HABILIDADES PABA LA AVENTUBA EN EXTERIORES
BLUME
COLIN TOWELL
MANUAL Di
SUPERVIVENCIA
HABILIDADES PABA LA AUENTUBA EN EXTEBIOBES
BLUME
COLIN TOWELL
CONTENIDO
^ P /7
"ür
BLUME
8
In tro d u c c ió n
Título original:
Survival hUtndbook. Essential Skiils
for Outdoor Advcnture
4
Traducción:
Remedios Diéguez Diéguez
C oordinación d e la edición en lengua española:
Cristina R odrigue/ Fischer
Prim era edición en lengua española 2010
■
| ANTES DE SALIR
16
In tr o d u c c ió n : p re p á re s e
18
Ponerse en fo rm a
20
P reparación m e n ta l
22
P la n ific a r el viaje
© 2 0 1 0 N atu ra rt. S- A . Editado por B LU M E
24
Plan de acción de em ergencia
Barcelona
26
In tro d u c c ió n : c o n o z c a e l e n to r n o
28
Paisajes te m p la d o s
30
Paisajes tro p ic a le s
32
Paisajes de m ontaña
® 2 0 0 9 Dorlm g Kindersley Lim ited. Londres
Im preso en Hong Kong
A V IS O IM P O R T A N T E
Alquivw de Ijs técnicas que se describen en este libro
deben emplearse únicamente en caso de emergencia ex­
trema. cuando está en juego la supervivencia de algún
ser humano. El editor no se responsabilin de los posi­
bles dados o perjuicios derivados del uso o el mal uso de
la información que contiene este libro. No practique es­
tas técnicas en terrenos privados sin el permiso del pro­
pietario y respete siempre las leyes vigentes sobre la
protección de la fauna y la flora.
34
Paisajes de sé rtico s
36
Paisajes frío s
38
Paisajes m a rin o s
40
In tr o d u c c ió n : e l e q u ip o a d e c u a d o
42
S eleccionar el equipo
44
E le g ir una m ochila
46
V e stim e n ta
50
S upervivencia e x tre m a : en el bosque
52
Opciones para d o rm ir
56
C om er en ru ta
58
H ornillos
60
K it de supervivencia
2
EN RUTA
3
TÉCNICAS DE ACAMPADA
64
In tro d u c c ió n : e n c o n tr a r el c a m in o
112
In tro d u c c ió n : c o n c e p to s b ásicos
66
M apas e in te rp re ta c ió n de mapas
114
O rganizar el espacio
68
O rientación
116
Higiene personal
72
E n co n tra r una ru ta
118
Hacer fuego
74
O rientarse sin brújula
120
Los elem entos del fuego
76
O rientación n a tu ra l
122
Tela carbonizada y latas de fuego
78
Cómo funciona el clim a
124
T ipos de fuego
80
Fenómenos atm o sfé rico s
126
H acer chispas y llamas
82
Conocer el clim a local
128
S upervivencia extrem a: en el desierto
84
In tro d u c c ió n : d e s p la z a m ie n to s
130
Fuego p o r fricció n
86
A pie
134
In tro d u c c ió n : h a b ilid a d e s m anuales
88
C ruzar ríos
136
Cordajes a rtific ia le s
90
T re p a r y escalar
138
Cordajes naturales
92
Supervivencia e xtre m a : en las m ontañas
142
Nudos
94
V ia ja r p o r la nieve
146
H erram ientas p ara c o rta r
98
U tiliz a r anim ales de carga
100
En 4 x 4
104
Kayaks y canoas
106
C o n stru ir una balsa
108
N adar
4
BUSCAR REFUGIO
5
AGUA Y COMIDA
154
In tro d u c c ió n : b u s c a r re fu g io
184
In tr o d u c c ió n : e n c o n tr a r y t r a t a r a g u a
156
Hoyos y cuevas
186
La im p o rta n c ia del agua
158
Refugios rápidos
188
E n c o n tra r agua: clim a s te m p la d o s
162
Refugios en bosques
192
E n c o n tra r agua: clim a s calurosos
166
R efugios tro p ica le s
194
E n c o n tra r agua: clim a s frío s
172
Supervivencia e x tre m a : en la ju n g la
196
E n c o n tra r agua: en el m a r
174
Refugios en desiertos
198
T ra n s p o rta r y a lm a ce n a r agua
176
Refugios costeros
200 T ra ta r el agua
178
Refugios en la nieve
202
In tro d u c c ió n : e n c o n tr a r y p re p a r a r c o m id a
204
Cocina de supervivencia
206
P lantas com estibles
208
Pescar
212
P re p a ra r pescado
214
S upervivencia e x tre m a : a la d eriva
216
A tra p a r anim ales
220
222
P re p a ra r pequeños m a m ífe ro s
P re p a ra r grandes m am íferos
224
P re p a ra r o tro s anim ales
226
Cazar aves
228
P re p a ra r aves
6
EN CASO DE EMERGENCIA
APÉNDICE
232
In tro d u c c ió n : en caso de e m e rg e n c ia
C ocina de s u p e rv iv e n c ia
234
A n a liza r la situación
280
Plantas de clim a tem plado
236
Llam ar la atención de los equipos de rescate
282
Plantas de clim a desértico
242
A nim ales salvajes
284
Plantas tropicales
244
Supervivencia e x tre m a : en condiciones frías
286
Plantas de clim as fríos
24 6
Peligros am bientales
288
Plantas costeras
250
S o b re vivir en el m a r
290
M am íferos
292
Aves
294
A n fib io s y reptiles
296
Peces
298
In v e rte b ra d o s
1
f
PRIMEROS AUXILIOS
P e lig ro s n a tu ra le s
258
In tro d u c c ió n : p rim e ro s a u x ilio s
26 0
Nociones básicas de p rim e ro s auxilios
262
H eridas superficiales
26 6
M ordeduras y picaduras
26 8
Plantas tóxicas y p a rá sito s intestinales
270
Huesos, a rticula cio n e s y músculos
272
O tra s lesiones
274
T ra ta r un shock
275
D ificu lta d para re s p ira r
276
Inconsciencia
278
M o ve r a un herido
300
A nim ales salvajes
302
Insectos y arácnidos
304
Plantas venenosas
307
Recursos
308
Glosario
312
índice
319
Sobre el a u to r
319
A gradecim ientos
8 INTRODUCCION
INTRODUCCIÓN
D E S P U É S DE E N S E Ñ A R T É C N IC A S D E S U P E R V IV E N C IA d u ra n te m u c h o s
años, he a p re n d id o q u e p a ra s a lir de u n a s itu a c ió n d e s u p e rv iv e n c ia se p re c is a n
c u a tro ele m e n to s: c o n o c im ie n to s , c a p a c id a d , v o lu n ta d de s o b re v iv ir y s u e rte .
Si los d o s p rim e ro s p u e d e n a p re n d e rs e , la v o lu n ta d d e s o b re v iv ir fo r m a
p a rte de n u e s tro m e c a n is m o in n a to d e s u p e rv iv e n c ia y p u e d e s u c e d e r
que n o se p a m o s q u e la te n e m o s h a s ta q u e nos v e m o s en p e lig ro . P o r e je m p lo ,
e x is te n casos de p e rs o n a s co n un e n tre n a m ie n to y un e q u ip o c o m p le to s
qu e han re n u n c ia d o a to d a e s p e ra n z a en c o n d ic io n e s p e rfe c ta m e n te
su p e ra b le s, y o tra s , en c a m b io , m e n o s p re p a ra d a s y s in ta n t o e q u ip o q u e
han s o b re v iv id o c o n tr a to d o p ro n ó s tic o p o rq u e se h a n n e g a d o a re n d irs e .
Aplique siempre el principio de la
mínima cantidad de energía empleada
para obtener la máxima ventaja.
C u a lq u ie ra q u e se a v e n tu re en la n a tu ra le z a , y a sea p a ra p a s a r u n a n o ch e
de a c a m p a d a o p a ra u n a e x p e d ic ió n m á s la rg a , d e b e e n te n d e r los p rin c ip io s
b á sico s de la s u p e rv iv e n c ia . S a b e r c ó m o s o b re v iv ir en u n a s itu a c ió n
d e te rm in a d a le p e r m itir á lle v a r a c a b o la p re p a ra c ió n a d e c u a d a , e le g ir
el e q u ip o c o r r e c to (y a p re n d e r a u tiliz a r lo ) y p r a c tic a r la s h a b ilid a d e s
ne ce sa ria s. C u a lq u ie ra p u e d e e n c e n d e r un fu e g o c o n un m e c h e ro , p e ro ,
¿qué h a ría si no fu n c io n a s e ? Del m is m o m o d o , to d o s p o d e m o s p a s a r u n a
no ch e c ó m o d a m e n te en un v iv a c , p e ro , ¿qué h a ría si p e rd ie s e la m o c h ila ?
C o n o c e r las d ife re n te s té c n ic a s de s u p e rv iv e n c ia le p e r m itir á v a lo ra r
su s itu a c ió n , p r io r iz a r las n e c e s id a d e s e im p ro v is a r p ie z a s de e q u ip o .
INTRODUCCIÓN
Trate a la naturaleza con respeto: lleve
sólo lo que pueda llevarse después; deje sólo
huellas, tome sólo fotografías.
Los c o n o c im ie n to s y las h a b ilid a d e s de s u p e rv iv e n c ia deben a p re n d e rs e
- y p r a c tic a r s e - en c o n d ic io n e s re a lis ta s . E n c e n d e r un fu e g o c o n m a te ria le s
secos en un día so le a do , p o r e je m p lo , le e n s e ñ a rá m u y poco. La v e rd a d e ra
c a p a c id a d de s u p e rv iv e n c ia c o n s is te en e n te n d e r p o r q u é no se enciende
un fu e g o y d a r c o n u n a so lu c ió n . C u a n to m á s p ra c tiq u e , m á s a p re n d e rá
(y o a p re n d o d e m is a lu m n o s en to d o s los c u rs o s q u e im p a rto ). La clave
e s tá en h a lla r so lu c io n e s y s u p e ra r p ro b le m a s c o n tin u a m e n te p a ra e n fre n ta rs e
a e llo s si v u e lv e n a s u rg ir a lg u n a vez.
N o es lo m is m o im p a r t ir c u rs o s de s u p e rv iv e n c ia a c iv ile s q u e a m ilita re s .
Los c iv ile s q u e se a p u n ta n (y p a g a n ) a un c u rs o de e s te tip o no lo hacen
p o rq u e su v id a d e p e n d a en p rin c ip io de ello, s in o p o rq u e les in te re s a n las
té c n ic a s de s u p e rv iv e n c ia , sin m ás. P o r el c o n tra rio , la m a y o ría de los m ilita re s
q u e sig u e n u n a fo rm a c ió n en s u p e rv iv e n c ia p u e d e n ve rs e en la necesidad
re a l de p o n e rla en p rá c tic a . A u n q u e n in g ú n m ie m b ro de un c u e rp o m ilita r
s u b e s tim a ría la im p o rta n c ia de la fo rm a c ió n en s u p e rv iv e n c ia , es e v id e n te
q u e p a ra p ilo ta r un H a rrie r o c o n v e rtirs e en un R o ya l M a rin e M o u n ta in
L e a d e r la fo rm a c ió n en s u p e rv iv e n c ia es sólo u n o de los v a rio s c u rso s
qu e h a y q u e se g u ir.
9
10 INTRODUCCIÓN
En el e jé rc ito , los c u a tr o p rin c ip io s b á s ic o s de s u p e rv iv e n c ia son la p ro te c c ió n ,
la lo c a liz a c ió n , el a g u a y la c o m id a . La p ro te c c ió n se c e n tr a en la c a p a c id a d
de e v ita r d a ñ o s y de d e fe n d e rs e fr e n te a la n a tu ra le z a y lo s e le m e n to s .
La lo c a liz a c ió n se re fie re a la im p o rta n c ia d e a y u d a r a te r c e ro s a q u e nos
re s c a te n h a c ié n d o le s s a b e r d ó n d e nos e n c o n tra m o s . El p rin c ip io d e l a g u a
c o n s is te en a s e g u ra rs e d e que, in c lu s o a c o r t o p la zo , el c u e rp o d is p o n e
del a g u a q u e n e c e s ita p a ra p o d e r lle v a r a c a b o lo s d o s p rin c ip io s a n te rio re s .
La c o m id a , a u n q u e no es u n a p r io rid a d a c o r t o p la zo , c o b ra m a y o r im p o rta n c ia
c u a n to m á s d u ra la s itu a c ió n d e p e lig ro . N o s o tro s e n s e ñ a m o s lo s p rin c ip io s
en e s te o rd e n , p e ro la s p rio rid a d e s p u e d e n c a m b ia r en fu n c ió n d e l e n to rn o ,
del e s ta d o de l s u p e rv iv ie n te y de la s itu a c ió n en la q u e é s te se e n c u e n tra .
Entender el entorno le permitirá seleccionar
el mejor equipo, adoptar las mejores
técnicas y aprender las habilidades
correctas
T a m b ié n e n se ñ a m o s té c n ic a s de s u p e rv iv e n c ia a v a n z a d a s a m ie m b ro s
de c u e rp o s e s p e c ia le s q u e p o d ría n q u e d a rs e a is la d o s d e su g ru p o
(p o r e je m p lo , c u a n d o se o p e ra tr a s lín e a s e n e m ig a s ). Lo s c u a tr o p rin c ip io s
de la s u p e rv iv e n c ia s ig u e n s ie n d o lo s m is m o s , p e ro en e s te c a s o s u s titu im o s
la lo c a liz a c ió n p o r la e va sió n, q u e en té r m in o s m ilita r e s no es m á s
qu e «la c a p a c id a d d e v iv ir de la tie r r a sin s e r d e te c ta d o p o r el e n e m ig o » .
E llo im p lic a a p re n d e r a c o n s tr u ir un r e fu g io q u e p a se d e s a p e rc ib id o ,
a m a n te n e r un fu e g o q u e no re v e le la p o s ic ió n y a c o m u n ic a r
e s ta ú ltim a a l p ro p io g ru p o s in q u e el e n e m ig o n o s d e te c te .
INTRODUCCIÓN
En el a d ie s tra m ie n to m ilita r , y en la m a y o ría d e las e x p e d ic io n e s , el e q u ip o
c o n el q u e se e n tre n a es e s p e c ífic o d e un e n to r n o d e te rm in a d o (lo s m a rin e s
q u e o p e ra n en las ju n g la s d e B e lic e n o c a rg a rá n c o n ro p a p a ra c lim a frío ,
p o r e je m p lo , y a b u e n s e g u ro R a n u lp h F ie n n e s n o p ra c tic a r ía c ó m o in s ta la r
u n a h a m a c a a n te s d e p a r t ir h a c ia el Á r tic o ) . N o o b s ta n te , la p rá c tic a e s tá n d a r
d e e q u ip a rs e y e n tre n a rs e p a ra un e n to rn o e s p e c ífic o p u e d e s u p o n e r un g ra n
r e to en el c a s o d e a lg u n a s e x p e d ic io n e s . D u ra n te m i c a rr e ra c o m o in s tr u c to r
d e s u p e rv iv e n c ia he te n id o la s u e rte de p a r tic ip a r en d o s v u e lta s a l m u n d o en
g lo b o (o rg a n iz a d a s p o r R ic h a rd B ra n s o n ) c o n P e r L in d s tra n d y S te v e F o sse tt.
Cuanto mejor entienda cómo
y por qué funciona algo, más
preparado estará para adaptarse
e improvisar si sufre algún
daño o se pierde
En a m b o s casos, la re s p o n s a b ilid a d de s e le c c io n a r el e q u ip o d e s u p e rv iv e n c ia
y de fo r m a r a lo s p ilo to s fu e u n a ta re a in o lv id a b le , a u n q u e a b ru m a d o ra .
El g lo b o a lc a n z ó los 9 . 0 0 0 m de a ltu r a y c ru z ó to d o tip o de e n to rn o s :
te m p la d o s , d e s é rtic o s , se lva s tro p ic a le s , ju n g la s y m a r a b ie rto . H a b ría m o s
n e c e s ita d o v ie n to s m u y fu e r te s p a ra a d e n tra rn o s c o n el g lo b o en las
re g io n e s p o la re s , p e ro sí s o b re v o la m o s el H im a la y a (d e sp u é s d e una b re v e
y no p la n ific a d a e x c u rs ió n p o r C hina).
INTRODUCCIÓN
T a m b ié n tu v im o s q u e e n tre n a rn o s p a ra el p e o r de los casos: un in c e n d io
en la c á p s u la d e l g lo b o . En ese caso, lo s tr e s p ilo to s no te n d r ía n m á s re m e d io
qu e s a lta r (m u y p o s ib le m e n te d e sd e u n a a ltu r a c o n s id e ra b le ), re s p ira n d o
de un c ilin d ro de o xíg e n o , d e n o ch e y en c u a lq u ie r p u n to d e l p la n e ta ,
s o b re tie r r a o m a r. La s p o s ib ilid a d e s de a te r r iz a r en lu g a re s p ró x im o s
e n tre sí en ta le s c irc u n s ta n c ia s s e ría n n im ia s o in e x is te n te s , de m a n e ra
qu e ca d a p ilo to te n d r ía q u e d is p o n e r no s ó lo d e l e q u ip o n e c e s a rio p a ra
re s p o n d e r a las p rio rid a d e s de s u p e rv iv e n c ia en c a d a e n to rn o , sin o
ta m b ié n de los c o n o c im ie n to s p re c is o s p a ra u tiliz a r lo d e m a n e ra
s e g u ra y sin a y u d a de n a d ie . S o lu c io n a m o s ese r e to fa c ilita n d o a c a d a
p ilo to un e q u ip o de s u p e rv iv e n c ia e s p e c ia l p a ra e n to rn o s e sp e cífico s,
una balsa s a lv a v id a s in d iv id u a l (q u e p ro p o rc io n a u n re fu g io ta n to
en un d e s ie rto c o m o en a lta m a r ) y u n a fo r m a c ió n re a lis ta co n el
e q u ip o m e n c io n a d o . A m e d id a q u e el g lo b o p a s a b a d e un e n to rn o
a o tro , el e q u ip o d e s u p e rv iv e n c ia se fu e c a m b ia n d o .
Existe una línea muy fina entre
sentirse intimidado por un entorno
y estar a su merced.
A m e d id a q u e lea e s te lib ro y p la n ifiq u e la p u e s ta en p rá c tic a de las d ife re n te s
té c n ic a s qu e en él se e x p lic a n , lo m á s p ro b a b le es q u e se e q u ip e p a ra un
so lo tip o de e n to rn o . Es im p o r ta n te q u e e n tie n d a a la p e rfe c c ió n el e n to rn o
en c u e s tió n . A s e g ú re s e d e in v e s tig a r n o s ó lo q u é p u e d e o fre c e rle c o m o v ia je ro
(p a ra p o d e r a p re c ia rlo m e jo r), s in o ta m b ié n q u é le o fre c e c o m o s u p e rv iv ie n te .
En ocasiones, la lín e a e n tr e s e n tirs e in tim id a d o p o r la b e lle z a de un e n to rn o
y e s ta r a su m e rc e d es m u y fin a . C u a n to m e jo r e n tie n d a su a tr a c tiv o
INTRODUCCIÓN
y sus p e lig ro s , m á s in fo rm a d o e s ta rá p a ra s e le c c io n a r el e q u ip o a d e c u a d o y
s a b e r c ó m o u tiliz a r lo si s u rg e la nece sida d .
R e cu e rd e que, p o r m u y b u e n o q u e sea el e q u ip o de s u p e rv iv e n c ia
o p o r m u c h o s c o n o c im ie n to s y h a b ilid a d e s q u e te n g a , n u n c a debe
in fr a v a lo r a r el p o d e r de la n a tu ra le z a . Si las co sa s no m a rc h a n
c o m o ha b ía p la n ific a d o , no d u d e en d e te n e rs e y a n a liz a r su s itu a c ió n
y sus p rio rid a d e s . N u n c a te m a v o lv e r a tr á s e in te n ta r lo en o tr a
o ca sió n: el r e to s ie m p re e s ta rá a h í e sp e rá n d o le . P o r ú ltim o , no o lv id e
q u e el m é to d o m á s e fe c tiv o p a ra re s o lv e r u n a s itu a c ió n de s u p e rv iv e n c ia
c o n s is te en e v ita r la de a n te m a n o .
Dentro de veinte años te sentirás
más decepcionado por las cosas
que no hiciste que por las que hiciste.
M AR K TW AIN
13
\¡á
ANTES DE SALIR
13
PREPÁRESE
La mayoría de las situaciones d e
la s fu e r z a s d e la n a tu r a le z a . E n la s fu e r z a s
s u p e r v iv e n c ia s u rg e n d e u n a d e e s ta s
m ilit a r e s , la s t r o p a s s e p r e p a r a n p a r a la s
d o s m a n e ra s : o b ie n s e v e e m p u ja d o
s itu a c io n e s d e s u p e r v iv e n c ia a p r e n d ie n d o
a u n a s itu a c ió n q u e n o ha p r o v o c a d o
lo s p r in c ip io s y la s t é c n ic a s b á s ic a s , y
y q u e e s c a p a a su c o n t r o l, o , la s m á s
d e s p u é s p o n ié n d o lo s e n p r á c t ic a h a s ta
d e la s v e c e s , se lle g a a e lla a p a r t i r d e
q u e s e in t e r io r iz a n . C u a n to m á s p r a c t iq u e
u n a s e c u e n c ia d e h e c h o s q u e s e p o d r ía n
u n a t é c n ic a d e s u p e r v iv e n c ia , m e jo r
h a b e r e v ita d o d e h a b e r re c o n o c id o
e n te n d e r á c ó m o y p o r q u é fu n c io n a , a s í
la s s e ñ a le s d e p e lig r o y h a b e r a c tu a d o
c o m o s u s p r o p io s p u n to s f u e r t e s y d é b ile s .
a la p r im e r a o p o r t u n id a d . P o r d e s g r a c ia ,
M u c h o s m ie m b r o s d e u n a t r ip u l a c ió n
la m a y o r p a r t e d e la s s itu a c io n e s d e
d e h e lic ó p t e r o q u e se h a n v is t o im p lic a d o s
s u p e r v iv e n c ia se p r o d u c e n p o r ig n o r a n c ia ,
e n u n a s it u a c ió n d e s u p e r v iv e n c ia a f ir m a n
a r r o g a n c ia , e x c e s o d e c o n fia n z a e n la s
que, d e sp u é s de a b a n d o n a r el a p a ra to
p r o p ia s c a p a c id a d e s o p o r i n f r a v a l o r a r
en a l t a m a r . n o p o d ía n r e c o r d a r e l m o d o
En este apartado
DESCUBRIRÁ
■ que mantenerse en forma puede sacarle de más de un problema...
■ la importancia de adoptar una actitud mental positiva...
■ que donde existe la voluntad de sobrevivir hay una manera de sobrevivir...
■ la diferencia entre una estrategia de afrontamiento y un factor agravante...
■ que los «aguafiestas» pueden poner punto final a su viaje...
■ por qué un plan de acción de emergencia puede salvarle la vida...
in s e n s a te z p e n s a r q u e la p re p a ra c ió n
p re v ia n e c e s a ria p a ra una e x p e d ic ió n
es d ire c ta m e n te p ro p o rc io n a l a la d u ra c ió n
d e l v ia je o al p e lig ro q u e se le supone.
UN ACCIDENTE PUEDE OCURRIR
en cualquier parte. Una de las cosas nías importantes
en q u e h a b ía n s a lid o d e él y c ó m o
h a b ía n lo g r a d o s u b ir a b o r d o d e la s
b a ls a s s a lv a v id a s . G r a c ia s a u n in te n s o
que puede hacer para aumentar las posibilidades
de supervivencia es informar a los demás de su destino
y de la fecha prevista de regreso. Deje un itinerario
del viaje a su familia o sus amigos y acuerde una fecha
para llamarles e informarles de que se encuentra bien.
e n tr e n a m ie n t o , s u s a c to s h a b ía n
p a s a d o a s e r in s t in t iv o s y, p o r ta n t o ,
En muchos casos, el simple hecho de contar
s a b á tic o en Á f r ic a , c u a n to m á s p r e p a r a d o
con un teléfono móvil puede evitar que un accidente
se convierta en un caso grave de supervivencia.
En 2007. una atleta profesional que se encontraba
corriendo con su perro en Moab (Estados Unidos)
se resbaló con una placa de hielo, cayó por una
e s té p a r a a f r o n t a r lo s r e t o s q u e p la n te e
pendiente de 18 m y se rompió la pelvis. Se había
un e n to r n o d e te r m in a d o , m á s p r o b a b le
dejado el teléfono móvil en el vehículo; logró
s u b c o n s c ie n te s .
T a n to si e s tá p la n if ic a n d o u n a
a ca m p a d a de una noche c o m o un año
es q u e c o n s ig a s u p e r a r lo s , t a n t o
fís ic a c o m o m e n t a lm e n t e , s i se v e
sobrevivir durante dos noches a la intemperie,
con un frío gélido, hasta que el perro condujo
al equipo de rescate hasta donde se encontraba.
a n te u n a s itu a c ió n d e s u p e r v iv e n c ia .
En otro incidente ocurrido en 2008, un granjero
del Reino Unido quedó atrapado por un brazo en una
máquina. Ante la imposibilidad de llamar la atención
de alguien y sin teléfono móvil, se vio obligado a tomar
una difícil decisión cuando la máquina se incendió;
sangrar y quemarse hasta morir o cortarse el brazo
con una navaja. Eligió esta última opción.
Nunca dé por sentado que la preparación previa
necesaria es directamente proporcional a la
duración del viaje o al peligro que se le supone.
18 ANTES DE SALIR PREPÁRESE
PONERSE EN FORMA
EN C U A LQ U IE R S IT U A C IÓ N DE S U P E R V IV E N C IA , es p ro b a b le
que se e n cuentre en plenas fa c u lta d e s, física s y m entales. Pero,
CONOZCA SUS L ÍM IT E S
Si tiene una idea general de su forma física
a p a r tir de ese in sta n te , y d e b id o a la fa lta de sueño, a lim e n to
y sabe qué es capaz de lograr antes de
y agua, se irá d e te rio ra n d o h a s ta el m o m e n to del re sca te . P or
adentrarse en terreno desconocido, podrá
ello, una buena condición física le a y u d a rá a s u p e ra r los re to s
que te n d rá que a fr o n ta r en c u a lq u ie r s itu a ció n de supervivencia.
VENTAJAS DEL EJERCICIO
C o n el tie m p o , e l e je rc ic io fís ic o p r o v o c a c a m b io s , c o m o p é r d id a
d e p e s o y m e jo r a d e la fu e r z a , la a g ilid a d , el e s ta d o d e a le r t a
y la e n e rg ía , a t r ib u to s to d o s e llo s v ita le s e n u n a s itu a c ió n
plantearse objetivos realistas, lo que
le ayudará a evitar situaciones de riesgo.
V _____________________________
E sp alda : unos
músculos fuertes
en la espalda
le ayudaron o
tra n s p o rta r un
equípale pesado
C erebro: k i ca p a c id a d de
conce ntración d u ra n te
periodos la rgo s m ejoro
con un buen es todo físico
d e s u p e rv iv e n c ia .
¿ C U Á L ES S U F O R M A F ÍS IC A ?
Un corazón en form a bom bea sangre m ás lentam ente y con m ayor
eficacia que uno que no lo está. El corazón d e las mujeres, los niños
y los ancianos late a m ayor velocidad que el de los lu m b re s adultos
jóvenes. Tóm ese el pulso a prim era hora de la m añ an a (es lo que
se conoce com o «pulso en reposo»). Com o m uestra la ta b la inferior,
cuanto m ás rápido recupere el pulso el estado de reposo después
de realizar ejercicio, m ás en form a se está. Observe que < significa
«menos que/de» y > equivale a «m ás que/de».
EDAD
2 0 -2 9
RESULT. |
3 0 -3 9
4 0 -4 9
C o razó n: un buen
estado c a rdio vascula r
le p e rm itirá re c o rre r
a p ie distan cias
m ás la rga s
50+
Lum bares: refo rzar
F’ ULSO EN REPOSO
tos tum bares m e jo ro b
fu e rz a y b capa c id a d
de tra n s p o rta r
corgas pesadas
Mak)
>85
>87
>89
■
ü
P ie rn a s :
unas p ie rn a s fuertes
son im prescindibles
M U JE R ES
Medio
7 8 -9 4
EDAD
2 0 -2 9
RESULT.
8 0 -%
3 0 -3 9
8 2 -9 8
4 0 -4 9
8 4 -1 0 0
G em elos: lo fuerza
en b p o r te b a ja de
b p ie rn a fa c ilita los
>100
de s p h ra m ie n to s en
terreno s rocosos
50+
PULSO D ESPUÉS DEL E J E R C IC IO
HOM BRES
m g m w m m m a m w & m
Bueno
Medio
■
86-101
88-1 0 2
90-1 0 5
> 101
>102
>105
Medio
94-110
96-112
96-114
Malo
>110
> 1 1 2 | | >114
H
l
92-107
i m
a
M U JE R ES
100-116
>116
p o r a cua lq u ie r
e x cursio nista
Equilibrio:
un p a s o fir m e y
seguro, a s i com o
la confianza
en u n o mismo,
son cuohdodes
m u y ú tile s en
P O N E R S E EN F O R M A
R E V IS E S U E S T A D O DE S A L U D
EN F O R M A P A R A E L R E T O
En nuestro caso, una buena form a física
Por desgracia, la m ayoría d e nosotros no nos sometemos
no consiste en in ten tar correr 1 0 0 m en diez
a un chequeo regular. M uchas personas creen que sólo hay
segundos De lo que se tr a ta es de tener un
que ir al médico si algo va mal. Sin embargo, antes de emprender
buen nivel de resistencia asi com o d e conocer
cualquier aventura o una excursión de envergadura debería
y tener en cuenta las propias limitaciones físicas
asegurarse de estar en las mejores condiciones Por tanto,
También se basa en entender que puede llegar
visite a su médico y a su dentista antes de salir.
un momento en el que tenga que ir m ás allá
V I S I T E A L M É D IC O
de sus limites y que tener una actitud m ental
■ Infórm ele de cualquier dolencia que le haya preocupado en los últimos
positiva es vital para la supervivencia (en general,
la m ente se rinde m ucho antes que el cuerpo).
doce meses.
■ Explfquele a dónde va y pregúntele si debe vacunarse o llevarse
Recuerde que todas las tareas que realice en una
algún medicamento.
situación de supervivencia le restarán energ ía
V I S I T E A L D E N T IS T A
■ Resuelva todos sus problemas dentales antes de partir. Cualquier
problema con los dientes, por pequeño que sea. se convertirá en un dolor
EJERCICIO REGULAR
m ás que molesto en el m omento m ás inoportuno.
Cualquier programa de entrenamiento eficaz
debe indwr al menos tres sesiones semanales de
E J E R C IC IO S Ú T IL E S
45 minutos con ejercicios que aumenten el ritmo
cardiaco a más de 120 latidos por minuto.
Si ya practica ejercicio regular, se encontrara m uettt m ás cómodo
V i
en una situación de supervivencia que sus acompañantes m ás sedentarios
Cualquier entrenam iento previo a la expedición debe incluir estiramientos,
E M P E Z A R U N P R O G R A M A D E FITN ES S
ejercicio aeróbico y ejercicios con pesas
Practicar d excursionismo con una mochila
a la espalda requiere una combinación de fuerza
y entrenamiento aeróbico. El ejercicio físico
en el gimnasio antes de salir le ayudará a
Los estiramientos regulares de brazos, cuello, pecho y hombros le ayudarán
a m antener un cuerpo fuerte, y le resultarán de gran ayuda cuando tenga
E S T I R A M IE N T O S D E T O R S O Y E S P A L D A
reforzar el corazón, los pulmones y los músculos
que trep ar en un terreno rocoso o utilizar bastones de trekking. Con una rutina
de las piernas. Además, aum entará su nivel de
regular de estiram ientos de espalda conseguirá unos músculos más flexibles
energía cuando se encuentre en ruta.
■ Recurra a un exp erto siempre que tenga ocasión
y reducirá el riesgo de sufrir daños en la zona. Además, aum entará los distintos
movimientos posibles y la resistencia de la espalda.
y lo necesite.
• Empiece de form a gradual y vaya aum entando
E S T I R A M I E N T O D E P IE R N A S
la rutina poco a poco.
■ Nunca intente continuar con el ejercicio si se
lesiona, descanse y busque la ayuda de un médico.
Dado que los músculos de las piernas soportan el trabajo más duro,
es fácil que su rigidez se convierta en una molestia al final de un largo día
■ Prepare un buen program a de fitness: existen
en ruta. Los estiramientos mejoran la flexibilidad, aum entan la circulación
muchas páginas w eb y organizaciones que
sanguínea y relajan los músculos. Concéntrese en las pantorrillas, los cuádriceps
proporcionan program as detallados para
y los tendones.
distintos niveles de actividades específicas,
desde entrenam iento para una cam inata en
E J E R C IC IO S A E R Ó B IC O S
la jungla hasta una ru ta por los Apalaches
en bicicleta de m ontaña
■ Duplicar en el entrenam iento lo que le gustaría
conseguir en el viaje le perm itirá conocer
También llamado ejercicio cardiovascular, el fitness aeróbico incide en la
capacidad del corazón, los vasos sanguíneos y los pulmones de proporcionar
oxígeno y nutrientes al resto del cuerpo durante una actividad física sostenida.
El ejercicio aeróbico regular (nadar, correr o ir en bicicleta) reduce el riesgo
mejor su aguante físico y cómo se enfrenta
de sufrir enfermedades coronarias c hipertensión, ayuda a controlar el peso
a las diferentes situaciones. Cuanto más sepa
e incrementa el nivel de energía. Además, fortalece el corazón, que mejora
sobre su rendimiento, m ejor equipado estará
su eficacia y, por tanto, el flujo sanguíneo en todo el cuerpo
para la aventura.
r
a
E N T R E N A M IE N T O C ON P E S A S
CALENTAR Y ESTIR A R
La fuerza muscular m ejora la capacidad para realizar las tareas cotidianas,
como levantar y tran sp ortar pesos, así como caminar. Un program a regular
0 tiempo que invierta calentando y estirando
de entrenam iento con pesas m ejora ta postura, increm enta la densidad de
al final del ejercicio le ayudará a mejorar
los músculos que rodean las articulaciones y los huesos, m ejora el sentido
del equilibrio, refuerza la capacidad de control del estrés, favorece el sueño
los niveles de resistencia y acelerará el proceso
de recuperación Acostúmbrese a empezar
y terminar cada sesión con cinco minutos
de ejercicio suave.
y reduce las posibilidades de lesionarse. Además, un program a de entrenamiento
de resistencia potencia la tasa m etabúlica hasta en un 1 5 % . lo que permite
perder peso con mayor rapidez
19
20 ANTES OE SALIR _ PREPÁRESE
R E A C C IÓ N A N T E U N A
PREPARACIÓN MENTAL
S IT U A C IÓ N L Í M I T E
Cada uno reacciona a las situaciones
T AN TO S I V A A A D E N T R A R S E en una zona re m o ta con
de supervivencia de diferente m a n e ra
la m ochila al hom bro co m o si piensa d is fru ta r de una excursión
aunque todos tendemos a c om partir
de un día en un te rre n o conocido, siem pre puede producirse una
algunas reacciones emocionales
Tal vez experim ente una o m ás de una
situación inesperada. Cuando nos vem os rodeados de repente
durante o después de una experiencia
po r lo desconocido, sen tim o s un enorm e e stré s psicológico
de supervivencia o d e un traum a.
y em ocional conocido co m o shock psicogénico. E ntender
V
ese estado ayudará a a fro n ta rlo m e jo r y a re d u cir su efecto.
LA RESPUESTA A UNA
SITUACIÓN LÍMITE
La respuesta psicológica a una situación de supervivencia
es crucial. Las estadísticas demuestran que el 95% de las
personas que mueren con un trauma psicológico lo hacen
dentro de los tres primeros días. Perder la voluntad de
sobrevivir, o sufrir trastornos psicológicos que impidan
afrontar las condiciones físicas, debería ser su principal
P R O G R E S IÓ N P S IC O L Ó G IC A
Resulta útil exam inar las posibles reacciones
en una situación d e supervivencia. A si podrá
prepararse m entalm ente para lo peor y reducir
el efecto llegado el caso. Las reacciones psicológicas
normales a n te un desastre tienden a seguir
un patrón de cuatro etapas, preimpacto,
im pacto, retroceso y postraum a (véase derecha).
C ontrariam ente a la creencia popular, la gente
preocupación. Si se viene abajo, las posibilidades de
no suele caer presa del pánico, pero sí es cierto
superar una situación se verán seriamente amenazadas.
que éste puede llegar a ser contagioso.
HAMBRE
SED
Al principo, el hambre no es un
problema, pero la falta de alimento
La sed es un problema serio, en
a largo plazo provoca cambios
en alta maro en un desierto
psicológKOS Algunos de
Sus efectos son mucho más
AGRAVANTES
Las reacciones ante una situación lim ite pueden tener su raíz
en un golpe directo al sistema psicológico, com o un shock
extremo, pero tam bién se producen, o se a g ra v a n a causa
de otros factores. Como ocurre con todos los problemas
psicológicos conocer los factores agravantes e intentar
evitarlos (o, como mínimo, estar al ta n to de sus
especial para la supervivencia
tos síntomas son
intensos que tos del hambre.
■ Apatía
Además de la agitaron habrtual.
■ Irritabilidad
otros síntomas son
consecuencias) aum entará las posibilidades d e evitar
■ Depresión
■ Compcrtarreento «racional
o superar dicho problema. Los factores agravantes
■ FaRadeconcentración
(véase cuadro, pág siguiente)
más comunes son el fiambre, la sed. la fatiga, los marcos
■ Delirios
y la hipotermia.
■ Alucinaciones
E S T R A T E G IA S DE A P R O N T A M IE N T O
ENTRENAMIENTO
M O T IV A C IÓ N
La motivación, la «voluntad de
Existen muchas cosas que puede liacer para prepararse
Las personas bien preparadas,
psicológicamente ante una posible situación de supervivencia
que conocen el entorno, saben
sobrevivir», ripbea la negativa
(por ejemplo, conocer a qué se enfrentaría si ocurriese lo peor)
cómo utilizar el equipo y entienden
a aceptar la muerte y aterrarse a
qué se puede esperar en tau situacton
la creencia do que aún no le ha
y para afrontarla m ejor si llegase a producirse. Como ocurre
de supervivencia serán mucho más
llegado eí momento de morir. En
eficaces que quienes no to estén
el fondo implica siperar eí malestar
está por delante de los conocimientos y le ayudará a afro ntar
Un entrenamiento adecuado y la
emocional y físico que provocan
mejor una situación d e supervivencia. Los principales campos
práctica regular con el equipo
las condiciones extremas La
que liay que tener en cuenta son; entrenam iento, motivación,
le ayudarán a actuar con
capacidad de establecer unos
apego, esperanza, aceptación y ayudar a los demás. Sin duda,
eficacia de manera automática
objetivos, defmir los pasos
con todas las técnicas de supervivencia, la preparación
desarrollar las estrategias de afrontam iento es una im portante
técnica para la supervivencia
Los conocimientos previos
que nos llevarán hasta eflos
sen imprescmdWes
y seguirlos está relacionada
para la supervivencia
con la motivación.
PREPARACIÓN MENTAL
P Á N IC O
H IP E R A C T IV ID A D
C U L P A B IL ID A D
El pánico surge a r a í/ del tem o r de k) que
Los que la sufren se sienten culpables
podría ocurrir y no tanto por lo que lia ocurrido.
Las victim as hipcractivas se distraen con
facilidad y caen en el monólogo interior;
En general, aparece cuando las personas
se sienten atrapadas o si tienen un tiempo
limitado para escapar de la situación límite.
están llenas de ideas y de sugerencias
inútiles. Los que la padecen pueden llegar
a este estado después de una depresión
lo suficiente por los demás Se culpan
(irracionalmente) de haber provocado
el desastre.
O E P R E S IÓ N
IR A
S U IC ID IO
Las personas deprim idas optan por sentarse
La agresividad, la ira y la hostilidad son
Se conocen casos de víctimas de un desastre
en medio del caos, con la m irada perdida
reacciones comunes tras sufrir un trauma.
que se suicidaron justo después de que
y sin responder si les preguntan. No son
Suelen ser irracionales e ir dirigidas incluso
las rescataran (alqunas cuando ya estaban
conscientes de su situación y son incapaces
al equipo de rescate o al personal médico
de ayudarse a si mismos.
que intentan ayudarles
a salvo, en un hospital). Conviene vigilar
muy de cerca a las víctimas.
por sobrevivir y por no haber hecho
Preimpacto
Impacto
Retroceso
Postrauma
La etapa de «premipacto» se dv.de
en dos fases
Es la fase en que la vida se ve
Sigue directamente a la fase de
Si la fase de retroceso no se
amenazada Los ndrviduos que
se enfrentan a ella se comportan
de una de estas tres maneras
impacto por ejemplo, las victimas
han Iñudo de un barco que se está
• Amena/a el peligro existe pero.
arnque resulta obvio para aquellos
que lo reconocen, los que no lo
aceptan responden negándolo
r
y
• Entre el 10% y eí 20% de las
personas mantienen la calma.
>
r
revuelve bien, los afectados
pueden desarrollar trastornos
psiquiátricos El impacto del
hundiendo y se encuentran en las
balsas salvavidas Puede alargarse
hasta tres días, pero en general
incidente queda plenamente
patente y puede surgir ledo un
y
r
y cruzándose de brazos.
■ Hasta el 75% de personas
dura unas tres horas. En La mayoría
abanco deemoccnes (aipaMidad.
• Advertencia j amenaza del
se quedan ccnmooonadas.
de los casos, se caracteriza por i r
d ie s e n ansédad ndetermruciCn
ptítqro es endente para todos.
incapaces de reaccionar
regreso gradual a las capacidades
y sentimiento de desamparo),
la respuesta probablemente
• Entre un 10% y un 25%
conoodas como trastornos por
esfzés postrourmt/co (TEPT).
sea de aumento be la actividad
muestran conductas extremas
normales de razonamiento.
conciencia y expresión emocional.
FATIGA
MAREOS
H IP O TE R M IA
En muchos casos, el cansancio
Provoca un deseoaplastante de
La hipotermia (véase pág 273)
físico está presente desde el primer
encogerse y morir, reaedón que en
produce efectos tanto físicos
como psicológicos Las consecuencias j
momento, mientras que. en otras
situaciones de supemencu puede
fases, puede ser consecuencia de
convertirse tn uní realdad Por ello
la falta de sueóo y de un esfuerzo
CONDUCTA
IRRACIONAL
La conducta irracional
puede adoptar formas
diversas, como las victimas
psicológcas ocurren al principio
y. asimismo, se sufre
de un terremoto a las que
físico prolongado La mayoría de los
mismo, es importanle no rendirse
Combata los mareos con los
■ Perdida de concentración
haMaron recogiendo flores
supervivientes coínoden en que la
siguientes métodos
■ Pérdida de memoria
en lugar de ayudar a las
fatiga puede con ellos, pero cuando
■ Mantenga la vista fija en un punto
■ Deteroro motriz
victimas, o la orquesta del
quieren dormir son incapacesde
(por ejemplo, el horizonte).
reliarse Esta situación jrowca
■ Tome pequemos sorbos de agua
el deterioro de I b capacidades
(no salada) si dispone de reservas
mentales y físicas, seguido de
(raciónela si se encuentra
una debHidad psicológica y física.
K--------------------------------------- ----------------------------------
■ Indecisión
Titonk. que continuó tocando
■ Conducta irracional
en lugar de intentar salvarse
mientras ef barco se hundía
J
i
en situaoón de vida o muerte)
ACEPTACIÓN
AYUDA A LOS DEMÁS
APEGO
ESPERANZA
Una de las fuerzas motivadoras
En este caso, «esperar» significa
La incapacidad de aceptar la
En primer lugar, compruebe su
más potentes para la supervivencia
creer que una situación difícil va a
propia situacióno condcón provoca
prepe estado. Decida quién se
encuentra realmente alterado.
es el deseo de reunirse con las
mejorar En cuakjuer situaoón de
frustración, ira y una conducta
personas por las que se siente
supervivencia es importante aferrarse
irracional En una situación limite es
quién no nuestra reacciones
más apego, como j» r ejemplo
a la esperanza aunque la información
importante evitar esos sentimentos
•normales». Los primeros auxilios
■ Maridos
dtspcnble o las percepciones vayanen
Atiera ben. la capacidad de aceptar
psicológicos sólo se requeren
■ Esposas
sentido contrario. Pensar en positivo
<fcha situación no equivale a rendirse
cuando losafectados no logran
■ Parejas
■ Amigos íntimos
le ayudará a mantener a raya los
a e* 4 r* mucho menos. Los que
recuperarse. Unas sencillas palabras
traumas psicológicos. Casi siempre
poseen esa capaudad y saben
de consueto y un poco de «iteres
es más fácil ser optimista en una
cuándo estar activos y cuándo
bastaián para la mayoria, reentras
situación en grupo que en soledad.
Dasnos tienen más probabihdades
que k» más alterados necesitan
ya que en el primer caso se cuenta
de sobrevivir.
con eí apoyo de los demás
viglancvj constante. Evite el uso
de sedantes
21
22 ANTES DE SALIR PREPÁRESE
PLANIFICAR EL VIAJE
T AN TO S I L A S A L ID A consiste en una excursión de un día
como en una expedición de va ria s sem anas para c ru z a r un c o n tin e n te
¡CUIDADO!
Las costumbres culturales no
en vehículos con tra cció n a las c u a tro ruedas, tiene que p la n ific a rla
son iguales en todo el mundo.
Ignorarlas o quebrantarlas,
al detalle. El plan para la excursión de un día no será ta n prolijo,
con suerte, sólo provocará una
pero es igualm ente im p o rta n te . R esulta aconsejable disponer
situación embarazosa, pero en
de un plan básico para las salidas m ás habituales, al que irá
otros casos puede dar como
resultado una multa, un castigo
añadiendo la inform ació n c o m p le m e n ta ria que necesite.
o incluso la cárcel Las diferencias
culturales pueden obligar a las
MINIMIZAR EL «OJALÁ»
mujeres de su grupo a cubnrse
Es imposible planificar todas las eventualidades (existen demasiadas variables),
los brazos o las piernas, o dictar
qué mano se utiliza para saludar
pero lo que sí puede hacer es analizar el tipo de salida que piensa efectuar
de manera educada. Investigue
y asegurarse de que, si se produce una situación de emergencia, no va a
sorprenderlo pensando que debería liaber hecho las cosas de otra manera.
El tiempo para minimizar las posibilidades de que se dé una situación
de «ojalá» tiene lugar durante la fase de planificación. Estudie los problemas
siempre las costumbres del país
que piensa visitar cuando planifique
el viaje.
y los riesgos potenciales, planifique cómo evitarlos y equípese para afrontarlos.
L A S S E IS P
Recuerde las seis P. la Planificación Previa
y la Preparación Previenen un Procedimiento
Pobre Cuanto m ás largo y m ás complicado
es el viaje, menos probabilidades hay de que
surja una situación de «supervivencia» extrem a,
ya que ese tipo de salidas suelen estar bien
organizadas y los problemas potenciales se
tienen en cuenta de antem ano Esto significa
que se pueden evitar o que se encuentran
mecanismos para solucionarlos cuando
surgen. En muchos aspectos, el simple liecho
de saber cómo enfrentarse a una situación
y ser capaz de interpretar los principios
básicos de la supervivencia pueden evitar
que un problema menor se convierta en
un desastre. En una situación d e supervivencia,
los conocimientos, combinados con la capacidad
de improvisar, pueden determ inar que se
convierta en un superviviente o en una fría
estadística más.
P R IO R ID A D E S O R G A N IZ A T I V A S
Cuando planifique una salida, empiece siempre
con lo más im portante, lo más básico. En general,
se tra ta de las cosas que impedirían realizar
la salida si no se organizasen con antelación.
Si parte de los elementos básicos hasta los
que simplemente harían el viaje m ás cómodo,
la mayoría de las cosas acabarán encajando.
El cuadro de la derecha presenta los elementos
imprescindibles para emprender una salida.
ELEMENTOS BÁSICOS
23
P L A N IF IC A R EL V IA J E
E L E Q U IP O
S va a em barcarse en un viaje con un qrupo. recuerde que
la dinámica de grupo desempeñará un im portante papel
en d éxito (o el fracaso) de la a ve n tu ra L is situaciones
estresantes (y en especial las de supervivencia) pueden sacar
a relucir lo m ejor o lo peor de las persona$L Antes d e planificar
un viaje Largo, conviene organizar vanas salidas m ás cortas
a modo de p rá c tic a No sólo le ayudarán a decidir qué
equipo debe llevarse y le perm itirán practicar con su uso,
G R U P O S M I X T O S (E N C U A N T O A L S E X O )
Si el equipo cuenta con hombres y mujeres, es im portante tenerlo
en cuenta en la fase de planificación. Tendrá que considerar
cuestiones como el descanso nocturno y el aseo, qué lleva y de qué
se responsabiliza cada uno, etc. Todo debe planificarse con detalle
antes de partir. Además, conviene tener en cuenta que dar por
hecho que las mujeres cocinarán m ientras los hombres preparan
los refugios no es la mejor m anera de em pezar una expedición
G R U P O S M I X T O S (E N C U A N T O A L A E D A D )
cómo funcionan en grupo De ese modo, podrá organizar
Cuando planifique el viaje, recuerde que los grupos con diferentes
edades pueden presentar distintos niveles de forma física, cosa que
influirá en el ritm o No obstante, los miembros de más edad aportarán,
el equipo con m ayor eficacia.
a fa lta de form a física, su posible experiencia en expediciones.
P R E P A R A C IÓ N A T R A V É S
E N T R E N A M IE N T O P E R S O N A L
sino que. además, los miembros del equipo podrán valorar
D EL E N T R E N A M IE N T O
Entrenarse (m ental y físicam ente) y practicar con el equipo que
utilizará puede parecer obvio, pero con frecuencia lo evidente se
pasa por alto. A provecliará al m áxim o su viaje si alcanza un nivel
de preparación que le perm ita funcionar cóm odam ente dentro de
sus propias capacidades De ese modo, podrá disfrutar y apreciar
la experiencia en lugar de lim itarse a pasar por ella sin más.
Duplique en el entrenam iento lo que tiene pensado hacer durante
el viaje Plantéelo de form a qradual. a lo largo de varias semanas
y meses, y lenga en cuenta lo siguiente:
• El entorno investigue qué condiciones climáticas se encontrará,
los extrem os y las medias. Por ejemplo, en las zonas desérticas
hará calor durante el día. pero las tem peraturas pueden descender
bajo cero por la noche.
• Peso incremente el peso hasta alcanzar el que vaya a llevar
durante d viaje De este modo, no sólo se acostumbrará al peso,
sino que además podrá decidir qué es im portante y de qué puede
prescindir
• Distancia: si va a recorrer cie rta distancia al día. entrénese
para dicha distancia. Eso le perm itirá hacerse una idea de si
es factible.
• Idiom a si visita un país en el que se habla otro idioma distinto
al suyo, no está de m ás aprender algunas expresiones útiles.
Llévese un diccionario de frases o algún traductor electrónico.
E N T R E N A M IE N T O C O N E L E Q U IP O
Utilice el equipo siempre que pueda e investigue las mejores
opciones para manejarlo durante la práctica en condiciones
realistas (véose cuadro inferior). De esa manera, verá sus
puntos fuertes y débiles, y podrá determ inar las posibilidades
del equipo y las suyas propias (puede que la brújula funcione,
pero ta l vez descubra que no tiene la suficiente confianza para
utilizarla correctamente, en cuyo caso necesitará entrenarse
más antes de emprender el viaje). El peor momento liara buscar
el gato y la rueda de repuesto del vehículo alquilado en el que
se desplace es por la noche, cuando llueve o rodeado de mosquitos.
Antes de salir, piense siempre en las necesidades que puedan
surgir y asegúrese de e sta r capacitado para resolverlas
DESENVOLVERSE
EN C O N DICIO N ES REALISTAS
Cuando entrene con el equ*x>, hágalo en condiciones realistas.
Por ejemplo, si va a utilizar un CPS en clima frío, ¿podrá manejarlo
con tos guantes (pie llevará? Si va a montar una tienda de campaña,
¿tiene todos los componentes necesarios? ¿Podrá instalarla
de noche, a oscuras y lloviendo?
V.
✓
ANTES DE SALIR _ PREPÁRESE
PLAN DE ACCIÓN DE EMERGENCIA
POR D E S G R A C IA , IN C L U S O EL V IA J E con la planificación
más m eticulosa y el equipo m ás co m p le to puede to p a r con
'TZ
El PAE debe contener información actualizada
i
dificultades. Un viento fu e rte im p re visto puede dejarle a tra p a d o
sobre su persona. Esa información puede cambiar
(a usted y a su kayak) en una isla to d a una noche, y un to b illo
muy poco a lo largo de los artos, de manera
que bastará con uno estándar y la actualización
dislocado puede im ped irle ba ja r p o r un te rre n o rocoso que
había escalado sin problem a. Esos escenarios de supervivencia
son difíciles de predecir, pero pueden darse p e rfe cta m e n te .
de tos detalles específicos de cada viaje.
J
i
PROBLEMAS
Es importante asegurarse de hacer todo cuanto
esté en su mano para ayudarse, así como para
colaborar con los posibles intentos de rescate
si llega a tener problemas. Recuerde siempre que
cualquier situación de supervivencia o de rescate
tiene dos caras: la parte que usted protagoniza
E l equipo de rescate
le enco n tra rá y íe
socorrerá más rápid o
st soben que necesita
su ayuda
y la de los equipos de rescate. No obstante,
la efectividad de estos últimos puede aumentar
de forma considerable si tienen acceso a toda
la información relevante (en muchos casos,
llega demasiado tarde). Es vital mantener
informados a los demás sobre el lugar a i
el que se piensa estar para que así puedan
dar la voz de alarma llegado el caso.
M A N T E N E R IN F O R M A D O S A L O S D E M Á S
Una buena m anera de m an ten er informados a los amigos, la fam ilia y los
servicios d e rescate sobre su paradero consiste en a n o ta r los detalles de su salida,
En el ejército, cada misión que se lleva
incluidos los itinerarios y las fechas. Asi. si no llega a su destino cuando lo tenía
a cabo, especialmente en zonas en conflicto,
planificado se podrá d a r la voz de a la r m a Cualquiera que vaya a em prender
incluyo planes para el peor de los casos.
un gran viaje al aire libre debería prepararse un «plan d e acción d e emergencia»
Cada parte de la misión se planifica
(PA E) sim ilar al principio del «peor de los casos» del ejército {véase izquierda).
meticulosamente y el equipo debe
Entregue una copia a sus seres m ás allegados y a los m iembros del grupo, y lleve
firm ar un form ulario en el que se estipula
una copia siemiwe encima. Cuando sea pertinente, inform e a los servicios locales
el protocolo que se debe seguir en caso
(vigilantes de parques, policía) d e sus intenciones. Recuerde que debe avisar
de que ocurra algo durante las diferentes
a los dem ás cuando llegue sano y salvo a su destino.
etapas de la misión.
R E D A C T A R U N P L A N D E A C C IÓ N D E E M E R C E N C IA ( P A E )
S I O C U R R E LO PEOR
Después de planificar pensando en
lo peor, si el equipo se encuentra
en dificultades, el grupo de rescate
El mejor método para decidir qué debe incluir el plan consiste en imaginarse el
peor de los casos y preguntarse qué información necesitarían sus allegados para
saber de usted y de sus intenciones si creyesen que tienen que d a r la voz de alarm a
Además, si se pierde, sobre todo en o tro país, existen muchas cosas que los equipos
dispondrá de una indicación clara de
las intenciones del grupo y podrá
decidir basándose en dicha información.
de rescate necesitan para trab ajar mejor: por ejemplo, una fotografía reciente,
Resulta aconsejable aplicar este principio
su trabajo Asimismo, cuanta m ás información tengan sus allegados, m ás implicados
a todos los viajes.
se sentirán en su rescate.
los detalles de su pasaporte, qué equipo lleva, qué idiomas conoce y sus habilidades.
Cuanto m ás sepan de usted, de lo que sabe hacer y de sus intenciones, m ás fácil será
P L A N DE A C C IÓ N DE E M E R G E N C IA
PLAN DE ACCIÓN OE EMERGENCIA
Nombre completo como aparece en el pasaporte:
Fecha de nacimiento:
Altura: ¡78 cm
Juan Gorda García
(dd/mm/aa)
Peso: 76 kilos
28/05/60
Color de pelo: castaño
Número de pasaporte:
Número de carnet de conducir
2008XXXXX63
JHY28077smit
Caducidad
Caducidad
11/03/13
12/28/22
Marcas características (cicatrices, tatuajes):
Idiomas (fluido/básico):
Pequeño cicatriz en el centro de la frente:
cicatriz en el dedo corazón de kt mano derecha
totuaje de un símbolo chmo en el brazo derecho
Español-nativo
Inglés-básico
Francés-básico
Medicación
Natación: buen nadador
Comprimidos contro la malaria
Alergias:
Amoxicilina
Familiar 1: padre
Juan Gorda
(dirección)
Habdidades/cxpcriencia al aire libre:
Entrenamiento militar básico de supervivencia,
asistencia a un curso básico de supervivencia:
experiencia en vivir al aire libre
Familiar 2: hermano
José Gorcíó
(dirección)
Tel.: XXX
IcLX X X
E-mail: ¡uonqarcia o internet.com
E-mail: fosegorciapnnternet.com
Detalles del viaje:
Compomento 1 - coordenadas XXX
Campamento 2 = coordenadas XXX
Vehículos■Landrover 1 = blanco, mat. XXX
Landrover 2 - azul, mat. XXX
Grupo: Pedro Pérez. Andrés Bemtez y yo
Día 1: aparcar el Londrover en el campamento 2 y conducir
con el Landrover 1 hasta el campamento 1
Día 2: seguir el camino bien definido de la ruta Derwent Une
Trait. e intentar pasar la noche en coordenadas 4561559
Día 3: continuar por lo Derwent Une Trail. e intentor llegar
a! campamento 2 a! mediodía. Noche en el campamento 2
Día 4: desplazamiento en el Laixlrover 2 hasta el compomento 1
y recogida del Landrover 1
Problemas/metas previsibles:
Día 1: ninguno
Día 2: ninguno, pero designaremos el puesto 18 de tos rongers.
coordenadas XXX (tel. XXX). como punto de encuentro en caso
de emergencia
Día 3: ninguno, pero designaremos el puesto 19 de los rangers.
coordenadas XXX (tel. XXX) como punto de encuentro en coso
de emergencia
Día 4: ninguno
Plan de comunicaciones:
Mi móvil: XXX XXX XXX
Hobbré con popó la mañana del día 1 e intentaré llamarlo durante
la travesía, pero no estoy seguro de que hayo cobertura cuando
estemos en ruto, asi que no os preocupéis sí no tenéis noticias.
Uamaré de nuevo a papá cuando lleguemos o l campamento 2.
el día 3.
Mi e-mait tog a internet com
Fecha: 23 de noviembre de 2009
Otros números: Pedro XXX XXX XXX
Andrés XXX XXX XXX
Campamento 1 XXX XXX XXX
Campamento 2 XXX XXX XXX
25
CONOZCA
EL ENTORNO
La supervivencia d e la ra z a h u m a n a p u e d e
tr a b a ja n y c o m e n lo s n a tiv o s . S a b e r c ó m o
a tr ib u ir s e a n u e s tr a c a p a c id a d de a d a p ta r n o s
se h a n a d a p ta d o a su e s tilo d e v id a le
al e n to rn o . A u n q u e h a y a m o s p e rd id o a lg u n a s
a y u d a rá a e n te n d e r el e n to r n o y le p e r m it ir á
de la s h a b ilid a d e s d e s u p e rv iv e n c ia q u e
s e le c c io n a r el m e jo r e q u ip o , a d o p t a r la s
poseían n u e s tro s a n c e s tro s , h e m o s a p re n d id o
m e jo re s té c n ic a s y a p r e n d e r la s h a b ilid a d e s
o tr a s n u e va s a m e d id a q u e h a n id o s ie n d o
a d e c u a d a s . T o d o e s to r e s u lta c r u c ia l si
n e c e s a ria s . L a c u e s tió n a la q u e n o s
te n e m o s en c u e n ta q u e la m a y o r ía d e la s
e n fr e n ta m o s a c tu a lm e n t e es q u e la
s itu a c io n e s d e s u p e rv iv e n c ia s u rg e n c o m o
d is ta n c ia q u e e x is te e n tr e la s h a b ilid a d e s
re s u lta d o d e u n a s e c u e n c ia d e h e c h o s q u e
qu e te n ía m o s y la s q u e h o y p o s e e m o s no
se p o d ría n h a b e r e v ita d o (n o p u e d e e je rc e r
de ja de a u m e n ta r p o rq u e c a d a v e z re c u r rim o s
n in g ú n c o n tr o l s o b re u n a v ió n m ie n tr a s
m á s a la te c n o lo g ía . P o r ta n to , p a ra s a lir
se e s tr e lla , p o r e je m p lo , p e ro s í q u e p u e d e ,
a la n a tu ra le z a es p re c is o p re p a r a r s e b ie n .
en c a m b io , id e n t if ic a r un c a m b io en e l c lim a
A n te s de c a d a v ia je , in v e s tig u e c ó m o v is te n ,
y d e c id ir si c o n tin ú a o d a m e d ia v u e lta ).
En este apartado
DESCUBRIRÁ
■ la diferencia entre la tundra y la taiga...
■ por qué debería aumentar su huella de supervivencia...
■ cómo desplazarse en cumbres nevadas y en terrenos pantanosos...
■ cómo no perderse en el permahielo...
■ el mejor modo de mantenerse en lo más alto de la cadena alimentaria...
■ cómo sentirse como en casa donde vuelan las mariposas tropicales...
■ que un traje de supervivencia de alta visibilidad realmente le impide pasar desapercibido.
Los cuatro principios básicos de la supervivencia son:
I
n c
p ro te c c ió n , u b ic a c ió n , a g u a y c o m id a . En la m a y o ría d e la s s itu a c io n e s de s u p e rv iv e n c ia ,
ése es ta m b ié n el o rd e n en el q u e d e b e ría p rio riz a rlo s .
P R O T E C C IÓ N Debe permanecer en una
condición que le permita participar de manera
activa en su supervivencia y su rescate. Físicamente,
debe protegerse contra las lesiones, los elementos
A G U A El agua es la esencia de la vida.
Aunque podemos sobrevivir unos días
sin ella, la capacidad de funcionar y realizar
tareas mentales y físicas simples se reduce
y los animales salvajes. Mentalmente, necesita blindarse
de manera espectacular en menos de 24 horas.
contra todas aquellas emociones que puedan privarle
Sin embargo, si tiene alguna lesión, si hace
de las ganas de vivir, como por ejemplo temor,
culpabilidad, desánimo o depresión. El mejor modo de
conseguirlo consiste en encender y mantener un fuego.
mucho calor y si las tareas que hay que
realizar son especialmente duras, el tiempo
de supervivencia sin tan preciado líquido podría
No sólo ofrece protección física contra los elementos
reducirse a tan sólo unas horas. Debe aprender
y los animales salvajes, sino que además proporciona
un ambiente de seguridad y familiaridad que puede
ayudar a normalizar las situaciones más difíciles.
a conseguir agua en el entorno donde se encuentre
U B IC A C IÓ N La segunda prioridad consiste
en reconocer la importancia de la ubicación
y entender cómo nos afecta el hecho de hallarnos
privados de ella.
