RESOLUÇÃO DAS APLICAÇÕES MBA Projeto, Detalhamento e Desempenho das Estruturas e Fundações Projeto e Detalhamento de Radier e Sapata Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt douglasmab.eng@gmail.com 2. Dimensionamento Geotécnico – ELU 2.5 Resistência da fundação pela NBR 6122 a) Prova de carga: ensaio de placa ABNT NBR 6489 APLICAÇÃO 1 Tendo em vista a curva tensão x recalque apresentada no Slide 20 da Aula 02, determine: a) O lado (B) de uma sapata com base quadrada para suportar uma carga vertical de 750 tf; b) O recalque imediato da sapata ao suportar esse carregamento. Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 1 2 APLICAÇÃO 1a ๐น๐ โ ๐น๐ง ๐ด๐๐๐ ๐ ≥ ๐๐๐๐ Fundação Bloco Sapata Térreo: N = 0,00 Adotando: FM = ? Carga vertical FM ≥ 20 tf 1,10 < 20 tf 1,20 ≥ 20 tf 1,05 < 20 tf 1,10 A obra possui subsolos? Podemos considerar FM=1 = Terreno Natural 3,5m Subsolo 1: N = -3,5m 1,0m 1,0m Cálculo da Tensão devido ao Peso Próprio (estimado a favor da segurança): ๐ = ๐พโ๐ง ๐พ๐ ๐๐๐ = 1,5๐ก๐/๐³ ๐พ๐๐๐๐ = 2,5๐ก๐/๐³ ๐๐ ๐๐๐ = 1,5 โ 3,5 + 1 + 1 = 8,25 ๐ก๐/๐² ๐๐๐๐๐ = 2,5 โ 1 + 1 = 5,0 ๐ก๐/๐² ∴ ๐๐๐๐๐ < ๐๐๐๐๐ → ๐ญ๐ด = ๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 3 APLICAÇÃO 1a ๐น๐ โ ๐น๐ง ๐ด๐๐๐ ๐ ≥ ๐๐๐๐ Adotando: FM = 1,0 ๐ด๐๐๐ ๐ = ๐ต โ ๐ฟ Tensão admissível do solo... (Critério de Boston): ๏ฌ๏ฏ๏ณ → para ๏ฒ = 10mm ๏ณ adm ๏ฃ ๏ญ๏ณ ๏ฏ๏ฎ 2 → para ๏ฒ = 25mm Adotando: B = lado em “x” e L = lado em “y” Para uma sapata de base quadrada: ๐ด๐๐๐ ๐ = ๐ต2 ๐ต≥ ๐น๐ โ ๐น๐ง ๐๐๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 4 APLICAÇÃO 1a 8,1 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 9,3 5 APLICAÇÃO 1a ๐น๐ โ ๐น๐ง ๐ด๐๐๐ ๐ ≥ ๐๐๐๐ Adotando: FM = 1,0 ๐ด๐๐๐ ๐ = ๐ต โ ๐ฟ Adotando: Tensão admissível do solo... (Critério de Boston): ๏ฌ๏ฏ๏ณ → para ๏ฒ = 10mm ๏ณ adm ๏ฃ ๏ญ๏ณ ๏ฏ๏ฎ 2 → para ๏ฒ = 25mm B = lado em “x” e L = lado em “y” ๐๐๐ 8,1 ๐๐๐๐ ≤ แ 0,5 โ 9,3 = 4,65 ๐๐2 Para uma sapata de base quadrada: ๐๐๐๐ ≤ 4,65 ๐๐๐Τ๐๐2 ๐ด๐๐๐ ๐ = ๐ต2 ๐ต≥ ๐น๐ โ ๐น๐ง ๐๐๐๐ Na prática: ๐ต≥ ๐๐๐๐ ≤ 4,5 ๐๐๐Τ๐๐2 1,0 โ 750 โ 103 4,5 Na prática: Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt ๐ต ≥ 408๐๐ ๐ต = 410 ๐๐ 6 APLICAÇÃO 1b ๐ต๐ ๐๐ = ๐๐ โ ๐ต๐ ρs = recalque da sapata com diâmetro Bs ρp = recalque da placa com diâmetro Bp Bs = diâmetro uma sapata circular Bp = diâmetro de uma placa circular Recalque da placa na mesma tensão de trabalho da sapata (ρp): Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 7 APLICAÇÃO 1b 4,5 3,5 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 8 APLICAÇÃO 1b Área de um círculo de diâmetro (Bs) com a mesma área da sapata: ๐ต๐ ๐๐ = ๐๐ โ ๐ต๐ ρs = recalque da sapata com diâmetro Bs ๐ โ ๐ต๐ 2 = ๐ต โ ๐ฟ → ๐ต๐ = 4 4โ๐ตโ๐ฟ ๐ ρp = recalque da placa com diâmetro Bp Bs = diâmetro uma sapata circular Bp = diâmetro de uma placa circular Recalque da placa na mesma tensão de trabalho da sapata (ρp): ๐ต๐ = 4 โ 410 โ 410 = 462,64 ๐๐ ๐ 462,64 ๐๐ = 3,5 โ 80 ๐๐๐ ๐๐ = ๐๐ = 4,5 → ๐๐ = 3,5 ๐๐ ๐๐2 ๐๐ = 20,24 ๐๐ ๐ต๐ = 80 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 9 APLICAÇÃO 2 Dado o perfil de SPT a seguir, determine as dimensões em planta de uma sapata de base quadrada (B x B), instalada a 2,0 m de profundidade, para suportar uma carga vertical Fz igual a 50 tf. Prof. (m) NSPT 1 - 2 4 3 10 4 15 5 17 6 23 7 29 8 45 9 48 10 57 11 35/27 12 30/13 13 5/0 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 2 Tipo de solo Argila arenosa Silte argiloso Areia fina 10 APLICAÇÃO 2 Dado o perfil de SPT a seguir, determine as dimensões em planta de uma sapata de base quadrada (B x B), instalada a 2,0 m de profundidade, para suportar uma carga vertical Fz igual a 50 tf. Prof. (m) NSPT 1,00 - 1,45 4 2,45 10 3,45 15 4,45 17 5,45 23 6,45 29 7,45 45 8,45 48 9,45 57 10,45 35/27 11,45 30/13 12,45 5/0 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt Tipo de solo Argila arenosa Silte argiloso Areia fina 11 APLICAÇÃO 2 ๐น๐ โ ๐น๐ง ๐ด๐๐๐ ๐ ≥ ๐๐๐๐ Adotando: FM = 1,05 • O NSPT é o valor médio do intervalo entre a cota da base da fundação até uma profundidade de 2B; • A fórmula vale para NSPT ≤ 20. Fz ๐ด๐๐๐ ๐ = ๐ต โ ๐ฟ Prof. (m) NSPT Adotando: 1 - B = lado em “x” e L = lado em “y” 2 4 3 10 4 15 5 17 6 23 7 29 Para uma sapata de base quadrada: ๐ด๐๐๐ ๐ = ๐ต2 ALONSO ๐ต≥ ๐๐๐๐ = ๐น๐ โ ๐น๐ง ๐๐๐๐ ๐๐๐๐ 5 ๐๐๐ ๐๐2 Camada de apoio ๐๐๐๐ ๐á๐๐๐ข๐๐ = 10 10 ๐๐๐๐ ๐á๐๐๐ข๐๐ = = 2,0 ๐๐๐Τ๐๐2 5 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 12 ๐ต๐ข๐๐๐ = 2 โ ๐ต = 2 โ 1,7 = 3,4 ๐ APLICAÇÃO 2 Fz Prof. (m) NSPT 1 - 2 4 3 10 4 15 5 17 6 23 7 29 ๐๐๐๐ ๐๐ข๐๐๐ = 14,7 14,7 ๐๐๐๐ ๐๐ข๐๐๐ = = 2,94 ๐๐๐Τ๐๐2 5 Camada de apoio ๐๐๐๐ ๐á๐๐๐ข๐๐ = 10 ๐๐๐๐ ๐á๐๐๐ข๐๐ = 2,0 ๐๐๐Τ๐๐2 ๐ต(๐á๐๐๐ข๐๐) ≥ 10 + 15 + 17 + 20 โ 0,4 ๐๐๐๐ = ๐๐ข๐๐๐ 3,4 1,05 โ 50 โ 103 2,0 ๐ต ๐á๐๐๐ข๐๐ ≥ 162 ๐๐ → 170 ๐๐ ๐๐๐๐ ๐๐ข๐๐๐ = 2,5 ๐๐๐Τ๐๐2 Como σadm (bulbo) ≥ σadm (cálculo) o valor de B (cálculo) = 170 cm é adequado. Caso não, recalcular B e reavaliar σadm (bulbo). ๐ต ๐á๐๐๐ข๐๐ = 170 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 13 3. Dimensionamento Estrutural – ELU 3.1 Sapata Isolada APLICAÇÃO 3 Dimensionar e detalhar uma sapata isolada de um projeto: Projeto Estrutural (Pilar): Fz = 250 tf b = 60 cm | l = 25 cm fck = 30 MPa Fundação (Sapata Isolada): z = 1,5 m Tensão admissível: 3,0 kgf/cm² Aço CA-50 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 3 14 APLICAÇÃO 3 (a) Dimensões da base (B;L): ๐−๐ ๐ฟ= + 2 ๐ด๐๐๐ ๐ ≥ ๐−๐ 2 + ๐ด๐๐๐ ๐ 4 ๐น๐ โ ๐น๐ง ๐๐๐๐ ๐ด๐๐๐ ๐ ๐ต≥ ๐ฟ 87500 ๐ต≥ = 312,5 280 ๐ต = 320 ๐๐ ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ ≤ 2,5 ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ 320 = 1,14 ≤ 2,5 280 Adotando: (b) Altura da base (d;H): FM = 1,05 ๐ต−๐ 3 ๐ฟ−๐ 3 1,05 โ 250 โ 103 ๐ด๐๐๐ ๐ ≥ = 87500 ๐๐2 3,0 25 − 60 ๐ฟ= + 2 25 − 60 2 + 87500 = 278,8 ๐๐ 4 ๐≥ ๐น๐ง 1,44 โ ๐๐ ๐ฟ = 280 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt ๐๐๐ ๐๐ = 0,85 โ 1,96 30 โ 10 ๐๐ = 0,85 โ 1,96 ๐๐ = 130,10 ๐๐๐/๐๐² 15 APLICAÇÃO 3 (b) Altura da base (d;H) – continuação: ๐≥ 320 − 60 = 86,7 ๐๐ 3 280 − 25 = 85 ๐๐ 3 ๐ ≥ 86,7 ๐๐ 250 โ 103 1,44 โ = 63,1 ๐๐ 130,10 ๐ = 90 ๐๐ ๐ป = ๐ + ๐′ ๐ป = 90 + 5 20 ๐๐ โ≥แ 0,5 โ 90 = 45๐๐ โ = 45 ๐๐ (d) Dimensões do Pilarete (bp;lp): ๐ป = 95 ๐๐ (c) Altura do Rodapé (h): 20 ๐๐ โ≥แ 0,5 โ ๐ A necessidade do Pilarete deve ser avaliada pelo projetista estrutural, em função da estabilidade global e da flambagem. Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 16 APLICAÇÃO 3 (d) Dimensões do Pilarete (bp;lp) – cont.: A expressão anterior é resolvida por tentativas observando-se as duas direções. Para este estudo de caso, a recomendação é atendida, por exemplo, aumentando-se as dimensões do pilar em 15 cm (Δp). Na prática, recomenda-se: ๐๐ = ๐ + โ๐๐ฅ ๐๐ = 60 + 15 = 75 ๐๐ ๐๐ = ๐ + โ๐๐ฆ ๐๐ = 25 + 15 = 40 ๐๐ (e) Dimensões do Topo da Sapata (bt;lt): ๐ผ๐๐ผ๐ฟ๐ด๐ ๐ธ๐๐ธ ≥ 3 โ ๐ผ๐๐ผ๐ฟ๐ด๐ Considerar uma “folga” para a espessura da IPILARETE = momento de inércia da seção transversal do pilarete; IPILAR = momento de inércia da seção transversal do pilar. fôrma. Adotando 2,5cm de cada lado: ๐๐ก = ๐๐ + 5๐๐ ๐๐ก = 75 + 5 = 80 ๐๐ ๐๐ก = ๐๐ + 5๐๐ ๐๐ก = 40 + 5 = 45 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 17 APLICAÇÃO 3 (f) Volume de Concreto (VT): ๐1 = 8,96 โ 0,45 → ๐1 = 4,032 ๐³ ๐ง = 1,5 ๐ ๐ต = 320 ๐๐ ๐ฟ = 280 ๐๐ ๐ป = 95 ๐๐ ๐2 = 0,95 − 0,45 โ 8,96 + 0,36 + 8,96 โ 0,36 3 → ๐2 = 1,853 ๐³ ๐3 = 0,3 โ 1,5 − 0,95 → ๐3 = 0,165 ๐³ โ = 45 ๐๐ ๐๐ ๐๐๐๐ก๐ = 4,032 + 1,853 → ๐๐ ๐๐๐๐ก๐ = 5,885 ๐³ ๐๐ = ๐1 + ๐2 + ๐3 ๐3 = ๐ด๐ โ ๐ง − ๐ป ๐1 = ๐ด๐ โ โ ๐ป−โ ๐2 = โ ๐ด๐ + ๐ด๐ก + ๐ด๐ โ ๐ด๐ก 3 ๐ด๐ = 3,2 โ 2,8 = 8,96 ๐² ๐ด๐ก = 0,8 โ 0,45 = 0,36 ๐² ๐๐๐๐๐๐๐๐ก๐ = 0,165 ๐³ ๐๐ก๐๐ก๐๐ = 5,885 + 0,165 = 6,05 ๐³ ๐ด๐ = 0,75 โ 0,4 = 0,30 ๐² Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 18 APLICAÇÃO 3 (g) Esforços de Tração: ๐น๐ง โ ๐ต − ๐ ๐๐ฅ = 8โ๐ (h) Áreas de Aço: 250 โ 320 − 60 ๐๐ฅ = 8 โ 90 1,61 โ ๐๐ฅ ๐ด๐ ๐ฅ = ๐๐ฆ๐ ๐ด๐ ๐ฅ = 29,07 ๐๐² ๐๐ฅ = 90,28 ๐ก๐ ๐น๐ง โ ๐ฟ − ๐ ๐๐ฆ = 8โ๐ 1,61 โ 90,28 ๐ด๐ ๐ฅ = 5,0 250 โ 280 − 25 ๐๐ฆ = 8 โ 90 1,61 โ ๐๐ฆ ๐ด๐ ๐ฆ = ๐๐ฆ๐ ๐๐ฆ = 88,54 ๐ก๐ 1,61 โ 88,54 ๐ด๐ ๐ฆ = 5,0 ๐ด๐ ๐ฆ = 28,51 ๐๐² Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 19 APLICAÇÃO 3 Adotando esp ≥ 10 cm: (i) Detalhamento: 10 ๐๐ ≤ ๐๐ ๐ ≤ 20 ๐๐ ๐๐๐๐ ๐ (6) ๐๐ ๐ = ๐๐๐ ๐ ๐๐๐ ๐ = ๐ − 1 Sdisp = espaço disponível Qesp = quant. de espaços n = nº de barras / seções ๐๐๐๐ ๐,๐ฅ = ๐ฟ − 20๐๐ (1) ๐๐๐๐ ๐ ≥ 10 ๐−1 ๐๐๐๐ ๐ ๐≤ +1 10 (2) Adotando esp ≤ 20 cm: ๐๐๐๐ ๐ ≤ 20 ๐−1 (5) ๐ด๐ ๐≥ ๐ด๐ ๐ ๐๐๐๐ ๐ ๐≥ +1 20 (2) ๐ด๐ ๐ด๐ ๐ ≥ ๐ (3) Escolher a bitola φ(As), na Tabela ๐๐๐๐ ๐,๐ฆ = ๐ต − 20๐๐ (4) de Armaduras, que atenda à área de aço necessária (As). Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 20 3. Dimensionamento Estrutural – ELU TABELA DE ARMADURAS Bitola (mm) Área (cm²) Massa Nominal (kg/m) 5,0 0,20 0,154 6,3 0,31 0,245 8,0 0,50 0,395 10,0 0,79 0,617 12,5 1,22 0,963 16,0 2,01 1,578 20,0 3,14 2,466 25,0 4,90 3,853 32,0 8,00 6,313 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 21 APLICAÇÃO 3 ๐ต = 320 ๐๐ (i) Detalhamento – continuação: (i.1) Armadura na direção x: ๐ฟ = 280 ๐๐ (4) Adotar φ12,5mm (1,22 cm²) ๐ด๐ ๐ฅ = 29,07 ๐๐² (1) ๐๐๐๐ ๐,๐ฅ = ๐ฟ − 20๐๐ (5) ๐ด๐ ๐≥ ๐ด๐ ๐ 29,07 ๐≥ = 23,8 1,22 ๐ ≥ 24 ๐๐๐๐๐๐ (6) ๐๐๐๐ ๐ ๐๐ ๐ = ๐๐๐ ๐ 260 ๐๐ ๐ = = 11,3 24 − 1 ๐๐๐๐ ๐,๐ฅ = 280 − 20 → ๐๐๐๐ ๐,๐ฅ = 260 ๐๐ (2) (3) ๐๐๐๐ ๐ ๐≤ +1 10 260 ๐≤ +1 10 ๐ ≤ 27 ๐๐๐๐๐๐ ๐๐ ๐ = 11 ๐๐ 29,07 ๐ด๐ ๐ ≥ 27 ๐ด๐ ๐ด๐ ๐ ≥ ๐ ๐ด๐ ๐ ≥ 1,08 ๐๐2 /๐๐๐๐๐ N1 - 24φ12,5mm c/ 11cm Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 22 APLICAÇÃO 3 ๐ต = 320 ๐๐ (i) Detalhamento – continuação: (i.2) Armadura na direção y: ๐ฟ = 280 ๐๐ (4) Adotar φ12,5mm (1,22 cm²) ๐ด๐ ๐ฆ = 28,51 ๐๐² (1) ๐๐๐๐ ๐,๐ฆ = ๐ต − 20๐๐ (5) ๐ด๐ ๐≥ ๐ด๐ ๐ 28,51 ๐≥ = 23,4 1,22 ๐ ≥ 24 ๐๐๐๐๐๐ (6) ๐๐๐๐ ๐ ๐๐ ๐ = ๐๐๐ ๐ 300 ๐๐ ๐ = = 13,0 24 − 1 ๐๐๐๐ ๐,๐ฆ = 320 − 20 → ๐๐๐๐ ๐,๐ฆ = 300 ๐๐ (2) (3) ๐๐๐๐ ๐ ๐≤ +1 10 ๐ด๐ ๐ด๐ ๐ ≥ ๐ 300 ๐≤ +1 10 ๐ ≤ 31 ๐๐๐๐๐๐ ๐๐ ๐ = 13 ๐๐ 28,51 ๐ด๐ ๐ ≥ 31 ๐ด๐ ๐ ≥ 0,92 ๐๐2 /๐๐๐๐๐ N2 - 24φ12,5mm c/ 13cm Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 23 APLICAÇÃO 3 (f) Dobras da Armadura: (f.1) Armadura na direção x: ๐ต = 320 ๐๐ ๐ฟ = 280 ๐๐ โ = 45 ๐๐ (f.2) Armadura na direção y: h – 10cm h – 10cm B – 10cm 35 L – 10cm 35 35 35 310 270 N1 - 24φ12,5mm c/ 11cm - c=380cm N2 - 24φ12,5mm c/ 13cm - c=340cm Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 24 3. Dimensionamento Estrutural – ELU APLICAÇÃO 3 3.1 Sapata Isolada Detalhamento da Sapata Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 25 3. Dimensionamento Estrutural – ELU APLICAÇÃO 3 3.1 Sapata Isolada Detalhamento da Sapata Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 26 3. Dimensionamento Estrutural – ELU Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 27 3. Dimensionamento Estrutural – ELU Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 28 3. Dimensionamento Estrutural – ELU Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 29 3. Dimensionamento Estrutural – ELU Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 30 3. Dimensionamento Estrutural – ELU Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 31 3. Dimensionamento Estrutural – ELU 3.2 Sapata Associada APLICAÇÃO 4 Dimensionar e detalhar uma sapata associada de um projeto: Projeto Estrutural (Pilares): fck = 25 MPa P1 (20x40) = 80 tf P2 (20x60) = 120 tf P2 P1 Fundação (Sapata Associada): z = 1,5 m Tensão admissível: 2,5 kgf/cm² Aço CA-50 150cm Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 4 32 3. Dimensionamento Estrutural – ELU 3.2 Sapata Associada N1 – ARMADURA DA SAPATA N2 – Armadura Longitudinal Inferior N3 – Armadura Longitudinal Superior N4 – Estribos N5 – Armadura de Pele N6 – Armadura de Distribuição Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 33 APLICAÇÃO 4 << Dimensionamento da Sapata >> P1 (a) Dimensões da base (B;L): P2 B/2 Adotando: FM = 1,0 L/2 1,0 โ 80 + 120 โ 103 ๐ด๐๐๐ ๐ ≥ = 80000 ๐๐2 2,5 (a.2) Posição do Centro de Carga σ ๐น๐ง โ ๐ฅ๐ ๐๐๐ = σ ๐น๐ง CC 150cm (a.1) Área mínima da base ๐น๐ โ σ ๐น๐ง ๐ด๐๐๐ ๐ ≥ ๐๐๐๐ B/2 90cm (a.3) Locação da Base: Adota-se L/2 como a distância entre o CC e a face externa do pilar mais afastado acrescida de um valor arbitrário (Δx ≥ 20cm). Adotando: Eixo de referência no eixo do P1 80 โ 0 + 120 โ 150 ๐๐๐ = = 90 ๐๐ 80 + 120 L/2 Adotando Δx = 100cm: ๐ฟ 20 ๐1 → = 90 + + 100 = 200 ๐๐ 2 2 ๐ฟ 20 ๐2 → = 60 + + 100 = 170 ๐๐ 2 2 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 34 APLICAÇÃO 4 (a.3) Locação da Base - continuação: P1 ๐ฟ = 200 2 ๐ต≥ ๐ฟ = 400 ๐๐ 80000 400 L/2 Obrigatório 400 = 2,0 ≤ 2,5 200 B/2 L/2 (b) Altura da Base (d;H): ๐ต − ๐๐ค 3 ๐≥ Sugestão P2 CC 150cm ๐ต = 200 ๐๐ ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ 2,0 ≤ ≤ 2,5 ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ B/2 90cm ๐ 1,44 โ ๐๐ σ ๐น๐ง ๐= ๐ฟ ๐๐๐ ๐๐ = 0,85 โ 1,96 ๐ + 20 ๐๐ ๐๐ค ≥ แ 1 ๐2 + 20 ๐๐ 80 + 120 โ 10 ๐= = 500 ๐๐/๐ 4,0 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 35 APLICAÇÃO 4 (b) Altura da Base (d;H) - continuação: 200 − 80 = 40 ๐๐ 3 ๐ ≥ 40 ๐๐ 500 1,44 โ = 0,31 ๐ 10841,84 ๐ = 40 ๐๐ B/2 P1 bw CC P2 ๐≥ B/2 L/2 ๐ป = ๐ + ๐′ L/2 ๐ป = 40 + 5 (b) Altura da Base (d;H) - continuação: (c) Esforço de Tração na direção B: 25 โ 103 ๐๐ = 0,85 โ = 10841,84 ๐๐๐ 1,96 ๐ โ ๐ต − ๐๐ค ๐๐ต = โ๐ฟ 8โ๐ 40 + 20 = 60 ๐๐ ๐๐ค ≥ แ 60 + 20 = 80 ๐๐ ๐ป = 45 ๐๐ 50 โ 200 − 80 ๐๐ต = โ4 8 โ 40 ๐๐ต = 75 ๐ก๐ (d) Área de aço na direção