Microeconomia 40 https://youtu.be/IiYZhC5kED8?si=yu32Yxg5ApDtKUOc 41 UNIDADE I Consumo e a escolha do consumidor. 01.01 - Preferências - Curvas de Indiferença; 01.02 - Utilidade; 01.03 - Restrição orçamentária - Linha de Orçamento; 01.04 - A escolha do consumidor. 42 A microeconomia lida com ... • Comportamento de unidades individuais o No consumo ▪ Como escolher o que comprar ... o Na produção ▪ Como escolher o que produzir ... Mercados: a interação entre consumidores e produtores .... 43 Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 Objeto da Microeconomia • Trata do comportamento das unidade econômicas individuais; • Explica como e porque estas unidades tomam decisões econômicas; • Estuda a geração e os preços dos diversos bens e fatores de produção; • Preocupa-se em como as unidades econômicas interagem, de modo a formar unidades maiores – mercados e setores de atividade econômica; • Revela como operam e se desenvolvem indústrias e mercados, porque são diferentes entre si, como são influenciados pelas políticas governamentais e condições econômicas gerais; Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 44 MICROECONOMIA 45 Características Gerais da Micro •É uma ciência de natureza dedutiva ou teórica; •Apresenta uma natureza estática comparativa; •Enquadra-se, prioritariamente, no ramo da economia positiva ou científica; •Constitui, fundamentalmente, uma análise de equilíbrio parcial •Condições "coeteris paribus" Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 46 Micro Macro • Estabelece princípios gerais (mais abstrata); • Visão microscópica dos fenômenos econômicos; • Lida com elementos representativos dos demais (homogêneos); • Trata com preços relativos (Teoria dos Preços) • Examina questões peculiares a um dado lugar e período; • Ótica telescópica > Funcionamento global da economia; • Lida com variáveis heterogêneas; • Trata com preços absolutos Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 47 Como maximizar a satisfação? 48 Teoria do Comportamento do Consumidor Descrição de como os consumidores alocam a renda, entre diferentes bens e serviços, procurando maximizar o bem-estar O comportamento do consumidor é mais bem compreendido quando ele é examinado em três etapas: 1. Preferências do consumidor 2. Restrições orçamentárias 3. Escolhas do consumidor Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 49 Preferências do Consumidor 50 Hipóteses sobre preferências do consumidor 1. Completas: Quer dizer, para quaisquer duas cestas de mercadorias A e B, o consumidor poderá dizer se prefere A a B, se prefere B a A ou se as duas cestas lhe são indiferentes, assim • Quaisquer cestas A e B, ou A > B ou B ≥ A. 2. Transitivas: Isto é, se uma cesta de mercadorias A é preferida à outra cesta qualquer B e se a cesta B é preferida à outra cesta C, então a cesta A também é preferida à cesta C • se A ≥ B e B > C, então A ≥ C 3. Reflexivas: Em outras palavras, uma cesta de mercadorias qualquer é indiferente a ela mesma e, portanto, é ao menos tão boa quanto ela mesma, o que pode ser notado como • A ~ A ou, ainda, A > A. 4. Continuidade: Em geral, as preferências dos consumidores são contínuas. 5. Monotonicidade: Os consumidores preferem em geral cestas com mais bens Fonte: Vasconcelos, 2011 p.28-30 51 Teoria do Consumidor A teoria do consumidor parte de uma hipótese muito simples e plausível: o consumidor escolhe, entre as cestas de mercadorias que lhe são acessíveis dada sua restrição monetária, aquela que ele julga preferível a todas as outras. Fonte: Vasconcelos, 2011 p.28 52 Preferências do Consumidor Cestas de Mercado – Lista com quantidades específicas de um ou mais bens Cesta de mercado Unidades de Alimento Unidades de Vestuário A 20 30 B 10 50 D 40 20 E 30 40 G 10 20 H 10 40 Para explicarmos a teoria do comportamento do consumidor, perguntaremos se os consumidores preferem uma cesta a outra que contenha uma combinação diferente de mercadorias Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 53 Premissas sobre preferências do consumidor 1. Integralidade (completude): As Preferências são completas. Isso significa que os consumidores podem comparar e ordenar todas as cestas de mercado. Assim, para quaisquer duas cestas A e B, um consumidor pode preferir A a B, ou preferir B a A ou ser indiferente a qualquer uma das duas. Por ser indiferente indicamos que qualquer uma das cestas deixaria o indivíduo igualmente satisfeito. Observe que essas preferências não levam os preços em consideração. Um consumidor poderia preferir bife a hambúrguer, porém compraria o segundo por ser mais barato. Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 54 Gráfico 3.1 “... uma curva de indiferença é a representação gráfica de um conjunto de cestas de mercadorias que têm a propriedade de ser indiferentes entre si ...” As diferentes curvas de indiferença auxiliam a compreensão da monoticidade em que os consumidores vão preferir cestas com mais itens em deslocamento para cima e direito a medida que enxergam utilidade. 55 Fonte: Vasconcelos, 2011 p.29 Premissas sobre preferências do consumidor 2. Transitividade: As Preferências são transitivas. Transitividade significa que, se um consumidor prefere a cesta de mercado A a B e prefere B a C, então ele também prefere A a C. Em geral, a transitividade é encarada como necessária para a consistência das escolhas do consumidor. 3. Mais é melhor do que menos (Insaciabilidade ou monotonicidade): Presumimos que todas as mercadorias são desejáveis. Consequentemente, os consumidores sempre preferem quantidades maiores de cada mercadoria, Assim, eles nunca ficam completamente satisfeitos ou saciados; mais é sempre melhor, mesmo quando se trata de um pouquinho a mais. Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 56 Curvas de Indiferença Descrevendo preferências individuais Como os consumidores preferem sempre maiores a menores quantidade de um bem, podemos comparar as cestas de mercado indicadas na área sombreada. A cesta A é certamente preferida à cesta G, ao passo que a cesta E é preferível à A. Entretanto, A não pode ser comparada a B, D ou H sem que haja informações adicionais. Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 57 Curva de Indiferença: Curva que representa todas as combinações de cestas de mercado que geram o mesmo nível de satisfação para um consumidor. Logo, a curva de indiferença U1 de um consumidor mostra as cestas de mercado que fornecem o mesmo nível de satisfação da cesta A; isso inclui as cestas B e D. O consumidor prefere a cesta E, que está acima de U1, à cesta A, mas prefere A em relação a H ou G, que estão abaixo de U1. Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 58 Mapas de Indiferença: Gráfico que contém um conjunto de curvas de indiferença mostrando os conjuntos de cestas de mercado entre as quais os consumidores são indiferentes Um mapa de indiferença é um conjunto de curvas de indiferença que descrevem as preferências de um consumidor. Qualquer cesta de mercado sobre a curva U3 (por exemplo, a cesta A) é preferível a qualquer cesta sobre a curva U2 (por exemplo, a cesta B), que, por sua vez, é preferível a qualquer cesta sobre a curva U1 (por exemplo, a cesta D) Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 59 Influenciando as Preferências A teoria do comportamento do consumidor considera que o mapa de indiferença de um consumidor seja dado de forma exógena e que permaneça constante durante a análise. Entretanto, devemos reconhecer que as preferências do consumidor podem variar ao longo do tempo. Os gostos do consumidor variam com a idade, com o nível de instrução ou com a experiência. As preferências também podem variar em virtude das atitudes do consumidor em relação aos bens e serviços. As empresas normalmente gastam grandes quantias de dinheiro para tentar influenciar as preferências dos consumidores através de propaganda. Por exemplo, no programa de televisão Super Bowl da NBC a cada 30 segundos ... 1998 1999 2001 2023 • $ 1,3 milhões • 44 milhões de famílias • $ 1,6 milhões • $2,4 milhões • $ 7 milhões • 200 milhões de pessoas O governo e os grupos de interesse também podem influenciar as preferências dos consumidores. Por exemplo, o governo pode exigir dos produtores que fixem uma etiqueta no produto alertando os consumidores sobre os perigos de consumi-lo. Ou uma organização privada pode emitir seu próprio alerta, como a Sociedade Americana de Câncer fez em 1953, quando publicou um relatório relacionando o fumo ao câncer... Para mais vamos ler ... 