UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - CAMPUS DE CASCAVEL CENTRO DE EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E ARTES LETRAS – LÍNGUA PORTUGUESA E LÍNGUA ITALIANA E RESPECTIVAS LITERATURAS HENRIQUE GONÇALVES DE ASSIS UM ESTUDO COMPARADO ENTRE OS POEMAS "SPLEEN" DE CHARLES BAUDELAIRE É ÁLVARES DE AZEVEDO CASCAVEL – PR Fevereiro/2023 HENRIQUE GONÇALVES DE ASSIS UM ESTUDO COMPARADO ENTRE OS POEMAS "SPLEEN" DE CHARLES BAUDELAIRE É ÁLVAREZ DE AZEVEDO Projeto de Pesquisa apresentado à disciplina de Monografia, do Curso de Letras – Língua Portuguesa e Língua Italiana e Respectivas Literaturas da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE – campus de Cascavel. Orientador: Prof. Dra. Meire Oliveira Silva. Profa. da disciplina: Profa. Dra. Alcione Tereza Corbari. Linha de Pesquisa: Literatura. CASCAVEL – PR Fevereiro/2023 SUMÁRIO 1 ESCOLHA DO TEMA ........................................................................................ 03 1.1 Delimitação do tema ......................................................................................... 03 2 PROBLEMATIZAÇÃO E PROBLEMA .............................................................. 03 3 JUSTIFICATIVA ................................................................................................. 04 4 OBJETIVOS ........................................................................................................05 4.1 Objetivo geral .................................................................................................... 05 4.2 Objetivos específicos ....................................................................................... 05 5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ........................................................................ 06 6 METODOLOGIA ................................................................................................. 10 7 CRONOGRAMA..................................................................................................... 11 8 REFERÊNCIAS ..................................................................................................... 12 3 1 ESCOLHA DO TEMA A Representação do ‘'Spleen'’ na Poesia de Álvares de Azevedo e seu significado na Literatura Romântica Brasileira. 1.1 Delimitação do tema Análise das manifestações do ‘’Spleen’’ nas poesias ‘’Spleen e Charutos’’ , de Álvares de Azevedo, explorando como o termo reflete a angústia, melancolia e a influência da literatura europeia nas obras do autor, dentro do contexto do Romantismo Brasileiro do século XIX. 2 PROBLEMA/PROBLEMATIZAÇÃO É notório que surgem questionamentos acerca do real significado dos poemas intitulados "Spleen e Charutos" de Álvares de Azevedo, assim como de todos os elementos de sua poética. Neste contexto, torna-se necessário realizar uma pesquisa que destaque e evidencie um poema em comum de Charles Baudelaire, "Spleen", do livro "Flores do Mal". O objetivo é compreender o verdadeiro significado e conotação do termo "Spleen" nas poesias de Álvares de Azevedo e como isso se relaciona com as representações de angústia e melancolia em sua obra. Uma vez que o termo "Spleen" por Álvares de Azevedo é comparado e contrastado com as concepções europeias do conceito, especialmente no contexto do Romantismo, é importante explorar como isso influencia a interpretação de suas poesias. Além disso, é relevante analisar o papel da literatura europeia na formação do conceito de "Spleen" em Álvares de Azevedo e como essa influência se manifesta em suas poesias "Spleen e Charutos". Identificar as mudanças em sua interpretação que podem ser observadas em diferentes momentos de sua obra. É valido destacar quais aspectos específicos da vida e da literatura do autor contribuem para essa construção e interpretação do "Spleen" nas poesias de Álvares de Azevedo, e como essa interpretação dialoga com as características e o contexto do Romantismo Brasileiro do século XIX. 4 JUSTIFICATIVA A análise do conceito de "Spleen" nas poesias de Álvares de Azevedo é de uma vez que oferece uma compreensão mais profunda das questões emocionais e existenciais presentes na literatura romântica brasileira do século XIX, contribuindo assim para a exploração das complexidades da experiência