Resumo para prova de Sispred II
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Aquecedor na área de serviço.
Maneiras de se aquecer a água: boiler, chuveiro elétrico e aquecedor. Boiler é utilizado
quando temos energia solar
Medidores nos corredores
Sem dependências completas significa que não tem banheiro e nem quarto de
empregado(a)
Se tiver dependências completas, será o número de quartos mais o quarto da
empregada
Número de economias são o número de apartamentos
Ramal predial é um diâmetro
Teremos que fazer o croqui do hidrômetro na prova
Uma polegada fazemos a conversão para DN -> diâmetro nominal é o que vai para
planta
Tentar colocar o reservatório inferior mais perto da escada, para a tubulação do
reservatório superior ser mais próxima da bomba e do reservatório
Um hidrômetro para cada apartamento no pavimento
Cinco pavimentos, cinco hidrômetros
Perda de carga especial, peças que só tem nos ramais. Registro de gaveta e hidrômetro
por exemplo.
Nunca colocar tubulação de 40 mm para ramais horizontais, sempre menor que isso.
Caso necessite, colocar bomba pressurizada.
Água fria: PVC. Água quente: CPVC
Revisão para questão 1 – Consumo diário e dimensionamento dos reservatórios
Estimativa do consumo diário
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Para as edificações residenciais, duas pessoas para cada quarto social e uma pessoa
para cada quarto de serviço.
PUC: apartamento do zelador.
Dimensionamento do ramal predial e do hidrômetro
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O ramal predial compreende a tubulação entre a rede pública de abastecimento de
água (ou privada, nos casos excepcionais) e a extremidade a montante do hidrômetro
da edificação.
Para o RJ, é possível obter o diâmetro do ramal predial, considerando:
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Pressão em m.c.a. (altura total até a entrada do reservatório superior);
Tipo de economia (ou unidade imobiliária)
- Economia P: unidade com até dois quartos
- Economia G: unidade com mais de dois quartos
Número de economias ou consumo diário estimado.
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Pressão - altura do recalque da bomba até a entrada da água no reservatório superior
(somar a altura do recalque mais 2m, que é a altura de entrada de água no RS).
Dimensionamento do hidrômetro e caixa de proteção
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O hidrômetro pode ser dimensionado a partir do diâmetro definido para o ramal predial.
Dimensionamento do ramal predial
Em planta: posicionar a caixa de proteção (indicar as medidas) e posicionar o ramal
predial (indicar o diâmetro)
O alimentador predial é o trecho de tubulação compreendido entre o hidrômetro e o
reservatório inferior, ou RS, caso não exista RI. No RJ, o diâmetro mínimo é ¾'’
Para dimensionar o diâmetro do alimentador predial, é necessário saber a vazão.
Calculamos a vazão a partir do consumo diário.
RTI: reserva técnica de incêndio.
EXEMPLO CÁLCULO RTI:
Hipótese: 3 pavimentos + PUC; é atendida a restrição de 30 metros
Área de proteção = 30 metros -> 1 hidrante/andar -> 4 hidrantes
RTI – 6000 l
Tem que posicionar os hidrantes.
Reservatórios - Dimensionamento
O dimensionamento dos reservatórios é realizado considerando-se o tempo de
detenção da água nos mesmos.
VRI = 1,5 x CD -> Volume do reservatório inferior é 1,5 vezes o consumo diário
VRI -> passar para m³
VRS = CD + RTI -> Volume do reservatório superior, considera-se o armazenamento do
consumo diário e o RTI.
VRS -> passar para m³
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A altura do reservatório inferior deve ser entre 1,60 e 1,80m. Para calcular a altura
total, devem ser consideradas as seguintes distâncias: 0,10m entre o nível da água
e o extravasor; 0,10 m entre o extravasor e o alimentador; 0,10 m entre o
alimentador e a visita; 0,60 a 0,80m para a visita, em caso de a mesma ser lateral.
O reservatório inferior deve ser dividido em dois compartimentos, de forma que
cada um contenha canalização de sucção para a água limpa. A válvula de pé de
crivo deve ficar pelo menos 10 cm do fundo, evitando, assim, que a sucção revolva
o lodo depositado. O alimentador deve sempre ficar abaixo do extravasor.
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Altura do RS também entre 1,60 e 1,80m.
Altura mínima em relação ao piso em que o mesmo deve ser projetado de 0,80m
acima do piso do compartimento (podendo se estender até 1,50m)
Altura total RS, além dos 0,80m considera-se também 0,30 m entre o nível da água
e a visita, que tem entre 0,60 e 0,80m
Croqui reservatório inferior
Croqui do reservatório superior.
Cálculo da altura da RTI : exemplo
RTI = 6000L
Largura (L) = 3000mm
Profundidade(p) = 2h = 6000 mm
Altura RTI( h) = VRTI = L x P x H -> 6,0 m³ = 3 x 6 x h -> h = 333mm.
Revisão para questão 2 da prova
Registro de gaveta: Fechamento total do circuito
Registro de pressão: Chuveiro etc...
Altura do chuveiro: 2,10m
Lavatório: bancada, parede ou coluna
Pode ser abastecido por AF (torneira) ou por AF e AQ (misturador)
Altura do ponto de água fria entre 50 e 55 cm em relação ao piso e 10 cm do eixo de simetria da
peça.
Bacia sanitária com caixa acoplada
Ponto de água da bacia sanitária fica entre 15 e 30 cm do piso acabado e a 15 cm à esquerda
do eixo da bacia.
