História do pensamento econômico Teorias do desenvolvimento econômico Conteúdo David Ricardo Joseph Schumpeter Walt Rostow CEPAL Albert Hirschman David Ricardo (1772-1823) Inovações aumentam produtividade Investimentos Mais oferta de empregos Economia de pleno emprego Diminuição do lucro Esgotamento das possibilidades de inovação Aumento dos salários Aumento dos salários Crescimento populacional Estado estacionário Aumento no preço dos alimentos Expansão agricola para terras menos férteis Maior demanda por alimentos Ricardo, David. On the Principles of Political Economy and Taxation. London: John Murray, 1821. Third edition. First published: 1817. Atividade Com base na história da humanidade nos séculos XIX, XX e XI, argumente sobre em que medida as preocupações e previsões de David Ricardo continuam válidas atualmente. David Ricardo Ainda não estamos em economia de pleno emprego em nível mundial • Redução nas taxas de crescimento populacional nos países desenvolvidos • • Mas ainda não nos países sub-desenvolvidos Modernização agrícola produziu alimentos potencialmente para todos os seres humanos Nem todos podem comprar Demanda por carne continua aumentando • Questão mais ampla: Até quando a inovação produtiva conseguirá adiar os limites dos recursos naturais? Novos aspectos após teorias de David Ricardo Fertilizantes e outras tecnologias agrícolas Criação de novos produtos de consumo Obsolescência programada Expansão do mercado de serviços • Entretenimento, Saúde, Educação, Segurança • Sem um limite material definido Conteúdo David Ricardo Joseph Schumpeter Walt Rostow CEPAL Albert Hirschman Joseph Aloïs Schumpeter (1883-1950) Joseph Schumpeter O cerne do Capitalismo não é como ele administra as estruturas existentes Destruição Criadora: • Renovação constante de estruturas sociais, produção e produtos SCHUMPETER, J. Capitalism, Socialism and Democracy. New York: Harper & Row, 1942 Conceito de Destruição Criadora Baseado na teoria de Karl Marx • Capitalismo destrói estruturas anteriores para criar sua nova estrutura Primeiro uso por Werner Sombart (sociólogo) Conceituação, teorização e popularização por Joseph Schumpeter Distinção Marx: destruição criadora também destruiria o Capitalismo Schumpeter: destruição criadora traz possibilidade de desenvolvimento sem limite definido para o capitalismo Harvey, D. (2010). The Enigma of Capital and the Crises of Capitalism. London: Profile Books. p. 46. Modelo Circular (Economia Clássica) Capitalista Empresário Ideia Trabalho Fracasso Salário Produtos Pagamento Firmas Sucesso Inovação Famílias Lucro extra Generalização do lucro Difusão Imitação por outros empresários Economia Circular 1,6 Oferta e Demanda 1,4 Desequilíbrio Momentâneo Oferta Demanda 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Preço Schumpeter, Joseph A. Theory of economic development. [1934] Routledge, 2017 Economia Circular 1,6 Oferta e Demanda 1,4 Retorno ao Equilíbrio Oferta Demanda 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Preço Schumpeter, Joseph A. Theory of economic development. [1934] Routledge, 2017 Economia Circular Alteração nas Necessidades dos Consumidores 1,6 Oferta e Demanda 1,4 Oferta Demanda 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Preço Schumpeter, Joseph A. Theory of economic development. [1934] Routledge, 2017 Economia Circular Retorno ao Equilíbrio (adaptação às mudanças sociais) 1,6 Oferta e Demanda 1,4 Oferta Demanda 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Preço Schumpeter, Joseph A. Theory of economic development. [1934] Routledge, 2017 Desenvolvimento Econômico Inovação Produtiva 1,6 Oferta e Demanda 1,4 Oferta Demanda 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Preço Schumpeter, Joseph A. Theory of economic development. [1934] Routledge, 2017 Desenvolvimento Econômico Retorno ao Equilíbrio (Desenvolvimento Econômico) 1,6 Oferta e Demanda 1,4 Oferta Demanda 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Preço Schumpeter, Joseph A. Theory of economic