'Efeito Super Bowl': por que artistas como Rihanna se apresentam de graça na final do futebol americano em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxexj6ekl6ko Fonte: Besanko, 2004 p.63 60 https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxexj6ekl6ko 61 Curvas de indiferença não podem se interceptar Se as curvas de indiferença U1 e U2 se interceptassem, uma das premissas da teoria do consumidor seria violada. De acordo com o diagrama, o consumidor seria indiferente à cesta A, B ou D. Entretanto, B é preferível a D, pois B contém quantidades maiores de ambas as mercadorias. Qual premissa estaria sendo quebrada? Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 62 Taxa Marginal de Substituição (TMS) 63 Taxa Marginal de Substituição (TMS): Quantidade máxima de um bem que um consumidor está disposto a deixar de consumir para obter uma unidade adicional de um outro bem. A inclinação negativa da curva de indiferença traçada para dado consumidor é a medida de sua taxa marginal de substituição (TMS) entre dois bens. Na figura, a taxa marginal de substituição entre vestuário e alimento cai de 6 (entre A e B) para 4 (entre B e D) para 2 (entre D e E), até 1 (entre E e G). Convexidade: O declínio da TNS reflete uma característica importante das preferências dos consumidores. Quando a TMS diminui ao longo da curva de indiferença, a curva é convexa. Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 64 Convexa - Diversificação Côncava - Especialização Fonte: Vasconcelos, 2011 p.33-34 65 Bens Substitutos • Os bens são substitutos quando um aumento no preço de um deles produz um aumento na quantidade demandada do outro. Em outras palavras quando o outro têm um grau de satisfação semelhante. Por exemplo cobre vs alumínio e carne bovina vs carne de frango Bens Substitutos Perfeitos: • Dois bens são substitutos perfeitos quando a taxa marginal de substituição de um pelo outro é constante Bens Complementares • Os bens são complementares quando um aumento no preço de um deles leva a um decréscimo na quantidade demandada do outro. Em outras palavras quando o consumo em conjunto eleva o grau de satisfação do consumidor. Por exemplo automóveis vs combustível e notebook vs office. Bens Complementares Perfeitos • Dois bens são complementos perfeitos quando a taxa marginal de substituição entre eles é infinita (ou igual a zero); nesse caso, as curvas de indiferença são ângulos retos Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013, p. 24-25 Deslocamentos da Curva Logo: • Bens complementares: Quando o preço de um cai, a demanda do outro aumenta. • A demanda de um bem varia na mesma direção do preço do outro bem (relação direta). • Bens substitutos: Quando o preço de um cai, a demanda do outro diminui. • A demanda de um bem varia na direção oposta do preço do outro bem (relação inversa). Efeito dos Bens Complementares e Substitutos Preço do Produto = Px Preço do Substituto = Py Preço do Complementar = Pz Renda = R Tempo = t Casos Particulares Fonte: Vasconcelos, 2011 p.35-36 69 Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 70 Exceções a lei da procura Bens de Giffen (bens inferiores) Bem de Giffen • É um produto para o qual um aumento do preço faz aumentar a sua demanda. Este comportamento é diferente da maioria dos produtos, que são mais procurados à medida em que seu preço cai. Tratase de bens com duas características: • Pesam muito no orçamento do consumidor, de tal forma que, se seu preço cair, o consumidor terá um aumento sensível no dinheiro disponível para gastar em outros bens (como se a renda do consumidor tivesse aumentado); e • São bens inferiores, ou seja, seu consumo diminui quando a renda do consumidor aumenta. Exceções a lei da procura Bens de Veblen (bens de luxo) Bens de Veblen ou efeito esnobismo • Conhecido como bens de consumo ostentatório, são tipos de bens materiais