N a r r a t i v a s q u ev e n d e m Técni caspar at or naracomuni caçãoda suaequi pemai scl ar aeper suasi v a Po rAn d r éBr o t t o N ã oéu maq u e s t ã od o q u ev o c êf a l a , ma ss i m d af o r mac o mov o c êf a l a . UmaONGquecapt adi nhei r opar adoaçãode al i ment ospar acr i ançasdenaçõesaf r i canas est av acom osegui nt edesaf i o: Ascont r i bui ções est av am di mi nui ndo. Comoconsegui rconv encer aspessoasadoar em nov ament e? El esnãosabi am qual ser i aamel horf or made comuni caressanecessi dadeedessamanei r a pedi r am aj udaaumaconsul t or i a. Osespeci al i st asem cr i açõesdecampanhas par agr andesempr esasr esol v er am f az erum t est e: f al aramesmacoi sa, sobr eper spect i v as di f er ent es. 01 Ap r i me i r ae s t r a t é g i a Apr i mei r aest r at égi af oi abor daroassunt o f al andoqueodi nhei r oqueessaspessoasdoav am i r i aaj udaral gunspaí sesaf r i canoscom odesaf i o daescassezdeal i ment os. As e g u n d ae s t r a t é g i a Asegundaper spect i v af oi um poucodi f er ent e: aoi nv ésdeabor darsobr eospaí ses, el esf al av am sobr eapopul açãoqueest av apassandof ome daquel epaí sespecí f i co. AT e r c e i r ae s t r a t é g i a Not er cei r ot est e, el espegar am umacr i ança especí f i ca, der am um nomepar aessacr i ança, cont ar am comoer aodi aadi adel a, quandot i nha quei rpar aaescol aenãot i nhaoquecomer . 02 El esdi spar ar am essast r êscomuni caçõespar aomer cadoe esper ar am osr esul t ados. Qual v ocêacr edi t aquet ev eum mai orpot enci al deconv enci ment o ef ezcom queaspessoasdoassem mai sdi nhei r o? Sev ocêacr edi t aquef oi ahi st ór i adesoment eumameni na, v ocê acer t ou. Sabeporquei ssoacont eceu?Foi por queel est or nar am ai dei amai st angí v el . Tal v ezessapal av r a" t angí v el "sej anov apar a v ocê, maséal gomui t oi mpor t ant e. Consegui rt angi bi l i z aral goét eracapaci dadedef az eraspessoas enx er gar em essasuai dei a. Quandof al amosdeum paí soudeum gr upodepessoas, nãosomoscapaz escol ocarumacar anessas pessoasei ssoacabadi mi nui ndonossosent i ment odeempat i a. Masquandocont oahi st ór i adeumameni naespecí f i ca, mi nha audi ênci aconsegueseconect arcom asi t uação, ent enderoquant o el aégr av eef i camai spr opensaar eal i z aradoação. Ei ssof unci onadamesmaf or manonossodi aadi apr of i ssi onal . Namai or i adasv ez esadi f er ençaent r eat i ngi rmeuobj et i v oounão, est ánaescol haquef açoem comoeupegoai dei aqueest ána mi nhacabeçae“ v endo ”essai dei apar aapessoaqueest áal i me escut ando. 03 Eus ou A n d r éB r o t t o , CEOdaFant ást i caFábr i ca Cr i at i v aeespeci al i st aem t r ei nament oedesenv ol v i ment o depessoashámai sde16anos edepoi sdet r ei narmai sde 4. 