C O M ID A La importancia de la comida
depende del tiempo que se permanezca en
a la hora de facilitar la supervivencia y el rescate.
una situación límite: cuanto más dure dicha situación,
En general, tendrá dos opciones: quedarse o marcharse.
más importante será la comida para mantenerse
en buena forma. Incluso con una carga de trabajo
La opción elegida debería ser la de permanecer donde
está y utilizar todo cuanto tenga a mano para señalar
su ubicación y facilitar así el trabajo de los equipos
de rescate. Si no puede quedarse donde está (por
ejemplo, porque se encuentra en peligro inminente),
moderada, la falta de comida durante un período
de entre cinco y siete días no es mortal. Por supuesto,
se sentirá hambriento, se cansará cada vez más,
los movimientos se tornarán más lentos y su cuerpo
su única opción tal vez sea trasladarse a otro punto
perderá la capacidad de recuperación. No obstante,
en el que tenga más probabilidades de sobrevivir
si no estaba desnutrido antes de encontrarse en la
situación límite, es muy poco probable que muera
o de que le rescaten, o ambas cosas. Seleccione
el lugar que le ofrezca las mayores posibilidades de
r
----------------------------
por estar una semana sin comer. Recuerde siempre
que el agua es más importante que la comida.
Nos servimos de la tecnología para tocio:
agua con sólo girar un grifo; calor con sólo
pulsar un interruptor y comida cultivada
y preparada por otros.
28 ANTES DE SALIR _ CONOZCA EL ENTORNO
PAISAJES TEMPLADOS
L A S Z O N A S T E M P L A D A S son las dos regiones co m p re n d id a s e n tre
el tró p ic o de C áncer y el Polo N o rte , e n tre el tró p ic o de C a p rico rn io
y el círculo p o la r a n ta rtic o . Regidas p o r las variaciones estacionales
¡C U ID A D O !
Los osos pardos viven en extensas áreas
de la región templada norte y. sin duda,
del clima, e n tre las condiciones que se dan fig u ra n veranos tó rrid o s ,
constituyen el animal más peligroso
inviernos gélidos y lluvias d u ra n te to d o el año. El paisaje es variado:
de dicha zona. El grizzly, que vive
en Norteamérica, es el que más ataca
desde bosques y cum bres c u b ie rta s de nieve h a s ta p ra d o s y desiertos.
A unque la m ayor p a rte de las regiones te m p la d a s e stá n m u y pobladas,
no se deje engañar p o r una falsa sensación de seguridad: los d esastres
pueden producirse a sólo unos k iló m e tro s de zonas donde e xiste ayuda.
a los humanos.
V___________ '
O Terreno a lto : los zonas elevadas
p e rm ite n ver e l entorno y pueden
in d ic a r que zonas ofre cen lo s mejores
C A R A C T E R ÍS T IC A S D E L P A I S A J E T E M P L A D O
perspectivas de supervivencia
o dónde e n c o n tra r ayuda
Aunque incluye elementos am bientales m uy diversos, la principal característica d e los
paisajes templados es el bosque, con árboles caducifoKos que pierden las Itojas en otoño
o con coniferas que las conservan durante todo el año. Los prados predom inan en los lugares
donde se han elim inado los bosques, m ientras que en las zonas altas dom inan Lis colinas
y las montañas. La abundancia d e lluvias Itace que abunden ríos y lagos. Los terrenos
pantanosos se form an en zonas con fa lta de drenaje.
EN U N P A I S A J E T E M P L A D O
ES B Á S IC O ...
U Cam inos: indicadores
de a c tiv id a d humana,
los cam inos pueden
conducirlo hasta
e l equipo de
rescate
El clima y el terreno pueden variar de form a
m ás que cortsiderable en Lis zonas cálidas,
de m anera que es preciso prepararse
para todo tipo de eventualidades:
■ No subestime el entorno templado.
Aunque la inmensa m ayoría de los
seres humanos vive en zonas templadas.
la diversidad del terreno y el clima implican
que el equipo de supervivencia y los
conocimientos deben ser lo suficientemente
amplios como para afro n ta r una extensa
gama de situaciones y condiciones.
■ Las conAciones meteorológicas pueden
variar con gran rapidez; consulte la previsión del
tiempo «antes de salir y lleve una radio pequeña
para poder ir escuchando los partes locales
■ Planifique una ru ta realista y factible,
y prepare un PAE (v&anse págs. 2 4 -2 5 ).
Esté preparado para replantearse la ru ta
durante el viaje.
■ Lleve ropa para todo tipo condiciones
■ Lleve una lata de supervivencia (véanse
págs. 6 0 -6 1 ). una navaja, un equipo do
emergencia, un teléfono móvil y un kit
n O D ffm
de primeros auxilios (véonse págs. 260-261).
■ Lleve agua y el equipo necesario para
tos com entes de agua
pueden ofrecer un m odo de
recoger m ás y purificarla si es preciso.
s a lir de la zona si dispone
de <opuede im provisa r) una
■ Lleve algún refugio básico, aunque
la salida sea para un solo dia
■ Lleve siempre un m apa y una brújula;
considere la posibilidad de utilizar un GPS.
balso M a m e pág s ¡0 6 1 0 7 ).
Además, pro porcio nan ogua
fresca p a ra beber, c o c in a r y
lavar, a s i com o alim e n to (peces)
□ □
Terreno e le v a d a ios tem peraturas
nocturnas son m ás bajas a m a y o r a ltitu d
boje o niveles más cálidas antes de que
anochezca Cuidodo con los corrim ientos
de tie rra y con la s escorrentios
PAISAJES TEMPLADOS
D Ó N D E SE E N C U E N T R A N L A S Z O N A S T E M P L A D A S
Los bosques caducos se encuentran repartidos por las zonas templadas, pero los
más grandes están en el este de N o rtea m é rica el oeste de Europa y el este de A sia
En las latitudes m ás altas de N orteam érica y Eurasia se hallan extensos bosques de
coniferas, m ientras que los prados son m ás habituales en los interiores continentales
Circulo polar ártkr
Trópico
de Cáncer
E cu ador
C L I M A T Í P IC O
Trópico ...........
de C a p rico rn io
Vancouver se encuentra en La costa
del Pacífico de Canadá. Cuenta con un
Circulo p o la r a n ta r tic o
clima templado típico: veranos cálidos
e inviernos fríos y húmedos.
?*»***■ voporoonon
S O B R E V IV IR EN Z O N A S T E M P L A D A S
protección fre n te a tos elementos,
a s i com o madero p o ra construir
refugios, co c in a r y encender fuego
p a ra enviar señales. Además, ofrecen
abundante alim ento
La m ayoría d e los entornos templados poseen un clima relativamente
suave y buenos recursos naturales, lo que los convierte en lugares
adecuados para la supervivencia a largo plazo Es posible encontrar agua
en la m ayoría de las zonas, ta m adera para construir refugios y encender
fuegos, suele ser abundante, y diferentes tipos de plantas y animales
comestibles habitan estas zonas durante todo el año (eso sí. hay que
saber dónde buscar). La m ayor am enaza es la hipotermia (véanse
págs. 2 7 2 -2 7 3 ), sobre todo en condiciones frías, húmedas y ventosas, en
invierno y por la noche, cuando las temperaturas descienden todavía m ás
A N IM A L E S Y P L A N T A S
Los animales y las plantas pueden llegar a ser abundantes en las zonas
templadas, y representan una valiosa fuente de alim ento y un peligro
potencial. Brotes, tallos, hojas, raíces, frutos y bayas de algunas plantas
son comestibles, pero sólo después de superar una identificación positiva
o. como mínimo, de pasar el test universal de comestibilidad <véase
pdg. 206). También es posible encontrar pequeños mamíferos,
aves, insectos, reptiles y peces, pero son difíciles de atrapar y hay
que cocinarlos. Algunos animales pueden suponer una amenaza
(serpientes, arañas, escorpiones) y también puede ocurrir
que osos, lobos y pumas ataquen si se ven acorralados.
□ □ Campo a b ie rto : krs zonas sm
vegetación perm iten ver los peligros
y son ideales po ra desplegar los ayudas de
ubicación (par e/emplo. las señales de fuego)
MÁS INFORMACIÓN...
□
PROTECCIÓN Refugios
156-165 178-181
Fuego &x, 118-13} 204-205 Peligros págs 242 249.3C0-305
□
UBICACIÓN Orientación; ágs 66-77
Movimiento urj\ 86-8 • Señalización; jir 236-241
D Zonas p ro te g id a s : vtúe
el refu gio a l abrig o de las
colinas, pero asegúrese de que
de una corriente de agua Lo inundación os un nesgo
y. además, los animóles y los insectos se sienten
atraídos por el agua E l rw do puede ocultar d
sondo de tos anímales o de tos equipos de rescate
las m ontañas no in te rfie ra n las
comunicaciones p o r ra d ia Eli¡o
un pun to orientado a l sol p o ra
aprovechar e l co lo r y la h u
□
ACUA Encontrar agua p*? 188-191
Purificar agua :ugs 200-201
□
COMIDA Plantas pigs 206207.260-281
Animales i ágs 206-213.216-219 290-299
29
30 ANTES DE SALIR . CONOZCA EL ENTORNO
PAISAJES TROPICALES
¡C UIDA D O !
Los mosquitos son responsables
La zona tro p ic a l se extiende desde el tró p ic o de C áncer h a s ta el tró p ic o
de C apricornio, y tiene su c e n tro en el ecuador. En esta región se co n ce n tra
de más bajas que ninguna otra
criatura en las zonas tropicales.
Son portadores de diversas
toda una am plia gam a de e n to rn o s en función del clim a local, desde
enfermedades, entre ellas la
selvas tropicales exuberantes, húm edas y ric a s en b iodiversidad hasta
malaria y la fiebre amarilla,
que acaban con la vida de
m atorrales tro p ica le s secos y no ta n poblados. Con la preparación
millones de personas al año.'
y la precaución adecuadas p odría so b re v iv ir sin ayuda d u ra n te b a s ta n te
tiem po: la jungla ofrece ta n to s recursos co m o peligros esconde.
□ B S elva e s p in ó la : es posible enco ntrar agua
en la estación lluviosa, m ie n tra s que los m ovim ientos
de los anim ales pueden re v e la r la existencia de fuentes
en la estación soco, plantos y anim ales comestibles
EN UN P A I S A J E T R O P IC A L
ES B Á S IC O ...
C A R A C T E R ÍS T IC A S
D E L P A I S A J E T R O P IC A L
Las selvas tropicales contienen todo lo
La selva tropical, que crece a 1 0 ° del ecuador,
necesario para vivir Recuerde los siguientes
es el entorno que predomina en los trópicos.
consejos cuando se aventure a adentrarse
No obstante, existen otros a tan sóio
en una:
unos grados de latitu d de distancia.
■ Si bien la jungla está repleta de depredadores
(grandes felinos, cocodrilos y anacondas)
que lo ven como un eslabón m ás de la cadena
alimentaria, son las pequeñas criaturas
las que pueden hacerle la vida Imposible.
No obstante, un simple ruido alejará
a la mayoría.
S E L V A T R O P IC A L F R O N D O S A
Las selvas tropicales se dan en zonas con
tem peraturas y lluvias regulares durante todo
el año. Las precipitaciones anuales pueden
alcanzar los 2 -3 m \ y las tem peraturas diurnas
■ La alta humedad favorece las infecciones:
llegan a los 3 0 ° C (descienden a 2 0 °C por
vaya bien tapado (manga larga, guantes)
La noche). Las selvas tropicales monzónicas
y lávese cada vez que tenga ocasión
(o «estacionales»») son propias de zonas con
una estación húmeda y seca, m ientras que
■ Duerma siempre alejado del suelo.
■ Hierva o trate el agua. En algunos casos,
el agua que se encuentra en las plantas
es potable, pero si está am arillenta, lechosa
o incluso turbia, trátela antes de bebería.
■ Muchas plantas tienen mecanismos de
defensa en forma de líquidos tóxicos irritantes.
Si no puede identificarlas, no las toque.
■ Puede resultar difícil encontrar madera
seca: si tiene la suerte de hallar alguna,
recójala y guárdela en lugar seguro y seco.
Encender una fogata en un entorno húmedo
puede suponer todo un reto.
■ El humo de una señal de fuego debe atravesar
todas las capas de la jungla; por tanto,
O Caminos: debido a l I
rápido crecimiento de la
vegetación en la seha tiofucai
las caminos que encuentre serán recientes
y pueden oyudor mucho en una situación
de rescate. Incluso k n sanas remotas
luieden contar con caminos creados
¡sor leñadores, exploradores o lugareños
las de m ontaña (o «nubosas») se encuentran
en zonas montañosas.
□ O S elva espinosa: proporcio no
som bra y m ateriales p a ro hacer
fu e g o y co n s tru ir refugios, pero
puede a lb e rg a r anim ales peligrosos.
Lo vegetación densa du ra n te lo
estoción lluviosa puede d ific u lta r
la visibilidad
M ATO RRALES Y PANTANOS
También conocida como sctva espinoso, la selva baja se compone de plantas bajas
y leñosas con púas que suelen crecer en grupos separados por franjas de suelo
desnudo (las hierbas no son habituales). Las hojas caen durante la estación seca
y form an un m anto herbáceo denso durante la estación húmeda. Las masas de agua
constituyen otro elem ento tropical habitual, y pueden ser de agua dulce o salada.
Las prim eras se hallan en zonas interiores trajas y consisten en masas de m alera,
juncos, hierbas, alguna que otra palma baja e islotes. Las de agua salada suelen
contener manglares y se dan en zonas costeras propensas a inundaciones por la
subida de la m area, de m anera que lo mejor es recorrerlas en una barca. La visibilidad
en ambos casos es mala y los nwvim ientos resultan difíciles.
encienda el fuego en una zona donde
la vegetación no sea espesa (por ejemplo,
en un m eandro o en un claro).
■ La orientación puede resultar complicada,
ya que puede que sólo vea unos cuantos metros
por delante. Calcule a ojo (caminando una
distancia corta hasta un elemento identificable)
o cuente los pasos (véanse págs. 72-73).
S O B R E V IV I R E N L A S E L V A T R O P IC A L
Aunque los recursos naturales son abundantes en la selva tropical, el calor,
la humedad, los anim ales y la vegetación pueden dificultar mucho la experiencia.
Se jMiede encontrar agua, m ateriales para construir un refugio y plantas
comestibles, aunque la identificación de éstas es crucial para e v ita r las especies
■ Los ríos de las junglas Suelen discurrir
tóxicas. Los animales están por todas partes, de m anera que conviene construir
en sentido descerniente hacia la «civilización»
y. finalmente, hasta la costa.
y arañas. El m ayor peligro es perderse; la orientación resulta difícil debido
■ No luche contra la íunqla: adáptese a su
ritm o y trabaje con ella, no contra ella
plataform as para dorm ir por encim a del suelo y evitar así insectos, serpientes
a la densidad de la vegetación a nivel del suek». y los equipos de rescate tendrían
que em plearse a fondo para encontrarlo en la espesura del dosel de la jungla.
31
PAISAJES TROPICALES
□ □ □ □
S elva tro p ic a l: com bustible con d
que cocinar y encender fuego pora hace r sefíales:
m ateriales pa ra co n s tru ir refugios Cuidado can las
hojas secas y otros peligros Encontrará agua de
Mim o y de n a a s i como p b n la s y animales comestibles (
MÁS IN FO RM A C IÓ N □
PROTECCIÓN Refugios cags. 158-16L166-171
Fuego pócjs 118-133.204-205 Peligros m . 167.242-249
□
UBICACIÓN Orientación párjs. 66-77
Movimiento
□
106307 Señalización .
236241
ACUA Encontrar agua págs 192-193
Purificar agua .ikfs 200-201
□
COMIDA Plantas:^ 206-207.2 M 235
Animales págs 208 213.224-229,292-299
Capa em ergente: consiste en árboles
altos ten to m o a los 6 0 m de altura)
que atraviesan e l dosel
------ Dosel: capa uniform e de árboles.
de 2 0 -3 0 m de altura, cuyas
copos form an uno densa barrera que
bloqueo d paso de to luz bosta e l suelo
Sotobosque: recibe entre el 2 % y
e l 159f>de lu z s o b r y consiste en
árboles jóvenes y plantas herbáceos
Suelo: recibe menos d d 2%
de luz sotor y está ocupado
p o r heléchos, plantas
herbáceas, hongos y uno
densa alfom bra de ho/as
□ □ □ Ríos: to fa lto de v r /it lim ón
□ □ Pantanos: peligrosos
convierte a los ríos en uno buena etectíán pora
ser vistos por tas equipos de rescate ruhea
Además, ofrecen la poscM/dad de abandonar
(Muda o tos muñíales salvaos,
bs mareos ránidos y tos obstáculos
gue dificultan d m ovim iento (por cfempb.
vegetotíór sumergida y aguas profundas)
lo zona, a l tiem po que proporcionan oquo poro
beber, cocinar y tasar, y peces poro comer.
Trasládese a terreno seco to n p ro n to como
pueda o utilice una balsa p o ro salir de to zona
Casi todos tos nos le llevaran a la -civilización-
DÓ N DE SE E N C U E N T R A N L A S Z O N A S T R O P IC A L E S
■QUITOS, PERÚ
Las selvas tropicales se concentran en torno al ecuador. Las m ás grandes
se encuentran en Centroam érica y Sudam érica. en d Á frica subsahariana
en el sudeste asiático, en el norte de Australia y en varias islas del Pacífico.
I
10 '
0
*
•10 20 4 _______________
Trópico de
—
Cáncer
Trópico
de C a pricornio
B
'V
a -
ECUOd0f
Zonas tropicales
r l
E F MA MJ J A S O N O
C L I M A T Í P IC O
...* • • ......... ..
U . Í M M * - .»
Iquitos se encuentra junto al rio Amazonas,
en el corazón de la selva tropical peruana,
justo al sur d d ecuador, y presenta un efcna
■
Zona tropical
cálido y húmedo típicamente tropical.
32 ANTES DE SALIR CONOZCA EL ENTORNO
PAISAJES DE MONTAÑA
El entorno m ontañoso es tino de los lugares m ás duros para la supervivencia h u m a n a
Definidas com o masas de tie rra con una cum bre p o r encim a de los 6 0 0 ni, las m ontañas
pueden ser lugares m uy peligrosos debido a la elevación y al terreno. A m ayores
altitudes, más bajas son las te m p e ra tu ra s y p eor es el clim a, de m anera que aum entan
los riesgos de s u frir hipoterm ia, congelación y m al de altura. La nieve, el hielo y el te rre n o
escarpado aum entan los peligros. La supervivencia en este m edio puede depender de su
capacidad para descender a zonas con m ayores posibilidades de supervivencia y rescate.
C A R A C T E R ÍS T IC A S
□ □
Zonas elevadas: los zonas altos ofrecen una
DE L A S M O N T A Ñ A S
buena vn/bdidad gue facihlo la kxobzoción, pero las
montañas próxim as pueden in te rfe rir en tos aparatos
Por encima de la linea de vegetación arbórea, el terreno
de comunicación. Los rescotes en zonas altos son
peligrosos, yo g u e a los helicópteros les cuesto
ascender en el aire rarificado
montañoso es típicam ente árido, con rocas desnudas,
grava, peñascos hielo y nieve. En niveles m ás bajos,
los bosques d e coniferas form an et elem ento dominante,
acompañados de ríos y riachuelos alim entados por
el deshielo Entre los elementos topográficos figuran
pedregales acantilados barrancos terrenos rocosos
laderas nevadas y glaciares
H U I R o calla y aca n tila d o s
peligrosos y agotadores
Ofrecen poca protección
fre n te a los elementos
Descienda de m anera
rá p id o y segura
Q Laderas con riesgo de avalanchas, Orlelos n Inda costa
E l menor rindo o movimiento puede provocar uno avalancha
□ □ □ Zonas boscosos: neos en recursos Ofrecen protección
frente a los elementos, materiales p a ra construir un refugio,
cocinar, hacer fuego y señales, asi como flo ra y fauno comestibles
D Refugio situé siempre el refugio lejos de zonas
con nesgo de avalanchas, sobre todo si observa
restos de (Át'Vm'ndnnentos anteriores
C A M B IO D E E L E V A C IÓ N
Las montañas de c»erta altura pueden
presentar ecosistemas muy distintos
en las diferentes elevaciones debido a las
duras condiciones existentes a mayor altitud.
Las variedades de plantas y animales son distintas
según las diferentes elevaciones, de manera que los
recursos naturales disponibles para la supervivencia
varían en función de la altura. Los árboles caducifolios
mixtos son habituales en las laderas bajas; las coniferas
crecen en niveles intermedios, m ientras que a mayor altura
predominan prados, arbustos aislados, musgos y liqúenes.
En los niveles más altos, no hay vegetación.
□ □ Ríos p o r lo general, ofrecen
¡CUIDADO!
Uno de los animales más peligrosos
de las roñas montañosas es el puma.
uno fuente harpía y seguro de aguo para
beber, cocinar y lavar, asi como de peces
pora com er Trate siempre e l aguo si dispone
de los medios necesarios Sr sigue e l curso de
Vive en Norteamérica y Sudamérica
un r io m ontaña abo¡o con m a la vtstb/bdod.
tenga cuidado La ru ta pod ría term in ar en una
y más del 2 0 % de los ataques
cascado sin posibilida d de volver sobre sus posos
protagonizados por este felino
son mortales.
D O C o nte ntes de a g ita : tos a n o y m y tos ríos proporcionan
una r u ta rá p id a y de funda, y pueden ser navegables si dispone
de una balso o algún m edio de ftotactón fyfcnse pág s 1 0 6 1 0 9 )
□ □
M o n ta ñ a s la posib ilid a d
de re fu g io es Um itodo y entre
los peligros fig u ra n un c lim a
im previsible y desprendim ientos
de rocas. En algunos casos
requieren un equipo y
conocim ientos espeaohzodos
PAISAJES DE MONTAÑA
33
S O B R E V IV IR EN L A S M O N T A Ñ A S
D IS T R IB U C IÓ N DE L A S M O N T A Ñ A S
Las posibilidades de supervivencia son buenas a altitudes
Todos los continentes tienen montañas, pero las mayores cordilleras
más bajas, donde los árboles proporcionan m aterial para
son el H ¡malaya y el Karakorum, en Asia; los Andes, en Sudamérica;
construir refugios y hacer fuego, los ríos proveen de agua
las Montañas Rocosas, en N orteam érica y los Alpes y los Pirineos
y existen plantas y animales com estibles A m ayor altitud,
en Europa.
la vegetación se vuelve escasa de m anera que existen menos
opciones de conseguir refugio y comida, aunque si liay agua
(ríos o nieve). Puede existir riesgo de avalanchas en las laderas
cubiertas de nieve, y las grietas suponen un peligro oculto
en las zonas con glaciares. Las lesiones por frío representan
la mayor am enaza (véanse págs 270-271).
P E L IC R O S A C R A N A L T U R A
Las principales amenazas para la supervivencia a mayor altitud
son las dolencias relacionadas con el frío y. sobre todo,
la hipotermia, que se produce cuando la tem peratura
■
Cadenas montañosas
del cuerpo desciende por debajo de los 3 5 °C (si llega
a 3 0 °C . puede ser m ortal). También pueden producirse
congelaciones en las extremidades si hay hielo o mucho
frío y viento, y puede provocar daños permanentes
en los tejidos El mal de altura, que puede provocar
edema pulmonar o cerebral (y. en casos extremos,
la m uerte), también es un riesgo por encima
de los 2 .5 0 0 m.
□ □ Zonas g lo c ia k s : inhóspitos
y peligrosas, e v ita r si es posible
Nunca m iente crurarfas solo. Si va en
grupo. « esencial su/etarse con cuerdos
Lhasa la capital del Tíbet. se encuentra a 3 .6 4 9 m en plena meseta
D Q Zonas c u b ie rta s de nieve:
es posible cavar un refugio
en la nieve, que odemás se
tibetana. conocida corno «el techo del mundo». La elevada altitud
significa que los inviernos son muy fríos y las precipitaciones,
relativam ente escasas, ya que en su mayoría son en forma
de nieve (que posee sólo el 1 0 % de la densidad de la lluvia)
obtener aqua
EN U N P A IS A J E M O N T A Ñ O S O ES B Á S IC O ...
La elevada altitud y los niveles m ás bajos de oxígeno suponen
una mayor exigencia incluso pora los que están en forma. por
lo que conviene estar preparado La supervivencia en Lis montanas
exige, además, un equipo especial
■ Respete la naturaleza y peque de precavida Lis montañas son
implacables y las acciones de rescate no serán rápidas ni fáciles
■ Planifique una ruta factible y segura, y prepare un plan de acción
de emergencia (véanse págs. 24-2 5 ).
■ Vístase por capas (véo/rse págs. 4 6 -4 7 ). Comience la ruta con ropa
ligera y añada o quite capas según lo necesite.
MAS INFORMACIÓN...
□
PROTECCIÓN Refugio* págs 156-165 178-181
FurgopOgs 118-133 204-205 Peligros igs. «2-249.300-301
□
UBICACIÓN Orientación p*js 66-77
Movimiento
□
« M I 94-97 SíAaltóacibn .1qs. 236-241
ACUA Encontrar agua igs 188-191
Purificar agua .óqv 200-201
□
COMIDA Plantas p*gs 206-207.280-281 286-287
Animales ¡ ógs 208211216-221290 297
■ Protéjase la cabeza (hasta el 7 0 % del calor corporal se pierde
a través de la cabeza) y utilice guantes.
■ Átese al cuerpo las piezas sueltas de ropa y los complementos
(gorra, guantes, gafas); la falta de un guante podría costarle
una mano o la vida
■ Lleve una linterna. Los cambios de tiempo y los imprevistos podrían
llevarle a encontrarse en plena montaña con poca luz o a oscuras.
■ Lleve siempre el equipo básico para disponer de Li protección adecuada
si se ve obligado a acampar de noche (un vivac y un saco de dormir).
■ Consulte las previsiones de avalancha y lleve un transceptor.
■ El contacto con Li nieve deja la ropa húmeda, y por tanto inútil
■ Si se desplaza sobre nieve, improvise un calzado adecuado
(veonse págs. 9 4 -9 5 ).
34 ANTES DE SALIR . CONOZCA EL ENTORNO
PAISAJES DESÉRTICOS
El entorno desé rtico es un lu g a r h o stil p a ra la supervivencia hum ana
¡C UIDA D O !
debido a las te m p e ra tu ra s e x tre m a s y a la escasez (o la fa lta to ta l) de agua.
En las zonas desérticas
La m ayor p a rte de los d e sie rto s son cálidos y secos o frío s y secos, y to d o s
viven serpientes venenosas,
reciben m enos de 2 5 0 m m anuales de precipitaciones. E xisten zonas donde
incluida la rnamba negra
(este y surde África),
la h ip e rte rm ia y la h ip o te rm ia re presentan una am enaza, y donde se producen
que resulta especialmente
peligrosa debido a su
inundaciones repentinas. El desie rto , un lu g a r d u ro p ara sobrevivir, deben
agresividad y a su mordedura
visitarlo sólo aquellos que estén convenientem ente preparados.
tóxica.
C A R A C T E R ÍS T IC A S D E L D E S IE R T O
La imagen popular de un desierto es la de un paisaje á rido y arenoso con cielos abrasadores y unas
de las temperaturas m ás altas del mundo. Esas zonas existen, pero los entornos desérticos poseen
sin duda una m ayor diversidad paisajística, desde los desiertos tríos d e las regiones polares
hasta las tierras altas, los pastizales y el terreno rocoso con w adis (cauces estacionales).
D E S IE R T O S C A L U R O S O S Y S E C O S
Los desiertos templados y tropicales suelen ser calurosos y secos deludo
a las altas tem peraturas diurnas, la escasez de lluvia y la elevada evaporación.
Pueden pasar meses o incluso artos sin llover, y cuando llegan las precipitaciones
suelen hacerlo de m anera repentina y violenta, aunque el agua form a rápidam ente
lechos estacionales (wadis) o se evapora en el aire o al entrar en contacto con el suelo
caliente. La cantidad de agua de lluvia que empapa la tie rra es mínima, lo que provoca
la falta de vegetación. Ésta, por tanto, ha evolucionado para aprovechar al m áximo el agua,
por k) general mediante extensos sistemas de raíces que almacenan la humedad, una superficie
cerosa y hojas que evitan la pérdida de tan preciado líquido, y tallos o raíces que también
lo almacenan. Por la noche, en invierno y en altitudes mayores, pueden producirse heladas.
□ □ □ □
Oasis:
la vegetación proporcio na refugia . '
P A S T IZ A L E S
Conocidos como sobona en las zonas tropicales, los pastizales suelen lim itar con las
regiones desérticas y presentan un clima seco similar durante casi todo el año La diferencia
básica es que tam bién experim entan una estación húmeda, responsable de una vegetación
más diversa y extensa. En los pastizales templados conviven hierbas, arbustos y pequeños
grupos de árboles, m ientras que la sabana es m ás variada, con más árboles, arbustos
y hierbas que alcanzan mayor altura durante la estación húmeda, pero que se secan
pero tos orum aics atra ídos p o r el
agu a podrían suponer una amenaza
Los oasis, puntos de refcrencio
m uy visibles, suponen una fu e n te
de aguo v ita l y suelen ofrecer
plantos y omnmles com estibles
□ □
en las épocas de sequía. Hay tam bién una mayor variedad de especies animales. Durante
Zonas elevadas: las
m ontañas pueden contener
la estación seca pueden producirse incendios incontrolados, que desempeñan un im portante
papel al destruir la m ateria vegetal m uerta y a p o rta r cenizas fértiles al suelo.
charcos de agu o de llu v io y
a lb e rg a r anim ales com estibles
D Ó N D E SE E N C U E N T R A N L A S Z O N A S D E S É R T IC A S
Aunque existen desiertos en todos los continentes, el m ás grande del mundo
es el del Sahara, en el norte d e Á fric a que form a parte de una inmensa franja
desértica que abarca desde Oriente Próxim o hasta el sur y el centro de Asia.
C L IM A T ÍP IC O
*
D e s ie rto c a ld o
■ PwlutoMo
Tindouf se encuentra en el corazón del Sallara
y presenta un clima típico de desierto cálido.
Las precipitacioncsson nulas A ra n te todo el año.
mientras que las temperaturas se disparan en verano.
PAISAJES DESÉRTICOS
EN U N P A IS A J E D E S É R T IC O
S O B R E V IV IR EN E L D E S IE R T O
Las tem peraturas extrem as y la falta de recursos naturales lim itan las posibilidades
ES B Á S IC O ...
de sobrevivir en el desierto. El agua y el refugio son escasos, si no inexistentes, la
Sobrevivir en las condiciones extrem as
vegetación comestible tam bién es lim ita d a y los animales se ocultan para protegerse
del desierto es imposible si no se
d d sol durante el dia. Los wadis. los pastéales y el terreno m ás elevado ofrecen una
está bien preparado. Tenga en cuenta
perspectiva algo mejor. Los m ayores peligros son la deshidratación y la hipertermia
los siguientes puntos;
(réowse págs. 2 7 2 -2 7 3 ). aunque en zonas de la sabana africana viven grandes
■ Prepare siempre un PAF para comunicar
mamíferos peligrosos felinos, hipopótamos, rinocerontes, elefantes y cocodrilos
a alguien sus planes antes de adentrarse
en una zona desértica (nw nse págs 24 25).
□
□
□
■ El agua es vida. No subestime sus
Dunas de arena: apenas ofrecen protección contra
los elementos, pero lo visibilidad facilita el rescate. Los huellas
o los movimientos convergentes de animales podrían indicar
la dirección de una fuente de agua
□
[3
35
Zonas montañosas: tV terreno más alto
es más frío que las ranos circundantes y puede
resultar peligroso, pero facilita lo bcohraoón
y la recepción de kn aparatos de comunicación
□ Zonas de wadi: las roñas con
vegetación se haHan en los puntos
donde se acumula agua después
de llover (por ejemplo bajo acantilados
o peñascos), y proporcionan refugio
y material para hocer fuego Cuidado
con las nadas en to s cauces
necesidades, lleve agua de más por si acaso
y un equipo adecuado para aproveclwr
al máximo las posibilidades de encontrar
y recoger agua (binoculares, tubo de plástico,
bomba de fittraoórVpurificación) por si
la situación se pone difícil.
■ Pregunte a los lugareños por las fuentes
de agua que podrían no estar marcadas
en los mapas.
■ Si se adentra en zonas remotas,
equípese con un GPS. además de los
mapas correspondientes y la brújula.
Considere la posibilidad de llevar también
un radiofaro personal o un teléfono vía
satélite (véonse págs. 2 36 -2 3 7).
■ Si utiliza un vehículo, asegúrese de llevar
un gato adecuado para terreno blando, placas
■ M
0 r
já
CJ Q Zonas de wadi: ios ríos fio
por los wadis durante las riadas
y el aguo puede acumularse ba/o
la superficie hasta mucho tiempo
después de la inundación Losan
también son el hábitat de animal
□
□
□
Sabana
verán reducidas en t o estación húmeda
cuando ctercon las plantas lo s fuentes
de aguo vanan en función de lo estación
para arena o escaleras por si se queda atrapado,
agua extra, un refugio, ayudas para la localización
y cualquier otro complemento oportuno.
MÁS INFORMACIÓN...
□
Sabana: t o protección contra
tos elementos es hmitoda, aunque
es posible encontrar material
paro construir refugios durante ta
estación húmeda Los insolaciones
y la deshtdrataoón son dos grandes
peligros busque sombra durante to s
boros más calurosos del día Cuidado
con tos serpientes y to s escorpiones
en to s roñas con sombra, asi coma con
los grandes febnos y mamíferos, y con la
actividad nocturna de los omínales
□
PROTECCIÓN Rofugta* págs 156-161174-175ftN | 0
págs 118-133.201-205 Peligro págs 242-249 300305
■ Planifique atajos o puntos de seguridad por
si tiene que desviarse en caso de emergencia.
■ Asegúrese de que sabe realizar reparaciones
de emergencia a su vehículo.
MovimKiito ajs 10O M I94-97 Señaiúaoon,úqs 236-241
■ Pregunte a los lugareños sobre los peligros
de la zo n a como carreteras impracticables
o caminos que no llevan a ninguna parte.
□
átela en la parte trasera del vehículo para
□
UBICACIÓN OrientKton pJgs 66-77
■ Cuando utilice una escalera si se queda atascado,
AGUA Encomiar agua páy* 192 193
Purificar agua
200 201
arrastrarla hasta que llegue a terieno firme.
■ Si el vehículo se averia, abandónelo únicamente
□
COMIDA Plastas págs 206-207.282-283
Ananalct ágs 216-22L 224-229 292-295
si quedarse representa un peligro o no
es factible: será lo primero que buscarán
los equipos de rescate
36 ANTES DE SALIR _ CONOZCA EL ENTORNO
PAISAJES FRÍOS
Las bajas te m p e ra tu ra s re presentan un p e lig ro p o te n cia lm e n te letal,
¡C UIDA D O !
pero si se conserva el c a lo r c o rp o ra l es posible so b re vivir en ta n d u ra s
El mayor mamífero depredador
condiciones. Las regiones polares c u b ie rta s de nieve, la tu n d ra y la ta ig a
de la Tierra, el oso polar,
vive en el Ártico. Los osos
subpolares y diversos p u n to s de las zonas te m p la d a s d u ra n te el invierno
suelen atacar cuando tienen
pueden clasificarse co m o paisajes fríos. El clim a húm edo y ventoso puede
lumbre, y los ataques
hacer que las te m p e ra tu ra s m o d e ra da m e n te fría s bajen más, lo que a u m e n ta
suelen ser mortales.
el riesgo de s u frir el peligro m ás le ta l en e sta situación: la h ip o te rm ia .
C A R A C T E R ÍS T IC A S D E L O S P A I S A J E S F R ÍO S
□
Fuera de las zonas templadas, los entornos fríos típicos son las zonas polares, con capas
de hielo glacial y banquisas, la tundra, que contiene permaluelo (suelo perm anentem ente helado),
pequeños arbustos, musgos y liqúenes, y la taiga, con extensos bosques de coniferas. Casi la
mitad de la masa terrestre del hemisferio norte podría clasificarse com o región fría debido
□
Montarlas: las conos elevadas
ofrecen poca pro te c c ió n fre n te a los
elementos, pe ro se lo g ra una buena
visibilidad p a ra las ayudas de
posición Además, son ideales
p a ra supervisar e l entorno
a la influencia de las masas de aire frío (véanse páqs 7 8 -8 3 ). m ientras que las corrientes
oceánicas y la altitud tam bién contribuyen a en fria r el ambiente.
TERRENO S POLARES
□
La zona polar septentrional se encuentra por encima del océano Á rtico y consiste
protección fren te a los elenn.ntos.
a s i como m atin a le s p a ra construir
refugios y hacer fuego, aunque
los animales que los habitan
pueden suponer una
principalmente en banquisas cuya extensión y profundidad varían a lo largo
del arto. Debido a la fa lta de tierra, el deshielo supone un serio peligro. La zona
polar meridional se halla por encima del continente de la A n tá rtid a y abarca
la mayor capa de hielo glacial de la Tierra. Ambas zonas contienen plataform as
de hielo (glaciares que se han prolongarlo m ás allá del mar), algunas de las cuales
se quiebran y form an Icebergs.
L A T U N D R A Y L A T A IG A
Las latitudes próximas a las zonas polares albergan la tundra, un entorno
de perm ahido y vegetación que apenas crece debido a las bajas tem peraturas.
La taiga se encuentra m ás alejada de los polos y las tem peraturas son lo
bastante altas como para perm itir la existencia de bosques de coniferas.
□ □
Tundra: durante e l invierno, el m anto de nieve hace
que exista poca protección fre n te o los elementos y se dificulten
tos movimientos sin calcado p a ra nieve o esquís
□
Banqwso: terreno peligroso
por el nesgo a la exposición, o caer
y a los osos polares (en las conos
polares septentrionales),
podría depender d el curso
del h e lo ----------------
□ □ □
pora ayudarte a seóalar su ubicación son limitados
o inexistentes. Es posible obtener agu o de
la nieve o e l helo, y coñudo de la pesca
Taiga los bosques proporcionan
wn n BD
PAISAJES FRIOS
S O B R E V IV IR E N E L F R ÍO
ES B Á S IC O ...
Los recursos naturales pueden ser escasos en los entornos fríos* de
Las principales amenazas en los entornos
m anera que su supervivencia dependerá en gran m edida del equipo y de las
fríos son la hipotermia y la exposición, asi
provisiones que lleve. Es posible excavar un refugio en la nieve para protegerse
que asegúrese de ir perfectam ente preparado:
del frío y e vita r la exposición a las tem p eraturas gélidas, pero el m aterial
■ Vístase con varias capas de prendas amplias
para hacer fuego es lim itad o en las zonas polares y de tu n d ra La supervivencia
(véanse págs. 4 6 -4 7 ). evite el exceso de calor
y mantenga la ropa seca y limpia.
resulta m ás factible en la taiga, donde sí es posible encontrar m adera, agua
dulce y anim ales y plantas comestibles. Los m ayores peligros son la hipoterm ia
■ Si tiene las manos frías, no las caliente con
el aliento, ya que las humedecerá, y póngaselas
(véanse págs. 2 7 2 -2 7 3 ) y los osos polares (en las zonas septentrionales).
bajo las axilas.
EL P E L IC R O D E L A S B A J A S T E M P E R A T U R A S
■ Revise con frecuencia las extremidades (rostro,
pies, manos y oídos) en busca de señales de
congelación (véase pág. 273).
La pérdida de calor se produce de varias m aneras y resulta esencial reducirla
al mínimo para sobrevivir en condiciones frías. Es im po rtante evitar el exceso
de movimiento, ya que a través del sudor se pierde calor, así como cubrirse la cabeza
y llevar varias capas de ropa para conservar el calor corporal. Éste también se
■ La sensación térm ica provocada por el viento
es peligrosa; resguárdese de éste siempre
que pueda (sobre todo si se encuentra
pierde a través del contacto directo entre la piel y una superficie m ás fría, sobre
en una situación límite).
todo cuando hay humedad, ya que el agua aleja el calor del cuerpo 2 5 veces más
■ Asegúrese siempre de que el refugio
esté bien ventilado (mantenga los orificios
rápido que el aire. Por esa razón, resulta vital llevar
de ventilación despejados y revíselos con
frecuencia, sobre todo si nieva con intensidad).
prendas aislantes e impermeables, y permanecer
seco. La respiración también implica pérdida
de calor: cada bocanada que se inspira
contiene aire frío, que se calienta al
pasar por los pulmones y se carga
■ Aíslese del suelo frío con nieve o hielo, siéntese
sobre la mochila o construya una plataforma
para dorm ir con ramas (así evitará la pérdida
de calor corporal).
de humedad cuando se exhala.
■ Si el fuego es su principal medio para calentarse,
Así pues, reduzca la pérdida
de calor cubriéndose la nariz
triplique la cantidad de leña que cree que
necesita (tiene que durar toda la noche).
la boca con un pasamontañas
o una bufanda, o bien
y
respirando aire caliente
junio a un fuego o en
un refugio caldeado.
□ □ □
Taiga- recursos naturales
p a ra ayudarse en b beatim erón
tom bton es posible encontrar
agua, asi corito plantas y amorates
comestibles
37
MÁS INFORMACIÓN...
□
PROTECCIÓN Refugios wgs 156-166.178179 Fwgo
páji 118-131204-PtK Ptfigrtftpáijs ?4?-?4V
UBICACIÓN O n n tx io n p T . 66 77
Móvilmente pgs 949/ Scá*uaón [ ,vjs ?H, .MI
□
□ AGUA Encontrar agua t>nj M-19S
Purificar agua págs 200-201
□ E3 Tundra: w nieve y el hielo pueden
fundirse en invierno, y en verano hay
aguas subterráneos, aunque tos recursos
son lim ita d o s La vegetoción aum enta
cuan to m ás cerca de tos árboles está
□
COMIDA Plantas pgs 206207.282-287
O?qs 208-213.216223,224-229,290-291 296 297
D Ó N D E SE
40 “ I
ENCUENTRAN
L A S Z O N A S F R ÍA S
Las zonas polares del Á rtico
RUSSIA
- 350 y
e
|
30 “
- »o 4
I
K) “
- 250
1
10 ‘
1
0 ”
- 200
y el A ntártico son las
- 150
más frias del planeta y se
- » [
encuentran en los puntos
más alejados del ecuador
La tundra se desarrolla
E F M A M J
J A S O N O
cerca de las regiones
C L I M A T Í P IC O
polares y está bordeada por
Archangelsk es un puerto ruso en el mar de
Barents. Se encuentra en la zona de la taiga
la taiga, situada en el norte
y registra tem peraturas bajo cero durante
de Eurasia y de A m é ric a
Zonas polares
Tundra
Tañía
la m itad del año y precipitaciones escasas.
ANTES DE SALIR _ CONOZCA EL ENTORNO
PAISAJES MARINOS
¡C UIDA D O !
EL M A R , EL ENTORNO M Á S DURO y d e s a fia n te , es d ife re n te a to d o s
tiburones, pero los de las
En todos los nares luy
aguas tropicales son los más
los dem ás d e b id o a la fa lta del e le m e n to m ás bá sico p a ra la vid a h um ana:
agresivos. Alrededor del 2 0 %
el agua dulce. A lre d e d o r del 7 0 % de la s u p e rfic ie te r re s tr e e s tá c u b ie rta
de los cientos de especies que
de agua salada, desde los gélidos y ventosos océanos polares h a s ta los cálidos
m ares tro p ica le s. Los v ie n to s y las c o rrie n te s im p o n e n el s e n tid o de los
m ovim ientos, la p ro te cció n es lim ita d a y los recursos n a tu ra le s son inexistentes,
existen han atacado a humanos.
Los más peligrosos son el gran
tiburón blanco, el tiburón tigre
y el tiburón toro.
de m anera que lle g a r a tie rr a firm e es la m e jo r a p u e s ta p a ra la su p e rvive n cia .
C A R A C T E R ÍS T IC A S DE
□
□
□
Costo rocoso:
lo señalización para los
equipos de rescate puede ser
complicada y podrían vene
imposibilitados para llegar
hasta donde se encuentra,
t i ogua y to coñuda se
lim itan o cangrejos,
crustáceos, oves y huevos
LO S P A IS A J E S M A R IN O S
El entorno m arino abarca desde los m árgenes costeros, poco profundos
( 2 0 0 m o menos) y con gran variedad de vida vegetal y animal, In s ta
los océanos abiertos (los m ás profundos alcanzan m ás de 1 0 .0 0 0 m ).
D E L A C O S T A P R O T E G ID A A M A R A B IE R T O
Los márgenes costeros albergan prácticam ente toda la vida oceánica e incluyen
zonas terrestres (la playa y la zona entre m areas) y acuáticas (el m ar hasta
el límite de la plataform a continental). Existe gran variedad de entornos:
arena, rocas y playas de guijarros, dunas, acantilados, estuarios, marismas,
manglares, lagunas, bosques de kelp y arrecifes de coral. El m ar abierto
es un entorno con menos vida y destaca por su enorm e extensión
(abarca el 9 2 % del agua salada). La supervivencia depende
del equipo, de las provisiones y del ingenio.
L A S C O N D IC IO N E S E N E L O C É A N O
La protección y la localización en el m ar dependen en gran medida del
clima. Es posible que se vea expuesto a un sol abrasador, frió, humedad,
viento y oleaje Las condiciones son m ás duras en el océano A ntártico,
donde los vientos (conocidos como los «Cuarenta rugientes») son
fuertes durante todo el afto y el hielo abunda en invierno. Pueden
producirse torm entas estacionales intensas, como huracanes en
las zonas tropicales del Atlántico occidental y ciclones en el Pacifico
occidental India y el sudeste asiático tam bién experim entan un clima
severo durante los monzones.
□
Costa rocosa: tecaloda y
supervivencia complicadas: presenta el
riesgo de sufrir daños al tom ar tierra
E l desplazamiento o roñas más seguras
resulta complicado p o r los acantilados y
tocas resbaladizos. Protección tmutoda
contra tos elementos y las mareos
la mayoría de la vida
oceánica se encuentro
cerco de las costas, y
gran parte de las espeoes
viven o un máximo de
2 0 0 m de la superficie
V IE N T O S Y C O R R IE N T E S
Los vientos y las corrientes siguen los patrones
predominantes. Si sabe m ás o menos en qué punto
se encuentra, podrá calcular dónde le llevarán.
Con una deriva de 1 nudo, una balsa salvavidas
puede desplazarse 3 8 kni d e su últim a posición
Los v/entos ___
fríos soplan
en dirección
oeste desde
los polos hocio
t os trópicos.
Los comentes
del hemisferio
norte discurren
(
en el sentido
de t os agujas
5
delrelo)
~ - Ecuador
Los vientos __
cálidos
soplan hacia
t í este desde
los trópicos
o los polos
Los comentes
hemisferio sur
se desplazan en
e l sentido
contrario a las
agujas de! reloi
en veinticuatro horas. Tam bién puede desplazarse
hasta 3 5 ° a uno de los lados del viento, ampliando
la zona de búsqueda a m ás de L 0 0 0 k m * en las
prim eras veinticuatro horas (a u m en ta d e form a
exponencial a m edida que transcurre el tiem po).
Las corrientes favorables pueden aprovecharse
para llegar a tie rra m ás rápidam ente.
— Vientos cálidos
— Vientos fríos
Corrientes cálidas
Corrientes trias
PAISAJES MARINOS
D D M aya '■obre to m o rca de to pteam or
□ □ Riachuelo h a s ta la p la y a tos
tos playas pueden proporcio nar protección
riachuelos que desembocan en to playa
pfoporc/oaun agua p a ta beber, cocinar
contra e l viento y lo Ibvia, o s í com o m ateriales
pora co n s tru ir rcfu g b s, encender fuego
e im provisar ayudas de tocati/o oón
y b v a r También es posible encontrar
cerca plantas y animales comestibles
EN U N P A IS A J E M A R IN O
ES B Á S IC O ...
Las probabilidades de sobrevivir en el mar
aum entan de form a considerable con una buena
preparación. Por tanto, tenga en cuenta los
siguientes puntos:
■ Lleve el equipo de supervivencia en el mar
como si su vida dependiese de ello. Otros entornos
permiten improvisar ayudas para la supervivencia
y la localización, pero el mar no.
* Lleve un traje de inmersión o de supervivencia
de emergencia, ya que le proteqerá contra los
elementos y facilitará la flotación. Además.
el color (naranja o rojo muy visibles) supone
una gran ayuda para su localización.
■ Lleve siempre consigo un radiofaro personal
como medida de precaución.
■ Lleve diferentes métodos para obtener agua:
una bomba de ósmosis inversa, que convierte
d agua salada en agua potable; un kit de
desalinización, un alambique solar y un recipiente
para recoger agua de lluvia.
■ Tenga siempre a mano una bolsa de emergencia
preparada. Debe contener un kit de primeros
□ □ □
B a lsa salvavidas:
aum enta tos posibilidades
de supe rvnvn aa y rescate:
proporciona protección
c o n tra los elementos
y contiene un equipo básico
de em ergencia que tncbye
agua y coñuda. S i tieqa
a tierra, la b a h o puede
servir com o refugio
auxilios, una bomba de ósmosis inversa, una
baliza de emergencia, un alambique solar, agua,
bengalas y un kit de pesca (véase pág. 250).
* Si la balsa se hunde, no la abandone hasta que
sea absolutamente necesario. Quédese cerca
a menos que resulte inseguro; cualquier «huella
de supervivencia* de gran tamaño incrementará
sus posibilidades de ser rescatado; además,
podría recuperar las provisiones de la barca.
■ Si es poco probable que se produzca un rescate
inminente, tendrá que racionar el agua. Piense cuánta
tiene, cuánta puede conseguir, las probabilidades
E l B alsa salvavidas ayuda de localización
m uy visible, aunque a m erced d el viento
y de las corrientes También puede
in cluir bengalas
□ □ Chaleco salvavidas protección
eficaz contra el ahogatmento. tam bién
sirve como ayuda de b c a tim c ió n bastea
□
A n d a flo ta n te reduce to desviación
y m antiene la estabilidad at a n c la r la p a rte
trase ro de lo bolsa o ta g u a y e v ita r que se vuelque
y se precipíte sobre tos otas Lo más im portante
es que reduce la desviación, de m anera que
contribuye a m antenerse en lo m ism a ubicación
y aum entar a s ila s posibilidades de ser rescatado
de sufrir mareos (pueden provocar deshidratación)
y las posibilidades de que lo rescaten.
■ Protéjase de los elementos (sol. viento, frío,
calor y sal); más vale prevenir que airar.
■ El mar. sobre todo si está agitado, puede acabar
con la voluntad de vivir mucho más rápidamente
que cualquier otro entorno. El marco se lleva
toda la energía y provoca pérdida de líquidos y de
motivación. Tome alguna pastilla contra el mareo
a la prim era oportunidad (antes de abandonar la
barca) y continúe con la posdogia recomendada.
MÁS INFORMACIÓN...
□
PROTECCIÓN R pfugtosp^ 156-165.176-177 Facgo
fv)gs 118-13J, 204-205 Peligros par. 250-255.300-301
S O B R E V IV IR EN E L M A R
Los recursos naturales en m ar abierto son inexistentes, de m anera que los refugios
□
UBICACIÓN M ovim iento;^ 106-107
Seráfización aigs. 236-2-íl
o las ayudas de localización improvisados se lim itan a lo que tenga consigo.
El mareo, sobre todo en una balsa pequeña, puede afectar seriam ente la capacidad
de permanecer hidratado y m otivado Si no puede llegar a tierra, la única agua para
□
ACUA Encontrar agua pág=. 196-197
Tratar agua pígs. 200-201
beber será la de la lluvia o la procedente de algún aparato de desalinización (consumir
□
onna o agua salada sólo aum entará el nivel de desbidratación). Lleg ara berra o a una
Animales pigs 208-213.224-229.292-299
ruta m a rítim a in crem entará d e form a notable las posibilidades d e ser rescatado.
COMIDA Plantaspá* 206-207.282-267
39
S A L IR _ E L E Q U IP O A O C C U A O O
EL EQUIPO
AD ECU AD O
Tanto si va a equiparse p a r a u n a la r g a
D e b e s e r v ir le p a r a a f r o n t a r lo s p r in c ip io s
e x p e d ic ió n c o m o p a r a u n a s a lid a d e un
b á s ic o s d e s u p e r v iv e n c ia e n r e la c ió n
s o lo d ía , e s im p o r t a n t e e le g ir el e q u ip o
c o n el e n t o r n o e n e l q u e se e n c u e n tr e ,
y la r o p a a d e c u a d o s . El m o m e n to in o p o r tu n o
y c o n s is te en la r o p a y e n e l e q u ip o b á s ic o
p a ra d a rs e c u e n ta d e q u e e l e q u ip o
d e s u p e r v iv e n c ia (véanse p á g s . 4 3 . 6 1 ).
n o es ú t il es c u a n d o su v id a d e p e n d e
C u a n d o h a y a o r g a n iz a d o e l e q u ip o
de q u e é s te s ir v a p a ra lo q u e se d is e ñ ó .
C u a n d o se t r a t a d e e le g ir u n e q u ip o ,
b á s ic o , p o d r á d e c id ir q u é e le m e n to s
h a r á n la e x p e d ic ió n m á s c ó m o d a .
s ie m p re r e s u lta re c o m e n d a b le im a g in a r s e
P r o b a b le m e n te in c lu ir á u n v iv a c
en la p e o r s itu a c ió n d e s u p e r v iv e n c ia
o u n a tie n d a , u n s a c o d e d o r m ir , p ie z a s
p o s ib le . A s í p u e s, p ie n s e q u é n e c e s ita r ía
p a r a c o c in a r y c o m id a , y a lg o p a ra
p a ra s o b r e v iv ir si o c u r r ie s e lo p e o r:
t r a n s p o r t a r lo to d o . L le g a d o a e s te p u n to ,
ése s e rá el e q u ip o d e « p r im e r a lín e a » ,
d e b e ría r e a liz a r u n a p e q u e ñ a p ru e b a
el q u e d e b e lle v a r e n c im a en t o d o m o m e n to .
p a r a a s e g u r a r s e d e q u e e l e q u ip o q u e p a
En este apartado
DESCUBRIRÁ
■ el significado de la expresión «equipo de primera línea»...
■ que siempre es bueno compartir cuando se viaja en grupo...
■ qué mochila es la más adecuada para cada ocasión...
■ por qué debería estrenar las botas antes de ponerse en ruta...
■ una buena razón para llevarse una tienda tres estaciones...
■ cómo se duerme como una momia...
■ qué es el g o rp y cuándo debe tomarlo...
Con cada nueva s a lid a re fo rz a rá
su c o n fia n z a ta n t o en u s te d m is m o c o m o en
el e q u ip o . Es p o s ib le q u e en a lg ú n m o m e n to
d esee e x p lo ra r el m u n d o d e l c a m p in g
u ltra lig e r o .
EL CAMPING ULTRALIGERO consiste en
la selección de las tres piezas más grandes del equipo
para reducir de form a significativa el peso que hay
en la m o c h ila y d e q u e p u e d e t r a n s p o r t a r la
co n c o m o d id a d .
P o r ú lt im o , a p r o v e c h e e l p o s ib le
que transportar. Una tienda estándar, una mochila
y un saco de d o rm ir pesan alrededor de 9 kilos.
El camping ultraligero perm ite reducir a la mitad
el peso de los «tres grandes».
e s p a c io s o b r a n t e p a r a in c lu ir p ie z a s
de « lu jo » , n o e s e n c ia le s , c o m o , p o r
e je m p lo , u n c o lc h ó n y u n a a lm o h a d a
in fla b le s , u n M P 3 o u n lib r o .
C o m p ru e b e d o s v e c e s q u e to d o s
■ Lleve una tienda vivac en lugar de una tradicional
y un saco de d orm ir ligero para poder llevar puesta
la ropa y no pasar frío.
■ A l ser más pequeños la tienda y el saco de dormir,
podrá reducir el tamaño de la mochila.
lo s e le m e n to s d e l e q u ip o fu n c io n e n
y q u e s a b e c ó m o u tiliz a r lo s . C u a n to m e jo r
La práctica del excursionismo con menos
e n tie n d a c ó m o y p o r q u é fu n c io n a c a d a
equipo, pero siempre dentro de los parámetros de
p ie z a d e l e q u ip o , m á s p r e p a r a d o e s ta r á
p a ra im p r o v is a r a lg u n a s o lu c ió n si a lg u n a
se e s tr o p e a o se p ie rd e .
seguridad, perm ite mayor libertad a la lx>ra de disfrutar
de la naturaleza (con menos peso el cuerpo se cansa
menos y podrá recorrer mayores distancias). El camping
ultraligero puede llegar a ser adictivo. y es seguro
siempre y cuando utilice el sentido común (pero
nunca renuncie a la calidad del equipo). Pruebe a:
■ U tilizar un hornillo de hexamina para preparar
alimentos y calentar agua (no tendrá que llevar
un hornillo y combustible).
Llevar un recipiente para cocinar y hervir agua.
U tilizar m ateriales naturales a modo de colchón.
El momento menos oportuno para darse
cuenta de que el equipo no es útil es cuando
su vida depende de que dicho equipo sirva
para lo que se diseñó.
42 ANTES DE SALIR EL EQUIPO ADECUADO
SELECCIONAR EL EQUIPO
L A P L A N IF IC A C IÓ N ES F U N D A M E N T A L cuando se tr a ta de
d ecidir qué equipo se va a llevar. Debe v a lo ra r sus p ro p ia s necesidades
CONSEJOS PARA PREPARAR
EL EQ U IPA JE
personales, las posibles exigencias que p la n te a rá n el clim a y el terreno,
■ Ordene el equipo en orden inverso:
así com o el volum en del equipo que p o d rá tra n s p o rta r. Con un poco
las piezas que desea tener más a mano
serán las últimas que colocar!
de planificación, e sta rá bien equipado p ara cu a lq uie r eventualidad.
■ Guarde las piezas de uso frecuente
en bolsillos laterales o exteriores.
■ Enrolle y sujete las tiras largas para
PREPARAR EL EQUIPAJE
evitar que se enganchen
■ Ponga una bolsa seca en la mochila.
Lo primero es sopesar el equipo con respecto a las limitaciones del medio de
■ Asegúrese de llevar todos los bolsillos
transporte elegido (véase cuadro inferior). A continuación, resulta imprescindible
bien cerrados.
organizado (véase pág. siguiente) con el fin de asegurarse de que las piezas
■ Si guarda algo húmedo en la mochila,
que pudiera necesitar en una situación lim ite estén siempre a mano.
ventílelo en cuanto realice una parada.
s_____________ ✓
QUÉ LLE VA R
RESTRICCIONES DE PESO Y ESPACIO
El entorno al que viaje determ inará el tipo
de equipo que necesitará, pero el m edio de
transporte supone la principal limitación
en lo que respecta al equipo (véase derecha).
Las mochilas (véanse págs. 44-45) se hallan dispombles en una amplia gama de
UJ
o.
volúmenes, desde JO litros (para un dial hasta 80 litros (para una semana o más)
Recuerde que tendrá que cargar todo lo que pong3 en la mochila y que el peso
Cuanto más equipo tenga que c arg a r usted
de ésta determinará La distancia y la actividad que podrá realizar cada día.
mismo, menos lujos podrá permitirse: el peso
Uevf vÜo lo mínimo indispensable no hay lugar para lujos cuando se maja a pie.
alladido dificultará ia libertad d e movimiento,
le restará demasiada energ ía liará que vaya
m ás despacio y lim itará la distancia que pueda
recorrer cada día. También m erece la pena tener
en cuenta si fxiede reducir el peso y el volumen
de las piezas que form en el equipo <véase
cuadro inferior).
Las alforjas para bicicletas pueden levarse delante, detrás o a los lados, y se
(■»
UJ
«■1
o
CJ
encuentran en michas formas, tamaños y capacidades (de 5 a 50 StrosL Las mas
grandes le brindarán suficiente espacio para levar el equipo esencial, como una
tienda, el saco de dormir, el equipo para cocinar y ropa de recambio, pero también
estará limitado por el peso y per la necesidad de incluir un kit de mantenimiento
UJ
para la propia bicicleta (ruedas de repuesto neumáticos, cables y herramientas)
Las alforjas laterales tienen una capacidad de hasta 80 litros y las mochilas
ALIGERAR LA CARGA
O
c_>
ho
S
sobredepósito un máximo de 25 litros Necesitará un equpo extra de protección,
herramientas (incluidas las ruedas de repuesto) y combustible, todo lo cual influirá
en despacio *s pomble.
Si va a viajar a pie. es importante desliacerse
del exceso de peso y volumen en la medida de
k) posible, aunque sólo sea una pequera cantidad.
Cuanto más grande y más pesada sea la mochila,
más difícil le resultará el viaje. Si ya ha reducido
ifí «X
“ £
«x BE
2 2
transportar pesos considerables. Un caballo es capaz de llevar hasta d 20% de su
¡E UJ
<r o
que lleve unos 150 kéos). Deberá tener en cuenta la comida y el agua para el anmaL
el equipo a lo más esencial, pruebe a aligerar el
Recurso ideal para los terrenos difíciles, como montañas o desiertos, ya que pueden
peso corporal un camello transporta hasta 450 kilos (aunque lo más habitual es
El tamaño del vehículo determinará las dimensiones y el peso del equipo que puede
peso o el volumen de las piezas que lo componen.
—«
llevar, pero en prmeipío no luy necesdad de renunciar a nada: puede guardar
Concéntrese primero en los tres grandes:
o
3C
UJ
el equpo extra en cajas impermeables de plástico rígido, aptas para levar atadas
tienda, saco de dormir y mochila. Considere
la posibilidad de utilizar un vivac con arco
en el exterior del vehículo. El principal problema es la proporción peso-combustible:
cuanto más pese el vehículo más combustible consumirá.
o con funda de lona en lugar de una tienda:
busque el saco de dormir más ligero que
pueda (algunos ni tan siquiera pesan un kilo)
e intente encontrar una mochila ligera.
<r
c_>
S m
5 i
2 ?
•*
■3C
Algunos kayaks y canoas están diseñados para transportar cargas de hasta
300 kilos, incluidos los propios «upantes: por tanto, debería poder llevarse todo
el equipo esencial más algimos extras Dada la proximidad dd agua, la principal
prioridad consiste en mantener el equipo seca Las restricciones de peso y espacio
no afectan a las embarcaciones más grandes.
SELECCIONAR EL EQUIPO
P R IO R IZ A R E L E Q U IP O
Con inde pe n d e n cia del e q u ip o q u e d e cid a llevar, debería
a g ru p a r las piezas en tre s c a te g o ría s (p rim e ra línea, segunda
43
G orra: protege
e l rostro, el
cuello y lo
c a b e /o d el sol
línea y te rc e ra línea) e n fu n c ió n d e su im p o rta n c ia pa ra la
G afos de sott protege k » o/os
Sujételos con un cordón
p a ra m ayor segundad
sup erviven cia e n ca so d e e m e rg e n c ia Es m u y p o co pro b a b le
que pu eda lle va r el e q u ip o c o m p le to en to d o m o m e n to , y en
te n d rá to d o s lo s e le m e n to s esenciales co n sig o o k) b a sta n te
B rújula, silbato,
lin te rn a y m echero
Oevtlos colgados del
cuello p a ra poder
re c u rrir a edos
cerca c o m o p a ra d isp o n e r d e e llo s en ta n só lo unos segundos.
rápidam ente
EQUIPO DE PRIM ERA LÍNEA
B o te lla de agua:
Nóvela sujeta
o uno de los osos
de la m ochila para
tenería a mono
una s itu a c ió n d e em e rg e n cia es p o sib le qu e n o te n g a tie m p o
para re u n irlo to d o . N o o b s ta n te , si p rio riz a el e q u ip o d e a n te m a n o
El e q uipo de p rim e ra línea (véase d e re ch a ) es el e q uipo básico de
supervivencia. Si a lg o sale m a l y tie n e que a b a n d o n a r el grueso
del e q uipo p a ra e v ita r da ños o la m u e rte , lo qu e lleve p u e sto será
to d o cu a n to te n g a p a ra sob revivir. El e q u ip o d e p rim e ra linea,
p o r ta n to , debería in c lu ir p renda s de ro p a básica p a ra la vida
al a ire lib re y ele m e n to s im p re scin d ib le s p a ra la o rie n ta c ió n
un m odelo de sendernmo
y la seguridad. El c u c h illo d e su p erviven cia, el p e d e rn a l y
que incluyo brújula
y b oróm etro/altim etro
la riñ o n e ra c o n fo rm a n el c in tu ró n d e sup erviven cia (véam e
págs 6 0 -6 1 ) Te ndrá q u e v a lo ra r los rie sg o s de la situ a ció n
y a d a p ta r sus p rio rid a d e s en c u a n to a l equipo, lo que sig n ifica
Teléfono m ó v il llévelo en
un bolsillo seguro o en uno
bolsa im perm eable colgada
d e l cuello
que la p rim e ra línea d e l e q uipo p o d ría c a m b ia r a m e dida que
avanza la jo m a d a . R ecuerde que. si se q u ita una capa d e ropa
y la q u a rd a en la m o chila, ya no fo rm a rá p a rte del equipo
L a ta de supervivencia:
llévela en un botsiNo
de p rim e ra línea.