para os quais a procura é proporcional ao seu preço elevado, o que é um aparente contradição com a lei da procura; os bens de veblen são bens de luxo como vinho, joalharia, malas de designers de moda e carros de luxo. • O efeito Veblen foi utilizado recentemente para explicar porque os grupos ligados à venda de vinhos prestigiosos levaram 10 anos para denunciarem um falsário brilhante. • Rudy Kurniawan, jovem indonesiano rico e elegante, montou uma cave de vinhos descrita como a melhor cave do mundo. Sua coleção chegou a 50.000 garrafas com uma preferência pelos antigos vinhos de Bordeaux e Bourgogne. Uma vez aceito pelo ultra fechado club de amadores de vinhos, ele passou à leiloar suas caríssimas e…falsas garrafas. • Alguns enólogos desconfiaram desde o início da autenticidade dos vinhos de Kurniawan mas seus principais clientes agiram de acordo com a efeito Veblen: se um Pétrus 1961 custa tão caro é porque é excelente, mesmo que não tenha o gosto esperado. https://www.conexaoparis.com.br/efeito-do-snobismo-ou-o-efeito-veblen/ Utilidade(tarismo) • A melhor ação é aquela que proporciona mais felicidade ou bemestar social • Uma ação é útil quando maximiza a felicidade que alguém pode alcançar • As condutas adotadas devem promover a felicidade ou prazer do coletivo • Deve-se evitar as ações que levam ao sofrimento e a dor Homo economicus é um conceito teórico que considera os seres humanos como racionais e que tomam decisões com base na razão... Jeremy Bentham, as ações moralmente corretas são as que possibilitam a felicidade de muitas pessoas 73 Utilidade e Funções de Utilidade: - Utilidade é o índice numérico que representa o nível de satisfação que um consumidor obtém com dada cesta de mercadorias. - Funções de Utilidade é a fórmula que associa níveis de utilidade a cestas de mercado individuais. Uma função de utilidade pode ser representada por um conjunto de curvas de indiferença, cada qual com um indicador numérico. A figura mostra três curvas de indiferença, com níveis de utilidade de 25, 50 e 100, respectivamente, associadas à função de utilidade AV. Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 74 Utilidade As três hipóteses — preferências são completas, transitivas e monotônicas — nos permitem representar as preferências por meio de funções utilidade. 1. Completas, o consumidor pode representar suas preferências sobre as cestas de acordo com uma das possibilidades; 2. Transitivas, hipótese que exclui o comportamento inconsistente do estudo de escolha do consumidor; e 3. Monotônicas, em outras palavras, sempre é melhor consumir mais unidades de um bem. Se uma cesta de bens A é preferida a uma cesta de bens B, então a utilidade atribuída à cesta de bens A deve ser maior que a atribuída à cesta de bens B; além disso, se as cestas A e B forem indiferentes entre si, então a utilidade atribuída à cesta A deve ser a mesma que a atribuída à cesta B. Fonte: Vasconcelos, 2011 p.41; Besanko, 2004 p.55 75 Utilidade Fonte: Vasconcelos, 2011 p.43 76 Utilidade Exemplo: A > A , B > C, C ~ D e D > E Fonte: Vasconcelos, 2011 p.41 77 Função de utilidade ordinal • Função de utilidade que gera uma ordenação de cestas de mercado da maior para a menor preferência. Em outras palavras, dá informação sobre a ordem em que o consumidor classifica as cestas. • Por exemplo, o consumidor compra três vezes mais alimentos e três vezes mais roupas na cesta A do que na cesta D. Uma ordenação ordinal não nos diria a intensidade com a qual o consumidor prefere a cesta A à D. Contudo, os consumidores costumam achar mais difícil descrever em termos quantitativos suas preferências entre as cestas, já que não existe uma medida natural da quantidade de prazer obtida com diferentes cestas. Função de utilidade cardinal • Função de utilidade que informa em que medida uma cesta de mercado é mais ou menos preferível a outra. Em outras palavras dá informação a respeito da intensidade das preferências de um consumidor. Com uma ordenação cardinal, não apenas sabemos que ele prefere a cesta A à cesta D, mas também podemos medir a intensidade dessas preferências. • Podemos fazer uma afirmação