá ser utilizada revestimento elastomérico ao invés do alumínio, desde que previamente aprovado pela Aracruz. 3.4 Revestimento de Equipamentos EQUIPAMENTOS Equipamentos Horizontais Equipamentos Verticais com inferior a 2000 mm MATERIAL DO REVESTIMENTO Chapa de Alumínio Liso diâmetro ASTM 3003 ou 3105 Tempera H14 a H18 Espessura 1,0 mm - Paredes Verticais Chapa de Alumínio Trapezoidal ASTM 3003 ou 3105 Tempera H14 a H18 Equipamentos Verticais com diâmetro Espessura 0,8 mm acima de 2000 mm e paredes planas - Demais Partes Chapa de Alumínio Liso ASTM 3003 ou 3105 Tempera H14 a H18 Espessura 1,0 mm Dutos Chapa de Alumínio Liso Obs: Para o caso específico de dutos de ar ASTM 3003 ou 3105 condicionado, consultar norma Arcel-L- Tempera H14 a H18 0022 . Espessura 1,0 mm ARCEL-L-0002 9 5 NOTA: 1. Para áreas consideradas extremamente corrosivas tais como: planta química, cozimento, evaporação, branqueamento, caldeira de recuperação e caustificação, com possibilidade de respingo de licor, deverá ser utilizada chapa de aço inoxidável AISI 304 na espessura de 0,5 mm. 2. Para baixas temperaturas, a proteção mecânica do isolante, poderá ser utilizada revestimento elastomérico ao invés do alumínio, desde que previamente aprovado pela Aracruz. PROCEDIMENTO PARA DE MONTAGEM DO ISOLAMENTO TÉRMICO 4 4.1 Isolamento a Quente de Tubulações 4.1.1 As tubulações especificadas a seguir deverão ser totalmente isoladas em toda sua extensão: - Tubulações de vapor e óleo combustível. - Tubulações com temperatura de operação acima de 140ºC. Flanges e válvulas deverão ser isoladas com caixas removíveis padronizados com trincos de fecho rápido em aço inoxidável, conforme mostrado no anexo I. 4.1.2 As válvulas, flanges e instrumentos em tubulações abrigadas não necessitam ser isoladas quando a temperatura de operação for menor que 140ºC, exceto quando requerido pelos requisitos do isolamento para proteção pessoal. 4.1.3 As juntas de expansão não serão isoladas, porém, quando o isolamento for requerido por necessidade do processo, o mesmo será indicado nos isométricos ou por meio de instruções específicas por escrito. ARCEL-L-0002 10 4.1.4 Em tubulações com “Steam-Tracing”, isoladas com mantas, as telas metálicas de suporte deverão ser aplicadas do lado interno de modo a evitar que o material isolante se interponha entre o tubo de vapor e a tubulação principal. 4.1.5 As mantas quando utilizadas em isolamentos de tubulações verticais serão suportadas por pinos soldados. 4.1.6 Em trechos retos, horizontais ou verticais de tubulações isoladas com mantas, o revestimento será suportado por anéis de barra chata, conforme mostrado no anexo I . 4.1.7 O material de revestimento deverá ser fixado por rebites ou parafusos auto atarrachante, espaçados entre si no máximo 150 mm. 4.1.8 Deverá ser previstas uma sobreposição do material de revestimento longitudinal e circunferencial. 4.1.9 As chapas deverão ser frisadas nas bordas e as juntas longitudinais deverão ser localizadas na parte inferior da tubulação, conforme mostrado no anexo I. 4.1.10 Metais dissimilares, que possam provocar corrosão galvânica, não deverão ser postos em contato direto. 4.1.11 Quando houver necessidade de reforço do revestimento de tubulações (áreas de tráfego intenso, área de tubovia sujeitas a manutenção, etc.), deverá ser aplicada uma camada adicional de material de revestimento de maior espessura. ARCEL-L-0002 11 4.1.12 Deverão ser previstos juntas de expansão para material do revestimento, onde a temperatura de operação for superior a 200ºC, conforme demonstrado no anexo . 4.2 Isolamento a Quente de Equipamentos 4.2.1 Em suportes, bocas de visita, placas de identificação, etc., o isolamento deverá ser interrompido e deverá ser previsto um sistema de fechamento com vedação de modo a evitar entrada de umidade. 