humana. A investigação do "Spleen" na obra de Álvares de Azevedo é fundamental para esclarecer como o autor explorou o tédio, a melancolia e a alienação de maneira inovadora no contexto do Romantismo brasileiro, permitindo-nos apreciar as nuances e singularidades desse movimento literário no país. O estudo do "Spleen" em "Spleen e Charutos" é justificado pelo fato de que esta obra representa um marco na literatura brasileira, e a análise desse conceito específico nessa coleção de poemas de Álvares de Azevedo lidou com os elementos característicos do Romantismo no Brasil, destacando a singularidade de sua abordagem. Além de sua importância na análise literária, esta pesquisa contribui para os estudos culturais, oferecendo “insights” sobre o contexto cultural e artístico em que Álvares de Azevedo produziu sua obra, bem como o impacto de longo prazo que essa poesia teve na evolução da literatura brasileira. A investigação do “Spleen” nas poesias de Álvares de Azevedo, especialmente em “Spleen e Charutos”, enriquecerá nossa compreensão da literatura e da cultura do Brasil no século XIX, lançando luz sobre as influências, motivações e desafios que moldaram a produção literária da época. A análise aprofundada do “Spleen” na poesia de Álvares de Azevedo é relevante porque permite explorar as formas como o autor empregou esse conceito para transmitir, não apenas as emoções pessoais, mas também as preocupações sociais e políticas de sua época, contribuindo para uma compreensão mais completa do papel da literatura no engajamento crítico com a sociedade no contexto do romantismo brasileiro. 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo geral 5 Analisar a representação do conceito de "Spleen" nas poesias de Álvares de Azevedo, situando-o no contexto do movimento literário romântico no Brasil do século XIX. Este estudo visa aprofundar a compreensão do significado e uso do "Spleen" na obra do autor, examinando como as influências literárias estrangeiras, como se manifestaram na literatura brasileira da época, enriquecendo a análise das complexidades do Romantismo brasileiro. Além disso, busca contribuir as dimensões emocionais e psicológicas presentes na poesia de Álvares de Azevedo, bem como para a análise literária e os estudos culturais ao oferecer uma compreensão mais profunda do contexto cultural e artístico em que o autor escreveu, assim como do impacto duradouro de sua poesia na literatura nacional de segunda geração. 3.2 Objetivos específicos Pesquisar a biografia e o contexto sociopolítico do autor para encontrar pontos de acesso às similitudes de sua produção. Definir o significado da palavra ‘’Spleen’’ na escrita poética de Álvares de Azevedo a partir de seus poemas. Pesquisar a biografia e o contexto sociopolítico de Álvares de Azevedo, para identificar pontos de conexão entre sua obra e a influência de seu ambiente no desenvolvimento de seus poemas. Interpretar o significado da palavra ‘’Spleen’’ no poema do autor, explorando como esse termo é utilizado e como se relaciona com o conteúdo poético e os sentimentos expressos. Significar a produção poética de Álvares de Azevedo dentro do contexto brasileiro ultrarromântico, analisando seus poemas à luz de elementos que evidenciem sua contribuição para a literatura romântica brasileira, especialmente no que diz respeito às características da segunda geração. 6 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A pesquisa e seu cerne foram discutidos mediante a escolha do autor a ser explorado, especificamente os poemas "Spleen e Charutos". O foco principal será o significado do termo "Spleen". A pesquisa visa explorar o significado do termo "Spleen" empregado por Azevedo, contextualizando-o dentro do movimento literário do romantismo. Ao longo dos parágrafos subsequentes, apresentaremos pesquisas relevantes e citações de autores consagrados que analisaram a obra e o contexto histórico e cultural do autor, tais como Alfredo Bosi e Antonio Candido, com o intuito de lançar luz sobre as influências e as características que permearam a produção literária de Álvares de Azevedo, bem como seu papel marcante no cenário literário do romantismo brasileiro. E, por fim, há várias pesquisas que mencionam os escritos de Alvares de Azevedo, críticos