B: ๐๐ค = 80 ๐๐ 1,61 โ ๐๐ต ๐ด๐ ๐ต = ๐๐ฆ๐ 1,61 โ 75 ๐ด๐ ๐ต = 5,0 ๐ด๐ ๐ต = 24,15 ๐๐² Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 36 APLICAÇÃO 4 (e) Altura do rodapé (h): 20 ๐๐ โ≥แ 0,5 โ ๐ ๐ต = 200 ๐๐ ๐ฟ = 400 ๐๐ 20 ๐๐ โ≥แ 0,5 โ 40 = 20 ๐๐ (4) Adotar φ10mm (0,79 cm²) (5) ๐≥ ๐ด๐ ๐ด๐ ๐ 24,15 ๐≥ = 30,6 ๐ ≥ 31 ๐๐๐๐๐๐ 0,79 Adotar h=25 cm (NBR 6118 / prática) (f) Detalhamento: ๐ด๐ ๐ต = 24,15 ๐๐² (1) ๐๐๐๐ ๐ = ๐ฟ − 20๐๐ ๐๐๐๐ ๐ = 400 − 20 → ๐๐๐๐ ๐ = 380 ๐๐ (6) ๐๐๐๐ ๐ 380 ๐๐ ๐ = ๐๐ ๐ = = 12,6 ๐๐๐ ๐ 31 − 1 ๐๐ ๐ = 12,5 ๐๐ 15 (2) ๐๐๐๐ ๐ ๐≤ +1 10 380 ๐≤ +1 10 (3) ๐ด๐ ๐ด๐ ๐ ≥ ๐ 24,15 ๐ด๐ ๐ ≥ 39 ๐ด๐ ๐ ≥ 0,62 ๐๐2 /๐๐๐๐๐ 15 190 ๐ ≤ 39 ๐๐๐๐๐๐ N1 - 31φ10mm c/ 12,5cm - c=220cm Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 37 APLICAÇÃO 4 400 << Dimensionamento da Viga >> 110 90 P1 60 Xcc 140 P2 90cm B/2 P1 CC bw P2 Diagrama de Momento Fletor (DMF) – kN.m B/2 L/2 L/2 (a) Obtenção dos Esforços Solicitantes: Diagrama de Esforço Cortante (DEC) – kN 400 110 90 P1 60 Xcc 140 P2 Mk = 490 kN.m Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt Vk = 700 kN 38 APLICAÇÃO 4 Vk = 700 kN (b) Altura útil (d) mínima: ๐พ๐ โ ๐๐ ๐≥ ๐๐ค โ ๐๐ค๐ 0,25 โ ๐๐๐ ๐๐ค๐ ≤ แ 4,5 ๐๐๐ 25 ๐๐๐ = = 17,86 ๐๐๐ 1,4 1,4 โ 700 ๐≥ = 0,27 ๐ 0,8 โ 4,47 โ 103 ๐๐๐ ๐๐๐ = ๐พ๐ 0,25 โ ๐๐๐ = 4,47 ๐๐๐ (c) Dimensionamento à flexão: (c.1) Armadura necessária: Mk = 490 kN.m ๐๐๐ ๐ด๐ = ๐ โ โ๐ โ๐ ๐๐ฆ๐ ๐ค ๐๐ = ๐พ๐ โ ๐๐ ๐๐ = 1,4 โ 490 2,36 โ ๐๐ ๐ = 0,85 โ 1 − 1 − ๐๐ค โ ๐ 2 โ ๐๐๐ ๐๐ = 686 ๐๐. ๐ ๐๐ฃ๐๐๐ ≥ ๐๐ ๐๐๐๐ก๐ Tendo em vista o dimensionamento à flexão, será adotado d = 90cm. ๐ = 0,85 โ 1 − 1 − 2,36 โ 686 0,8 โ 0,92 โ 17,86 โ 103 = 0,0617 500 ๐๐ฆ๐ = = 434,78 ๐๐๐ 1,15 17,86 ๐ด๐ = 0,0617 โ โ 80 โ 90 = 18,25 ๐๐² 434,78 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 39 APLICAÇÃO 4 (c.4) Armad. Longitudinal Inferior ๐ด๐ = 18,25 ๐๐² (c.2) Armadura mínima: (1) ๐๐ต๐ 6118 → ๐ด๐ .๐í๐ = 0,15% โ ๐๐ค โ ๐ → ๐ด๐ .๐í๐ = 0,15% โ 80 โ 90 = 10,8 ๐๐² ๐๐á๐ก๐๐๐ ๐๐๐๐ ๐ = 80 − 20 → ๐๐๐๐ ๐ = 60 ๐๐ (2) ๐๐๐๐ ๐ ๐≤ +1 10 (3) ๐ด๐ ๐ด๐ ๐ ≥ ๐ → ๐ด๐ .๐í๐ = 0,20 โ ๐ด๐ → ๐ด๐ .๐í๐ = 0,20 โ 18,25 = 3,65 ๐๐² (c.3) Armadura máxima: ๐ด๐ ,๐á๐ฅ = ๐๐á๐ฅ โ ๐๐ค โ ๐ ๐๐á๐ฅ = 0,68 โ ๐๐๐ 735 โ ๐๐๐ ๐๐ฆ๐ 735 + ๐๐ฆ๐ ๐≤ 60 +1 10 ๐ ≤ 7 ๐๐๐๐๐๐ 18,25 ๐ด๐ ๐ ≥ 7 ๐ด๐ ๐ ≥ 2,61 ๐๐2 /๐๐๐๐๐ (4) Adotar φ20mm (3,14 cm²) 17,86 735 ๐๐á๐ฅ = 0,68 โ โ = 0,0176 434,78 735 + 434,78 ๐ด๐ ,๐á๐ฅ = 0,0176 โ 80 โ 90 = 126,7 ๐๐² ๐๐๐๐ ๐ = ๐๐ค − 20๐๐ (5) ๐ด๐ ๐≥ ๐ด๐ ๐ (6) ๐๐๐๐ ๐ 60 ๐๐ ๐ = ๐๐ ๐ = = 12 ๐๐ ๐๐๐ ๐ 6−1 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 18,25 ๐≥ = 5,8 3,14 ๐ ≥ 6 ๐๐๐๐๐๐ 40 APLICAÇÃO 4 (c.4) Armadura Longitudinal Inferior (cont.) 30 30 390 N2 - 6φ20mm c/ 12cm - c=450cm (4) Adotar φ10mm (0,79 cm²) (5) ๐ด๐ ๐≥ ๐ด๐ ๐ (6) ๐๐๐๐ ๐ 60 ๐๐ ๐ = ๐๐ ๐ = = 15 ๐๐ ๐๐๐ ๐ 5−1 (1) ๐๐๐๐ ๐ = ๐๐ค − 20๐๐ (2) ๐ ≤ 7 ๐๐๐๐๐๐ (3) ๐ด๐ ๐ด๐ ๐ ≥ ๐ 15 ๐๐๐๐ ๐ = 60 ๐๐ ๐ ≥ 5 ๐๐๐๐๐๐ 390 (c.5) Armadura Longitudinal Superior ๐ด๐ ,๐í๐ = 3,65 ๐๐² 3,65 ๐≥ = 4,6 0,79 15 N3 - 5φ10mm c/ 15cm - c=420cm 3,65 ๐ด๐ ๐ ≥ 7 ๐ด๐ ๐ ≥ 0,52 ๐๐2 /๐๐๐๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 41 APLICAÇÃO 4 (d.1) Verificação da compressão diagonal do concreto (d) Dimensionamento ao Cortante: Vk = 700 kN ๐๐ ๐ ≤ ๐๐ ๐2 e ๐๐ ๐ ≤ ๐๐ ๐3 = ๐๐ + ๐๐ ๐ค ๐๐ ๐ = ๐พ๐ โ ๐๐ = 1,4 โ 700 = 980 ๐๐ Vsd = força cortante solicitante de cálculo VRd2 = força cortante resistente de cálculo, relativa à ruína das diagonais comprimidas de concreto ๐๐ ๐2 = 0,27 โ ๐ผ๐ฃ2 โ ๐๐๐ โ ๐๐ค โ ๐ ๐๐๐ ๐๐๐ ๐ผ๐ฃ2 = 1 − ๐๐๐ ๐๐๐ = 250 ๐พ๐ 25 25000 ๐๐ ๐2 = 0,27 โ 1 − โ โ 0,8 โ 0,9 250 1,4 ๐๐ ๐2 = 3124,29 ๐๐ ∴ ๐๐ ๐ ≤ ๐๐ ๐2 (d.2) Cálculo de Vc 2เต 0,21 โ ๐๐๐ 3 VRd3 = força cortante resistente de cálculo, relativa a ruína por tração diagonal ๐๐ = 0,6 โ ๐๐๐ก๐ โ ๐๐ค โ ๐ VC = parcela de força cortante resistida pelo concreto ๐๐ = 0,6 โ Vsw = parcela de força cortante resistida pela armadura transversal (estribo) ๐๐ = 554,03 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 2 0,21 โ 253 1,4 ๐๐๐ก๐ = ๐พ๐ (๐๐๐) โ 103 โ 0,8 โ 0,9 42 APLICAÇÃO 4 (d.4) Armadura Transversal Mínima (d.3) Armadura Transversal ๐ด๐ ๐ค ๐๐ ๐ค = ๐ 0,9 โ ๐๐ฆ๐ค๐ โ ๐ โ sin ๐ผ + cos ๐ผ ๐๐ ๐ค = ๐๐ ๐ − ๐๐ ๐ด๐ ๐ค,๐í๐ ๐๐๐ก๐ ๐๐² = 2000 โ โ ๐๐ค โ sin ๐ผ ๐ ๐๐ฆ๐ค๐ ๐ ๐๐² ๐ fctm = tensão média a tração no concreto ๐๐ ๐ค = 980 − 554,03 = 425,97 kN fywd = tensão na armadura transversal passiva, limitada ao valor do fyd ou 43,5 kN/cm² α = ângulo de inclinação da armadura transversal (45º ≤ α ≤ 90º) fctm = 0,3.fck2/3 (MPa) fywk = resistência ao escoamento do aço da armadura