4.2.2 As bocas de visita somente serão isoladas quando solicitado pelo inspetor autorizado, neste caso, deverá ser aplicado isolamento do tipo removível. 4.2.3 O isolamento dos flanges de trocadores de calor deverá ser do tipo removível, com trinco de fecho rápido em aço inoxidável ou alumínio. 4.2.4 Os pinos de fixação do isolamento serão soldados obedecendo a relação de seis (6) pinos por metro quadrado, aproximadamente. 4.2.5 As mantas ou painéis serão instalados, com fixação através de pinos e as telas serão costuradas entre si com arame galvanizado. As possíveis emendas e furos serão enchidos com material isolante solto. 4.2.6 A instalação do material de revestimento em costado de tanques, vasos, torres e outros equipamentos verticais com diâmetros acima de 2000 mm nos quais é utilizada chapa trapezoidal: - Os anéis distanciadores que envolvem o equipamento serão suportados por tirantes de barra redonda ou chata fixadas no anel superior que é soldado diretamente ao corpo a ser isolado. Este procedimento forma uma estrutura deslizante cuja altura máxima é 12000 mm e a distância entre os anéis é de no máximo 1800 mm evitando assim ARCEL-L-0002 12 problemas decorrentes da dilatação do equipamento. - As chapas trapezoidais serão fixadas entre si e os anéis com rebites cegos do mesmo material. - As chapas trapezoidais terão uma sobreposição de no mínimo 50 mm e todos os cortes deverão ser vedados através de listas e arremates contra a infiltração de líquidos e umidade. 4.2.7 A instalação do material de revestimento em equipamentos verticais com diâmetro inferior a 2000 mm, equipamentos horizontais, tetos e fundos de quaisquer equipamentos. - Os anéis distanciadores serão montados sem soldagem nos equipamentos horizontais e de acordo com o item anterior nos verticais. A distância máxima entre um anel e outro será de 900 mm, devendo ser prevista a dilatação do equipamento. - As chapas serão frisadas ou dobradas nas extremidades para aumentar sua resistência mecânica e evitar a entrada de água, havendo sobreposição tanto no sentido longitudinal como circunferencial. - O revestimento deverá seguir a forma do vaso e todos os cortes deverão ser vedados com frisos ou dobras e arremates contra a entrada de líquidos. 4.2.8 Teto Cônico de Tanques A chapa de revestimento será dobrada duas vezes nas emendas e fixada com “clips” do mesmo material, dobrados junto com chapas de revestimento e fixados em barras de ferro redondo soldadas a ponto na superfície do tanque, conforme mostrado no anexo . 4.2.9 Base de Tanques - Base de Concreto: A base de concreto deverá ter a extremidade inclinada (caimento 15%) conforme anexo . ARCEL-L-0002 13 - Revestimento Elastomérico: Para evitar a penetração de umidade/vazamento na base, deverá ser aplicado um revestimento de Poliuréia com uma espessura mínima de 3mm conforme anexo I. - Proteção Mecânica do Isolamento Térmico: O acabamento inferior do costado do tanque deverá ser voltado para o mesmo, com uma superposição de no mínimo 50mm sobre o revestimento elastomérico aplicado, conforme anexo . 4.2.10 Isolamento Térmico para Turbogeradores : Fibra Cerâmica: No isolamento das turbinas,não é permitido a solda de grampos de fixação ou outras ancoragens a fixação do isolamento térmico. Na aplicação das plantas de fibra cerâmica, devem ser utilizados arames ou cintas de fixação. A manta de fibra cerâmica de densidade 128 kg/m³, é aplicada em camadas múltiplas e deve ser feito conformando-se os materiais isolantes corretamente dispostos sobre as superfícies do equipamento, não podendo ficar espaços vazios entre as mesmas. As camadas devem ser amarradas com cintas de aço ou arame galvanizado, obedecendo intervalos de 20 a 30 cm em sua circunferência.O isolante térmico deve ser coberto com filme de alumínio industrial de espessura de 0,05 mm , devendo as emendas estarem sobrepostas de 80 a 100 mm, ficando este envolvido com tela de arame galvanizada, para pressionar todo o material isolante sobre o corpo da turbina. 