EQUIPO DE SEGUNDA LÍN EA
Lo c o n fo rm a to d o a q u e llo que n e ce sita rá p a ra v e la r p o r
su seq urida d en co n d icio n e s norm ales. Puede lle v a rlo en
una m o ch ila pequeña. o b ien e n los bo lsillo s de un c in tu ró n
de sup erviven cia (la idea es qu e lo lleve e n cim a en to d o
seguro
a mono y dibuje uno copio
sencido en un p a p e l
im perm eable poro
gua rd a rla en la lo la
de
m om ento). P or e jem plo, u n e sca la d o r p o d ría o p ta r p o r
dejar el g ru e so del e q u ip o (el de te rc e ra linea ) m ie n tra s
intenta c o ro n a r una cim a. A l lim ita rs e al equipo de p rim e ra
y segunda linea, el e sca la d o r s a c rific a p a rte del equipo
para ga nar en ligereza y ra pidez, pe ro sigue e sta n d o seguro
porque lleva e n cim a lo m ás esencial. E jem plo s de equipo
de segunda línea:
■ Una m u da de ro p a , un viva c y cuerda.
• Raciones de em erge ncia y k it de p rim e ro s au xilio s
(véase pá g. 2 6 0 ).
■ H orn illo de h e icam ina (véanse págs. 5 8 -5 9 ) y a rtíc u lo s
para p re p a ra r una b e bida ca lie n te .
■ Kit de fuego sin cerillas (véase pág. 118) y un recipiente m etálico
E Q U IP O D E T E R C E R A L Í N E A
También denominado «carga de m antenim iento», el equipo
de tercera línea consiste básicam ente en lo necesario para
mantenerse con vida y prolongar una salida larga. El volumen
de este equipo dependerá del medio de transporte y de la
cantidad total de equipo que pueda transportar. Algunos
ejemplos de elementos del equipo de tercera línea:
—
L IN T E R N A S
Las lin te rn a s fo rm a n p a rte d e l e q u ip o d e p rim e ra lín e a
incluso au nque no te n g a p re v is to m overse en la oscuridad,
ya qu e las s itu a cio n e s pueden c a m b ia r d e fo rm a inesp era da
Las lin te rn a s m o d e rn a s fu n cio n a n co n leds y son pequeñas,
• Algún tipo de refugio (una tienda o una lona impermeabilizada).
ligeras, p o te n te s y m u y e fica ces. O p te p o r un fro n ta l
■ Utensilios para cocinar, como un hornillo o un recipiente
y su je te p ila s d e re p u e sto a la c in ta
■ Una mochila pequeña.
(co n celo, p o r e je m p lo ) p a ra ten e rla s
■ Provisiones.
a m a no. In c lu y a ta m b ié n dos
• Un saco de dorm ir y una colchoneta.
lin te rn a s m im s (tip o llavero)
■ Recipientes grandes para agua o packs de hidratación
en el k it de sup erviven cia
■ Utensilios para lavar ropa y de aseo.
(véanse págs. 6 0 61).
44
ANTES DE SALIR _ EL EQUIPO ADECUADO
ELEGIR UNA MOCHILA
L A S M O C H IL A S E S T Á N D IS E Ñ A D A S p ara tra n s p o rta r cargas
considerables con to ta l c o m o d id a d Son de m a te ria le s diversos,
r
LLEVE SOLO LO NECESARIO
Sea cual sea el tamaño de la mochila, usted y sólo
la mayoría de ellos im perm eables. No obstante, debe llevar siem pre
usted tendrá que transportarla Si viaja en grupo
una bolsa im perm eable para asegurarse de que el saco de d o rm ir
es posible compartir elementos del equipo. Intente
no repetir en lo básico (un grupo de cuatro no
y la ropa de recam bio se m antengan secos, ya que en una
situación de supervivencia no se rvirá n de nada si e stá n húmedos.
¿QUÉ NECESITA?
M O C H IL A S C O N
E S T R U C T U R A IN T E R N A
La elección de la mochila depende
Son más estrechas que las
de diversos factores. ¿Cuánto tiempo va
de estructura externa y tienden
a ser más largas, con uno o dos
a durar el viaje? ¿Qué tipo de equipo piensa
llevar? Las respuestas a estas preguntas
determinarán el tamaño (la capacidad) de
la mochila más adecuada. Las hay desde
30 litros (para una salida de un día)
necesita cuatro tubos de dentífrico, por ejemplo).
V_________________________________ ✓
Las correos de com presión reducen
el volumen y m ontienen e l contenido
de la m o d u la en su sitio
com partim entos interiores y pocos
bolsillos exteriores. La estructura
está integrada dentro de la mochila
y consiste, en general, en tubos
o barras planas de plástico de unos
2 5 m m de ancho y 3 m m de grosor.
hasta 8 0 litros o más (para un viaje
Las correas exteriores perm iten
de una semana o más).
com prim ir la mochila, lo que evita
que los objetos guardados en el
interior se desplacen y le hagan
ESTRUCTURAS
perder el equilibrio.
DE L A S M O C H IL A S
Si opta por una m ochila m ediana o grande,
tendrá que elegir e n tre una con estructura
interna o externa.
C om partim ento adicion al p o ra disponer de
un acceso rá p id o o objetos esenciales,
como, p o r ejem plo un chubasquero
M O C H IL A P E Q U E Ñ A
Los excursionistas de un solo día
en ocasiones se enfrentan a dificultades
porque no llevan el equipo adecuado
para protegerse de los elementos.
Una mochila pequeña permite
transportar comida, a g u a mapas,
brújulas y protección contra el frío
y la humedad durante una excursión
de un día.
M O C H IL A S C O N
ESTRUCTURA EXTERNA
La estructura externa consiste
en unos tubos ligeros sobre los
que se asienta la mochila. Son
perfectas para cargas pesadas,
ya que quedan más rectas sobre
ías caderas. Además, son más
frescas de tran sp ortar que las
Los cintos elásticas
perm iten sujetar
oiquna p ie /a del
equipo en lo p o rte
e xte rio r de la m ochila
En e l bolsillo
ta le ro ! puede
llevar una
botella de aqua
de estructura interna porque
Los bolsillos
el aire circula entre la espalda
exteriores
y la mochila, y suelen tener
m ás bolsillos exteriores, que
permiten clasificar objetos en
a p o rta n
espacio
adicional
lugar de guardarlos todos
en uno o dos com partimentos.
De esa m anera, se facilita su
ubicación y se puede vaciar
Es posible
sólo el com partim ento necesario
sujeta r objetos
com plem entarlos
o la estructuro
sin tener que deshacer toda la
mochila. Las correas para el pecho
y la cintura garantizan un ajuste
cómodo
E L E G IR U N A M O C H IL A
45
A J U S T A R L A M O C H IL A
Cuando haya elegido una mochila de un tamaño, un diseño y unas características adecuadas para su viaje.
Lai
tendrá que asegurarse de que le resulte cómoda. Necesitará la ayuda de alguien, pero los siguientes
se pueden o¡ustor paro
! equilibrar el peso
consejos le servirán para com probar que su nueva mochila se ajusta perfectam ente a su espalda
Las correas para
los hom bros deben
quedar ajustadas,
pero que tos brazos
se m uevan con
hb e rta d
M id a a p o r tir
de la vértebra
que sobresale
en la base
d el cuello
O
La correa
p o ro el pecho
m antiene su/etos
los correos de
los hombros
La correa p a ro
los caderas debe
M ida hasta la
t>arte superior
de la cadera
Prim ero mida la espalda
O
La mochila que elija debe
& fa hombros
ajustarse
cómodamente
Asegúrese de que la mochila
se asienta cómodamente y que
O
Ya puede ajustar las correas
de los hombros y las caderas
perm ite añadir capas extra de ropa.
basarse en la longitud de su torso.
HACER LA MOCHILA
Hagála siempre al revés: lo que más vaya
E S T R U C T U R A S E N C IL L A
a necesitar debe ser lo últinro en poner.
P A R A U N A M O C H IL A
Los objetos pesados deben colocarse
En una situación limite, disponer de
cerca de la espalda para evitar que
algo para transportar el equipo supondrá
la mochila se salga de los hombros.
una enorme v e n ta ja Para im provisar una
Sujete un
extrem o
de cuerda
a lo muesca
mochila, sólo necesita una navaja,
Utilice uno b o h o
de tela p o ra los
objetos personales
Téngalos
prendas p a ra
la lluvia a mano
Guarde los ob/etos
cotidianos en un
leña, cuenta y una tela
impermeable.
O
bolsillo c ite r io r
Corte una rama
ligera unos 3 0 cm
por debajo del punto
en el que se divide;
cuerda ato carpo central I
Corte unas muescas en los
deje alrededor de
O
1 m por encima
y a te cuerdas alrededor de aquéllas
de la ramificación.
con el fin de utilizarlas a modo
tres extremos de la rama
de correas para los hombros.
C ó rtela s
nudos que
pudiera tener
la ram a
Sujete e l equipo
o la estructura
Asegúrese deque
e l equipo se bobo
bien otado a la
estructura
M antenga los cuerdas
separadas de los
hombros p o ra evitar
trataciones
O
No caiga en
la tentación
de sobrecargar la
mochila improvisada,
líete lo botella
de aguo en
to m ín vertical
y accesible
com partim ento
in fe rio r p a ra e l
soco de d o rm ir
y lo estera
A le lo honda
O
Envuelva el equipo en una tela
aunque sea capaz
o un poncho ímpermeal>le y átelo
de transportar un
adicional en un
com partim ento
e n la p a r te
in fe rio r de
lo más arriba posible en la estructura,
exterior
la m ochila
en el lado contrario a las «correas».
peso considerable
46 ANTES DE SALIR . EL EQUIPO ADECUADO
VESTIMENTA
L A V E S T IM E N T A M O D E R N A para la vida al a ire libre
REGULAR EL CALOR CORPORAL
es m uy sofisticada, con m a te ria le s y diseños e xtre m a d a m e n te
ligeros, resistentes y versátiles. P ara a p ro ve ch a r el equipo
al m áxim o, elija las telas y las com binaciones de prendas
más adecuadas para el e n to rn o y las condiciones
No caiga en la tentación de abrigarse en exceso.
El sudor puede llegar a empaparle tanto como la
lluvia, y con un cambio repentino de temperatura
corre el nesgo de sufnr hipotermia. Las capas
ayudan a controlar la temperatura corporal.
en las que vaya a viajar.
VESTIRSE POR CAPAS
G orro: gra n p a r te del
c a lo r c o rp o ra l se pierde
La regla de las capas es sencilla: varias
p o r la cabe/o. Un g o rro
ayuda a re g u la r la
tem p e ra tu ra co rp o ra l
capas ligeras son mejores que una capa
pesada. Llevar diversas capas permite
ajustar la temperatura quitándose
o añadiendo capas de ropa con el fin
Copa base:
obs o rb e ta
hum edad
de ta p ie !
de regular el calor corporal. Elija telas
como lana, forro, microforro y plumas,
todas ellas buenas aislantes.
C Ó M O F U N C IO N A L A
V E S T IM E N T A PO R C A P A S
C apa e x te r io r
evita que la hum edad
penetre, a l tiem po
que favorece la salida
de! sudor
Las capas resultan eficaces porque atrapan el
aire entre las prendas y contribuyen a conservar
el calor en cualquier entorno. Si lleva las capas
adecuadas en el orden correcto, la vestimenta
eliminará el sudor del cuerpo, m antendrá
alejada la humedad y le ayudará a perm anecer
Copo m edio:
a p o rta r.ak)f.
U tilice te/>dos
aislantes cuando
hag a frió
aislado. Utilice telas absorbentes, como
polipropileno, tanto en clim a cálido como frío.
E L S IS T E M A D E C A P A S
La capa superior (exterior) repele la lluvia, mientras
que la humedad de la piel se absorbe a travós
de la capa más próxima a e ia . Las capas intermedias
aíslan el cuerpo y ayudan a conservar el calor.
G uante s p o r
capa s: unos
guantes de
fo rro bofo otros
ligeros ayudan
Lo transpiración
se elim ino
de la p ie l
Lo capa exterior
repele los gotas
a p ro te g e r
los dedos
Forro p o la r:
le ía grueso y ligera
que conserva e l calor
(Maso cuando
está húmedo)
Piel
Capa exterior
tram p¡ra bie e
m edia de
im perm eobie fo rro polar
sintética
Capa base de
polipropileno
B o tas: la elección de los
botos adecuados es ta l
v e / lo decisión más
im p o rta n te a la h o ra de
seleccionar e l eguipo
VESTIMENTA
R O P A P A R A C L I M A C Á L ID O
R O P A P A R A C L I M A F R ÍO
Cuando hace calor, resulta vital perm anecer lo m ás fresco
En clim a frió es preciso prestar especial atención a las capas de
posible para evitar la hiperterm ia y las insolaciones (véose
ro p a Utilice una base ligera que absorba la humedad de la piel,
pág. 2 72 ). U na exposición excesiva al sol directo provoca
varias capas de prendas cálidas y aislantes, y una capa exterior
quemaduras y deshidratación, y las erupciones por calor
im permeable y resistente a l viento. El secreto para estar cómodo
pueden em p eo rar si el sudor no se evapora adecuadamente.
consiste en ajustar las capas a m edida que la tem peratura corporal
Por ello, elija prendas tra n s p ira re s que le m antengan
vaya cambiando. Quítese ropa cuando
fresco y que protejan la piel contra
tenga calor para evitar sudar.
el sol. Perm anezca hidratado y
resguárdese siem pre la cabeza.
Pasam ontañas: ayuda a
m antener e l ro s tro caliente y
lo protege de los vientos fríos
C o rra do de sie rto :
protege e l ro s tro gracias
o to visera y e l cuello
Chaqueta: >r Heno (le plum a o
de un equivalente sintético,
una capa e x te rio r resistente
o l viento le ayudará a
conservar el c o lo r en los
C hoqueto: la capa
externa deb erla ser
una chagüeta holgoda _
entornos más expuestos
C am iseta: eiijota de
F o rro p o la r: las capas
una telo que absorba la
Ixumedod y que p e rm ita
e l poso del aire
base absorbentes se
hallan disponibles en
diferentes pesos
G uantes en los
entornos fríos es m ejor
S h o rts : los pantalones
convertibles pernuten
disponer de unos
cóm odos shorts
Hevor varios copas
de guantes que un
s o la p a r Podrá añadir
O quitarse copas
según e l coso
P antalones:
los pantotones
convertibles de piern a
entera protegen la p ie l
fre n te o los insectos
y a l sol
M a lla s : las malas
aislantes y
absorbentes
so llevan bofo
unos pantalones
impermeables
47
48 ANTES DE SALIR _ EL EQUIPO ADECUADO
ROPA P A R A C L IM A H U M E D O
Un chaparrón repentino puede caer prácticam ente en
cualquier parte, y es fácil que le sorprenda al aire libre.
S o m b re ro p o ra la llu v ia
e l a la ancho im pide
gue e l agu a m oje
e l ro s tro y e l cuello
Los mejores tejidos en tales condiciones son los tran sp ira re s
e impermeables (y el m ejor de todos es el Gore-Tex‘ ).
Lleve siempre el equipo necesario para m antenerse caliente
y seco, y asegúrese de tener un acceso rápido a él. porque
puede suponer la diferencia entre la comodidad y el desastre.
Poncho: eficaz copa
im perm eable que puede
h a c e r las veces de refu gio
o canta M a m e pógs
156 159 y 1 6 6 1 6 7 )
C Ó M O F U N C IO N A EL T E J ID O IM P E R M E A B L E
Y T R A N S P IR A B L E
El tejido im permeable y transpirable es un laminado de tres
capas; dos de nailon y una central fina de teflón microporoso,
es decir, con unos poros diminutos (5 0 veces m ás pequeños
que el ancho de un cabello humano) que impiden el paso
de las gotas de lluvia al tiempo que permiten la transpiración.
Teflón
Teflón
m kroporqso
L
'
^
Y
'
Cotos de H uno repehdas
fo r r o de la
chaqueta
C A L C E T IN E S
Los calcetines constituyen una p a rte vital del equipo para los ptes,
y cumplen una doble función; acolchan el pie y evitan que las botas
rocen y provoquen ampollas, y mantienen los pies calientes y secos.
Tenga en cuenta que los calcetines de tejidos im permeables
y transpirables se pueden llevar con botas normales, pero
no conviene combinarlos con botas igualm ente impernreables
y transpirares.
Un buen p a r
de calcetines
absorbentes
ayudan a evitar
la form ación
de ampollas
P a n ta ló n im perm eable:
m antiene lo s piernas secas
Acolchados p o ra
una protección
e x tra cuando se
llevan botas
P O L A IN A S
Las polainas resultan
útiles tanto en zonas
templadas, para
mantener secos los
Talón acolchado
p a ra m ayor com odidad
C A L C E T ÍN A B S O R B E N T E
C A L C E T ÍN
Calcetín interior liqero que
P A R A C A M IN A R
ayuda a elim inar la humedad
El tejido grueso ofrece
de la piel y reduce la fricción.
el m áximo nivel de acolchado,
comodidad y protección
pies y la parte baja
del pantalón, como
en regiones polares,
para evitar que
entre la nieve.
VESTIMENTA
49
CALZADO
'N
Diversos factores determinan el tip o de calzado más adecuado para
cada persona. El primero tiene que ver con las necesidades personales,
ESTRENAR LAS BOTAS
Las botas y los pies deben coexistir en perfecta
que incluyen la form a del pie y el nivel de sujeción necesario. También
armonía. Cuando se compre unas botas,
liay que tener en cuenta la distancia que se va a recorrer y el tip o de
llévelas por casa y salga a dar paseos cortos
terreno por el que se pasará. Otra cuestión, lógicamente, es el precio:
para acostumbrarse a ellas.
recuerde que, si piensa pasar mucho tiempo al aire libre, merece
la pena invertir un poco más en un calzado cómodo y resistente.
A N A T O M ÍA DE UNA SUELA
La suela de una bota tiene varias capas para
Las Uta s en
arco sujetan el
pie en cualquier
terreno
E l c ie rre regtiloble
o o ra n tü n una sujeción
p e rfe c ta
La p a rte superior de tejido
flexible se seca can ro p td e /y
proteger y dar apoyo al pie. Busque un modelo
de botas con una buena suela y que incluya
acolchado en el talón y en la punta.
Las atmohocMos
acolchados
absorben e l im pacto
La planhH a c s to M i/o
e l p ie y lo m antiene
en su posición
Entresuelo
Las sandalias m odernos cuentón
con suelas m u y sólidas
Cambrillón
que a p o rta
rígido/
Suda _
En e l tacón se apoya
la entresuelo
La suela am ortiguadora o p o rta
com odidad o d v io n a l en terrenos duros
S A N D A L IA S
B O T A L IG E R A
Los disertos de las sandalias
actuales ofrecen un gran apoyo
Los híbridos de tela y cuero son cada
y son muy cómodos, al tiem po
que proporcionan ventilación extra.
vez más populares porque combinan
el apoyo y la tracción de un calzado
m ás pesado con la flexibilidad de uno
deportivo, de m anera que el pie se
somete a menos fricción.
E l (otado acolchado im p o r d o n a
com odidad y protección
La cada afta im pide
que e l pa n ta ló n se
m anclie de barro
E l empeine de lo na
estó diseñado p a ra
m antener e l p ie fresco
La suela a p o rta oga rre
en los terrenos resbaladizos
La s u d a posee tocos anchos y altos p a ra
increm entar d a g a rre en terrenos húmedos
en coso de hielo y nieve
B O T A S D E E X C U R S IO N IS M O
B O TA D E S E N O E R IS M O
B O T A H ÍB R ID A DE E S C A L A D A /
Una buena bota multiusos de cuero con una
EN L A J U N G L A
E X C U R S IO N IS M O
suela de caucho resistente (como V ib ra m ')
Bota a lta de cuero resistente a la
M ás flexibles que las botas tradicionales de
mantiene im perm eable el pie. al tiem po
que proporciona una protección excepcional
podredumbre y lona con una suela
moldeada directamente. Los orificios
escalada, las botas híbridas modernas están
para los tobillos.
del empeine favorecen la ventilación.
disertadas para su uso con crampones y para
m antener los pies calientes en entomos fríos.
CASO REAL
á
■ rE5Q U IP O Ú T I L
■ Bastones para cam inar
B L A K E S T A N F IE L D , DE 3 8 A Ñ O S , Y SU P AD R E, N E IL , DE 6 5 A Ñ O S ,
■ Sierra de bolsillo
se quedaron atrapados en un río helado, tuvieron encuentros
■ Silbato, linterna, espejo para hacer
con osos y pasaron cuatro días en los bosques de Alaska
señales
■ Aerosol ahuyentador de animales
sin comida. Sobrevivieron gracias a sus habilidades
■ Purificadores de agua
■ Una radio A M /F M pequeña
en supervivencia, sus conocimientos de la zona
■ M apa, brújula GPS
y a la abundancia de agua y leña que hallaron.
■ Lata y navaja de supervivencia
■ Teléfono móvil/satélite
■ Poncho/vivac
El viernes 6 de ju n io de 2 0 0 3 , p a d re e h ijo se la n za ro n desde
J
un h id ro a v ió n en un p u n to re m o to del río K oyukuk. en ple n o
co ra zó n de A laska. Tenían in te n c ió n de p a s a r s ie te días p ra c tic a n d o
ra ftin g h a s ta lle g a r a la c iu d a d de B e ttle s , a unos 1 4 5 km . La a v e n tu ra
apenas acababa de co m e n z a r cu a n d o llegó el d e sa stre : la balsa ch o c ó a g ra n v e lo cid a d
c o n tra una e n o rm e ca p a de h ielo y los dos o cu p a n te s c a y e ro n al agu a helada. B lake fue
a rra s tra d o h a sta la o rilla y se v a lió de una ra m a de a b e to p a ra t ir a r de su pa d re .
Se dio cue n ta enseguida de que su p a d re e s ta b a a p u n to
« LA B A L S A CHOCÓ
de s u fr ir una h ip o te rm ia , de m a n e ra que u tiliz ó un m e ch e ro
^
im p e rm e a b le p a ra en ce n d e r un fu e g o con leña y agujas
de pino. Sin p o sib ilid a d e s de ser resca ta d o s, sin p ro visio n e s
C O N T R A U N A ENO RM I
y sin que nadie les esperase h a s ta al ca b o de seis días, las
C A P A DE HIELO.»
CR AN V E LO C ID A D
p e rsp e ctiv a s parecían poco p ro m e te d o ra s . Se a ce rca b a
la noche y d e cid ie ro n c o n s tru ir un re fu g io .
A la m añana siguiente, B lake d e c id ió re c o rre r los 1 0 5 km que los se p a ra b a n de B e ttle s p a ra
p e d ir ayuda. El d o m in g o llegó a la c o n flu e n cia de dos g ra n d e s ríos: el T in a y g u k y el K oyukuk.
A unque ese p u n to supuso un a lto en su cam ino, se d io c u e n ta de que se e n c o n tra b a
en un lu g a r clave en el tra y e c to de los a vio n es de a b a s te c im ie n to q u e v o la b a n hacia el
in te rio r y d e cid ió encender un fu e g o p a ra s e ñ a la r su posición. Dos días m á s ta rd e , un p ilo to
lo v io y co m u n icó su posición a una base del e jé rc ito e sta d o u n id e n se s itu a d a a 3 2 0 km,
en Fairbanks. Adem ás, lanzó a B lake una ra d io b id ire c c io n a l y p rovisiones, y c o n tin u ó
río a rrib a p a ra b u sca r a Neil, a q u ien lanzó un saco de d o rm ir, una tie n d a y provisiones,
tr a s lo cual co m u n icó su posición al e jé rc ito . P adre e h ijo fu e ro n re s c a ta d o s a l día sig u ie n te .
Estaban exhaustos, d e s n u trid o s y p ró x im o s a la h ip o te rm ia , p e ro vivos.
QUÉ HACER
¿ESTÁ EN PELIGRO?
Póngase a salvo de:
Los elem entos: l nnientre o improvise
un refugio.
Los anim ales: vite el enfrentamiento
Si viaja en grupo, intente ayudar
^
a quien esté en peligro
NO
Sí
ANALICE SU SITUACIÓN
y aléjese del peligro.
Véanse pógs. 234-235
Las lesiones: estabilice el problema
y aplique las medidas oportunas
de primeros auxilios.
¿ALGUIEN SABE QUE VA A ESTAR
Si nadie sabe que fa lta o dónde
se encuentra, tendrá que inform ar
AUSENTE O DÓNDE SE ENCUENTRA?
a alguien de su difícil situación
NO
con los medios de que disponga
Sí
Si se pierde, lo más probable es que
salga un equipo de rescate en su
busca.
¿TIENE ALGUN M ED IO PARA
Si tiene un teléfono móvil o por satélite,
COMUNICARSE?
Se enfrenta a una situación limite
por tiem po indefinido (hasta que
lo localicen o encuentre ayuda)
NO
informe a alguien de su situación.
Si ésta es lo suficientemente grave
Sí
como para requerir un rescate
de emergencia y lleva un radiofaro
personal, tenga en cuenta
esta opción.
¿PUEDE S O B R E VIV IR EN EL
Si no puede sobrevivir donde se
encuentra y no hay razones físicas
LUGAR DONDE SE ENCUENTRA?*
para quedarse donde está, tendrá
que trasladarse a un lugar que
le ofrezca m ás posibilidades de
NO
Ocúpese de los principios básicos de
supervivencia: protección, ubicación,
agua y comida.____________________
Sí
supervivencia, rescate o ambos
Sí
■ Valore cuál es el m ejor lugar
T E N D R A QUE
D EBER IA
TRASLADARSE
Q U E D A R S E ••
______
I ______ J
Sí
■ Examine el lugar donde va a instalar
el refugio de modo que no haya
k________
para trasladarse; encuentre una
posición elevada desde la que elegir
una zona adecuada para el rescate
peligros naturales, como insectos,
riesgo de inundación, caídas de rocas,
animales salvajes y hojarasca.
■ Regule su vestim enta para
evitar la hiperterm ia cuando
se traslade y la hipotermia
cuando se encuentre parado
■ Recuente las provisiones
NO
NO
y raciónelas
■ Mantenga un fuego
■ Utilice o improvise un
bastón para minimizar los
tropezones y las caídas.
■ Deje de vigilar el fuego;
■ Deje comida en el
encendido: le servirá para
permanezca al ta n to de la
yesca seca y el combustible.
campamento, ya que podría
atraer a depredadores.
purificar agua, le dará
■ Improvise un refugio cuando
■ Camine m ás rápido que la
■ Se refugie en una zona
señal para el rescate.
se quede fijo en un lugar.
persona más lenta del grupo.
■ Planifique su ru ta en torno
a fuentes de agua potenciales
o conocidas. Filtre y purifique
■ Deje de tom ar precauciones
muy densa del bosque aunque
le ofrezca protección contra
cuando baje una pendiente; un
tobillo torcido podría ser fatal
los elementos. Recuerde:
el agua siempre que sea
■ Pase frío ni calor. Comience
tienen que poder verse.
posible
una cam inata vestido
de m anera ligera y añada
■ Coma nada que no pueda
identificar, ya que podría
enferm ar y em peorar su
■ Tenga a mano las ayudas
de localización mientras
se desplaza y despliegúelas
cuando se pare.
o quítese capas según
vaya necesitando
sus ayudas de localización
situación. La comida no
calor y actuará como
■ Llene bolsas de plástico
o prendas de ropa con
hojas secas y utilícelas
como colchón o almohada
para aislarse del suelo frío
y/o húmedo.
■ Si viaja en grupo, conviene
que todos tengan algo que
hacer (incluso los niños).
es una prioridad en una
Mantenerse ocupado distrae
situación a corto plazo
de las preocupaciones
•S« no puede sobrevivir en el lugar donde se encuentra, pero tampoco puede moverse
porque se ha hecho dado o por cualquier otro motivo, debe hacer todo lo posible para
atraer a los equipos de rescate
••S i su situación cambia (por eiempJo. se «traslada- para buscar ayuda y encuentra
.una ubicación adecuada para quedarse y vobrew irl, consulte los cuadros de «S»« y «No*.
52 ANTES DE SALIR _ EL EQUIPO ADECUADO
OPCIONES PARA DORMIR
EL DESCANSO ES T A N E S E N C IA L para la supervivencia com o
la m ism a com ida. Un sueño re p a ra d o r puede d isip a r g ra n p a rte
CONSEJOS PARA COM PRAR
UN SACO DE D O R M IR
de la preocupación y el e stré s que ocasiona una situación difícil.
Asegurarse de que el re fu g io es adecuado y e le g ir el saco de
d o rm ir co rre cto pueden ser fa c to re s vita le s p ara la supervivencia.
SACOS DE DORMIR
Aunque existen muchos tipos de sacos de dormir, el que elija debe contar
con suficiente relleno para mantenerse caliente por la noche incluso
Aquí tiene algunos aspectos que debería
considerar a la hora de comprar uno:
■ Determine la temperatura más baja
a la que pueda encontrarse durante el viaje
y elija un saco adecuado para dicha temperatura.
■ Los sacos sintéticos son más baratos
y más fáciles de limpiar que los de plumón.
Además, proporcionan aislamiento incluso
si están húmedos.
si no dispone de tienda. Hay que evitar a toda costa que se moje, así que
■ Los sacos de plumón son más caros que los
manténgalo siempre en una funda impermeable (por ejemplo, en la funda
sintéticos, pero ofrecen una mejor proporción
con la que se vende o en una de vivac). Pruebe siempre el saco de dorm ir
calidez-peso y duran más.
antes de comprarlo: si queda demasiado ceñido, será menos eficaz.
■ Un saco con forma de momia aísla mejor
que uno rectangular, pero ofrece menos espacio
para moverse.
M ecanism o de c ie rre :
m antiene la capacha cerra do
cuando hoce frío y se puede
a flo ja r en clim as m ás suaves
C rem allera: lo id eal
es que no se enganche
y que cuente con
una to p e to p a ra e v ita r
que se escope e l calor
y que e n tre a ire frío
C osturas p a ra
e v ita r que la
p lu m a se acum ule
C o sturas e x tra : en gen era l se
ahoden en la to n o de los píes
p o ra elim inar tos puntos fríos.
Esta ia n a debe ser lo bastante
a m p lia com o p a ra pod er mover
en una zona
los pies con com odidad
C intas: perm iten
sujeta r e l soco
crí aislante
C a vidad p a r a lo s p ie s : c re o una
fo rm a de m om ia y está diseñada
p a ra adoptarse a /apo s ic ió n de los
pies cuando se duerm e de la do
Bolsillos auxiliare s:
sirven p o ro gua rda r
a b e to s im portantes,
com o llaves o monederos
P L U M A O S IN T É T IC O
Los sacos d e dorm ir son de relleno de plumas o sintético. Los primeros,
por lo general de pato u oca. son m uy aislantes y no tienen comparación
en cuanto a la relación calidez-peso. No obstante, pierden su eficacia
si se mojan y pueden provocar reacciones alérgicas en algunas personas.
Los rellenos sintéticos van desde las fibras huecas hasta otras diseñadas
para im itar la estructura de las plumas. Conservan parte de su capacidad
aislante cuando se m ojan
53
OPCIONES PARA DORMIR
C L A S IF IC A C IÓ N S E G Ú N
Temperatura X
-20
-15
-Kl
-5
0
S
10
15
20
5
M
ZJ
32
41
50
99
«
TEM PERATURAS
Dado que los fabricantes no disponen de un
m étodo estándar para registrar cuánto calor
proporciona un saco de dorm ir, las clasificaciones
ESTACIONES
por tem p eraturas son una «ciencia inexacta».
Algunos fabricantes otorgan a un saco una
,TR0 ESTACIONES |
puntuación de confort y otra d e supervivencia
(«clasificación estacional»), que a p o rta n cierta
información sobre sus prestaciones.
Temperatura °F
-4
Uso extremo
H
l Uso confortable
C O M P O S IC IÓ N
El principio de todos los sacos de do rm ir es
A C C E S O R IO S
el mismo: a tra p a r el aire y e v ita r que circule
N ecesitará una colclw neta, además del saco, para descansar bien.
para que el cuerpo lo caliente y m antenga
Otros accesorios, como los vivac, las sábanas y las alm ohadas hinchables.
ese calor m ientras se duerm e. El efecto
tam bién increm entan la comodidad.
se puede conseguir d e diversas maneras.
En verano basto con una
BO X W A LL
Ideal para temperaturas
bajas El relleno va en
el interior de secciones
cuadradas para minimizar
la acumulación en una zona.
C O S ID O
El relleno se encuentra
en canales ovalados
separados, aunque se
pierde calor a través
y antidestuante
E S TE R A S DE E S P U M A
C O L C H O N E T A S D E A IR E
Son las colchonetas más ligeras y sencillas.
Suelen ser más pesadas y caras que
Conviene utilizarlas sobre superficies
las de espuma, pero resultan más
blandas, como arena o agujas de pino.
cómodas y ofrecen un aislamiento
térm ico m ás eficaz.
de las costuras.
CANALES
SUPERPUESTOS
El relleno se dispone en
dos capas para evitar la
acumulación y la pérdida
de calor por las costuras.
PLACAS
SUPERPUESTAS
Ubre sm tu rn ia
Capas indinadas de fibras
S A B A N A S PA RA SACOS
S A C O S V IV A C
superpuestas que se llenan
de aire caliente para
D E D O R M IR
Saco im permeable sencillo que se utiliza
sobre el de dorm ir para mantenerlo seco
o bien solo a modo de refugio
favorecer el aislamiento.
USO DEL SACO DE D O R M IR
Suelen ser de algodón o seda. Atrapan
el aire entre el cuerpo y el saco
La capa e x te rio r efe la
alm ohada está acolchada
p o ro m a y o r com odidad
Lo M inina e v íta la
p é rd id a de co lo r corporal
y lo devuelve a l cuerpo
Antes de utilizar el saco de dormir, revise siempre
el interior para descartar la presencia de arañas
y otros peligros, y sacúdalo para distribuir
el relleno. Una vez dentro, si el saco está
demasiado caliente, abra la cremallera o utilícelo
a modo de colcha. Si tiene frío, póngase algo
de ropa o utilice una sábana de seda o un saco
vivac impermeable para mejorar su rendimiento.
Ventile bien el saco después de cada uso.
A L M O H A D A H IN C H A B L E
M A N T A D E E M E R G E N C IA
A p o rta un elemento de lujo a cualquier
Es ligera y tam bién sirve como dosel
expedición. Una alternativa es rellenar
una funda de saco con ropa sobrante.
provisional.
ANTES DE SALIR _ EL EQUIPO ADECUADO
REFUGIOS PORTÁTILES
Resguardarse de los elementos por la noche resulta esencial para
la supervivencia a largo plazo. Existen diversos productos en el mercado
según las condiciones del viaje a realizar y el volumen del equipaje.
Puede elegir entre las opciones consideradas ligeras, como hamacas
y sacos vivac, y las alternativas más tradicionales, como las tiendas
(más pesadas, pero con capacidad para ocho personas).
C O LG AR U N A H A M A C A
Si dispone de una h a m a c a puede a ca m p a r incluso si el suelo presenta barro, piedras
o está inclinado. La ventaja de la ham aca es su ligereza, además, se puede colocar
casi en cualquier parte. Los modelos modernos atinan refugio y cam a en un paquete
U tilice correas p a ra
no d e ja r marcos
en tos árboles y
p ro te g e r la c o rte /a
manejable.
Asegúrese de que
el á rb o l o d punto de
su/eción es lo bastante
fu e rte como para
sostener lo hamaca
Las ham acas modernos
están diseñados
p a ra d o m a r en
posición casi plana
Las hotos superiores I
proporaono n
protección odK ional
E L E G IR U N A T IE N D A DE L O N A
T IE N D A S V IV A C
A medio camino entre una lona im perm eable y una tienda,
La tienda vivac es un saco im perm eable y transpirabie disertado
se tra ta de un refugio muy versátil y ligero capaz de soportar las
para convertirse en refugio individual. Suele incorporar piquetas
condiciones m ás extremas. Conviene poner una tela im permeable
y una entrada con crem allera y arco, que form a un pequeño
en el suelo y resulta esencial contar con un buen saco d e dormir.
vestíbulo para dejar la mochila M uchas incorporan una base
Una tienda individual puede pesar tan sólo m edio kilo.
m uy resistente, y se instalan y se recogen en unos minutos.
Los bastones de
excursionismo
sirven com o
sustitutos
de tos barras
Algunas
tiendas de lona
iocluyen una
m osquitera !
Aunque e l espacio sea
lim itado, se tra n sp o rta n
bien porque son pequeños
y m u y ligeros
Los vientos
a p o rta n
estabilid ad
a la b e a d o
Ib
■*x
i Lo tela im perm eable p a ra el
sudo a is b del frío y la hum edad
Un pequeño vestíbulo
p e rm ite de/or e l equipo
La a ltu ra lim ita d a
obliga a estar
siempre ogachodo
OPCIONES PARA DORMIR
U T I L I Z A R U N A T IE N D A
/
¡CUIDADO!
Las tiendas protegen de la lluvia y el viento, al tiem po que
En algunas condiciones climáticas, como vientos extremos,
conservan el calor. La cap a e x te n o r debe ser resistente,
tormentas o grandes nevadas, las piquetas y los vientos podrían
im permeable, e sta r tensa y soportar los vientos fu e rtes
no ser suficientes para mantener la tienda bien anclada al suelo,
El interior, suelto, es d e un m aterial perm eable para m inim izar
de manera que podría salir volando, circunstancia que podría tener
la condensación pero conservando al m ism o tiem po todo el
unas consecuencias terribles para los ocupantes. En tales condiciones,
calor. Las partes interiores y exteriores de la tienda no deben
tocarse; si lo hacen, podría perderse calor y se form aría
condensación, que go tearía en el interior de la tienda
T I E N D A P A R A T R E S E S T A C IO N E S
utilice refuerzos como piedras o troncos para sujetar bien la honda
E
3
La b a rra separo la
Este tipo de tiendas están diseñadas para su uso en diversos climas
La capa interior es de un m aterial ligero que ofrece ventilación
y protección contra los insectos. La capa exterior, que debería
sobresalir unos 10 cm por encima del suelo, y la tela para el suelo
p o rte in te rio r de
la tiend a d e l doble
tecbo p a ra favorecer
la ventilación
La p u e rta se
ajusta a uno
cremallera
circular
son im permeables.
Los seguros deshrobles su/eton
ta p a rte in te rio r de lo tienda
Lo p u e rta ex tenor
se puede enrollar
horuontolm ente y fi/orse
a tos barras de m onera fiable,
rá p id a y fá c il
>
a l doble techo para
fa c ilita r e l acceso ,
'V ,
C O N D O B LE TECHO
E l m a te ria l del
in terio r de la tn
no está tra to
p a ra favorecer
lo ventilación
0 S O B R E C U B IE R T A
\ lo s vientos mantienen
sujeta la tienda
yefurnaorlo
condensación
S IN D O B L Í T F C H O U S O
T IE N D A D E I N V IE R N O
En los climas fríos se necesita una tienda con barras extrafuertes,
contraventanas y bolsillos amplios para poder guardar el equipo
en el interior. El inconveniente es que esos elem entos increm entan
La p u e rta de m alla
p e rm ite lo en t i oda de lo
h u a ! tiem po que im pide
el peso de la tienda La form a abovedada impide la acumulación
e l poso de insectos
de nieve y soporta los vientos fuertes.
. l o esponja
de condensación
obsorbe k¡
hum edad e im pide
que e l doble techo
toque la pored
m terno
La fo rm a abovedado
evita lo acumulación
excesivo de mese
Las cremalleras
de ventilación
favorecen la
circulación d e l
r ■
aire, lo q u e
facilita e l secado
d e l equipo
húmedo en caso
CO N O O BLE TECHO
O S O B R E C U B IE R T A
de m o l tiem po
Las cubiertos totalm ente
cerradas de las borras
a p o rta n un p b s de rigidez
E l vestíbulo perm ite
p re p a ra r lo comida
S IN D O B L E T E C H O
O S O B R E C U B IE R T A
¿.as barras de a lta resistencia I
proporcionan una estabilid ad
excelente en caso de vientos fuertes
56 ANTES DE SALIR _ EL EQUIPO ADECUADO
COMER EN RUTA
LO QUE C O M A d e te rm in a rá la e fica cia con la que fu n cio n a rá
su cuerpo. Este aspecto es de v ita l im p o rta n c ia cuando
GRASA CORPORAL Y S U P E R V IV E N C IA
Lis personas que están en forma y son activas
se em prende una expedición que va a p o n e r a p rueba su
son más resistentes y menos propensas a
resistencia física y m e n ta l m ás allá de los niveles norm ales.
sufrir lesiones, pero un ligero sobrepeso puede
convertirse en una ventaja en una situación límite:
COMER PARA VIVIR
5 0 0 g de grasa corporal se convierten en unas
El cuerpo requiere energía para desencadenar las reacciones químicas
que gasta una persona de media en un día).
3 5 0 0 calorías (la cantidad necesaria de energía
y biológicas en su interior y para dar fuerza a los músculos. Esa energía,
junto con los nutrientes, procede de lo que come (véose cuadro inferior).
TIPO S DE NUTRICIÓN
EJEMPLOS
■ Arroz, pasta, pan y cereales
CARBOHIDRATOS
■ Fruta fresca y seca
■ Tubérculos
S_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ✓
BENEFICIOS
■ Constituyen la principal fu*-ntc de energía, ya que
se convierten rápidamente en glucosa (el combustible
pretendo del cuerpo).
■ Chocolate y dulces
PROTEÍNAS
■ Carnes
■ Esencial para el crecimiento y reparación del teydo
■ Pescados (atún y salmón por ejemplo)
imscufar
■ Incrementan la resistencia y los niveles de energía,
al tiempo que ayudan a combatir la fatiga
• Huevos y productos lácteos
■ Legumbres y semillas
■ Producen sensación de saciedad después de comer
GRASAS
■ Frutos secos y semdlas
■ Buenas fuentes de energía.
■ Productos lácteos (mantequilla y queso, por ejemplo)
■ Producen sensación de plenitud después de comer.
■ Carnes (becon y embutidos)
• Acede
FIBRA
■ Fruta fresca y seca, en especial la piel
■ Favorece la digestión
■ Verdura^ legumbres y semillas
■ Ayuda a sentirse llena
■ Cereales integrales
■ Pan, pasta y arroz inteqrales
■ Fruta fresca y seca
■ Esenciales para d atamiento y la reparación de
los tejidos corporales
V IT A M IN A S
■ Verduras
Y MINERALES
■ Carnes y pescados
■ Ayudan a mantener la salud de los dientes y OS ojos.
■ Frutos secos y semblas
■ Favorecen el fimo sanguíneo y la producción de energía.
\
E Q U IL IB R A R LO S N IV E L E S D E E N E R C ÍA
Cada día reponemos la energía que gastamos
a través de lo que comemos. La energía obtenida
de los alimentos se mide en calorías, y cada
día se necesita una determ inada cantidad
para mantenerse con vida. Si consume muy
pocas calorías, perderá peso. Sin embargo,
el exceso de calorías puede producir aumento
de peso, con los consiguientes problemas de
salud a largo plazo El número de calorías diarias
necesarias depende de diversos factores, como
H o m b re s
la edad y el nivel de actividad (véose derecha).
Cuando no se repone la energía gastada y se
M u je r e s
continúa con la actividad, se em pieza a utilizar
la energía almacenada en la grasa corporal.
C O M E R EN RUTA
COMER AL AIRE LIBRE
¡CUIDA D O !
Aunque la excursión sea breve, debe llevar comida (por ejemplo, fruta
En una situación limite no coma durante las primeras
y chocolate) para reponer la energía que gaste. Para salidas más largas,
24 horas a menos que sea para reponer energía
tendrá que abastecerse con alimentos más variados.
gastada, ya que la digestión consume agua.
BENEFICIOS
EJEMPLOS
T IP O S DE A LIM E N TO S
■ Gorp (barritas de fruta y frutos secos)
CEREALES PARA EL
■ Muesli o granóla
DESAYUNO Y FRUTA SECA
■ Gachas de avena
■ Fuente vital de carbohidratos, vitamnas y ir reales
para empezar el día con fuerzas
■ Contienen Fibra, que favorece la digestión.
■ Fruta seca
■ Galletas
■ Barritas energéticas y barritas de cereales/granoía
T E N TE M P IÉ S
■ Frutas (mamarias, peras y narar^as. por ejemplo)
■ Frutos secos y semillas
«Ricos en carbohidratos para mantener los niveles
de energía.
■ Ayudan a mantener a raya los ataques de hambre
M tr* comidas
■ Preparado par3 hacer natías y helado deshidratado
■ Proporcionan energía rápida cuando se necesita
T E N TE M P IÉ S RICOS
■ Chocolate
■ Satisfacen el capricho de dulce, pero su valor
EN CALO R IA S
■ Caramelos
nutricional es limitado
■ Preparado para hacer flan
■ Coñuda preparada (en bolsas que se caíentan en poco
más de cinco minutos)
■ Coñuda fcofiliuda y destratada (basta con aftad» agua
C O M ID A S PRECOCINADAS
■ Proporcionan una gama equilibrada de grupos
de aumentos, vitaminas y minerales para ayudar
al cwrpo a recuperarse después del esfuma
hirviendo, remover y esperar unos cinco minutos muy
■ Rápidas y fáctes de preparar requieren pocos utensilios,
igera y ocupa poco espacio)
■ Pueden requerir una cantidad mínima de combustible
■ Conservas (gran variedad, pero ocupan y pesan mucho)
para su preparactan o agua para retratarlas
■ Se pueden acompañar con legumbres o cereales
■ Las tatas pequeñas con abrefádl resultan muy cómodas.
CARNES, PESCADOS
Y QUESOS
■ Pescado en conserva (sardinas y atún, por ejemplo)
■ Estupendas fuentes de proteínas y grasas
■ Carnes curadas (como jamón y cecina)
■ Fáciles de guardar y duraderas aunque las latas
■ Queso duro (cheddar y parmesano. por ejemplo)
■ Lentejas y guisantes secos
■ Judías secas y cebada perlada
LECUMBRES Y CEREALES
VA RIO S
son más pesadas que otros productos.
■ Se pueden utilizar para dar consistencia a las comidas
prwcipate: le ayudarán a sentirse lleno
■ Arroz y pasta
■ Importantes fuentes de carbohidratos.
■ Cusáis
■ También proporcionan ffcra y proteínas
■ Hanna
■ Con harina y sal se puede preparar masa.
■ Sal
■ El azúcar y la sal ayuebn a hacer más ayadaíiles las plantas
o losanimales que encuentre y cocine diñante b expedrién
■ Sebo
■ Azúcar
■ El sebo es una qran fuente de grasa que se puede utikzar
para completar las comidas.
C ONDIM ENTOS
■ Sopa en polvo
■ Aportan sabor y variedad.
■ Puré de tomate
«Especialmente útiles 9 cocina con plantas o anmales
■ Salsas en poto
encontrados en ruta.
■ Cubitos de caldo
■ Té
■ Café
BEBIDAS
■ Proporcionan catar y reconfortan, aunque su valor
nutncionaies&niitado.
• Cacao en poto
■ El cacao en polvo es rico en carbohdratos
■ Leche en polvo
■ La lecheen pdvo constituye una ewefente fuente de caldo
57
58 ANTES DE SALIR EL EQUIPO ADECUADO
HORNILLOS
AUNQUE N A D A ES C O M P A R A B L E a la sa tisfa cció n que p roduce
encender una hoguera, la co m o d id a d y la fia b ilid a d de los hornillos
TRANSPO RTAR C O M B U S T IB LE
Existen diversos factores que hay que
para cam ping los co n vie rte n en una pieza esencial del equipo p ara
tener en cuenta a la hora de transportar
cocinar, sobre to d o en las zonas donde está p ro h ib id o hacer fuego.
combustible de forma segura
VENTAJAS DE LOS HORNILLOS
recipiente de combustible boca arriba,
Los hornillos de camping modernos son muy ligeros y se recogen en un tamaño
de los golpes con ropa. Asegúrese de
muy compacto. Los que funcionan con gas son los más utilizados, pero los de
que queda a mano para sacarlo cuando
■ Cuando esté en ruta, coloque el
combustible líquido también van bien. Los dos tipos tienen ventajas e inconvenientes
en el centro de la mochila, y protéjalo
llegue al campamento. Aplique estos
mismos principios cuando viaje
(véase inferior), aunque la elección dependerá de las limitaciones de espacio y peso,
de la distancia que vaya a recorrer y de factores ambientales. Los hornillos de
por otros medios.
hexamina suponen una buena opción en una situación límite (véase pág. siguiente).
combustible se distingan perfectamente
■ Asegúrese de que las botellas de
de las de agua pam evitar confusiones.
H O R N IL L O S DE G A S O D E C O M B U S T IB L E L ÍQ U ID O
Los de gas son m ás seguros, limpios, ligeros y fáciles d e utilizar que los d e combustible
liquido, pero tam bién son m ás caros y no aptos para su uso en lugares elevados
con tem peraturas bajas. Los d e combustible líquido ofrecen m ayor estabilidad
y versatilidad, son m ás económicos, pero es necesario bombearlos y furgarfos (precalentarlos)
■ Si va a realizar una expedición
larga, compruebe la disponibilidad
de combustible y piense en la manera
más segura de deshacerse de los
cilindros.
antes de usarlos, y resultan menos limpios.
■ Ambos combustáiles se venden en envases
o
«í
z
desechares y presumidos,
y presumados.
■ Es el que se utiliza en la mayoría de
ec
los hornillos portátiles y barbacoas
O
u.
z
i
■ Se verde en envases desediaWes
■ Se vende en envases desechares
y presurizados.
■ Es una mezcla de butano propano
y/o isobutano.
■ Recipiente ligero y sellado.
■ Recipiente ligero y sellado
■ Recipiente ligero y sellado.
■ El butano es muy eficaz y arde a alta
■ Produce un calor elevado y regular, y ima llama
■ Más seguro que el propano puro
temperatura
■ El isobutano es más eficaz que el butano
sm apenas humo.
■ Muy buen rendmiento en ccwtóooes frías.
■ Llama más eficaz.
y finoona mejor en climas fríos.
■ Mas caro y menos producción de calor
que los combustibles líquidos
■ Mayor coste y menor producción de calor
que los combustibles líquidos
■ La eficacia se reduce en altitudes elevadas
■ La eficacia se reduce en altitudes elevadas.
■ El butano es menos eficaz que el isobutano
■ Muy combustible y. por d a menos seguro
en temperaturas inferiores a Í O T
y con mejores resultados que éste y
que el isobutano en condiciones frías
que otras opciones.
■ Mayor coste y menor producción de calor
que los combustibles líquidos.
■ Eficacia imitada a orar, altitud.
H O R N IL L O S
H O R N IL L O D E H E X A M I N A
U S O S E G U R O DE L O S H O R N IL L O S
Tenga cuidado cuando guarde el com bustible y utilice el hornillo. Emplee
Esta útil pieza del equipo de
em ergencia quema bloques sólidos de
únicam ente el com bustible que recom iende d fabricante y compruebe
hexamctilenetetramina (también conocida
todas las conexiones y accesorios antes d e cada uso. Además:
como metenamina) y queda compacta
al plegarte. El hornillo actúa como
■ Retire la vegetación y las hojas secas en la zona donde va a colocar el hornillo
como m edida d e precaución por si se cae o se derram a combustible.
■ Coloque el hornillo en una superficie plana y estable.
■ M a ntenga el com bustible alejado d e tas llam as y las chispas, sobre todo cuando
llene o rellene el hornillo. A ntes do rellenarlo, asegúrese de que no tiene llama
y de que se ha enfriada
una pequeña barrera contra el viento
y como plataform a de cocción, m ientras
que los bloques de combustible que utiliza
son perfectos para encender un fuego
en cualquier condición. Producen una
llama sin humo, no se fluidifican mientras
se queman y no dejan cenizas.
■ Utilice el Itom illo en un e sp ado bien ventilado. Los combustibles líquidos,
en especial, pueden desprender gases tóxicos com o monóxido de carbono,
y todos los hornillos quem an oxígeno.
Lq í pattde*. acttkm
cano burrero contra
el viento
■ No utilice un Itornillo dentro d e una tienda. A dem ás del riesgo que suponen
los gases tóxicos, el fuego representa un peligro considerable. La tienda, que es un
espacio cerrado con acceso limitado, podría quedar reducida a ceniza en cuestión
de m inutos junto con todo lo que liaya dentro, y quizás no le diese tie m p o a salir
para ponerse a salvo. Perder la tienda y el equipo ya es lo bastante desastroso
como para adem ás a c a b a r sufriendo quem aduras de tercer grado.
■ N o deje un hornillo funcionando sin vigilancia. Si se vuelca, se desencadenaría
un incendio Si la llam a del hornillo se apaga, una chispa o la propia llam a tam bién
podría prender los vapores en suspensión y provocar una explosión.
%
HORNILLOS DE COM BUSTIBLE LÍQUIDO
GA SO LIN A BLANCA (COLEMAN)
MULTICO M BU STIBLE
ALCOHOL DESNATURALIZADO
i Se vende en envases desechadles
I Admite diversos combustibles gasolina
ypresuriMdos.
sin plomo. paraiina (queroseno), combustible
de pUstco desechabas,
de avión, g a sin o Manca o diesel
i El twrr.Ho consste en un recipiente para
i El combustible se vende en recipientes
quemar el combustible y una paítala que
tamben «rw? de plataforma de cocdón
■ El combustible soporta temperaturas altas
altitudes elevadas y la mayoría de Us
condiciones climáticas.
■ Produce ima llama Impía.
■ Admite vanos tipos de combustible.
■ El combustible no está prespirado, de manera
que se puede guardar en cualquier recipiente
hermético
■ Funcionamiento hable. eficaz y rápido
■ El combustible no está pre&urizado
de manera que se puede guardar
en casi cualquier recipiente hermético
-o
■ El hornillo es ligero, estable y seguro
o
</»
■ Casi siempre se vende acompañado
de utensilios para cocinar,
■ Es preciso bombear el to n illo con d fm de
i Propenso a que el combustible se derrame,
i Propenso <1 derrames de combustible
qenerar la presión necesaria para su uso.
i Es preerso bombear ef homdo con el fin de
i Tarda más en calentarse que otros homifos
■ Es necesario furgar el combustible.
generar la presión necesaria para su uso
perqué el combustible no se bombea
i Es necesario furqar d combustible,
i La llama es vulnerable al viento y otras
i Akjurws combustibles producen hot'-’i
condoones atmosféricas.
y vapores noaws.
59
60 ANTES DE SALIR EL EQUIPO ADECUADO
KIT DE SUPERVIVENCIA
UN K IT DE S U P E R V IV E N C IA B Á S IC O es una pieza esencial
en cualquier expedición. Tiene que ser lo b a s ta n te c o m p a c to co m o
para poder llevarlo encim a en to d o m o m e n to y responder a los c u a tro
principios de la supervivencia: protección, ubicación, agua y com ida.
PREPARAR EL KIT DE SUPERVIVENCIA
Elija una lata con un sellado im perm eable y cierres. A unque en el m ercado existen kits
preparad o* debe a d a p ta r el contenido a sus necesidades y al entorno en el que se vaya
a mover. Lo ideal es que las piezas sean de a lta calidad y multiuso: por ejemplo, poder
utilizar la lata como taza, como un cazo pequeño o, incluso, com o un espejo para hacer
señales. El kit debe contener lo siguiente:
C A P A S D E U N A L A T A O E S U P E R V IV E N C IA
■ Tiritas y vendas: lies para peai- ños cortes
■ Toallitas antisépticas: para tratar
■ Pastillas para purificar agua: dija entre
y ampoías. Incluya diversos tipos de trita s
heridas y fampiar picaduras. Tamba*
Puntabs o yodo (no utilice este último
(impermeables y de tela) en distintos tamaños.
sirven para encender un fuego si se prende
si es alérgico a él o al mansco) Tendrá
Las impermeables también sirven para reparar
con una chspa.
que filtrar el agua antes de purificarla.
agujeros de tiendas y lonas.
■ Sierra de supervivencia, o sierra de cadena
de bolsillo: se puede colocar enrollada en la lata
o dwdida por la mitad s«ef espacio es Imitado.
■ Cuchilla de un solo filo: luh uso. jura
despellejar a un animal o cortar cuerda,
por ejemplo. Guárdela en su funda.
■ Aguja c hilo: uM>ce mío encerado rfvstentde algodón y pretratado.
• Linterna: jos linternas-llavero de fotón (una
blanca y una roja) en posición apagada
■ Miniherramienta multiuso: ufase
pág siguiente, supenor.
■ Empuñaduras para la sierra de cadena
de bolsillo: i.sela con la motcsierra de boWto
■ Tarjeta de alta visibilidad, espejo.
■ Brújula, pedernal, piedra de magnesio,
tampones y alambre.
■ C erilas impermeables y yesca en bolas:
para encender fuego Guarde las cenias en
una pequeña bolsa de plástico con cierre.
■ lápiz: afilado por >os dos extremos
■ Permanganato de potasio: . disuelve en agua
para esterilizarla en baja concentración y para
limpiar heridas en alta concentración. También
se puede emplear con azúcar para hacer fuego.
KIT DE SUPERVIVENCIA
Oiras he/rarmentos.
como los tijeras, solea
de los dos "brazos*
E L E G IR U N A H E R R A M IE N T A
M U L T IU S O S
Las herram ientas multiusos, m uy útiles en cualquier
salida, suelen diseñarse pensando en una ta re a o actividad
concreta e incluyen elem entos útiles para la supervivencia,
como una brújula pequeña, tenazas, una sierra y
diferentes cuchillas. Elija una pieza con herram ientas de
calidad y que se ada p te a sus necesidades, con un agarre
cómodo. Asegúrese de que las cuchillas llevan protección
para evitar cortes. Lleve la herram ienta en un bolsillo de
El mecanismo
rotatorio permite
pk'Qor la herramienta
seguridad o en un com partim en to del cinturón, e incluya
una versión en m iniatura en la la ta de supervivencia {véase
inferior). Recuerde que debe ser un com plem ento, no un
sustituto, de la navaja d e sui>ervivencia (véose pág. 146).
Los alicates cigüeño
sirven para ogarrar
objetos o pora cortar
olambre
Cierre k¡ herramienta
cuando no la uttitee
O B J E T O S Ú T IL E S
A D IC IO N A L E S
Aunque el tam año de la lata
de supervivencia es limitado,
es posible m ejorar el k it con objetos
que se puedan llevar en el cinturón
o en una riñonera. Formarán parte
de su equipo de prim era linea.
■ M a n ta de emergencia o de aluminio:
■ Vaselina: se aplica en los labios agrietados,
sarpullidos y Bagas. También se puede utilizar
■ Papel de notas impermeable: para dib.ijar
para impregnar tampones y prolongar así
■ Fotografía de los seres queridos: es un
su duración. Guárdela en una bolsa pequeña
y concurre de plástico
mapas o dejar mensajes.
incentivo pscológco en una situación ünite.
■ Tarjeta de crédito: m método ef«caz para
extraer el veneno de la picadura de insectos
Ivéwise págs. 266-267)
■ Dinero: envuelto en n
puedo servir como dispositivo
de señalización, como refugio
para transportar, guardar
y calentar agua, o para cocinar.
Muchas son de doble cara, una
plateada y o tra verde de camuflaje,
o naranja para que se vea bien.
■ Bolsas de plástico: nunca se tienen
bastantes. M uy útiles para transportar
agua o para recogerla por el método
de transpiración, por poner sólo dos
ejemplos.
■ M edicam en tos (analgésicos y
antibióticos, por ejemplo): no deben
sustituir al kit de primeros auxilios,
pero contará con un elem ento básico
si por alguna circunstancia se separa
del equipo.
■ Vela pequeña: proporciona una
llama fiable para encender un fuego
■ M edias de nailon: se pueden
usar para abrigarse o como filtro
Improvisado de agua, mosquitera
■ Preservativos no lubricados: -irven p¿'.=
transportar agua o como fundas para objetos
■ M inikit de pesca: ii esta cerca de una fuente
de agua, los peces resultan más fáotes de
atrapar, preparar y cocinar que los mamíferos.
El sedal sirve, además, para otras tareas de
supervivencia. Debe incluir una selección
de ganchos, moscas y pivotes
■ Agujas para coser velas: multiuso. sirven ccmo
puntas de flecha o para reparar tiendas y lonas.
■ Alfileres: p.va sujetar ropa o arreglar el saco
de dormir o la tienda
■ Minibarras de luz química (cyahimes): uti»:-para disponer de ihzninaoón de emergencia
y como ajwta de locafeaoón
■ Cuchilla de un solo filo: multiuso
(réose capa 6) guárdela en su funda
o red para pescar.
■ Radio A M /F M pequeña: con pilas
o solar.
■ Tubo fino de plástico: permite
llegar al agua en grietas de rocas
de otro modo inaccesibles.
• L a ta para hacer fuego o k it de
fuego sin cerillas: métodos completos
para encender fuego cuando no
se dispone de combustible natural
61
FJ*
[I J
m
m
•
•
»
«»
64 EN RUTA
EL CAMINO
ENCONTRAR
EL CAMINO
A n t e s d e c o m e n z a r u n a e x p e d ic ió n d e b e
la s a y u d a s d e lo c a liz a c ió n c o r r e c t a m e n t e .
te n e r u n o s c o n o c im ie n to s b á s ic o s s o b re
S i e s tá f a m ilia r iz a d o c o n lo s m a p a s y la s
le c tu r a de m a p a s y u s o de u n a b r ú ju la .
b r ú ju la s , n o te n d r á q u e p r e o c u p a r s e a n te
Su c a p a c id a d a la h o ra d e i n t e r p r e t a r
la p o s ib ilid a d d e p e r d e r s e o d e s a lir s e
c o r r e c ta m e n t e un m a p a d e la z o n a
d e la r u t a , y g o z a r á d e m a y o r lib e r t a d
q u e p ie n s a v i s it a r le p e r m it ir á t o m a r
p a ra d i s f r u t a r d e su e x p e r ie n c ia .
d e c is io n e s s ó lid a s d u r a n t e la fa s e d e
E n u n a s itu a c ió n lím it e t e n d r á q u e
p re p a r a c ió n d e l v ia je . S i c o n o c e la z o n a
e n f r e n t a r s e a d e c is io n e s d ifíc ile s . T al
y e l te r r e n o , la s p r o b a b ilid a d e s d e p e rd e r s e
v e z te n g a q u e d e c id ir si se q u e d a d o n d e
se r e d u c ir á n y s e rá c a p a z c a m b ia r
e s tá y e s p e ra a q u e lo r e s c a te n o s i se
lo s p la n e s si e s n e c e s a rio . A d e m á s ,
tr a s la d a a u n a z o n a q u e le o fr e z c a m á s
p o d rá p la n if ic a r la r u t a m á s s e g u ra
o p o r t u n id a d e s d e s u p e r v iv e n c ia y r e s c a te .
y a d e c u a d a , a s í c o m o lo c a liz a r a g u a ,
S u c a p a c id a d a la h o ra d e o r ie n t a r s e c o n
r e f u g io y z o n a s q u e le p e r m it a n u t iliz a r
e fic a c ia , y a s e a c o n u n m a p a y u n a b r ú ju la
En este apartado
DESCUBRIRÁ
“ cómo utilizar los mapas para interpretar la orografía del terreno...