literários que exploram todo os elementos de sua poética, do seu entorno literário e as suas influencias poéticas. O poeta Alvares de Azevedo possui extremo talento, Manuel Antônio Álvares de Azevedo nasceu em São Paulo, em 1831 a 1852 de família paulistana, estudou no Colégio Pedro II, e fez direito em sua terra natal (BOSI, 2013. p. 116). Os elementos de uma poética carregada no melancolismo e a relação com a morte, uma vida sofrida em seu meio entregue a boemia e uma anarquia jovem indo contra a burguesa e a religião da época, na obra intitulada “Álvares de Azevedo: o amante da morte” (Cony 2003, p.12): Nasceu em São Paulo, Álvares de Azevedo pouquíssimo viajou no tempo e no espaço. Pelo que se sabe, só conheceu, além de sua terra de origem, o Rio de Janeiro. Morou no Catumbi – é interessante, antigamente os românticos moravam no Catumbi – e, ao que difere de Byron, que além de sua adoração pela Grécia, continental e insular, andou por Portugal, Itália, Espanha, Suíça, Álvares de Azevedo deixou-nos apenas o relato de uma viagem – do Catumbi a Rua do Catete, a cavalo, para ver uma namorada que ele, na realidade, não tinha. Realmente era um romântico. (Cony, 2003, p.12). Sendo assim, o poeta Álvares de Azevedo, entre as influencias sobre temáticas de um extremo amor que não se consome de fato, traços soturnos, que são essas manifestações do Byronismo no Brasil, uma literatura repleta de cinismo, pessimismo e ironia, com descrições mórbidas e diabolismos de toda as formas e toques lúbricos ,” nessa literatura que herdou de Blake e Lord Byron, Em uma fusão de libido e instinto 7 de morte, Álvares de Azevedo caminhava na esteira do Romantismo trazendo uma poética com domínio do obscuro e o inconsciente” (BOSI, 2013, p. 119). As suas obras compreendem em seu acervo são ‘’Lira dos Vinte anos ‘’, e alguns poemas (‘’O Conde Lopo’’, ‘’Poema do Frade’’, ‘’ Pedro Ivo’’). Na prosa, escreveu A noite na Taverna (1855) e “Fran Gondicario’’, e, por fim, um gênero textual mais livre, metade narração intitulado Macário, de 1852 (BOSI, 2013, p. 116). Este autor carrega em suas obras a idealização da mulher amada e o flerte com a morte como escape da vida sofrida. Álvares de Azevedo é um dos poetas mais representativos dessa geração. No entanto, é importante ressaltar que apenas duas características – o sentimentalismo exacerbado e o subjetivismo – podem ser consideradas uniformes e presentes em todas as gerações do romantismo brasileiro. Álvares de Azevedo em abordado essa perspectiva em suas leituras, esses críticos buscam fornecer uma coerência ao vasto conjunto de relatos biográficos que geralmente obscurecem, em vez de esclarecer, nossa compreensão dos românticos típicos (BOSI, 2013, p.118). A nestes escritores uma particularidade em suas obras a serem consideradas para área da literatura, e no que lhe concerne, ainda relatando a vida do poeta e suas vivências, explicitado a seguir, mais recorrências da vida de Azevedo: Neste ponto, podemos observar uma característica quase esquizoide na alma de Álvares de Azevedo. Apesar de produzir uma vasta obra literária entre os 16 e 20 anos, que reflete um insuportável tédio de viver e inclui, principalmente em sua prosa, cenas de bebedeiras e orgias altamente influenciadas pelo estilo de Byron, ele também era um aluno excelente e altamente responsável, além de ter uma forte afeição pela sua família e provavelmente uma postura bastante casta em relação à sua vida pessoal. (BUENO, 2003, p.44). Álvares de Azevedo, um poeta local, que não conhecia o mundo, não explora novos gêneros de escrita, mas nada o proibiu de ter uma produção literária tão rica que englobava tantos elementos. Sendo que a realidade do meio social de onde vivou de Álvares de Azevedo foi determinante por não conhecer o mundo lá fora as suas produções eram locais, mesmo assim possuía extremo talento poético, toma-se o trecho a seguir da obra intitulada “Álvares de Azevedo: o amante da morte” (Cony, 2003, p. 12) menciona que: 8 Nasceu em São Paulo, Álvares de Azevedo pouquíssimo viajou no tempo e no espaço. Pelo que se sabe, só conheceu, além de sua terra de origem, o Rio de Janeiro. Morou no Catumbi – é interessante, antigamente os românticos moravam no Catumbi – e, ao que difere de Byron, que além