transversal, limitada ao valor do fyk ou 500MPa bw = largura da seção em metro α = 90º (estribos verticais) Vsw = parcela de força cortante resistida pela armadura transversal (estribo) ๐ด๐ ๐ค 425,27 ๐๐² = = 12,09 ๐ 0,9 โ 43,5 โ 0,9 โ sin 90 + cos 90 ๐ ๐ด๐ ๐ค,๐í๐ = 2000 โ ๐ 2เต 0,3 โ 25 3 500 โ 0,8 โ sin 90° ๐ด๐ ๐ค,๐í๐ ๐๐² = 8,21 ๐ ๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 43 APLICAÇÃO 4 (d.5) Espaçamento Máximo dos Estribos (Smáx) ๐๐ ๐ 0,6 โ ๐ ≤ 0,67 → ๐๐á๐ฅ ≤ แ 30 ๐๐ ๐๐ ๐2 (d.7) Espaçamento Necessário (Snec) ๐๐๐๐ ≤ 100 โ ๐๐ โ ๐ด๐๐ ๐ก ๐๐ ๐ด๐ ๐ค Τ๐ nr = número de ramos ๐๐ ๐ 0,3 โ ๐ > 0,67 → ๐๐á๐ฅ ≤ แ 20 ๐๐ ๐๐ ๐2 Aest = área (cm²) da bitola do estribo adotado ๐๐ ๐ 980 0,6 โ 90 = 54๐๐ = = 0,31 → ๐๐á๐ฅ ≤ แ 30 ๐๐ ๐๐ ๐2 3124,29 (d.6) Bitola do Estribo (ฯt) ๐๐ค 800 5 ๐๐ ≤ ๐๐ก ≤ = = 80 ๐๐ 10 10 Prática → 5 ๐๐ ≤ ๐๐ก ≤ 12,5๐๐ simples duplo simples duplo Adotando φt = 10mm (Aest = 0,79cm²) e nr=2: 100 โ 2 โ 0,79 ๐๐๐๐ ≤ → ๐๐๐๐ ≤ 13 ๐๐ 12,09 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 44 APLICAÇÃO 4 (d.8) Quantidade de Estribos/Detalhamento (1) ๐๐๐๐ ๐ = ๐ฟ − 20๐๐ ๐๐๐๐ ๐ ๐≥ +1 ๐๐๐๐ ๐๐ต๐ 6118 → ๐ด๐ ๐ = 0,1% โ ๐๐ค โ ๐ 380 ๐≥ + 1 = 30,2 ๐๐ ๐ก๐๐๐๐๐ 13 85 H – 10cm ๐๐๐๐ ๐ 380 ๐๐ ๐ = ๐๐ ๐ = = 12,5 ๐๐ ๐๐๐ ๐ 31 − 1 10.φt → ๐ด๐ ๐ = 0,1% โ 80 โ 90 = 7,2 ๐๐2 /๐๐๐๐ ๐๐á๐ก๐๐๐ ๐ = 31 ๐๐ ๐ก๐๐๐๐๐ (6) Obrigatória para vigas com mais de 60cm de altura. As ≤ 5cm²/m por face e esp ≤ 20cm. ๐๐๐๐ ๐ = 400 − 20 → ๐๐๐๐ ๐ = 380 ๐๐ (2) (e) Armadura de Pele (Asp) – por face: → ๐ด๐ .๐í๐ = 1/8 โ 18,25 = 2,28 ๐๐2 /๐๐๐๐ (e.1) Detalhamento (1) ๐๐๐๐ ๐ = ๐ป − 30๐๐ 10 ๐๐๐๐ ๐ = 95 − 30 → ๐๐๐๐ ๐ = 65 ๐๐ (2) bw – 10cm → ๐ด๐ .๐í๐ = 1/8 โ ๐ด๐ 70 ๐๐๐๐ ๐ ๐≤ +1 10 65 ๐≤ +1 10 ๐ ≤ 7 ๐๐๐๐๐๐ N4 - 31φ10mm c/ 12,5cm - c=330cm Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 45 APLICAÇÃO 4 (f) Armadura de distribuição: (e.1) Detalhamento (3) ๐ด๐ ๐ด๐ ๐ ≥ ๐ Sugere-se φ6,3mm c/20cm (cada lado). 2,28 ๐ด๐ ๐ ≥ 7 (1) ๐ด๐ ๐ ≥ 0,33 ๐๐2 /๐๐๐๐๐ (4) Adotar φ8mm (0,5 cm²) ๐๐๐๐ ๐ = (5) ๐ด๐ ๐≥ ๐ด๐ ๐ (6) ๐๐๐๐ ๐ 65 ๐๐ ๐ = ๐๐ ๐ = = 16 ๐๐ ๐๐๐ ๐ 5−1 2,28 ๐≥ = 4,6 0,5 ๐ต − ๐๐ค ๐๐๐๐ ๐ = − 15๐๐ 2 ๐ ≥ 5 ๐๐๐๐๐๐ (2) 200 − 80 − 15 = 45 ๐๐ 2 ๐๐๐๐ ๐ ๐≥ +1 ๐๐๐๐ 45 ๐≥ + 1 = 3,25 20 ๐ = 4 ๐๐๐๐๐๐ (6) 390 2xN5 - 5φ8mm c/ 16cm - c=390cm ๐๐๐๐ ๐ ๐๐ ๐ = ๐๐๐ ๐ ๐๐ ๐ = 45 = 15 ๐๐ 4−1 390 2xN6 - 4φ6,3mm c/ 15cm - c=390cm Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 46 N3 - 5φ10mm c/ 15cm - c=420cm APLICAÇÃO 4 15 390 30 390 15 30 N2 - 6φ20mm c/ 12cm - c=450cm 85 70 10 N4 - 31φ10mm c/ 12,5cm - c=330cm 390 15 190 15 2xN5 - 5φ8mm c/ 16cm - c=390cm 390 N1 - 31φ10mm c/ 12,5cm - c=220cm 2xN6 - 4φ6,3mm c/ 15cm - c=390cm Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 47 3. Dimensionamento Estrutural – ELU 3.3 Sapata submetida à Momento e à Força Horizontal APLICAÇÃO 5 Dimensionar a sapata isolada de um projeto: Projeto Estrutural (Pilar): Fz = 30 tf Fx = 1,5 tf; Fy = 0 tf Mx = 0 tf.m; My = 4 tf.m Fundação (Sapata Isolada): z = 1,2 m Solo da base: Argila arenosa NSPT = 10 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 5 48 APLICAÇÃO 5 (b) Cálculo das excentricidades: (a) Correlações: ALONSO ๐๐๐๐ ๐๐๐๐ = 5 ๐๐ฆ + ๐น๐ฅ โ ๐ง ๐๐ฅ = ๐น๐ง ๐๐๐ ๐๐2 ๐๐ฆ = 10 ๐๐๐๐ = = 2,0 ๐๐๐Τ๐๐2 5 Douglas (para argilas) ๐ = ๐๐๐๐ ๐๐๐ ๐ = 10 ๐๐๐ ≤ 25 ๐๐๐ Teixeira e Godoy ๐= 20 โ ๐๐๐๐ + 15° ๐ = 20 โ 10 + 15° → ๐ = 29° ≤ 35° Terzaghi tan ๐ฟ = 2/3 โ tan ๐ ๐ = 0,5 โ ๐ ๐ = 5 ๐๐๐ 2 tan ๐ฟ = โ tan 29 = 0,37 3 −๐๐ฅ + ๐น๐ฆ โ ๐ง ๐น๐ง ๐๐ฅ = 4 + 1,5 โ 1,2 = 0,19 ๐ 30 ๐๐ฆ = ๐ง๐๐๐ (c) Avaliação da Tensão Mínima: ๐น๐ โ ๐น๐ง 6 โ ๐๐ฅ 6 โ ๐๐ฆ ๐๐í๐ = โ 1− − ≥0 ๐ตโ๐ฟ ๐ต ๐ฟ ๐น๐ โ ๐น๐ง 6 โ ๐๐ฅ โ 1− ≥0 ๐ตโ๐ฟ ๐ต 6 โ ๐๐ฅ 1− ≥0 ๐ต ๐ต ≥ 6 โ ๐๐ฅ ๐ต ≥ 6 โ 19 → ๐ต ≥ 114 → ๐ต ≥ 120 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 49 APLICAÇÃO 5 (e) Resistência à Translação: (d) Avaliação da Tensão Máxima: ๐น๐ โ ๐น๐ง 6 โ ๐๐ฅ 6 โ ๐๐ฆ ๐๐á๐ฅ = โ 1+ + ≤ ๐๐๐๐ ๐ตโ๐ฟ ๐ต ๐ฟ ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ ≤ 2,5 ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ ๐ต ≤ 2,5 ๐ฟ ๐ต ๐ฟ≥ 2,5 Resolve-se por tentativas e respeitando-se o critério anterior. Adotando: 240 ๐ฟ≥ = 96 → 2,5 ๐ต = 240 ๐๐ ๐น๐ = ๐น๐๐ก 1,5 → ๐๐๐๐๐๐ ≥แ 2,0 → ๐๐๐๐๐๐๐ ๐น๐ป ๐น๐๐ก = ๐ + ๐๐ฃ โ tan ๐ฟ โ ๐ต โ ๐ฟ 1,05 โ 30 โ 10 ๐๐ฃ = 0,5 โ = 65,63 ๐๐๐ 2,4 โ 1,0 ๐น๐๐ก = 5 + 65,63 โ 0,37 โ 2,4 โ 1,0 ๐น๐๐ก = 70,28 ๐๐ ๐ฟ = 100 ๐๐ 1,05 โ 30 โ 103 6 โ 19 ๐๐á๐ฅ = โ 1+ 240 โ 100 240 ๐น๐ โ ๐น๐ง ๐๐ฃ = (0,5) โ ๐ตโ๐ฟ ๐๐ฆ = ๐ง๐๐๐ ๐๐á๐ฅ = 1,94 ๐๐๐/๐๐² ≤ ๐๐๐๐ = 2,0 ๐๐๐/๐๐² ๐น๐ป = ๐น๐ฅ2 + ๐น๐ฆ2 ๐น๐ป = 1,5 ๐ก๐ = 15 ๐๐ 70,28 ๐น๐ = = 4,69 ≥ 2,0 15 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 50 3. Dimensionamento Estrutural – ELU 3.4 Sapata Isolada de Divisa APLICAÇÃO 6 Dimensionar e detalhar uma sapata isolada de um projeto: Projeto Estrutural (Pilar): Fz = 10 tf b = 40 cm | l = 40 cm Afastamento: a = 3 cm Divisa na vertical Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt Fundação (Sapata Isolada): Tensão admissível: 3,0 kgf/cm² 6 51 APLICAÇÃO 6 (a) Avaliação da Tensão Mínima: ๐๐ฆ = ๐ง๐๐๐ ๐น๐ โ ๐น๐ง 6 โ ๐๐ฅ 6 โ ๐๐ฆ ๐๐í๐ = โ 1− − ≥0 ๐ตโ๐ฟ ๐ต ๐ฟ ๐ต ≥ 6 โ ๐๐ฅ ๐๐ฆ + ๐น๐ฅ โ ๐ง ๐ต ๐ ๐๐ฅ = + −๐− ๐น๐ง 2 2 60 40 ๐๐ฅ = −3− 2 2 ๐ต ๐๐ฅ ≤ 6 ๐๐ฆ = ๐ง๐๐๐ ๐๐ฅ = 7 ๐๐ (c) Avaliação da Tensão Máxima: ๐๐ฆ + ๐น๐ฅ โ ๐ง ๐ต ๐ ๐๐ฅ = + −๐− ๐น๐ง 2 2 ๐น๐ โ ๐น๐ง 6 โ ๐๐ฅ 6 โ ๐๐ฆ ๐๐á๐ฅ = โ 1+ + ≤ ๐๐๐๐ ๐ตโ๐ฟ ๐ต ๐ฟ ๐ต ๐ ๐ต −๐− ≤ 2 2 6 3 ๐ต ≤ โ๐+3โ๐ 2 3 ๐ต ≤ โ 40 + 3 โ 3 2 ๐ต ≤ 69 ๐๐ Adotando: (b) Cálculo das excentricidades: ๐น๐ โ ๐น๐ง 6 โ ๐๐ฅ ๐ฟ≥ โ 1+ ๐ต โ ๐๐๐๐ ๐ต 1,10 โ 10 โ 103 6โ7 ๐ฟ≥ โ 1+ 60 โ 3,0 60 ๐ต = 60 ๐๐ ๐๐ฆ = ๐ง๐๐๐ ๐ฟ ≥ 103,9๐๐ ๐ฟ = 110 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 52 APLICAÇÃO 6 (c) Verificação: ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ ≤ 2,5 ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ 110 = 1,83 ≤ 2,5 60 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 53 3. Dimensionamento Estrutural – ELU 3.5 Sapata de Divisa com Viga Alavanca APLICAÇÃO 7 Dimensionar as sapatas com viga alavanca de um projeto: Projeto Estrutural (Pilares): P1 (20x40) = 40 tf P2 (20x50) = 160 tf Fundação (Sapatas): Tensão admissível: 2,0 kgf/cm² a = 5cm DIVISA P1 P2 300cm Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 7 54 APLICAÇÃO 7 (c) Calcular R1 e determinar L: << SAPATA DA DIVISA >> (a) Partir da relação L = 2B e adotar e = 0: ๐ต= ๐น๐ โ ๐1 2 โ ๐๐๐๐ ๐ต = 102,5 ๐๐ ๐ต= 1,05 โ 40 โ 103 2 โ 2,0 ๐ 1 = ๐1 + โ๐ ๐ 1 = 40 + 5,28 ๐ 1 = 45,28 ๐ก๐ ๐น๐ โ ๐ 1 ๐ฟ≥ ๐ต โ ๐๐๐๐ 1,05 โ 45,28 โ 103 ๐ฟ≥ ≥ 238 ๐๐ 100 โ 2,0 ๐ฟ = 240 ๐๐ ๐ต = 100 ๐๐ (b) Com o valor de “B” fixado: (d) Verificação: ๐ต ๐ ๐ = − −๐ 2 2 ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ ≤ 2,5 ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ 100 20 ๐= − − 5 = 35 ๐๐ 2 2 ๐ =๐ฅ−๐ ๐ = 300 − 35 ๐ = 265 ๐๐ ๐ โ๐ = ๐1 โ ๐ 35 โ๐ = 40 โ 265 โ๐ = 5,28 ๐ก๐ 240 = 2,40 ≤ 2,5 100 Para a sapata de reação (S2), calcular como sapata isolada, considerando-se no máximo 50% do alívio (ΔP). Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 55 APLICAÇÃO 8 Prof. (m) NSPT 1 0 Estime o recalque imediato máximo de uma sapata instalada a 1,5 m de profundidade em solo permeável com base B = 100 cm e L = 140 cm que suporta uma carga vertical de 42 tf. 2 15 3 18 4 20 5 16 6 14 7 22 8 26 9 28 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 8 Tipo de solo Argila arenosa Areia argilosa Areia siltosa 56 APLICAÇÃO 8 Convenção de Terminologia: • Camada(s) = refere-se ao perfil de solo descrito pela sondagem SPT. Cada camada sempre possui 1 metro de espessura; • Fatia(s) = refere-se à discretização do solo abaixo do base da fundação, definida pelo projetista, variável e necessária para o cálculo do recalque da fundação. (a) Calcular o módulo de elasticidade do solo de cada camada (Es): Para este estudo de caso foi escolhida a metodologia de Teixeira e Godoy (1996). ES = ๏ก.K.NSPT (MPa) Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 57 1 Teixeira e Godoy (1996): ES = ๏ก.K.NSPT (MPa) APLICAÇÃO 8 Prof. (m) NSPT 1 0 Tipo de solo Argila arenosa ๏ก K (MPa) Es (MPa) 7 0,30 0,00 7 0,30 31,50 2 15 3 18 7 0,30 37,80 4 20 3 0,55 33,00 3 0,55 26,40 14 3 0,55 23,10 7 22 3 0,70 46,20 8 26 3 0,70 54,60 9 28 3 0,70 58,80 5 6 16 Areia argilosa Areia siltosa Solo ๏ก K (MPa) Areia com pedregulho 3 1,1 Areia 3 0,90 Areia siltosa 3 0,70 Areia argilosa 3 0,55 Silte arenoso 5 0,45 Silte 5 0,35 Silte argiloso 5 0,25 Argila arenosa 7 0,30 Argila siltosa 7 0,20 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 58 APLICAÇÃO 8 (b) Definir as espessuras das fatias (Δzi): Não existe uma regra obrigatória. É subjetiva! Sugestões: i. Para zi ≥ 0,0: โข ii. Fz Δzi ≤ 0,25.B ou Δzi ≤ 0,5 m Para zi ≥ B: โข Δzi ≤ 0,5.B ou Δzi ≤ 1,0 m Definições: iii. Para zi ≥ 2.B: โข Δzi ≤ 1,0.B ou Δzi ≤ 3,0 m Obs.: ∑Δzi ≥ 6.B z zi = distância entre a base da fundação e o ponto médio da fatia “i”; B = menor dimensão em planta da fundação. Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 59 APLICAÇÃO 8 (b) Definir as espessuras das fatias (Δzi): i. Para zi ≥ 0,0: โข ii. Fz Δzi ≤ 0,25.B ou Δzi ≤ 0,5 m z Para zi ≥ B: โข Δzi ≤ 0,5.B ou Δzi ≤ 1,0 m iii. Para zi ≥ 2.B: โข Δzi ≤ 1,0.B ou Δzi ≤ 3,0 m Obs.: ∑Δzi ≥ 6.B Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt B = 1,0m L = 1,4m Fatia Δzi (m) 1 0,25 2 0,25 3 0,25 4 0,25 5 0,50 6 1,00 7 1,50 8 2,00 60 APLICAÇÃO 8 (c) Calcular (zi): Fz Fatia z B = 1,0m L = 1,4m zi = distância entre a base da fundação e o ponto médio da fatia “i”. Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt Δzi (m) zi (m) 1 0,25 0,1250 2 0,25 0,3750 3 0,25 0,6250 4 0,25 0,8750 5 0,50 1,2500 6 1,00 2,0000 7 1,50 3,2500 8 2,00 5,0000 61 Fz APLICAÇÃO 8 (d) Calcular o módulo de elasticidade do solo de cada fatia (Esi): โข Identificar a cota de apoio da base da fundação no perfil de sondagem. โข Profundidade da sapata = 1,5 m. โข Observar a correspondência entre as fatias e as camadas. Prof. (m) Es (MPa) 1 0,00 2 31,50 1,5m 0,25m 0,25m 0,25m 0,25m 0,5m 3 37,80 4 33,00 1,0m 5 26,40 1,0m 6 23,10 7 46,20 8 54,60 9 58,80 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 1 2 3 4 5 6 1,5m 7 1,0m 2,0m 8 0,5m 0,5m 0,5m 62 Fz APLICAÇÃO 8 (d) Calcular o módulo de elasticidade do solo de cada fatia (Esi): โข Fatia 7: 26,4 โ 1 + 23,1 โ 0,5 ๐ธ๐ 7 = 1 + 0,5 ๐ธ๐ 7 = 25,30 ๐๐๐ โข Fatia 8: Prof. (m) Es (MPa) 1 0,00 2 31,50 1,5m 0,25m 0,25m 0,25m 0,25m 0,5m 3 37,80 4 33,00 1,0m 5 26,40 1,0m 6 23,10 7 46,20 23,1 โ 0,5 + 46,2 โ 1 + 54,6 โ 0,5 ๐ธ๐ 8 = 0,5 + 1 + 0,5 8 54,60 ๐ธ๐ 8 = 42,53 ๐๐๐ 9 58,80 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 1 2 3 4 5 6 1,5m 7 1,0m 2,0m 8 0,5m 0,5m 0,5m 63 APLICAÇÃO 8 Fz (d) Calcular o módulo de elasticidade do solo de cada fatia (Esi): Fatia Δzi (m) zi (m) Esi (MPa) 1 0,25 0,1250 31,50 2 0,25 0,3750 31,50 3 0,25 0,6250 37,80 4 0,25 0,8750 37,80 5 0,50 1,2500 37,80 6 1,00 2,0000 33,00 7 1,50 3,2500 25,30 8 2,00 5,0000 42,53 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 1,5m 64 APLICAÇÃO 8 (e) Calcular o acréscimo de tensão no ponto médio de cada fatia, ou seja, Δσi (total): 1,4m โข HOLL: Δσz é máximo sob o ponto central da base. โ๐๐ ๐ก๐๐ก๐๐ = 4 โ โ๐๐ ๐๐๐๐๐๐๐ Aplicar no cálculo do recalque da fatia Obter com a Fórmula de Holl I II b III IV b a a 1,0m ๐ฟ๐๐๐ ๐ฅ ๐= 2 ๐ = 0,7 ๐ ๐ ๐โ๐ ๐โ๐โ๐ง Δ๐๐ง = ๐๐๐๐ก๐ + โ ๐ 1−2 + ๐ 2−2 2๐ ๐ง โ ๐ 3 ๐ 3 ๐ 1 = ๐2 + ๐ง 2 ๐ 2 = ๐2 + ๐ง 2 ๐ 3 = ๐2 + ๐ 2 + ๐ง 2 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt ๐= Ponto Central ๐ฟ๐๐๐ ๐ฆ ๐= 2 ๐ = 0,5 ๐ ๐น๐ง ๐ด๐๐๐ ๐ 42 โ 10 ๐= 1,4 โ 1,0 ๐ = 300 ๐๐๐ 65 APLICAÇÃO 8 (e) Calcular o acréscimo de tensão no ponto médio de cada fatia, ou seja, Δσi (total): โข Para a Fatia 1: โช z1 = 0,125 m ๐ = 300 ๐๐๐ ๐ 1 = 0,72 + 0,1252 = 0,71 m ๐ 3 = 0,72 + 0,52 + 0,1252 = 0,87 ๐ ๐ = 0,7 ๐ ๐ 2 = ๐ = 0,5 ๐ 0,52 + 0,1252 = 0,52 ๐ 300 0,7 โ 0,5 0,7 โ 0,5 โ 0,125 Δ๐1 ๐๐๐๐๐๐๐ = โ ๐๐๐๐ก๐ + โ 0,71−2 + 0,52−2 2๐ 0,125 โ 0,87 0,87 Δ๐1 ๐๐๐๐๐๐๐ = 74,43 ๐๐๐ Δ๐1 ๐ก๐๐ก๐๐ = 4 โ 74,43 = 297,71 ๐๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 66 APLICAÇÃO 8 (e) Calcular o acréscimo de tensão no ponto médio de cada fatia, ou seja, Δσi (total): Fatia Δzi (m) zi (m) Esi (MPa) R1 (m) R2 (m) R3 (m) Δσi parcial (kPa) Δσi total (kPa) 1 0,25 0,1250 31,50 0,7111 0,5154 0,8693 74,43 297,71 2 0,25 0,3750 31,50 0,7941 0,6250 0,9384 65,06 260,22 3 0,25 0,6250 37,80 0,9384 0,8004 1,0633 49,63 198,53 4 0,25 0,8750 37,80 1,1205 1,0078 1,2270 36,27 145,08 5 0,50 1,2500 37,80 1,4327 1,3463 1,5174 23,01 92,06 6 1,00 2,0000 33,00 2,1190 2,0616 2,1772 10,86 43,44 7 1,50 3,2500 25,30 3,3245 3,2882 3,3619 4,48 17,94 8 2,00 5,0000 42,53 5,0488 5,0249 5,0735 1,96 7,83 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 67 APLICAÇÃO 8 (f) Calcular o recalque de cada fatia (ρi): Δ๐๐ ๐ก๐๐ก๐๐ โ Δ๐ง๐ ๐๐ = ๐ธ๐ ๐ โข Para a Fatia 1: โช Δσ1 (total) = 297,71 kPa 297,71 โ 0,25 ๐1 = = 2,36 โ 10−3 ๐ 31,5 โ 1000 โช Δz1 = 0,25 m โช Es1 = 31,5 MPa ๐1 = 2,36 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 68 APLICAÇÃO 8 (f) Calcular o recalque de cada fatia (ρi): Fatia Δzi (m) zi (m) Esi (MPa) R1 (m) R2 (m) R3 (m) Δσi parcial Δσi total ρi (mm) (kPa) (kPa) 1 0,25 0,1250 31,50 0,7111 0,5154 0,8693 74,43 297,71 2,36 2 0,25 0,3750 31,50 0,7941 0,6250 0,9384 65,06 260,22 2,07 3 0,25 0,6250 37,80 0,9384 0,8004 1,0633 49,63 198,53 1,31 4 0,25 0,8750 37,80 1,1205 1,0078 1,2270 36,27 145,08 0,96 5 0,50 1,2500 37,80 1,4327 1,3463 