■ que todo camino es imprevisible...
■ la diferencia entre abscisas y ordenadas, ERV y GPS...
que un desvío puede ser el camino más directo...
a orientarse utilizando su pelo...
por qué un cumulonimbo con forma de yunque no es señal de buen tiempo...
Saber orientarse (véanse
págs. 6 8 -7 1 ) y d e sp laza rse c o n ta n d o
los pasos (véase pág. 7 2 ) pueden ser
c ru c ia le s en u n a s itu a c ió n de supervivencia.
C A L C U L E L A P R E C IS IÓ N con la que puede
caminar siguiendo un rumbo establecido y mida a
pasos una distancia determinada siguiendo el ejercicio
que se explica a continuación. Si se lia orientado
o a tr a v é s d e lo s e le m e n to s n a tu r a le s ,
d e s e m p e ñ a rá u n p a p e l d e c is iv o e n el
p ro c e s o d e to m a d e d e c is io n e s : u n G P S
bien y los pasos han sido precisos, debería terminar
en el punto de partida. Elija una zona adecuada en
la que pueda caminar al menos 100 m en cualquier
dirección. ¡No haga trampa dirigiéndose hacia la marca!
s u p o n e u n a a y u d a e x c e le n te , p e ro d e p e n d e
Para que este ejercicio resulte útil, asegúrese de seguir
de la s b a te r ía s y la te c n o lo g ía , y a m b a s
el rumbo fijado y de contar los pasos.
p u e d e n fa lla r .
E n te n d e r lo s p a tr o n e s c lim a t o ló g ic o s
O
Coloque una m arca
en el suelo. Señale
©
A ñada 1 2 0 ° más
al último rumbo e
ta m b ié n le p e r m it ir á t o m a r d e c is io n e s
un rum bo en la bnijula (en
introdúzcalo en la bnijula
a d e c u a d a s d u r a n t e el v ia je .
nuestro ejem plo son 110°).
( 3 6 0 ° en d ejemplo).
El h e c h o d e s a b e r e v a lu a r su s itu a c ió n
en to d o m o m e n to , a s í c o m o m o d if ic a r
sus p la n e s , s e rá im p r e s c in d ib le p a r a e v it a r
©
Cam ine siguiendo
el rumbo, contando
los pasos liasta que piense
que lia recorrido 1 0 0 m.
m u c h a s s itu a c io n e s p o te n c ia le s d e rie s g o .
y deténgase.
O
Recorra 1 0 0 m
m ás con el último
rumbo. Debería term inar
en el punto de p a rtid a
©
A ñada 1 2 0 ° al nim bo
original. Introduzca esa
nueva cifra ( 2 3 0 ° en nuestro
O
O
ejem plo) en la brújula.
O
Calcule los pasos en otros
1 0 0 m en su nuevo rumbo
y deténgase
Nunca subestime el poder del uso combinado de un mapa,
una brújula, un GPS y la habilidad para utilizarlos bien:
su vida podría depender de ello. □ □
0
66 EN RUTA ENCONTRAR EL CAMINO
MAPAS E INTERPRETACIÓN DE MAPAS
UN M A P A ES U N A R EPR ESENTACIÓ N bidim ensional de una
LA LEYENDA
zona tridim ensional. A p a rtir de un m apa es posible d e te rm in a r la
Los mapas topográficos incluyen una
distancia y la a ltu ra en el terreno. Si sabe leerlo e in te rp re ta r
leyenda, o clave, que descifra la información
que se m uestra en ellos. Es im portante
la inform ación que contiene, p o d rá visualizar el a s p e c to de la zona
fam iliarizarse con los símbolos utilizados,
y aprovechar sus ca ra c te rís tic a s p ara fa c ilita r la travesía. El m apa
ya que le ayudarán a visualizar m ejor la
es m uy im p o rta n te , así que m anténgalo siem pre a buen recaudo.
información que se representa en el m apa.
INTERPRETAR LOS MAPAS
ALTURAS Y ELEM ENTO S
Aunque existen muchos tipos de mapas, con diferentes niveles de detalles
NATURALES
y escalas, los topográficos son los mejores para el excursionista. Incluyen
elementos importantes como ríos, carreteras, vías férreas, caminos, edificios
y zonas arboladas, y. además, informan de la orientación del terreno mediante
las curvas de nivel (véase pág. siguiente), que representan la altura.
Cara vertrcal/ocantilado
Estos símbolos representen
e l tipo de vegetación
Las lúteas de nivel unen los puntes
Que com parte n la ntrsmo a ltu ra
M i
-.v A -
Piedras
sueltas
Rocas
Afloramientos Rocolto
V E G E T A C IÓ N
* 1
.*
Coniferos
O
o °
O
NocoiUferas
n.
».
t
OO
Basqueado
O
o o o
o o o
Huerto
M a le ra
o
1 '
x .,
i yV.
J
• •>
J
P
-
V
y
V
y
i
M ansm as. ¡uncos o salmos
elementos
V
X /V -
‘ d e b e ré s
IN F O R M A C IÓ N
T U R ÍS T IC A
*
'X . *
Los diferentes
colores muestran
to s t/pos de
Heléchos, brezos o pastizales
'•
\ Los símbolos
representan
\ í '
l j
.
4/
Zona de pesca
®
Rutas
Zon a de acam pada
LA ESCALA
Los mapas de senderom u siempre
signen una escala que se indica en
la leyenda Se tra ta de ta proporción
67
terrenos lodo,
arena, etc.
a la que tendría que am pliar el mapa
para que alcanzase el tam año del terreno
Los números de la
cuadricula son útiles
poro tos posiciones
real La escala de 1:25 0 0 0 (4 cm en
Las rutes de
Las úneos de ta
cuadrícula dividen el
tirapo en cuadrados
de 1 km
senderísmo se
atarean en el mapa
el mapa equivalen a 1 km en el terreno)
es la más ú til para los excursionistas
Una escala más pequeña (de 1 :50.000,
por ejemplo) proporciona una visión
más básica del terreno
M A P A S E IN T E R P R E T A C IÓ N DE M A P A S
M E D IR L A S D IS T A N C I A S
Los m apas se dibujan a escala de m anera que se puedan utilizar
para calcular distancias con precisión sobre el terreno. Es im portante
saber medir las distancias, ya que eso perm ite calcular la ru ta más
directa (y m ás eficaz desde el punto de vista energético) hasta
el destino. En una situación límite, hasta el últim o ápice de energía
cuenta, por tanto, cuanto m ás c o rta sea la distancia, mejor.
U T IL IZ A R L A S L ÍN E A S DE L A C U A D R ÍC U L A
U T IL IZ A R U N A C U E R D A O A L A M B R E P A R A S O L D A D U R A
El m étodo más sencillo para m edir las distancias en un mapa consiste
En sus salidas siempre se desviará de la línea recta y tendrá que orientase
en u tiliza r las lineas de la cuadrícula (en un mapa de escala 1 7 5 .0 0 0 .
entre obstáculos o desvíos del camino. Una manera mucho mejor de medir
cada cuadrado representa 1 km; si lo recorre en diagonal, más o menos
la distancia consiste en to m a r un trozo de cuerda, colocarlo siguiendo la
equivale a 1.5 km). O tra opción consiste en colocar un papel entro
ru ta que piensa realizar y pasarlo a la linea de escala. El alambre para
los dos puntos, m a rcar el principio y el fin al de la ru ta , y colocarlo
soldadura (utilice uno que no tenga plom o) es todavía más preciso porque
m antiene su form a sobre el mapa pero sin perder por ello la flexibilidad.
bajo la línea de escala para leer la distancia.
C U R V A S D E N IV E L
Los m apas topográficos m uestran unas lineas llam adas curvas de nivel. Estas
unen puntos d e la m ism a altura por encim a del nivel del m ar y perm iten m ostrar
con detalle la topografía del terreno. El intervalo de nivel se especifica en la leyenda;
R E F E R E N C IA S
E N L A C U A D R ÍC U L A
para los m apas de escala 1 :2 5 .0 0 0 . lo m ás habitual es un intervalo vertical d e 5 m
Los m apas contienen una cuadrícula que
entre cada lín e a aunque en los m apas d e regiones montañosas puede ser de 1 0 m.
ayuda a localizar un punto especifico mediante
Aprender a in terpretar las curvas de nivel lleva tiem po, pero cuando lo domine
un núm ero conocido com o referencia
podrá ob ten er mucha m ás inform ación de los mapas.
de cuadricula. Las líneas verticales de la
cuadrícula se llaman ordenadas y aumentan
de valor a m edida que se desplazan hacia
IN T E R P R E T A R L A S C U R V A S D E N IV E L
el este en el mapa. Las líneas horizontales,
Conocer la inclinación del terreno le p e rm itirá m ejorar su capacidad de orientación
y la planificación de la ru ta (véose pág. 73). Subir y bajar m ontañas requiere mucha
energía: os mucho m ejor seguir las curvas de nivel del mapa para rodearlas.
a su vez: se llaman abscisas. Los puntos
donde se cruzan esas líneas perpendiculares
crean la cuadrícula
Estos números m uestran
k i a ltu ra en m etras p o r
encim a d e l nivel d e l m ar
C A L C U L A R L A S R E F E R E N C IA S
Utifcco los números de las lineas; aplique primero
el número de ordenada. En un mapa de escala
125.000. donde las líneas de cuadrícula mantienen
una distancia de I km. la zona sombreada de
la cuadrícula inferior tendría una referencia
de 2 0 4 6 e indica un cuadrado de 1 x 1 km
Para mayor precisión utilice un número de
sets cifras (divida mentalmente el aladrado
en décimas). La cruz tendría una referencia
de cuadrícula de 185445
67
68 EN RUTA _ ENCONTRAR EL CAMINO
ORIENTACIÓN
A D E M Á S DE ente n d e r e in te rp re ta r m apas, es im p o rta n te
PUNTOS C A R D IN A LE S
saber cóm o o rie n ta rse con ellos. Puede hacerlo a ojo, aunque
Los cuatro puntos cardinales de la brújula son:
en la m ayoría de los casos necesitará un m é to d o m ás fiable,
■ Norte (N): 0 7 3 6 0 °
y para eso te n d rá que u tiliz a r una brújula. Con ella d e te rm in a rá
■ Este (E): 9 0 *
■ Sur (S): 1 8 0 e
la dirección, o rie n ta rá el m apa y se o rie n ta rá u ste d m ism o,
■ Oeste (0): 2 7 0 °
calculará y tra z a rá rum bos, y se desplazará.
La flecho de dirección
(fel viaje indica
la dirección en la
(Itie deberla cammar
La lupa resulta útil
pora leer mapas con
muchos detalles
CÓMO FUNCIONA
UNA BRÚJULA
La escala de la brújula/
Romee mide lo distancia
en un mapa y le ayuda
a calcular las referencias
de la cuadricula
La aguja de la brújula es una pieza metálica imantada
que, cuando se deja girar libremente, se orienta a los
polos magnéticos. Se acompaña siempre de un nivel.
La flecho mognótica
* * .« * « '
BRÚ JULA ESTANDAR
Esta brúju la e stá n d a r de o rie n ta ció n
es adecuada p ara excursionism o. P e rm ite
"
ubicar el m apa y c a lcu la r d istan cia s
con la escala que lleva im presa.
La caja contiene
la aguja y los
cuatro puntos
mortodoseaun
hmbo em ular
y giratorio
Placo base
El liquido d d
interior de la cajo
humedece k i aqu/a
para que se desplace
con mayor rapidez
9
f i r _
Mr
,gfi
•—”*
j
y
/
y
¿
¡ 0
T T
7
^
/
1
ti s
a
Agujero poro
posar un cordón
Sálase
muestran los
puntos cardinales
L o a d rumbo a
p a rtir de la lineo
de mdke, una
extensión de la
flecha de dirección
Yj t
'
La flecha
orientadora se
halla fija dentro
de lo caja y se
alineo con el norte
Las lineas de orientación
dentro de kt coja se
alinean con to s ordenadas
de los mapas
O T R O S T IP O S
DE B R Ú J U L A S
'y C f
Esfera no giratoria
La esfera giratoria
muestra los rumbos
potencióles
Esfera q ttv to n a
Existen diferentes tipos
de brújulas, desde sencillas
versiones de botón
hasta instrumentos
Escolas básteos
para orientarse
complejos con espejos.
U tilic e una de calid a d
B O TÓ N
E S F E R A F IJ A
B Á S IC A D E O R IE N T A C IÓ N
A d e m á s de los p un tos
básicos de la b rú ju la ,
C on una e s fe ra g ira to ria , incluye
d e repuesto m ás sencilla
La brú|u*a más sencilla que existe.
Su re du cid o ta m a ñ o y el nivel
básico de los detalles la convierten
p ara casos de em ergencia.
en la b rú ju la de em erg e n cia ideal.
adecuada p a ra sus
necesidades y lleve una
inclu ye g ra d o s y n im b o s
en la e s fe ra fija .
unas m a rc a s m á s sencillas que
la b rú ju la e s tá n d a r su pe rio r
y es ideal p a ra p rin c ip ia n te s .
ORIENTACIÓN
Caminar con un mapa establecido le pe rm itirá leer el terreno
VARIACIÓN
MAGNÉTICA
mientras lo recorre, así como identificar y prever los elementos
Las leyendas de los mapas hacen
que se irá encontrando en el camino, lo que significa que pronto
referencia al norte de tres maneras:
se dará cuenta si se desvía. En algunos casos, cuando tenga
«norte geográfico», «norte de cuadrícula»
ESTABLECER EL MAPA
una buena visión del terreno que le rodea y conozca a grandes
y «norte magnético». El ángulo entre
rasgos la zona, podrá girar el mapa hasta alinearlo con el terreno.
este últim o y el segundo se conoce como
No obstante, la brújula es mucho más precisa.
«variación magnética», y se incluye en la
69
leyenda del mapa. El norte geográfico es
la dirección de un meridiano de longitud
O
Gire la esfera de m anera que
que converge en el Polo Norte. El norte de
la «N» quede bajo la línea
cuadrícula discurre en paralelo a las líneas
de índice Coloque el m apa plano
sobre el suelo y asegúrese de
que no haya nada cerca que influya
en el fivKionamiento de la brú|ula
de cuadricula verticales en un mapa y
es distinto del geográfico (los mapas son
planos). El norte magnético es la dirección
[véase recuadro inferior).
indicada por una brújula magnética.
■ Coloque la brújula sobre el m apa ¡
de m anera que quede paralela con
una línea vertical de la cuadrícula
NORTE
NORTE DE
NORTE
MAGNÉTICO CUADRICULA GEOGRÁFICO
(ordenada).
Lo ooo/a no fila ré
alineada
Las horas de oncntoaón discurren
paralelas a toslúteos verticales de
la cuadricula del mapa
O
Con las líneas de orientación
Este ángulo es to |
variación
magnética o AMC
(ángulo
magnético de
cuadriculo)__
y las de la cuadricula
del mapa alineadas, gire todo
orientado hacia el n o rte magnético
y debería e sta r alineado con los
elementos del terreno que lo rodea.
C O M P E N S A R L A V A R I A C IÓ N
el mapa hasta que la aguja del norte
magnético de la brújula quede
situada en el interior de la flecha
de orientación. El m apa estará
■ Si la variación magnética en la
zona es elevada ( + 5 ° ) . compénsela
(véase derecha).
\
E l norte de
cuadriculo
es relevante
cuando se empleo
un mapa con
cuadricula\
E) norte —
geográfico sólo
resulto útil
cuando se utrtáa
la estrello polar
como orientación
La aguja está
olineado
C uando c o n v ie rta un n im b o m a gn é tico en uno
de cuadrícula, o viceversa, tiene que re alizar los
ajustes correspondientes a la variación magnética.
C uando la v a ria c ió n e s hacia el oeste, recuerde
e s ta s re gla s: -d e m agnética a cuadricula, borra r»
y «de c u ad ricu la a m agn é tica , a ña d ir» Si la
variación es hacia el este, se apfica justo lo contrario
T O M A DE UNA LECTURA EXACTA
Visor
Mantenga siempre la brújula nivelada para que
C onsulte la leyenda del m apa p ara
O
e s ta b le c e r la v a ria c ió n m agnética.
D epende d e su ubica ción y de si se encuentra
a l este o al oeste del n o rte de cuadrícula.
la aguja pueda girar con facilidad. Una brújuia
Lente
no es más que una pieza metálica imantada y.
como tal. es susceptible de sufrir interferencias.
Para evitarlas, nunca utilice la brújula cerca de:
■ Objetos metálicos u otros objetos imantados.
■ Corrientes eléctricas, como cables de alta
tensión.
L E N S Á T IC A
■ Edificios y vehículos (contienen metal y
La b rú ju la le n sá tica es
electricidad que podrían influir en la eficacia
un in s tru m e n to excele n te
para to m a r m e d id a s de
de las lecturas de la brújula).
navegación m u y precisas.
O
O
Si la va riación es de 0 o. no hay
variación m agnética que influya
en la brújula, p o r tan to , no realice ajustes.
Si c o nvie rte un rum bo m agnético en
uno d e cu ad ricu la con una variación
de 12 ° oeste, elim ine los 12 °. Con una variación
al este, añádalos.
O
Si c o nvie rte un rum bo de cuadricula
en uno m agnético con una variación
de 1 2 ° oeste, añada los 12*. Con una variación
este, elim ínelos.
70 EN RUTA .E N C O N T R A R EL CAMINO
----------------------------1 — :-------------- *c
P A R T E S U P E R IO R O E L M A P A
SEGUIR EL RUMBO
La flec ha de
deipta rw ri.A fíto
a p u n ta ti acta )
e l destino
♦
Cuando utilice la brújula, préstele toda su atención Si se
precipita, en especial a la liora de calcular el rumbo, puede
F IN A L
incurrir en errores de navegación que. en el mejor de los casos,
alargarían el camino y, en el peor, harían que acabase perdido.
Las Untos de
orientación no
están tilintadas
U T IL IZ A R UN M A P A
Calcular la dirección en la que se debe cam inar utilizando un mapa
resulta sencillo Emplee la brújula como transportador para calcular
el rumbo y m anténgase en el cam ino señalado.
Coloque el m apa en una superficie plana. Asegúrese de
C 0N TR A R R U M B 0
O
Con este método puede encontrar su posición estableciendo el nimbo
de la brújula (véase pág. 6 9).
que no hay nada cerca que pueda interferir con la lectura
a través de un elemento situado detrás de usted Calcule el rumbo
■ Coloque la brújula de m anera que el extrem o quede entre el
siguiendo el método habitual y añada o reste 180 °. También puede
punto desde el que desea salir y el punto hacia el que se dirige.
leer el rumbo situado justo frente a la línea indice, lo que resulta
■ Asegúrese de que la dirección d e la fleclia d e viaje de la brújula
útil para calcular el rumbo desde un punto situado detrás de usted
señala en la dirección que desea tom ar
y transferirlo al mapa (veose inferior).
i
U T I L I Z A R LO S E L E M E N T O S D E L T E R R E N O
T R A N S F E R IR U N R U M B O M A G N É T IC O
A U N R U M B O DE C U A D R ÍC U L A
En alguna ocasión es posible que tenga que calcular d n im b o hacia
un punto específico. Éste puede ser un elemento que quede a la vista
Es im portante saber transferir un rum bo m agnético a p a rtir de
en el m omento de realizar los cálculos, pero que durante la travesía
un elem ento concreto a un m apa (a m ib o de cuadricula). Para este
se pierda debido a las características del terreno. Tam bién puede
ejemplo, imagine que la variación m agnética es d e 1 2 ° oeste.
trazar esa y otras orientaciones en un m apa con el fin de calcular
■ Calcule un rum bo según el elem ento elegido (véase
su posición (véanse derecha y pág. siguiente, inferior).
izquierda). En este ejemplo, es un rum bo m agnético de 4 5 ° .
C A L C U L A R EL R U M B O PO R M E D IO DE U N E L E M E N T O
cuadrícula, de m anera que recuerde la regla «de m agnética
■ Desea calcular ese rum bo en el mapa, que cuenta con una
DEL TE R R E N O
a cuadrícula borrar». Por tanto, restará la variación m agnética
Con la brújula o rie n ta d a hacia el elemento en cuestión, sujete la placa
base con firm e z a y g ire la e sfe ra hasta que la flecha d e o rie n ta c ió n
y la agu ja de n o rte queden p e rfe c ta m e n te alineadas.
Lea el ru m b o (será el ru m b o m a gn é tico que
tie n e que seguir p a ra lle g a r hasta el e lem ento
( 1 2 ° ) del rum bo m agnético (4 5 ° ) , lo que d a rá un resultado
de 3 3 °.
■ M arque el nuevo n im b o en la brújula
elegido).
Leo t i rum bo
magnético desde
______________ lo íiiw i de indice
Señale el
elemento
con lo flecha
de dirección
T R A N S F E R IR E L R U M B O A L M A P A
C oloque la esquina s u p e rio r izquierda de la pla ca base d e la b rú ju la .
En esa posición, g ire to d a la b rú ju la hasta que las lineas de o rie n ta c ió n
queden p a ra le la s co n las líneas d e c u a d ric u la v e rtic a le s D ibuje
e nto nce s una linea d escendente desde el e le m e n to e le g id o p o r la
p a rte izquierda d e la pla ca base p a ra señalar el ru m b o en el m apa.
ORIENTACIÓN
jjñ e a de
cuadricula
. v e rtic a l
Camine en lo
defección mdteodo
p o r esta (lecha
Lo/te cha'O ta de
orientoaofldehe
a p u n ta r b a d a (a p a rte
superior de! mapa
Caes teeiempto,
a l rum b o en b
lineo de Índice
es de 3 6 0 *
O riente la b r ú ju la _____
de m anera q u e ta
¡techa d e l norte
iiKHpiHnoaue<fe
(*>¡0 lo fecho
■da orientación
io s Uneos de orie n to d ó n
están ob le a d a s con
lo s de cu o d rirv ip
O
Gire la esfera de la brújula hasta que la flecha de orientación
y las lineas de orientación queden alineadas con las líneas
i- >
O
Para seguir el nim bo, debe orientar la bn iju la
■ M a ntenga la bn ijula nivelada y a una altura
verticales de cuadrícula del m a p a Lea el rum bo entre los dos
que le p e rm ita m irarla cóm odam ente en ángulo recto
puntos a p a rtir d e la línea d e índice de la b rújula
(cerca del p e d io es una buena posición).
■ P ara que este n im b o d e cuadricula le guíe correctam ente
■ Gírese hasta que el extrem o norte d e la aguja de la
a su destino, tendrá que pasarlo a rum bo m agnético utilizando
bnijula quede en el interior de la flecha de orientación.
la inform ación sobre variación m agnética que incluye la leyenda
La aguja d e viaje apun tará justo en la dirección
del m apa (veose pág 6 9 ) Sum e o reste la cifra y ajuste la brújula.
que debe tomar.
ENCONTRAR LA POSICIÓN
s in
S i no está seguro de su posición, pero en el terreno
liay elementos que reconoce en el mapa, puede
calcular el rum bo con la bnijula Ijasándose
e le m e n to
id e n t if ic a b l e
Si no se encuentra en un elem ento klentificable pero ve otros
que puede identificar y situar en el m a p a puede calcular rumbos
a p a rtir de dichos elem entos y transferirlos al mapa. Para ello
necesitará dos elementos que se encuentren a una distancia
en esos elementos y transferirlos al mapa (véose
y una separación m ínim as de 1 km y 4 0 ° . respectivamente.
pág. anterior) para determ inar con precisión dónde
Cuando haya transferido los dos rumbos al mapa, el punto
se encuentra. Este proceso se denomina triangulación
en el que se cruzan las dos líneas revelará su posición exa c ta
(también conocido como resección en el ámbito
Para m ayor precisión, sitúe un tercer elem ento en el m a p a
militar). Tendrá que transferir el nim bo de la bnijula
L is líneas form arán un triángulo al cruzarse, y su posición
a la cuadrícula
estará dentro de él
E N U N E L E M E N T O ID E N T I F I C A B L E
Si se encuentra en un elem ento identificable del mapa
©
EJ p u n to donde
se c ru /o n las
dos Untos mdKO
(por ejemplo, un r ía una c arre tera o un cam ino) y puede ver
otro reconocible, puede calcular el rum bo partiendo de ese
.■
suposición
elemento y m arcarlo en el m apa. Su posición se encuentra en
el punto donde la línea traza d a cruza el elem ento en cuestión
En el ejem plo inferior, sabe que se encuentra en la orilla de un río
y puede ver una iglesia identificable en el m a p a
O
Utilice la brújula para
calcular el rum bo hacia
©
Prolongue las líneas
hasta el punto en que
los elementos identificables.
se a u c e n .
■ Calcule los nim bos a p a rtir de
■ El punto en el que las líneas
los elementos situados detrás
se cruzan indica su posición
(véase pág. anterior) y trácelos
■ Si quiere ser m ás preciso,
en el m apa desde los elementos
repita el proceso con un tercer
elegidos.
elemento.
72 EN RUTA _ ENCONTRAR EL CAMINO
ENCONTRAR UNA RUTA
TANTO SI PLANEA re c o rre r una ru ta específica co m o si
P L A N IF IC A C IÓ N DE LA RUTA
se encuentra en una situación lím ite y necesita tra sla d a rse a
Divida la ruta en partes. De ese modo, se
una zona m ás segura o que au m e n te las posibilidades de ser
concentrará en la navegación y la distancia
total le parecerá menos abrumadora Si va
rescatado, la capacidad de e s tu d ia r un m apa y ca lcu la r hasta
en grupo, designe un punto de encuentro
dónde puede llegar en un tie m p o d e te rm in a d o puede suponer
de emergencia en cada una de las partes;
la diferencia e ntre alcanzar su d estino o p a sa r una noche al raso.
si alguien se separa o se pierde, deben
dirigirse todos a ese punto. Si es posible
incluya lugares con agua y un punto
CALCULAR LA DISTANCIA
Existen varios métodos para calcular la distancia en marcha.
de seguridad, como, por ejemplo,
C
un campamento, en la ruta.
J
Un excursionista experimentado siempre utilizará al menos
dos métodos.
CONTAR LOS PASOS
Perm ite saber cuántos pasos hay que d a r para cubrir
una distancia determ inada y después contarlos durante
el trayecto. Se tra ta de un m étodo razonablem ente
preciso. En general. Lis distancias se calculan
Cuondo b goma
en m etros y kilómetros, y la mayoría de Las
llegue a k i itílm a
m onea, habrá
recorrido 1 km
personas necesitan unos 1 2 0 pasos por cada
1 0 0 m Pruebe alguno de estos métodos.
■ Corte 1 0 muescas en el bastón. Baje
una gom a elástica a la muesca siguiente
cada 1 0 0 m.
■ Utilice cuentas (una red con dos filas
ELEMENTOS
SEÑALIZADORES
de cuentas divididas por un nudo central).
Utilice el m ap a para elegir algunos
Un Lado contiene nueve cuentas para
elem entos clave de la ru ta y calcule
contar cada 1 0 0 m y el otro dispone de
la distancia en tre ellos. Cuando pase
cuatro cuentas para contar kilómetros.
a su lado, m árquetos m entalm ente
■ Guárdese 1 0 guijarros pequemos en un
bolsillo. Cada vez que cubra 1 0 0 m, pásese
uno al otro bolsillo
o bien señale el progreso en el mapa.
Podrá llevar la cuenta d e la distancia
recorrida cuando pase junto a cada
uno de los elementos.
EXPERIENCIA
A m edida que vaya ganando
LA REGLA DE N A IS M A IT H
La regla de Naismaith tiene en cuenta la
distancia y la topografía, y se aplica para
calcular la duración aproximada de una excursión.
■ Calcule una hora por cada 5 km de camino.
■ Añada 30 minutos por cada 3 00 m que
tenga que escalar.
■ Reste 10 minutos por cada 3 0 0 m de bajada.
No obstante, para las pendientes muy inclinadas,
tendrá que añadir 10 minutos por cada 3 00 m
que descienda.
exp eriencia aprenderá a hacerse
una idea del tiem po que tard ará
en recorrer un terreno determinado.
La regla de Naism aith (véase
izquierda) ofrece un excelente
punto de p a rtid a pero no hay
nada com parable a calcular
las distancias recorridas siguiendo
el mapa.
E N C O N T R A R U N A R UTA
TÉCNICAS DE NAVEGACIÓN
En la navegación terrestre existen menos probabilidades de perderse si se calcula
el rumbo directamente entre dos elementos. Por desgracia, eso no siempre es
posible: en el camino pueden surgir obstáculos como lagos y pantanos, y en
r
P R IN C IP IO S DE NAVECACION
Nunca se perderá si sabe:
■ Dónde ha empezado la ruta
muchos casos será más fácil rodear algunos elementos que pasar por encima
■ Qué rumbo o curso ha seguido.
o a través de ellos.
■ Qué distancia ha recorrido.
Dirijase o un lodo
del elemento
Curve la ru ta
p o ra seguir
e l contorno
D E S V ÍO
D IR IG I R S E H A C IA E L E L E M E N T O
Es fácil encontrarse desviado de la ru ta cuando se lleva un rato
Si un obstáculo impide cam inar en linea
caminando. Si se dirigía hacia un pequeño puente sobre un riachuelo
recta, utilice la brújula para calcular cuatro giros de 9 0 ° . que
y no llega a ese punto, tendrá que averiguar si debe girar hacia
tendrá que tra za r a pie para superar el obstáculo. Cuente los
la izquierda o hacia la derecha. Antes de o p tar por dirigirse hada
un lado u otro debe asegurarse para tom ar la dirección adecuada.
pasos en el prim er y el tercer desvio para volver a la ru ta original
con la mayor precisión posible.
E l r io es
perfectam ente
Cuéntelos
pasos oq uí
visible en
e l m apa
LUthce e l mismo
num ero de pasos
p o ra reto m ar
S o lve e l
obstáculo
la ru ta
RODEAR UN OBSTÁCULO
PASAMANOS
Subir y bajar m ontañas puede requerir mucha energía y no siempre
es el m étodo m ás eficaz de navegación en determinados terrenos.
Seguir los elementos lineales prolongados en la dirección general
de la ru ta (ríos, carreteras o caminos, por ejemplo) puede ser una
solución eficaz de navegación Dado que en este caso se utilizan
más los elementos naturales que la brújula, la navegación
se hace m ás sencilla En ocasiones, m erece la pena realizar
un pequeño desvío hacia un elemento de esas características.
En ese caso, opte por caminar a la misma altura alrededor del obstáculo
con el fin de ahorrar energía.
Chri/ose
a ! bosque
cercano
Curve la ru ta
p o ro subir
lo pendiente
Adopte
e l rum bo
c o rre c to basta
e l desturo
éxodo
Ladtstoncio
lo to le s
mayor, pero
se reduce
desfuerzo
A L E J A M I E N T O /P U N T O D E A T A Q U E
R U T A S EN Z IG Z A G
Esta técnica, que resulta útil cuando se tra ta de alcanzar un punto
Tal vez no tenga m ás rem edio que subir una ladera inclinada,
específico difícil de localizar, consiste en dirigirse primero a un elemento
lo que puede resultar agotador. Si opta por una ru ta en zigzag
destacado cercano. Calcule una distancia y un rum bo desde dicho
elemento y cuente los pasos para situar el punto específico. Si no
para subir una pendiente, reducirá de form a considerable
el esfuerzo realizado por piernas, tobillos, pulmones y corazón.
lo encuentra, regrese al punto destacado y empiece de nuevo.
Esta técnica también resulta eficaz para descender pendientes
74 EN RUTA _ ENCONTRAR EL CAMINO
ORIENTARSE SIN BRÚJULA
SI NO DISPONE DE UNA BRÚJULA puede u tiliz a r algunos
H E R R A M IE N TA S Y M A T E R IA L E S
objetos sencillos que e n c o n tra rá en la la ta de supervivencia
Necesitará una aguja o una cuchilla
para poder d e te rm in a r la dirección e in te n ta r avanzar
improvisada, más los siguientes elementos:
así con c ie rta precisión. Los pro g re sos tecnológicos, además,
■ Cuchillo
- Pelo
lian hecho que las ayudas de navegación p o r sa té lite estén
■ Seda
al alcance de todos.
■ Imán
■ Pila y alambre; papel y cinta adhesiva
IMPROVISAR UNA BRÚJULA
Es relativamente sencillo improvisar una brújula
con una pieza de metal ferroso imantado.
Utilice to hojo d d cucM Io
de supervrvencio p o ra
golpear lo oqu¡a
Roce h agujo
c o n tra su peto
La precisión dependerá principalmente de
los materiales de que disponga y de su propio
ingenio.
OBTENER E IMANTAR
LA AGUJA
Si tiene una brújula pero está estropeada, puede aprovechar
la a guja que ya estará im antada. Si ésta tam poco sirve, tendrá
Golpee lo ogu/a sobre
una superficie de m odera
d u ra p a ra in te n s ific a r
e l efecto
que encontrar una |*e za de m etal ferroso para im an ta ría. Entre
los elementos que podría utilizar figuran los siguientes:
GO LPEAR LA A G U JA
C O N EL PELO
■ Una aguja de la lata de supervivencia o del kit de costura.
Alinee la aguja lo más cerca
Sujete el extrem o de la aguja
■ Un clip estirado.
que pueda de la linea norte-sur.
sujétela a un ángulo de 4 5 ° y
perpendicularinente a su cabeza
y pase la aguja en una misma
golpee ligeram ente el extrem o
con otra pieza m etálica. Si
realiza la operación apoyando
la aguja en una superficie de
dirección sobre el pelo (ino se
haga daño!). Repita la operación
hasta que la aguja esté im antada.
■ Una cuchilla de la lata de supervivencia.
■ Un clavo pequeño o una grapa estirada (por ejemplo, de una valla).
Una vez tenga la a g u ja tendrá que im antada. Cuanto m ás
pequeña y más fina sea. más fácil resultará esta operación.
m adera, increm entará el efecto.
Siga uno de los métodos que se explican a continuación:
DEJAR QUE LA AGUJA
FLOTE LIBREMENTE
La botella
protege la
brúju la de tos
dem onios
M É T O D O D E F L O T A C IÓ N
En un lugar protegido, deposite la aguja en
Una vez resuelto el te m a de la aguja, tendrá
un poco de agua (un charco o un pequeño
recipiente no magnético lleno de agua,
que encontrar el modo de girarla para que
por ejemplo). Equilibre la aguja sobre una
hoja seca, un papel o un trozo de corteza.
indique la dirección. Protéjala de elementos
como el viento para evitar que influya
en su movimiento.
Utdice una superficie de
agu a en un lu g a r protegido
La ogu ja girará.
M É T O D O D E S U S P E N S IÓ N
La ventaja de este método es que el equipo
es portátil y reutilizable. Funciona mejor
con una cuchilla im antada, que mantendrá
un buen equilibrio. Átela a un hilo de algodón
y suspéndala en el interior de una botella de
plástico. Si el cuello del recipiente no perm ite
introducir la cuchilla, co rte la base de éste.
Utilice el
o rific io de la
cuchiNa p u ra
a ta r e l hilo
4
1se asenta/ ó y s e
a lin e a r ó p o r s i soto
Co beta perm ite
m o ijte n e r la oguja
a flo te en la superficie
d e l agua
ORIENTARSE SIN BRÚJULA
P R IN C IP IO S DE LA M A G N E T IZ A C IÓ N
En general, cuanto más tiempo dedique a magnetizar la
aguja, mayor será y más durará el efecto. Para saber cuándo
'S
75
U T I L I Z A R E L E C T R IC ID A D
El modo m ás eficaz de m agnetizar una aguja consiste en rodearla
con una pequeña corriente eléctrica. Utilice una pila y un alambre
con aislante, o bien alam bre para tram pas del kit de supervivencia
aislado con algún m aterial no conductivo (por ejemplo, papel).
está magnetizada una aguja, sujétela junto a otro objeto
metálico: si es atraída por éste y tiene suficiente fuerza
para mantenerse pegada, es sedal de que está lista. Póngala
a flotar (véase inferior) y determine qué extremo apunta
hacia el norte utilizando ayudas naturales como el sol
O
Envuelva la aguja
en un pequeño
trozo de papel de modo
(véanse págs. 76-77). Marque el extremo norte de la aguja
que quede aislada
con un rotulador o con una pequeña muesca.
de la corriente
e lé c trica
S_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
Roce la a g u ja entre
1 0 0 veces
E l extre m o de la aguja
m ognetizoda que se o tro e
hacia e l pote s u r d e l im án
a n u n ta ra hacta e l norte
O
Asegúrese de
gue e l alambre
Cubra la aguja
no toque
la a to jo
previam ente
aislada con
el alam bre
bien apretado.
ro c e la aguja, más
eficaz será la
m agnetización
U T IL IZ A R T E L A D E S E D A
U T IL IZ A R U N IM Á N
Este m étodo sigue un principio
Pase el imán por toda
similar al del cabello humano,
pero es más eficaz. Si dispone
la extensión de la aguja
©
con la pila hasta
como una sábana para el
saco de dorm ir o una prenda
llevar siem pre encima un
imán, aunque nunca hay que
térmica, roce la aquja varias
guardarlo cerca de ta brújula
Sujete el olam bre
veces en una dirección
para no a lte ra r la precisión
contra la seda.
de ésta.
con un poco de
c in to odh cvva
proceso Iva term inado).
1.5 voltios
com o m ínim o
E l receptor se conecta con
alm enas cuatro s a tM e s
GPS
unidad p o rtá til que funciona mediante 24 satélites
terrestre. Permite calcular distancias en línea recta
y rumbos, pero, si no incorpora mapas, no le mostrará
el n>ejor modo de llegar o de tener en cuenta
los peligros de la ruta. Utilícelo ju nto con el mapa
y la brújula.
T O M A R L E C T U R A S E F IC A C E S D E G P S
Un GPS necesita una vista clara del cielo. Cualquier
objeto que obstruya la señal, como un edificio
a lto o un bosque m uy frondoso, reducirá su capacidad
de comunicarse con los satélites.
cuando este
conectado
a la p H o
calentarse (indica que d
varias veces y en una misma
dirección Resulta aconsejable
en órbita que triangulan su posición en la superficie
No toque
e l olambre
que ésta comience a
de alguna prenda de seda,
Un Sistema de Posicionamiento Global (GPS) es una
í ) 8»
Conecte el a la m b r H Q
Estuche
flotante,
resistente e
im perm eable
Losm enúsytos
elementos
variansegún
los modelos;
practique antes
de salir de viaje
p a ra obtener una localización
tridim ensional (altitud,
lo n g itu d y altura), que
se m uestra com o una
referencia de cuadricula
La pautada se puede
ilum inar poro fa c M o r
su uso con escasa
luminosidad, pero
evite hacerte siempre
que pueda, y o que
consume energía
Program e e l aparato p o ra que
se apague de form o autom ática
a los dos m inutos: la batería no
se g a s ta rá si e l GPS se octivo
accidentalm ente
76 EN RUTA _ ENCONTRAR EL CAMINO
ORIENTACION NATURAL
S I H A P ER D ID O la b rú ju la o se le ha e stro p e a d o y no cuenta
PALOS Y SOM BRAS
con los m ateriales necesarios p a ra im p ro v is a r una, u tilic e los
Utilice un palo para determinar
indicadores n aturales p a ra d e te rm in a r la d ire cció n . La ro ta c ió n
este-oeste de la T ie rra s ig n ific a que puede o rie n ta rs e según
la dirección y la hora en cualquier
lugar entre los círculos Ártico
(66,5 °N) y Antartico (66.5 °S).
la posición del Sol. la Luna y las estrellas. S ólo necesita unos
■ En el hemisferio norte, la sombra
m ateriales m uy básicos y se g u ir unas sencillas técnicas.
del palo se orientará hacia el norte de
la linea este-oeste.
■ En el hemisferio sur ocurrirá
CON EL SOL
k> contrario; la sombra del palo
Cuando está visible, el Sol es el indicador natural más claro de los cuatro puntos
se orientará hacia el lado sur
cardinales (norte, sur. este y oeste). Sale aproximadamente por el este y se
de la línea este-oeste.
pone por el oeste; al mediodía apunta al sur en el hemisferio norte y al norte
en el hemisferio sur. Aproveche la trayectoria del Sol en el cielo para determ inar
■ Cuando la sombra alcanza
su longitud más corta, es mediodía.
la dirección y la hora aproximada.
O R IE N T A C IÓ N
C ALC ULAR LA HORA
Seguir el m ovim iento del Sol en el cielo utilizando un palo
Cuando haya establecido las lineas este-oeste y norte-sur, puede
y su sombra le indicará la dirección de su trayectoria. El Sol
convertir el palo de som bra en un reloj de sol para hacerse una
se desplaza de este a oeste a 1 5 ° por h o ra
idea aproxinw da de la hora.
O
Clave un palo en
O
un terreno plano
y asegúrese de que quede
Coloque el palo
en la intersección
en tre las lineas norte-sur
lo m ás recto posible.
y este-oeste.
©
Coloque una
O
piedra en la
S itu é e l p a lo de som bra
en la posición co rre c to
Espere tres horas
y coloque una segunda
punta de la sombra
piedra en la nueva posición
que proyecta el palo.
del extrem o d e la som bra
O
A te una cuerda al palo.
A te un palo m ás pequeño
en d o tro e xtrem o d e la cuerda
y utilícelo para tra z a r un arco
d e 1 8 0 ° en tre las dos piedras.
El poto debe m eiiu
J m de attura.
opronm odom cntc
S
La Imea que une
los dos piedras
señalará e l
Cotoque la p rim e ra
este-oeste
p ie d ra en la linea de
la p rim e ro som bra
Coloque la
segunda piedra
en la línea de
/asegundo
som bra
I La som bro que
toca esta m o rc a
Una linea de 9 0 °
con respecto a la linea
este-oeste señalara
e l no rte -su r
in dica que son
más o menos
la s 1 7 0 0 horas
La m a rc o c e n tra l
represento e l m ediodía
N
O
Trace una línea entre las piedras
para encontrar la dirección este-
©
Para encontrar
el norte-sur.
O
Divida el arco en 12 secciones iguales y m arque
cad a división. Las m arcas representan las
oeste; la prim era piedra señalará más
trace una linea a 9 0 °
horas de las 0 6 0 0 a las 1 8 .0 0 horas; las 1 2 .0 0 horas
o menos el oeste y la segunda. <H este.
de la línea este-oeste.
corresponden a la m arca del centro.
ORIENTACIÓN NATURAL
CON LA LUNA
CON LAS ESTRELLAS
Es posible orientarse m ediante determ inados estrellas. En el hemisferio norte, la estrella
La Luna, que refleja la luz del Sol. sale por
Polar se encuentra por encim a del no rte en d horizonte, punto desde el cual se puede
el este y se pone por el oeste; por tanto,
determ in ar el este, el oeste y el s u r Para e n c o n tra rla localice el Arado. En el hemisferio
tam bién puede ayudarle a orientarse. En
sur puede calcular la posición aproxim ada del sur en el lw ri2onte localizando la Cruz
las noches sin nubes y de luna llen a se
del Sur.
puede recurrir al m étodo del palo de som bra
E s tr P o lar
77
.
Cnu
de! Sur
Beta
Centauro
\
•
/
A lfa
-------------------------
Centauro
H E M IS F E R IO N O R T E
H E M IS F E R IO S U R
L U N A C R E C IE N T E
Localice el Arado y proyecte una línea desde
Proyecte una linea desde el eje más largo de
Aunque no es un método muy preciso,
b parte superior de las dos estrellas que forman
la Cruz del Sur hasta encontrar una zona oscura
una línea vectorial entre los dos «cuernos-
su p arte delantera. Siga esa línea hasta
encontrar la estrella Polar, aproximadamente
de cielo. Proyecte una segunda linea a 9 0 ° del
de una luna creciente llevará hasta un
punto medio entre dos estrellas brillantes de
la constelación de Centauro. El sur se h ala debajo
del punto donde esas líneas se encuentran.
punto situado más o menos al sur en
el horizonte (en el hemisferio norte)
a cuatro veces la distancia de las dos
estrellas delanteras del Arado
y al norte en el hemisferio sur.
CON U N R E L O J A N A L Ó G IC O
Si el Sol esta visible, puede utilizar un reloj analógico c o n » transportador
para determ inar una dirección aproxim ada Asegúrese de que m arque la l» r a
IN D IC A D O R E S N A T U R A L E S
local correcta y tenga en cuenta la hora d e verano. Si no tiene un reloj pero
La naturaleza responde a los elementos de maneras
sabe la h o ra dibuje una esfera en un papel y m arque las 12 y la aguja ho raria
m uy diversas, y algunas de ellas pueden ayudarle
Este m étodo pierde eficacia a m edida que se acerca al ecuador.
a orientarse. Resultan útiles si conoce la dirección
de los vientos predominantes de la zona.
Dividapor
lo m ia d e l
ángulo form ado
entre lo
manecilla de
lo liora y las 12
"
\
Apunte
H E M IS F E R IO N O R T E
con la
m anecilla
de la hora
hacía e l sol
En el hemisferio norte,
el punto cardinal más
próximo al sol es el sur.
Apunte con la manecilla
de la hora del reloj hacia
el sol y divida por dos el
ángulo form ado entre la
manecilla y las 12 Obtendrá
la posición del sur.
ÁRBOLES Y PLANTAS
■ Los árboles azotados por el viento apuntan en
la dirección contraria a éste.
■ La vegetación arbórea es más exuberante en el lado
orientado al sol (al sur en el hemisferio norte y al norte
en el hemisferio sur).
■ Algunas plantas, como los cactus barril, giran hacia
el sol a medida que crecen.
■ El musgo y el liquen evitan el sol directo, por lo que
crecen en la parte sombría de rocas y árboles.
A N I M A L E S E IN S E C T O S
D ivido e l ángulo
form ado en tre las
12 y lo manecilla
de la hora
■ En las zonas muy ventosas, los pequeños animales
Apunte con
lo m arca
de tas 12
h o cio e lso l
H E M IS F E R IO S U R
y los pájaros tienden a agruparse en zonas protegidas.
En el hemisferio sur.
■ Las arañas tejen sus telas en lugares resguardados
el punto cardinal más
del viento; una zona con muchas telas rotas podría
próximo al sol es el norte
Apunte con la m arca de
indicar un cambio reciente en la dirección del viento.
las 12 del reloj hacia el sol
y divida el ángulo formado
entre las 12 y la manecilla
de la hora. Obtendrá
la posición del norte
N I E V E Y H IE L O
■ En los lugares con nieve polvo, las «dunas» de nieve
se form an en dirección paralela al viento dominante.
■ La erosión del hielo es más severa en las laderas
orientadas al sol (sur en el hemisferio norte y norte
en el hemisferio sur).
78 EN RUTA _ ENCONTRAR EL CAMINO
CÓMO FUNCIONA EL CLIMA
------------------------------------ * \
LOS C A M B IO S C L IM Á T IC O S pueden condicionar m ucho
¿QUE ES EL T IE M P O
A TM O S FÉ R IC O ?
una expedición (o las posibilidades de supervivencia si algo
sale mal). P or ta n to , es im p o rta n te e s ta r p re p a rad o al m á x im o
El término tiempo atmosférico hace
referencia a las condiciones actuales
para todas las condiciones que se pueda encontrar. Consulte
en el terreno (temperatura, viento,
las previsiones para varios días e incluya en el equipaje las
lluvia, etc.), mientras que el clima
prendas adecuadas. Si la previsión es ta n m ala que cabe prever
alude a las condiciones de una región
durante un período más prolongado.
dificultades, replantéese la salida.
Los cambios en el tiempo atmosférico
están provocados por las alteraciones
EL TIEMPO ATMOSFÉRICO
de la presión del aire y la temperatura.
El tiempo extremo (por ejemplo, el que
El tiempo atmosférico es el resultado del movimiento de las corrientes
de aire, la humedad presente en el aire y el encuentro entre frentes cálidos
y fríos. Consultar los mapas del tiempo antes de salir de viaje le ayudará a
seguir el rastro de todos esos elementos. Después, tendrá que recurrir a sus
conocimientos para prever los efectos de esos movimientos en el terreno.
se manifiesta en forma de huracanes) se
produce cuando esos cambios son más
profundos de lo habitual. El tiempo
atmosférico es el objeto de estudio
de los meteorólogos, y las predicciones
actuales suelen ser muy precisas.
No obstante, el tiempo siempre guarda
IN T E R P R E T A R L O S M A P A S D E L T IE M P O
sorpresas, así que vaya preparado
Comparar los mapas del tiem po con mapas topográficos terrestres puede servirle
siempre para todo tipo de situaciones
de a yu d a Oel mismo m odo que la pendiente es m ás indinada allí donde las
curvas de nivel aparecen m ás juntas en los m apas terrestres, el viento es más
fuerte donde las isóbaras están m ás juntas en los m apas del tiempo.
Las zonas de
bofas presiones
se relacionan con
e l m o l tiem po
los frentes se
mueven en la
dirección Que
BAJAS
Stbalon los
símbolos
Los/onos
de altas
presiones
se asocian
en general con
buen tiempo
En los frentes
ocluidos se
unen dos masas
de aíre
C uonto m ás bofo
es e l va lo r de la
presión central,
m ás intensos son
e l viento y la lluvia
A LTA S
Una linea rota
con semicírculos
represento un
fre n te cálido y
m a rc o e l borde
fro n ta l de uno masa
Una linea a /u l
con triángulos
representa un
fren te frío
y m orco el
borde fro n ta l
d e l aire frío
de a ire cálido
Las isóbaras
se unen donde
la presión del
a ire es lo m ism a
A L T A S P R E S IO N E S
B A J A S P R E S IO N E S
Con altas presiones, el aire
Con bajas presiones, el aire
desciende en espiral y se
asciende en espiral (en paralelo
calienta. El vapor de agua
al centro de las isóbaras)
no se condensa en form a
y se enfria El aire se condensa
de nubes, motivo por el cual
hasta form ar nubes, por
cabe esperar cielos bastante
lo que los cielos suelen estar
despejados.
encapotados.
CÓMO FUNCIONA EL CLIMA
CIRCULACIÓ N G LO BAL
El a ire caliente procedente del ecuador
79
La rotación de la Tierra
hoce que to s vientos
del hemisferio norte se
desvien hada la derecha
Las células se
desarrollan debido a lo
rotación de la Tierra
se eleva y se desplaza hacia los polos
en cada hemisferio. A m edida que se enfria,
desciende y regresa al ecuador. Debido
a la rotación terrestre, se desarrollan
tres células de aire en circulación en
cada hemisferio, que producen patrones
previsibles de vientos y presiones.
O cure
se cohetito
continuamente
en t i ecuador
M A S A S D E A IR E
Las grandes masas de aire con una tem peratura
y una humedad determ inadas ayudan a los
meteorólogos a predecir el tiem po que hará,
y se definen principalm ente por la zona
en la que se originan En general, los vientos
del irorte son más fríos que los del sur. y el aire
que pasa sobre el m ar («masa de aire m arítim o»)
acumula humedad y es m ás nuboso que el que
La rotación de la
lie n a hoce que
tos vientos del
hemisferio sor
se desvien hado
la izquierdo
pasa sobre la tie rra («m asa de aire continental»).
Los límites entre el aire polar y el tropical
se convierten en frentes cálidos y fríos
FO R M A C IÓ N DE LOS FR E N T E S
En su desplazam iento sobre la tierra, los sistemas climáticos
cam bian de m anera previsible. Saber en qué consistirán
esos cam bios es una p a rte im po rtante de la interpretación
del m ap a del tiem jx) o d e la previsión atm osférica.
La región situado entre tos frentes
se conoce com o sector cálido
Lo presión S U pcr[¡dote* regular
fre n te fr ió
y et cieto permanece encapotado y
ttu v h s o
Las nubes se
condensan y coca
en forma de lluvia
en general, k ¡ Uegado
de un fron te (óbito
El atiese enfría r e í
vapor de aguo se
condenso en (om\o
€I viento aum ento y
se desplaza en sentido
ascendente. La presión
aum enta de m anera
pronunciada y empiezan a
form arse grandes nubes
A ire frío
Las nubes altas que se
aproxim an indican,
de nubes y lluvia
A m edida que e l aire
a ¡o largo d e l lim ite
caliente avanza,
se eleva p o r encim a
del a ire más frío
que tiene delante.
La presión cae de
m anera constante
Cuandocae tolknño.
las nubes empiezan
a dispersarse tras
et fre n te
El aire frío debilita
el air e caliente
y lo eleva
A ire coliente
Frente cálido
A ire frío
80 EN RUTA _ ENCONTRAR EL CAMINO
FENÓMENOS ATMOSFÉRICOS
L A O B S E R V A C I Ó N D E L A S N U B E S puede se rvirle de ayuda para
prever el tie m p o que se avecina, algo m uy valioso cuando se está
CÓM O SE FO R M A N LAS NUBES
Las nubes se forman por un proceso de
al aire libre y no se tiene acceso a las previsiones m e teorológicas.
enfriamiento. Es el mismo mecanismo que
Saber reconocer una nube de to rm e n ta , p o r ejem plo, le p e rm itirá
cuando se respira sobre un cristal frió: el
buscar re fu g io o cam b ia rse de ropa con s u ficie n te antelación.
Si las nubes bajas am enazan con d ific u lta r la visibilidad, u tilice
la brújula para navegar y avance con precaución.
vapor de agua invisible del aliento se enfria
Insta alcanzar una temperatura conocida
como ponto de condensodón. se condensa
y adopta un estado líquido visible. Las nubes
se forman de un modo muy similar, teniendo
en cuenta que la temperatura del aire
desciende una media de 2 ^ cada 3 0 0 m.
LEER LAS NUBES
Cuando el aire que contiene humedad
Las nubes son masas condensadas de vapor de agua que dan lugar
a precipitaciones y reflejan la radiación solar. Se clasifican según
la altura (bajas, medias y altas) y la forma. Ésta depende del modo
(por ejemplo, porque se ha desplazado sobre
el mar) llega a la altura a la que alcanza la
temperatura del punto de condensación, el
vapor se condensa y forma una nube visible.
en que el aire caliente se eleva y es un indicativo de su estabilidad.
A
NUBES ALTAS
Las nubes de buen tiem po son blancas y altas.
Si no hay nubes, cabe esperar un tiem po excelente.
Los mantos de nubes altas que van invadiendo
el cielo pueden significar que se avecina m al
tiempo. En este grupo se encuentran:
■ Yunques d e cumukmimbos
■ Cirros
■ Cirrostratos
NUBES M ED IAS
L is capas gruesas de nubes medias traen
consigo una lluvia intensa y persistente,
en especial si son oscuras y grises. En este
nivel las nubes m ás habituales son:
■ Altocúmulos
■ Nimbostratos
■ Altostratos
NUBES B A JA S
Las nubes bajas presentan unos bordes bien
definidos e ir acom pañadas de lluvia en form a de
chaparrones (cúmulos) o i persistente (estratos).
En este grupo se incluyen las siguientes nubes:
■ Cumulonimbos
■ Estratos
■ Estratocúmulos
■ Cúmulos
5 m -12.000 m
I LtH cum ulonim bos
F E N O M E N O S A T M O S F É R IC O S
RIESGOS METEOROLÓGICOS
¡CUIDADO!
El tiempo puede condicionar mucho un viaje liasta el punto de convertirse
en un peligro añadido al influir en los niveles de visibilidad y en la segundad del
Nunca se refugie bajo un árbol solitario
durante una tormenta eléctrica; si es posible.
terreno. En una situación limite, la temperatura y la lluvia (o la ausencia de ésta)
pueden ejercer una gran influencia en las posibilidades de salir airoso.
S i no ve h a d a
dónde se (bruje.
h mejor es pararse
L L U V I A IN T E N S A
N IE B L A
RELÁM PACOS
Si llueve mucho y de m anera repentina, la
tierra puede saturarse y volverse resbaladiza
o inundarse. Busque refugio o avance con
Básicamente, se tra ta de una nube en contacto
con ei suelo Reduce la visibilidad. por lo
Son descargas atm osféricas de electricidad
y caen en el prim er objeto que encuentran
que conviene tener cuidado con los terrenos
en su ru ta hacia la tierra; por tanto,
cuidado y equipado con prendas impermeables
peligrosos, en especial en la montaña.
evite los lugares altos y expuestos.
Las capas prunas y altas de
los c irro s que /torean tiranos Pe tela, se
ctrrmtratos ¡jue mvodeo
componen de cristales de hielo debido a
progresivamente W Cielo representan
que los nubes se desarrollan a temperaturas la primera señal de que se avecina un
muy por debato del punto de congelación
frente cóMo y un deterioro del tiempo
Los nimbos ti utos Que suelen
oparveer después de tes altostratos,
suelen traer consigo una lluvia entre
moderada e intensa v persistente
cubren et cielo con un monto
manto irregular que puede
Suelen traer consigo una
ffi/v te persistente durante
hotos si tienen la suficiente
profundidad
ser gris o Manca Pueden
ir asociados r o o tbvünas
o nieve
lo s attostrotas forman
un enorm e manto Que en
ocasiones ocobo cubriendo
el cielo por completo
En general, indican Que se
Ofiroxima un fre n te cóHdO
lo s cúmulos suelen desarrollarse en
dios m uy soleadas a p a r ta de masas
de o iré ligeram ente in estables
M ientras mantienen su form o
algodonosa son indicadores, /unto
con el cirio añil, de buen tiempo
81
82 EN RUTA _ ENCONTRAR EL CAMINO
CONOCER
EL CLIMA LOCAL
EL C L IM A SE VE A FE C TA D O (y se puede p re d e cir) p o r la g e o g ra fía local.
El te rre n o elevado obliga al a ire a elevarse y enfriarse, y las te m p e ra tu ra s
relativas te rre stre s y m a rítim a s producen e fe cto s previsibles.
EFECTOS REGIONALES
El ove
Ayudan a entender corno se producen esos patrones
meteorológicos previsibles en diversas zonas geográficas Pueden
influir a la hora de decidir el momento de emprender el viaje.
EL E FE C TO F O H N
E l vapor
de agu o se
condensa y
se pre c ip ita en
E l aire se enfria
o m edida que
asciende una
m e d ta d e 3 ‘ C
cada 3 0 0 m
fo rm a de Aturto
en lo cum bre
saturado se
e n frio 1 5 X
cada 3 0 0 m
E l o iré seco
desciende
y se calienta
a un ritm o de
re c a d a 300 m
El lado protegido del viento de un terreno elevado es m ás cálido
que el lado con el viento de cara. El aire se eleva cuando se desplaza
sobre los obstáculos Si contiene humedad, el vapor de agua se
condensa y form a nubes una vez se ha enfriado. El aire pierde agua
en la cumbre, y desciende y se calienta en el lado protegido del viento.
V IE N T O S A N A B Á T IC O S Y C A T A B Á T IC O S
Los vientos que soplan hacia arriba y los que descienden
laderas durante determinadas condiciones meteorológicas
se denominan onobótkos y catabáticos. respectivamente.
B R IS A S M A R I N A S Y T E R R E S T R E S
Las brisas m arinas se desarrollan, en general, en las costas
y en días despejados, m ientras que las terrestres tienden
a form arse en las costas durante las noches sin nubes.
Son típicos de las regiones montañosas.
V IE N T O S A N A B Á T IC O S
B R IS A M A R IN A
Durante el día. la superficie del terreno inclinado se calienta.
El aire caliente se eleva sobre la tie rra durante la tarde y en la
El aire se eleva y crea una suave brisa. Los vientos anabáticos son
costa lo sustituye el aire frío. El resultado de esa circulación costera
más ligeros que los catabáticos porque se oponen a la gravedad
del aire es un viento que sopla de m ar a tierra.
V IE N T O S C A T A B Á T IC O S
B R IS A T E R R E S T R E
Los vientos catabáticos se form an en las noches despejadas
con una brisa ligera El aire en contacto con el suelo se enfria
Por la noche, el m ar aum enta la tem p eratura y el aire comienza
a ascender. El aire procedente de tie rra se dirige hacia el mar.
y aumenta de densidad, lo que hace que descienda por las laderas.
El resultado es un viento que sopla de tie rra a mar.
CONOCER EL C U M A LOCAL
P R O N O S T IC A D O R E S
L A E S C A L A DE B E A U F O R T
N A T U R A L E S D E L T IE M P O
Esta escala perm ite establecer referencias visuales para los efectos de la
Estos indicadores naturales se basan
velocidad del viento en m ar y tierra. Fue creada por Francis Beaufort en 1 8 0 5
en la observación y pueden ser útiles
y ofrece un m étodo sencillo para calcular la velocidad del viento sin necesidad
si no se dispone de otro m edio para predecir
de equipo alguno. Oe hecho, todavía hoy es de uso habitual. La escala va de
el tiempo.
«calm a» a «huracán» y se numera del 0 al 12.
O B S E R V A R E L C IE L O
• Si el cielo está rojizo al amanecer,
y hay humedad en el aire, es probable
que haga m al tiem po En cambio, un cielo
rojizo por la noche indica buen tiem po
para el día siguiente.
■ Un arco iris suele indicar que llega
buen tiem po o un chaparrón breve.
P L A N T A S Y FLORES
■ El arom a de las plantas y las flores suele
ser m ás intenso antes de llover.
■ Se dice que c iertas flores, como la
anagálide y la dam a de noche, se cierran
FUERZA
BEAUFORT
0
DESCRIPCIÓN
DEL VIENTO
VELOCIDAD
DEL VIENTO (KPH)
EFECTO DEL VIENTO
EN MAR Y TIERRA
Calma
0
El humo asoende vert(cabiente
□
Ventolina
2
Bnsalgera
0 mar está como una balsa
1-3
0 humo se desvia Iberamente
0 mar se ondula como si tuviese
escamas.
4-11
Las hojas se mueven.
0 viento se percibe en la piel
Olas pequeras.
cuando se avecina m al tiempo.
■ Las piñas de pino son unas de las
mejores pronosticadoras naturales: sus
escamas absorben la humedad del a ire y se
cierran si se acerca tiem po húmedo,
m ientras que si el aire es seco se abren.
Uno p if a
c e rra d a Ín tic a
que se acerco
tiem po
Uno piño
abierto
in d icó la
presencio de
a ire seco
3
Brisa suave
□
Brisa moderada
5
6
Viento fresco
12-19
finas se mueven. Olas grandes
con alguna cresta dispersa
20-29
elevadas a bajas podrían indicar
7
Las ramas pequeras se mueven.
Olas pequeñas con crestas
frecuentes.
30-39
Los arboles pequemos empiezan
a balancearse, Olas moderadas
con espuma y salpicaduras
Viento fuerte
40-50
Resulta difiol utilizar
paraguas. Olas grandes
de 3 m con salpicaduras.
O B S E R V A R A LO S A N IM A L E S
■ Los animales que m igran de zonas
Las bajas y las ramas más
Viento muy fuerte
51-61
Los árboles se balancean. El
mar crece y el viento arrastra
la espuma de lasólas
que se acerca una torm enta.
■ Las vacas se echan antes de llover.
00
■ La lana reacciona a la humedad del
aire hinchándose y estirándose: por
Ventarrón
62-74
Resulta d ifíd caminar
Otas de más de 5 m.
el contrario, en condiciones secas encoje
■ Los humanos percibimos los cambios
en el tiempo: dolor de cabeza antes de
una torm enta.
T IE M P O C A M B IA N T E
Observe los posibles cambios
9
10
Ventarrón fuerte
75-87
Daños en los tejados.
Olas altas con crestas.