000pessoas, ex i st eal goque émui t ocomum euouv i rde quaset odasel as. Essas pessoasacr edi t am quea capaci dadedev enderal goé ex cl usi v odeal guém que t r abal hanaár eadev endas. Oquet emosnonossocér ebr oéoconheci ment ot écni copr of undo daqui l oquef az emos, dopr oj et oquedesenv ol v emos, doser v i ço quet emospar aof er ecer . Sóque, seeupegoesseconcei t ocompl ex oesi mpl esment ecol oco dent r odequal quermat er i al ( sej aem um emai l , umaapr esent ação, et c)edounamãodessaspessoas, el asnãoconseguem enx er garo quant oami nhai dei aéboa. El asnãoconseguem enx er gardef or macl ar aobenef í ci oqueeu possopr opor ci onar . 04 “ “ Por i s s oquer e f or ç o: Nã oéumaque s t ã o doquev oc êf a l a , ma sde c o mov o c êf a l a . Vocêv ai per ceberqueumasi mpl esmudançadeper spect i v a f azt odaadi f er ençanosr esul t adosquev ocêobt ém. Euf al oporex per i ênci apr ópr i a, t ant opar aami nhacar r ei r a comoempr eendedorcomopar aquandoeut r abal hav ano mundocor por at i v o, apr endermecomuni cardef or mamai s per suasi v ameaj udouaapr ov arpr oj et os, af echarv endas com oscl i ent es, acr i art r ei nament osecont eúdosr edes soci ai smui t omai sengaj ador es. Ent ão, comomet or noumapessoamai sper suasi v a? Dei x amet et r az erdoi sest udosdecasospr át i cos, quei r ãot e darospr i mei r osi nsi ght smui t oi mpor t ant espar at r ansf or mar suacomuni cação. 05 Comov e nde r uma me l a n c i a ? Comoumapessoav ender i auma mel anci anomer cado? Agr andet endênci aéquequal quer pessoaf oquenascar act er í st i cas dessepr odut o. Fal ar í amosdosaspect ost écni cos: E ES D N E V a l e g, a5k s ape i nc a l ame s Es “ , l i s a Br o d e t r o n o n á l a d i oduz épr a t s u c e , C e A a n mi a t i mv e t ” g. k R$5por Logodepoi sdev ocêapr esent art udoi sso, oque v ocêf ar i a?Vocêt ent ar i af echarav enda. " Gos t ar i adecompr arumamel anci ahoj e? " Ex i st em v ár i osest udosquemost r am queocér ebr odeuma pessoa, nomoment oem quev ocêt át ent andov enderal gopar a el a( eent endaquev enderpodeseroat odet ent arpr omov eruma i dei apar aessapessoa)nãof unci onadef or mat ãol ógi caassi m. Essaspesqui sasper ceber am queoserhumano, def or mager al , nãocompr acom al ógi ca, el ecompr aporcausadeumaemoção, el ogodepoi s, el ej ust i f i caessacompr aat r av ésdal ógi ca. Épor i ssoqueamel horf or madet eraat ençãodeal guém, depr omov er umai dei a, dev enderum pr odut oouum ser v i ço, épr i mei r ocr i ar empat i acom apessoaqueest áal i nasuaf r ent e, at r av ésdeuma emoção, sej aessaemoçãoposi t i v aounegat i v a. Ent ão, deque f or maconsegui mosf az eri sso? 06 0 1 E s t r a t é g i a1 : Abor deal goqueéi mpor t ant epar aoseu cl i ent eemost r ecomov ocêconsegue r esol v eropr obl emadel e. Par aent endermel hor , v ej aest eex empl opr át i co: Seeuqui sesse v enderessamel anci apar aum pai quet em um f i l ho, comoeu consegui r i ager aressaempat i aat r av ésdeumaemoçãocom el e? I magi nequeum pai quet em um f i l hopodepr eci sardeuma al t er nat i v asaudáv el , por queel enãoquerdardoceot empot odopar a essacr i ança, essaéumapr eocupaçãoqueel et em. Ent ão, eupossomecomuni cardasegui nt ef or ma: “ amel anci aéuma opçãor ef r escant eesaudáv el par apai squequer em darum doce par aseusf i l hosnest ev er ão. ” Assi