UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE BELO JARDIM Disciplina: FÍSICA GERAL 1 Período: 2026.1 Relatório de Experimento Rolamento em Plano Inclinado e Determinação de Momentos de Inércia Professor: Fábio Novaes Turma: [ALUNO PREENCHE] Integrantes: Rafael Brandão de Araújo Soares [ALUNO PREENCHE] Data da prática: 25/06/2026 Belo Jardim – PE 2026 Sumário 1 Introdução 1.1 Aceleração de um corpo rolando em um plano inclinado . . . . . . . . . . . 1.2 Determinação experimental do momento de inércia . . . . . . . . . . . . . 1.3 Momento de inércia teórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 3 4 4 2 Objetivos 2.1 Objetivo geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2 Objetivos específicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 5 5 3 Materiais e Métodos 3.1 Materiais utilizados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.1.1 Identificação do experimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.2 Registro fotográfico da montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.3 Procedimento experimental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.4 Objetos utilizados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.5 Dados geométricos dos objetos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 6 6 6 6 7 7 4 Resultados e Discussão 4.1 Determinação da aceleração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.1.1 Ajustes realizados no Tracker . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2 Tempos de descida dos Objetos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.3 Momento de inércia experimental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.4 Momento de inércia teórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.5 Comparação entre teoria e experimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.6 Resumo dos resultados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 11 12 13 14 14 14 15 5 Conclusão 16 Orientações para o preenchimento do relatório Este documento serve como roteiro para a elaboração do relatório. Preencha todas as seções solicitadas, apresentando os cálculos de forma organizada e utilizando unidades do Sistema Internacional (SI). • As tabelas devem conter os dados experimentais obtidos pelo grupo. Sempre que solicitado, realize três medições independentes e utilize os valores médios nas análises. • Os gráficos e resultados obtidos no software Tracker devem ser inseridos no relatório e utilizados para determinar a aceleração dos objetos. • Ao final, compare os momentos de inércia experimentais com os valores teóricos e discuta as possíveis fontes de erro experimental. 1 1 Introdução Quando um corpo desce um plano inclinado, ele pode deslizar ou rolar. No movimento de rolamento sem deslizamento, além do movimento de translação do centro de massa, o objeto também gira em torno do seu próprio eixo. Assim, a energia potencial gravitacional é convertida simultaneamente em energia cinética de translação e energia cinética de rotação [3]. A distribuição da massa em torno do eixo de rotação é descrita pelo momento de inércia, representado por I. Essa grandeza desempenha na dinâmica rotacional um papel análogo ao da massa na dinâmica translacional: quanto maior o momento de inércia, maior é a resistência do corpo à variação do seu estado de rotação. Consequentemente, dois objetos com a mesma massa e o mesmo raio podem apresentar acelerações diferentes ao descer uma mesma rampa, caso possuam diferentes distribuições de massa. Considere um corpo rígido de massa m e raio R rolando sem deslizar sobre um plano inclinado de ângulo θ, conforme ilustrado na Figura 1. Sobre o corpo atuam a força peso F⃗g = m⃗g , a força normal F⃗N e a força de atrito estático f⃗at . Embora o atrito seja indispensável para produzir o torque responsável pela rotação do corpo, ele não realiza trabalho durante o rolamento puro, pois o ponto de contato permanece instantaneamente em repouso em relação ao plano. y F⃗N ω x θ F⃗g f⃗at θ Figura 1: Corpo rolando sem deslizamento em um plano inclinado. Para analisar esse movimento, escolhem-se eixos paralelos e perpendiculares ao plano inclinado. A componente do peso paralela ao plano, mg sin θ, é responsável pela aceleração do centro de massa, enquanto a componente perpendicular, mg cos θ, é equilibrada pela força normal. O diagrama de corpo livre correspondente é mostrado na Figura 2. Diferentemente do movimento de deslizamento, no rolamento a força de atrito produz um torque em torno do centro de massa, fazendo com que o corpo adquira velocidade angular à medida que sua velocidade de translação aumenta. Dessa forma, a descrição completa do movimento requer a aplicação simultânea da Segunda Lei de Newton para a translação e da dinâmica rotacional. Na próxima seção, essas equações serão utilizadas para deduzir a aceleração de um corpo rolando em função do seu momento de inércia. 