Temporal
8 8 -1 0 1
Árboles arrancados o partidas
Olas muy altas. U superficie
del mar aparece blanca
en la dirección o en la fuerza
del viento, ya que podrían indicar
un cambio de tiempo. Un viento seco
y regular que cambia de drección
11
o cuya fuerza desciende indica
que se acerca lluvia.
!2
Borrasca
102-119
Daños en las casas
Olas de más de 11 m.
Huracán
Más de 120
Destrucción de edficios
Olas enormes de más de 14 m
83
84 EN RUTA . DESPLA ZAMIENTOS
DESPLAZAM IENTOS
Si bien algunas situaciones límite
la s t é c n ic a s c o r r e c t a s p a r a s u b ir u n a
so n in e v ita b le s , m u c h a s se d e s e n c a d e n a n
m o n t a ñ a d if í c il o b a ja r u n a la d e ra
p o r n o s e g u ir c o r r e c t a m e n t e la s
e s c a r p a d a , p o r e je m p lo , p u e d e r e p r e s e n t a r
té c n ic a s b á s ic a s r e f e r e n te s a u n m e d io
la d if e r e n c ia e n t r e u n d ía e s tu p e n d o
d e t r a n s p o r t e d e te r m in a d o , y a sea
a l a ir e lib r e y u n a s itu a c ió n d e r ie s g o p o r
p o r f a lt a d e c o n o c im ie n to s , p é r d id a
f r a c t u r a r s e u n t o b i l lo e n u n lu g a r r e m o to .
d e c o n c e n tr a c ió n , e x c e s iv a c o n fia n z a
A s im is m o , r e c u p e r a r e l c o n t r o l
en e l e q u ip o o en la s h a b ilid a d e s
d e l v e h íc u lo d e s p u é s d e p a t in a r p o d r ía
p e rs o n a le s , o u n a im p r u d e n c ia .
s a lv a r le la v id a . E s t u d ia r a fo n d o
P o r t a n t o , a n te s d e a d e n t r a r s e en
el t e r r e n o , a d e m á s , le p e r m it ir á
u n e n to r n o d e s c o n o c id o , a s e g ú re s e
s e le c c io n a r e l e q u ip o c o r r e c t o y la r o p a
d e in v e s tig a r a fo n d o e l te r r e n o
m á s a d e c u a d a , a s í c o m o f a m ilia r iz a r s e
y e l m e jo r m é t o d o p a r a r e c o r r e r lo
c o n la s té c n ic a s d e s u p e r v iv e n c ia
d e m a n e r a s e g u ra y e fic a z . C o n o c e r
r e la t iv a s a u n e n t o r n o d e te r m in a d o .
En este apartado
DESCUBRIRÁ.
■ cómo construir un remo (para que nunca tenga que ascender un río sin remo)...
■ cómo se colocan las manos para escalar...
■ cómo tirar de un trineo y avanzar en un terreno pedregoso...
■ cuándo iluminar la ruta o esquiar sin esquíes...
■ cómo se corrige un derrape y cómo se conduce una moto de nieve...
■ cómo dejar que una recua de camellos haga todo el trabajo...
■ que un chicle puede impedir un naufragio...
DESPLAZAM IENTO S
Un bastón para caminar
es una de las a y u d a s m á s se n cilla s p e ro
m á s im p o rta n te s . Es la p rim e ra pieza
d e l e q u ip o q u e te n d rá q u e im p ro v is a r
si se e n c u e n tra en una s itu a c ió n lím ite .
LA «TERCERA PIERNA DEL
SUPERVIVIENTE» (como también se conoce
al bastón para caminar) aumenta la capacidad
T a n to si p ie n s a v ia ja r a p ie c o m o
en b ic ic le t a , a c a b a llo , e n v e h íc u lo
de sostenerse al pe rm itir disponer de dos puntos de
contacto con el suelo en todo momento. Así, se reducen
las posibilidades de resbalarse, un factor crucial
c o n t r a c c ió n a la s c u a t r o r u e d a s
cuando la capacidad de caminar es su principal medio
o e n b a r c a , d e b e t e n e r e n c u e n ta n o
de rescate: si su movilidad se ve afectada, se reducen
s ó lo s u s p r o p ia s c a p a c id a d e s y la s d e
seriamente sus posibilidades de sobrevivir.
la s p e r s o n a s q u e le a c o m p a ñ e n , s in o
ta m b ié n la s d e su e q u ip o . R e c u e rd e :
ir m á s a llá d e lo s lím ite s , y a s e a u n a
p e rs o n a , u n a n im a l o u n v e h íc u lo ,
p r o v o c a r á in v a r ia b le m e n t e u n fr a c a s o .
El bastón se puede utilizar en numerosas
situaciones de supervivencia. Entre sus principales
usos figuran los siguientes:
■ Apoyarse m ientras camina.
■ Protegerse el rostro cuando camine entre matorrales.
■ Com probar si el terreno es firm e cuando cruce
una zona pantanosa.
■ Com probar si existen obstáculos en el terreno.
■ Comprobar la profundidad cuando cruce un rio.
Protegerse contra animales salvajes.
Como caballete para refugiarse.
Como ayuda para con tar pasos.
■ Como lanza para pescar o cazar.
Para desenterrar raíces o plantas.
f
r
r
uU
r
La capacidad de caminar podría ser su principal
medio de rescate: si su movilidad se ve afectada,
se reducen drásticamente sus posibilidades
de supervivencia I D
85
86 EN RUTA DESPLAZAMIENTOS
A PIE
Asegúrese de que
EL E X C U R S IO N IS M O es una estupenda m anera de
la m ochila quede
bien a/ustodo en
explorar la naturaleza. No ob sta n te , es im p o rta n te te n e r
la espalda
c ie rto nivel físico antes de s a lir y llevar la ropa y el equipo
adecuados. Las cam in a ta s requieren unas habilidades
básicas. S eguir las técnicas c o rre c ta s le ayudará a m overse
con m ayor eficacia y de m anera segura.
TÉCNICAS BÁSICAS
PARA CAMINAR
T E C N IC A S DE A S C E N S O
Busque un ritm o lento y regular
M antenga el ritm o pero acorte
Ayúdese
coa los brazos
p a ra m antener
e l r itm o y e l
que puedan mantener todos los
la zancada Cuando baje, m antenga
equilibrio
miembros del grupo durante la caminata.
los pies planos sobre el suelo.
Un buen n>odo de lograrlo consiste
■ Lleve un bastón para apoyarse
en fijar un ritm o de caminata. Descanse
durante el ascenso.
Cuando se desplace cuesta arriba,
inclínese ligeram ente hacia delante.
a intervalos regulares y. si camina
■ A delante las piernas con res p e c to ,
en grupo, asegúrese de que todo
a las caderas.
Estrene las botas
nuevas antes de
em prender largas
cam inatas p a ra
e v ito r la form ación
de am pollas
el mundo conozca la ruta.
Los suelas gruesas se
aga rran a l terreno y reducen
i
e l riesgo de resbalones
Inclínese
h a d a atrá s
ligeram ente
T E C N IC A S
DE D E S C E N S O
C am inar cuesta abajo puede provocar
C A M IN A R DE N O C H E
mucha tensión en los muslos, las
A menos que se encuentre en el desierto
rodillas y los tobillos, sobre todo
y que resulte m ás fresco desplazarse de
si lleva una mochila pesada. Tenga
noche, evite cam inar en la oscuridad debklo
cuidado para no perder el control
al nesgo añadido que supone la dificultad
y no to m a r dem asiada velocidad.
de navegación y los depredadores nocturnos.
■ Utilice los brazos para equilibrarse.
Si no liay alternativa, pruebe lo siguiente:
■ M antenga un ritm o uniforme.
■ U tilice la linterna o im provise una
antorcha prendiendo un poco de corteza
de á rb o l
■ Si lo a n te rio r no es posible y dispone
de tiem po, cierre los ojos durante
2 0 m inutos para que se acostum bren
a la visión nocturna.
■ U tilice el bastón para «palpar» los
posibles obstáculos que se extiendan ante
usted y las irregularidades del terreno
■ M a n te n g a un ritm o lento y calculado,
y consulte la brújula con frecuencia
A P IE
TERRENOS DIFÍCILES
M A R C A D O R E S DE R U T A
El m apa y la brújula del>erían ser sus principales métodos
Uno de los terrenos más desafiantes para los
excursionistas es el pedregal: un m anto de pequeñas
de navegación, pero no deje d e leer los m arcadores de ruta
durante la excursión.
piedras que se desplazan al pisarlas y que convierten
Los ruta s
los ascensos y los descensos en experiencias harto
difíciles. La naturaleza resbaladiza de la superficie
están
codificadas
puede ralentizar el progreso, y hay que tener
coa colores
o símbolos
Las flechas
indican
dirección
cuidado para no caerse y hacerse daño. Caminar
sobre pedregales es duro, pero, si sigue las técnicas
adecuadas, avanzará con confianza, eficacia y seguridad.
ATRAVESAR
ROCAS
UN PED REG AL
Las señales de ru ta pintadas
en rocas son muy habituales en
terrenos rocosos. En algunos
Siga una ru ta en zigzag
y busque un cam ino que
presente piedras de un
tam aito similar. Cam ine
de lado, en pequeños pasos,
y comprobando la estabdidad
casos están muy bajas, por
lo que conviene e sta r atento.
POSTES
S E Ñ A L IZ A D O R E S
Oe m adera, m etal o plástico,
resultan muy útiles en las zonas
donde escasean las piedras
o los árboles
Los pilos
de las piedras antes de poner
deben ser
visibles
todo su peso en ellas.
desde ó e r ta
distancia
Las piedras de los lodos
tienden a ser más grondes
y m ás estables
ASCENDER UN PEDREGAL
Pise con cuidado, clavando las puntas de los pies en el suelo
y comprobando la estabilidad antes de poner todo el peso
en la pierna. Una alternativa consiste en cam inar con los pies
P IL A S D E P IE D R A S
S E Ñ A L E S D IR E C C IO N A L E S
Están pensadas para que
sean visibles en caso de niebla
Cuando lea los marcadores,
observe si hay flechas pintadas
DESCENDER UN PEDREGAL
espesa. Su tam año varia
desde unas cuantas piedras
o variaciones en los símbolos
<por ejemplo, una curva, que
En este caso, se combina el deslizam iento con la carrera
hasta una gran pila de rocas.
indica un cambio de dirección).
abiertos hacia afuera, con el peso en la p a rte interior de cada pie.
lenta. Cuando tenga práctica, le resultará incluso divertido,
pero debe e vita r las piedras m ás grandes para no lesionarse
los tobillos.
Desplácese
hacia odekmte
M anténgase
lo m ás recto
U tilice los brazos
p a ra fre n a r
e l descenso
posible
Ayúdese
a m antener
e l equilibrio
con los brazos
M antengo
las rodillas
dobladas,
com o t i
Las rodillas
deben hacer
de c e n tro de
Orcrn-dod
esquife
*
Después de asegurarse de que el
pedregal está com puesto por piedras
O
A m edida que adquiere impulso
y ritm o, clave los talones en el
O
Si pierde el equilibrio por
un m om ento, utilice los brazos
pequeñas y es profundo, d é pequeños saltos
suelo y deslícese un poco con cada paso.
para sujetarse, relaje las rodillas
para bajar la ladera y m antenga el equilibrio.
No se incline hacia delante.
y prosiga con el descenso.
87
88 EN RUTA DESPLA ZAMIENTOS
CRUZAR RÍOS
C R U ZAR R ÍO S ES P E LIG R O S O y conviene e v ita rlo a m enos que sea del to d o
necesario. En una situación lím ite, cuando se e s tá frío y m o ja d o (lo que puede
C Ó M O VA DEA R
No cruce el rió descalzo;
provo car h ip o te rm ia ) re s u lta m u y d ifíc il secarse y e n tr a r en calor. C onsulte
protéjase los pies de las
siem pre el m apa p o r si e xiste n ru ta s que bo rd e a n el río y. si no tie n e m ás
piedras y otros peligros
con las botas. Quítese el
rem edio que cruzarlo , elija el p u n to m ás seguro.
pantalón para mantenerlo
seco y reducir la resistencia
CRUZAR CON SEGURIDAD
en el agua. Utilice un bastón
como apoyo adicional.
Antes de entrar en el agua, asegúrese de que dispone de una muda de ropa o de algún
medio para secarse. Si hace frío, acumule todo lo que pueda para encender una hoguera
(yesca, leña y madera seca) y cerciórese de no mojarse mientras cruza el río.
E L E C C IÓ N D E L P U N T O D E C R U C E
En general, río arrib a se llega a aguas menos profundas, |)ero ten g a en cue n ta que incluso
Los orbotes de la o rilla
c o n tra ria proporcio nan
re fu g io c o n tro e l viento
una v e /fu e ra d e l agua
ahí pueden existir corrientes fuertes (igual que en las aguas que parecen tranquilas
en la superficie). Com pruebe siem pre si hay algún puente en las proximidades.
Los rocas expuestos
pueden ser peligrosas
s i resbala sobre ellas
No cruce p o r la p a rte
e x te rio r de las curvas,
donde e l oqua fluye
con m a y o r ropidez
Tenga cuidado con las
variaciones inusuales en
e l fluto d e l agua: pod rían
señalar la existencia de
piedras en e l fondo
Observe con que
rapid ez se desplaza
e l agu a y utihee e l
bastón p a ra calcular
la p ro fu n d id a d
Busque orillas poco
profundas, y a q u e
fo c iltttm J a /ftiv a iU i
y k i solida del ogú a
C ite banco de g ra va puede ser un
buen i\u ¡h > interm edio, p e p te n u o '
a á d o ifó con el agu o q w ffñ iy *
c
rápidam ente p o r b s
¡ f l* .
*;r
N o pose ¡unto o
m ate ria le s arra s tra d o s
o árboles caídos que
p u e d o h a b e r en e l
agua, y a que es fá c il
quedarse a tra p a d o
C R U Z A R R ÍO S
V A D E A R U N R ÍO C O N O T R A S P E R S O N A S
'v
C ruzar un río en grup o es m ás seguro que liacerio solo. A l ju n ta r los brazos
¡C U ID A D O !
crearán una estructura m ás fu e rte y estable y prestarán apoyo por si alguien
Nunca cruce aguas bravas o río desbordados
se cae. A flojen las correas de las m ochilas y pasen un solo brazo a través
En esas situaciones, resulta nws seguro
de ellas para poder soltarse con rapidez e n caso de c a íd a
no cruzar que arriesgarse a sufrir algún daña
Inclín e m e
ligeram ente
bocio e l c e n tro
89
Coloquenlos
A flo je n tas
brazos en tos
de sus
L a persona de
menos peso cruza
correos de
La persona gue soporta
la m a y o r fu e rz o del
agu a encabeza e l grupo
D IR E C C IO N D E L
D IR E C C IO N DEL
D E S P L A Z A M IE N T O
D E S P L A Z A M IE N T O
z
L a persona más
fu e rte sopo rta
D IR E C C I Ó N D E
L A C O R R IE N T E
la fuerza
d e l agita
D IR E C C IÓ N D E
L A C O R R IE N T E
C R U ZA R EN CORRO
C R U Z A R EN L ÍN E A
Con la persona m ás fu e rte situada en el punto de donde viene la
Cuando estén bien equilibrados, crucen el rio en sentido
corriente y los dem ás proporcionando estabilidad y apoyo, aprieten
pcr|>cndiculjr a la corriente. Muévanse poco a poco y cuiden
los brazos y den pasos cortos y calculados para cruzar el río.
cada paso p a ra no verso arrastrado s por la fuerza riel agua
V A D E O EN S O L I T A R IO
No es lo ideal, pero, si no tiene otra opción, el bastón
f
C R U ZAR CON CUERDAS
(o cualquier p alo largo y resistente que encuentre) le a p o rta rá
U tilizar cuerdas es una buena opción para los ríos peligrosos,
apoyo y equilibrio. U tilícelo ta m b ié n a m o d o d e sonda para
pero se pueden enred ar y a rra s tra rle al fondo. Elija siempre
id entificar los posibles cam bios repentinos de profundidad.
la opción m ás sencilla y m ás segura, el uso de cuerdas
es com plicado y debería ser su últim o recurso
D IR E C C IÓ N D E L
D E S P L A Z A M IE N T O
No dete de n u ro r
h a c ia delante
y a lo s p te s
Apóyese
en e l bostón
a m c d k fo Q u e
mueve los pies
O
D IR E C C I Ó N D E
Se a ta una cuerda de
«seguridad* a un árbol
O
La cuerda se a ta a un
árbol y el mosquetón se
y cruza con ella la persona m ás
fuerte, que lleva o tra con un
sujeta a la cuerda de segundad;
se suelta el mosquetón y se fija
m osquetón a tad o en el centro.
a la siguiente persona
L A C O R R IE N T E
___ E l resto
m ochilas a ! o tro
d e lg ru p o
U T IL IZ A R U N B A S T Ó N
Recorra el rio en diagonal, d e c a ra a la corriente, apoyando
La siguiente persona cruza
sujetándose a la cuerda
La últim a persona en
cru zar desata la cuerda
cada pie con paso firm e en el lecho y ayudándose con el bastón.
O
Los pies y el bastón constituyen sus tres puntos de contacto;
de segundad. Las mochilas
m antenga al menos dos de ellos en c o n ta c to con el lecho
se pueden a ta r al mosquetón
en su cuerpo y cruza el río
del río en tod o m om ento.
para cruzarlas a la o tra orilla
con ayuda de sus compañeros.
O
de seguridad del árbol, la enrolla
90 EN RUTA DESPLAZAMIENTOS
TREPAR Y ESCALAR
E S C A LA R S IN A Y U D A DE C U E R D A S se conoce co m o trepar.
Com o ocu rre con las té cn ica s con cuerdas, la idea consiste en m a n te n e r
¡C UIDA D O !
La escalada es una actividad peligrosa
tre s puntos de c o n ta c to con la ro ca en to d o m o m e n to (ya sean dos pies
y debe considerarse siempre como un
y una m ano o am bas m anos y un pie). Las piernas deben ser las que den
último recurso. Lo ideal seria planificar
la ruta con el mapa para encontrar
impulso, y los brazos se utilizan sobre to d o p a ra equilibrarse. Avance
con cuidado y asegúrese de m a n te n e r el e q u ilib rio en to d o m om ento.
una manera de rodear el obstáculo.
^ __________________________ /
TÉCNICAS BÁSICAS
P R E S A S DE M A N O S Y P IE S
Cuando planifique la r u ta elija bien las presas para las manos
y los pies. No intente extralim itarse y com pruebe la estabilidad
de cada presa antes de descargar en ella todo su peso.
Proceda siempre dentro de sus posibilidades. Es
im portante no correr riesgos, ya que resulta más seguro
descender y comenzar el ascenso de nuevo que exponerse
a una caída Planifique la ruta más fácil y segura.
TREPAR
Cuando se mueva sobre la ro c a tendrá que com binar diversas
técnicas para superar los diferentes obstáculos. Planifique los
movimientos siempre con varios pasos d e antelación y mantenga
tres puntos de contacto con la roca en todo inomento.
BORDES
S A L IE N T E S P A R A M A N O S
Si el punto de apoyo es pequero,
coloque el borde interior del
Encoja los dedos sobre la roca
pie en la presa para eliminar
la presión de la punta del pie.
B O L S IL L O S G R A N D E S
para un agarre seguro. Cuanto
m ás grande sea la presa, más
segura resultará.
AGARRES LATERALES
Coloque el pie en el bolsillo
Ayudan a m antener el equilibrio
y equilíbrese de manera que
o a tom ar impulso para superar
el obstáculo. A garre las rocas
los bracos y las piernas repartan
la tensión
con cuidado.
S A L IE N T E S
CERRO JO DE M A N O
Coloque toda la planta del
Introduzca la mano en la Qrieta.
coloque el pukjar bajo la palma,
pie en el saliente. Si sólo puede
colocar la p a rte anterior de la
planta, m antenga el talón bajo.
arquee la mano y encájela
sin apretar.
Tenga en cuenta
c ip n o d e la m ochila
cuando se m ueva
A ie g tire s e
v e m p re d e
p o d e r retroced er
u s e ve in c a p a i
de avanzar
TREPAR Y ESCALAR
MANTEL
ESCALAR CON EQUIPO
La técnica del m an tel se utiliza para subir repisas en la ro c a
Las ventajas de escalar con cuerdas son
Utilice el tobillo avanzado y después la rodilla para superar
m ás que considerables en lo que a seguridad
el obstáculo. Se tr a ta de una técnica físicam ente desafiante.
se refiere, aunque se necesitan muchas piezas
especializadas. A dem ás de cuerdas, cascos
y arneses, los escaladores tam bién utilizan
tornillos para sujetarse a la roca a m edida
que van cumpliendo etapas.
C O R D A D A DE D O S
Se tr a ta de una técnica
utilizada por escaladores que
van en parejas y cuyo fin es
*. ^
Ctifedo h «>
escalador gu,o
protegerse m utuam ente durante
el ascenso. El segundo de cordada
se sujeta a la roca y se mantiene
en una repisa adecuada m ientras
el escalador guía asciende.
Una vez en la cumbre, éste
se sujeta al terreno y actúa
como segundo de cordada.
Para subir por el interior d e grandes grietas en la ro c a
o «cliirneneas». utilice e sta té cn ic a Para ascender, suba
E l segundo de
cordada d é te oiis c n m r
a i escalador en todo
m o rth
la espalda y las manos, y después las piernas. Es fácil quedarse
atrapado en la p a rte superior; planifique prim ero la ru ta d e salida.
ESCALADA EN NIEVE
Los escaladores de nieve utilizan técnicas
similares a los d e roca, aunque se sirven
dnpiVesc
con las brasas
hdao arribu
de piolets y cram pones para ayudarse
durante el ascenso.
M O V IM IE N T O S
ASCENDENTES
También en el hielo
se recurre a la fuerza de
las piernas y los brazos
para escalar. Los crampones
y los piolets se utilizan
par.i crear presas
C H I M E N E A S D E O P O S IC IÓ N
en el hielo.
Si la chimenea es relativan>ente ancha, es posible que
tenga que cam biar la posición del cuerpo para subir el hueco.
Con una pierna y una m ano apoyados en cada pared.
Las piernas impulsan
e l cuerpo hacia arribo
C iare bien
tos trom pones
en el hielo
91
92 EN RUTA DESPLAZAMIENTOS
CASO REAL
SUPERVIVENCIA EXTREMA:
EN LAS MONTAÑAS
E Q U IP O U T IL
■ Radio bKlireccional
■ Transceptor y sensor d e avalanchas
STEVEN GREEN, UN EXPERTO MONTAÑERO DE 32 AÑOS de
■ Ropa impermeable
Dunibries (Escocia), pasó cuatro noches en una ladera
■ Capas de ropa de recambio
■ Pala plegable
remota después de sufrir una caída muy peligrosa.
■ Equipo de escalada (en caso necesario)
Con una mandíbula rota y una fractura craneal,
■ Bengalas
sobrevivió gracias a su buena preparación, a su
■ M apa, brújula. GPS
■ Lata y cuchillo de supervivencia
■ Teléfono móvil/satélite
■ Ponclio/vivac
rapidez de reacción y a la improvisación.
El jueves 7 de o c tu b re de 1 9 9 9 , S teveu s a lió solo p a ra h a c e r una
e xcu rsió n p o r las m o n ta ñ a s de W e s te r Ross, en el n o ro e s te de las
H ig h la n d s escocesas. Ib a bien e q u ipa d o : e n tre o tra s cosas, lle va b a
un te lé fo n o m ó vil, un vivac, pan de p ita y agua. A de m á s, había to m a d o la sabia p re c a u c ió n
(o eso creía él) de in fo rm a r a su n o via de la ru ta que pensaba hacer.
Después de c a m in a r d u ra n te to d o el día y de a c a m p a r
« RESBALÓ SO BRE
p o r la noche, se e n c o n tra b a d escendiendo la m o n ta ñ a
L A H IER BA H Ú M ED A
-e r a v ie rn e s - cuando, de re p e n te , re sb a ló so b re la hierba
Y SE C A Y Ó POR
húm eda y se cayó p o r una cascada p a ra a c a b a r en el lecho
del río, poco p ro fu n d o y rocoso. Sabía que no s o b re v iv iría
UNA C A S C A D A .»
m ucho tie m p o en el agu a fría , de m a n e ra que, a pesar
del inte n so d o lo r, se a rr a s tró h a sta la re la tiv a se g u rid a d de la o rilla , se m e tió en el saco p a ra
e n tra r en c a lo r y esperó. Se m a n tu v o g ra c ia s al p a n de p ita , que a b la n d ó con a g u a p o rq u e
no podía m a s tic a r. El te lé fo n o había q u e d a d o in s e rv ib le co m o consecuencia de la caída,
p o r lo que no podía lla m a r p a ra p e d ir ayuda. Su n o via d io la voz de a la rm a a l v e r que
no re g re sa b a en el tie m p o e stip u la d o , p e ro no había a n o ta d o la ru ta q u e pensaba h a ce r
y nadie sabía dónde se e n c o n tra b a S teven e xa c ta m e n te .
Pasó c u a tro días a la in te m p e rie , m ie n tra s v a rio s e q u ipo s de re s c a te locales y de las fuerzas
aéreas ra s tre a b a n las m on ta ñ a s. A m e d id a que pasaban los días, e m p e z a ro n a te m e rs e
lo peor, p e ro c u a n d o p o r fin lo lo c a liz a ro n el m a rte s p o r la m añana, después de e n c o n tra r
su vehículo y el m a p a de ru ta en su in te rio r, e s ta b a a n im a d o . En el h o s p ita l le d ia g n o s tic a ro n
fr a c tu ra craneal, una m a n d íb u la ro ta , la p é rd id a de v a rio s dientes, n u m e ro sos c o rte s
y m agullad u ra s, a sí co m o una lesión en una pierna..., p e ro e s ta b a vivo.
SUPERVIVENCIA EXTREMA: EN LA!
QUÉ HACER
¿ E S T Á E N P E L IC R O ?
Póngase a salvo de:
Si viaja en grupo, intente ayudar
♦
a quien esté en peligro.
NO
Sí
Los elem entos:
♦
ncuentre
o improvise un refugio.
Los anim ales: •■vite el enfrentamiento
ANALICE LA SITUACIÓ N
y aléjese del peligro
Véanse pógs. 2 3 4 -2 3 5
Las lesiones: estabilice el problema
y aplique las medidas oportunas
de primeros auxilios.
¿ALGUIEN SABE QUE VA A ESTAR
Si nadie sabe que falta o dónde
AUSENTE O DÓNDE SE ENCUENTRA?
se encuentra, tendrá que informar
Si se pierde, lo más probable es
que salga un equipo de rescate
a alguien de su difícil situación
S I
NO
con los medios de que disponga.
en su busca.
¿TIENE ALGÚN M EDIO
Se enfrenta a una situación de
Si tiene un teléfono móvil o por
PARA COMUNICARSE?
satélite, informe a alguien de su
supervivencia por tiempo indefinido
situación. Si ésta es lo bastante
{hasta que lo localicen o encuentre ayuda).
♦
n o
s í
♦
grave como para requerir un rescate
de emergencia y lleva un radiofaro
personal, debería tener en cuenta
Si no puede sobrevivir donde se
¿PUEDE SO BREVIVIR EN EL
encuentra y no hay razones físicas
LUCAR DONDE SE ENCUENTRA?*
esta opción.
para quedarse donde está, tendrá
Ocúpese de los principios básicos de
que desplazarse a un lugar que
♦
le ofrezca más posibilidades de
NO
Sí
+
supervivencia: protección, ubicación,
agua y comida.
supervivencia, rescate o ambos.
----------------------- \
Sí
(
T I MORA QUE
TRASLAD AR SE"
■ Mantenga toda la ropa seca y limpia.
________ J
"
I
D E B E R IA
Q UEDARSE"
L
J
Sí
■ Elija un lugar para el refugio que
■ Recoja agua para beber en los ríos
ofrezca protección contra los
donde el agua fluya rápido: fíltrela
elementos. No lo construya más
y desinféctela si dispone de los
grande de lo necesario.
medios necesarios.
■ Esté atento a las señales
NO
■ Llene bolsas de plástico o prendas
' ---------------------------------------------------- >
de ropa con Itojas secas
NO
y utilícelas como colchón
congelación e hipotermia
■ Descienda montañas sin tomar
■ P erm ita que las extremidades
o aimoltada para aislarse
■ Regule la vestimenta para
precauciones: bajar en zigzag
se enfríen demasiado, ya que
del suelo frío y/o húmedo
evitar la hipertermia cuando
resulta menos cansado.
son las partes del cuerpo más
■ Ponga en marcha todas
se desplace y la hipotermia
■ Se desplace a un ritmo
susceptibles a la congelación.
las ayudas de localización
cuando se detenga
demasiado rápido a una
■ Subestime los peligros del
y prepárese para utilizarías
de inmediato.
de lesiones por el frío, como
■ Utilice un bastón para
a ltitu d elevada escasea
monóxido de carbono en un
facilitar los movimientos
el oxígeno, una situación
refugio muy pequeño. No
■ Compruebe la calidad de
■ Improvise un refugio
que exige más incluso
deje velas, hornillos o fuegos
su fuente de agua.
cuando se quede en un lugar
de las personas que están
quemando du rante toda
■ Encienda una hoguera; si
■ Observe el tiempo y
en form a.
la noche.
viaja en grupo, hagan turnos
para mantenerla encendida
prepárese para cambiar los
planes al menor indicio:
los chinas de montaña
son muy imprevisibles
■ Improvise un refugio cuando
■ Sude demasiado, ya que
■ Se eche el aliento en las
la humedad lo enfriará.
manos para calentárselas:
■ Pase por alto las oportunidades
estará exhalando aire caliente
de recoger m adera seca
que tendrá que sustituir
y combustible.
con aire frío.
no se esté desplazando.
■ Analice continuamente
su situación y adapte
las soluciones a las
circunstancias
■ Esté alerta a las señales de rescate.
’ S i n o p u e d e s o b w n r e n e l lu g a r d o n d e se e n c iw n tra i p r r o ta m p o c o p u n te m o v e rs e p o rq u e
v h a h ech o d a ñ o o p o r c u a lq u ie r o tr o m o tiv a d e b e h a c e r to d a k> p c n ib lr p u ra a tr a e r a los
e q u ip o s d e re s c a te
* * S i su s itu a c ió n c a m b ia (p o r eietnpto, se « tr a s la d a - p a ra b u s c a r a y u d a y e n c u e n tra una
■u b ic a c ió n adecua d a p a ra q u e d a rs e y v¡tore**vnr). c o m u ite lo*, c u a d ro s d e - S i - y -N o »
93
94 EN RUTA DESPLAZAMIENTOS
VIAJAR POR LA NIEVE
/■------------------------------------------------------- V
¡CUIDADO!
Si camina sobre nieve profunda sin calzado
LA P R E P A R A C IÓ N ES E S E N C IA L p ara desplazarse sobre
terrenos helados. No sólo debe te n e r una buena fo rm a física,
sino que adem ás debe c o n ta r con el equipo adecuado y saber
cóm o utilizarlo. R esulta esencial lle va r calzado p ara la nieve
o esquíes, así com o ropa tra n sp ira b le y en capas para regular
adecuado, se hundirá, por lo que conviene
evitarlo a menos que resulte del todo necesario:
si se hunde en la nieve, acabará agotado y muy
mojado; s i además, hace fría se expondrá a
sufnr una hipotermia. El esfuerzo también puede
provocar sudoración y una peligrosa reducción
de la temperatura corporal cuando se detenga.
la te m p e ra tu ra corporal. Con las técnicas co rre c ta s podrá
desplazarse de m anera segura y d is fru ta r del entorno.
FORMAS DE DESPLAZARSE
N IE V E Y H IE L O
Saber cómo moverse en los diferentes tipos de
nieve y hielo es imprescindible para practicar
Cuando se desplace sobre nieve, su principal objetivo será llegar al destino
con la m ayor seguridad posible sin consumir demasiada energía y sin perder
excesivo calor corporal. Cualquier cosa puede ser de ayuda.
el excursionismo en terrenos helados.
R A Q U E T A S DE N IE V E Y E S Q U ÍE S
N IE V E P R O F U N D A
Las raquetas de nieve y los esquíes ofrecen un
■ Si va en grupo, caminen en fila y túrnense
m étodo eficaz de desplazarse sobre la nieve.
para ocupar el prim er puesto: es el más
agotador, ya que se va abriendo camino.
■ Evite las rocas: en prim avera absorben
Las gafas
de ventisca
pro te g e n los
ojos de los
destellos
Funcionan repartiendo el |>eso corporal
sobre una superficie más grande, lo que
el calor y la nieve que hay encima se torna
le perm itirá cam inar sobre la nieve
inestable.
y no hundirse en ella. E ntrará
en calor m uy pronto, así
S U P E R F IC IE C O N G E L A D A
que póngase o quítese
■ Utilice un bastón para com probar el estado
de la nieve antes de pisarla. Una capa de hielo
capas de ropa según
sus necesidades
por encima de nieve profunda puede soportar
su peso, pero avance con precaución
■ Avanzado el día puede ocurrir que se
encuentre con depresiones fundidas. Crúcelas
por los bordes para evitar hundirse en la nieve.
LADERAS
■ Pise con firm eza y sondee antes de ascender.
Lleve una m ochila p a ra
p o d e r disponer de los
dos bro/os
La capacidad de p iv o ta r de
los zapatos reduce
e l a rra s tre y m ejora k i
mamobrabtUdad
Lleve prendas
tra n s p ira b a s
fx rra e v ita r I
e l exteso de 1
sudoración ¡
Cuando descienda, podrá seguir una técnica
que consiste en esquiar sin esquíes.
■ Elija la ru ta en función de las condiciones:
Los pantalones
impermeables
y los potamos
m antienen krs
piernas secas
desplácese en línea rec ta si puede, o en zigzag
si el terreno es escarpado.
H IE L O
■ Avance siempre con mucho cuidado. Utilice
el bastón para com probar el estado del hielo,
Los roquetas
im piden que se
hunda en la nieve
sobre todo en ríos y lagos. Si viaja en grupo,
átense con cuerdas para mayor seguridad.
■ Lleve crampones para obtener un agarre
adicional. En las laderas m uy escarpadas,
utilice el piolet para crear peldaños.
■ Utilice el piolet para evitar las caídas: coloqúese
de cara a la ladera y clávelo en el hielo.
G L A C IA R E S
■ Nunca intente cruzar glaciares sin guia,
ya que exigen una técnica m uy concreta.
Los bostones de esquí
sirven p o ra com probar
el estado de la nieve
antes de pisoría
VIAJAR POR LA NIEVE
IM P R O V I S A R U N A S R A Q U E T A S D E N IE V E
Si no dispone d e unas raquetas de nieve (po r ejem plo, en una situación límite),
puede construir unas m uy sencillas para avanzar m ás fácilm ente sobre la nieve
O T R A S O P C IO N E S
N ecesitará un cuchillo d e supervivencia, unas ram as verdes y cuerd as La operación
Estos m étodos alternativos también
puede llevarle un buen rato, pero a la larga ahorrará tiem po y esfuerzo.
le perm itirán rep artir el peso de su cuerpo
sobre la nieve. Si no dispone de polainas,
átese unas bolsas de plástico alrededor de
los tobillos para m antener el pantalón seco.
CON R A M A S
Es un m étodo ideal para distancias cortas,
ya que permite salir de nieve profunda y llegar
a un camino. Consiste en atarse unas ramas a
Ate bienios extremos
O
P ie /a tran sversa l p o ra b p a rte
delantera de b p la n ta d el pte
C orte cinco ram as d e m adera verde. Deben ser del m ism o grosor que
su pulgar, m ás o menos, y de la m ism a longitud que la distancia entre
los pies y las axilas Prepare tres piezas m ás cortas para cruzarlas
los pies. Procure elegir un árbol con ramas
fuertes y densas (por ejemplo, el pino).
Alese b porte
Asegúrese de
p o d e r levantar
delantero de
la b o ta a
ligeramente
ru m a
e l totón con
cada poso
■ A te bien con cuerdas los extrem os d e las cinco ram as m ás largas.
■ Calcule dónde qu ed ará la p a rte delantera de la planta del pte y a te una ram a
transversal sobre las otras cinco. Asegúrese de que el pie quedará equilibrado
Hamo transversal
O
A te las cinco ram as en la p a rte posterior. Es im po rtante que queden
lo m ás seguras posible.
CON R A M A S JÓ VEN ES
■ Fije la segunda ram a transversal a unos 5 cm de la primera.
N ecesitará ram as flexibles. Doble un poco
■ A te la tercera ram a transversal en el punto donde irá el talón.
■ R epita los pasos 1 y 2 para cre a r una segunda raqueta antes de pasar al paso 3.
la ram a más larga en form a de lágrima
y ate los dos extremos. Si calienta
las ram as sobre una hoguera,
le resultará más fácil doblarlas.
Añada ramas
transversales
y leña o cuerdas
para crear
totea
O
Coloque los pies sobre las raquetas asegurándose de que la p a rte delantera
de la planta queda en la ran»a transversal delantera y el talón en la trasera
■ Á tese la bota a la raq ueta utilizando cuerdas o cualquier o tro tipo de atadura
de que disponga. Cerciórese d e que el talón quede libre para poder pivotarto.
Repita el proceso con el otro pie.
Las mmas
transversales
refuerzan
la raqueta
95
96 EN RUTA DESPLAZAMIENTOS
CONSTRUCCIÓN DE UN TRINEO
H E R R A M IE N TA S Y M A T E R IA L E S
Si se encuentra en una situación límite y tiene que transportar
■ Sierra de supervivencia
un equipo pesado sobre la nieve, un trineo sencillo le ayudará
• Cuchillo
a realizar la operación con mayor eficacia. También puede construir
■ Cuerda
uno para transportar a una persona herida o a un niño. El trineo
■ Raina bifurcada (para la base del trineo)
que construya puede ser del tamaño que desee, siempre que siga
■ Dos ramas (como refuerzo)
Palos (a modo de piezas transversales)
unos principios básicos.
O
Con una sierra corta o una navaja,
corte una ram a bifurcada para
form ar la base del trineo.
■ A te los dos extrem os a la base con una
cuerda A sí se crea tensión y se fuerza
Ate el
refuer/o
a ta ra n ta
principal
a las ram as a curvarse y a a ctu ar a modo
de patines.
Ate la cuerda o la
rama principoI con
un nudo corredt/o
(véase pág 142)
O
A te ta cuenta at extremo de tn
bifurcación con un colé de
auardtamarino
póa. ¡45)
A te una ram a adicional a uno de los
patines para crear una pieza de refuerzo.
■ Repita en el otro lado.
■ Las piezas de refuerzo evitan que las cuerdas
toquen el suelo (si lo hacen, se desintegrarán
a los pocos segundos de em prender la m archa).
¿os piern, de refuerzo
oftadidós sirven de apoyo
para lo plataform a de
transporte
F U E R ZA A N IM A L
V IA J A R C O N P E R R O S
Los huskies son ideales para tran sp ortar personas y equipos
Aunque los huskies son fáciles de cuidar
en terrenos con nieve. Gracias a su gruesa capa d e pelo soportan
tem peraturas m uy bajas, y sus fuertes patas les perm iten
moverse con rapidez sobre la nieve. Trabajan bien
en equipo y pueden arrastrar cargas pesadas
de m anera fácil y eficaz.
Asegúrese de que
el trinco a t ó bien
equilibrado y no
Ate toen el equipo/e
o la estructura
y de tratar, no debe em prender una expedición
con perros si no le acompaña un experto
o si antes no se ha form ado bien como guia.
Lo mismo ocurre con todas las expediciones
en terreno nevado.
VIAJAR POR LA NIEVE
Su/ete el trineo
FUERZA H U M A N A
Tirar del equipo m ediante un trineo de carg a es
un m étodo m uy eficaz para m overse sobre la nieve.
¡CUIDADO!
o su cuerpo
m ediante
un arnés
Tenga cuidado cuando baje pendientes
ya que el trateo puede tomar velocidad
Estos trineos son de plástico ligero y de diferentes
y resultará difícil de controlar si nadie
tamaAos.
actúa de freno.
V I A J A R C O N U N T R IN E O D E C A R G A
Aunque los trineos de carga constituyen el m étodo m ás eficaz para
tran sp ortar carqas pesadas sobre nieve aprovechando la fuerza
humana, la ta re a puede resultar com plicada (sobre todo en nieve
blanda). Lleve ropa transpirable para evacuar el exceso de calor
y estudie cómo soltar rápidam ente el arnés en caso de emergencia.
Si viaja en grupo, una persona puede colocarse en la parte
trasera del trineo con un arnés para liacer de freno
cuando suban una pendiente.
A te bren e t I
eyiupaje
W A te h ie n d o » ! p a r o
a! trineo
que soporte
e l esfuerzo
O
Prepare un asa |>ara el trineo con una ram a pequeña.
Debe ser lo m ás lisa posible para facilitar la tarea
y átelas
de tira r del trineo.
■ Puede utilizar todas las ram as que encuentre.
■ Sujete el asa a la p a rte delantera del trineo con una cuerda larga.
pero con tres o cuatro debería ser suficiente.
■ Esas piezas transversales tam b ién form arán
la plataform a principal de transporte d d trinco.
FUERZA M O TO RA
A ta r o los perros
/untos contribuye
Las motos de
a que m aneen
a! unisono
y rápidas, y suiionen toda una 2
i-evolución en el cam po de tos f
Losorneses
fa c ilitó n que
lo s perros
tire n del trineo
cóm odam ente
desplazam ientos sobre nieve.
Son más fáciles de m anejar que
los huskies y pueden alcanzar
velocidades relativam ente altas.
No obstante y aunque permiten
A N T E S D E S A L IR
cubrir grandes distancias en
Antes de emprender un viaje con una moto de nieve, sea cual
sea la distancia, es imprescindible revisar el vehículo y asegurarse
poco tiem po, si algo sale mal.
será difícil conseguir ayuda.
P or tanto, lleve siempre
un equipo de supervivencia.
de contar con suficiente combustible. Planifique liten la ruta y
comuníguesela a alguna persona para que pueda dar la voz de
alarma si no llega a su destino en la fecha prevista. Abrigúese,
utilice gafas de ventisca y conduzca con precaución.
97
98 EN RUTA DESPLAZAMIENTOS
UTILIZAR ANIMALES DE CARGA
LOS A N IM A L E S DE C A R G A PUEDEN T R A N S P O R T A R
m ucho peso en te rre n o s escarpados y son capaces de c u b rir
CONSEJOS PARA PREPARAR LA CARCA
■ Infórmese de la capacidad del animal y
grandes distancias en zonas donde los vehículos pueden
del peso que puede llevar durante la distancia
te n e r d ificultades. Cuando se haya o rganizado y sepa
que pretende recorrer.
cuidar a los animales, este m odo de v ia ja r puede re s u lta r
m uy sa tisfa cto rio .
■ Antes de cargar al animal, prepárelo bien
y compruebe si tiene heridas o garrapatas.
■ Coloque los objetos más pesados en el fondo
de las alforjas y los más ligeros encima.
CARGAR AL ANIMAL
Colóquese en un terreno llano y asegúrese de que las cuatro patas del animal
descansan firmes sobre el suelo. Antes de colocar las alforjas, levántelas
para comprobar que estén equilibradas. Redistribuya el equipaje si no
pesan más o menos lo mismo. Es posible que tenga que m aniatar al
animal o vendarle los ojos para que esté quieto mientras lo carga
Coloque uno
m o n ta sobre el
tom o d e l a nim a l
La cabezada
le p e rm itirá
c o n tro la r
a l a n im a l
C U ID A D O S
Recuerde llevar com ida, agua y todo cuanto necesite el a n im a l
además de su propio equipo. Su bienestar es prim ordial, asi
que trá te lo bien.
Coloque tos objetos
más ligeros. y lo que
necesite tener
o mono, en to
p o rte superior
m ás tra n q u ilo
m ientras lo c a rg a
U le venda b s oíos
Asegúrese de fijar
Acolche los objetos punzantes
pue vayan en los alforjas pa ra
que e l a nim a l no se hag a daáo
objetos pesados
ene! fondo
RECUAS
Las cuerdas tienen
Unir a los animales con cuerdas es una práctica
habitual cuando se viaja con varios ejem plares
Cuando los ate. asegúrese de que las cuerdas
sean lo bastante largas com o para que los
animales puedan cam inar cómodamente, pero
suficientemente cortas para evitar tropiezos.
LAS PERSONAS
Nombre a un guía que encabece el grupo
y controle el rumbo. El grupo tendrá que ser
de varias personas para controlar y cuidar
a los animales.
El guia encabeza
que ser b bastante
largas como para
Distribuya tos
corúas de forma
U T I L I Z A R A N IM A L E S D E C A R G A
R E C U R R IR A A N I M A L E S DE C A R G A
EN U N A S IT U A C IÓ N L Í M I T E
¡CUIDADO!
En una situación límite, las prioridades cam bian
No intente viajar con animales de carga sm
de form a considerable cuando se utilizan
la ayuda de un experto o sin una formación
animales de carga. Descargue las alforjas
previa adecuada, ya que requieren muchos
y retire los objetos pesados que no sean
cuidados y una organización diaria meticulosa.
imprescindibles para la supervivencia. Si es
necesario, puede subir a lomos del anim al y
Intente Que e l lesionado vaya
b más cómodo posible
cabalgar hasta un lugar seguro. En el peor
de los casos, el anim al le serviría de alim ento
T R A N S P O R T A R A P E R S O N A S H E R ID A S
Si un m iem bro de su grupo se hace daño,
improvisen una cam illa (réo/ise págs. 2 7 8 -2
y utilicen al animal para poner a salvo al herido.
A N IM A L E S P A R A R EC U A S
La disponibilidad de anim ales d e carg a depende de la región en la que viaje. En cualquier c as a
la elección del anim al debe te n e r en cuenta la carga que deberá llevar, la distancia y el terreno.
Recuerde que la capacidad de carga varia en función de la edad y el tam año
A N IM A L
ZONA
CEOGRÁFICA
CARGA M E D IA
Cábdflo
Universal
VEN TAJAS
INCONVENIENTES
■ 80-100 kg
■ Fácil de adiestrar, buen temperamento
■ Necesita cuidados específicos
■ 20%deipeso
■ Fuerte
corporal
■ Tolera el calor
■ Apto para terrenos escarpados
Mulo
Enrasa.
■ 55-80 kg
América
- 2 0 % del peso
corporal
Husky
Artico
■ 40kg
■ 7 perros pueden
tirar de 270 kg
■ Si hay una yegua cerca, no se separará de ella
(lité para que no se detenga y para lograr que
permanezca en el campamento por la noche)
(acicalado)
■ Puede huir dd camoaiwnto
si no se ata bien
■ Los mulos jóvenes se asustan
con facilidad por lo que resufta
esencial entrenarlos bien
■ Muy resistente, apto para terrenos escarpados
■ Terco
■ Resistente, capaz de desplazarse
■ Necesita abundante carne
fresca (hay que transportarla)
con nieve y frió
■ Rápido
■ Propenso a pelearse con
t e compañeros
Camello
Asia (centro).
Norte de África,
Australia
■ 90-140 kg
■ Versátil en lo que a terrenos se refiere
■ Terco y á\¡ci de controlar
■ 30% del peso
■ Puede beber hasta una cuarta parte de
■ Vdento. puede escupí y morder
corporal
su peso corporal y después pasar sm agua
durante vanos días
Llama
Andes
■ 35-55 kg
■ Mínimo impacto ambiental
■ 25-30% del peso
■ Se desenvuelve en altitudes elevadas
corporal
o en terrenos difíciles y escarpados
■ Pone nerviosos a tos caballos
y a los mulos
■ Difícil de controlar si no se
ha domesticado bien
Elefante
Sur de Asm
Indio)
■ 750-1.250 kg
■ Capaz de transportar cargas muy pesadas
■ Lento
■ 25% del peso
■ Apto para terrenos escarpados
■ Necesita yan cantidad de ccmda y agua
corporal
■ Se necesita mucho tiempo
para entrenarlo
8uey
Eurasia,
■ 135-250 kg
■ Trabajador mcansable
■ Lento
América
■ 30% del peso
■ Muy fuerte
■ Terco
corporal
■ De paso firme, apto para terrenos escarpados
99
100
EN RUTA _ DESPLAZAMIENTOS
EN 4 x 4
U N V E H Í C U L O C O N T R A C C I Ó N A L A S C U A T R O R U E D A S (4 x 4 )
es capaz de c u b rir grandes d ista n cias de te rre n o inaccesible p a ra uno
con tracción a dos ruedas. Con un co n d u cto r experim entado, la mayoría
LISTA DE CONTROL DE LA EXPEDICIÓN
■ Consulte el mapa e informe a vanas
personas de su ruta y del tiempo estimado
que tardará en hacerla.
de los 4 x 4 pueden a tra ve sa r zonas de lodo, agua, nieve, hielo y arena.
■ Asegúrese de que el vehículo está
preparado para el viaje y lleva recambios.
■ Revise las bandas de rodamiento de los
ELEGIR EL VEHÍCULO
Una de las cosas que hay que tener en cuenta es para qué lo utilizará.
Los vehículos grandes tienen más espacio interior, pero puede ser difícil
neumáticos, las tuercas, las luces y la dirección.
■ Lleve agua, ruedas y combustible de
repuesto, y un equipo de supervivencia,
placas para arena, una bomba de alto
manejarlos en terrenos muy escarpados. Los vehículos muy potentes
rendimiento para neumáticos cable para
atraviesan casi cualquier tip o de terreno, fiero gastan mucho combustible
el cabrestante y un kit de pnmeros auxilios
y, por tanto, podrían no ser una opción viable para las expediciones largas.
U tilice un meconismo
de cabrestante si e l vehículo
se queda atascado
La c a rg a debe estar
d is trib u id a de m anera
u nifo rm e e n bien atado
Se recom iendo llevar
un porlaequipa/es con
protecciones laterales
Lleve siem pre una
rueda de repuesto
Un eje orto garant/sa
una buena a ltu ra
con respecto a l suelo
TÉCNICAS GENERALES DE CONDUCCIÓN
Los vehículos 4 x 4 permiten pasar manualmente de la tracción a las dos
¡C UIDA D O !
No presione el volante con los pulgares cuando
ruedas, para conducir por carretera, a las cuatro ruedas, para las condiciones
conduzca en terreno escarpado: podría dar
de baja tracción (por ejemplo, en terrenos blandos). La diferencia radica
una gran sacudida y rompérselos
en el número de ruedas impulsadas por el m otor en uno u otro caso.
E L E G IR U N A R U T A
C O N D U C IR EN E Q U IP O
Cuando no esté d d todo seguro de las condiciones del terreno en el que está a punto
Conducir en terreno escarpado es una actividad
de entrar, bájese del vehículo e inspeccione la zona a pie. Si es necesario, m arque
agotadora ta n to para la m ente com o para
la ruta recorrida y siga las m arcas con el vehículo Pregúntese si realm ente necesita
d cuerpo. Realice pausas frecuentes y tóm ense
ir por ahí y. en caso afirm ativo, qué ru ta es la m ejor para no quedarse atrapado.
para conducir si viaja en com pañía. En el vehículo
Si se queda estancado, ¿qué opciones tiene de salir?
deberían viajar en todo m o m en to al menos
dos personas:
C U Á N D O O P TA R POR UN 4 x 4
Este tipo de vehículos consume mucho com bustible y no conviene para carreteras
duras debido al riesgo de d añar los neum áticos y los engranajes. Elija siempre
la opción d d 4 x 4 para los terrenos difíciles, donde le perm itirá viajar en una
marcha m uy c o rta y le ofrecerá una tracción m uy superior. A ntes de em pezar
a atravesar una zona difícil, detenga el vehículo y active la tracción.
■ Un conductor, que se responsabiliza
de hacer funcionar d vehículo.
■ Un observador, que se ocupa de la navegación
y ayuda al conductor a d e g ir una buena r u t a
Su función incluye salir del vdiícu lo y guiar
al conductor en una zona especialm ente difícil.
EN 4 x 4
CONDUCIR EN TERRENO DIFÍCIL
Un vehículo 4 x 4 se desenvuelve bien en terrenos difíciles porque
el m o to r impulsa las cua tro ruedas en todo m om ento (en general, los
m otores de gasolina son más potentes, pero los de diésel duran más
y funcionan m ejor en velocidades bajas). Con unas cuantas técnicas
sencillas com probará que puede conducir en terrenos que, de o tro modo,
le resultarían inaccesibles. Recuerde siempre que el principio que rige
el 4 x 4 consiste en reducir las probabilidades de quedarse atascado,
no en p e rm itirle ir más allá hasta quedarse atascado.
C O N D U C IR S O B R E A R E N A
P IS T A S C O N B A R R O
En arenas blandas, los neumáticos tienden a mover la arena desde la
Conducir sobre barro requiere concentración y hay que adaptarse
parte delantera hasta la pa rte trasera de la rueda. Si el movimiento
a las condiciones del terreno. En superficies con barro profundo,
se detiene, la rueda puede hundirse. Para evitarlo, conduzca
utilice neumáticos anchos o reduzca su presión. Sin embargo, si debajo
de lado a lado para que los neum áticos salgan de los surcos
del barro hay una superficie dura, esa solución em peorará las cosas.
Conducir por fuera de las rodadas existentes m ejorará la tracción.
que van creando y evite los cam bios bruscos de velocidad.
C O N D U C IR S O B R E N I E V E Y H IE L O
C R U ZA R CURSOS DE AGUA
La nieve y el hielo requieren unos m étodos de conducción muy
Com pruebe la ru ta a pie antes de pasar con el vehículo. Si el agua
delicados. Pise el acelerador y los frenos de m anera gradual
parece muy profunda o la corriente muy fuerte, no intente cruzar.
para e vita r que patinen las ruedas, utilice m archas cortas
y no cam bie de m archa sin necesidad. Las cadenas increm entan
Es im p o rta n te m antener la velocidad correcta; si va demasiado
rápido, salpicará agua por todas partes; si va demasiado lento,
la tracción; debe aprender a ponerlas antes de que las necesite.
podría inundar el m otor
101
102
EN RUTA _ DESPLAZAMIENTOS
RECUPERAR EL CONTROL EN TERRENO BLANDO
Si utiliza las técnicas correctas, aumentarán de form a considerable las probabilidades
de atravesar terrenos blandos con éxito, pero es im portante saber qué hacer si se queda
atascado. Lo ideal sería no emprender nunca una travesía con menos de dos vehículos,
ya que el segundo puede servir para sacar al o tro de algún obstáculo en caso de avería
o para ir a buscar ayuda.
r
EQUIPO
■ Cabrestante
■ Cable o cuerda de remolque
■ Rueda de recambio (inflada)
■ Pala y sierra
■ Saco de dormir o manta
■ Ramas o varas
T É C N IC A S B Á S IC A S DE R E C U P E R A C IÓ N
■ Placas o esteras para arena
Cuando uno se queda atascado, resulta tentador seguir intentando sacar el vehículo.
Sm embargo, rem over el suelo sólido que quede (y hundirse en roderas cada
vez más profundas) sólo dificultará las cosas. Deténgase, valore las opciones
(volver a trá s o empujar, cavar, utilizar ram as o un cabrestante) y decida
Em puje con to d o i
tranquilamente cuál es la mejor. No se deje llevar por las prisas; un plan
mal planteado puede provocarle más problemas de los que ya tiene.
RECULAR O E M P U JA R
Si no puedo sacar el vehículo utilizando la tracción
a las cuatro ruedas, pruebe a altern ar entre
recular y avanzar con la prim era.
■ Si no surte efecto, pida a los pasajeros que
se bajen del vehículo.
• Si la situación empeora, deténgase y piense
en otra solución
CAVAR
Cave p o r
M o n t e de
cada rueda
Si recular y em pujar no funciona, el siguiente paso
consiste en cavar delante de Lis ruedas intentando
form ar una ladera para salir.
■ Retire la arena situada delante de cada rueda de
m anera que quede una ladera indinada hacia arriba.
■ Suba las laderas muy poco a poco. No acelere
el m otor, ya que podría provocar que las ruedas
giren y pierdan agarre.
U T IL IZ A R R A M A S
Si el vehículo sigue sin moverse, coloque
ramas, placas de m adera o para arena,
mantas o cualquier cosa que perm ita
aumentar la tracción delante de las ruedas.
La idea es que los neumáticos tengan algo
donde agarrarse, lo que debería perm itirle
mover el vehículo con rapidez.
■ Sin acelerar demasiado el motor, acerque
el vehículo a las ram as o al m aterial elegido.
■ Mantenga una velocidad baja y uniforme
hasta colocarse en terreno más firm e
■ Cuando salga, no se marche sin recoger
el equipo y retire los posibles obstáculos
de la pista.
Coloque ra m a i
delante de tos ruedos
103
EN 4 x 4
U S O DE U N C A B R E S T A N T E
&
Si ninguna de las técnicas básicas d a resultado, habrá llegado el momento de considerar
¡C UIDA D O !
la posibilidad de utilizar un cabrestante. Utilice un cable sujeto a un cabrestante
Cuando intente sacar un vehículo con cabrestante,
eléctrico para sacar el vehículo del bache m ediante un punto de anclaje resistente.
no se quede en la zona de alcance del cable por
Puede sujetar el cabrestante a otro vclWcuk) si viaja en un convoy, aunque entonces
si se rompe durante la operación: un cable roto
corre el riesgo de que los dos se queden atascados. Cuando emplee el cabrestante,
tóm ese su tiem po para valorar las posibilidades; un punto de anclaje natural ofrece
puede cortar un árbol (o una persona) en dos.
Reduzca el posible latigazo con una manta.
el m étodo m ás sencillo y debería ser su prim era opción.
P U N T O S DE A N C L A J E N A T U R A L E S
Árboles, rocas o raíces pueden utilizarse como puntos de anclaje. Cuando
recurra a un árbol, coloque siempre el cable cerca del suelo y utilice un cinturón
de am arre siem pre que sea posible para evitar daños en el árbol. Si cree
E M E R G E N C IA S
que no va a proporcionar el apoyo adecuado, á telo a los árboles contiguos.
Saber qué hacer en caso de emergencia le
Si va a em plear rocas, asegúrese de que sean lo bastante grandes
ayudará a mantener la calma si ocurre lo peor.
y que estén bien asentadas en el suelo.
D ER R A PES FRO NTALES
Coloque una m a n ta sobre
W cable p a ra re d u c ir el
fatigoso en caso de que
e l cable se ro m p o
El térm ino derrape abarca cualquier tipo de
patinazo en el que las ruedas pierden agarre
En uno frontal (o giro de baja revolución).
las ruedas delanteras no giran y el vehículo
U tilice un
tron co o
uno p ie d ra
p a ra fo rm a r
continúa hacia delante.
.u n ángulo
■ Gire en la dirección del derrape, pero con
cuidado. Si se encuentra sobre una superficie
helada y patina en línea recta, pise el embrague
o ponga punto muerto.
■ Cuando haya recuperado el control, corrija
la dirección y continúe conduciendo. Consulte
en el manual del vehículo si dispone de frenos
PUNTO S DE A N C LA JE EN TE R R A D O S
antibloqueo
A nte la ausencia de puntos de anclaje naturales, puede im provisar uno enterrando
objetos como troncos o una rueda de recam bio Cave un hoyo de al menos 1 m
de profundidad; sujete el cable del cabrestante al anclaje improvisado y entierre
el anclaje en el hoyo, rellene el hueco con tie rra para m ayor seguridad. Si utiliza
una rueda, recurra a la palanca para desm ontar neumáticos colocada detrás
de la rueda de recam bio como punto de sujeción para el cable.
Rellene e l boyo con
b e rra p a ro oum e n to r la
seguridad d e l anclaje
Cave un hoya
o aproveche un
hueco n a tu ra l
(no gastará
ta n to energía)
DERR A PES TR A SERO S
En un derrape trasero, las ruedas postenores
pierden el control y el vehículo gira más
de lo norm al (incluso puede dar vueltas).
■ Gire en la dirección del derrape, pero oriente
el vehículo hacia el sentido en el que desea
continuar la marcha.
■ Una vez en la dirección correcta, coloque
el volante en el centro y siga girando
hasta recuperar el control del todo.
FA LL O D E LO S FR E N O S
Antes de em prender un viaje es imprescindible
revisar si el vehículo pierde liquido de frenos.
Si es así. no salga. Si los frenos fallan en plena
travesía, haga lo siguiente:
C AB R E S TA N TE S U JETO A U N A ESTACA
Unas estacas largas clavadas en el suelo tam bién proporcionan un punto de anclaje
improvisado. N ecesitará una estaca principal larga y resistente (a la que sujetará
el cable) y unas cuantas de refuerzo atadas juntas. Clávelas en el suelo un poco
inclinadas. Tenga cuidado de no situarse cerca de ellas durante la operación
■ Sin apagar el motor, cambie de marcha para reducir
la velocidad al tiem po que mantiene el control.
■ Cuando el vehículo alcance una velocidad
inferior a 4 0 km /h. accione el freno de mano
sin dejar de sujetar con firm eza el volante.
con el vehículo, ya que alguna podría soltarse.
FALLO DEL A C E LE R A D O R
Si el acelerador se bloquea y el m otor no pierde
potencia, puede desacelerar poniendo el punto
m uerto y frenando.
■ Sí resulta seguro, apague el motor, pero
entonces perderá funciones como la dirección
asistida y las luces.
■ Conduzca con precaución hasta detenerse. Si es
posible, evite el uso def freno de mano, ya que podría
provocar un derrape
104 EN RUTA DESPLAZAMIENTOS
KAYAKS Y CANOAS
Los rem os de doble
p a lo increm entan
la velocidad
V IA J A R EN UN K A Y A K O U N A C A N O A es un buen m o d o de s o rte a r
E l tim ón
fa c ilita el
los cursos fluviales y las aguas ab ie rta s . Con el e quipo p e rfe c ta m e n te
guardado en la em barcación, las expediciones pueden a b a rc a r
desde excursiones de un día h a sta tra y e c to s de varios meses.
E l chaleco
salvavidas
p e rm ite flo ta r
EN KAYAK
Los kayaks ofrecen un medio de transporte acuático muy eficaz,
sobre todo en m ar abierto, ríos y lagos. Su forma estrecha
y estructura ligera hacen que sean fáciles de maniobrar.
La esc
V O L C A R EN U N K A Y A K
caatpa
Volcar es una parte casi inevitable de la navegación en kayak en
aguas bravas. La «salida m ojada» (salirse del kayak del todo, pero
sin dejar de estar unido a él) es en ocasiones la única opción,
Lo cubierta
pero siempre que sea posible, opte por un rescate esquimal.
cstonca ti
espacio pe,
rs J L
R E S C A T E E S Q U IM A L
amUa le perm ite
a rro s tra r e l kayak
sin problem as
Si domina esta técnica, no se m ojará las piernas y podrá
volver a subir al kayak. Con la práctica se convertirá
en un movimiento más.
d e ttim a n
■ Lleve siempre un chaleco
salvavidas. Puede llevar
botellas de agua vacías
en los bolsillos para que le
sirvan de flotador provisional
en caso de emergencia.
O
Desde la posición
volcada, doble el cuerpo
O
Con la cabeza cerca
de la superficie,
©
Continúe con el
■ En una situación límite,
m ovim iento de
nunca deje el kayak o la canoa
hacia un lado del kayak.
separe rápidam ente el cuerpo
cadera hasta que el kayak
■ Agarre el remo y saque
y el rem o del kayak.
se enderece
los brazos del agua;
■ A l mismo tiempo,
■ Estire la espalda
a continuación, apóyelos
impúlsese con la cadera
para volver a sentarse
para com enzar a girar
correctam ente y siga
el kayak.
remando.
sobre el kayak,
hasta que su vida corra peligro:
un kayak es muy visible, sobre
todo desde el aire, por lo que
resulta muclw más probable
que los equipos de rescate
y
vean antes.