m, at acamosacul padopai nãodei x arseuf i l hof el i z , mas t ambém apr eocupaçãodenãof i cardandoaçúcarpr ocessadoo t empot odo. Ecl ar o, est amosdandoum ex empl odeumamel anci asendov endi da par aum pai quet em um f i l ho, masagr andesacadaév ocêconsegui r t r az eressamesmai dei apar aoseudi aadi a. Af i nal , seest out ent andopr omov erumai dei adeum pr oj et odent r ode umaempr esapar aumaár eaespecí f i ca, di gamos, par aumaár eade compr as, dequef or maessepr oj et oseconect acom umador , com um pr obl emaqueaár eadecompr asdami nhaempr esat em?Sev ocê conseguef az eressaconex ão, est ápr i mei r oger andoempat i acom o seucl i ent eant esdeabor darasuasol ução. Eseessami nhai dei a, seessemeupr odut oouser v i çot em uma car act er í st i ca, umaqual i dadesensaci onal , eupr eci sof al ardel apar a aspessoas, oqueeuf aço? 07 0 2 E s t r a t é g i a2 : Cr i edesej opel aqual i dadeúni cada suai dei a, most r andocomoel ager ar i a um benef í ci opar asuaaudi ênci a. Oqueéal goquei ncomodamui t aspessoasnahor adecomeruma mel anci a?Terum mont edesement esnahor adecomer . Esev ocêt i v erumamel anci aquenãot em sement e, mai soumenos comoaquel amel anci aquadr adaquev endenoJapão?I ssoéuma car act er í st i casensaci onal , eupr eci sof al ari ssopar ami nhaaudi ênci a, por ém nãoadi ant aj ogaressai dei adef or maal eat ór i a. Vocêdev e f al ar : " Jápensoupodercomerumamel anci agel ada, dandoaquel amor di da bem gr andesem medodemor derumasement eamar gaoudef i car cuspi ndoconst ant ement e? " Per cebacomov ocêest áconect andoumacar act er í st i caqueoseu pr odut ot em, com opr obl emaqueaspessoasenf r ent am. Dessamanei r a, euconsi gosi mf al ardomeupr odut o, masaomesmo t empoger arempat i aat r av ésdessaemoção. 08 0 3 E s t r a t é g i a3 : Tor nesuacomuni caçãoóbv i apar a suaaudi ênci at angi bi l i z andosuai dei a. Comoconv encerumapessoaacomermenosaçúcar ? Mui t osnut r i ci oni st ast ent am usarat át i cadomedo, doper i godas gr andesquant i dades. Por ém sef al opar aapessoaqueumal at ade Cocat em 48gdeaçúcar , el aconseguer eal ment ev i sual i z arquant oque é48gdeaçúcarem t er mosdequant i dade?Onúmer oéabst r at ona ment edapessoa. I ssodi mi nui rseupoderdeconv enci ment o, poi ssuaaudi ênci anão compr eendeex at ament eai dei aquev ocêquerpassar . Agor a, ut i l i z andoessaest r at égi adenar r at i v a, eupossout i l i z aral godo di aadi adaquel apessoaqueéóbv i o, comoporex empl odi z erqueessa quant i dadeéequi v al ent eaoi t osachêsdeaçúcar . =4 8 g Oqueeuf i znessemoment o?Euf i zapessoaenx er garai dei aque est av anami nhacabeça. Opr obl emaéquemui t asv ez es, nósquesomosespeci al i st asnot ema t écni co, f al amosdef or mat écni cat ambém. 