quantitativa, do tipo “O consumidor prefere a cesta A duas vezes mais que a cesta D”. Desse modo, uma ordenação cardinal contém mais informação do que uma ordenação ordinal. Fonte: Besanko, 2004 p.56 Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 78 Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 79 “Meu irmão se formou em teoria do cinema e se preparava para estudar no exterior. Como muitas outras famílias coreanas, ele sofria muita pressão para ter sucesso. Mas o dinheiro era curto e a vida pesava sobre ele”, diz Jang. Especialistas há muito tempo salientam os perigos de uma sociedade que se concentra demasiadamente no sucesso pessoal, geralmente manifestado em termos de dinheiro ou status social. “Além da elevada taxa de suicídio na Coreia do Sul, há uma triste história de uma sociedade com um sistema de bem-estar social fraco, muito orientado para o sucesso, geralmente refletido na quantidade de riqueza que se acumula”, diz Soong-nang Jang, reitor da faculdade de enfermagem Chung-Ang. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4n4gj xr0e3o Restrição Orçamentária 81 Restrição Orçamentária: - Restrições orçamentárias - Restrições que os consumidores enfrentam como resultado do fato de suas rendas serem limitadas. - Linha do Orçamento - Todas as combinações de bens para os quais a quantia de dinheiro gasto é igual à renda. A tabela mostra cestas de mercado associadas a linhas de orçamento Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 A + 2V = $80 82 Restrição Orçamentária Fonte: Besanko, 2004 p.75 83 Linha do Orçamento A linha do orçamento do consumidor descreve as combinações de quantidades de dois bens que podem ser adquiridas de acordo com a renda do consumidor e os preços dos dois bens. A linha AG (que passa pelos pontos B, D e E) mostra um orçamento associado a uma renda de $ 80, um preço unitário de alimento Pa = $ 1 e um preço unitário de vestuário Pv = $ 2. O intercepto vertical (R/Pv) e horizontal (R/Pa) indicam a quantidade máxima que pode ser comprada da V e A, respectivamente. Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 84 Linha do Orçamento À medida que a cesta consumida se move ao longo da linha de orçamento, a partir do intercepto, o consumidor gasta menos com uma mercadoria e mais com outra. A inclinação da linha mede o custo relativo de vestuário e alimentação A inclinação da linha indica a proporção segundo a qual pode-se substituir uma mercadoria pela outra sem alteração da quantidade total de dinheiro gasto. A inclinação da linha do orçamento (medida entre os pontos B e D) é −Pa/Pv = −10/20 = −1/2 Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 85 Efeitos das modificações na renda e nos preços Modificação na renda – Uma mudança na renda (com os preços inalterados) causa um deslocamento paralelo na linha do orçamento original (L1). Quando a renda de $ 80 (L1) aumenta para $ 160, a linha do orçamento passa a ser L2 (ficando à direita de L1). Se diminui para $ 40, a linha se desloca para a esquerda (L3). Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 86 Efeitos das modificações na renda e nos preços Modificação no preço – Uma mudança no preço de um dos bens (com a renda inalterada) provoca uma rotação (movimento pendular) na linha de orçamento em torno da intersecção. Quando o preço do alimento cai de $ 1,00 para $ 0,50, a linha de orçamento gira de L1 até L2 . No entanto, se o preço aumenta de $ 1,00 para $ 2,00, a linha de orçamento gira de L1 até L3 . Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 87 Modificações nos preços das mercadorias • Se os preços de ambas as mercadorias aumentam, mas a razão entre os dois preços permanece inalterada, a inclinação da linha do orçamento não muda • Entretanto, a linha do orçamento sofrerá um deslocamento paralelo para a esquerda • Se os preços de ambas as mercadorias diminuem, mas a razão entre os dois preços permanece inalterada, a inclinação da linha do orçamento não muda • Contudo, a linha do orçamento sofrerá um deslocamento paralelo para a direita Fonte: Pindyck e Rubinfeld, 2013 88
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