T É C N IC A S B Á S IC A S
A™QUE
PALADA
G O LPE
T R A N S IC IÓ N
DE R E M O
Introduzca la pala en
el agua con firm eza
Gire el torso y la
pala con la finalidad
Deslice con firm eza
M ientras la pala sale
del agua, repita el
Los remos de kayak tienen
de m anera que entre
de prepararse para
dos |>alas que se hunden
cerca de los pies.
el golpe propulsor.
para propulsar
la embarcación.
alternativam ente en el agua
e impulsan la embarcación
hacia delante. Para girar
reme por el lado opuesto a
la dirección que quiere tom ar.
Algunos kayaks cuentan con im
timón accionado con pedales.
La p a la entra
en e l agu a cerca
de los pies
La fuerzo
procede
d el torso
la pala en el agua
M antenga
relajado d
siguiente b ra /o
ataque con el o tro lado
y continúe remando.
;£■
KAYAKS Y CANOAS
EN CANOA
105
---------------------------- \
A te bien e l eqw po
EN PAREJA
Las canoas, al igual c|i»e los
En una canoa tándem, una persona debe sentarse
kayaks. pueden transportar
delante y la otra detrás. Cada una rema por un
una o dos personas con
lado (conviene cambur con frecuencia para evitar
su equipo y se impulsan
la fatiga y la tensión muscular). La persona sentada
con el cuerpo mientras
detrás suele ser la que controla la dirección.
está sentado. En general,
a l u t iliz a r o l n x n n a m n rin
tim ó n
son más anchas que los
kayaks y tienen la cubierta
abierta. Los remos, además,
tienen una sola pala.
a
V O L C A R EN U N A C A N O A
D<xlo que las canoas son a le r t a s y se llenan de agua con facilidad si se
vuelcan, el m ayor reto consiste en achicar ese agua una ve? recuperada
la posición. S» viaja solo, lleve siempre una bomba .x lricadora o diríjase a
aguas menos profundas para poder inclinar la embarcación y sac a r el agifái
RESCATE C A N O A SOBRE C AN O A
Si viaja junto a o tra canoa y están lejos de aguas poco profundas, la mejor opción
T É C N IC A S B Á S IC A S
es el rescate canoa sobre canoa. La embarcación volcada se coloca boca abajo
DE R E M O
sobre la canoa de rescate para vaciarla de agua, las personas que van en la canoa
de rescate colocan la canoa volcada de nuevo en posición y la dejan en el agua.
Cuando viaje solo en canoa, reme a un lado
y a o tro para avanzar en línea recta; si la canoa
empieza a perder el rumbo, cambie de lado.
ATAQ UE
Una persono
La conoa se
coloca boca
sujeta lo conoa
de rescate
abato p a ra
r e tira r el agua
Siéntese en el centro de la canoa y asegúrese
de que quede equilibrada. Inclínese hacia
adelante y empuje el agua con el remo.
El remo entra en
el agua (unto a la
p a rte delantera
de la canoa
G O LPE DE E N T R A D A
Una persono en el
empu¡a la canoa volcada
para colocarla sobre la
em barcación de rescate
Guíe el remo de m anera rápida y firme
en el agua para que adopte una posición
vertical.
M uévalos
ta ra s c a n
fuetea
C O N S E J O S P A R A V I A J A R EN K A Y A K Y EN C A N O A
■ Estudie bien la ru ta y las condiciones climatológicas.
G O L P E D E S A L ID A
■ No cargue en exceso la embarcación y asegúrese de que esté bien equilibrada.
■ Lleve una bom ba de gran capacidad para poder achicar el agua si viaja solo.
Empuje el remo hacia a trá s dentro
del agua para impulsar la embarcación
■ Si el kayak no lleva m am paros estancos, utilice bolsas de aire para refo rzar la
hacia delante.
flotabilidad y reducir la cantidad d e agua que podría e n tra r en un com partim ento.
E l remo genero
impulso hocia
delante
■ Utilice bolsas secas im permeables para m antener el equipo seco.
■ Sujete a la canoa los objetos de valor o llévelos usted mismo. Si no flotan,
acompáñelos de un flo tad or para que no se hundan si se caen al agua
■ Lleve m ate ria l im perm eable y gom a elástica para reparar los golpes.
G O L P E R E P E T ID O
Saque el remo del agua, hacia la parte
■ Nunca entre en una cueva solo ni sin protección en la cabeza.
trasera de la canoa, y vuelva a la posición
■ Póngale una correa al rem o y á telo a la embarcación. Si tiene que llevar a cabo
de p artida para repetir el golpe.
un rescate, podrá lanzarlo al agua y tener las dos manos libres.
■ El chicle va m uy bien para una reparación de emergencia d e pequeños agujeros
en la embarcación, igual que la cinta aislante negra y la de fontanería.
E l remo sale del
agua por detrás
106 EN RUTA _ DES PLAZAMIENTOS
CONSTRUIR UNA BALSA
a
SI SE AVENTURA EN un p a ra je salvaje, co n vie ne que sepa
¡C UIDA D O !
im p ro v is a r algún tip o de ayuda a la flo ta c ió n . Puede darse la
Aparte de la balsa de madera (inferior),
la mayoría de las balsas improvisadas
situación de que e n tre uste d y el e quipo de re sca te se in te rp o n g a
un gran obstáculo de agua, o que se e n cu e n tre en una zona de
vegetación densa que d ific u lta el avance p o r tie rra , p ero en la que
navegar un río sea fácil. En una situ a ció n lím ite es poco probable
que disponga de un chaleco salvavidas, así que evalúe los riesgos.
flotarán semisumergidas; por tanto, tendrá
que desplazarse sentado o de rodillas
rodeado de agua, lo que podría provocarle
una hipoterma; en caso necesaria construya
una plataforma elevada adicional.
V_______________ /
CONSTRUCCION DE UNA BALSA DE MADERA
H ERR A M IEN TA S Y M A T E R IA L E S
■ Cuchillo o sienra pequeña
Si dispone de un poncho o una loria, podrá construir una balsa de madera.
L a d e e s te e je m p lo e s p a r a u n a s ola p e rs o n a , p e ro , si la c o n s tr u y e c o r r e c ta m e n te ,
■ Poncho, lona
■ Ramas largas, maleza y paja
■ Cuerdas
s e m a n te n d r á sec a . Y llá g a lo lo m á s c e r c a q u e p u e d a d e l a g u a p a r a n o te n e r
q u e t r a n s p o r t a r la d e m a s ia d o lejos.
Aprieto bien
Morque con estocas
O
el material pora
reforzar el cuerpo
de la balsa
Construya la balsa cerca de un
lugar de donde se pueda botar.
■ Coloque el poncho en el suelo
para determ inar el tam año
de la balsa Asegúrese de
que hay suficiente m aterial
para poder construir los lados.
O
Clave unas estacas hasta crear
una form a ovalada con el tam año
de la balsa
■ Intercale maleza y paja apretadas
entre las estacas con el fin d e form ar
los lados de la balsa Cuanto más
presionada esté, m ás resistente
Intercale krs romas
hasta crear una
plataforma donde
sentorse
será el cuerpo de la balsa y m ejor
flotará. La altura de las ram as tam bién
determ inará la altura de la balsa
una vez que la deposite en el agua.
O
Forme una plata fo rm a para sentarse
introduciendo ram as largas en los
lados ya terminados. Entrecruce las ramas
todo lo que pueda para crear una estructura
estable.
■ Con el cuchillo o una sierra pequeña,
recorte las ram as para que no sobresalgan
por los lados
■ Retírelas de toda la estructura.
I Recorte fasromas paro pue
no sobresalgan de lo bolso
C O N S T R U IR U N A B A L S A
CONSTRUIR UN REMO
107
OTRAS OPCIONES
E n la m a y o r ía d e lo s c as o s p o d r á u tiliz a r la c o r r ie n te d e l p ro p io
Utilice cualquier m aterial del que disponga
r ío p a r a t o m a r im p u ls o y e l b a s tó n p a r a p o d e r m a n io b ra r
para construir una balsa. Busque troncos,
bam bú y bidones de combustible vacíos,
la b a ls a . S in e m b a r g o , si n o lia y c o r rie n te , te n d r á q u e im p u ls a r
ya que son m ateriales que flotan y son
u s te d m is m o la b a ls a y p a r a e llo n e c e s ita r á im p ro v is a r
perfectos para construir una balsa eficaz.
a lg ú n tip o d e re m o .
O
Busque una ram a verde de una
longitud adecuada para hacer las
La longitud de lo
hendidura
determina el
tamado de lo polo
Ate p o r encima
de la hendidura
para evitar que
s e abra más
veces de remo. Debe ser lo más
B A L S A DE TR O N C O S
Utilice m adera seca o m uerta, ya que flota
mejor. C orte muescas en los troncos para
que las piezas transversales se asienten bien.
ancha posible, pero cóm oda de sujetar.
■ Realice un c o rte en el extrem o. D ebe ser
lo bastante largo c o n » para fo rm ar la p ala
■ Recoja ram as m ás pequeñas e introduzca
una de ellas en la hendidura. Á tela.
O
La primera
romo pequeño
es lobose
de lo pola
Losptems
transversales
oportan tensión
o los troncos
Ate juntas
tos pte/as
transversales
Continúe introduciendo m ás
ram as en el co rte y atándolas
una a una hasta que tenga una
pala de un tam año adecuado
■ A te bien los dos extrem os separados
de la ram a principal.
■ Para d a r m ás rigidez al remo, a te los
,
oxtrenws de las ram as que fo rm an la pala.
que tengan
más o menos el
mismo diámetro
B A LSA DE B A M B U
El bambú se compone de secciones
com partim entadas huecas, por lo
O
Coloque el poncho debajo de la balsa para fo rm ar una
(mucho m ás liqeras que las de troncos).
capa im permeable.
■ Estire la capucha y á tela para asegurarse de que la balsa
sea del tod o im permeable.
■ Levante los lados del poncho sobre la balsa y á telo bien.
©
que resulta ideal para construir balsas
Utilice piejos
transxvrsafes,
como en lo botso
de troncos
Llene el espacio que queda bajo la plataform a
Las secciones huecas
incrementan la ftotobMctd
para sentarse con m ateriales naturales
(más ramas, hierba o musgo). Tam bién puede
utilizar cualquier elem ento que aum ento la
flotabilidad, c o n » botellas de plástico vacías
o bolsas im perm eables llenas de aire y atadas.
■ A rrastre o em puje la balsa al agua
y com pruebe si flo ta en aguas poco
profundas antes de cargar el equipo
y de subir a bordo.
Añado hojas
para aumentar 'rto fktabdidod
y la estabilidad
de la balsa
B A L S A D E B ID O N E S
Los bidones de combustible son ideales para
construir una balsa. Tenga cuidado con los
que hayan contenido productos químicos
y. posiblemente, tóxicos
Ate tos bvbnes
o una plataforma
de madera
Asepiresede que los aberturas
(tapones que faltan por ejemplo)
quedan por enama del nivel
delciqua
108 EN RUTA . DESPLAZAMIENTOS
NADAR
CUANDO EL AGUA ES DEMASIADO PROFUNDA p ara vadearla
y
¡CUIDADO!
y no puede c o n s tru ir una balsa, es posible que tenga que su p e ra r
Haga todo lo posible por no tener que mojarse,
un obstáculo acuático cruzándolo a nado. A n te s de m eterse en
como rodear el obstáculo o encontrar una zona
de aguas menos profundas para cruzar. El agua
el agua, planifique cóm o se secará y se ca le n ta rá cuando salga.
fría incrementa el riesgo de hipotermia; por tanto,
Un flo ta d o r le ayudará a m antener la ropa y el equipo secos.
asegúrese de contar con el equipo necesario
para encender una hoguera. Nunca entre en
aguas con peligros potenciales como cocodrilos
NATACIÓN DE SUPERVIVENCIA
o hipopótamos.
A m en os q u e te n g a q u e p a s a r p o r un te r r e n o ro c o s o p a r a e n t r a r e n el a g u a ,
q u íte s e las b o ta s y to d a la r o p a q u e p u e d a p a ra re d u c ir el rie s g o d e v erse
a rra s tra d o y m a n te n e r las p re n d a s s e c a s C o lo q u e to d o e n u n saco im p e rm e a b le
o e n u n p o n c h o c o n v e rtid o e n u n flo ta d o r im p ro v is a d o (v é a s e p á g . s ig u ie n te ).
Ate muy bien el
cuello del soco pora
que no entre agua
Muévalas
piemos y los pies
para darse
impulso
ATRAVESAR RIOS A NADO
Elija un lugar seguro para cruzar (iréose pág. 8 8 )
y planifique por dónde saldrá del agua
■ Tenga en cuenta la corriente, ya que es posible
que le arrastre un poco río abajo.
■ Entre en el agua poco a poco, sin saltar
ni zambullirse.
■ Si el agua está fr ía entre progresivamente
1
6
-ym
hasta que el cuerpo se haya recuperado
'!
del im pacto inicial.
U N A V E Z EN EL A G U A
I impúlsese
con m toroso
UnsaatunwrtmMe
mantendrá seco
ki inocM a a l (tempo
que mcrementarfr
kr floiaMtdad
Elija una brazada con la que se sienta cómodo
(y que consuma menos energía) y atraviese
el obstáculo con el flotador debajo de un brazo.
DESCENDER RÍOS A NADO
Evite nadar río arrib a o abajo: recorrer la m ta cam inando es
mucho m ás seguro. Sin embargo, si se cae y se ve arrastrado
en aguas rápidas, existen diversas técnicas para protegerse
hasta llegar a un lugar seguro.
N A T A C IÓ N D E F E N S IV A
El objetivo de la natación defensiva consiste en adop tar una posición
lo m ás segura posible y que evite que los pies se le queden atrapados
en tas rocas (si eso ocurriera en una corriente fuerte, podría hundirse).
Adopte la posición de natación defensiva hasta que llegue a aguas
menos profundas y pueda levantarse y cam inar hasta la orilla.
NADAR
BRAZADAS
Es im p o rta n te conocer los diferentes tipos de brazada, aunque es poco probable que en una situación
lim ite las realice correctam ente. Si sabe nadar bien, elija siem pre el estilo que implique el menor
gasto de energía, com o braza. Si no tiene m ucha experiencia, evite m eterse en el .agua a menos
que se encuentre en una situación de vida o m uerte.
CROL
E S T IL O « P E R R IT O »
Es una b ra za d a sencilla, adecuada p a ra los nadadores m enos
e xp e rim e n ta d o s y co nsiste en a van za r co n los brazos y las piernas,
sin más.
Tam bién d enom inado estilo libre, el c ro l consum e m ucha energía
y. p o r ta n to , no es el e s tilo m á s ind ica do p a ra una situación lím ite.
No o b s ta n te , p e rm ite a lca n za r una velocidad considerable.
BRAZA
ESPALDA
El e s tilo m á s h a b itu a l p a ra c ru z a r ríos. Los m o vim ie n to s d e brazos
y p ie rn a s deben ser sim u ltá n e o s y suaves. Es una buena opción
si e m pu ja u n flo ta d o r.
Si sabe que las aguas son seguras, este e s tilo re pre se n ta una buena
o pció n porq u e re q u ie re poca energía No o bsta nte, el tiecho de no
v e r lu c ia dónde va puede re s u lta r un inconveniente.
un extrem o del poncho sobre el equipo,
PREPARAR UN PONCHO FLOTADOR © Doble
apilado en el centro.
U n p o n c h o flo ta d o r p e r m ite m a n te n e r las p e rte n e n c ia s
secas, a l tie m p o q u e a y u d a a f lo t a r m ie n tr a s se c ru z a
el río. Si n o tie n e u n po n c h o , u tilic e c u a lq u ie r tro z o
g ra n d e d e m a te r ia l im p e r m e a b le .
■ Repita la operación con los otros tres
lados hasta d a r form a a un paquete
rectangular.
■ Doble las esquinas y asegúrese
de que no pueda e n trar a g u a
O
Coloque la capucha hacia dentro
y a te bien el cuello con cuerdas.
■ Extienda el poncho en el suelo
con La pa rte intenor liacia arriba.
■ Coloque encim a el equipo.
Coloque e l
I Tope e l equipo
poncho sobre
una superficie
del poncho
con tos lodos
plano
0
Envuelva bien el paquete d e modo
que quede estanco
O
A te el paquete con
cuerdas, cordones
■ Si dispone de un segundo poncho,
de botas, enredaderas
repita la operación desde el paso 1
o cualquier m aterial similar
colocando el flotador encim a y cerrando
que tenga a mano.
bien todo el paquete.
■ Cuando se m eta en el agua,
■ Si encuentra m aleza, coloque
introduzca lentam ente el
un poco en el in terio r del flotador
flotador y empújelo m ientras
para increm entar
la flotabilidad.
Rancia
*****
n quinen
cruza <H río.
El flotador yo es
impermeable
109
TÉC N IC A S
DE A C A M P A D A
TÉCNICAS DE A CA M P A D A . CONCEPTOS BASICOS
C O N CEPTO S
B Á S IC O S
Tanto si piensa q u e d a rs e d o n d e e s tá
d e lo s p e lig ro s , a l tie m p o q u e le p e r m it ir á
y e s p e ra r a q u e lo re s c a te n c o m o si v a a
u t iliz a r la s a y u d a s d e lo c a liz a c ió n c o n
tr a s la d a r s e a u n a z o n a m á s s e g u ra y e s p e r a r
e fic a c ia . A s im is m o , d e b e ría p r o p o r c io n a r le
a llí a l e q u ip o d e s o c o r r o o a i n t e n t a r s a lir
lo s m a te r ia le s a d e c u a d o s p a ra c o n s tr u ir
de la s itu a c ió n de r ie s g o p o r s í m is m o ,
un r e f u g io y h a c e r fu e g o , a d e m á s de
es p ro b a b le q u e te n g a q u e e le g ir u n lu g a r
d is p o n e r d e a c c e s o a a lg u n a fu e n te d e a g u a
en el q u e in s ta la r u n r e fu g io . T a l v e z te n g a
( t a n t o p a ra b e b e r c o m o p a r a la h ig ie n e ).
q u e p a s a r u n a s o la n o c h e o p r o lo n g a r
U n c a m p a m e n to b ie n o r g a n iz a d o n o s ó lo
le m a n te n d rá o c u p a d o y le a p o r t a r á s e n s a c ió n
la e s ta n c ia p o r m á s tie m p o .
U nos b u e n o s c o n o c im ie n to s s o b re lo s
de o rd e n , s in o q u e a d e m á s s e rá un e n to r n o
m e jo re s lu g a re s p a ra a c a m p a r le p e r m it ir á n
s e g u ro p a ra u s te d y s u e q u ip o . D e s tin a r u n a
o c u p a rs e de lo s p rin c ip io s b á s ic o s de
zo n a p a ra g u a rd a r el e q u ip o y la s h e rra m ie n ta s ,
s u p e rv iv e n c ia . P o r e je m p lo , u n a u b ic a c ió n
p o r e je m p lo , le a y u d a rá a e v it a r q u e se
b ie n e le g id a c o n tr ib u ir á a m a n te n e r lo a s a lv o
p ie rd a n e le m e n to s im p re s c in d ib le s y re d u c irá
En este apartado
DESCUBRIRÁ
■ cómo se improvisa una ducha...
■ por qué mantenerse limpio es bueno para la mente y el alma...
■ cómo se elabora jabón con madera de fresno...
■ que una pantalla de paja ayuda a preservar la intimidad...
■ cómo un caramelo duro sirve para encender una fogata...
■ la diferencia entre las aneas y los morillos...
CONCEPTOS BASICOS
Es posible provocar una
c h is p a y, p o r ta n to , e n c e n d e r una fo g a ta
u tiliz a n d o e le m e n to s c o m o el p e d e rn a l
(véase p á g . 127).
E L P E D E R N A L M O D E R N O consta
de dos partes: el material que produce la chispa
(suele ser una barra de ferrocerio o aleación
de magnesio) y un cuerpo afilado (por lo general,
una hoja de cuchillo o una pieza corta de una
la s p ro b a b ilid a d e s d e q u e u s te d o las p e rs o n a s
qu e lo a c o m p a ñ a n re s u lte n h e rid o s .
sierra para metales). Cuando el cuerpo se raspa
sobre la barra, se produce una chispa.
U na h o g u e ra es un e le m e n to e se n cia l en
c u a lq u ie r c a m p a m e n to . S irv e p a ra d a r c a lo r,
Para controlar la chispa siga el método
p u r ific a r a g u a , c o c in a r, c o m o s e ñ a liz a c ió n p a ra
que se indica a continuación. Le permitirá
los e q u ip o s d e re s c a te , c o m o p ro te c c ió n c o n tr a
a n im a le s s a lv a je s y p a ra ilu m in a r c u a n d o
a nochece. A d e m á s , lo s e fe c to s p s ic o ló g ic o s
dirigirla con precisión y reducirá las probabilidades
de golpear y esparcir la madera (un verdadero
problema si tiene frío, está mojado y cansado,
y le tiemblan las manos).
del h e ch o d e p o d e r e n c e n d e r un fu e g o en una
s itu a c ió n lím ite no d e b e n in fra v a lo ra rs e , c o m o
ta m p o c o lo s e fe c to s p s ic o ló g ic o s d e no p o d e r
S itúe la b a rra encim a d e la leña. Coloque el cuerpo
h a c e rlo . In c lu s o en u n a s itu a c ió n de rie sg o ,
afilado sobre la b a rra y sujételo bien.
un c a m p a m e n to s e n c illo a p o r ta u n a se n sa ción
de n o rm a lid a d y d e « h o g a r» .
Separe la barra de la leña (asi evita el peligro de
desm ontar la pila) y ráspela con el cuerpo afilado
Para d irig ir las chispas, cam bie el ángulo de
m ovim iento de la barra.
Los efectos psicológicos que produce el hecho
de poder encender un fuego en una situación
límite no deben infravalorarse, como tampoco
los efectos psicológicos de no poder hacerlo. J H
113
114 TÉCNICAS DE A C A M P A D A CONCEPTOS BÁSICOS
ORGANIZAR EL ESPACIO
In s ta le e l cam pom ento cerco de uno
fuente de ledo, y a que te s e rv irá p a ra
e l re fu g io y com o com bustible
EL LU G A R ELEG ID O p a ra s itu a r el re fu g io dependerá del en to rn o , p e ro te n g a
siem pre en cuenta los c u a tro p rin cip io s básicos de la supervivencia: protección,
localización, agua y com ida. En p rim e r lugar, asegúrese de que no hay peligros
obvios y de que p o d rá hacer señales para p e d ir ayuda. Si es posible, elija
un lugar p ró xim o a una fu e n te de agua.
P o ra la letrina, seleccione un lu g a r separado
del cam pam ento con e l viento a fa v o r y rio abafo
Si hay depredadores en la zona, cuelgue
la com ida de un árb o l en una botsa o 3 m
d el sudo y o 1 m d e l tron co o de las ram os
PARTES DEL CAMPAMENTO
Cuando esté satisfecho con el lugar elegido (y convencido
de que no alberga peligros previsibles), podrá organizar
la zona en función de sus necesidades y para facilitar
su estancia en el campamento.
O R G A N IZ A C IÓ N
Tanto si viaja en grupo como solo, es im po rtante organizar el cam pam ento
y establecer de inm ediato toda una serie de disciplinas y rutinas para garantizar
la segundad y reducir el nesgo de accidentes Designe zonas específicas (para
guardar el equipo, para la leña, para cocinar y para dorm ir) y rutinas concretas
para realizar las tareas (véase cuadro inferior derecho. pág. siguiente).
Cuando se quite
los botas. coMquelas
boca aba¡o en sendas
votos p o ra asegurarse
de que no e n tre en ellas
ninguna c ria tu ra N otas
pongo nunca a secar m uy
As*gne una zona
a b ie rta p a ra las
ayudas de localización
( p o r e/em pb. una «V»
grande) y com o posible
p is ta de ote m z o ie
p o ra un helicóptero
de rescate (Véanse
póg s 236 -24 1)
Instale una zona segura para
c o rto r leña U tilice un tocón de
á rb o l com o p la ta fo rm a de corte
Recoja y co rte la leña
que necesite antes
de que anochezca
M anténgala seco
en una p ila v e rtic a l
ORGANIZAR EL ESPACIO
S í hoy probabiUdodes de lluvias
intensos, reduzca e l nesgo de
E V A LU A R EL ENTORNO
inundación cavando una pequeña
zanja de in filtra c ió n alrededor
d el re fu g io y desviando e l aguo
colm a abajo
por tanto, observe bien el cam pam ento y evalúelo en busca de peligros potenciales
Tiene que e v ita r a toda costa las lesiones, adem ás d e tas amenazas y los riesgos:
(animales, rocas o árboles inestables y probabilidad de inundaciones, por ejemplo).
A N IM A L E S
ÁRBOLES M UERTOS
Busque señales de la presencia de
animales, sobre todo cerca del agua.
y el viento intenso, la lluvia o la nieve
Son árboles secos que siguen en p«e.
Si es posible, instale el campamento
pueden hacer que caigan Ofrecen
contra una pared rocosa de manera
que sea accesible desde una s o lí dirección.
Mantenga una hoguera encendida toda la
noclie Si viaja en grupo, organicen turnos
de vigilancia. Tenga a mano objetos con
el mejor tipo de leña para combustible
(veosepág. 121).
R A M A S SECAS
los que pueda hacer ruido para asustar
Presentan cierto peligro porque
están rotas, pero todavía no han caído
a los depredadores. No acampe demasiado
del árbol A algunas especies, como
cerca de aguas estancadas, donde
el haya, el fresno y el tejo, se les caen
abundan insectos como los mosquitos.
las ram as de m anera repentina.
V IE N T O Y R IA D A S
D E S P R E N D IM IE N T O S D E R O C A S
Sitúe la entrada del cam pam ento en
ángulo con el viento Las hondonadas
son propensas a las nadas y avalanchas:
Y H IE L O
Si acam pa cerca de rocas, compruebe si
presentan grietas y fisuras. Las hogueras
los lechos de los ríos se hallan sometidos
pueden provocar desprendimientos.
a la erosión y las inundaciones, y un rio
Cuando hace frío pueden desprenderse
puede desbordarse durante una torm enta.
láminas de hielo sin previo aviso.
/ ■ ---------------------------------------------------------H O R A R IO S
Cuando llegue a una zona en la que tenga
intención de pasar un tiem po («acampada
estática»), planifique las actividades
lu c ia a trá s a p a rtir de una hora limite
(po r lo general, cuando oscurece)
T R E S H O R A S H A S T A EL A N O C H EC ER
Llega a la zona. Beba agua, guarde lo que no
va a necesitar (m apa, brújula, etc.) y cámbiese
de ropa si la que lleva puesta está húmeda
(pero tenga siempre una muda completa seca).
Examine el lugar en busca del punto de acampada
m ás adecuado.
p ró x im a p e ro com pruebe
su estado co rrie n te a rrib a
p o r st esta contam inada (por
ejemplo, ontm ales m uertos)
tres señales de
fuego (Véanse
pág s 2 3 8 -2 3 9 )
en terreno abierto
Y E N T O N C E S ...
Empiece a instalar el campamento. Construya
el refugio, incluida la zona de dormir. Recoja leña,
yesca y combustible, y prepare una base segura
para la hoguera y un reflector. Recoja agua
DÓNDE NO DEBE ACA M PA R
■ En terrenos en pendiente con falta de drenaje.
■ Demasiado cerca del agua para evitar el riesgo de inundaciones
y la presencia de insectos y animales.
y busque comida Prepare todas las ayudas
de localización (tanto diurnas como nocturnas).
U N A H O R A A N T E S DE Q U E O SC U REZCA
Termine de organizar el cam pam ento y ocúpese
de sus asuntos personales (aseo, uso de la
■ Cerca de fuentes de agua ruidosas (por ejemplo, cascadas), ya que
letrina y revisión del equipo). Si viaja en grupo,
ocultan otros sonidos que podrían alertarte de la presencia de algún
asegúrese de que todo el mundo sabe dónde está
peligro (animales salvajes) o. incluso, de la llegada de un equipo de rescate
el equipo de emergencia y a quién corresponde
cada tarea (encender el fuego de señalización,
(un helicóptero o silbatos de emergencia, por ejemplo).
hacer destellos con la linterna, tocar d silbato,
etc ). Establezcan turnos para vigilar el fuego
115
116 TÉCNICAS DE A C A M P A D A _ CONCEPTOS BÁSICOS
HIGIENE PERSONAL
La higiene personal en el ca m p o es un im p o rta n te elem ento
de protección, ya que p e rm anecer lim p io y sano ayuda a m a n te n e r
ROPA L IM P IA
El estado de la ropa y del equipo
el cuerpo a pleno re n d im ie n to y reduce los riesgos de s u frir
puede influir en su ánimo. Si la ropa
alguna enferm edad. Adem ás, el e sta d o físico in flu ye de m anera
está sucia y descuidada, es fácil caer
en la falta de disciplina. Asi pues,
d ire c ta en el estado psicológico. En el fondo, es un e sta d o de ánim o:
intente mantener la ropa limpia
si descuida la higiene personal, a la larga descuidará to d o lo demás.
y en buen estado.
S_____________
IMPROVISAR UNA DUCHA
L IS T A DE L A H IG IE N E
PERSONAL
Establezca una rutina diaria que garantice
un uso correcto de las ayudas d e protección
El cliorro de agua de una ducha puede obrar milagros para el espíritu.
Elimina la suciedad y el sudor acumulados, y refresca todo el cuerpo.
Con un recipiente de metal o de plástico puede improvisar una duclia
de manera rápida y fácil.
H o y a im agujero
en e l borde
personales {pastillas, repelentes de insectos,
protector solar) y de la comida, el agua
y los utensilios para cocinar y comer.
M antenga la ropa limpia y atienda sus
funciones corporales (véase pág. siguiente).
CABELLO
No es necesario utilizar champú: deje que
seqregue sus propios aceites y minerales
y que establezca un equilibrio natura).
Si toma olor (por ejemplo, del humo del fuego),
láveselo con agua caliente o fría.
CUERO CABELLUDO
Revise el cuero cabelludo cada mañana y cada
noche para descartar la presencia de insectos
y picaduras. Conocer la zona le ayudará
(compruebe si liene garrapatas si se encuentra
en una zona boscosa poblada por ciervos)
O
Coloque el recipiente boca abajo
sobre una superficie plana.
O
Haga un agujero en un lado.
a unos 2 .5 cm del borde
■ Realice agujeros en d fondo con un
del recipiente.
punzón, con la navaja o con la punta
■ Repita la operación en el lado opuesto.
del cuchillo.
OJO S
Lleve gafas de sol o sombrero para protegerse
los ojos del sol intenso y de los destellos de la
nieve Acláreselos con agua dos veces al día
para evitar afecciones como la conjuntivitis.
O R EJAS
Revíselas a fondo, con un dedo limpio
y húmedo, para descartar la presencia
de cuerpos extraños (sobre todo
si duerme directam ente en el suelo).
D IE N T E S Y E N C ÍA S
Frótese los dientes y las encías con un dedo
limpio, o bien prepare una pasta de dientes con
bicarbonato o un enjuague bucal con agua y sal.
CUERPO
Lávese cada dos días las axilas, la entrepierna,
las manos y los pies con agua limpia para
m antener a raya las infecciones por hongos.
©
Alise los bordes irregulares de los
dos agujeros.
■ Pase una cuerda de una longitud
superior a 6 0 cm por los dos agujeros.
O
Tire de la cuerda hasta que tenga
dos lados de la m ism a medida
(aproxim adam ente 3 0 cm).
■ A te los extrem os de la cuerda
con un m edio cote (véose pág. 143).
H IG IE N E P E R S O N A L
A C A M P A D A « E S T A T IC A »
F U N C IO N E S C O R P O R A L E S
Si va a quedarse en un lugar durante varios
días, construya una letrina en la dirección
En una situación verdaderam ente limite, no se ingieren grandes cantidades de comida
y las funciones corporales (en especial las relacionadas con los residuos sólidos) se reducen
de form a espectacular al cabo de uno o dos dias. No obstante, es im portante m antener
una rutina, sobre todo si se viaja en grupo.
árboles, y prepare un asiento con dos varas.
Tape las deposiciones con arena o tierra
EN M O V IM IE N T O
para reducir el olor y m antener a las
Si se mueve cada día. no m erece la pena
construir una letrina. En este caso, siga
los siguientes consejos para atender
a sus funciones corporales:
■ Micción: busque un árbol alejado
de la fuente de agua y protegido del
viento con respecto al cam pam ento.
■ Defecación: cave un hoyo
en la base de un árbol, haga sus
del viento con respecto al cam pam ento y
lejos de la fuente de agua. Cave un hoyo
profundo, cerca de un árbol o entre dos
moscas alejadas. Cuando se marche
Puede le v a n ta r una pan talla
de p a ta p a ra tener in tim id a d
del cam pam ento, desmonte la
letrina, acabe de llenar el hoyo
y marque la zona con piedras
o con unos palos cruzados
A te una vara p o r detrás de
tos dos árboles p o ra apoyarse
cuando utUtce la M rtn a
necesidades y tápelo, márquelo
con piedras o con dos patos
cruzados. Limpíese (no utilice
la mano con la que come) con papel
higiénico, hojas o hierba, y después
con agua. Lávese las manos
y las uñas. Queme o entierro
el paj>el higiénico usado.
■ M enstruación: si no dispone de
tampones, compresas o una copa
menstrual, utilice una pieza de tela
de algodón y lavable, o incluso
musgo esfagno. Queme o entierro
lo que utilice.
P Mpe <oté» deponen* con tie rra o
a r m a y llene com pleton ente iV hoyo
t a rondo abañdtmd el t am oom ento
todo de
El jabón de cam ping es un jabón líquido concentrado
antibacteriano que se puede utilizar sin agua. Ponga
un poco en un recipiente pequeño (por ejemplo, una
caja vieja de película de 3 5 m m ) y le durará varias
semanas. O tra opción consiste en preparar jabón
con m ateriales naturales
ELA B O R AR JABÓ N
Puede preparar jabón natural con diferentes
materiales que contienen una sustancia llamada
soponina, que posee un efecto limpiador cuando
se mezcla con agua.
■ Hojas de abedul: seleccione hojas jóvenes
y colóquelas en un recipiente (incluso servirá una
bolsa de plástico). Añada agua fría y. acto seguido,
agua caliente o hirviendo (si el recipiente la tolera).
A gite la mezcla para que la saponina de las hojas
se disuelva y se convierta en un jabón natural.
■ Saponaria: agite unas raíces de saponaria en agua
hasta que formen espuma. Deje que ésta se asiente
O
Enganche la ducha a un retoño
arqueado o a una ram a baja
■ V ie rta agua en el recipiente para probar
antes de utilizarla para su aseo personal y para lavar
la ropa.
■ C astaño de Indias: sumerja unas hojas en agua
tem plada o caliente y remueva. Presione las hojas
con las manos para producir saponina.
el chorro. Si sale con excesiva rapidez,
■ Fresno: mezcle m adera de fresco con agua. No use
ponga hojas en el fondo para frenarla.
este m étodo demasiado, ya que puede resecar la piel.
117
118 TÉCNICAS DE A C A M P A D A _ CONCEPTOS BÁSICOS
HACER FUEGO
L A C A P A C ID A D DE ENCENDER y m a n te n e r un fuego
puede ser un fa c to r psicológico básico a la hora de d e cid ir e n tre
hacer to d o cuanto esté en sus m anos p a ra so b re v iv ir o rendirse.
El fuego nos a p o rta una sensación de «existencia» y lo g ra que
un hum ilde claro bajo un á rb o l se parezca un poco a un «hogar».
KIT PORTÁTIL
Es importante reunir todos los materiales antes de empezar, y no sólo
la yesca, la leña y el combustible, sino también el medio que elija para
encender un fuego. Esto implica cierta organización y. por ello, conviene
llevar un kit portátil con todo incluido.
L A T A DE F U E G O S IN C E R IL L A S
C O M P O N E N T E S D E L FU E G O
Tres componentes esenciales (oxigeno, calor
Basado en el principio de «N o haga las cosas m ás difíciles de lo que ya son», este
kit de fuego sin cerillas (diseñado para uso m ilitar) contiene una solución com pleta
para encender un fuego, sean cuales sean las condiciones atmosféricas.
y combustible) son los necesarios pata que
un fuego se encienda y se m antenga. Aunque
D E N T R O DE L A LA TA
usted no tiene ningún control sobre la reacción
La lata, que es im permeable cuando se cierra con cinta aislante, contiene todo
lo necesario para producir un fuego: un dispositivo para generar chispas, leña,
y combustible. La hexamina de los bloques combustibles se rasca sobre algodón;
química resultante, llam ada combustión,
si puede, en cambio, encender un fuego.
La clave consiste en lograr el m ejor equilibrio
entre los componentes. Si no le sale bien,
una chispa producida con el pedernal y el acero enciende el algodón y éstos,
a su vez. los bloques combustibles.
regrese a lo básico y pregúntese cuál
U tilic e algodón
de los componentes falla
O X ÍG E N O
Aunque el oxigeno es vital para que se produzca
la combustión, es fácil impedir que llegue
a la llama si se asfixia el fuego con un exceso
|
y un tom pón a
’
«
m odo de yesca
m anténgalos
secos en una
holsa de plástico
una v c t a b ie rta
la Iota
de madera. Si parece que la llam a inicial se está
extinguiendo, pruebe a aventarla con la mano
o con un mapa para crear una corriente
La la ta
que le aporte oxigeno.
Pedernal
y acero
M as*'.
p ó g 127)
CALOR
El calor es esencial para encender el fuego
En la mayoría de los casos se puede generar
con una chispa (con pedernal y acero, por
ejemplo), mediante una reacción química
y fricción (las cerillas o el pennanganato de
potasio) o sólo por fncción (como un taladro
de arco, véonsc págs. 126 -1 2 7 y 130-133).
C O M B U S T IB L E
Cuando el fuego comience a arder,
'caue \'
U tilice un c u a rto de un bloque
com bustible de hexamina
p a ra encender un fuego
Lo a n ta aislonte mantiene
im perm eable la la ta : se
puede quem ar a m odo de
leda enciendefuegos
necesitará combustible para quemar
(véanse págs. 120-121). Debería
empezar con piezas pequeñas y secas
de combustible que generen suficiente
calor como para después quem ar
piezas cada vez m ás grandes.
U SO DE L A LA TA
Puede utilizar la la ta para hervir agua. Sepárela
unos 2 .5 cm del suelo con dos palos y encienda un
cuarto do bloque combustible de hexamina debajo
A l cabo de unos minutos, el agua hervirá y dispondrá
de una bebida que podría salvarle la vida.
B olsa de
plástico
con cierre
HACER FUEGO
119
PREPARATIVOS
PUNTOS CLAVE QUE HAY QUE RECORDAR
Más que cualquier otra tarea de supervivencia, encender un fuego
requiere una buena preparación. Si no dispone de los materiales
■ Lleve siempre encima algún tipo de mechero.
■ Practique en distintas condiciones y con diferentes
adecuados o si no cuenta con suficiente cantidad de ellos, es
materiales. Aprenderá muy pronto qué funciona y qué no.
probable que fracase a la hora de hacer fuego. Preparar el terreno,
■ Recoja leña en cuanto entre en el bosque. Si está húmeda,
los materiales y el equipo facilitan la tarea e incrementan
póngasela en los bolsillos para que reciba el calor
las probabilidades de éxito.
de su cuerpo.
E L E G IR E L T E R R E N O
y multiplíquelo por diez. Si se ve en una situación extrema,
■ Recoja todo lo necesario para encender un fuego
podría tener sólo una o dos oportunidades de mantener
Tiene que elegir con mucho cuidado el lugar para liacer fuego. Empiece
el fuego encendido antes de quedarse sin cerillas o sin leña,
despejando el terreno. Nunca encienda una hoguera directam ente
o podría sufrir agotamiento o hipotermia
en el suelo y vigile que no se extienda o que ard a sin control.
J
C onstruya un
re fle c to r p o ra
in cre m e n ta r b
eficocta d e l fuego
Equilibre e l centro
de uno bo rro torg a
sobre un p a lo
ahorquillado
(véase p o g 164)
d p ie n te
de un poncho
Ponga la yesca, b teña pequeña y
p ie /o s m ás grandes de lerto húmedas
cerca d e l fueoo p a ro secados cuando
to hoguera y a esté en m archo
Coloque una p b ta fo rm o de leña I
verde p o ra p ro te g e r el fuego de
b hum edad d e l s u e b y Hm itor to
c a n tid a d de c o h r que se disipa
Contenga e l fuego con leña verde
o con piedras secos no porosas
que no exploten a l co/entarse
: A te una cuerdo
a un mechero paro
colgórseb d el cuetb
LO Q U E D E B E H A C E R
LO Q U E N O D E B E H A C E R
■ Asegúrese de disponer d e suficiente leña a m ano para m antener
■ No utilice las manos a modo de rastrillo para limpiar el suelo;
encendido el fuego. Transportar leña gasta energía, que puede
podría picarle algún insecto o una serpiente Utilice los pies
llegar a escasear en una situación limite
o una ra m a
■ Limpie la zona que rodea al lugar en el que piensa encender
■ No encienda un fuego cerca d e troncos viejos o árboles caídos,
el fuego; retire las liojas o cualquier otra cosa susceptible
ya que podrían prenderse. Aunque parezca que no tienen fuego,
de provocar un incendio
pueden a rd er poco a poco durante varios dias y una bnsa intensa
■ Com pruebe si hay raíces d e árboles en el suelo. El fuego
esparciría las brasas y provocaría un incendio.
podría prender en alguna expuesta o incluso situada por debajo
■ No sitúe el fuego bajo una ram a u hojas, ya que el calor puede
de la superficie. Cuando una raíz em pieza a a rd er bajo el suelo,
secarlas rápidam ente y prenderlas.
el calor se abre paso y podría desencadenar un incendio.
■ No coloque la hoguera de form a que el viento influya
■ Si e stá intentando que lo rescaten, elija un lugar
en la m anera de a rd er o desvíe el hum o o las llamas
en el que vehículos y aviones puedan ver el fuego.
hacia el refugio.
120
TÉCNICAS DE A C A M P A D A
CONCEPTOS BÁSICOS
LOS ELEMENTOS DEL FUEGO
LOS TRES M A T E R IA L E S que necesita p a ra encender un fuego son
yesca, leña y com bustible. Deben e s ta r secos y en c a n tid a d suficiente.
YESCA DE E M E R G E N C IA
Ueve yesca, como un tampón o bolas
Un palo de yesca bien hecho p ro p o rcio n a una yesca eficaz, leña
de algodón, en una caja de película de
y com bustible en una sola pieza (y sólo necesita una chispa
35 mm o en una bolsa de plástico hermética
Para cada fuego utilice un poco de algodón
para encenderse).
y una pieza pequeña de un tampón Las
bolas de algodón impregnadas con vaselina
hacen que la llama dure diez veces más.
IMPROVISAR UN PALO DE YESCA
Entre cuatro y seis palos de yesca bien hechos
proporcionan suficiente m aterial combustible
para mantener encendido un fuego. Tenga
algunos ya preparados y guárdelos para una
emergencia Los mejores son los de árboles
muertos que siguen en pie, aunque cualquier
tipo de madera seca servirá. Si utiliza
pequeñas ramas muertas, retire primero
la corteza
O
Elija el lado de un palo con la veta uniforme
y sin nudos. Trabaje sobre una superficie dura
y plana para evitar que el palo se resbale.
■ Coloque plana la hoja del cuchillo sobre el palo y pásela
hasta abajo sin atravesar la m adera. H ágalo diez veces.
Esta operación le servirá para fam iliarizarse con la m adera
y los movimientos del cuchillo.
Sujete e l cuchillo de m oriera que puedo
u tiliz a r la p a r te de la hojo más p ró x im o
a l m ango (asi tiene más c o n tro l
y somete a la m uñeco a menos tensión)
U lM e patos
de 2 5 c m d e
la rg o y de
h o s to 3 dedos
de diá m e tro
YESCA
El prim er elemento que se utiliza p a ra hacer fuego es un m aterial
combustible seco llam ado yesca. Puede llevarla en el equipo
Ahueque ¡os
fib ra s p a ra
que prendan
fácilm ente
(véo/ise págs. 1 22 -1 2 3). o tal vez tenga que encontrar yesca
natural u otras fuentes artificiales. La clave del é xito consiste
en experimentar con lo que tiene a su alcance antes de que
k) necesite. Asegúrese de que la yesca e stá seca, póngala
al sol si e stá húmeda. Cuando utilice un poco d e yesca,
repóngala ta n pronto com o pueda.
T IP O S DE Y E S C A
Fuentes naturales: palos de yesca {superior), virutas de la parte
L a yesca a h u e ca d a
parece un nido de ra tó n
exterior de un tallo de bambú o de corteza, serrín fino, brea de
pino, pelusas y plumas de plantas y animales, polvo de estiércol y
morillo (un palo chamuscado) También sirven la corteza de abedul
(la del abedul común se puede encender incluso estando húmeda),
clemátide, madreselva, aneas, hierba seca, musgo m uerto y seco,
y algunos hongos. La mejor yesca para los métodos de fricción
{véanse págs. 1 3 0 -1 3 3) es la corteza de árbol, la hierba seca,
los hongos, los liqúenes y las raíces, fibras y pelusas de plantas.
Fuentes artificiales: bolas de algodón, tanipones, tela chamuscada,
lata de fuego (véose pág. 123). pelusa textil, papel tisú, película
fotográfica, tiras de caucho y mecha de velas
B O L A DE Y E S C A
Una buena m anera de preparar la yesca para que prenda con una
chispa o una brasa consiste en form ar una bola suelta. Rompa, frote
y separe las fibras con los dedos hasta obtener una bola del tamaño
de un pomelo. Coloque casi todo el m aterial de combustión en el
interior de la bola. Mezcle los componentes de la yesca para aum entar
la eficacia (por ejemplo, hierba seca, corteza de abedul y anea).
LOS ELEMENTOS DEL FUEGO
ÁRBOLES MUERTOS
Un árbol seco que continúa en pie
no tiene follaje verde y la corteza
se cae y no vuelve a crecer. Ésta
es la mejor leña para encender
un fuego, ya que proporciona madera,
combustible y excelentes palos de
yesca. La parte que se encuentra en
contacto con la tierra puede estar húmeda.
C o lo a u e b h o fo
ib e ra m e n te
en ángulo
apoyodam Ut.
lo m odero
E l p a ló n
cada ve/m a s
fino a medida
que se van
haciendo
virutas
L a í viruta*
ru a d o s SC
acum ulan en
e l extre m o
d e tp a lo
©
m o n e a m edido
que lo hoja
Reco/a
el palo bren
opovadv
en e l nielo
Inclino ligeram ente el ángulo
O
de la hoja hacia la m adera
Gire ligeram ente el palo y pase
el cuchillo por el borde creado
la s virutas
que coigan
a l suelo
O
Cuando domine la técnica
continúe pelando el resto
■ Sujete el palo por la p a rte superior
en el paso 2 para conseguir una segunda
y desplace la hoja hacia abajo para cortar
v iru ta Vuelva a girar el palo y re p ita
■ Cuando term ine, tendrá un palo fino
una v iru ta
■ In ten te realizar la operación a un ritm o
con virutas rizadas en un extremo,
■ D eténgase justo antes d e llegar al final
regular y con el cuerpo d e trá s
listas para su uso.
del palo.
para que la viruta no se desprenda del palo.
L E Ñ A (E N C IE N D E F U E G O S )
C O M B U S T IB L E
Es el segundo elem ento para encender un fuego. Cuando está seca
A l principio es necesario aten der el fuego constantemente, pero
se añade a la yesca ardiendo y puede ser tan fina com o una cerilla
cuando se mantenga durante cinco minutos seguidos ya se liabrá
o tan gruesa com o un dedo. Tiene que poder p a rtirla con las manos:
asentado y podrá ir añadiendo m ás combustible para conseguir
si no es asi. probablem ente no está del todo s ec a Si está húm eda
un buen lecho de brasas calientes que mantenqa el fuego con
retire la corteza exterior (que retiene la m ayor cantidad de
el m ínimo esfuerzo por su parte. El combustible debería ser
hum edad) y p a rta las ram as en palitos de unos 15 cm.
tan grueso com o su muñeca o su antebrazo. A l principio, utilice
combustible seco partido en palitos que se enciendan fácilmente
Después, cuando el fuego ya esté asentado, añada leña verde
T IP O S D E L E Ñ A
■ La de m adera blanda es
Retire b corteza
con el cuchillo
(viva) y troncos m ás grandes (enteros o partidos). Con humedad,
sitúe el fuego a cubierto para protegerlo de la lluvia
muy combustible, m ientras
que la m adera con resina
inflamable (como el pino)
T I P O S D E C O M B U S T IB L E
quema con intensidad
y durante mucho tiempo.
pero cuesta que ardan de form a continuada.
■ Puede utilizar algunos tipos
pero queman antes y producen menos calor que otras, y más humo.
de yesca a modo de leña
enciendefliegos (por ejemplo,
corteza, hojas de palmera,
agujas de pmo. hierba,
liqúenes y heléchos), pero
necesitará m ás cantidad.
■ Las m aderas duras producen buenas brasas y son más eficaces,
■ Las m aderas Wandas de conifera son más fáciles de encender,
■ La turba se encuentra en humedales con un buen drenaje
y se puede c o rtar con un cuchillo.
■ El carbón es ligero, no produce humo y quema bien.
■ Las deposiciones secas de animales proporcionan un buen
combustible sin humo.
121
122
TÉCNICAS DE ACA M P A O A
CONCEPTOS BÁSICOS
TELA CARBONIZADA Y LATAS DE FUEGO
A N T E S DE S A L IR DE V IA J E g u a rd e un poco de tela carbonizada
H E R R A M IE N TA S
o una lata de fuego en la m ochila, ya que son fia b le s y podrían salvarle
Y M A T E R IA L E S
la vida. Una a lte rn a tiv a son las an to rc h a s (M ayaS ticks). La te la ca rbonizada
■ Una lata con tapa
hermética (por ejemplo,
es m u y fácil de hacer; g uarde tro zo s secos en el k it de fu e g o de em ergencia
de betún)
o fo rre con ella el fo n d o de la la ta de supervivencia (véanse págs. 6 0 -6 1 ).
■ Un clavo
■ Tela de algodón 1 00 %
CÓMO CONSEGUIR TELA CARBONIZADA
La tela carbonizada no es más que tela de algodón quemada en ausencia de oxígeno
■ Cuchillo o tijera
■ Chispa o llama
^
■
(pirólisis). Es ligera, apenas ocupa espacio y produce un rescoldo incluso a pa rtir
de una chispa débil. Funciona sólo cuando está completamente seca, de manera
que debe guardarse en un recipiente hermético.
O
_______
Coloque boca abajo
la tapa de una lata
con un clavo en el centro.
■ Experimente con el tam año
del orificio. Por lo general,
cuanto más pequeño es.
mejor.
A
I
Moga un agu/ero
en lo topa
o ser posible
con un clavo
Ponga tonto s preios
de feto com o quepan
en lo la to
E l hum o sote p o r e l o rific io
cuando la lo to em pieza a
ccrientorse <no se preocupe
si tam b ién salen liornas)
de! o rificio
No es necesario hacer
un gran fuego, de hecho,
cuanto más pequeña,
m e/or
O
Corte una tela 1 0 0 % algodón en piezas que quepan
en la lata sin doblarlas.
O
Coloque la la ta sobre un fuego para qu em ar todo el oxígeno
que lu y a en el interior, o bien encim a de unas brasas a p a rta d a s
■ Varíe el tam año de las piezas para que queden sueltas
de la hoguera del cam pam ento
y no las aplaste.
■ Cuando no salga m ás humo. Iiabrá term inado el proceso.
■ Ponga la tapa.
■ Retire la lata del fuego.
■ No la abra hasta que se l»aya enfriado.
T ELA CARBONIZADA Y LATAS DE FUEGO
HACER UNA LATA DE FUEGO
H E R R A M IE N TA S Y M A TE R IA LE S
Puede utilizar una lata de fuego para encender una hoguera que se resiste
cuando las condiciones no son precisamente ideales, o bien para hervir
agua, cocinar o calentarse las manos en un día frío. Una vez encendida, arde
■ Una lata con tip a hermética (por ejemplo,
de betún)
■ Cartón (ondulado o liso)
durante horas con una llama concentrada y controlada que no produce
■ Vela y una cerilla o un mechero
humo. Cuando empiece a fallar,
■ Cuchillo o tijera
S itú e lo velo
puede verter más cera sobre
en ángulo p o ro
que la Hamo
fu n d a ta cera
el cartón o sustituir éste
y empezar de nuevo.
Los A m m adicionales de
co rtó n o rd e ro n lentam ente
y hocen los veces de m echo
O
C orte un trozo largo y fino
d e cartón que sea 4 m m más
©
Encienda la vela e inclínela sobre
la lata.
ancho que la profundidad de la lata.
» Deje que la cera em pape el cartón
©
Cuando se haya enfriado la lata.
sujétela en ángulo y encienda
el cartón con la vela.
■ Si es ondulado, córtelo
y llene la lata (es un proceso lento).
■ La llam a debería ser concentrada
perjiendicularm ente al grano.
■ Deténgase cuando la cera se aproxim e
y ocupar toda la superficie.
■ Enrolle el trozo bien apretado.
al borde y espere a que se endurezca.
Observe e l c o lo r y lo te x tu ra de la
tela carbonizada p a ra com probar
» la operación h a funcionado
r
Saque la tela
de la lo to y
separe las piezas
p o ra a m a rlo s
R O L L O S DE P A P E L Y A N T O R C H A S
Los rollos de papel de periódico se em papan en un combustible,
y. una vez secos, se convierten en una jx á c tic a yesca impermeable.
L is antorchas, a su vez. son piezas de m adera resinosa de las tierras
altas de M éxico y G uatem ala que prenden con facilidad, incluso
cuando están húmedas, y generan una buena llama.
H A C E R RO LLO S DE PA P E L Y A N T O R C H A S
■ Para los rollos, enrolle hojas de papel de periódico formando un tubo
de 10 cm de largo y átelas con cuerda. Empape los rollos en parafina
o cera fundida y deje que se sequen Encienda el centro con una cerilla.
■ Para encender una antorcha, co rte una astilla con el cuchillo
y sepárela del palo sin arrancarla. Cuando rezume un poco
de resina, enciéndala con pedernal y acero (i'éose pág 127).
O
Cuando la la ta se liaya enfriado, exam ine la tela.
■ Debería ser com pletam ente negra y presentar una
textura sem irrígida pero con cierta suavidad Si tiene un color
beis o m arrón, póngala de nuevo al fuego y déjela m ás tiempo.
■ La te la que se deshace no sirve.
■ Com pruebe que la tela funciona acercando una chispa
a una pieza: la chispa debería c re a r una pequeña ascua ro ja
123
124 TÉCNICAS DE A CA M P A D A _ CONCEPTOS BÁSICOS
TIPOS DE FUEGO
CUANDO D IS P O N G A de yesca, leña y com bustible, y se asegure
de que to d o esté seco y lis to p ara su uso. puede p a s a r a hacer fuego.
'
IM P R E S C IN D IB L E
Existe mucha información en tomo
Existen diversos tip o s de hogueras; la elección de una u o tra dependerá
a los pros y los contras de hacer fuego,
de para qué necesite el fu e g o (véase cu a d ro inferior). A n te s de empezar,
pero estos consejos generales le servirán
asegúrese de to m a r las m edidas de precaución necesarias pre p a ran d o
de ayuda:
el terreno (véanse págs. 118-119).
necesaria Elija un fuego que requiera
■ Nunca dificulte las cosas más de lo
el mínimo esfuerzo a cambio del mayor
ELEGIR UN FUEGO
beneficio.
■ Resulta más eficaz hacer un fuego
Si dispone de varias clases de combustible y de tiempo para hacer un tipo
pequeño y sentarse cerca que uno
específico de fuego, estudie las opciones del cuadro inferior y decida cuál se ajusta
grande y tener que apartarse mucho.
a sus necesidades inmediatas.
■ Si toda la leña de que dispone está
■ Su principal consideración debería ser la función del fuego: probablemente.
húmeda, retire la corteza y parta
el calor será su necesidad más urgente, pero el fuego también sirve para cocinar,
la madera (el centro estará seco).
como señalización (véanse págs. 238-239), para secar ropa y para eliminar
desechos. Otra posibilidad es que requiera un fuego que dure toda la noche.
cerca la yesca, la leña pequeña y las
■ Una vez encendido el fuego, coloque
piezas de leña más grandes que estén
■ Considere la disponibilidad de los componentes que necesita para hacer el fuego:
por ejemplo, el combustible adecuado y el mejor terreno. Una norma general
húmedas para secarlas. Vigüelas
.
para evitar que ardan.
TIP O DE FUEGO
consiste en calcular qué cantidad cree que precisará y duplicarla.
T IP I
RODEADO DE PIEDRAS
AUTOM ÁTICO
■ Rodee la bola de yesca con N a
■ Coloque piedras grandes no
porosas formando un circula,
■ Forre un hoyo de Im de
CÓMO
hasta fornar un tipc Deponga
TRONCO LARGO
■ Ponga la yesca las ramas
profundidad con piedras no
y los troncos en mu depresión
troncos pequeños, medianos
y grandes de modo que formen
ponga uw bola de yesca en
porosas. Ponga yesca y leña en
de 2 m de largo. Coloque dos
el centro y ramitas alrededor.
el interior, y apoye sendos
un cuadrado en la base.
Añada troncos cuando aquéllas
troncos grandes en los lados.
troncos grandes encima
del fuego
hayan prendido.
DÓNDE
■ Zonas con abundante
combustible, porque el fuego
requiere mucha leña
■ Lugares ventosos.
■ Zonas concirridas con aros
■ fierra sin piedras o arena,
porque es fáot cavar el hoyo
■ Zonas boscosas, porque el fuego
requiere troncos grandes a
modo de combustible.
de fuego ya hechos y donde
la acampada de bato impacto
es «tal.
POR QUÉ
■ Se enciende con rapidez
■ Se puede quemar leña húmeda
porque se seca con <1calor
del fuego «tenor.
■ Las psedras protegen el fuego
def viento.
■ Utilizar un aro de fuego
■ Se autoaiimenta una vez
encendido, k» que significa que
no tiene que añad* combustible.
■ Duradero (el fuego puede
permanecer encenddo toda
la noche).
■ Emite mucho calor.
existente reduce el impacto
USOS
en el entorno
■ Calor.
■ Calor.
■ Coánar.
■ Cocinar.
■ Cocinar.
■ Señalización (s«se quema
■ Señalización (si se quema
■ Señalización Isi se quema
vegetación verde).
vegetación verde).
vegetación verde)
■ Calor (en zonas de cima
frío sitúese cerca del fuego).
■ Cocinar (una vez formadas
las brasas).
TIPOS OE FUEGO
ENCENDER EL FUEGO
Existen muchas maneras de encender un fuego y mantenerlo, y cada uno tiene
su favorita. El siguiente ejemplo es un método probado, versátil y eficaz
en diferentes condiciones.
A ñado meh com bustM e
entre los dos troncos
In s ta fo rm a r uno
UitÍKC pequeñas cantidades
de leña p a ro empezar
B o la de yesca
de leña verde
O
Coloque la bola de yesca
(véase páq. 1 2 0 ) sobre
A m edida que las
arden, van cayendo o l
centro de la pirám ide
Disponga tas ramJtos
en forma de Up>
P la ta fo rm a
O
(tonga leña sobre la bola
A m edida que las
de yesca
ram itas prenden
O
El fuego estará listo
cuando pueda dejarlo sin
una plata fo rm a de leña verde
■ Formo un tipi con las ram ltas
y las llamas aumentan,
atender durante cinco minutos
y no se apague.
■ Encienda la yesca con
Así el fuego respira en el punto
añada ramas m ás grandes.
el m étodo que prefiera
donde el calor es m ás intenso.
■ Continué añadiendo ram as
■ Coloque un tronco grande
(véanse págs 1 2 6 -1 2 7)
■ Los palos de yesca funcionan
hasta llegar a los troncos
en el lado orientado al viento
y deje que p renda
bien (véase pág 120).
partidos (véose pág. 148).
y o tro en el contraria
DAKOTA
NIDO DE SERPIENTE
FORMA DE ESTRELLA
DE CAZADOR
■ Abra un hueco en un lado de una
■ Haga luego con yesca, toña
■ Haga fuego con yesca, ramas
elevación y una chimenea hacia
y combusbble
■ Dspongi cuatro troncos que
el interior ut toando cualquier
se toquen entre si en el centro
combusttole.
■ Vaya empujando tos troncos hacia
pequeño para la chimenea con
a cada lado del fuego formando
un túnel que los una Use troocos
una V.
pequeños como combusttole
y cocine a nivel dd suelo
■ Zonas boscosas debido
■ Lugares fríos o ventosos.
■ Cualquier lugar en el que pueda
cavar un hoyo, ya que el fuego
a los troncos que se necesitan
requiere muy poco combustible
de arena.
una vez encendido
■ La chimenea crea una comente
■ Duradero.
■ Buenas brasas para cocinar.
de temperatura elevada
■ Los troncos de madera di*a
protegen el fuego del viento
■ Produce mucho calor
■ Calor concentrada
■ Las llamas están por debajo
del sudo, de manera que
el fuego queda oculto
■ Resguardado de tos elementos
■ Calor.
■ Cocinar (coloque un reciente
■ Calor.
■Calor
■ Cocinar.
en equibrio sobre los troncos)
■ Cocinar
■ Cocinar
■ ESminabón de revduov
■ Calentar agua.
■ Secar ropa húmeda
PORQUÉ
que produce un luego
DÓNDE
■ Tierra un piedras o banco
el fuego y otro un poco mis
Coloque dos troncos largos
dentro a medida que arden.
■ Lugares ventosos.
■ Cave un hoyo grande para
CÓMO
arriba. Encienda un fuego en
y cualquier bpo de combustible.
125
126 TÉCNICAS DE A C A M P A D A CONCEPTOS BÁSICOS
ENCENDER
UNA CERILLA
HACER CHISPAS
Y LLAMAS
Puede parecer muy sencillo, pero
existe una manera (al «estilo comando»)
que produce una llama en todo tipo
ENCENDER L A Y E S C A ES EL P R IM E R PASO p a ra hacer
de condiciones.
fuego. Con cerillas y con un m echero se consigue al in sta n te ,
Presione lo
c e rilla con
e) dedo
corarán
Sujete la caja
pero existen o tra s m aneras de c re a r una chispa p a ra c o n v e rtir
O
la yesca en una llama. R esulta re la tiva m e n te sencillo cuando
y la cerilla entre el pulgar,
con una m ano
el índice y el corazón
to d o e stá seco, pero con paciencia y perseverancia ta m b ié n
do la otra.
es posible hacerlo en condiciones adversas.
■ Friccione la cerilla
con firm eza.
ColoQue la c a b e /a de
la lla m a hacia abato
DISPOSITIVOS DE IGNICIÓN
O
Existen varios métodos ingeniosos que permiten crear esa chispa
o esa llama imprescindibles para encender el fuego. Si no tiene cerillas
ni un mechero, tendrá que utilizar otra cosa, como un pedernal y acero.
Puede improvisar con una fuente de energía externa, por ejemplo:
Cuando
la cerilla se
encienda, ahueque
las m anos para
p roteger la llama.
■ Deje que la llam a ard a un poco antes
■ Concentrar el calor del sol con una lupa o una lata de bebida
de utilizar la cerilla para encender la yesca.
■ Hacer chispas con una batería.
■ Provocar una reacción química con permanganato de potasio.
2
■ Caps de cer cas impermeables
■ Lupa.
■ U ta vacia
■ Linterna y su batería.
■ Mechero sujeto con cinta
■ Yesca seca.
■ Yesca seca.