4.3 Isolamento a Frio de Tubulações 4.3.1 Com utilização de calhas/placas de poliuretano. ARCEL-L-0002 14 4.3.1.1 As superfícies a serem isoladas deverão ser pintadas antes da aplicação do material isolante, de acordo com o Sistema de Pintura definido na Especificação de Pintura. ARCEL-L-0003. 4.3.1.2 Todos os suportes, flanges, válvulas, etc., deverão ser isolados. 4.3.1.3 As calhas, segmentos e placas de material isolante serão cortados, colados e amarrados com fita crepe. Todas as emendas serão coladas e rejuntadas com adesivo. 4.3.1.4 A barreira de vapor em folha de alumínio, espessura 0,05 mm, será colada com asfalto, usando-se uma sobreposição de no mínimo 10 cm. 4.3.1.5 A proteção de feltro de lã de vidro ou lã de rocha aglomerado com resina, densidade 20 Kg/m3 e espessura 13 mm, será amarrada sobre a barreira de vapor com fita crepe devendo receber nova camada de asfalto. 4.3.1.6 O revestimento será fixado normalmente sobre a lã de vidro ou lã de rocha, evitando-se danificar a barreira de vapor. 4.3.1.7 O revestimento será fixado, por intermédio de rebites evitando-se assim danos a barreira de vapor. 4.3.2 Com utilização de espuma de poliuretano injetada. 4.3.2.1 As superfícies a serem isoladas deverão ser pintadas antes da aplicação do material isolante, de acordo com o Sistema de Pintura definido na Especificação de Pintura. ARCEL-L-0003 4.3.2.2 Todos os suportes, flanges, válvulas, etc., deverão ser isolados. ARCEL-L-0002 15 4.3.2.3 Fixar por meio de adesivo ou fita adesiva filamentosa e arame galvanizado,anéis centralizadores do poliuretano expandido a intervalo da 1m; 4.3.2.4 Introduzir um “tubo camisa” de proteção com chapas de espessura, conforme o diâmetro da tubulação, apoiando-se no anéis centralizadores e com 40 mm de sobreposição longitudinal e circunferencial.Aplicar selantes não secativos nas sobreposições e fixá-los por meio de rebites. 4.3.2.5 Executar dois furos de 16mm próximos a cada lado dos anéis centralizadores a fim de garantir o preenchimento perfeito das camisas; 4.3.2.6 Recobrir a área externa próxima dos furos com desmoldante a fim de facilitar a remoção da espuma após a injeção; 4.3.2.7 Injetar a espuma de poliuretano; 4.3.2.8 Quando a espuma começar a extravasar pelos furos deve-se tamponálos; 4.3.2.9 Proteger os tubos-camisa com inibidor bacteriológico se forem destinados a trabalhar sob o solo ou substituir a camisa de chapa metálica por filme ou chapa fina de PVC. 4.4 Isolamento a Frio de Equipamentos 4.4.1 As superfícies a serem isoladas deverão ser pintadas antes da aplicação do material isolante de acordo com a especificação de pintura. ARCEL-L0003. 4.4.2 Todos os suportes, bocas de visita, etc., deverão ser isolados. ARCEL-L-0002 16 4.4.3 As placas de isolante serão cortadas, coladas e amarradas. Todas as emendas entre as placas serão coladas e rejuntadas com adesivo de base asfaltica. 4.4.4 A barreira de vapor em folha de alumínio, espessura 0,05 mm será colada com asfalto, usando-se uma sobreposição de no mínimo 10 cm. 4.4.5 A proteção de lã de vidro ou lã de rocha aglomerado com resina, densidade 20 Kg/m3 e espessura 13 mm, será instalada sobre a barreira de vapor devendo ser fixada com fita crepe e revestida com nova camada de asfalto. 