de sua adoração pela Grécia, continental e insular, andou por Portugal, Itália, Espanha, Suíça, Álvares de Azevedo deixou-nos apenas o relato de uma viagem – do Catumbi à Rua do Catete, a cavalo, para ver uma namorada que ele, na realidade, não tinha. Realmente, era um romântico. (CONY, 2003, p. 12). A um tom magistral do sobrenatural na obra de Álvares de Azevedo se faz nas figuras Satan e Macário. As falas do demônio que o atormentam seriam realidade ou um sonho vivido “tão em voga no Romantismo, principalmente sob o avatar mais famoso de Fausto/Mefistófeles – pois aqui Penseroso, Satan e Macário podem ser vistos respetivamente como Homem angélico, Homem Diabólico e Homem” (CANDIDO, 1989, p. 13). Nesta passagem a uma relação com o demônio que o atormenta, o julga, mencionando que sua mãe estaria padecendo no inferno. O Romantismo foi um movimento histórico. Ninguém o representou melhor no Brasil como Azevedo. Sendo dividido e “ambíguo, ameaçando de dilaceramento’’, (CANDIDO, 1989, p. 493), possui a ternura de Casimiro de Abreu e nuances de uma aversão, “desejo de afirmar e submisso temor de menino amedrontado, rebeldia dos sentidos, que leva duma parte extrema idealização da mulher e, de outra, à lubricidade que a degrada” (CANDIDO, 2009, p. 493). Percebe-se a forte importância de nosso escritor e o quanto ele se assemelhava aos escritores da segunda geração romântica, e o quanto uma jovialidade poderia determinar em seus escritos poéticos, sendo muito influenciável e envolto em mudanças, e suscetível de almejar grandes feitos, como mencionado a seguir: Álvares de Azevedo, é um adolescente sofrer, deslumbramento pelos livros que se joga com fervor, em outro momento, é tomado pelo deslumbramento de algo superior, que não se dedicar em particular a vivência, que se esvai entre um domínio inexperiente. Há nele o rascunho do nascimento, que é a juventude e frescor jovem afetada por uma loucura, presente nos escritores românticos. (CANDIDO, 2009, p. 493-494). 9 A palavra ‘’Spleen’’ que é o foco do presente trabalho foi usada em poucos trabalho que pesquisei menciono, o estudo Mestrado em Literatura e Crítica Literária, da Adriana Ingrid Anfora, sob o título “Grotesco e ironia em Macário de Álvares de Azevedo: transgressão, Spleen e Utopia”, menciona-se que, a palavra “Spleen” foi difundido no meio literário pelo escritor Charles Baudelaire que o denominou de melancolia, apesar desse termo já ter sido explorado pelos autores do movimento romântico no século XIX” (ANFORA, 2012, p. 89) . "E um vocábulo de língua inglesa, incorporado à língua francesa no século XVIII, para designar uma sensação de tédio sem causa " (Junqueira, 2002, p. 1052). A menções da palavra “Spleen’’ e de seu uso ao longo da história literária, que aparecem no prefacio do livro Flores do Mal, o tradutor Ivan Junqueira menciona que: Charles Baudelaire (1821-1867), conhecido poeta francês, publicou em 1851 um conjunto de quatro poemas sob o mesmo título de "Spleen". Ivan Junqueira, tradutor desses poemas, explica que "Spleen" é um vocábulo de origem inglesa que a língua francesa incorporou no século XVIII para designar uma sensação de "tédio sem causa". Para este tradutor "o spleen é a expressão suprema do famoso "tédio baudelairiano", oposto à aspiração do poeta pelo absoluto e o infinito, cujo símbolo é o ideal.(JUNQUEIRA, 1985, p. 87). Em As flores do mal de 1857, encontramos quatro poemas intitulados "Spleen" Baudelaire dá ao segmento inicial de seu livro o título "Spleen e o Ideal." Como explica Junqueira, "De um lado, o “Spleen”, esse estado indefinível de uma angústia sem causa, que constitui a expressão suprema do tédio baudelairiano; de outro, a aspiração do poeta pelo absoluto e infinito, cujo símbolo é o ideal" (Junqueira, 1985, p. 87). Essas evocações da palavra "Spleen" influenciaram o romantismo de Álvares de Azevedo com o tédio, seu meio sofrido e sua boemia que repercute em seus poemas. O "mal do século" é um tema recorrente nas obras de Álvares de Azevedo, um dos representantes do movimento Romântico no Brasil. O termo refere-se a uma sensação de melancolia, desencanto e angústia que permeia muitos de seus escritos. Por fim, à medida que avançamos na pesquisa e no desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), aprofundaremos