development. [1934] Routledge, 2017 Schumpeter Formas de Inovação Econômica: • Novo bem (ou com novas qualidades) • Novo método de produção • Novo mercado • Nova fonte de matérias primas ou bens semi- manufaturados • Nova organização (monopolização ou fragmentação) Papel do crédito como estimulador às inovações produtivas no capitalismo Schumpeter, Joseph A. Theory of economic development. [1934] Routledge, 2017 Schumpeter Empresários • Responsáveis por implementar as inovações produtivas • Função social o A partir de características pessoais: iniciativa e liderança o Não é classe social o Pode ser exercido apenas por certo período Schumpeter, Joseph A. Theory of economic development. [1934] Routledge, 2017 Schumpeter Empresários • Precisam convencer os bancos a investirem na inovação • Saem da zona de conforto dos padrões já estabelecidos (racionalidade inconsciente) • Intuição + Planejamento (racionalidade consciente) • Reações contra a inovação produtiva: o Impedimento legal ou político o Condenação social (moral) Resistência de grupos ameaçados pela inovação ₋ Dificuldade para cooperação ₋ Resistência dos consumidores ₋ Schumpeter, Joseph A. Theory of economic development. [1934] Routledge, 2017 Schumpeter Psicologia do empresário • Não-hedonista: trabalho em vez do lazer e consumo de bens • Ambição por ascensão social • Prazer por criação, engenhosidade e esforço Schumpeter, Joseph A. Theory of economic development. [1934] Routledge, 2017 Diferentes focos J. Schumpeter • Grandes inovações Ciclos de Desenvolvimento A.P. Usher • Acumulação contínua de diversos pequenos progressos técnicos, de repente registradas como um todo USHER, A. A History of Mechanical Inventions, 2ª ed. Cambridge, Mass: Harvard University Press, 1954 Evolução do capitalismo Períodos de crise: empresas maiores adquirem as menores Inovações passam a requerem cada vez mais capital Grandes corporações assumem o papel de provedoras de capital e de inovação • • Substituem a dupla Empresário + Capitalista Corporatização do mercado o redução das possibilidades de inovação (estado estacionário do capitalismo) o domínio das corporações sobre instituições reguladoras (governos) SCHUMPETER, J. Capitalism, Socialism and Democracy. New York: Harper & Row, 1942 Quem matou o carro elétrico? Estratégias das grandes empresas automotivas e de combustíveis para atrasar ou paralisar o desenvolvimento de carros elétricos https://youtu.be/7tcv2ZXTk_E https://youtu.be/gWfTQAWh8Sg Pós-capitalismo • Aumento da educação privilegiaria visão crítica ao capitalismo corporativista • Mudança de foco dos bens materiais para bens culturais • Escolha democrática de representantes políticos contrários aos valores do capitalismo • No limite, se aproximaria do Socialismo (Estado de Bem Estar)mas sem uma revolução SCHUMPETER, J. Capitalism, Socialism and Democracy. New York: Harper & Row, 1942 Atividade Levando em consideração as tendências indicadas por Schumpeter, em 1942, quanto à evolução do capitalismo, educação e consequentes mudanças políticas, reflita sobre a sua validade e/ou viabilidade após passados mais de 75 anos. Repercursões das teorias de Schumpeter Criação de bancos de desenvolvimento Ex: BID, BNDES Críticas às teorias de Schumpeter Pouco foco em fatores como: Exploração do trabalho e desigualdades sociais (Karl Marx) • Papel do Estado na economia (John Keynes) • o O Estado poderia ser indutor de inovações? • Relações entre salário e demanda o Para Schumpeter, a oferta criaria a própria demanda o Suposição simplificada de pleno emprego Como lidar com países subdesenvolvidos “menos inovadores”? Conteúdo David Ricardo Joseph Schumpeter Walt Rostow CEPAL Albert Hirschman Walt Whitman Rostow 1916-2003 Walt Whitman Rostow Contexto Geopolítico após a Segunda Guerra Mundial Banco Mundial financiando países devastados pelo Pós-Guerra – Plano Marshall Discurso que o desenvolvimento no Capitalismo era mais vantajoso que no Socialismo • Foco nos países subdesenvolvidos Teoria Econômica em