2 y F⃗N f⃗at x mg sin θ θ mg cos θ m⃗g Figura 2: Diagrama de corpo livre para um corpo rolando em um plano inclinado. 1.1 Aceleração de um corpo rolando em um plano inclinado Aplicando a Segunda Lei de Newton ao movimento de translação do centro de massa ao longo do plano inclinado (eixo x da Figura 1), obtemos X Fx = mg sin θ − fat = maCM , (1) onde aCM representa a aceleração do centro de massa. Na direção perpendicular ao plano inclinado, não há movimento, de modo que X Fy = FN − mg cos θ = 0, (2) ou seja, FN = mg cos θ. (3) Além da translação, o corpo realiza um movimento de rotação em torno do seu centro de massa. Como a força peso e a força normal passam pelo centro do corpo, somente a força de atrito produz torque. Assim, X τ = Rfat = Iα, (4) onde R é o raio do objeto, I é seu momento de inércia em relação ao eixo de rotação e α é sua aceleração angular. No rolamento sem deslizamento, a velocidade e a aceleração linear do centro de massa estão relacionadas às grandezas angulares por vCM = Rω, aCM = Rα. 3 (5) Substituindo a relação aCM = Rα na equação (4), obtemos fat = I aCM . R2 (6) Finalmente, substituindo essa expressão na equação (1), chegamos à aceleração de um corpo rolando sem deslizar: g sin θ aCM = (7) I 1+ mR2 Essa equação mostra que a aceleração depende não apenas da inclinação da rampa, mas também da distribuição de massa do objeto através do momento de inércia. 1.2 Determinação experimental do momento de inércia Neste experimento, a aceleração aCM será obtida por meio do software Tracker. Rearranjando a equação (7), obtemos uma expressão para determinar experimentalmente o momento de inércia do objeto: I = mR 2 g sin θ −1 . aCM (8) Essa expressão será utilizada para calcular o momento de inércia experimental dos diferentes objetos analisados. 1.3 Momento de inércia teórico O momento de inércia de um corpo rígido é definido por Z I = r2 dm, (9) onde r representa a distância de cada elemento de massa dm ao eixo de rotação. Para corpos homogêneos de geometria simples, essa integral pode ser resolvida analiticamente, resultando nas expressões apresentadas na Tabela 1. Os momentos de inércia teóricos calculados a partir dessas expressões serão comparados com os valores experimentais obtidos pela equação (8). A Tabela 1 reúne apenas alguns dos casos mais comuns. Para objetos de geometria diferente, consulte a Tabela 10–2 do Halliday [3]. 4 Corpo Momento de inércia Anel fino (aro) I = mR2 Cilindro oco 1 I = m (R12 + R22 ) 2 Cilindro maciço (disco) 1 I = mR2 2 Esfera maciça 2 I = mR2 5 Casca esférica fina 2 I = mR2 3 Barra fina (eixo passando pelo centro) I= Barra fina (eixo passando pela extremidade) 1 I = mL2 3 1 mL2 12 Tabela 1: Momentos de inércia teóricos de alguns corpos homogêneos em torno do eixo de simetria. Adaptado da Tabela 10–2 de Halliday [3]. 2 Objetivos 2.1 Objetivo geral Estudar o movimento de rolamento sem deslizamento em um plano inclinado, investigando a influência do momento de inércia na aceleração de diferentes corpos rígidos. 2.2 Objetivos específicos Ao final desta atividade, o aluno deverá ser capaz de: • compreender a relação entre o movimento de translação e de rotação de um corpo rolando sem deslizar; • deduzir a expressão da aceleração de um corpo em rolamento a partir da Segunda Lei de Newton e da dinâmica rotacional; • determinar experimentalmente a aceleração de diferentes objetos utilizando o software Tracker; • calcular o momento de inércia experimental de cada objeto a partir da aceleração medida; • calcular o momento de inércia teórico dos objetos utilizando modelos geométricos adequados; • comparar os valores experimentais e teóricos do momento de inércia, discutindo as possíveis fontes de erro experimental. 