nossa análise, explorando de maneira mais detalhada o papel de Álvares de Azevedo na segunda geração romântica no Brasil, as influências que moldaram suas criações e a relevância do 10 termo "Spleen" em seu contexto literário. Esses fundamentos teóricos servirão como alicerce para a investigação mais aprofundada e a análise crítica a ser realizada no TCC. 5 METODOLOGIA Inicialmente, procederemos com a coleta de dados, abrangendo a vida acadêmica do autor, sua notável trajetória como jovem escritor e os elementos que moldaram sua perspectiva, desde sua relação com a política e a boemia até suas influências dos poetas europeus. Buscaremos na análise dos poetas "Spleen e Charuto", usando fragmentos desses poemas para auxiliar o cerne da palavra "Spleen" no romantismo azevediano e para elucidar o trabalho de conclusão de curso, trazer críticos literários que se aprofundaram na vida do escritor e, em contraponto, trabalhos acadêmicos pertinentes publicados em periódicos que mencionam Álvares de Azevedo. Esta pesquisa adotará uma abordagem qualitativa interpretativa para examinar a vida e obra do autor Álvares de Azevedo, com um foco específico em sua utilização da palavra "Spleen" em seus poemas e sua inserção no contexto do romantismo brasileiro. A metodologia empregada será baseada na análise comparativa, envolvendo a revisão da literatura já existente em periódicos acadêmicos que mencionam Álvares de Azevedo. Por sua vez, a pesquisa buscará identificar influências literárias e culturais que moldaram o trabalho de Azevedo, com ênfase em sua relação com poetas europeus como Lord Byron e o poema "Spleen" de Charles Baudelaire. Além disso, a análise considerará o contexto histórico e social em que Azevedo viveu, a fim de compreender como as circunstâncias políticas, sociais e culturais influenciaram sua obra. Sendo assim, os resultados serão apresentados por meio de análise textual e, quando pertinente, por comparações literárias que destacam o legado do poeta brasileiro no romantismo brasileiro. Serão adotados críticos e historiadores brasileiros na área da literatura, tais como Alfredo Bosi em "Literatura Concisa da Literatura Brasileira" (2013); Antonio Candido, em "Formação da Literatura Brasileira: Momentos Decisivos" (2009), e "Na Sala de Aula" (1984), do mesmo autor, e por fim, "A Educação 11 pela Noite" (1989), também de Candido, apontando suas colocações desses estudiosos sobre o escritor Álvares de Azevedo em sua fortuna crítica. O trabalho será dividido em dois capítulos e duas seções, com o primeiro capítulo abordando "A Segunda Geração Romântica na Literatura Brasileira" e a seguinte seção denominada "O legado do grande poeta brasileiro: uma breve análise de sua obra e vida". 1 CRONOGRAMA 2023 Atividades Ago. Produção do X projeto Leituras e X fichamentos Coleta dos dados X Fundamentação Teórica do TCC Organização dos dados Análise dos X dados Pesquisa de teóricos Orientações de X leituras Desenvolvimento do capítulo da X análise Introdução do TCC Capitulo 1 do TCC Pré-Defesa Revisão da análise Defesa Entrega do trabalho final Set. Out. X X X X X X X X X X Dez. X Jan. Fev. X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Mar. Abr. Mai. Jun. X X X X 12 7 REFERÊNCIAS: AZEVEDO, Álvares de. "Lira dos Vinte Anos". São Paulo: Martins Fontes, 1996. (Coleção Poetas do Brasil) 13 BAUDELAIRE, Charles (2002). Charles Baudelaire: Poesia e Prosa. Alexei Bueno et al. (trad.). Rio de Janeiro: Nova Aguilar. BAUDELAIRE. Charles. As flores do mal. Ivan Junqueira (trad.). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. BOSI, Alfredo. História concisa da Literatura Brasileira. 32. ed. São Paulo: Cultrix, 2013. BUENO, Alexei. A ideia da morte em Álvares de Azevedo. In: Revista Brasileira. Fase VII. Abril-Maio-Junho. 2003. Ano IX. nº 35. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras CANDIDO, Antonio. “Álvares de Azevedo, ou Ariel e Caliban”. In: Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2009. p. 493-508. CANDIDO, Antonio. A educação pela noite & outros ensaios. São Paulo: Ática, 1989. INGRID, A. A. Grotesco e ironia em Macário de Álvares de Azevedo: transgressão, Spleen e Utopia. São Paulo,2012.
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