1,5174 23,01 92,06 1,22 6 1,00 2,0000 33,00 2,1190 2,0616 2,1772 10,86 43,44 1,32 7 1,50 3,2500 25,30 3,3245 3,2882 3,3619 4,48 17,94 1,06 8 2,00 5,0000 42,53 5,0488 5,0249 5,0735 1,96 7,83 0,37 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 69 APLICAÇÃO 8 (g) Recalque da sapata (ρtotal): ๐๐ก๐๐ก๐๐ = เท ๐๐ ๐๐ก๐๐ก๐๐ = 2,36 + 2,07 + 1,31 + 0,96 + 1,22 + 1,32 + 1,06 + 0,37 ๐๐ก๐๐ก๐๐ = 10,67 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 70 9 Aplicação 9 Fz = 800 kN 0,0 m Estime o recalque imediato da sapata indicada na figura ao lado, sabendo que a base da sapata é retangular, com B(x)=2,5m e L(y)=3,2m, e que a altura da sapata (Hb) é de 0,9m. O pilar possui dimensões de: b(x) = 25cm e l(y) = 65 cm. -2 m -12 m Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 71 ๐ − ๐๐ ๐๐ = โ๐ โ ๐ฉ โ โ ๐ฐ๐ ๐ฌ๐ Δq = q (neste caso) B = 2,5m e L = 3,2m b = 25cm e l = 65cm ๐= ๐น๐ง ๐ด๐๐๐ ๐ ν = 0,5 Eu = 30 MPa Hb = 0,9m H = 10m 800 ๐ = 100 ๐๐๐ ๐= 3,2 โ 2,5 APLICAÇÃO 9 0,0 m -2 m Como Hb = 0,9m ≥ 0,75m e 0,85m, a sapata é rígida. H = 10m ๐ต − ๐ 250 − 25 ๐ป๐ ≥ = = 75 ๐๐ 3 3 ๐ฟ − ๐ 320 − 65 ๐ป๐ ≥ = = 85 ๐๐ 3 3 Fz = 800 kN -12 m Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 72 APLICAÇÃO 9 B = 2,5m e L = 3,2m ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ 320 = = 1,28 ๐๐๐๐๐ ๐ฟ๐๐๐ 250 L/B (Iw) RÍGIDA 1,0 0,86 1,28 − 1,0 ๐ฅ − 0,86 = 2,0 − 1,0 1,17 − 0,86 1,28 x ๐ฅ = 0,9468 2,0 1,17 1 − ๐2 ๐๐ = โ๐ โ ๐ต โ โ ๐ผ๐ค ๐ธ๐ข 1 − 0,52 ๐๐ = 100 โ 2,5 โ โ 0,9468 30 โ 1000 ๐๐ = 5,92 โ 10−3 ๐ ๐๐ = 5,92 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 73 APLICAÇÃO 10 Recalque por adensamento 0,0 m a) Estime o recalque por adensamento primário para o mesmo perfil de solo. โ๐ = 100 ๐๐๐ 10 Fz = 800 kN -2 m ๐ต = 2,5 ๐ H = 1000cm ๐๐′ ๐๐′ ๐ถ๐ โ ๐ป ๐ถ๐ โ ๐ป ๐๐ = โ ๐๐๐ ′ + โ ๐๐๐ ′ 1 + ๐๐ ๐๐ 1 + ๐๐ ๐๐ ๐๐′ = ๐๐′ + โ๐ ๐๐′ = 19 โ 2 + 16 − 10 โ 5 = 68 ๐๐๐ -12 m Como a argila é NC: ๐๐′ = ๐๐′ = 68 ๐๐๐ ๐๐′ ๐ถ๐ โ ๐ป (3) → ๐๐ = โ ๐๐๐ ′ 1 + ๐๐ ๐๐ ๐๐′ = 68 + 100 = 168 ๐๐๐ 0,3 โ 1000 168 ๐๐ = โ ๐๐๐ = 42,09 ๐๐ 1 + 1,8 68 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 74 APLICAÇÃO 10 Recalque por adensamento a) ๐๐๐๐๐ = ๐ โ ๐๐ μ = fator de correção = f (A, H/B) A = 0,8 H = 10m 0,84 B = 2,5m ๐ป 10 = =4 ๐ต 2,5 ๐๐๐๐๐ = 0,84 โ 42,09 ๐๐๐๐๐ = 35,35 ๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 75 APLICAÇÃO 10 Recalque por adensamento 0,0 m b) Qual o tempo necessário para ocorrer o recalque total? U = 100% → tempo = infinito ๐= -2 m ๐๐ฃ โ ๐ก ๐ป๐2 H = 1000cm ๐๐ก๐๐๐๐ ๐= ๐๐ก๐๐ก๐๐ U = 99,9% → adota-se T = 2,0 ๐ โ ๐ป๐2 ๐ก= ๐๐ฃ ๐ก= Fz = 800 kN 2 โ 500² 4,0 โ 10−3 -12 m ๐ก = 125 โ 106 ๐ ๐๐๐ข๐๐๐๐ โ ๐๐๐. ๐ 1 ๐๐๐ = 365 ๐๐๐๐ โ 24 โ 60 โ 60 ๐๐๐ โ ๐๐๐. 1 ๐๐๐ = 31.536.000 ๐ ๐๐๐ข๐๐๐๐ ๐ก = 3,96 ๐๐๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 76 APLICAÇÃO 10 Recalque por adensamento 0,0 m c) Qual o tempo necessário para ocorrer 50% do recalque total? ๐๐ก๐๐๐๐ ๐= ๐๐ก๐๐ก๐๐ -2 m ๐๐ก๐๐ก๐๐ = 35,35 ๐๐ ๐๐ฃ โ ๐ก ๐= 2 ๐ป๐ H = 1000cm U = 50% → T = ? Fz = 800 kN Fórmulas de Taylor para o T: ๐ 2 โ ๐ ๐๐๐๐ ๐ ≤ 0,6 4 ๐ = −0,933 โ log 1 − ๐ − 0,085 ๐๐๐๐ ๐ > 0,6 ๐= ๐ ๐ = โ 0,52 = 0,196 4 0,196 โ 500² ๐ก= = 12.250.000 ๐ 4,0 โ 10−3 -12 m 1 ๐ê๐ = 30 ๐๐๐๐ โ 24 โ ๐๐๐. ๐ โ 60 โ 60 ๐๐๐ โ ๐๐๐. 1 ๐ê๐ = 2.592.000 ๐ ๐๐๐ข๐๐๐๐ Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt ๐ก = 4,7 ๐๐๐ ๐๐ 77 APLICAÇÃO 10 Recalque por adensamento ๐๐ก๐๐ก๐๐ = 35,35 ๐๐ 0,0 m Fz = 800 kN d) Qual o valor do recalque após 30 dias? 30 ๐๐๐๐ = 2.592.000 ๐ ๐๐๐ข๐๐๐๐ ๐๐ฃ โ ๐ก 4,0 โ 10−3 โ 2592000 ๐= 2 ๐= = 0,0415 ๐ป๐ 500² -2 m ๐= 4โ๐ ๐๐๐๐ ๐ ≤ 0,6 ๐ H = 1000cm Fórmulas de Taylor para o U: −0,085−๐ ๐ = 1 − 10 0,933 ๐๐๐๐ ๐ > 0,6 -12 m ๐= 4 โ 0,0415 = 0,2299 ๐๐๐๐ ๐ ≤ 0,6 ๐ ๐๐ก๐๐๐๐ ๐= ๐๐ก๐๐ก๐๐ ๐๐ก๐๐๐๐ = 0,2299 โ 35,35 Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt ๐๐ก๐๐๐๐ = 8,13 ๐๐ 78 11 APLICAÇÃO 11 Recalque por compressão secundária: Fz = 800 kN 0,0 m -2 m Admitindo Cα =0,6%, estime o recalque por compressão secundária depois de 50 anos de iniciado o carregamento. -12 m Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 79 APLICAÇÃO 11 Recalque por compressão secundária 0,0 m ๐ก2 ๐๐ = ๐ถ๐ผ โ ๐๐๐ โ๐ป ๐ก1 -2 m ๐๐ = 6,61 ๐๐ H = 1000cm 0,6 50 ๐๐ = โ ๐๐๐ โ 1000 100 3,96 Fz = 800 kN RECALQUE TOTAL -12 m ๐๐ก = ๐๐ + ๐๐ + ๐๐ ๐๐ก = 0,59 + 35,35 + 6,61 ๐๐ = ๐๐, ๐๐๐ Não é aceitável, pois é maior que o admissível (40 a 50mm) Eng. MSc. Douglas M. A. Bittencourt 80
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