48gdeaçúcarpar aum nut r i ci oni st apodepar eceróbv i o, maspar aopaci ent e, t al v eznãosej a. 09 S t e v eJ o b seo P r i me i r oi P o d QuandoSt ev eJobsapr esent ouoi Pod, el equer i adest acaracapaci dadede ar maz enament odopr odut o. Amai or i adaspessoasmenci onar i aa quant i dadedememór i a, quant os gi gaby t esodi sposi t i v opossui , cer t o? “ Ah, t em 1GB, 2GBdememór i a.Ol haquel egal ! ” Masoquãoat r aent eecompr eensí v el i ssoépar aopúbl i co?Nest e aspect o, St ev eJobsf oi br i l hant e, poi sel enãof al ousobr equant os gi gaby t esdememór i aoi Podt i nha, massi m deumaf or ma bast ant eúni ca: “ 1000músi casquecabem noseubol so. ” 10 V e j ac o mou mag r a n d eh i s t ó r i a f o i c o n t a d ae mu maú n i c af r a s e : Comoopúbl i coem ger al nãopossui conheci ment ot écni co especí f i co, mui t osnãosabem quant asmúsi cascor r espondem a1GBdememór i a. Ent ão, Jobssi mpl i f i couaof al arsobr ea quant i dadedemúsi casqueoapar el hocompor t aem médi a. Naquel aépoca, oi Podt i nhamui t omai smemór i adoqueosout r os MP3pl ay er sdi sponí v ei snomer cado, quemui t asv ez essópodi am ar maz enarcer cade30músi casant esdef i car em chei osmas, com oi Pod, v ocêpoder i at er1000músi cas. Eassi m, aut omat i cament e, aaudi ênci acomeçav aai magi nar : “ Pux a, v ouv i aj ardeav i ão, deôni bus. . . Ol haquant amúsi caeupossoouv i r ! ” “ Possoouv i renquant ocor r onar ua. ”Essapequenahi st ór i af oi cr i adanament edemui t aspessoascom apenasumaf r ase. Aest r at égi adet angi bi l i z açãoési mpl esment eumadast écni casque v ocêpodeapl i carem di v er sasár easdoseut r abal hoquef az em v ocê at i ngi rseusobj et i v ospr of i ssi onai s. Eessaéamudançadeper spect i v aqueeuquer oquev ocêt enha daqui pordi ant e. Essamudançaquev ai f az ert odaadi f er ençana f or macomov ocêsecomuni ca. Quer oquedaqui pr af r ent ev ocêpar e def ocarsónoaspect ot écni codasuai dei aecomeceaf ocarno benef í ci oenaemoçãoqueessebenef í ci oger apar asuaaudi ênci a. Por quesev ocêconsegui rger aressaempat i aeessaconex ãono moment ocor r et o, seupoderdeper suasãoaument a ex ponenci al ment eev ocêest ar ámui t omai spr óx i modeat i ngi rseus obj et i v os. 11 T r a n s f o r ma mo so p o t e n c i a l d ee mp r e s a s ep e s s o a se mr e s u l t a d o , a t r a v é sd av i s ã oc r i a t i v a Somosumaempr esadet r ei nament osquedesenv ol v e compet ênci asqueaescol at r adi ci onal nãoensi namasquef az em pessoasenegóci ossedest acar em, i ndependent edesuaár eade at uação, at r av ésdaVi sãoCr i at i v a. AVi sãoCr i at i v aéacapaci dadedet r ansf or maroor di nár i oem ex t r aor di nár i o, deencont r arsol uçõesquenãosór esol v em pr obl emas, masquepr omov em cr esci ment oer esul t ado. Quandof al amosem cr i at i v i dade, mui t osi magi nam pessoascom i dei asmi r abol ant eseum per f i l especí f i co: publ i ci t ár i os, escr i t or es, desi gner s, pr ogr amador esdov al edosi l í ci o. Asensaçãoédeque essahabi l i dadeest ámui t odi st ant edanossar eal i dade. NaFFCr i at i v apensamosdef or madi f er ent e. Cr i at i v i dadenãoé sobr e" f az ercoi sasl egai s" ; ésobr eacharsol uçõesqueger am v al orr eal emensur áv el . 