oposição ao Marxismo RIBEIRO, Flávio Diniz. Walt Whitman Rostow e a problemática do desenvolvimento: ideologia, política e ciência na Guerra Fria. Tese (Doutorado em História Social) USP, São Paulo, 2008. Etapas do desenvolvimento: País Subdesenvolvido Financiamento Internacional + Intervenção estatal Industrialização País Desenvolvido Subdesenvolvimento é uma etapa atrasada no processo histórico de desenvolvimento e crescimento econômico Países subdesenvolvidos chegariam ao patamar dos desenvolvidos pelo mesmo modelo de desenvolvimento Walt Whitman Rostow Cinco etapas do desenvolvimento: Nível de Desenvolvimento Era do consumo em massa Marcha para a maturidade O arranco (take-off) Pré-condições para o arranco Sociedades Tradicionais Tempo ROSTOW, Walt Whitman. The Stages of Economic Growth: A Non-Communist Manifesto. Cambridge: Cambridge, University Press, 1960 Cinco etapas do desenvolvimento 1. Sociedades tradicionais Poucos recursos financeiros Baixa tecnologia Predominantemente agrícola de subsistência Incapacidade de produção de excedentes Incapacidade de acumulação ROSTOW, Walt Whitman. The Stages of Economic Growth: A Non-Communist Manifesto. Cambridge: Cambridge, University Press, 1960 2. Pré-condições para o arranco (estágio de transição) Mudanças sociais internas Pressão pela colonização Especialização do trabalho Modernização tecnológica Mudança dos valores sociais, política e conhecimento Aumento da produtividade Primeiros empreendimentos Expansão do comércio interno e externo 3. Arranco Retirada das amarras (valores sociais) que mantinham no estado anterior Migração da mão de obra rural para o setor industrial Novo sistema político, institucional e social 4. Marcha para a maturidade Especialização da mão de obra urbana Diversificação dos produtos Substituição de importações ROSTOW, Walt Whitman. The Stages of Economic Growth: A Non-Communist Manifesto. Cambridge: Cambridge, University Press, 1960 5. Era do consumo de massa Aumento da renda per capita Melhor distribuição de renda Expansão do mercado interno de consumo ROSTOW, Walt Whitman. The Stages of Economic Growth: A Non-Communist Manifesto. Cambridge: Cambridge, University Press, 1960 Alocação da força de trabalho Primário Etapa\Setor (agricultura) Secundário (indústria) Terciário (serviços) Sociedade tradicional Predominante Muito pequeno Muito pequeno Pré-condições para o arranco Predominante Pequeno Muito pequeno O arranco Declinando Crescendo rapidamente Pequeno Marcha para a maturidade Pequeno Estável Crescendo rapidamente Era do consumo em massa Muito pequeno Declinando Predominante Walt Whitman Rostow Cinco etapas do desenvolvimento: Nível de Desenvolvimento UK 1940 EUA 1930 Japão 1950 UK 1850 EUA 1920 Japão 1930 UK 1820 EUA 1850 Japão 1900 UK 1750 EUA 1800 Japão 1880 Era do consumo em massa Marcha para a maturidade O arranco (take-off) Pré-condições para o arranco Sociedades Tradicionais Tempo ROSTOW, Walt Whitman. The Stages of Economic Growth: A Non-Communist Manifesto. Cambridge: Cambridge, University Press, 1960 Quais poderiam ser as críticas, limitações e ressalvas à teoria de Rostow? Críticas à teoria de Rostow Supõe uma trajetória única de desenvolvimento Desvalorização da cultura dos países subdesenvolvidos Transferência tecnológica (industrialização) sem levar em conta os conhecimentos locais tradicionais Não inclui relações econômicas entre países Após os anos 1970, críticas devido ao endividamento dos países em desenvolvimento, sem alcançar o nível dos países desenvolvidos RIBEIRO, Flávio Diniz. Walt Whitman Rostow e a problemática do desenvolvimento: ideologia, política e ciência na Guerra Fria. Tese (Doutorado em História Social) USP, São Paulo, 2008. Conteúdo David Ricardo Joseph Schumpeter Walt Rostow CEPAL Albert Hirschman CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina e Caribe) Porque a estratégia dos estágios de desenvolvimento de Rostow não tornou os países latino-americanos desenvolvidos? Desenvolvimento na América Latina acentuou