5 3 Materiais e Métodos 3.1 Materiais utilizados Liste na Tabela 2 todos os materiais e instrumentos utilizados no experimento. Sempre que possível, informe as dimensões e demais características relevantes dos objetos. Material Quantidade Dimensões/Características 1 47x47.5 cm Esferas (ocas) 2 A branca tem 6.5 cm de raio; a preta, 4.75 cm Garrafa PET de 1 litro (cheia) 1 3.75 cm de raio (tratado como cilindro cheio neste experimento) Réguas 2 30 cm cada Transferidor 1 180 graus de graduação Balança 1 Eletrônica Cadeira 1 Perna de 46.5 cm (bastão de calibramento) Celular (filmagem) 1 Software Tracker 1 Rampa(Tabuleiro Xadrez) de Versão utilizada: 6.3.4 Tabela 2: Materiais utilizados no experimento. 3.1.1 Identificação do experimento • Comprimento da rampa: 47 cm • Ângulo da rampa: 18.0º • Aceleração da gravidade adotada: g = 9, 81 m/s2 3.2 Registro fotográfico da montagem Insira abaixo uma fotografia da montagem experimental utilizada, mostrando claramente a rampa, os três objetos e os instrumentos de medição empregados. Na Figura 3 apresenta-se a montagem experimental utilizada. 3.3 Procedimento experimental Descreva detalhadamente o procedimento experimental adotado pelo grupo, incluindo a montagem da rampa, a escolha dos objetos, a filmagem do experimento e a análise dos vídeos no software Tracker. Inclua também informações sobre como foram realizadas as 6 Figura 3: Montagem experimental. medições de tempo e distância, bem como quaisquer cuidados tomados para minimizar erros experimentais. Primeiro, foi montado uma estrutura empilhando livros e caderno para manter a rampa (o tabuleiro) num mesmo ângulo fixo. O tabuleiro foi posto em seu lado de 47 cm para melhor precisão. Além disso, foi-se posto o celular de gravação a uma distância para filmar todo os rolamentos. Antes de iniciar o experimento, foram feitas todas as medições não só dos objetos usados, mas também da pilha de livros, a rampa usada e a cadeira (a perna foi usada como bastão de calibramento para o Tracker), além do ângulo formado pela rampa em relação ao nosso "solo"(ou seja, em relação a mesa). Os objetos foram soltos 3 vezes cada, aproximadamente sempre na mesma posição e sempre tomando cuidado para não haver deslizes. Após a gravação de todos os vídeos, foi-se usado o software Tracker para realizar a medição de tempo de cada rolamento, além de ser usado para calcular a aceleração do centro de massa para o cálculo dos momentos de inercia (a média de cada um). 3.4 Objetos utilizados Insira abaixo uma fotografia dos três objetos utilizados no experimento. 3.5 Dados geométricos dos objetos Registre na Tabela 3 as propriedades geométricas e a massa de cada objeto utilizado. Objeto Massa (kg) Raio (m) Objeto 1 182 gramas 6.5 cm Objeto 2 13 gramas 4.75 cm Objeto 3 1027 gramas 3.75 cm Modelo geométrico Equação Utilizada 2 Casca esférica fina I = mR2 3 2 Casca esférica fina I = mR2 3 1 Cilindro maciço (disco) I = mR2 2 Tabela 3: Características dos objetos utilizados. 7 Figura 4: Objeto 1 utilizado no experimento. 8 Figura 5: Objeto 2 utilizado no experimento. 9 Figura 6: Objeto 3 utilizado no experimento. 10 4 Resultados e Discussão Importante: Todas as tabelas devem ser preenchidas. Além disso, sempre que houver o marcador [ALUNO PREENCHE ...], espera-se um texto elaborado pelo grupo, e não apenas valores numéricos. 4.1 Determinação da aceleração Utilizando o software Tracker, determine a aceleração do centro de massa de cada objeto. Faça três análises independentes para cada objeto. Objeto a1 (m/s2 ) Objeto 1 (1,6 ±0, 04) a2 (m/s2 ) a3 (m/s2 ) ā (m/s2 ) (1,5 ±0, 0019) (1,5 ±0, 0019) (1,5 ±0, 04) Objeto 2 (2,64 ±0, 06) (2,64 ±0, 04) (2,68 ±0, 06) (2,65 ±0, 06) Objeto 3 (1,3 ±0, 02) (1,6 ±0, 06) (1,5 ±0, 06) (1,6 ±0, 02) Tabela 4: Aceleração determinada com o Tracker. Inclua, para cada objeto, uma captura de tela do Tracker mostrando: • o objeto rastreado; • os eixos de coordenadas; • o bastão de calibração (escala); • a trajetória utilizada na análise. Observação: As capturas de tela do Tracker devem mostrar claramente os eixos de coordenadas, o bastão de calibração e a equação do ajuste utilizada para obter a aceleração. Capturas incompletas poderão resultar em desconto na nota. Figura 7: Análise do Objeto 1 no Tracker. 