12 A s5h a b i l i d a d e sd e s e n v o l v i d a s p e l aV i s ã oC r i a t i v a P E N S A ME N T OA N A L Í T I C O Essahabi l i dadeécr uci al par amax i mi z aror et or nosobr e i nv est i ment o, per mi t i ndoav al i aredeci di rest r at egi cament eonde al ocart empoeesf or çopar aot i mi z arr esul t ados. E X P E R I Ê N C I AD OU S U Á R I OEE N G A J A ME N T OD EP E S S O A S Par aal cançarex cel ênci aecont r i bui rcom osucessodequal quer empr esa, ex per i ênci asenv ol v ent esquemot i v em t ant ocl i ent es quant ocol abor ador essãoessenci ai s . C O MU N I C A Ç Ã O( P E R S U A S Ã O , C L A R E Z AER E T E N Ç Ã OD EA T E N Ç Ã O ) Domi naracomuni cação, nar r at i v aev i sual édet er mi nant epar a pr omov eri dei aseconcei t os, dest acandoseem qual querambi ent e pr of i ssi onal . E S T R A T É G I A SD EA P R E N D I Z A D OEG E S T Ã OD OC O N H E C I ME N T O Conheci ment oéoat i v omai sv al i osodeumaempr esa. A habi l i dadedet r aduz i ret r ansf er i rconheci ment opar aquequal quer pessoanãoapenasadot e, mast ambém r epl i quepr ocessoscom ef i ci ênci aeal t aqual i dade. C R I A T I V I D A D EEI N O V A Ç Ã O Essassão2habi l i dadesquet or nam pessoascapaz esdeobt er r esul t adossuper i or esem qual querár ea. Aqui nãosó desenv ol v emosumament al i dadequer esol v epr obl emas, masque ger am v al oref az em adi f er ença. 13 “ T r e i n a me n t o sq u e g e r a mr e s u l t a d or e a l p a r as u ae mp r e s a “ 14 “ Me t o d o l o g i aMC Fd e e n s i n oc o mt r e i n a me n t o s p r á t i c o sq u eg a r a n t e m a p l i c a ç ã or e a l g e r a n d o r e s u l t a d o si me d i a t o s . “ 15 Ant esdemet or narf undadoreCEOdaFant ást i caFábr i caCr i at i v a, t enhomai sde16anosdeex per i ênci anaár eadet r ei nament oe desenv ol v i ment odepessoas. Tr abal hei em gr andesempr esaseem par cer i acom di v er sas consul t or i as. Dur ant et odoesset empo, er amui t ocomum pr esenci art r ei nament osquenãoger av am r esul t adosr eai s. Nof i nal doanoaempr esamost r av aum al t onúmer odepessoas t r ei nadas, masagr andev er dadeéqueor esul t adopar aonegóci o er amui t opequeno. Col abor ador eser am col ocadosem sal ade aul a, passav am hor asescut andoal guém f al andosobr eum cont eúdot écni co, ev ol t av am par aseust r abal hoscom pouca mudança. Assi st i rum v í deonãoéapr ender . Fi carsent adoem umasal a escut andoal guém f al arnãoéger armudança. Númer odepessoas t r ei nadasnãoér esul t ado. Desdeoi ní ci o, nanossaempr esaopr opósi t oémui t ocl ar o: pr ez amospel or esul t adodosnossosal unos. Eor esul t adosóv em com apl i caçãodoconheci ment oeapr endi z ado. Est udandoquai ser am osmai or esbl oquei osedi f i cul dadesem um pr ocessodet r ei nament o, cr i amosnossomét ododeensi no, oMCF ( ment al i dade, cont eúdoef er r ament a) . 