as desigualdades sociais internas Subdesenvolvimento não é uma etapa para o desenvolvimento Subdesenvolvimento é fruto de relações desiguais entre países centrais e periféricos BIELSCHOWSKY, Ricardo. Cinquenta anos de pensamento na CEPAL: uma resenha. In: Cinquenta anos de pensamento na CEPAL. Rio de Janeiro: Record, 2000. p. 13-68. (Org.). Raúl Frederico Prébisch (1901-1986) Raúl Frederico Prébisch Lei das vantagens comparativas de David Ricardo • Crítica devido às relações desiguais entre os países • Os países centrais se beneficiariam mais do que os periféricos Países Centrais Países Periféricos Balança de pagamentos positiva Bens de baixo valor agregado Investimento Bens de alto valor agregado Liberação comercial entre países traria benefícios para todos Pagamento de Dívida Balança de pagamentos negativa Prebisch, R., & Cabañas, G. M. (1949). El desarrollo económico de la América Latina y algunos de sus principales problemas. El trimestre económico, 16(63 (3), 347-431. Desigualdade no Mundo (Índice de Gini) Gini Desigualdade dentro dos países Desigualdade entre os países https://mises.org/library/more-evidence-global-economic-inequality-decreasing PIB per capita (paridade de poder de compra) Economias avançadas Economias em desenvolvimento e emergentes Yanofsk, D. For the First Time, the combined GDP of poor nations is greater than the Rich ones. Quartz. 2013. Participação na riqueza mundial (%) 1% mais rico 99% mais pobre OXFAM (2015) Wealth: Having It All and Wanting More. http://www.oxfam.org/sites/www.oxfam.org/files/file_attachments/ib-wealth-having-all-wanting-more-190115-en.pdf OXFAM (2015) Wealth: Having It All and Wanting More População adulta mundial e distribuição da riqueza total por grupo, 2015 % de adultos % da riqueza Credit Suisse Research Institute, Global Wealth Report 2015, October 2015 Celso Furtado (1920-2004) Celso Furtado Países desenvolvidos Desenvolvimento tecnológico Acumulação de capital Alteração do perfil de demanda Países subdesenvolvidos Alteração do perfil de demanda Acumulação de capital Desenvolvimento tecnológico FURTADO, Celso. Um Projeto para o Brasil, 4.a ed., Rio de Janeiro, Saga, 1968 Celso Furtado Países desenvolvidos: • Lucro em grande parte reinvestido em produção Países subdesenvolvidos • Elite industrial usa lucro para consumo de bens supérfluos importados dos países desenvolvidos • Dinheiro retorna aos países desenvolvidos pela importação • Sobra pouco dinheiro para reinvestimento • Controle do Estado pela elite mantém a estrutura de dependência Furtado, C., 1974. O mito do desenvolvimento econômico. Ed. Paz Terra Conteúdo David Ricardo Joseph Schumpeter Walt Rostow CEPAL Albert Hirschman Albert Otto Hirschman (1915-2012) Albert Hirschman Não há uma receita única de desenvolvimento • Contextos sociais distintos definem diferentes trajetórias de desenvolvimento Desenvolvimento deve ser sequencial • Não se consegue fazer uma revolução que mude todos os valores sociais de uma só vez HIRSCHMAN, Albert Otto. The rise and decline of development economics. In: Essays in Trespassing Economics to Politics and Beyond. Cambridge University Press. 1981. PINTO, Aníbal. Albert Otto Hirschman. Journeys toward progress. Studies of economic policy making in Latin America. El Trimestre Económico, México, v. 31, n. 1, p. 166-168, 1964 Albert Hirschman Reconhece que existem relações desiguais entre centro e periferia Mas para um país periférico, é melhor ter um pequeno desenvolvimento (crescimento financiado antes do endividamento) do que desenvolvimento nenhum HIRSCHMAN, Albert Otto. The rise and decline of development economics. In: Essays in Trespassing Economics to Politics and Beyond. Cambridge University Press. 