11 Figura 8: Análise do Objeto 2 no Tracker. Figura 9: Análise do Objeto 2 no Tracker. As Figuras 10–6 mostram as análises realizadas no Tracker. 4.1.1 Ajustes realizados no Tracker Insira abaixo os gráficos obtidos no Tracker utilizados para determinar a aceleração dos objetos. Em cada gráfico, deixe visíveis a equação do ajuste, os parâmetros ajustados e o erro RMS do ajuste. Figura 10: Análise do Objeto 2 no Tracker. 12 Figura 11: Ajuste parabólico do Objeto 2. Figura 12: Ajuste parabólico do Objeto 3. As Figuras ??–12 mostram os ajustes realizados no Tracker. 4.2 Tempos de descida dos Objetos Registre, na Tabela 5, os tempos medidos para cada objeto. Realize três medições independentes e calcule o tempo médio. Objeto t1 (s) t2 (s) t3 (s) t̄ (s) Objeto 1 Objeto 2 Objeto 3 Tabela 5: Tempos de descida dos objetos. Ordene os objetos do menor para o maior tempo de descida e explique esse resultado com base no momento de inércia de cada um. Qual objeto chegou primeiro ao final da rampa? Explique esse resultado utilizando o conceito de momento de inércia. [ALUNO PREENCHE DISCUSSÃO] 13 4.3 Momento de inércia experimental Utilizando a aceleração média obtida anteriormente e a Equação (8), calcule o momento de inércia experimental de cada objeto. Apresente abaixo um exemplo detalhado do cálculo para um dos objetos. [ALUNO PREENCHE O CÁLCULO ABAIXO] Iexp = mR 2 g sin θ −1 ā = [ALUNO PREENCHE OS VALORES NUMÉRICOS UTILIZADOS] = [ALUNO PREENCHE O RESULTADO FINAL COM UNIDADES] Em seguida, complete a Tabela 6. Objeto Iexp (kg · m2 ) Objeto 1 Objeto 2 Objeto 3 Tabela 6: Momentos de inércia experimentais. 4.4 Momento de inércia teórico Identifique o modelo geométrico que melhor representa cada objeto e utilize a expressão correspondente da Tabela 1 para calcular seu momento de inércia teórico. Mostre abaixo um exemplo de cálculo. [ALUNO PREENCHE O CÁLCULO ABAIXO] Iteo = [INSIRA AQUI O MODELO GEOMÉTRICO ADOTADO] = [ALUNO PREENCHE OS VALORES NUMÉRICOS UTILIZADOS] = [ALUNO PREENCHE O RESULTADO FINAL COM UNIDADES] Complete a Tabela 7. 4.5 Comparação entre teoria e experimento Compare os momentos de inércia experimentais e teóricos obtidos para cada objeto. Use que o erro percentual entre os valores pode ser calculado por Erro (%) = |Iexp − Iteo | × 100%. Iteo 14 (10) Objeto Modelo adotado Iteo (kg · m2 ) Objeto 1 Objeto 2 Objeto 3 Tabela 7: Momentos de inércia teóricos. Objeto Iexp Iteo Erro (%) Objeto 1 Objeto 2 Objeto 3 Tabela 8: Comparação entre os resultados experimentais e teóricos. 4.6 Resumo dos resultados Reúna, na Tabela 9, os principais resultados obtidos ao longo do experimento. Tabela 9: Resumo dos resultados experimentais e teóricos. Objeto t̄ (s) āCM (m/s2 ) Iexp (kg·m2 ) Iteo (kg·m2 ) Erro (%) Objeto 1 Objeto 2 Objeto 3 Com base na Tabela 9, responda às questões abaixo: 1. Os valores experimentais do momento de inércia ficaram próximos dos valores teóricos? Justifique sua resposta utilizando os erros percentuais obtidos. [ALUNO PREENCHE A RESPOSTA] 2. Qual objeto apresentou a melhor concordância entre teoria e experimento? Qual apresentou a pior? Justifique. [ALUNO PREENCHE A RESPOSTA] 15 3. O ordenamento observado nos tempos de descida foi consistente com os momentos de inércia obtidos? Explique utilizando a expressão deduzida para a aceleração do rolamento. [ALUNO PREENCHE A RESPOSTA] 4. Caso existam diferenças significativas entre os valores experimentais e teóricos, quais foram as principais fontes de erro experimental? Discuta, quando pertinente, fatores como: • aproximação geométrica do objeto; • deslizamento parcial durante o rolamento; • resistência do ar; • atrito de rolamento; • incertezas nas medidas de massa, raio e aceleração; • limitações da análise realizada no Tracker. [ALUNO PREENCHE A RESPOSTA] 5 Conclusão Sintetize os resultados, avalie se os objetivos foram alcançados e proponha melhorias para o experimento. [ALUNO PREENCHE A CONCLUSÃO] Referências [1] BROWN, D. Tracker Video Analysis and Modeling Tool. 2025. Disponível em: https: //physlets.org/tracker/. Acesso em: 17 mar. 2026. [2] BROWN, D.; CHRISTIAN, W.; HANSON, R. Tracker Online. AAPT-ComPADRE, 2025. [3] HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: Mecânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016. 16
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