■ Alambre o lana de acera
aislante a una cuerda y ésta
■ Yesca seca.
alrededor del cueto
• Yesca s « i
■ Para encender una cerilla al
«estilo comando., fricciónela
■ Con la lupa se concentra el sol
■ Pula el fondo de la lata
■ Coloque la lata de manera que
■ Coloque d alambre entre
las terminales de la batería
en la caja y a continuación
en un poco de yesca seca y se
crea un punto caliente. Sujete
ahueque las manos
la ¡upa con firmeza hasta
el sol, ki refleje en la yesca y cree
(vpffse cuadro superior).
que la yesca se encienda.
un punto caliente. Sujete la lata
y ponga lana de acero sobre ta
hasta que la yesca se encienda
terminal. Encienda la Interna
la superficie brillante atrape
para crear algunas chispas.
■ Retire la bombilla de la linterna
para crear chispas.
«/>
o
OE
1—
UJ
>
o
u
■ Las cerillas impermeables suelen
ser cerillas normales recubrirlas
de cera y barniz.
■ Lleve siempre un mechero
colgado del cuello con una
cuerda.
■ Cuando eSja una brújula.
asegúrese de que cuenta
con una lupa incorporada (para
leer los detalles en los mapas).
■ Tamben puede utilizar unas
gafas de leer.
■ Tendrá que practicar esta
■ Cuanto más fino sea <•: alambre
técnica para poder recurrir
mejor funcionará (sobre todo con
a ella encaso necesario.
baterías de bajo voltaje, de 1.5 v)
■ Utilíce este método durante
un tiempo muy limitado: de lo
contrario, agotará la batería
—
HACER CHISPAS Y LLA M A S
CREAR UNA LLAM A QUÍMICA
¡CUIDADO!
El permanganato de potasio es un componente muy útil del kit
El permanganato de potas» es un potente
de supervivencia porque puede utilizarse no sólo para esterilizar
agua y heridas, sino también para crear una chispa y encender
un fuego. Necesitará un poco de azúcar para que funcione; utilice
el que lleva en las raciones de supervivencia o aplaste un caramelo.
O
A plaste un poco de perm anganato
d e potasio sobre una superficie dura
y plana, corno una m adera o una piedra.
O
oxidante que. mezclando con ciertos agentes
químicos crea una mezcla explosiva. También
puede manchar la ropa y la piel.
M ezcle los ingredientes. Presione
y arrastre el cuchillo sobre la mezcla
para crear fricción
O
Continúe presionando y arrastrando
la hoja Ivasta obtener una chispa.
■ Tenga la yesca a mano porgue la Rama
se extingue rápidam ente.
Prepare una cantidad igual d e azúcar.
D IS P O S IT IV O
PERMANGANATO DE POTASIO |
PEDERNAL Y ACERO
PEDERNAL PARA UNA MANO
■ Pedernal de ferroceno
■ Barra de aleación de magnesio
■ Baña de aleación de magnesw y
■ Cuerpo metálico
■ Cuerpo de acero (pieza corta
dispositivo de acero que se puede
■ Azúcar
manejar con una sola mano
■ Cuchillo.
PEDERNAL
II
de una s*rra para metales)
■ Yesca seca
■ Yesca seca
■ Coloque la barra sobre la yesca.
■ Mezcle el permanganato
■ Presione el botón para ef pulgar
y el azúcar en cantidades
||
■ Yesca seca
K IT
■ Yesca seca.
■ Permanganato de potas»
■ Mantenga el cuerpo metálico
cerca de la yesca.
que se ofrecen en el pedernal
(izquierda)
sobre la barra y empuie ef mango
iguales sobre una supertue
dura.
directamente sobre la yesca.
para que baje por ésta
■ Desplace el pedernal sobre el
■ Cuanta más fuerza aplique.
■ Aplaste la mezcla con el cuchillo
cuerpo para dirigir las chapas
mayor será la fricción.
y arrastre la hoja por encima
hacia la yesca. Se mueve el
lo que provocará una chispa
hasta crear una chepa (véase
pedernal, no el cuerpo metálico.
más intensa.
explicación superior)
QUEHACER
■ Ponga el pedernal bajo el cuerpo.
■ Sqa las Instrucciones
II
los 3 0 0 0 'C.
■ Existen muchas variaciones
■ Funoona en todas las
• También puede mezclar
y bpos de kits; uno cuenta con
situaciones climatológicas.
uva pequeóa cantidad de
un bloque de magnesio a modo
■ Cuenta con un tkspovtno de
permanganato de potas»
de barra y el acero produce
segundad que evita que se
con glicolo anticongelante.
las situaciones climatológicas
virutas de magnesio que caen
accione por acódente.
Envuélvalo inmedútamentc
y en cualquier altitud.
sobre (a yesca para favorecer
■ Funciona bien en todas
laigmoón.
— arfí. 1
con papel y póngalo en el suelo.
COMENTARIOS
■ Permite hacer 12.000 golpes.
■ La temperatura alcanza
127
128 TÉCNICAS DE A CA M P A D A CONCEPTOS BÁSICOS
CASO REAL
SUPERVIVENCIA EXTREMA:
EN EL DESIERTO
E Q U IP O U T I L
■ Radiofaro personal
A P E S A R DE NO TEN ER C O N O C IM IE N T O S SOBRE S U P E R V IV E N C IA ,
■ Gafas de sol y protector solar
■ Fular de algodón o sombrero
un grupo cíe cinco personas sobrevivió durante seis días
■ Espejo para hacer señales y llamas
a unas tem peraturas abrasadoras, a la deshidratación,
■ M apa, brújula. GPS
el hambre y la amenaza de ataques de animales después
■ Lata y cuchillo de supervivencia
■ Teléfono móvil/satélite
de que su avión se estrellase en el desierto del Kalahari
(Botswana).
Poncho/vivac
El m iércoles 1 de m a rz o de 2 0 0 0 , C ari du Plessis y tre s de sus socios
-M ik e y L y n e tte N ikolic, y Nebojea G ra o ra c - p a rtie ro n en un vuelo de negocios desde la c a p ita l
de B otsw a n a . Gaborone, en d ire c c ió n a M aun, una p o p u la r ciudad tu rís tic a del n o rte del país.
Sin em bargo, la aeronave tu v o un p ro b le m a en el m o to r d u ra n te el vuelo y la trip u la c ió n se vio
obligada a re a liz a r un a te rriz a je de em ergencia con el a g ra v a n te de que se p e rd ió el c o n ta c to
p o r ra d io y fue im posible re a liz a r una lla m a d a de so co rro a n te s de la caída del avión. El p ilo to
y los c u a tro pasajeros su frie ro n quem a d u ra s d u ra n te la colisión y el p o s te rio r incendio, p ero
para dos de ellos las consecuencias fu e ro n to d a v ía peores: L y n e tte N iko lic s u frió lesiones
en la colum na y el brazo izquierdo, y a G ra o ra c se le
p e rfo ró un pulm ón.
A la m añana sig u ie n te , Du Plessis y el p ilo to , C osta
M a rca n d o n a to s , d e c id ie ro n re c o rre r la d is ta n c ia
hasta M aun (con un tie m p o e s tim a d o de c u a tro días)
p a ra p e d ir ayuda. Su plan fu e un d e s p ro p ó s ito desde
el p rin cip io : en rea lid a d , M a u n estaba a unos 3 0 0 km
«SE PERDIÓ EL CONTACTO
POR RADIO, POR LO QUE
FUE IMPOSIBLE REALIZAR
UNA LLAM ADA DE AUXILIO
ANTES DE QUE EL AVIÓN
SE ESTRELLASE.»
al oeste, y hacia el este había p oblaciones m ucho m ás
próxim as. In te n ta ro n o rie n ta rs e co n el sol, p e ro no tenían m a c h e te y no p u d ie ro n a d e n tra rs e
en la espesura. Se v ie ro n o b lig a d o s a s e g u ir las h u e lla s de los e le fa n te s p a ra e n c o n tra r a gua
(en una ocasión se e n c o n tra ro n co n v a rio s e je m p la re s) y escu ch a ro n los ru g id o s de los leones
p o r la noche. C uando llegó el sábado habían re c o rrid o 9 0 km . p e ro su ru ta en zigzag
sólo los había se p a ra d o 3 0 km del lu g a r d e l accid e nte .
A pesar de sus e rro re s, al día s ig u ie n te lle g a ro n a un re fu g io de caza h a b ita d o . Después
de in te n ta r en va n o c o m u n ica rse p o r ra d io con las a u to rid a d e s , un h e lic ó p te ro llegó
p o r fin al lu g a r del a c c id e n te el lunes 6 de m a rz o y tra s la d ó a las v íc tim a s a un h o s p ita l
p a ra s o m e te rla s a una in te rv e n c ió n de u rgencia.
SUPERVIVENCIA EXTREM A EN EL DESIERTO
QUÉ HACER
¿ESTÁ
e n
p e l ic r o
?
Póngase a salvo de:
♦
NO
SÍ
El s o l/e l v ie n to : encuentre
o improvise un refugio.
4
Los a nim ales: evite el enfrentam iento
A N A L IC E S U S IT U A C IÓ N
y aléjese del peligro
Véanse págs. 234-235
Las lesiones: estabilice el problema
y aplique las medidas oportunas
de prim eros auxilios.
¿ A L G U IE N S A B E Q U E V A A E S T A R
Si nadie sabe que fa lta o dónde
se encuentra, tendrá que in form ar
AU SENTE O DÓNDE SE ENCUENTRA?
Si se pierde, lo m ás probable
a alguien de su difícil situación
es que salga un equipo de rescate
SÍ
con los medios de que disponga
en su busca.
¿ T IE N E A L G Ú N M E D IO P A R A
Si tiene un teléfono móvil o por satélite,
C O M U N IC A R S E ?
Se e n fren ta a una situación lím ite
por tiem po indefinido (hasta que
inform e a alguien de su situación.
Si ésta es lo suficientem ente grave
lo localicen o encuentre ayuda).
♦
NO
Sí
♦
como para requerir un rescate
de emergencia y lleva un radiofaro
personal, tenga en cuenta
¿ P U E D E S O B R E V IV IR E N E L
Si no puede sobrevivir donde se
encuentra y no hay razones físicas
e sta opción
LU G A R D O ND E SE E N C U E N T R A ?*
para quedarse donde está, tendrá
que trasladarse a un lugar que
le ofrezca m ás posibilidades de
♦
NO
f
\
Sí
Ocúpese de los principios básicos de
supervivencia: protección, ubicación,
agua y comida.
4
supervivencia, rescate o ambos.
Sí
Sí
TENDRA QUE
TRASLADARSE
■ Tome una decisión fundada sobre
1-
el m ejor lugar para trasladarse.
■ Busque o improvise una sombra
y trab aje durante los momentos
m ás frescos del día. Un refugio
-1
■ Deje indicaciones claras sobre sus
planes (mensajes escritos o señales)
si abandona un vehículo.
cavado 15 cm por debajo del suelo
le proporcionará un lugar mucho
m ás fresco para descansar.
de localización m ientras está
en m archa y distribuyalas
NO
NO
■ Racione el sudor, no
el agua: necesita alrededor
cuando acam pe.
■ Protéjase de los destellos
■ Se siente directam ente
en el suelo caliente cuando
■ Abandone un vehículo
averiado a menos que sea
de 1 litro por hora cuando
la tem p eratura supera
del sol y del viento.
■ Busque o improvise un
se detenga.
■ Viaje du rante las horas
m ás calurosas del día.
absolutam ente necesario: es
m ás fácil de ver y es lo que los
los 3 8 °C y la m itad de
esa cantidad si no la supera.
■ Analice continuamente
refugio cuando no se mueva
y aproveche todas las
■ Se arriesgue: un tobillo
equipos de rescate buscarán.
■ Gaste energías
su situación en cuanto al
oportunidades de recoqer
dislocado por descender
innecesariamente;
agua y las opciones para
com bustible para hacer
fuego (los desiertos son
corriendo una duna de arena
podría resultar fatal.
perm anezca inactivo a menos
aum en tar sus reservas.
gélidos por la noche).
■ Esté a te n to a las señales
■ Fuerce el ritm o; viaje
a la velocidad de la persona
que haya algo
im prescindible que hacer.
■ Desatienda el fuego; utilice
■ Por la noche deje al raso
todo cuanto pueda recoqer
agua de rocío, que le servirá
de agua o civilización
(vegetación verde, huellas
m ás lenta del grupo.
■ Se refugie en lechos fluviales
cualquier cosa que ard a (leña,
neumáticos) para generar
para beber
convergentes de anim ales
secos, ya que existe el riesgo
potencial de riadas.
calor y humo.
y humanos o pájaros que
vuelan en circulo)
■ Prepare todas las ayudas
de localización para poder
utilizarlas de inmediato.
____
I
Esté a le rta en todo momento
a cualquier señal de rescate.
*Si no puede sobrevivir en d lugar donde U encuentra, pero tampoco puede moverse
porque se ha hecho d a ta o por cualquier otro motivo, debe hacer todo lo posible par j
atraer a los equipos de rescate
•*S i su situación cambia (por ejemplo, se «traslada» para buscar ayuda y encuentra
una ubicación adecuada para quedarse y sobrevivir!, consulte los cuadros de • S i- y -No«
129
130 TÉCNICAS DE A C A M P A D A _ CONCEPTOS BÁSICOS
FUEGO POR FRICCIÓN
ESTE MÉTODO REQUIERE UN EQUIPO PRIMITIVO, co m o un ta la d ro
H E R R A M IE N TA S
de arco, y exige conocim ientos, habilidad y p rá c tic a , adem ás de la m adera,
Y M A T E R IA L E S
el tie m p o y el esfuerzo co rre c to s . Una vez a p re n d id a p o siblem ente sea
■ Material para atar, como cordón,
la m ás s a tis fa c to ria de to d a s las té cn ica s de supervivencia. N unca o lv id a rá
sedal o cuerda
■ Madera
el p rim e r fu e g o cread o a p a r tir de un ascua p ro d u cid a p o r usted m ism o.
■ Cuchillo
En una a u té n tic a situación de supervivencia, sie m p re encenderá fuego
■ Punzón (opcional)
con el m é to d o m ás rá p id o y fácil de que disponga.
CREAR UN TALADRO DE ARCO
El ta la d r o d e a r c o e s u n o d e lo s m é to d o s m á s e fic a c e s p a r a h a c e r fu e g o
Existen muchas maneras de hacer fuego
por fricción, entre ellas el taladro de mano,
la sierra de fuego de bambú (véase pág. 133)
p o r fric c ió n . In t e n t e e n c o n t r a r e l tip o d e m a d e r a a d e c u a d o p a r a c a d a pieza,
p a ra e l ta la d r o y la t a b la d e e n c e n d id o (véase P r o b a r la m a d e r a , p á g . sigu iente).
y el taladro de anco. Cada una posee sus ventajas
en función de los materiales disponibles y de sus
habilidades. Sea cual sea el método utilizado,
existen cuatro técnicas imprescindibles
O
Rara el arco, corte un palo de la
m ism a longitud que la distancia
La muesco ofrece un punto
donde atar b cuerda
e n tre su axila y la punta de los dedos
para producir fuego por fricción:
■ C orte una muesca (o realice un agujero
■ Identificar y obtener los tipos de madera
adecuados.
■ Construir las piezas individuales que
componen el kit para hacer fuego.
■ Utilizar el kit para producir un ascua.
Utilizar el ascua para crear una llama.
con un punzón) cerca de cad a extrem o.
■ A te la cuerda con un nudo a rb o r (véanse
págs. 1 4 2 -1 4 3 ) a una de las muescas y con
medios cotes (véonse págs. 1 4 4 -1 4 5 ) a la
otra. Deje sólo la holgura suficiente para
envolver la cuerda alrededor del dedo.
ToHe en punta el extremo que
encojo en b la b b de encendido
doto aumentar b fricción
Realice uno muesco
con la punta del
cuchillo en el centro
del soporte
Sujete ta modera
con firmeza en una
mono y totte b
punto con b otro
O
Prepare el soporte de a g a rre
con una pieza de m adera dura
de e n tre 7 5 cm y 1 0 cm de ancho.
O
■ C órtela a una longitud de 1 2 -1 5 c m
Para el taladro, corte una
pieza recta d e m adera que
no tenga nudos.
■ El taladro ideal sería d e unos
2 5 m m de diám etro y 2 0 cm
de largo
Talle el extremo
que encaja en el
soporte de agarre
hasta conseguir
una punta roma
poro reducir
lo fricción
p á rtala en dos y haga una m uesca
■ La p a rte rom a del taladro encaja
en la muesca. Tiene que sujetar
el soporte m ientras utiliza el arco
(véase pág. 1 32)
FUEGO POR FRICCIÓN
PRUEBA DE LA S BRASAS
PROBAR LA M ADERA
Cada tipo de m adera produce
Los árboles m uerto s que siguen en
unas brasas características.
pie son los m ejores para la m adera
Las de avellano y tilo producen
del ta la d ro y la ta b la de encendido,
brasas fácilmente, pero la leña
se agota con rapidez. Ésta
puesto que está seca. La m adera
prueba le ayudará a saber qué
m aderas hacen unas buenas
brasas. Friccione, con un
taladro, una tabla de encendido
blanda m uerta es m ás fácil de
utilizar que la dura. pero, si no ve la
diferencia, recurra a las dos pruebas
que se indican a continuación.
de m adera blanda hasta que
PR UEB A DE U Ñ A DEL PU LG A R
cinco segundos y deténgase.
Observe los restos obtenidos:
■ Si es un polvo f ino, producirá
brasas.
produzca humo: continúe
C o rte sobre la corteza de una ram a
Si m arca la m adera con la uña del
pulgar, significa que es una madera
blanda, si sólo deja una m arca
©
sobre la m adera. Empuje con
el pulgar.
Presione con la ufla
en la p a rte expuesta
en un ángulo de 9 0 0 con
respecto a la m adera.
O
■ Si son bastos o parecen
desintegrarse, lo más probable es
apenas visible, es una m adera dura.
que no produzca buenas brasas.
Prepare la ta b la de encendido con una
pieza plana de m adera de unos 2 5 m m
de grosor Es posible que tenga que p a rtir
alguna para ob ten er la que necesita
Utilice lo punta
del cuchillo
pato hacer
un agujero
EL SET DE FUEGO TERMINADO
El taladro de arco funciona m ejor cuando el
taladro y la ta b la de encendido son de la misma
■ Sujete el taladro de m anera que se sitúe
m adera, ya que am bas partes se desgastan
a unos 1 0 m m del borde de la tabla.
por igual. Dado que eso no siem pre es posible
■ M a rq u e ese punto con el cuchillo y haga
experim ente con distintas maderas.
un pequeño agujero para facilitar la puesta
■ Son adecuadas para em pezar las maderas
en m arc h a del taladro.
Sitúe lo punto del
tolodro en el agujero
de sicómoro, avellano, h ied ra tHo. sauce y sotol
(no existe en Europa).
A telo cuerdo uno
ver alrededor del
tolodro. a un lodo
del arco
■ Tam bién son útiles las m aderas de aliso, abedul,
cedro, pino, picea, arce, roble y álamo.
Prepare el orto con cualquier tipo
de modero, o ser posible de una
piejo ligeramente curvado
0
Prepare el tolodro con
la misma modera que lo
de la toólo de encendido
Coloque el arco, el taladro y el soporte de a g a rre (véase tam bién pág. 132).
y friccione el taladro en el aquiero d e la ta b la liasta que éste sea tan ancho
Los pequeños bultos en el
taladro ayudarán o evitar
que la cuerda se resbofe
com o el ta la d ro No llegue hasta el final de la tabla.
Lo V debe ocupar una octava porte
rh ' k¡ r ir r im t i'r r n r ir t / M rm u ifm
©
Corte el soporte
de agarre a portir de
modera dura paro
evitor que se queme
ARCO
TALADRO SOPORTEDEACARRE
TABLADE
ENCENOIDO
Prepare la toóla de encendido con
madero que se encienda con focihdod
C orte una V hasta el cen tro del agujero. El final d e esa V es el punto en
el que se acum ulan las brasas y se form an las ascuas en el recogebrosas
(véase pág. 132).
132 TÉCNICAS DE A C A M P A D A CONCEPTOS BÁSICOS
UTILIZAR UN TALADRO DE ARCO
Antes de utilizar un taladro de arco, tenga a mano una bola de yesca, leña
y combustible. Hasta que domine la técnica utilizará mucha energía, asi que tenga
r
H E R R A M IE N T A S Y M A T E R IA L E S
cuidado con la hipertermia y la deshidratación. Convertir una brasa en un fuego es
■ Set de taladro de arco (véanse
toda una técnica; aproveche las oportunidades que surjan para practicar haciendo
pógs 130-131)
bolas de yesca y encendiéndolas con una ascua de la hoguera del campamento.
■ Una pieza fina y seca de corteza para
utilizada como soporte recogebrasas
EN P O SIC IÓ N
Mantenga la cobe/a
tan firme como pueda
Yesca suelta, leña y combustible
n n r n n r im n z W n r c n
Coloque el recogebrasas en una superficie plana
y seca, y alinéelo con la V de la tabla de encendido.
Inclínese sobre
el soporte con el
peso del cuerpo
Ponga un pie sobre la tabla y dé una vuelta
ai taladro con la cuerda del arco, empezando
por dentro. Coloque el taladro en el agujero de
la tabla de encendido, encaje el soporte de agarre
(con una hoja verde en la muesca para lubricar)
y apoye el antebrazo en la espinilla. Arrodille
la otra pierna y ejerza presión sobre el soporte.
O
Sujete el arco horizontalm ente con
respecto al suelo y paralelo al cuerpo
■ Indínese hacia adelante para ejercer presión
sobre el taladro y a trá s para dism inuir la fuerza.
■ Empiece a friccionar poco a poco, utilizando
Utilice el braro
paro accionar
el arco, no pora
hacer fuer/a
en el soporte
toda la longitud del arco. In ten te conseguir
un ritm o uniform e y fluido.
■ Respire de form a acom pasada a m edida
que fricciona y aum ente la velocidad de form a
gradual hasta que em piece a salir humo. Friccione
Si el taladro se
resbolo, retire un
poco el arco paro
oumentar lo tensión
de ta cuerda
diez veces m ás con todas sus fuerzas (lo habitual
es que se acumulen brasas en el recogebrasas).
Mantengo el taladro
vertical mientras
utitua el arco
A rnetMa que
el taladro gtra.
la fncuón calienta
la modera
En el recogebrasas
se acumulará una
cenua negra
0
Retire el taladro con cuidado y separe
la tabla de encendido de las brasas
humeantes.
■ Si las brasas se pegan a la tabla, golpéela
ligeram ente con el cuchillo para soltarla.
■ Levante poco a poco el recogebrasas y observe
si las brasas están incandescentes.
■ Si sólo echan hum o y no están incandescentes,
abaníquelas un poco con la mano hasta conseguir
que ardan.
Abanique
las brasas muy
poco pora no
dispersarlos
FUEGO POR FRICCIÓN
en la bola d e yesca.
SIERRA DE FUEGO
DE BAMBÚ
■ Las brasas deben tocar
Se utiliza una técnica de sierra con el
Ponga con cuidado las
O
brasas incandescentes
la yesca para traspasarles su
fin de encender la yesca (rascando
c a lo r distribúyalas con cuidado,
d exterior del bambú con el cuchillo).
133
pero no las aplaste para
no dejarlas sin oxígeno
FABRICAR LA SIERRA
Coloque tasbrasas ------------en el centro de la
bola de yesca
Necesita una pieza de bambú de 45 cm
de longitud. Córtela a lo largo en dos
partes iguales.
A file la punta do la prim era pieza con
Mantenga la yesca
olc/cxia de la cara
(cofóquno de espaldas
al viento si lo hay)
el cuchillo y después corte una muesca
con form a d e V en la pa rte exterior central
de la segunda pieza.
No sople
con etcesivo
fuerzo
4 ^
El atiento
ota brisa
favorecen la
combustión
Sujete la yesca sobre la muesca de la
segunda pieza de bam bú con otra tira
d e bam bú que esté partida, pero no del todo
r o ta
■ Arrodíllese y sujete con firm eza
la pieza afilada de bambú, verticalmente,
Sáfete lo yesca
a lo altura
de la coro,
pero no cerca
entre el suelo y el estóm ago (póngase
algún tipo de protección).
■ Sitúe la muesca y la yesca sobre el borde
afilado de la prim era pieza, y frote la segunda
O
Sople la yesca
pieza a rrib a y abajo rítm icam ente
con cuidado para
Inclínese sobre lo
sierra de fuego
que prendan las brasas.
■ Puede m over la yesca arriba
y abajo e n tre soplido y soplido
para que el a ire seco avente
las brasas
■ Continúe con el proceso
m ientras aum en ta el humo
Friccione
y la yesca acab a encendiéndose
la sie na
a rrib a y
ra o
©
No tire la yesca encendida al suelo: colóquela
con cuidado en el lugar donde desea hacer
fuego. Em piece a colocar el m ate ria l para el fuego
Cuando las ránulas
hayan prendido,
podrá añadir
combustible
alrededor d e la yesca
Sujete la segundo
pieza en posición
Coloque re tin to s
horizontal con
jo s dos manos
sobre to yesca
en Honras
Arrodíllese
'-'‘o
pierna
Sujete lo p rim e ro pieza de
bam bú en posición vertical
Cuando la fricción produzca
S i puede.
utilice uno base M U
de le fio ■.•erde ______
abundante humo, realice
2 0 pasadas m ás y obtendrá brasas
134 TÉCNICAS DE A C A M P A D A HABILIDADES MANUALES
H A B IL ID A D E S
M AN UALES
El aprendizaje de las habilidades ú tile s
c o n e l e q u ip o m á s b á s ic o . D e e s e m o d o ,
p a ra d e fe n d e r s e e n la n a tu r a le z a n u n c a
a p r e n d e n a e n te n d e r lo s e le m e n to s
se te r m in a . D e s p u é s d e h a b e r e n s e ñ a d o
im p o r t a n t e s d e c a d a t a r e a y n o tie n e n
a m ile s d e a lu m n o s a lo la r g o d e v a r io s
m á s e le c c ió n q u e h a c e r lo b ie n p a r a s a lir
a ñ o s, to d a v ía n o he im p a r t id o u n c u r s o
a iro s o s . E s to , a su v e z , le s a y u d a a e n te n d e r
en el q u e n o h a y a a p r e n d id o u n a n u e v a
c ó m o y p o r q u é c ie r t a s té c n ic a s fu n c io n a n
h a b ilid a d : p o r e je m p lo , u n m é t o d o
y o t r a s no, y le s b r in d a la o p o r t u n id a d
m á s e fic a z p a r a c o n s t r u ir u n r e f u g io ,
d e r e c u r r ir a la im p r o v is a c ió n p a r a
c ó m o h a c e r u n n u e v o n u d o o e l m e jo r
m o d if ic a r la s té c n ic a s b á s ic a s c o n e l fin
m o d o de lle v a r a c a b o u n a ta r e a
d e s a c a r le s e l m a y o r p a r t id o . C o n o c e r
d e m a n e r a m á s s e g u ra y, a l m is m o
e l m é t o d o c o r r e c t o p a r a u t i l iz a r u n c u c h illo ,
tie m p o , e fic a z .
p o r e je m p lo , n o s ó lo m e jo r a la s e g u r id a d
En e l e jé r c it o s ie m p r e e n s e ñ a m o s
a lo s a lu m n o s a r e a liz a r la s ta r e a s
En este apartado
e n u n a e x p e d ic ió n , s in o q u e ta m b ié n
s ig n if ic a r á q u e u n a ta r e a se lle v a r á
DESCUBRIRÁ
■ las ventajas de llevar una madeja en el bolsillo...
■ cómo desfibrar un tallo de ortiga sin que le pique...
■ cuándo doblar y cuándo enrollar...
■ cómo se diferencia un chicote de una cola...
■ los usos de una vuelta de escota o de un as de guía corredizo...
■ la diferencia entre un p arang y un kukri...
■ cómo derribar un árbol con un garrote...
HABILIDADES MANUALES
Si le da un trozo de c u e rd a
a a lg u ie n q u e no s a b e n a d a d e n u d o s
y le p id e q u e re a lic e u n a ta re a , u tiliz a rá
to d a la c u e rd a . Si, en c a m b io , enseña
a esa p e rs o n a d o s n u d o s s e n c illo s
y le im p o n e la m is m a ta re a , e m p le a rá
ú n ic a m e n te el tr o z o n e c e s a rio de c u e rd a .
U S A R E L M E J O R N U D O , atadura o cote
a c a b o c o n la m ín im a c a n tid a d de
para una tarea determinada significa emplear la cuerda
e n e rg ía . D el m is m o m o d o , s a b e r c ó m o
con mayor eficacia y, por tanto, disponer de ella para
se h a c e n a lg u n o s n u d o s b á s ic o s , ú tile s
otros usos. En una situación límite, en la que tal vez
en la m a y o r p a r t e d e la s s itu a c io n e s
tenga que desplazarse todos los días, necesita poder
d e s u p e r v iv e n c ia , le p e r m it ir á u t iliz a r
utilizar las mismas cuerdas un día tras otro.
c u a lq u ie r t i p o d e a t a d u r a d e la m a n e ra
m á s e fic a z p o s ib le .
S i se e n c u e n tr a e n u n a s itu a c ió n
■ Utilice nudos que no requieran cortar y que se puedan
desatar de form a rápida y fácil (intentar deshacer
un nudo con las manos frías y húmedas, a oscuras,
y cuando se está cansado y desanimado puede
d e rie s g o c o n a lg o m á s q u e e l e q u ip o
convertirse en una experiencia frustrante, además
b á s ic o , la s c o s a s s e rá n m u c h o m á s fá c ile s .
de que puede conllevar la pérdida de varios
N o o b s ta n t e , la c a p a c id a d d e im p r o v is a r
trozos de cuerda).
lo n e c e s a rio c u a n d o n o se tie n e p u e d e
s u p o n e r la d ife r e n c ia e n t r e la s u p e r v iv e n c ia
y la s im p le d e s e s p e ra c ió n .
■ Antes de adentrarse en la naturaleza, aprenda
algunos nudos básicos, como el as de guía corredizo
y el cote de guardiamarina, perfectos para levantar
un sencillo refugio con un poncho.
■ Practique los nudos hasta que sepa atarlos
(y desatarlos) con los ojos cerrados.
■ Si va a realizar excursionismo en un lugar frío,
practique los nudos con los guantes puestos
(véose texto destacado, pág. 135)
La capacidad de improvisar lo necesario
cuando no se tiene puede suponer
la diferencia entre la supervivencia
y la simple desesperación.
135
136 TÉCNICAS DE A C A M P A D A HABILIDADES MA NUALES
CORDAJES ARTIFICIALES
P IE Z A V IT A L D EL E Q U IP O DE S U P E R V IV E N C IA , el co rd a je
a rtific ia l es uno de esos o b je to s que tie n e m uchas aplicaciones:
c o n s tru ir un refugio, re p a ra r piezas del e quipo y de ropa, c re a r
tra m p a s y redes, y p ro d u c ir fu e g o p o r fric c ió n con un ta la d ro
USO DEL CORDAJE
Resulta imprescindible utilizar una cantidad
limitada de cordaje con la mayor eficacia posible.
■ Utilice la cantidad mínima de cuerda que sea
absolutamente necesaria para cada tarea
de arco. A sí pues, lleve siem pre a b u n d a n te cordaje.
■ Utilice nudos sencillos y fuertes que se puedan
deshacer, si es posible, sin cortar. De ese modo,
la cuerda queda intacta para la siguiente tarea.
GUARDAR EL CORDAJE
^
Antes de salir de viaje, calcule cuánto cordaje necesitará. Asegúrese
de llevarlo en dos partes: en la mochila y en su propia persona
Coda tre n m de
(por si no tiene la primera a mano). Asegúrese también de que la aguja
que lleve en la lata de supervivencia tenga un ojo lo bastante grande
como para los hilos interiores del cordaje.
C U E R D A DE P A R A C A ID A S
Es un tipo de cordaje concebido originalm ente para las líneas d e aparejam iento
de los paracaídas y adoptado m ás tarde como cordaje estándar en la m ayoría de
Lis fuerzas m ilitares de todo el m undo Se tra ta d e una cuerda ligera de nailon,
compuesta por 3 2 hilos trenzados, cad a uno d e los cuales contiene, a su vez.
Cuondo se c o rta n los
extrem os de la s trem as,
se pueden deshacer
varios hilos m ás pequeños, que tam b ién se pueden utilizar. En la m ayoría
de las situaciones, la cuerda de paracaídas es una excelente opción porque
resulta fácil de encontrar, es resistente y apenas ocupa espacio.
T R U C O DE S U P E R V IV E N C IA
El verde es el color ideal d e la cuerda de paracaídas m ilitar,
ya que se c a m u fla En una situación limite, el rojo es m ejor
porque destaca (resulta m ás fácil encontrarla si se le cae
y puede utilizarse como ayuda de localización). No se lleve
una sola pieza grande (de 3 0 m. por ejem plo): es mucho
mejor cortar la cuerda en piezas de 1 0 m y a ta r cada
una en form a de una m adeja (véase pág. siguiente e inferior).
D IE Z M A D E J A S
Una madeja cabe en la palm a de la mano. Ocupa m uy poco
espacio, de manera que puede rep artir fácilm ente diez
madejas entre la mochila y los bolsillos.
Rodos de cuerdo de
porocoidos convertido
en madejas que caben
en una mano
La cuerdo de
paracaídas es una
cuerda fo r ra d o coa
un núcleo rochado
de una funda
e x te rio r tejida
L a fu n d o e x te rio r
está íta e iV x w fiM
aum e n ta r la (u c r/d *
t o durabilidad
y la flexibilidad _
CORDAJES ARTIFICIALES
ATAR U NA M A D E JA
Es recom endable g u a rd a r las cuerdas en m adejas: (xxlrá
deshacerlas cuando Lis necesite y volver a guardarlas a tad as
O T R O S T IP O S D E C O R D A J E
A t a r una nvideja es sencillo; do m inará la técnica enseguida
En una situación lím ite puede oc u rrir que tenga que Im provisar
porque la rep etirá una y otra vez.
y utilizar otros tipos de cordaje, en especial si no lleva cuerda
de paracaídas o s» la ha gastado toda. A ntes de empezar
E t e x tre m o de la
M a n te n g a et
p u lg a r vertical,
canto un poste
cuerda se sujeto
con lo p a lm a
a Iw ce r cuerda a p a rtir de m ateriales naturales (léanse
páqs. 138-141). aquí tiene algunas alternativas que podrían
ser m ás ráp idas y m ás fáciles d e a d a p ta r
CORDONES
Los cordones norm ales de zapatos y botas suelen ser
k> bastan te tuertes com o para u tili/.irlo s a modo de cuerdas
No obstante, los m iembros de muchas unidades militares,
lim itados al equipo que pueden guardar o transportar,
los sustituyen por cuerda de paracaídas. Utilizan el doble
de la cantidad necesaria y enrollan la cuerda que sobra
en la p a rte superior de las botas. De ese modo, disponen
de una reserva e x tra de cuerda que pueden ir cortando
O
A b ra una m ano (la que quiera) con el pulgar y los dedos
según la necesiten. U sted puede hacer k» mismo,
pero nunca sacrifique todo el cordaje, ya que también
estirados.
necesita cam inar cómodamente.
■ Coloque el e xtrem o d e la cuerda sobre la palm a y enrólleLi
fo rm an d o un oclio e n tre el pu lgar y el meñique.
C IN T U R O N E S . R O P A Y G O R R O S
Puede c o rta r en tiras cualquier tipo de cinturón, sea cual
sea el m aterial con el que esté fabricado (cuero, tela, etc ),
para utilizarlas a modo de cordate. También puede cortar
Continúe con
e l p u lg a r y e l
m eñique estirados
p a ra m antener lo
tensión de la cuerda
L o fig u ra de ocho
es cada v e r más
voluminosa
prendas de ropa en tiras. No obstante, no tiene que destrozar
una cam iseta em piece por la costura inferior y corte tiras de
2 .5 cm en círculo Incluso puede utilizar el sombrero: una tira
de 2 .5 cm del ala de un gorro de tela mide m ás de 1 m Todavía
mejor, enrolle cuerda de paracaídas en La corona del gorro
y cósala
E N E L E Q U IP O
Es posible que en el equipo lleve otras piezas que puede
utilizar a modo de cordaje (por ejemplo, vientos de la tienda
de cam paña o cordones de ropa o del saco de dormir)
El hilo dental, sobre todo el encerado, es muy resistente
O
Siga enrollando la cuerda
y se puede em plear para a ta r o coser Si dispone de un vehículo,
probablem ente tendrá una cuerda de remolque: tom e una parte
hasta que le queden m ás
y deshágala en piezas m ás pequeñas.
o menos 2 0 cm (la cola).
REBUSQUE
A ctualm ente existen pocos lugares a los que no haya llegado
el hombre. Incluso en zonas rem otas puede encontrarse
con restos del «mundo civilizado», desde botellas de plástico
hasta cuerda. En una situación en que la improvisación
puede ser la diferencia e n tre la vida y la m uerte, recoja
todo lo que pueda serle de utilidad.
SELLAR CUERDA DE P A R A C A ÍD A S
El uso de la cuerda de paracaídas puede complicarse porque los
O
R etire la m ad eja del pulgar y el meñique
■ Asegúrela a ta n d o la cota a su alrededor
con un ixid o de fugitivo.
extremos acaban deshaciéndose si no se protegen. Pruebe a sedarlos
después de cortarlos: para ello, acérquetes una llama hasta que se
fundan. Tenga cuidado, el nailon fundido puede gotear y quemar.
137
138 TÉCNICAS OE A C A M P A D A HABILIDADES MANUALES
CORDAJES NATURALES
S I NO D IS P O N E de n ingún tip o de co rd a je a rtific ia l,
¡C UIDA D O !
puede o b te n e r uno n a tu ra l. U tilice raíces y ta llo s de p la n ta s
Tenga muchísimo cuidado cuando recoja
para c re a r cuerda con la que le v a n ta r refugios, y tendones
y trabaje con fibras vegetales, sobre todo
de anim ales para a ta r y coser.
al arrancar del suelo plantas como heléchos
verdes. Doblar un tallo por la base y arrancarlo
puede dejar expuestas fibras muy afiladas,
PREPARAR FIBRAS
DE ORTIGA
asi que corte la planta con un cuchillo o utilice
guantes. El jugo de algunas plantas irrita
la piel: lávese las manos cuando termine.
L a s o r tig a s c o n ta llo s la rg o s s o n la s q u e tie n e n m á s fib ra s .
V _______________________________
j
C o n unos g u a n te s (o c o n las m a n o s p r o te g id a s ), a r r a n q u e
las hojas s u je ta n d o e l ta llo p o r la b a s e y p a s a n d o el p u ñ o
A b ro eI to llo aplanado
basto fo rm a r uno tir a la rga
c e rra d o p o r to d o el ta llo .
O
Siéntese a Irorcajadas sobre un tronco y coloque delante
A bra el tejido aplastado con el pulgar. Asi quedará
de usted un tallo de o rtig a Pase por encim a un palo
expuesta la m édula esponjosa del interior,
redondo, adelante y atrás, m ientras ejerce presión Ira d a abajo
■ Continúe con la operación hasta que el tallo quede bien aplastado.
E L E G IR L A M A T E R I A P R I M A
Para obtener cuerda natural sirven muchos tipos d e m ate ria p r im a desde corteza
a raíces, tallos y nervios o tendones. Empiece buscando en el entom o inm ediato
para ver qué puede utilizar.
RAÍCES
HECHOS
CORTEZA
■ Los troncos poseen unas capas ent/e la corteza y el duramen
llamadas cdmíuwn Son las mejores para crear cuerda.
DÓNDE
pero funcionan mejor las de especies perennes como el pino,
d abeto, la picea y el cedro.
■ La corteza de ártwles como el sauce y d tilo es adecuada
paraobtcnercuerda.
■ Utilice otros t«os de corteza, como de clemátide o madreselva,
cuando se rompan y se separen del árbol o la enredadera.
PREPARACION
■ Muchas raíces de árboles sirven como cordajes y ataduras,
• Retire ta corteza de un árbol muerto y golpéela para soltar
las fibras interiores de cámbum
■ Arranque las fibras de cámbum en tiras largas. Uncelas
■ Busque raíces jóvenes cerca de la superficie del suelo, ya que
son flexibles. Corte ralees algo más gruesas de lo que las necesita
ya que tiene que retirar la corteza. Quite sólo unas cuantas raíces
de cada árbol y repare los posibles daños en el suelo.
■ Realice un corte en toda la extemwn de la raíz Retire la corteza y dete que
la raíz desnuda se seque y encoja antes de partida por la mitad o en cuartos
■ Guarde la corteza para utilizada como yesca o leña. También
tai como queden (clemátides y madreselva) o tréncelas
puede artadrla a una hoguera para producir humo con el que ahuyentar
para que sean más resistentes
a las moscas
CORDAJES NATURALES
OBTENER CUERDAS A P A RTIR DE PLANTAS
Para empezar, debe tener acceso a una cantidad suficiente
de plantas No empiece a crear cordaje con la única
planta que haya disponible en la zona. Además deben
Rom pa k> copo
fib ro s a con W pulgar
reunir unas características básicas para poder convertir
sus fibras en cuerdas.
■ Las fibras tienen que ser lo bastante largas Si tiene
Sección d el
to llo ro to
que unirlas para conseguir longitudes prácticas, debilitará
la pieza.
■ Si va a trenzar varias piezas para conseguir una linea más
fuerte, utilice fibras más bastas ya que se unirán mejor. Las
fibras brillantes o lisas tienden a desenredarse con facilidad.
■ Las fibras tienen que ser fuertes Estírelas para comprobar
O
cuánta tensión soportan. También es preciso que sean
Ooble el tallo por el centro. Cuando lo haga, la médula
lo bastante flexibles como para que no se rompan cuando
se desprenderá de la capa e xte rio r y asi le será
las doble y las ate.
m ás fácil separarlas
O
Separe con cuidado la capa
e xterio r de la m éd ula
■ Con d índice y el pulgar de
una mano, retire la capa hacia fuera
m ientras la sujeta con la o tra mano.
■ Obtendrá tiras Largas y fibrosas
d e piel e xte rio r que puede convertir
en piezas cortas de cordaje natural
{véase pág. 140).
« i un sotomovimiento
LEÑ A
HECHOS
■ Los tallos fuertes y flexibles del sauce,
H O JA S
■ Las hojas de muchas plantas, como las
d abedul, d fresno y d avellano se emplean
de los linos, el agave y d sisal, contienen
para improvisar techos de paja asi como
fbras útiles.
TENDONES
■ Los tendones t k animales constituyen
un cordaje resistente y versátil (algunos
soportan el peso de un hombre!
■ Se utilizan para atar puntas de flecha
en jardinería
a los astiles, asi como para coser
■ Sirven para obtener cuerdas prácticas
prendas coMürvis de cuero y nxikluks
y robustas y dan mejores resultados
en primavera o verano
DÓNDE
■ El»a un árbol o una rama joven, larga
■ Para averiguar si las hojas de una planta
■ Los tendones unen ef hueso con el múscúo
y flexible. Cuantos menos tallos o ramas
contienen fibras útiles, no tiene más que
Los más largos se encuentran a ambos lados
mejor, ya que es preciso arrancarlos.
rasgar una hoja y comprobar si se rompe
de la columna vertebral, paralelos a ésta.
en capas fibrosas.
■ En las patas traseras se encuentran piezas
más cortas.
PREPARACIÓN
■ Arranque t e tallos o las ramas Agarre
la pieza por la base y gírela hasta que las
fibras se rompan Doble la vara con forma
de S y. después, per el centro para aflojar
las fibras. A continuación, arranque la pieza
del árbol y ut Ac* las fibras
■ Ponga las hojas en remojo en agua para
que las capas interiores se diaten y se abran
Las bacterias actúan sobre d tejido cdular
y lo separan de las fibras.
■ Aclare las fibras con agua i-upo para evitar
que continúe la acción bacteriana y séqudas
bien
■ Tome un tendón dd cuerpo de un arana!
retire la capa exterior, limpíelo y déjelo secar
Separe las fibras secas y utücdas como Mos
individuales o bien únalas o tréncelas para
obtener cuerdas más fuertes Puede suavizar
los tendones secos con agua o saliva
139
140 TÉCNICAS DE A C A M P A D A HABILIDADES MANUALES
CREAR CORDAJE NATURAL
Cuando tenga preparada una cantidad suficiente de fibras, k) mejor es dejar
que se sequen antes de utilizarlas. Cuélguelas al sol o cerca de una hoguera.
H E R R A M IE N T A S Y M A T E R IA L E S
En una situación límite, puede utilizarlas antes de que se sequen. Retorcer
Suficientes fibras naturales preparadas
y enrollar las fibras son los dos métodos principales para crear cuerdas
(véonse págs. 138-139) para conseguir
naturales. Como ocurre con la mayoría de las tareas de supervivencia,
la cantidad de cuerda que necesita
la práctica liace al maestro.
C O R D A J E R E T O R C ID O
Comience trabajando hacia un extrem o, no en el centro, para e v ita r que los siguientes
empalm es coincidan en el mismo punto. A si se gana en resistencia ya que cada em palm e
es un punto débil en potencia. Si son lo suficientem ente finas, las fibras retorcidas
Cuando se retuerce
la fib ra , se form a
un bucle
se pueden tren zar para obtener una cuerda m ás gruesa y todavía m ás fuerte.
O
Tome con el pulgar y el índice izquierdos La prim era tira
de fib ra a un tercio de su longitud.
O
R etuerza la fib ra con la m ano dereclia hasta fo rm ar
un bucle a pretado
■ A g a rre la fib ra con el pulgar y el índice de la m ano dereclia
■ M ientras m antiene la tensión en la c u e rd a g ire el pulgar
a 3 cm de la izquierda
y el índice liacia adelante y elim ine el bucle.
O
Retire un poco la m ano izquierda, de m anera que queden
visibles 3 cm de cuerda, y realice otro giro.
©
Ya puede liberar el pulgar y el índice de la m ano dereclsa
para dejar que caiga la p a rte inferior de la cuerda.
■ A l m ism o tiem po, adelante el corazón y el anular de la m ano
■ S ujete la p a rte superior de la cuerda a 3 cm d e los dedos
derecha y sujete la cuerda que cuelga.
de la m ano izquierda con el pulgar y el índice de la dereclia.
CORDAJES NATURALES
CUERDA EN R O LLAD A
A L T E R N A T IV A S E N C ILLA A L RETORCIDO
Este m éto do resultó m ás sencillo si está sentado. Como
Tiene que empezar con dos fibras de largos distintos para que. cuando
en el m étodo alte rn a tiv o (izquierda), tiene que empezar
empalme piezas adicionales, queden superpuestas. Comience atando
con dos fibras de diferente longitud y a ta r los dos extrem os
un extren» de una fibra con el extremo de otra
■ Sujete los extremos atados con el pulgar y el índice de la mano
izquierda y las dos colas con el pulgar y el índice de la derecha
■ Retuerza ambas fibras entre los dedos. Reprta la operación hasta
contar con unos 7.5 cm de fibras retorcidas, y sujete la pieza con
el pulgar y el índice de la mano derecha
■ Suelte el pulgar y el índice de la mano izquierda y las fibras enrolladas
se retorcerán de forma natural y darán logar a una pieza de cuerda.
■ Repita el proceso hasta contar con la cantidad de cuerda necesaria
(M o q u e ta b re
A te /o s fibras
su p ie rn a ios
coias /u n io s de
las dos fib ra s
p o r sus
respectivos
extremos
O
Sujete los extrem os atados en tre el pulgar
y el índice de la m ano izquierda.
■ Coloque las dos colas de las fibras sobre la pierna derecha
O
M ueva el corazón y el anular hacia a rrib a y coloque
la pa rte que e stá sujetando con la m ano izquierda
bajo la pieza de la derecha
■ M ueva el pulgar y el índice hacia adelante y elimine
el siguiente bucle.
O
Con la palm a de la m ano d erech a enrolle ambas
fibras de m anera sim ultánea separándolas de usted.
Le resultará m ás fácil usar los dedos p laiw s
■ En el extrem o, sujete las fibras en la pierna con la ayuda
de las puntas d e los dedos.
©
R epita los pasos 3 ,4 y 5 a m edida que va trabajando toda
la extensión de la cuerda
■ P ara e m p alm ar una pieza adicional, superponga la nueva pieza
en 6 cm con respecto a la cuerda que ya tiene y retu erza las dos
juntas e n tre el pu lgar y el índice. Después continué con el proceso
c o n » se ha explicado.
©
Suelte el pulgar y el índice, y las fibras enrolladas se
retorcerán de m anera natural y form arán la cuerda.
■ Repita el proceso em palm ando las fibras que necesite
141
142 TÉCNICAS DE A C A M P A D A _ HABILIDADES M A N UA LES
NUDOS
E X IS T E N C IE N T O S DE N U D O S , p e ro si p ra c tic a p a ra d o m in a r
los que se m u e stra n en las c u a tro p áginas siguientes, p o d rá
realizar la m ayoría de las ta re a s de supervivencia. C om ience
a ta n d o cada nudo en la situ a ció n en la que espera u tiliz a rlo
(p o r ejem plo, p a ra le v a n ta r un re fu g io con un poncho)
LOS EXTR E M O S DE U N A CUERDA
El extremo de una cuerda que adopta
la parte más activa en el nudo es el chicote.
El otro extremo, la cola, es más pasivo; el nudo
se ata en tomo a él.
y después re p íta lo al m enos 2 0 veces.
NUDO ARBOR
Este nudo multiusos tiene varias aplicaciones en el campo de la supervivencia.
Cuando levante un poncho o una lona impermeabilizada (véase capítulo 4).
Un nudo corredizo es un buen ejemplo
de un nudo sencillo con muchos usos
prácticos en situaciones de supervivencia.
puede servirle como am arre para asegurar un extrem o de una cuerda en
un punto fijo (por ejemplo, un árbol o una estaca) que no requiere ajustes.
También sirve como atadura para asegurar dos postes (por ejemplo, en un
refugio con estructura triangular; véase pág. 164) con sólo un giro de cuerda
O
Doble la cola sobre el chicote
para fo rm a r un seno (bucle).
■ Sujete el seno e n tre el pulgar y el indico
de la m ano izquierda.
O
Pase la cuerda alrededor
del árbol con d chicote
te m a la cola
en la m ano dereclvi y la cola en
la izquierda.
■ Doble el chicote sobre
la cola y después o tra vez
sobre la cuerda.
O
Su/etc e l chicote entre
e lp u lg o r y e l Índice
Form e un seno con el chicote y páselo
por el prim er seno.
■ Tome el segundo seno con el pulgar
y el índice y tire.
O
O
M a ntenga tensa la cola
con la m ano izquierda
Tome los dos extrem os con el pulgar
y tire del chicote hacia abajo
y el índice de la m a r » derecha, y tire
con la derecha.
en sentido contrario el seno que está
■ A l tira r del chicote, tensará
agarrando con la m ano izquierda.
el nudo sim ple en to m o a la c o la
■ Coloque el seno sobre aquello que desee
sujetar (un cierre de un vivac) y apriete el nudo.
Tire d e l chicote
con lo m a m
derecha
NUDOS
N U D O S S IM P L E S
V U E LT A DE POSTE
Un nudo sáiTipte es la prim era p a rte del nudo que se utiliza para a ta r los cordones
Con este nudo se asegura la cola de una cuerda
de los zapatos. A ta d o alrededor d e otro fo rm a un nudo d e sangre, aunque tam bién
a un soporte, sobre todo cuando hay peso y no
se pueden a ta r com o un doble nudo simple alrededor de un soporte.
queremos que el nudo se resbale o se deshaga
N U D O S IM P L E
D O B L E N U D O S IM P L E
Pase el cabo izquierdo por el derecho
Siga la secuencia para el nudo simple
para form ar un seno. Sujételo con
(izquierda), pero pase el chicote
el pulgar y el índice de la mano derecha.
dos veces por el seno antes de tirar
■ Pase el chicote por el seno con el pulgar
de los extremos.
y el índice de la mano izquierda, y tire
■ Un nudo de tope al final de la cuerda
de ambos extrem os para tensar el nudo.
im pedirá que se deshaga.
O
Pase el chicote alrededor del soporte,
com o un árbol o un poste.
■ Pase el chicote por encim a y alrededor
de la c o la
Nudo que
se form o
alrededor
de lo cola
O
Pase el chicote de nuevo alrededor
del soporte y después por debajo
d e la cola.
E l clocóte
pasa
alrededor
d e l soporte
Cola
O
E l chicóle
pasa por
enam a
d e la c o lo
Pase el chicote una vez m ás por encima
y alrededor de la cola, y o tra vez
alrededor del soporte.
E l M e ó te
quedo
O
A te o tro nudo simple
en el chicote lo m ás
cerca que pueda del prim er
nudo.
O
■ Cuando los dos nudos estén
Tijos, tire con fuerza d e la c o la
Dos nudos
simples
m uy ¡unios
A l final, d é una vuelta con el chicote
sobre sí mismo para com pletar el nudo.
■ Asegure bien el nudo en su posición.
143
144
T É C N IC A S D E A C A M P A D A
H A B IL ID A D E S M A N U A L E S
AS DE GUÍA CORREDIZO
N U D O DE V U E L T A
DE E S C O T A D O B L E
Este nudo es adecuado para sujetar una cuerda a un soporte (por ejemplo,
El nudo de vuelta de escota, conocido com o
para a ta r un poncho a un árbol a modo de refugio; véase pág. 158).
«nudo de tejedor», es un nudo de supervivencia
muy útil porque une dos cuerdas de form a
segura. Los nudos de vuelta de escota doble
son m ás seguros y se recom iendan para a ta r
cuerdas de diferentes grosores En ese caso,
se utiliza la m ás fina para a ta r el nudo.
O
Empiece con dos cuerdas y form e
un seno en el chicote de una de ellas.
O
Pase la cuerda alrededor d d árbol
con el chicote en la m ano derecha
y la cola en la izquierda
■ Pase el extrem o de la segunda cuerda
Apoye la cola en la palm a
d e la m ano izquierda.
■ Dé una vuelta y m edia con d chicote
en to m o a los dedos.
a través d d seno.
O
©
Pase d extrem o libre de la segunda
cuerda por debajo y después
por encima d d seno Pase el extrem o
a través d d nuevo seno.
■ Para term inar una v u d ta de escota, tire de
O
Pase la m ano izquierda por debajo
de la cuerda de cola.
O
S ujete d chicote con el pulgar
y d índice d e la m ano derecha
» Gire la palm a de m anera que el seno
■ Pase el seno que está sujetando con la
se retu erza sobre d otro.
m ano izquierda sobre la cuerda de cola.
la cola de cada cuerda con el fin de ten sarla
La segundo cuerda
Uno vuelta de
escota doble
O
Para a ta r una v u d ta doble, pase otra
vez el extrem o libre d e la segunda
Sujete la punta del chicote con
cuerda a través del seno (com o en el paso 2).
los dedos de la m ano izquierda.
©
Vuelva a tira r del chicote para tensar
d nudo que rodea d árbol.
■ A priete d nudo tirando del extrem o libre
■ Páselo por d seno para a p reta r
■ P ara liberar el nudo, estire d e la cuerda
de cada cuerda.
dnudo
de la cola.
NUDOS
COTE DE GUARDIAMARINA
N U D O DE F U G IT IV O
Este nudo se utiliza mucho en supervivencia y actividades al aire libre porque se
puede ajustar para aum entar o reducir la tensión de una cuerda fija (una cuerda
guía de una tienda o un am arre en una barca en aguas con régimen de mareas).
Sujete la cola a un punto de anclaje
(por ejemplo, una tienda) y pase
O
A te otro cote cerca del prim ero
de m anera que queden juntos
Puede desm ontar una tienda o soltar
una embarcación de su am arre más
rápido si term ina el cote d e guardiamarina
(izquierda) con un nudo de fugitivo
O
Repita el paso 3 del coto
de guardiam arina (izquierda),
el chicote alrededor d e un árbol.
en la cola.
pero esta vez haga un seno en el chicote
■ A te un cote (inferior) pasando el chicote
■ No a priete los cotes todavía.
y páselo (no sólo la punta) a través
de la vuelta.
alrededor de la cola.
O
Pase el chicote por debajo
de la cola y a través del nuevo
O
A priete el nudo tirando de los dos
extrem os de c u e rd a
A p rie te el mido com o en el paso 4
O (véase
izquierda).
seno que lia creado (pero por fuera
■ Estire m ás el nudo para increm entar
■ Deje libre el chicote de m anera que pueda
de los senos d e los pasos 1 y 2).
la tensión.
tira r de él fácilm ente para deshacer el nudo
COTE
El cote es un nudo sencillo que
form a la base de otros nudos
(véase cote de guardiam arina.
superior). No es m i nudo seguro
y. cuando se utiliza solo, tiende
a resbalarse. Puede duplicar
o trip lic ar el nudo para
rem ediar eso. Dos cotes
en tensión pueden ser difíciles
de deshacer sin c o rta r la
O
Pase la cuerda alrededor
del soporte (po r ejemplo,
O
Sujete la cola y tire
del cote hacia el soporte
O
A priete el segundo
nudo junto al primero
c u e rd a sobre tod o después
una b a rra o un árbol).
para tensarlo.
de unos días, si el nudo
■ Pase el chicote por encima
■ R epita la secuencia y a te
■ Si lo necesita term ine
se seca después d e haberse
d e la cola y por d e trás del seno
o tro cote.
el chicote con un nudo
mojado.
que se habrá form ado.
para m ayor seguridad.
simple (véase pág. 143).
145
146 TÉCNICAS DE A CA M P A D A
HERRAMIENTAS PARA CORTAR
TODO EL QUE SE A V E N T U R E EN L A N A T U R A L E Z A debería llevar
¡C U ID A D O !
algún tip o de cuchillo, a ser posible uno de supervivencia, ya que es ta l vez
Si se le cae un cuchillo, nunca
la h e rra m ie n ta de supervivencia m ás im p o rta n te después de los conocim ientos.
intente cogerlo ¡Hay muchas
A unque un buen cuchillo le ayu d a rá a s u p e ra r m uchas situaciones, observe
posibilidades de que pterda
algún dedo!
el entorno en el que se encuentre y elija las h e rra m ie n ta s para c o rta r en función
de sus usos potenciales (es posible que adem ás de un cuchillo necesite una sierra).
CUCHILLO DE
SUPERVIVENCIA
Un pe d e rn a l encogido en la
funda significa que siempre
que tenga el cuchillo podrá
encender un fuego
Lo funda de cuero protege
¿cpctullo
Una persona con experiencia puede llevar a cabo
la mayoría de las tareas de supervivencia (palos de
yesca; véanse págs. 120-121) con un cuchillo
de calidad. Este tip o de lierram ienta de corte
cuenta con unas características
especiales que le resultarán
útiles en cualquier
situación.
P unió de sujeción para
un cordón de muñeco
La em puñadura es cómoda
de sufetor dorante mucho roto.
Evite las de caucho estriado
i Las hotos que
llegan hasta
el fmal del
mongo (punto
completa) no
tienen puntos
débiles
C U C H IL L O S G R A N D E S
El (Ho de lo hoto
termino cerca de la
empuñadura troba/w
certa de ésta reduce
la tensión en la muñeca
Hoto de 4 mm de grosor,
de acero inmudable
o rico en carbono
Los pueblos prim itivos de todo el m undo cuentan con dos
' Lo gua rda es un soliente de la em puñadura
elementos esenciales: ollas y hojas de corte para trabajar,
que reduce tas posibilidades de que la m ano
se resbale bocio k¡ hoja
ya sea un parang o un machete.
■ Los parangs y los m achetes son tipos similares de cuchillos.
El parang se utiliza en Malasia, donde existen varios tipos.
Los machetes son más habituales (todavía se utilizan en África,
algunos fabricados hace 4 0 años a p a rtir de viejos muelles de
USO DE LOS C UCHILLOS
■ Un cuchillo de supervivencia se utiliza sobre todo para tallar, cortar
suspensión de Landrover) El k v k r it s un cuchillo similar utilizado
por los qurkas de Nepal.
y partir troncos pequeños. Si necesita trabajar con troncos grandes,
■ La hoja de un parang o un m achete mide unos 4 5 - 5 0 cm
utilice un machete o una sierra.
de largo y se utiliza sobre todo para cortar, pero también
sirve para trabajos m ás complicados (igual que el hacha).
■ El cuchillo no tiene por qué medir más de 20-22.5 cm.
■ Cuando utilice un m achete, parang o kvkri. asegúrese de
que incorpore un agarre de cordón para la muñeca (y preste
puesto que el borde dentado dificulta el uso de la parte de la hoja
atención a lo que hace).
■ No utilice un cuchillo con la hoja serrada para trabajar con madera,
más próxima a la empuñadura (esencial para hacer palos de yesca).
■ Mantenga el cuchillo a buen recaudo cuando no lo utilice. Limpie
y seque la hoja, y guárdelo en la funda.
■ Lleve la funda atada al cinturón o al cuello. Las fundas de cinturón
pueden ser altas (la empuñadura queda por encima del cinturón)
o bajas (queda por debajo, lo que le permite sentarse sin
que la empuñadura le moleste en el costado).
MACHETE//>4/MNG
V *
✓
HERRAMIENTAS PARA CORTAR
A F I L A R U N C U C H IL L O
147
Coloque ¡o hoja
piano sobre
lo p u d ra
Es m uy im po rtante m antener
afilada la hoja del cuchillo, ya que
las hojas desafiladas son peligrosas
porque pueden reb otar o deslizarse
de la m adera. Adem ás, las que
han perd»do el filo p o r com pleto
resultan difíciles d e afilar.
P IE D R A S D E A F IL A R
Tenga en casa una buena piedra
I Empiece desde el extremo
Levante la parte posterior de la hoja
para que el filo toque la piedra
de a fila r para salir siem pre con
un cuchillo afilado.
mas ole/odo de lo piedra
■ Lleve a mano un instrum ento
m ás pequeño y ligero para afilar
rápidam ente una hoja que em pieza
a perder el filo.
a usted. Sujete la punta de la Iw ja con
■ Existe bastante variedad de
el pulgar y el índice de la otra mano.
■ Sujete el cuchillo con la Iw ja apuntando
piedras de a fila r pequeñas (media
■ Em puje el cuchillo de m anera
hacia usted desde el extrem o más alejado
que toda la hoja pase por la piedra
de la pied ra
O
por un lado y fina por el otro)
que caben en un saquillo de cuero.
■ Existen afiladoras autom áticas
que utilizan dos grupos de piedras
cerám icas para a fila r un cuchillo.
Sujete el cuchillo con la hoja
apuntando en dirección contraria
O
Rep<ta la secuencia con el otro lado
de la hoja, pero cam biando los
elementos básicos.
en una sola pasada
■ Pase el cuchillo sobre la piedra
■ Levante la hoja y vuelva al principio.
describiendo un arco. Levante el cuchillo
R epita la operación de 6 a 8 veces.
y repita la operación de 6 a 8 veces.
TRABAJAR CON EL CUCHILLO
La m anera de sujetar el cuchillo de supervivencia puede ayudarle a realizar diferentes
tareas de corte d e m anera fácil y segura. Existen varios agarres esenciales, com o los
de derecha, de revés y de palanca con el pecho. En la m ayoría de los casos es necesario
sujetar la em puñadura con firm eza por el punto m ás cercano a la hoja para poder
c o rtar con la p a rte de la hoja m ás próxim a a ese punto.
P A S A R U N C U C H IL L O
Es posible que todo un grupo cuente con un
solo cuchillo bueno para uso común y tendrán
que pasárselo con frecuencia. Para pasar
el cuchillo, coloque la empuñadura por
delante y la hoja hacia atrás. Este método,
seguro y sencillo, se aprende con facilidad
y todo el mundo puede aplicarlo.
