ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Capítulo 1 -Amplificador Operacional Bibliografia aconselhada: • “Microelectronic Circuits”, Adel S. Sedra e Kenneth C. Smith, Oxford University Press, 5th edition 2004 (cap. 1e 2) Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 1 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador operacional • O que é? • É um amplificador – de tensão – de alto ganho ( tipicamente > 105 ) – de acoplamento directo ( B.W. [0; fc] ) – com impedâncias de entrada muito altas ( > 1MΩ Ω) – com impedâncias de saída baixas ( tipicamente ± 50Ω Ω) – de utilização muito comum – de baixo custo • Para este tipo de amplificadores existem inúmeras versões com características diferentes. Em termos históricos, foram utilizados na construção dos primeiros computadores (computadores analógicos), executando as operações de soma, multiplicação, integração e derivação. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 2 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Símbolo do amplificador operacional +VCC ∙ v+ vd vo - v -VCC • O amplificador operacional amplifica a diferença entre as tensões colocadas nas suas duas entradas (multiplicando por A, onde A representa o ganho do amplificador). Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 3 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Símbolo do amplificador operacional simplificado v+ vo v- • No símbolo simplificado não se coloca normalmente as alimentações do amplificador operacional. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 4 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Características do Ampop ideal • Zi → infinito – Característica ideal de um amplificador de tensão (a tensão de uma fonte de sinal deve ser toda entregue ao amplificador). • Z0 → zero – Característica ideal de um amplificador de tensão (toda a tensão deverá ser entregue à carga) • A → infinito • Unilateral • B.W. → infinito – Mantem as características para todas as frequências. • ∙ Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 5 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Aspetos importantes no Ampop ideal!! • O ampop ideal comporta-se na sua saída como uma fonte ideal de tensão – Impedância de saída nula (significa que a sua tensão de saída não depende da carga colocada na sua saída). • No ampop ideal as correntes nas estradas são nulas – Impedância de entrada infinita (significa que não existe corrente nas entradas no ampop). 0 v+ vo 0 v- RL Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 6 ∙ Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Importante!! • Se ∙ ∩ – então ⇒ saída do ampop) →∞ ⇒ – ou negativamente) Capítulo 1 - Amplificador Operacional ∞ ( o ampop não satura na máxima tensão possível de ∞⇒ (o ampop satura positivamente ou • O amplificador operacional sozinho como circuito apresentará um comportamento não linear, realizando uma comparação entre as tensões colocadas nas suas duas entradas. • O comportamento linear do amplificador operacional só será possível se . • A única situação possível para que é com a realimentação negativa do amplificador operacional, onde representa a tensão de erro que tende para zero quando o circuito é estável. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 7 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador operacional ideal realimentado negativamente v+ Vd=0 v- vo β • Nesta situação além das características já referidas para o amplificador operacional ideal, existe a condição adicional de . • Na configuração de realimentado o amplificador apresenta dois tipos de topologias, a inversora e a não inversora, associadas ao facto de o sinal poder entrar pelo terminal negativo ou positivo do amplificador operacional. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 8 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Configuração básica do amplificador inversor R2 R1 vo vi • Nesta situação a realimentação negativa é realizada através de R2, sendo saída amostrada em tensão e comparada em corrente. • Define-se este circuito, o amplificador de tensão inversor, como sendo a topologia inversora mais simples realizada com um amplificador operacional a funcionar linearmente. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 9 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Configuração básica do amplificador inversor • Obtenção da tensão de saída: i2 R1 R2 0 i1 vo vi • Neste circuito a corrente i1 é dada por: Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 10 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Configuração básica do amplificador inversor • Estando ⇒ o amplificador operacional realimentado negativamente , vindo i1 dada por: i2 R1 R2 0 • Como pela lei dos nós: 0 i1 vo vi • Tem-se que: v-=0 Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 11 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Configuração básica do amplificador inversor • Obtenção da tensão de saída, , (duas formas possíveis): i2 R2 vo • Ou: R1 ∙ ∙ 0 i1 vo vi • Como resultado obtém-se: v-=0 ∙ Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 12 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Configuração básica do amplificador não inversor R2 R1 vo vi • Nesta situação a realimentação negativa é realizada através de R2 e R1, sendo saída amostrada em tensão e comparada em tensão. • Define-se este circuito, o amplificador de tensão não inversor, como sendo a topologia não inversora mais simples realizada com um amplificador operacional a funcionar linearmente. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 13 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Configuração básica do amplificador não inversor • Obtenção da tensão de saída: i2 R1 R2 0 i1 vo vi • Neste circuito a corrente i1 é dada por: Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 14 0 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Configuração básica do amplificador não inversor • Estando ⇒ o amplificador operacional realimentado negativamente ! , vindo i1 dada por: i2 R1 R2 0 • Como pela lei dos nós: i1 0 vo vi • Tem-se que: v-=vi Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 15 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Configuração básica do amplificador não inversor • Obtenção da tensão de saída, , (duas formas possíveis): i2 vo 0 R1 • Ou: ∙ R2 i1 ∙ vo vi v-=vi • Como resultado obtém-se: 1 ∙ Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 16 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Circuitos e funções lineares baseados na topologia inversora e não inversora do amplificador operacional realimentado • Conversor corrente-tensão • Seguidor de tensão • Somador inversor • Somador não inversor • Conversor tensão-corrente • Integrador • Derivador • Subtrator (amplificadores de instrumentação) Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 17 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Conversor corrente-tensão R vo RS I • Questões que se colocam sobre este circuito: – Qual o valor da corrente nas resistências RS e R? – Qual a diferença entre ter este circuito ou apenas uma resistência? Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 18 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Conversor corrente-tensão • Obtenção da tensão de saída: $ i2 % i1 • Qual o valor de !# ? % % 0 0 R 0 vo RS I iS v-=0 • Pelo que: $ Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais $ pág. 19 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Conversor corrente-tensão • Obtenção da tensão de saída: • Como resultado obtém-se: i2 R vo i1 ∙ 0 vo RS I iS v-=0 • Qual a diferença entre este circuito com o amplificador realimentado negativamente e ter apenas uma resistência? Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 20 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Conversor corrente-tensão • Comparação entre o circuito com o amplificador operacional e sem o R amplificador operacional: i1 i1 RS R vo RL I RS iS I RL iS % % $ % ∙ % ( //R 0 vo $∙ • Sem a presença de &# e de &' estes dois circuitos apresentariam um comportamento idêntico. No entanto, estas duas resistências existem sempre num circuito real. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 21 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Seguidor de tensão (buffer) • O seguidor de tensão é um caso particular do amplificador não inversor com &) : vo vi v-=vi • Neste caso é amostrado diretamente para a entrada negativa do amplificador operacional (* +). Como resultado, o ganho será unitário + ( , ). Não esquecer que no caso do amplificador operacional ideal * ∞. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 22 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Seguidor de tensão (buffer) • Caso genérico da utilização do seguidor de tensão: RS RS 0 vo RL vi vo RL vi v-=vi % ( ( ∙ • A utilização do amplificador operacional permite que a tensão aplicada à resistência de carga seja igual à de entrada independentemente do valor da resistência de carga e da resistência interna da fonte de sinal. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 23 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador inversor • Este circuito difere do amplificador inversor básico apenas pela introdução de um maior número de tensões de entrada: R vi1 vi2 R1 R2 vo RN-1 viN-1 viN RN • Desta forma, é necessário somar as contribuições relativas a todas as entradas na obtenção da tensão de saída do amplificador operacional. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 24 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador inversor • Obtenção da tensão de saída: R i vi1 vi2 viN-1 viN R1 ii1 R2 ii2 i 0 vo RN-1 iiN-1 RN iiN • A corrente ! é dada por: ⋯ Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 25 . . Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador inversor • Obtenção da tensão de saída: i vi1 vi2 viN-1 viN R1 ii1 R2 ii2 i R 0 vo RN-1 iiN-1 RN • A corrente ! é dada por: Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais v-=0 iiN ⋯ pág. 26 . . . . Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador inversor • Obtenção da tensão de saída: i vi1 vi2 vo R1 ii1 R2 ii2 i 0 vo RN-1 iiN-1 viN-1 RN viN • A tensão R v-=0 iiN é dada por: ∙ Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais ⋯ pág. 27 . . . . Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador inversor • Obtenção da tensão de saída utilizando o teorema da sobreposição: R i vi1 vi2 viN-1 viN vo R1 ii1 R2 ii2 i 0 vo RN-1 iiN-1 RN v-=0 iiN • Considerando !+ ativa e as restantes entradas inativas a tensão parcial é dada pela multiplicação de & pela corrente parcial !/ : / Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais 0 ⋯ pág. 28 0 . 0 /, . Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador inversor • Obtenção da tensão de saída utilizando o teorema da sobreposição: R i vi1 vi2 viN-1 viN vo R1 ii1 R2 ii2 i 0 vo RN-1 iiN-1 RN iiN v-=0 / /∙ ∙ • Para as restantes entradas o resultado será idêntico obtendo-se: ⋯ Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 29 . . . . Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador inversor • Para o caso em que todas as entradas são multiplicadas pelo mesmo valor: ⋯ 0 Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais . ∙ . ⋯ pág. 30 . 0 . Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador não inversor • Este circuito difere do amplificador não inversor básico apenas pela introdução de um maior número de tensões de entrada: RB RA vi1 vi2 vo R1 R2 RN-1 viN-1 viN Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais RN pág. 31 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador não inversor • Obtenção da tensão de saída: – Para obter a tensão de saída é necessário considerar as contribuições de todas as entradas. – A expressão pode ser obtida utilizando o método dos nós ou o teorema da sobreposição. – Utilizando o método dos nós, a tensão na entrada positiva do amplificador operacional, será dada por: . ⋯ 1 ‖⋯‖ . Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais ‖ . pág. 32 ⋯ . . 1 . . ‖ 0 . ‖⋯‖ . Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador não inversor • Obtenção da tensão de saída: i i 0 RA vi1 vi2 RB vo R1 R2 v-=v+ RN-1 ∙ viN-1 viN 3 2 1 ∙ 2 RN ‖⋯‖ . ‖ . ∙ ‖⋯‖ . ‖ . Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 33 3 ⋯ 2 . ‖ ∙ 3 ‖⋯‖ . ∙ . ‖ ‖⋯‖ . Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador não inversor • Obtenção da tensão de saída utilizando o teorema da sobreposição: • Considerando !+ ativa e as restantes entradas inativas a tensão parcial 4 , é dada por: / / 1 0 ‖⋯‖ . Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais / ⋯ 0 / . 0 / . 0 ‖⋯‖ . ‖ . ∙ ‖⋯‖ . ‖ . ‖ . pág. 34 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador não inversor • Obtenção da tensão de saída utilizando o teorema da sobreposição: • A tensão de saída parcial / , virá dada por: RB i RA vi1 vi2 i vo R1 3 2 1 ∙ / R2 v-=v+ RN-1 viN-1 viN / 0 RN Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais / 3 2 1 ∙ pág. 35 ‖⋯‖ . ‖ . ∙ ‖⋯‖ . ‖ . Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador somador não inversor • Obtenção da tensão de saída utilizando o teorema da sobreposição: • Para as restantes entradas o resultado será idêntico obtendo-se : 3 2 1 ∙ ‖⋯‖ . ‖ . ∙ ‖⋯‖ . ‖ . ⋯ . ‖ ‖⋯‖ . ∙ . ‖ ‖⋯‖ . • Para o caso em que todas as entradas são multiplicadas pelo mesmo valor: ⋯ 3 2 Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais . . 0 1 1 ∙ ∙ 5 ⋯ . pág. 36 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Conversor tensão-corrente • Este circuito realiza a conversão da tensão colocada na entrada para uma corrente na carga independente desta última: R2 R1 vo1 R1 vi vo iL R2 RL Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 37 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Conversor tensão-corrente • Este circuito possuí duas realimentações, uma positiva e outra negativa, como se pode verificar a saída está ligada à entrada positiva e à entrada negativa do amplificador operacional. • Para que o circuito seja estável e tenha um funcionamento linear é necessário que o valor da realimentado negativamente seja maior que o positivo. • Este último aspeto só não acontece quando a resistência de carga é infinita, neste caso particular o valor das duas realimentações é igual e a tensão na saída tende para infinito. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 38 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Conversor tensão-corrente i • Obtenção da corrente na carga: R1 R2 i vo1 R1 v-=vo vi i1 i vo iL ( R2 RL ( • Como se pode verificar a corrente na carga depende apenas da tensão na entrada, ! , e da resistência &+ . Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 39 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador • Este circuito realiza a integração do sinal colocado na sua entrada: C R vo vi • Nesta situação a realimentação é efetuada através de um condensador em vez de ser através de uma resistência. • Pelo facto de a relação entre a tensão e a corrente ser diferente num condensador obter-se-á na saída o integral da tensão de entrada. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 40 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador • Obtenção da tensão de saída: i R i C 0 vo vi v-=0 • Neste caso a corrente ! é dada por: 6 Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 41 6 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador C i • Obtenção da tensão de saída: 7 6 8∙ 9 96 9 7 6 8∙ 96 6 R vo 6 • Deste modo, a tensão de saída, Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais 0 vi 6 6 i , é dada por: ; 1 ∙ : 6 96 8 ;< pág. 42 v-=0 6= Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador C i • Análise no domínio da frequência: > ? 1 ?8 ∙ > ? 1 ∙> ? ?8 > @A 1 @A8 > @A R 180° Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais 0 vo vi v-=0 • O módulo e a fase são dados por: > @A arg > @A i > @A > @A A 8 arctg 0 pág. 43 3 1 20 log A 8 90° Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador • Análise no domínio da frequência: > @A > @A 3 > @A arg > @A 1 8 log A MN9/? 90° log A MN9/? Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 44 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador não ideal R2 C R1 vo vi • Qual a razão para a existência do integrador não ideal? – O ganho do amplificador integrador ideal em DC é infinito, o que impede que para muitas aplicações do circuito integrador seja inviável a utilização deste circuito. • Este circuito é por vezes aplidado de amplificador integrador com perdas. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 45 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador não ideal • Obtenção da tensão de saída: 6 6 7 6 6 7 6 8∙ 6 9 6 96 6 R2 iC C R1 i 6 vo vi • A tensão de saída, 9 i2 96 Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais 6 v-=0 , pode ser obtida através da seguinte equação: 6 ∙8 pág. 46 6 ∙8 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador não ideal • A resolução da equação diferencial anterior implica o conhecimento da tensão de entrada, ! . • Para uma tensão de entrada constante, o resultado seria dado por: 6 ∙> ∙ 1 P ; ;< QR ∙7 • Por este motivo, a análise deste circuito no domínio da frequência torna-se mais produtiva, permitindo obter melhores conclusões acerca da sua funcionalidade. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 47 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador não ideal • Análise no domínio da frequência: i2 R2 1 ‖ ?8 iC C > ? ∙> ? R1 i vo vi v-=0 • A função de transferência é dada por: > ? > ? Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais ∙ pág. 48 1 1 ?8 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador não ideal • Análise no domínio da frequência: > @A > @A ∙ 1 1 @A8 • O módulo e a fase são dados por: > @A > @A 3 20log > @A arg > @A Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais 20 log 180° pág. 49 1 A8 A8 arctg 1 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador não ideal • Análise no domínio da frequência: > @A > @A 3 3 > @A arg > @A 1 8 180° log A MN9/? 90° 0,1 8 Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais 10 8 pág. 50 log A MN9/? Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador integrador não ideal • Observações: • Este circuito só se comporta efetivamente como integrador para sinais com frequência superior a aproximadamente + /&) T. • O seu comportamento a muito baixa frequência, frequências inferiores a , +/&) T , é semelhante ao de um amplificador inversor. • O circuito funciona linearmente mesmo com tensões cujo o valor médio não seja nulo. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 51 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador • Este circuito realiza a diferenciação do sinal colocado na sua entrada: R C vo vi • Nesta configuração a realimentação é efetuada através da resistência, sendo a tensão de entrada aplicada a um condensador. • Pelo facto de a relação entre a tensão e a corrente ser diferente num condensador obter-se-á como corrente na entrada a derivada da tensão de entrada, resultando na saída a derivada da tensão de entrada. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 52 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador • Obtenção da tensão de saída: R i C i 0 vo vi v-=0 • Neste caso a corrente ! é dada por: 6 Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais 8∙ pág. 53 9 96 6 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador • Obtenção da tensão de saída: R i vo C 6 ∙ 6 i 0 vo vi v-=0 • Deste modo, a tensão de saída, 6 Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais , é dada por: ∙8∙ pág. 54 9 96 6 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador • Análise no domínio da frequência: > ? > ? 1 ?8 ? 8∙> ? > @A > @A R i C i 0 vo vi @A 8 v-=0 • O módulo e a fase são dados por: > @A arg > @A Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais 180° > @A > @A A 8 arctg 0 pág. 55 3 20 log A 8 90° Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador • Análise no domínio da frequência: > @A > @A 3 > @A arg > @A 1 8 log A MN9/? 90° Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais log A MN9/? pág. 56 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador não ideal C R2 R1 vo vi • Qual a razão para a existência do diferenciador não ideal? – O ganho do amplificador diferenciador ideal em alta frequência torna-se elevado, amplificando ruído fora da largura de banda de interesse. – Por outro lado, a sua impedância de entrada também baixa significativamente com a frequência, impondo limitações de utilização para estas frequências. • Este circuito é por vezes chamado de amplificador diferenciador com perdas. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 57 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador não ideal i R2 • Obtenção da tensão de saída: 6 ∙ 6 6 C i 7 ∙ 6 6 vo vi ∙ 6 • A corrente de entrada ! 6 ∙8 Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais R1 ; 1 ∙ : 6 96 8 ;< v-=0 , pode ser obtida através da seguinte equação: 9 6 96 pág. 58 1 9 96 6 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador não ideal • A resolução da equação diferencial anterior implica o conhecimento da tensão de entrada, ! . • Para uma tensão de entrada constante, o resultado seria dado por: 6 > ; ;< QU ∙7 ∙P , será dada por: • A tensão de saída, 6 ∙ > ∙P ; ;< QU ∙7 • Por este motivo, a análise deste circuito no domínio da frequência torna-se mais produtiva, permitindo obter melhores conclusões acerca da sua funcionalidade. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 59 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador não ideal • Análise no domínio da frequência: > ? 1 ?8 ∙> ? i C i R2 R1 vo vi v-=0 • A função de transferência é dada por: > ? > ? Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais ?8 ∙ 1 ?8 pág. 60 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador não ideal • Análise no domínio da frequência: > @A > @A @A8 ∙ 1 @A8 • O módulo e a fase são dados por: > @A > @A 3 20log 20log A8 > @A arg > @A 180° Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 61 20 log 90° 1 A8 A8 arctg 1 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador não ideal • Análise no domínio da frequência: > @A > @A 3 3 > @A arg > @A 90° 180° Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais log A MN9/? 1 8 0,1 8 pág. 62 10 8 log A MN9/? Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Amplificador diferenciador não ideal • Observações: • Este circuito só se comporta efetivamente como diferenciador para sinais com frequência inferior a aproximadamente , +/&) T. • O seu comportamento a muito alta frequência, frequências superiores a + /&) T , é semelhante ao de um amplificador inversor. • O circuito funciona linearmente mesmo para sinais de muita alta frequência, devido à limitação do ganho. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 63 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Amplificador subtrator: vi1 vi2 R2 R1 R3 vo R4 • O amplificador subtrator (amplificador de instrumentação mais simples), pode ser analisado como sendo a soma do amplificador inversor com o amplificador não inversor. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 64 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Obtenção da tensão de saída: vi1 vi2 R2 R1 i1 0 R3 i2 0 vo ∙ R4 v-=v+ • A tensão no terminal + do amplificador operacional, W Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 65 V V , vem dada por: ∙ Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Obtenção da tensão de saída: • Substituindo pelo resultado da expressão anterior, a tensão de saída, vem dada por: ∙ W V V ∙ 1 ∙ W W V V ∙ V V , ∙ ∙ • Para o caso em que as entradas são multiplicadas pelo mesmo valor: V W X Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais X∙ pág. 66 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Obtenção da tensão de saída utilizando o teorema da sobreposição: • Considerando !+ ativa: R2 vi1 vi2 R1 i1 0 R3 i2 0 vo R4 v-=0 / Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 67 ∙ Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Obtenção da tensão de saída utilizando o teorema da sobreposição: • Considerando vi1 !) ativa: R1 i1 0 R3 i2 0 R2 // 1 ∙ vo vi2 R4 W v-=v+ / // Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais 1 ∙ pág. 68 W V V ∙ V V ∙ ∙ Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Desvantagens na utilização do amplificador subtrator como amplificador de instrumentação em algumas aplicações: – A impedância de entrada vista pelas duas entradas é normalmente diferente e limitada pelo valor das resistência utilizadas. – A relação de rejeição do modo comum (CMRR) é mais sensível à variação dos valores das resistências do circuito. • Por este motivo, existem outras configurações que utilizam um maior número de amplificadores operacionais que se apresentam de seguida. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 69 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Amplificador de instrumentação com dois amplificadores operacionais: R2 R4 R1 R3 vo vi1 vi2 • Este amplificador de instrumentação permite obter uma impedância de entrada idêntica nas suas duas entradas, melhorando o seu desempenho quando comparado com a versão anterior, sendo a solução utilizada em algumas das aplicações mais sensíveis em que a versão anterior não consegue o desempenho necessário. Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 70 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Obtenção da tensão de saída: R2 R1 R4 R3 vo1 vo vi1 vi2 • A análise deste circuito pode ser realizada considerando um amplificador operacional de cada vez (esta análise pode ser realizada quase sempre que existam circuitos baseados em amplificadores operacionais encadeados em cascata). Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 71 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Obtenção da tensão de saída: • A configuração para o primeiro amplificador operacional é de amplificador não inversor, donde resulta que: 1 ∙ • O circuito onde se encontra o segundo amplificador operacional pode ser identificado como subtrator em que os sinais de entrada são + e !) , aplicando o teorema da sobreposição a tensão de saída vem dada por: V W Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais V 1 ∙ W pág. 72 ∙ 1 ∙ Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Obtenção da tensão de saída: • Para o caso em que as entradas são multiplicadas pelo mesmo valor: W V X Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais X∙ pág. 73 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Amplificador de instrumentação com três amplificadores operacionais: vi1 R2 R1 R RV R vo1 vo2 vo R1 R2 vi2 Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 74 Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Este amplificador de instrumentação apresenta como vantagem o facto de se poder variar o ganho do amplificador variando apenas uma resistência sem alterar os restantes parâmetros do amplificador. • A obtenção da tensão de saída para este amplificador de instrumentação é efetuada tendo em atenção o efeito modular dos circuitos com amplificadores operacionais. • Determina-se inicialmente os valores para Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 75 +e ). Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) • Obtenção da tensão de saída: vi1 R2 v-=vi1 R1 i i R RV R vo1 vo2 vo i R1 R2 - v =vi2 vi2 Y Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais pág. 76 ∙ ∙ Vitor Silva Costa, Março 2015 ISEL - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC – Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores GE - Grupo de Electrónica Lic. Engª. de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Capítulo 1 - Amplificador Operacional Subtrator (amplificadores de instrumentação) R2 • Obtenção da tensão de saída: R1 vo1 R1 vo2 Y Y vo 1 ∙ R2 Y 1 ∙ Y ∙ Sistemas Electrónicos Analógicos e Digitais ∙ 2 Y pág. 77 1 ∙ Vitor Silva Costa, Março 2015
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