Ducha higiênica - AF ou com AF e AQ (misturador)
50 cm do piso acabado; no caso de misturador, pontos de AF e AQ simétricos com
afastamento de 20 cm sendo que AQ é o ponto da esquerda.
Chuveiro – AF ou com AF e AQ (misturador)
Ponto de abastecimento fica entre 2,10 e 2,30 m de altura do piso acabado
Registro fica a 1,0 m do piso acabado, sendo que o registro à esquerda comanda a AQ e o da
direita, a AF, com 20 cm de distância entre eixos de registro.
Pia de cozinha – AF ou com AF e AQ (misturador) podendo ser bancada ou de parede
Bancada – o ponto de água deve ser 0,70 cm do piso acabado e, no caso de AF e AQ, deve ser
simétrico em relação ao eixo da cuba e com espaçamento de 20 cm
Parede – o ponto de água deve ser entre 1,10 e 1,30 m do piso acabado e, no caso de AF e AQ,
deve ser simétrico em relação ao eixo da cuba e com espaçamento de 20 cm.
Filtro
O ponto de água do filtro deve estar entre 1,30 e 1,80 m do piso acabado
Tanque área de serviço
Entre 1,10 e 1,20 m do piso acabado
Máquina de lavar roupa
Entre 0,60 e 0,90 m do piso acabado
Dimensionamento dos sub-ramais AF
Tabela (**)
Deve-se determinar a vazão em cada trecho da tubulação. Assim, naturalmente, os diâmetros
serão especificados, também, trecho a trecho.
Q: vazão estimada na seção em L/s
∑P: soma dos pesos relativos de todas as peças de utilização alimentadas pela tubulação
considerada.
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As tubulações devem ser dimensionadas considerando uma velocidade máxima igual a
3,0 m/s em qualquer trecho. A limitação do valor de velocidade se dá para evitar ruídos,
corrosão nas tubulações e, também, como forma de controlar o golpe de aríete.
Diâmetros: Sabendo-se que a velocidade da água nas tubulações, podem-se
estabelecer critérios de pré-dimensionamento para as tubulações, que relaciona a
vazão calculada com o diâmetro mínimo para velocidade máxima de 3m/s.
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Pressão estática máxima para as peças não deve ultrapassar 400 kPa (40 m.c.a). A
pressão dinâmica nos pontos de utilização não deve ser inferior que 0,5 m.c.a. . Há
duas exceções:
- Ponto que abastece o chuveiro, em que a pressão mínima é igual a 1
m.c.a
- Ponto que abastece a válvula de descarga para bacia sanitária, em que
a pressão
mínima é igual a 1,5 m.c.a. - Uso proibido quando for proposto
projeto com
medição individual.
Perda de carga:
- Ocorre no trajeto percorrido (comprimento real da tubulação), nas peças e
conexões comuns (perda de carga equivalente ou comprimento virtual) e nos
hidrômetros e registros de pressão (perda de carga especial)
- A perda de carga ao longo de uma tubulação será dada em função do seu
comprimento e diâmetro interno, da rugosidade da sua superfície interna e da
vazão. O comprimento real deve considerar o pior caminho, ou seja, aquele mais
longo e com mais peças e conexões; portanto, o que gerará maior perda de carga
ao sistema.
- A perda de carga nas conexões é expressa em termos de comprimento equivalente
das tubulações e varia, também, função do seu diâmetro interno, da rugosidade da
sua superfície interna e da vazão.
DIMENSIONAMENTO DO RAMAL AF – PROCEDIMENTO
1) Preparar o esquema isométrico da rede e numerar cada nó ou ponto de utilização
desde o reservatório ou desde a entrada do cavalete. Sempre que houver mudança
de peso ou de vazão, deve ser criado um novo nó.
2) Introduzir a identificação de cada pavimento e de cada trecho da rede na planilha.
3) Somar os pesos relativos de todas as peças de utilização, por cada trecho, de
jusante para montante
Obs.: Os sub-ramais (trechos que alimentam um único ponto de utilização) devem ser
calculados pela vazão.
4) Com o somatório dos pesos, calcular a vazão para cada trecho analisado, usando a
equação:
5) Arbitrar o diâmetro de cada trecho considerando que a velocidade da água não
pode ser superior a 3 m/s (ajustar a velocidade para próxima de 1 m/s) pela tabela *
e para os sub-ramais tabela (**).
6) Calcular a área da seção circular, com base no valor do diâmetro interno arbitrado
no passo anterior
7) Calcular a velocidade pela equação da continuidade Q = VA
8) Medir o comprimento real (pior caminho) da tubulação que compõe cada trecho,
em metros. Só medir pelas cotas do isométrico mesmo.
9) Calcular o comprimento equivalente (função das peças) em cada trecho da
tubulação. Cabe ressaltar que a última conexão de cada trecho só deve ser
considerada no trecho seguinte (não esquecer que o diâmetro desta peça é o
do trecho anterior). Somar as peças e achar as perdas de carga pela tabela.
10) Calcular o comprimento total do trecho, somando os comprimentos real e
equivalente
11) Calcular a perda de carga unitária, em m, pela equação de Fair-Whipple-Hsiao
correspondente (em função do material)
O trecho 9-10 é soma do 10-TAN + 10-AQ. Só tem o peso no 10-AQ, mas a gente pega o
valor do peso do TANQUE na tabela. 0,7 +1,4 = 2,1.