1981. População global por nível de renda Pobres Baixa renda Renda média Renda médiaalta Alta renda Source: Pew Research Center analysis of data from World Bank PovcalNet database (Center for Global Development version available on the Harvard Dataverse Network) and the Luxembourg Income Study Database, August 2015 % da população do mundo recebendo o nível de renda Distribuição global da renda em 2003, 2013, e projeção para 2035 Renda ajustada por paridade de poder de compra entre os países e através do tempo 2003 2013 Projeção para 2035 Renda por cidadão no mundo, por ano (em dólares de 2011) https://ourworldindata.org/uploads/2013/11/4-World-Income-Distribution-2003-to-2035-growth-rates.png Albert Hirschman Estratégia de crescimento equilibrado: Política de desenvolvimento idealmente deveria ser balanceada entre os diversos segmentos da economia • Modelo utilizado pelo Plano Marshall na Europa Pós-Guerra • Países subdesenvolvidos: Não possuem recursos suficientes • Governos com limitada estrutura operacional • Melhor investir em segmentos mais promissores e contar com o efeito de encadeamento econômico • BIANCHI, Ana Maria. Albert Hirschman na América Latina e sua trilogia sobre desenvolvimento econômico. Economia e Sociedade, Campinas, v. 16, n. 2, p. 131-150, ago. 2007. HIRSCHMAN, Albert Otto. 1958. The Strategy of Economic Development. New Haven, Conn.: Yale University Press. Albert Hirschman Desenvolvimento econômico é criador de desigualdade sociais Estado é responsável por gerir os desequilíbrios • Políticas de desenvolvimento: aumentam desigualdade • Políticas sociais: socializam o desenvolvimento HIRSCHMAN, Albert Otto. 1958. The Strategy of Economic Development. New Haven, Conn.: Yale University Press. HIRSCHMAN, Albert Otto. The rise and decline of development economics. In: Essays in Trespassing Economics to Politics and Beyond. Cambridge University Press. 1981. Albert Hirschman Metáfora do Túnel Nível de Desenvolvimento Geral Hirschman, Albert O., Rothschild, Michael. "The changing tolerance for income inequality in the course of economic development." The Quarterly Journal of Economics 87, no. 4 (1973): 544-566. Albert Hirschman Metáfora do Túnel Nível de Desenvolvimento Avançado Nível de Desenvolvimento Geral Túnel Hirschman, Albert O., Rothschild, Michael. "The changing tolerance for income inequality in the course of economic development." The Quarterly Journal of Economics 87, no. 4 (1973): 544-566. Perspectiva Histórica • Doutrina Truman – Guerra Fria (1947) • Estado desenvolvimentista (1930-1970) • Estado-empresário (indústria de base e de capital) Protecionismo de mercado Endividamento Neoliberalismo (1980-1990) • Plano Marshall (1947-1951) Banco Mundial (1945) e Banco Interamericano de Desenvolvimento (1959) Consenso de Washington (1990) Economia neoclássica Privatização Estado Neo-desenvolvimentista (2000-2010) Estado como regulador macroeconômico Políticas de Financiamento Políticas de Redistribuição de renda BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. Do antigo ao novo desenvolvimentismo na América Latina. Texto para Discussão n. 274. São Paulo: FGV, nov. 2010. Estado e Desenvolvimento • Modelo asiático (Japão, Coreia do Sul, Singapura, Hong Kong) Investimento em educação Planificação central e programas de industrialização Críticas quanto a autoritarismo e ambiente anti-democrático • Modelo escandinavo Investimento em educação Incentivo a inovação Políticas de sociais • Modelo BRICS Atração de investimentos para mercado interno Programas de fortalecimento econômico pelo governo CHANG, Ha-Joon. Chutando a escada: a estratégia do desenvolvimento em perspectiva histórica. São Paulo: UNESP, 2004. CHANG, Ha-Joon. How to ‘do’ a developmental state: political, organisational and human resource requirements for the developmental state. In: EDIGHEJI, Omano (Ed.). Constructing a democratic developmental state in South Africa: potentials and challenges. Pretoria: Human Sciences Research Council Press, 2010. cap. 4, p. 82- 96. Atividade Seria possível o Brasil diminuir a desigualdade em relação ao nível socioeconômico dos países desenvolvidos, ao mesmo tempo que diminui a sua desigualdade socioeconômica interna? O que seria necessário para isso?
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