4.4.6 O revestimento será fixado por intermédio de cintas e selos de aço inoxidável, evitando-se assim danos à barreira de vapor. Notas: No caso de tanques e vasos de pressão que não possam ser inspecionados internamente pelo menos 01 vez por ano; deverão ser instaladas janelas para inspeção - ver Anexo I. Caberá ao responsável pelo projeto do tanque ou vaso de pressão consultar ARCEL sobre possibilidade de execução de inspeção interna. A análise será feita caso a caso. ARCEL-L-0002 17 5. TABELAS DE ESPESSURAS 5.1 Isolamento a Frio - Poliuretano DO TUBO (pol) 3/4” 1”a 16” > 16”e Tanques 5.2 TEMPERATURA DE OPERAÇÃO - 10ºC até + 15ºC ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm) 25 40 50 Proteção Pessoal - Lã de Vidro ou Lã de Rocha TUBO (pol) 1/2” 3/4” 1” 1 1/2” 2” 3” 4” 5” 6” 8” 10” 12” 14” 16” 18” 20” 24” > 24” e Tanques TEMPERATURA DE OPERAÇÃO (ºC) 60 - 250 251 - 450 451 - 500 ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm) 25 25 50 25 25 50 25 40 50 25 40 60 25 50 60 25 50 60 25 50 60 25 50 75 25 50 75 25 50 75 25 50 75 25 50 75 25 50 75 25 50 75 25 50 75 25 50 75 25 50 75 25 50 75 ARCEL-L-0002 18 5.3 Conservação de Calor - Lã de Vidro ou Lã de Rocha TUBO (pol) 60 a 100 101 a 150 1/2” 3/4” 1” 1 1/2” 2” 3” 4” 5” 6” 8” 10” 12” 14” 16” 18” 20” > 20”e Tanques 25 25 25 25 25 40 40 40 40 50 50 50 50 50 50 50 50 25 25 25 25 40 40 40 40 50 50 50 50 60 75 75 75 75 NOTA: TEMPERATURA DE OPERAÇÃO (ºC) 151 201 251 301 351 a a a a a 200 250 300 350 400 ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm) 40 40 40 50 50 40 40 40 50 50 40 40 50 50 50 40 40 50 50 50 40 40 50 50 60 50 50 60 60 60 50 50 75 75 75 50 60 75 75 75 60 60 75 75 100 60 60 75 75 100 60 60 75 100 100 60 75 100 100 100 75 75 100 100 100 75 75 100 100 125 75 75 100 125 125 75 100 125 125 125 75 100 125 125 125 1. Se as padronizações das espessuras do 401 a 450 451 a 500 50 50 50 60 60 75 75 75 100 100 100 100 125 125 125 125 125 50 50 50 60 60 75 100 100 100 100 125 125 125 125 125 125 150 fornecedor de materiais não seguir a lista acima, são aceitas as espessuras até 5 mm menor do que a especificada. Nos casos que a diferença com a espessura mais próxima ultrapassa este limite, é necessário usar a espessura maior. 2. Para os diâmetros não indicados nas tabelas, considerar a espessura do isolamento referente ao diâmetro imediatamente superior. ARCEL-L-0002 Anexo I DETALHES TÍPICOS DE MONTAGEM 1 ARCEL-L-0002 Anexo I REVESTIMENTO ELASTOMÉRICO POLIURÉIA ESPESSURA MÍNIMA 3mm 2 ARCEL-L-0002 Anexo I 3 ARCEL-L-0002 Anexo I 4 ARCEL-L-0002 Anexo I 5 ARCEL-L-0002 Anexo I 6 ARCEL-L-0002 Anexo I 7 ARCEL-L-0002 Anexo I 8 ARCEL-L-0002 Anexo I 9 ARCEL-L-0002 Anexo I 10 ARCEL-L-0002 Anexo I 11 ISOLANTE TÉRM CHAPA DE P 200 80 100 TANQUE ARCEL-L-0002 Anexo I 12 ARCEL-L-0002 Anexo I 13 ARCEL-L-0002 Anexo I 14 ARCEL-L-0002 Anexo I 15 JANELAS DE INSPEÇÃO DE TANQUES E VASOS DE PRESSÃO QUE NÃO PODEM SER INSPECIONADOS INTERNAMENTE JUNTA DO TETO CORDÕES DE SOLDA JANELA DE INSPEÇÃO 200X200mm DETALHE DA JANELA JUNTA DO RODAPÉ NOTAS - A FIXAÇÃO DA TAMPA SERÁ FEITA POR 02 PARAFUSOS AUTO-ATARRACHANTES, COLOCADOS EM LADOS OPOSTOS. - NO CASO DE ISOLAMENTO A FRIO, DEVERÁ SER COLOCADA A JANELA SEM CORTAR O ISOLAMENTO. O CORTE SERÁ FEITO SOMENTE QUANDO DA INSPEÇÃO. - EM TANQUES E VASOS DE PRESSÃO FEITOS EM AÇO CARBONO, DEVERÃO SER INSTALADAS JANELAS DE INSPEÇÃO NAS SOLDAS HORIZONTAIS, A CADA 03 INTERSECÇÕES CONFORME FIGURA ACIMA (NO MÍNIMO 01 JANELA POR CORDÃO HORIZONTAL). DEVERÃO TAMBÉM SER PREVISTAS JANELAS PRÓXIMAS A BOCAIS (BOCAS DE VISITA, CONEXÕES DE TUBOS, BOCAIS DE INSTALAÇÃO DE AGITADORES, ETC...), AS QUAIS NÃO DEVEM SER INSTALADAS SOBRE CHAPAS DE REFORÇO. - EM TANQUES E VASOS DE PRESSÃO EM AÇO INOX, DEVERÃO SER INSTALADAS JANELAS DE INSPEÇÃO NAS SOLDAS HORIZONTAIS, A CADA 06 INTERSECÇÕES (NO MÍNIMO 01 JANELA POR CORDÃO HORIZONTAL). - A DISTRIBUIÇÃO DAS JANELAS DE INSPEÇÃO NO TETO OBEDECERÁ A MESMA REGRA APLICADA AO COSTADO. - PODERÃO SER SOLICITADAS JANELAS ADICIONAIS, A CRITÉRIO DA ARCEL, EM FUNÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DOS PRODUTOS/EQUIPAMENTOS.
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