16 Omé t o d oMC Fd ee n s i n o Me n t a l i d a d e : Opr i mei r opassoéal t er ar nossaf or madepensar . Opr ocessodeapr endi z ado nor mal ment et r av aem nossosv el hoshábi t ose cr enças. Desenv ol v emos umaf or madepensar v ol t adapar acr i at i v i dadee i nov ação, massempr ecom f ocoem f az ermai semel hor em menost empo. F e r r a me n t a s : C o n t e ú d o : Osmét odosconv enci onai s f ocam em concei t oset eor i as quesãoboni t asdur ant ea aul a, masquesãodi f í cei sde apl i carnodi aadi a. Nósbuscamosensi nar t écni casquef az em conex ões com ar eal i dadedosnossos al unos. Tudoqueé apr esent adodur ant eo t r ei nament ot em ut i l i dade r eal , ger ar esul t adoenãoé soment emai suma i nf or maçãoqueel esi r ão esquecernodi asegui nt e. Nossamet odol ogi aécompost aporf er r ament asex cl usi v asque aux i l i am oal unoar epet i ropr ocessoensi nadoem sal adeaul a com mai ssegur ança, asser t i v i dadeev el oci dade, gar ant i ndoa mudançadecompor t ament o, apl i caçãodoapr endi z adoepor f i mr esul t adonoseudi aadi a. Essest r êspi l ar esgar ant em quev ocênãoest ásócol ocando mai sum cer t i f i cadonocur r í cul odosseucol abor ador es, massi m ger andoapr endi z adodeumahabi l i dadev al i osa, quel hecol ocaa f r ent edosseusconcor r ent esedesenv ol v epr of i ssi onai squeger am r esul t ador eal . 17 G e s t ã od o c o n he c i me n t o e me q u i pe s T r a i nt het r a i n e r Cr i eumaequi pecapazde t r ei narcol abor ador esem nov os conheci ment osepr ocessosda empr esa, at r av ésdeum mét ododet r ei nament oe desenv ol v i ment odepessoas i nov adoreengaj ador . A pr e s e n t a ç ã o eS t o r y t e l l i n g A pr e s e n t a ç õ e s F a n t á s t i c a s Gui ar emosv ocêpel os3pi l ar es dacr i açãodeapr esent ações, com um cont eúdoquepr endea at ençãodaspessoasev i sual cr i at i v oeest r at égi co, que f unci onam comoumaal av anca naobt ençãodosseusobj et i v os. E s t r a t é gi ad e c o mu n i c a ç ã o en a r r a t i v a H i s t ó r i a s F a n t á s t i c a s Secomuni quecom seus cl i ent esecol abor ador es def or mamai sest r at égi ca, ut i l i z andot écni casde st or y t el l i ngenar r at i v at or nando suacomuni caçãomai scl ar ae per suasi v a. 18 E s t r a t é gi ad e e x pe r i ê n c i ad o u s u á r i oe e n ga j a me n t o d epe s s o a s ga mi f i c a ç ã o Capaci t esuaequi pepar a desenharest r at égi asque aument am oengaj ament o decol abor ador esi nt er nos ecl i ent es, em t ar ef ase pr ocessosqueger am al t o r et or nopar aaempr esa. D e s e n v o l v i me n t o d ee q u i pe sc o m ac u l t u r ad e C r i a t i v i d a d ee I n o v a ç ã o V i s ã oC r i a t i v a Desenv ol v aem seus col abor ador esuma ment al i dadedemel hor i a cont í nua, at r av ésde f er r ament aseest r at égi as degest ãodei dei as, que pr omov em sol uções pr át i caspar apr obl emasdo di aadi aeger am v al orr eal par aonegóci o. CLI QUEAQUI PARALEVARAFFCRI ATI VAPARASUAEMPRESA 19 Junt eseascent enasdegr andesempr esas t r a n s f o r ma d a sp e l aF F C r i a t i v a mai sde mai sde t r ansf or mados t r ei nadas 4 . 0 0 0 1 0 0 al unos empresas mai sde 5 0 0 mi l hor as deaul asassi st i das 20 Cl i queeaces s enos s asr edess oci ai s :
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