Trabaje la nradero
con la p o rte de la
A G A R R E DE D E R E C H A
A G A R R E DE R E V É S
Este a g a rre es el m ás natural y el más
En este caso, la hoja se orienta hacia usted.
utilizado. P erm ite que la espalda y el brazo
proporcionen la fuerza m ientras la muñeca
Puede utilizar este agarre cuando desea
a p o rta control. Colocar uno o ambos
ver y controlar exactam ente hacia dónde
va la lK>ja. o cuando está cortando algo
pulgares en la p a rte posterior de la hoja
(por ejemplo, afilando un palo) y un
a p o rta un control adicional para un trabajo
más detallado. Asegúrese de que la hoja
movim iento repentino le provocaría
Sujete la hoja con
uno o ambos
esté hacia abajo;
de k» contrario,
podría sufrir
un c o rte grave.
hop mas próxmo o
!a emPw)odu,a
un corte.
P A L A N C A DE PECHO
Se tra ta de una técnica muy eficaz que consiste en
sujetar el cuchillo con un agarre de revés y utilizar
los músculos del brazo y el pecho para a p o rta r
fuerza. Puede c o rtar cerca del cuerpo m ientras
las muñecas controlan la acción de corte.
148 TÉCNICAS DE A C A M P A D A
DERRIBAR UN ÁRBOL CON UN CUCHILLO
E l á rb o l m á s g ra n d e q u e p o d r á d e r rib a r , y q u e le s e rv irá
E l á rb o l caerú
d el todo tle i que
se mcline
E l g a rro te m ide
4 5 cm de la rgo
p a ra c o n s tr u ir re fu g io s y c o m o c o m b u s tib le , te n d r á u n o s 1 0 c m
y7,5cm
d e d iá m e tro . P a ra lo q u e s u p e re e s a m e d id a n e c e s ita r á u n h a c h a ,
de grosor
p e ro p a ra los m á s p e q u eñ o s s irv e u n a s ie rra ( véanse pág s . 150-151).
Si n o d isp o n e d e un a. u tilic e la h o ja d d c u c h illo d e s u p e rv iv e n c ia
o u n m a c lie te o p a ro n g . S e a c u a l s e a la h o ja q u e e m p le e , m a n té n g a la
s u je ta a la m u ñ e c a c o n u n c o rd ó n .
O
Calcule la inclinación del árbol y dé el prim er
corte en el lado opuesto. Así evita rá que la hoja
se atasque en el corte a m edida que el árbol se inclina
cada vc2 más.
«Uorir
se abara porto
peso ritoárbol
■ Golpee la parte superior d e la hoja con un garrote.
■ Mueva la hoja unos 15 m m a un lado del prim er corle
e inclínela 4 5 ° hacia el prim er corte.
■ Continúe alternando esa operación d e lado a Lado hasta
cortar una V en la m ad era
-
r¡CUIDADO!
dql.stfHtoa
'-**2*0)0raspéete n to
tm U credei d r bol
Asegúrese de que la hoja esté afilada
Mantenga la pieza entre usted y la hoja.
señalando en dirección contraria a usted.
Golpeatoparte
posterior de to ho/a
sobre el tronco
Ei>,aei arto» más pequeño
posMe pora abastecerse
de la madera que necesita
PARTIR LEÑA
ZO NA DE TR A B A JO SEGURA
C u a n d o p a r t a le ñ a p a r a u tiliz a r la c o m o c o m b u s tib le e n u n a Ito g u e ra , u tilic e
la h o ja m á s la r g a q u e te n g a , tr a b a je s o b re u n a s u p e rfic ie s ó lid a y e v ite la
m a d e r a c o n n u d o s g ra n d e s , q u e im p id e n q u e la h o ja re a lic e u n c o r t e lim p io .
Corte la madera en una zona segura
y apartada, y donde no existan
obstáculos que limiten los movimientos
con el cuchillo.
TRO NCO S G R A N D E S
Si sólo dispone de un cuchillo de supervivencia y necesita p a rtir
troncos grandes el siguiente m étodo d a buenos resultados
O
Golpee el cuchillo por
encima con un garrote
O
Utilice el cuchillo y el
g a rro te para em pezar
Introduzca to curia en
e l c o rte golpeándola
con e l g a rro te
O
Introduzca la cuña
en el c o rte inicial
Incluso to m adera
húm eda e s ta rá seca
p o r e l c e n tro
O
Si no es necesario
que el tronco se abra
y corte una cuña sólida
el corte inicial en el centro
y golpéela con el garro te
del todo, ábralo con las manos
de un lado del tronco.
de la pa rte superior del tronco.
hasta que el tronco se abra
o con el cuchillo.
HERRAMIENTAS PARA CORTAR
r
HOJAS FUERTES
Utilice un cuchillo de punta
completa (el metal de la
hoja se prolonga en una
pieza hasta el final de la
fte a lk e un co rte
en V e n un lado
empuñadura). Los remaches
(M tronco
que sujetan la empuñadura
podrían acabar soltándose,
pero la hoja es más resistente
que lasque no son completas
y que la de cuchillos plegables
©
Trabaje el corte alrededor del árbol hasta
llegar casi al cen tro desde todas las direcciones,
excepto desde abajo.
Cuando los cortes tengan la profundidad suficiente
■ Si intenta c o rta r del todo la m adera desde un lado.
para debilitar la m adera, ya podrá p a rtir el árbol.
■ Vigile que el árbol no le caiga en los pies.
le resultará cada vez tnás difícil a m edida que la hoja
se hunda m ás y más.
A
TRO NCO S PEQUEÑOS
P artir un tronco pequeño puede resultar m ás complicado
que p a rtir uno grande debido a la dificultad para equilibrarlo
de m anera segura m ientras se golpea la hoja con el garrote
O
Para cortar las ramas del árbol derribado, empiece por
la p a rte inferior y vaya subiendo. Así dispondrá de espacio
sin obstáculos para el garrote.
■ Sujete el árbol e n tre usted y la h o ja y corte cada rama
en la dirección de crecimiento.
■ Si utiliza un m achete, no necesita garrote, ya que la hoja
O
Coloque el tronco en
tiene suficiente fuerza por sí sola
una superficie sólida
y sitúe el cuchillo en el
centro del tronco que está
a punto d e c o rta r
■ Golpee la hoja por encima
con el garrote.
S í c o rta los
rom os en el
suelo, coloque
e l á rb o l en
uno superficie
plano y sólido
Coloque ta troja sobre lo
m odera de fo rm a que pueda
¡nm ovüizor e l tronco
O
Siga golpeando la hoja
hasta que el tronco se
sin obstáculos
p a rta por la m ita d C orte cada
y sm corlarse
s ís e le resbolo
e l cuchillo
pieza en d o s
149
150 TÉCNICAS DE A C A M P A D A
UTILIZAR UNA SIERRA
Una sierra es m ucho m e jo r que un cu ch illo de su p e rvive n cia p a ra
las ta re a s de m ás enve rg a d u ra , co m o p re p a ra r tro n c o s p a ra un fu e g o
o c o rta r los postes necesarios p a ra c o n s tru ir un re fu g io . E xisten va rio s
tip o s de sie rra de bolsillo, lig e ra s y que ocupan m u y poco espacio
en la m ochila o en la la ta de supervivencia.
U T I L I Z A R U N A S IE R R A D E C A D E N A
DE B O L S IL L O
Em plear una sierra de cadena de bolsillo para ta la r un árbol
pequeño es una operación segura y no especialm ente difícil.
Puede usar la m ism a sierra para c o rta r las ram as y después
la leña en piezas manejables
In tro d u z c o una _
cuña p o ro e v ita r
Que la sie rra
se otasque
A d o p te u n a posición sólida
S IE R R A D E C A D E N A
D E B O L S IL L O
D eterm ine la inclinación n atural del árbol
Esta sierra, de 7 0 crn, cabe en una lata
pequeña y cuenta con aros de sujeción
O
y asideros. Puede c o rta r un árbol de
7,5 cm de diám etro en menos de diez
■ M ueva la sierra a uno y o tro lado.
■ Coloque una cuña por d e trás de la sierra cuando vaya
segundos
©
Reduzca el ritm o cuando la sierra
esté a punto d e c o rta r el árbol.
y em piece a serrar en el lado opuesto.
por la m itad; asi e vita rá que el árbol atasque la s ie rra
O
Utilice el m ism o m ovim iento
para c o rta r las ram a s
O
C orte el tro n c o e n trozos
■ C uando vaya por la m itad,
■ Deje que el peso del á rb o l abra el corte
■ R etire las ram as a m edida que las va
sostenga el tronco p a ra fa cilita r
por completo.
separando del tronco.
la operación.
HERRAMIENTAS PARA CORTAR
S IE R R A S P L E G A B L E S
Las sierras plegables son resistentes, ligeras y prácticas.
Algunas, com o la Sandvik Laplander. cuentan con
S I N O T IE N E
una hoja serrada que se guarda en la empuñadura
H E R R A M IE N T A S
(derecha). Otras, como la sierra de mochilero
Aunque no disponga de herram ientas para
(inferior), se pueden desm ontar para
cortar, podrá p a rtir leña a la medida
guardarlas.
deseada. La solución consiste en romper,
o incluso quem ar, la madera. No caiga
en la tentación de apoyar ram as y palitos
La ho/a se abre y se c ie r r a _
S I ÍR R A
m edrante una bisagra
PLEG AB LE
contra un tronco o una roca y daries
un golpe en el centro: en una auténtica
situación de supervivencia, los pies son
S IE R R A P L E G A B L E
H
D E M O C H IL E R O
En general, estas sierras son ligeras y
resistentes, pero no ta n eficaces como la
sierra de cadena de bolsillo. Si escasea el
espacio, puede llevar sólo la hoja e
el único medio de transporte, asi que
a
1
i
1
no haga nada que los ponga en peligro
Ho/a desm ontable
P A R T IR L A M A D E R A
Tiene que lim itar el tam año de la madera
improvisar el arco con m ateriales
que va a in ten tar romper, así que no pruebe
naturales hallados en el bosque.
con ram as demasiado gruesas. Utilice
m adera m uerta, ya que la verde sók) se
dobla y no se acaba de pa rtir del todo.
■ Busque dos árboles con 3 0 - 6 0 cm de
separación entre ellos o uno con dos troncos
próximos (para utilizarlos a modo de palanca
para la leña). Coloque la pieza en el fulcro
Lo e s tru c tu ro de tensión y k¡ ho¡a de lo sie rra se
pueden sepa rar p o r a gua rda rlas cóm odam ente
S IE R R A P L E G A B L E DE M O C H IL E R O
(punto de apoyo para hacer palanca).
■ Adopte una posición firme, con un pie
delante del otro, y tire de la madera hacia
S IE R R A C O M A N D O
usted hasta que se rompa. A l tirar hacia usted
Esta sierra ocupa m uy | » c o espacio. Consiste en
una hoja de alam bre dentada con un aro giratorio
en cada extrem o. Es una pieza útil del equipo
de supervivencia, aunque tiende a engancharse
y se rom pe con facilidad si no se m antiene del todo
S IE R R A
mantiene su centro de gravedad sobre los
pies, m ientras que. al contrario, caería hacia
adelante cuando la m adera se rompiese.
COM ANDO
Sujete to p ie /o de
m adera con firm eza
re c ta Puede convertirla fácilm ente en una sierra
de arco improvisada, y con un poco m ás de
esfuerzo podrá disponer de una eficaz sierra
de tensión.
Coloque la m a d e iv entre dos I
árboles uno actúa como
a m o rtiguador y e l o tro es un
Harja una mueset
p o ra aseg ura ,
e ) segunda a n
p u n to de paloneo
QUEM AR LA M ADERA
C R E A R U N A S IE R R A D E A R C O
Si ha encendido una hoguera, coloque
C orte una pieza de m adera joven de unos
2 .5 cm de diám etro y 9 0 cm de largo con un
extrem o ahorquillado. Enganche el aro giratorio
la m adera en el fuego por el punto donde
desea partirla y déjela hasta que se queme.
O tra alternativa consiste en utilizar el método
el extre m o ahorquillado en el suelo. Ponga
de la palanca cuando esté a medio quemar
(no manipule la m adera m ientras todavía
la m adera en el o tro aro y c o rte utia nniesca.
está caliente).
de la sierra comando en la horquilla y coloque
151
BUSCAR REFUGIO
154 BUSCAR REFUGIO
BUSCAR
REFUGIO
Un refugio es el principal medio d e
U n d ía o u n a n o c h e e x p u e s to a lo s e le m e n to s
p r o t e c c ió n e n u n a s itu a c ió n lím ite . P u e d e
d e t e r m in a r á su r e n d im ie n t o a l d ía s ig u ie n te .
s e r u n lu g a r p a r a n o m o ja r s e d u r a n t e u n a
U n a n o c h e in q u ie t a e in c ó m o d a , p o r e je m p lo ,
to r m e n t a r e p e n t in a o b ie n p a r a p a s a r v a r ia s
p r o v o c a r á f a l t a d e s u e ñ o , lo q u e p o d r ía
n o c h e s a l a ir e lib r e . P o r t a n t o , e s i m p o r t a n t e
p o n e r le d e m a l h u m o r , i r r i t a b l e e in c lu s o
q u e s e p a c ó m o se c o n s tr u y e u n r e fu g io .
fru s tra d o .
A l f in y a l c a b o , su e fic a c ia p o d r ía s u p o n e r
E s to , a s u v e z , p u e d e d e s e m b o c a r en u n a
la d ife r e n c ia e n tr e u n a c o m o d id a d r e la t iv a
f a l t a d e c o n c e n tr a c ió n y e n p e n s a m ie n to s
y el d e s a s tr e t o t a l.
ir r a c io n a le s , c o s a q u e , s in d u d a , n o a y u d a
En u n a s itu a c ió n d e r ie s g o es im p o r t a n t e
d e s e m p e ñ a r u n p a p e l a c t iv o e n la p r o p ia
en u n a s it u a c ió n lím ite .
L a s n o c h e s f r í a s a la in t e m p e r ie p a re c e n
s u p e r v iv e n c ia y e l r e s c a te . V s ó lo p o d r á
m á s la r g a s d e lo q u e e n r e a lid a d s o n ;
h a c e rlo si se e n c u e n tr a e n b u e n a s
e l tie m p o q u e in v ie r t a e n a s e g u r a r s e
c o n d ic io n e s , t a n t o f í s ic a s c o m o m e n ta le s .
d e p o d e r d i s f r u t a r d e u n a n o c h e lo m á s
En este apartado
D ES C U B R IR Á
■ cuándo aprovechar un hoyo o acampar en una cueva...
■ cómo modificar el poncho para levantar un refugio...
■ la diferencia entre un Bothy y un vivac...
■ cómo acostarse con plumas de oca o levantarse en una cabaña india...
■ la importancia de utilizar travesaños para asegurar el refugio...
■ cómo colocar unas hojas de higuera para impedir que entre la lluvia...
BUSCAR REFUGIO
155
En cualquier expedición
d e b e ría in te n ta r lle v a r un e q u ip o (c o m o
un v iv a c o una lo n a im p e rm e a b iliz a d a )
q u e le s irv a c o m o re fu g io c u a n d o
n e c e s ite p ro te g e rs e d e lo s e le m e n to s .
U N A M A N T A DE E M E R G E N C IA , sin embargo,
c á lid a , s e c a , s e g u r a y c ó m o d a p o s ib le e s ta r á
b ie n e m p le a d o .
A la h o r a d e c o n s t r u ir u n r e fu g io ,
c o m o e n to d o lo q u e te n g a q u e v e r c o n
la s u p e r v iv e n c ia , d e b e a p lic a r s ie m p r e el
p r in c ip io d e la m e n o r in v e r s ió n d e e n e rg ía
a c a m b io d e l m á x im o b e n e fic io . E s to p u e d e
es una pieza esencial del equipo. Si no lleva nada más,
asegúrese de llevarla con usted en todo momento.
Apenas ocupan espacio una vez dobladas y están
disponibles con una cara plateada (para reflejar el
calor) y otra de color naranja brillante (para facilitar
la localización). Sea cual sea el entorno que vaya
a visitar, una manta de emergencia le ofrece
protección inmediata contra los elementos.
Con un poco de ingenio puede convertir una
manta de emergencia en un refugio básico. En este
s ig n if ic a r a lg o t a n s e n c illo c o m o a p r o v e c h a r
lo q u e la n a tu r a le z a le o fr e c e ( p o r e je m p lo ,
capítulo aprenderá cómo levantar diferentes tipos de
refugios, pero recuerde los siguientes consejos generales:
c u e v a s u h o y o s ). P o r u ltim o , t r a c e su s
p la n e s p e n s a n d o e n la s p e o re s c o n d ic io n e s :
p u e d e h a c e r m u c h o s o l c u a n d o c o n s tr u y a
el r e f u g io o q u iz á s e s t a r d ilu v ia n d o
a la s t r e s d e la m a d r u g a d a .
■ Busque lugares que ofrezcan un refugio natural.
■ Examine los peligros poteiKiales del lugar (por ejemplo,
señales de inundaciones).
■ Construya el refugio antes de que oscurezca.
■ Limpie el suelo antes de empezar a levantar el refugio.
■ Coloque la entrada en ángulo recto respecto al viento.
■ Contrúyalo para las peores condiciones climatológicas.
■ Asegúrese de que el refugio es resistente y seguro.
■ No realice sobreesfuerzos mientras construye el refugio.
■ Separe del suelo la zona para dormir.
■ Si se encuentra en una ladera, duerma con la cabeza
La eficacia de un refugio puede suponer
la diferencia entre una comodidad relativa
y el desastre total, H f]
156 BUSCAR REFUGIO
HOYOS Y CUEVAS
S I NO D IS P O N E de un re fu g io ya co n stru id o , aproveche
H E R R A M IE N T A S Y M A T E R IA L E S
las o p o rtu n id a d e s que le b rin d a la naturaleza, com o
una cueva o un hoyo n a tu ra l en el suelo. E vite los hoyos en
zonas bajas p o r el riesgo de inundación y. si se e n cuentra
en una ladera, m anténgase alejado de los que quedan
■ Palo resistente para cavar
■ Ramas fuertes (o postes) y troncos
■ Sierra (por ejemplo, de cadena de bolsillo)
■ Corteza de árbol, turba, hojas, mantillo boscoso,
musgo, liquen y ramas de pino para el techo
expuestos a aguas de escorrentía.
HOYOS NATURALES
Un hoyo poco profundo puede servir
Cubra el suelo del refugio con algún tipo
de base para e vita r que el cuerpo pierda
calor por contacto con el suelo frío y duro.
de refugio contra el viento si se tumba
en su interior (y con un techo básico
también le ayudará a mantenerse seco).
Después de toda la energía que habrá
invertido en construir el refugio, ¿por qué
acabar agotado por mva noche incómoda?
Un p a lo p o ra c a v a r es
una presa resistente de
m odera con e l extrem a
Utilice los m ateriales m ás secos que pueda
en p o n to
encontrar (véose lista a continuación).
PÓNGASE CÓM ODO
Aquí tiene algunas ideas para disfrutar
de un sueño reparador en su refugio:
■ Recoja el doble de m aterial que crea
que necesitará para la base: 15 cm de acebo,
por ejemplo, se quedan en 5 cm cuando
se aplastan con el peso del cuerpo.
■ Coloque troncos alrededor de la zona
de dorm ir para impedir que el m aterial
colocado a modo de cam a se esparza
■ Si el suelo está inclinado, duerm a
con la cabeza m ás alta que los pies.
O
Si el lx>yo no es lo bastan te profundó conx> para poder
tum barse, retire p a rte del suelo con un palo para cavar.
■ Tenga cuidado con la tie rra húmeda, ya que podría
Cokxioe u n tronco
sobre los postes
transversales y o lo
la rg o de todo e l hoyo.
ser propensa a inundarse.
■ Si el suelo es dem asiado duro y le cuesta cavar, coloque
Utilíce tstOQuMos
p a rtí m antener tos
troncos laterotes
en su s/ho
troncos a los lados para g anar profundidad.
■ Coloque el m ate ria l para dorm ir
antes de continuar.
E l m a te ria l
de to b a s e
le m antendrá
caliente
Asegúrese de gue los
postes se hoíkm bien
asentados en tos lodos
d e l hueco
ROPA DE C A M A
■ Las plumas, como las de pato y oca.
son las mejores para dorm ir porque
retienen el calor pero no la humedad.
■ Es poco probable que encuentre suficientes
©
C orte postes o ram as resistentes con la sierra (véanse págs. 1 5 0 -1 5 1)
d e longitud suficiente para colocarlos transversalm ente sobre el hoyo.
Form arán el techo.
plumas: por tanto, pruebe con ram as de
pino y picea, hojas secas, musgo, liquen,
■ C o rte un tronco m ás grueso y largo para colocarlo sobre los postes en sentido
hierbas y acebo (tápelo para no pincharse)
perpendicular. A sí creará altura y pendiente para un tejado inclinado.
HOYOS Y CUEVAS
R E F U G IA R S E EN C U E V A S
C UEVAS CO STERAS
Las cuevas son refugios lisios para su uso y, por lo general, están secas y son seguras.
Las cuevas costeras plantean los mismos peligros
Existen algunos peligros, com o animales, m ala calidad del aire y presencia de agua:
que cualquier otro tipo de cueva, pero además
m uchas cuevas son salidas de ríos o están conectadas a estanques. Y no vaya más
están sujetas a las mareas, que pueden subir con
allá de donde pueda ver. ya que podrían existir bajadas repentinas ocultas, superficies
gran rapidez (en algunas zonasavanzan cientos
resbaladizas y grietas. Evite las minas en desuso, ya que existe el riesgo de derrumbe.
de m etros en cuestión de minutos).
A N IM A L E S
E N C E N D E R FUEG O
L O S P E L IG R O S D E L A S C U E V A S
Muchos animales se ocultan en cuevas.
Com pruebe el terreno que rodea la
entrada y el interior en busca de señales
Si enciende una hoguera delante de
COSTERAS
una cueva, el humo puede e n trar dentro
y el fuego bloquear la entrada si aum enta
Cuando exam ine una cueva costera, busque
las señales de inundación durante la marea alta:
de huellas y nidos. Los murciélagos pueden
demasiado. Sitúela. pues, hacia la parte
■ Una linea de algas, m aderas o despojos
resultar peligrosos, ya que son portadores
posterior de la cueva, pero asegúrese
de que hay suficiente circulación de aire
flotantes.
para que el humo pueda salir. Puede
construir un pequeño reflector de
fuego o form ar una pila do piedras en
la entrada para que el calor penetre
en la cueva.
podría e sta r húmeda si hace poco tiempo
de la rabia. Sus deposiciones (guano)
form an una capa gruesa en el suelo,
y en grandes cantidades pueden ser
altam en te combustibles.
M A L A C A L ID A D D E L A I R E
■ Olor a húmedo o a mojado. La cueva incluso
que la m area ha bajado.
■ Pozas entre las rocas en la cueva o delante.
Si una cueva le provoca aturdim iento
o náuseas, salga de inmediato, ya que
el aire podría estar viciado debido al
U tilice un com bustible Que no
produzca demasiado humo
L a i corríante-, de arre
sacan e l trum ó de lo cueva
exceso de dióxido de carbono. Otros
síntomas son el aum ento del pulso
y de la respiración. Si una llama empieza
a apagarse, o a adquirir un tono azulado,
salga de la cueva inm ediatam ente: podría
tra ta rs e no de una señal de exceso de
Una p ilo de piedras en la
e n tra d o ayuda a retener
e l calor en la cuera
dióxido de carbono, sino de una falta
de oxígeno, k> que puede ser peor.
O
Disponga una capo de rom os
corto s sobre e l techo
Coloque ram as m ás cortas, palos
o postes sobre el tronco y ramas
cruzadas para crear el techo inclinado.
■ Ubique bien juntos los m ateriales
y asegúrese de que queden fijos.
E l espa do e n tre e l
soporte y e l techo
inclinado ayud ará a
conservar e l co lo r
generado en e l in te rio r
de! refu gio
O
La a ltu ra y la
tncknoaón perm iten
que e l agua caiga por
e l techo y no se filtre
Deje una e n trad a en un extrem o del refugio
con suficiente espacio para e n trar y salir
sin desm ontar el techo.
■ Asegúrese d e que no esté orientada al viento;
lo m ejor es un ángulo de 9 0 ° con respecto a éste.
■ Aísle el techo in din ad o con la m áxim a cantidad
posible de follaje
■ Em piece a d a r fo rm a a la últim a capa aislante
en d suelo, trabajando liacia a rrib a para crear
una solapa que haqa resbalar la lluvia.
■ Si hay humedad, a te el poncho o una m anta
de em ergencia encim a de la e s tru c tu ra
¿
La entrada debería
p e rm itir la circulación
d e l a ire den tro
d d refu gio
157
158 BUSCAR REFUGIO
REFUGIOS RÁPIDOS
CON UN PONCHO O UN V IV A C (ivéanse págs. 1 6 0 -1 6 1 ) puede
A
&
H E R R A M IE N T A S Y M A T E R IA L E S
c re a r un re fu g io p a ra cu a lq u ie r e n to rn o y en cu a lq u ie r condición.
■ Poncho, vivac suelo impermeable,
Puede a d a p ta r cu a lq u ie r m a te ria l (una m a n ta de em ergencia,
manta de emergencia
un suelo im p e rm e a b le o lona im p e rm e a b iliz a d a ) del m ism o m odo.
■ Cuerda o goma elástica
■ Estaquillas y un palo o poste
■ Piedra o garrote a modo de martillo
■ Cuchillo de supervivencia o navaja
PONCHO CON UN SOLO POSTE
Este refugio se m onta y se desmonta de manera rápida
y sencilla, por lo que resulta ú til cuando se está débil
A te la cuerda larga a un árbol
o para protegerse únicamente de la lluvia. Si necesita
con o tro as de guia corredizo
que lo rescaten, coloque el poncho con el color más visible
a una a ltu ra de 1 m del suelo
hacia fuera para aum entar las posibilidades de ser visto.
■ Si Itay árboles c e rc a pase la cuerda
por un palo clavado en el suelo
O
C orte tres piezas
de cuerda d e 6 0 cm
y estáquela
E xtie ndo e l poncho
en e l suelo
y una de 2 n i de largo.
■ A te las piezas m ás cortas
€1 colar de lo p o rte
utilizando nudos simples
( r i o r d e l poncho
puede a c tu a r como
{véase pág. 143).
■ A te la pieza larga a una
esquina con un as de guia
corredizo (véase pág. 144).
■ Sujete los nudos a los ojales
de las esquinas con un nudo
Prusik.
ta n jo de cuerda
o una esquina
u td u o n d o un os
de guía corredizo
Compruebe que Asp o r te superior
de! p a lo se ha llo segura en el
m te n o r de la capucha ,
Vuelta d e poste
Deje 5 c m de cuerdo
colgando d e l viento p a ra
que e l agu a de llu v ia se desvie
antes de
Coloque estaquillas
en un ángulo de
4 0 " h a c ia afuera
©
Sujete las esquinas izquierda y derecha con
Coloque un extre m o de un palo de
1 m de largo en la capucha del poncho.
estacas, y suba el palo para fo rm a r una cúpula
■ Selle la capucha con un nudo simple.
■ Dé varias vueltas de cuerda alrededor
del nudo y asegúrela con un nudo arb o r
(véase pág. 142).
■ Estire bien la esquina trasera y clávela al suelo para
A p ile hotos en tos
bordes d e l re fu g io
p o ra im p e d ir e l paso
d e l viento
in crem en tar la tensión. L a estructura g a n a rá en rigidez.
■ P ara e n tra r en el refugio, gire el cuerpo alrededor
del poste central.
REFUGIOS RÁPIDOS
ESTRUCTURA TRIANGULAR CON CUERDAS
E S T A Q U IL L A S P A R A T IE N D A S
Puede crear sus propias estaquillas y reutilizartas
Esta estructura triangular montada con un poncho es un refugio
o sustituirlas por otras nuevas cuando sea
sim ilar a una tienda, y se coloca entre dos árboles. Si tiene cuerda
necesario. Prescinda de las viejas, que acaban
suficiente, puede a ta r una sola pieza entre los árboles; si no, utilice
descomponiéndose de form a natural.
dos. Puede emplear un poste a modo de caballete a la misma altura.
C R E A R E S T A Q U IL L A S
Coloque el poncho
■ Deben medir unos
2 2 ,5 cm de largo y 2.6 cm
de diámetro. Las piezas
con medidas inferiores se
romperán con la presión
o se soltarán si sopla
mucho viento.
■ La m adera empleada
debe ser de árboles verdes
■ No utilice m adera de la
pa rte baja, ya que puede
encontrarse en m al estado.
Busque dos árboles con 6 0 cm
A te a un árbol el extrem o
■ Seque las estaquillas nuevas sobre
de una de las cuerdas más
brasas para endurecerlas y retírelas cuando
longitud del poncho.
largas con un nudo de vuelta de
presenten un tono m arrón claro La madera
■ A te cuerdas de 3 0 cm de longitud
poste (vítase pág. 143). a una altura
a cad a ojal en los lados m ás largos
de 1 m del suelo.
O
de separación, adem ás de la
O
del poncho y vueltas d e 1 m
■ A te la o tra cuerda larga
en los extremos.
al segundo árb ol con un cote
■ A te la capucha con un nudo
de guardia m arina (véase
para sellarla.
pág. 1 4 5 ) y ajústelo para tensarlo.
húmeda produce un sonido profundo y apagado
cuando se golpea; a medida que se seca.
el sonido se vuelve más agudo
■ Nunca clave una estaquilla con el pie. Si calcula
mal. podría golpearse en un tobillo o agujerearse
la bota o incluso herirse en el pie. Utilice en vez
una piedra o un palo resistente.
^
_____________
O T R A O P C IÓ N
Si viaja en grupo y cada uno lleva un poncho,
pueden juntar dos piezas y em plear una de ellas
a modo de suelo.
U T IL IZ A R DOS P O N C H O S
En prim er lugar, junte los corchetes de los dos
ponchos por el lado largo hasta form ar un tubo.
El de arriba form a la estructura triangular
y el de abajo funciona como suelo.
■ Distribuya el m aterial de cam a debajo del
poncho del suelo y sujételo colocando ramas
en cada extrem o.
■ M onte el refugio siguiendo el mismo método
que la estructura triangular (izquierda).
O
Sujete con estaquillas el nudo central de
■ Bloquee un extremo
cad a lado para tensar el poncho. Repita la
del refugio con ramas
operación con las c u a tro esquinas.
■ Levante la capuclia atán dola a una segunda
cuerda horizontal o a una vertical que habrá pasado
por encim a de una rama.
y mantillo para conservar
el calor.
■ Si el material no tiene
ojales, utilice nudos
con función de botón
■ Coloque ram as grandes en los lados del refugio
y pequeñas en las puntas con el fin de que no se
disperse el m ate ria l para dorm ir.
(véase pág. 161).
Si_________ J
1159
160 BUSCAR REFUGIO
TIENDA VIVAC DE EXPLORADOR
Un vivac ofrece una cubierta ligera e impermeable para un saco
de dorm ir y está hecho con un m aterial transpirable que impide
H E R R A M IE N T A S Y M A TE R IA LE S
la condensación. Se tra ta de un componente esencial del camping
■ Vivac
ultraligero (véase pág. 52) y se puede convertir fácilmente
en una tienda individual de explorador. La ventaja
de m ontar una tienda con un vivac es que la lluvia
resbala por los lados y no se filtra con tanta rapidez
■ Ramas jóvenes
■ Nudos con función de botón
■ Estaquillas de madera
■ Cuerda y cuchillo
■ Piedra o tronco a modo de martillo
como lo hace cuando el saco se coloca
directamente en el suelo.
O
Coloque d saco plano en el s udo
O
■ Si deja la solapa d e la capucha
H aga un m ido con función
de botón con una cuerda larga
encima, fo rm ará una pu erta colgante.
en el centro de la a b e rtu ra del saco
Si está debajo, podrá c errarla a modo
y sujételo en a lto
■ Baje los lados derecho e izquierdo
de puerta.
- de la a b e rtu ra y liag a un nudo
■ Haga un nudo con función de
botón (véase pág. siguiente, derecha),
con función d e botón y un seno
con un seno en cada una d e las
en el punto donde tocan el suelo.
del saco.
■ S ujete los nudos al s u d o
■ Sujete las dos esquinas al suelo
con estaquillas.
con estaquillas.
M a n te n g a en a lto et
nudo con fu n c ió n de
b o tó n p a ra c a k u to r
k> a ltu ra que puede
te n e r to entrado
H aga un nud o con
fu n c ió n de botón en kt
costura c e n tra I d e l saca,
a unos 4 5 cm de tos pies
O
Corte un poste de la m ism a a ltu ra que la entrada
(puede utilizar una ram a joven arqueada o palos cruzados).
■ Sitúe el poste junto a la entrada, pásele la cuerda con el nudo
con función de botón y clave bien el poste.
■ Reajuste las estacas para refo rza r y re p a rtir la tensión.
Asegúrese d e q u e ta
cuerda Queda ¡usto
encim a d e l poste
Cuando quiera e n tra r en la tie n d a sim plem ente quite
el poste d e la e n trad a e introduzca p rim e ro los pies.
■ Tenga cuidado para no a rra n c a r la cuerda larga.
REFUGIOS RÁPIDOS
O T R O S R E F U G IO S
E xisten o tro s re fu g io s te m p o ra le s
qu e pu ede in s ta la r a d a p ta n d o
las técnicas* las h e rra m ie n ta s
y los m a te ria le s indica dos p a ra el
re fu g io -p o n c h o y la tie n d a viva c
R E F U G IO A R Q U E A D O
L O N A IM P E R M E A B L E
R E F U G IO B O T H Y
d e e xp lo ra d o r. Q ué re fu g io elija
Si tiene a su alcance ramas
jóvenes o árboles de m adera
blanda, puede fo rm ar arcos
y sujetar encima el poncho
A te un lado de la lona a una
cuerda situada entre dos árboles
y clave el o tro extrem o en el suelo
form ando un ángulo.
Saco grande y ligero de nailon.
d e pend erá del m a te ria l c o n el
q u e cu e n ta : un poncho, una lona
im p e rm e a b il izada o un B o tliy .
O
C oloq ue una ra m a
jove n a rq u e a d a
(o d o s p a lo s cru za d o s)
sob re los pies del saco.
■ S u je te al a rc o el n u d o
con fu n d ó n d e b o tó n que
se e n c u e n tra a 4 5 c m
d e los pies d e l saco pa ra
le v a n ta rlo y a s i d isp o n e r
d e esp a cio p a ra los pies.
■ S u je te la c u e rd a b ien
ten sa c o n u n a e s ta q u illa
Lo rama arqueado
se coloca cotí
(irmeso t*« ei sudo
©
Puede utilizarlo para m ontar
un refugio similar a una tienda
vivac de explorador.
D espués d e e n tra r e n el saco, re p o n g a el p o ste
b a jo la c u e rd a larg a.
■ U tilic e la ca p u ch a del saco c o m o p u e rta y á b ra la
o c ié rre la seg ún c o n ve n g a
Asegúrese d e _______
recotocor e i p o ste en
postado v e rtic a l con
la cuerda s/tuoda en
e l c e n tro
A T A R UN NUD O CON
F U N C IÓ N DE B O T Ó N
E stos n u d o s p ro p o rc io n a n
una sujeción sen cilla y segura
p a ra c la v a r po nchos y lonas
q u e n o tie n e n ga nchos n i ojales
a los qu e a ta r un a cuerda.
N o o b lig a n a c o r ta r el m a te ria l
p a ra h a c e r a g u je ro s y. p o r
ta n to , la pieza pe rm an ece
im p e rm e a b le y m enos propen sa
a los desgarrones.
O
Rodee una piedra
pequeña con el m a te ria l
q u e e s té u tiliza n d o . Prepare
la c ue rda co n el seno a b ie rto
d e u n n u d o co rre d iz o (véase
pág. 1 4 2 ) en u n extrem o.
O
C oloque el seno a b ie rto
del n u d o co rre d iz o
sob re el c u e llo d e l l» t ó n
y tir e d e la cuerda.
I En el o tr o e x tre m o
O
d e la c ue rda se fo rm a
un seno sen cillo pa ra a ta r
a las esta quillas.
161
162 BUSCAR REFUGIO
REFUGIOS EN BOSQUES
SI SE ENCUENTRA en una situación lím ite en un bosque tem plado,
sin poncho, vivac o lona, puede c o n s tru ir un re fu g io con m ateriales
naturales. P or ejem plo, puede e re g ir una e s tru c tu ra con un tejado
H E R R A M IE N TA S Y M A TE R IA LE S
» Postes y estacas
■ Sierra y cuchillo
a una sola agua o bien tria n g u la r (a dos aguas), o a d a p ta r un á rb o l
■ Cuerda
caído. Una e s tru c tu ra a un agua en el bosque es la m e jo r opción
■ Ramas jóvenes
para c o n s tru ir en grupo, pues requiere m e n o r g a s to de energía.
CONSTRUIR UN REFUGIO A UN AGUA
Esta estructura cuenta con un techo inclinado que se apoya en
un caballete horizontal. Funciona mejor en una zona plana, entre
dos árboles o dos apoyos verticales bien clavados en el suelo.
Si va a construir un refugio de este tipo para un grupo, pida
a todos que se tumben juntos y añada 15 cm más por persona
para determ inar el anclK) necesario de la estructura.
CONSTRUIR UN REFUGIO
EN UN BOSQUE
Los bosques tem plados ofrecen muchas
oportunidades para encontrar o construir
un refugio. In vierta la m enor cantidad posible
de energía para conseguir la m ayor protección.
Un
la base del refarjln
p a ra disponer de
más espacio
'
(travesaña) a l
caballete y ai árbol
Analice prim ero qué le ofrece la naturaleza
Coloque d caballete contra los árboles, a la altura que considere oportuna
PUNTOS QUE HAY QUE RECORDAR
O
Si necesita construir un refugio en un bosque,
■ Coloque un poste de apoyo (travesarlo) bajo el caballete y á telo a los árboles.
aquí tiene algunos consejos.
■ Seleccione un lugar cercano a una fuente
■ Clave un tronco con firm eza en el lugar donde desea situar la base del refugio.
y á telo con un nudo a rb o r (vétase páq 1 4 2 ) a los dos árboles.
de agua, pero alejado de peligros relacionados
con ella, inundaciones, animales e insectos.
■ Antes de empezar, compruebe si existen
peligros, como ram as a punto de caer,
desprendimientos de rocas y riadas.
■ Elija un lugar que ofrezca la m áxima
D istnbtr/O la copo
protección contra los elementos y todos
los materiales que necesita.
protectora desde
hasta el
mcaboiht- paro
que la lb v \o no
entre en e l r e f w . '
■ Recoja todo lo necesario antes de em pezar
a construir y do que oscurezca
■ Asegúrese de que las ayudas de localización
puedan ser vistas o activadas rápidam ente
(fueqos, heliógrafo, destellos, señales de radio,
etc.).
■ Piense en su seguridad: si es posible, utilice
guantes para protegerse de arañas y serpientes
m ientras limpia las hojas y demás restos
del suelo
■ Para evitar una hiperterm ia, vaya quitándose
prendas de ropa a medida que trabaja.
O
Aplique el te d ia d o a l esqueleto tejido del techo y las paredes La cantidad
dependerá del tiem po que haga.
■ Construya el refugio lo m ás im permeable que
pueda y asegúrese de que la zona para dorm ir
■ Coloque los m ateriales grandes (ram as de pino o higuera, hojas grandes, m atas
queda al menos a 10 cm del suelo
de musgo) a m odo de base para que los m ateriales m ás pequeños no se caigan.
REFUGIOS EN BOSQUES
163
REFUGIOS CON
ÁRBOLES
Las ra m as. las raíces o el tro n c o
d e u n á rb o l ca íd o p u e d e n s e rv ir
c o m o re fu g io básico. C o m p ru e b e
q u e el á rb o l es se g u ro an tes
R A M A S P A R T ID A S
R A ÍC E S H A C IA A R R IB A
T R O N C O C A ÍD O
d e u tiliz a rlo . N o en cie n d a un
Una ra m a q u e cuelga del tro n co
La base de un á rb o l a rra n c a d o
Coloque palos o ram as c o n tra
d e u n á rb o l o fre ce un buen
puede s e r una buena p ro te c c ió n
c o n tra los ele m e n to s. A segúrese
p rim e ro d e que es segura y no se
in u n d ará si llueve; después, añada
un tro n c o caído hasta fo rm a r un
te d ia d o a dos aguas. In te rc a le
ra m as jóvenes y c u b ra con
fu e g o d e b a jo de á rb o le s secos.
c a b a lle te A p o ye ra m as
m ás pequeñas y m a te ria l
h a sta fo rm a r un techo.
Revise la base d e l á rb o l p a ra
d e s c a rta r la |>resencia d e
serpiente s, a rañas e insectos.
ra m as y hojas.
c o rte z a , tu rb a , m usgo, hojas
y m a n tillo .
Los postes del techo
deberían ser a I menos
to n largos com o e l refugio
Dispongo tos romos
/drenes hor/zontalm ente
con los diagonales
Las estucos colocadas a
ornóos lodos d el refugio
form an poret/es
©
C oloq ue c in c o p o ste s p a ra el te ch o sob re el cab allete,
d e m a n e ra q u e q u e d e n in clin a d o s ha cia la líase.
■ M a n te n g a los i» s te s d e los e x tre m o s e n tre los á rb o le s p a ra e v ita r
O
In tro d u z c a ra m a s e n tre los p o stes del techo, e n tre te jid a s
■ A lte rn e la tra m a d e cada fila d e ram as, p rim e ro en horizontal
y después en diag ona l.
que se salgan.
■ In tro d u z c a ra m a s m á s pequeñas e n tre los postes laterales
■ A te cada p o ste a l caballete.
p a ra fo r m a r paredes.
■ C lave las e sta ca s la te ra le s en el suelo, ju n to a los p o stes
d e lo s e x tre m o s.
Cubra tos paredes con
e l m anto de vegetación
p o ra favorecer
e l aislam iento
©
C ua n d o to d o s e sté n d e n tro
d e l re fu g io , p o d rá n
en ce n d e r y a te n d e r a u n a única
hoguera.
■ C ubra el suelo de l re fu g io
co n m a te ria l seco.
■ E stable zcan un sistem a
de v ig ila n c ia p a ra m a n te n e r
y c o n tro la r el fuego.
Construya un reflector
de fuego resistente
M u s c p ó g 164) delonte
de lo enlroda del refugio
164 BUSCAR REFUGIO
ESTRUCTURA TRIANGULAR
Puede que tarde varias lloras en construirla, pero, si se va a quedar en un luqar
durante unos cuantos días, merece la pena el esfuerzo. Las estructuras
H E R R A M IE N T A S Y M A TE R IA LE S
triangulares individuales son relativamente sencillas de construir y se mantienen
■ Postes de diferentes longitudes
calientes con facilidad. Además, es posible adaptarlas para varias personas.
■ Ramas jóvenes
■ Cuchillo
■ Sierra {o hacha)
■ Cuerda
■ Material para cubrir las paredes
E l caballete, la rgo y resistente,
tiene que m edir o l menos
1 m más que usted
(ramas de pino, hojas y musgo,
por ejemplo)
----------- *
M u é e l lo do desnudo d d caballete
en tu p a r le in te rio r d d refugio
Apoye los postes laterales
frcchoM *
triángulo fim td
un nudo o ib o r
M asepóg.142)
Asegúrese de que el
poste está bien
apoyado en el sudo
aei extremo pnanpat
una base estable
O
Alise un lado dol caballete con el cuchillo, dejando un Indo
vacio y o tro con tocones de ramas.
©
Coloque una serie de postes contra los tocones de las ramas
del caballete. Irá n descendiendo en altura a m edida que vaya
trabajando desdo la p a rte delantera hacia la tras e ra
■ Clave dos postes en el suelo form an do una A .
■ Apoye un extrem o del caballete encim a d e la A y el otro
■ En cad a junta, apoye los postes laterales contra los tocones
en el suelo.
o átelos al caballete con o tro nudo a rb o r (véase pág. 142).
REFLECTOR
DE FUEGO
Cada p a r de postes
debe presentar una
separación ig u a l a la
anchura de un poste
Una Itoguera irradia calor en
Termine la p ila
cuando llegue a la
a ltu ra conveniente
todas direcciones (a rrib a abajo
y 3 6 0 ° alrededor). Un reflector
de fuego hace que la hoguera
sea m ás eficaz al dirigir el calor
hacia el refugio.
Construya el reflector
de manera que pueda
encender una hoguera a 1 m
A p ile postes
basto fo rm a r
unu p a re d
de la entrada al refugio, así
podrá sentarse en la entrada
y vigilar el fuego. Si lo sitúa
Com pruebe que el aire
O
Si el fuego va a estar cerca
O
A te la p a rte superior de
calor y el refugio podría
O
incendiarse; si lo sitúa más
reflector (y dispersar el humo).
verde para evitar que el calor
■ Asegúrese de que la pared sea
lejos, perderá demasiado calor.
■ Clave dos postes en el suelo.
incendie los postes.
ta n larga com o la e n trad a del
Un reflector con un extrem o
Coloque un segundo p a r a una
■ Coloque los postes hasta
refugio para conservar el calor
en L conservará m ás calor.
distancia equivalente a los postes.
fo rm ar una p a re d
y e v ita r el viento y la lluvia.
más cerca, tendrá demasiado
pueda pasar a través del
del reflector, utilice m adera
los postes verticales.
REFUGIOS EN BOSQUES
O TRO S REFUGIOS
Existen dos opciones más: una estructura
triangu lar con a bertu ra delantera y una
a una sola agua para una persona Para
la p rim e ra asegure un caballete o una
cnerda a un árbol, según la altura d e la
e n tra d a y luego ada p te la estructura de la
página anterior. Para la segunda posibilidad,
a te el caballete a dos palos ahorquillados
clavados en el suelo y coloque uivi cubierta
com o el de de las páginas 162-163.
ESTRUCTURA TRIANGULAR
CON ABERTURA EN LA ENTRADA
Encaje un travesarlo bajo el caballete y átelo
al árbol con un nudo arb o r Construya un
reflector de fuego hacia el lado del viento.
REFUGIO A UN AGUA
Este pequeño cobertizo individual,
junto con un fuego compuesto de
varios troncos largos situado delante,
proporciona un ambiente cálido y seco.
entre una (Ha y la siguiente
©
Introduzca cuatro o cinco filas de ram as jóvenes
en horizontal a través de los postes laterales
para refo rza r las paredes
O
Cubra la estructura con una capa gruesa de m aterial natural
(por ejemplo, ram as resistentes). Entrecruce los materiales
hasta fo rm ar una especie de techo de paja.
■ Deje una entrad a en el lado próxim o a la p a rte delantera.
■ En los lados, vaya trabajando desde la parte posterior det refugio
Asegúrese de que el tam año le perm ite sentarse en el interior.
y desde abajo hacia a rrib a
Construya el refugio de manera que el viento incida en la parte delantera
ligeramente en ángulo, no de forma directa De ese modo, se mantiene
su eficacia y se evita que entre el humo del fuego. Si el refugio está
de espaldas al viento, existe el nesgo de que sople
alrededor y se arremoline en la entrada.
©
Cubra la p rim e ra capa
con liojas, musgo y
mantillo, em pezando por el suelo
y subiendo hasta el cab a lle te
■ Construya un reflector para el
fuego (véase pág anterior) delante
de la entrada para dirigir el calor
hacia usted.
■ Guarde el equipo y la mochila
en la p a rte delantera del refugio
Las pm edes cubiertos
a p o rta n protección contra
e l viento y la Ikrvio
165
166 BUSCAR REFUGIO
REFUGIOS TROPICALES
r
L A S S E L V A S T R O P I C A L E S O F R E C E N el e n to rn o m enos com p lica d o
S
para c o n s tru ir re fu g io s debido a la abundancia de m a te ria le s disponibles.
H E R R A M IE N TA S Y M ATERIALES
Cuando encuentre un lu g a r adecuado, decida qué tip o de re fu g io necesita.
■ Ponclro con remaches
■ Cuerda
Lo m ás im p o rta n te es in s ta la rlo separado del suelo. Busque la m áxim a
■ Postes largos y pesados o cañas
com odidad, porque un sueño re p a ra d o r es m u y im p o rta n te .
de bambú anchas
■ Barras separadoras
■ Cuchillo, sierra, machete oporong
CAMA CON PONCHO MODIFICADO
■A guja
■ Hilo de algodón encerado y resistente
La mayoría de los pondios cuentan con remaches que permiten cerrar los
bordes o unir dos piezas. También tienen ojales que puede utilizar como puntos
de atadura Aquí mostramos cómo convertir un poncho en una cama tropical.
Introduzca
im p o s te en coda
ktdo d e l . tu b o -
Lo ho rq u illo de lo
b o rra separadora
encofa en
Los postes deben ser
a t menos l m más
largos que e l poncho
luir/O
el poncho
to m o s
estirado
posible
►Aseqwesedequela
Un nudo SWCrOO
p a rte de poste qo<
monhene unidos
los ojales
O
sobresale es iqool en
los ciftitro lados
Junte los remaches de los dos
lados del poncho hasta form ar
©
Corto dos postes fuertes de
soporte capaces de aguantar
O
C orte dos «barras separadoras».
que colocará en perpendicular
su peso.
a los postes de apoyo, o. si los encuentra,
■ A te los ojales del lado cerrado
■ Introdúzcalos dentro del «tubo»
corte dos postes con una horquilla natural.
con cuerdas para que los remaches
del poncho, uno a cada lado.
una especie de «tubo».
■ A te las «barras separadoras» en su lugar
con un nudo arb o r (véase pág. 142).
no se ab ran
HAMACAS
Muchos üpos d e hamacas
están diseñados para el clima
cálido típico de los trópicos,
y suelen incluir mosquiteras.
De hecho, las hamacas son
el mejor refugio nocturno
siempre y cuando encuentre
HAMACA HENNESSY
dos árboles con la separación
Esta ham aca ultraligera
y de secado rápido es fácil
adecuada en tre ellos. La
ham aca Hennessy representa
de instalar y cómoda para
una buena opción |» rq u e
dorm ir (véase pág. 5 4).
Está equipada con una
ocupa muy poco espacio.
pu erta de cierre autónomo.
REFUGIO CON
PARACAÍDAS
Doble los paneles de un paracaídas
formando un triángulo. A te una
barra separadora a la a bertu ra y
sujétela al suelo. A te el vértice
del triángulo en el árbol.
HAM ACA Y LONA
A te un caballete sobre
la ham aca. Coloque la lona
sobro la cuerda y ate los lados
o un poste horizontal sujeto
en dos verticales.
REFUCIOS TROPICALES
La p ie /a doblado
O T R A S O PCIO N ES
Cosa un -tú n e l» de
Puede m odificar fácilmente otros materiales,
como, por ejemplo, una lona impermeabilizada
o una te la d e plástico. Para ello, necesitará
una a guja y una buena c an tidad de
hilo d e algodón encerado (véase Kit
d e supervivencia, págs. 6 0 -6 1 ). Existen
dos m étodos que puede poner en
práctica en ru ta o d u ra n te la fase
de preparación del viaje. Las barras
MÉTODO UNO
MÉTODO DOS
Coloque el m aterial en el suelo y pliéguelo
una vez form ando un «tubo» ancho. Cosa
Doble el m aterial y cosa un «túnel» a ambos
lados con la anchura suficiente para poder
tensa. El resultado: una excelente
los lados abiertos y. después, introduzca
pasar dos postes, que soportarán su peso.
cam illa d e em e rg e n c ia
un poste a cada lado del tubo.
Introdúzcalos en los túneles.
separadoras m antienen los postes
separados y la p la ta fo rm a para do rm ir
E l poncho m odifica do se convierte
en uno cam a cóm oda
VEN TA JA S DE LA CAM A-PONCHO
CONSTRUIR UN REFUGIO
EN LA JUNGLA
Un poncho modificado ofrece una cama
fácil y rápida de montar, le mantiene
separado del suelo y proporciona
un lugar cómodo donde dormir.
V
Los refugios en las selvas tropicales tienen
¡
que ser d e m ontaje rápido, d d tamaño
justo para sus necesidades y estar
a resguardo de los animales.
R E C O M E N D A C IO N E S
Si está pensando en construir un refugio
en una selva tropical, las siguientes
tos troncos estén
bien asentados para
aueno se muévan
Estóquetos si lo
considera necesario
recomendaciones le serán de gran ayuda:
■ Compruebe la existencia de peligros,
como ram as a punto de caer.
■ Necesitará una herramienta de corte afilada
í
parong o machete, y al menos un cuchillo
de supervivencia o un hacha pequeña.
O
El poncho modificado
I
■ Limpie el suelo que rodea al refugio para
ahuyentar a los animales. Utilice una escobilla
ya parece una C am ila
¡
improvisada, nunca las manos sin guantes.
I
para evitar picaduras de serpientes o arañas.
I
■ Construya el refugio separado del suelo
para evitar que le molesten los insectos.
(de hecho, puede utilizarse
como ta l en una situación
de emergencia). Sepárelo del
m antiene los postes
en su lu g a r cuando se
acuesto en e l poncho
las serpientes y cualquier otro animal.
suelo colocándolo sobre troncos
■ Empiece a construir el refugio mucho antes
gruesos o postes resistentes.
D ISEÑ O A L T E R N A T IV O
Si tiene un segundo poncho,
una lona o a lgo sim ilar, puede
Asegúrese de que
k i a ltu ra d e l poncho
prop o rcio n o suficiente
espacio p a ra usted
[
’
de que anochezca. U tilizar un cuchillo grande
cuando apenas hay luz o alumbrándose con
una antorcha puede resultar muy peligroso.
¡
■ Trabaje a un ritm o que le resulte
cómodo. La humedad puede provocar
i
una deshidratación muy rápida y problemas
relacionados con el calor. El cuerpo intenta
mantenerse fresco mediante el sudor:
m ontar un refugio para evitar
la lluvia (vwrse tam b ién Estructura
triangular con cuerdas, pág. 159).
■ A te un caballete e n tre dos árboles
por tanto, no trabaje con excesiva rapidez,
i
j
beba agua con frecuencia y realice pausas
regulares
y cuelgue el poncho o la lona.
■ C onstruya un refugio seguro para no
■ Si utiliza un segundo poncho,
tener que realizar reparaciones de noche.
ate la c a lic h a a o tro caballete.
■ En el interior del refugio utilice una
m osquitera com pleta y o tra para la cabeza.
■ Estaque las cuatro esquinas
del m ate ria l utilizado.
■ U na hoguera ahuyentará a insectos
y animales.
167
BUSCAR REFUGIO
ESTRUCTURA TRIANGULAR EN LA SELVA
Las estructuras triangulares son bastante fáciles de instalar. Si tiene un poncho,
una lona impermeabilizada o una pieza similar, tendrá que realizar algunas modificaciones
para improvisar una cama (véanse págs. 166-167). Si no dispone de un poncho,
coloque ramas sobre los postes para dar form a a una plataform a de descanso.
O
Corte siete postes
O
largos que soporten
su peso A te dos juntos
A te dos postes
m ás para fo rm ar
la A del o tro extrem o.
con un nudo arb o r (véase
■ Colóquelos alineados
pág. 1 4 2 ) para form ar
con la p rim e ra A.
una A . A te la unión
■ La distancia «Mitre
a un árbol o una rama.
las dos estructuras
£ ! ángulo fo rm ó á b priT to
determ ina o qué Óttura
debería ser al
A
menos 6 0 cm
W
m ás larga que
su a ltu r a
qiH'doró lo p la ta fo rm a
Asegúrese de que
tos poetes están
tu ro a n o ta d a s
en e l suela
©
Coloque un caballete sobre
Compruebe
g u e to s postes
están bien atodos
Coloque los dos postes
O de la cama-poncho
las estructuras en A.
■ Á telo por los dos extrem os
(véase pág. 1 6 6 ) por la p a rte
para m ejorar la e s ta b ilid a d ^ --—
exterio r de la estructura
triangular.
■ Baje los postes hasta
que la tela quede tensa.
Los postes d e l
poncho nxxttfrcodo
qoefon f ’/odos
en su posición
;
A
UtHke un nudo a rb o r
M a s e pág 142) p a ra
oseguror los postes
sobre codo A
\ A te los postes del poncho
m odific a d o o los potos
©
Coloque una lona
de la e s tru c tu ra
tria n g u la r ¡to ra
S g a n a r esta b ilid a d
o similar sobre
el caballete.
■ A te un viento en cada
esquina con un as de guía
corredizo (véose pág. 1 44 ).
Tense ta lo na
o /u s to n d o k n
cotes de
guarrbgm arm a
H E R R A M IE N T A S
■ Asegure cad a viento a una
Y M A T E R IA L E S
estaquilla o un árb ol m edíante
■ Postes largos y caballete
un cote de g u a rd a m a n o ?
■ Cuerdas y estaquillas
( m /s e pág. 1 45 ).
■ Cuchillo, sierra machete
o porang
■ Poncho modificado
para cama
■ Lona poncho o similar
REFUGIOS TROPICALES
REFUGIO DE BAMBÚ
H E R R A M IE N TA S Y M A TE R IA LE S
Si encuentra suficiente bambú, puede construir un refugio a una sola agua.
■ Postes de madera gruesos y cartas de bambú
Encuentre un lugar próxim o a la fuente de bambú para reducir el esfuerzo.
■ Cuchillo, sierra, machete o poranq
Si necesita una plataform a elevada para dorm ir, adapte el método utilizado
■ Cuerdas y estaquillas
para la cabaña (véase pág. 174).
■ Poncho y lona impermeabilizada (si tiene)
U tilice una
pieza gruesa de
m adero a m odo
E l caballete se
coloca encimo
d e l travesano
de m a rtillo
o la a ltu ra
de la s to d it a s
ie p e rm itirá
La m odera
can corte za se
Corte cuatro postes
a lto gue e l o tro
sin problema
O
gruesos d e m adera.
poste truuuo
unpocoaxH
a d r a r y salir
e l bam bú
O
Cologue
un caballete
A te un travesaño junto a cada poste.
Asegúrese de que están nivelados
O
Prepare dos postes ahorquillados cortos
para crear un te d io in d in ad a
■ C lave dos d e ellos en el suelo,
y a la altura que necesita para la entrada.
■ Alinéelos con los postes delanteros y colóquek»
a una distancia que le p e rm ita
■ Coloque un caballete de m adera sobre
a una distancia suficiente para que quede
tum barse e n tre ellos.
los travesarlos y á telo a los postes.
bien tapado cuando se acueste en el refugio.
■ Clávelos en el suelo y coloque encima
Cologue e l cuchillo mcfmodo y después
un segundo caballete.
golpéelo con un palo resistente
O
Em pezando por un extrem o. distribuya
C orte piezas de bam bú
i
lo bastante largas
las piezas de bam bú (con la parte
hueca liacia arrib a ) juntas entre los caballetes.
como para colocarlas
entre los dos caballetes.
■ R epita la operación, pero colocando
■ P a rta las cartas colocando
las cañas abiertas con la p a rte hueca
el cuchillo en cuña en cada
lia d a abajo.
/a
poste y golpeando con un palo.
■ Prepare suficientes piezas
de bam bú p a ra cubrir el techo
dos veces.
A poye la caña de
bam bú en uno p ie d ra
y su/éteto con e l pte
Uno cofía Je bOmbú
c o rta d a s e m d in a to c .a
Los capas d e c o fía s __
p a rtid a s dirigen
e l agu a h a cia el
una uMJTUfíajjoro iinctriat veces de canalón
partidas 'O
intemjíM
conatón
p o ra reforzar
la estructura
u
O
Laidos capas
A te una caña larga partida
en el caballete inferior para
fo rm ar un canalón bajo el ted io .
■ Coloque una fiam brera al final del
canalón inclinado para recoger el a g u a
Estogue los postes de bam bú
R e co/o elagu a
de lluvia para
p o ra sutetor la cam a
beber
169
170 BUSCAR REFUGIO
CABAÑA
H E R R A M IE N T A S
Con un poco de esfuerzo puede construir un refugio más permanente y sólido que una
estructura triangular. El tejado inclinado de una cabaña perm ite sentarse en la plataform a
con relativa comodidad. Este m étodo emplea una estructura de cua tro postes, pero
utilizar dos árboles en lugar de los vértices perm itiría ganar resistencia.
£
Y M A T E R IA L E S
■ Pilares y postes resistentes
■ Ramas para la plataforma
■ Cuchillo, sierra, machete
o parang
O
CIave cuatro pilares resistentes
Herramienta para cavar
en el suelo form an do un rectángulo
Hojas anchas para el techo
al menos 3 0 cm m ás largo y m ás ancho
que usted
Los soportes p o ra
e l techo se fi/a f i
con un nudo o rb o r
(Véase p á g 142)
El poste
h o riz o n ta l encoja
en una muesca
O
MWMJJiiw n it i p a ra
c a v a r con e l fin
fie a b la n d a r el suela
nunima de
! A te c o d a ro m a
í m d e l suelo
a los postes inferiores
Con el cuchillo o la s ie rra corte una muesca en cad a pilar
de m anera que encaje la curva del poste horizontal.
©
Distribuya una fila d e ram a s desnudas sobre los postes
horizontales hasta fo rm a r un suelo elevado.
■ Ajuste los cuatro postes horizontales en las muescas y asegure
■ Para los soportes d d techo, c o rte una m uesca e n el interior
la unión con un nudo a rb o r {véase pág 142).
d e cad a pilar, a lrededor d e 1 m m ás altas que la p la ta fo rm a
■ A te un travesado para sujetar los postes horizontales.
■ A te un poste a las m uescas d e los pilares.
HOJAS PARA EL TECHO
HO JAS LA R G A S Y ANC H AS
M uchas plantas tropicales poseen hojas
Aprovechando las formas de algunas trojas tropicales, podrá conseguir
techos o paredes resistentes y duraderos. Cuanto más grandes y más
anchas sean las hojas, metros trabajo tendrá. Si utiliza hojas de ratán,
podrá crear una tram a alterna y conseguir un techo más denso que
largas y anchas, adecuadas para cubrir
techos, com o es el caso de algunos
ficus banianos, c ie rta s plan tas de
caucho y varios tipos de bananeros
Coloque las hojas juntas sobre
los postes del techo, rem étalas
el que proporciona el m étodo descrito justo arriba.
bajo el poste y cósalas con tiras
de enredadera. Las puntas de
H O JA S DE R A TÁ N
las hojas de una fila se apoyan
sobre las hojas de la fila inferior.
El ratá n (una palm era) posee
liojas compuestas por filas
de hojas estrechas. Puede
partirlas por la m itad y colgarlas
en capas sobre la estructura
del techo, o bien utilizarlas
enteras doblando las hojas
pequeñas de un lado y tejiéndolas
una a o tra con las del o tro lado
se c re a uno m a llo apretada
REFUGIOS TROPICALES
O T R O S R E F U G IO S
Una a b e rtu ra
e n la p a r te
superior
fa c ilita la
circulación
d e l aire
Las cho zas in d a s e xiste n e n d ife re n te s
fo rm a s en to d o el m u n d o y se a d a p ta n
según las necesidades y los m a te ria le s locales
La form a
abovedada
proporciona
abundante
espacio
interior
Los p u eblos indígena s n o rte a m e ric a n o s las
c o n s tru ía n c o m o re fu g io s p ro visio n a le s en
las llanuras, y los p ig m e o s d e la selva tro p ic a l
e m p le a b a n ra m a s jó ve n e s p a ra fo rm a r
C H O Z A IN D IA
C A B A Ñ A D E P IG M E O S
un s e m ic írc u lo que. un a vez c u b ie rto
C onsiste en u n g ru p o d e postes
que se a ta n en la p a rte sup erior
y una e s tru c tu ra e n tre te jid a
que se c u b re con pieles o hierbas.
Este tip o d e cab aña abovedada se construye
co n un círcu lo de ra m a s jóvenes dobladas
o p o stes fle x ib le s que se a ta n y se cubren
con m a te ria le s naturales.
co n m a te ria le s n a tu ra le s, se co n v e rtía
en u n re fu g io c á lid o y seco.
Trabaje desde aba jo hacia
arriba, superponiendo los
hojas p a ro que k i lluvia
resbale
W caballete
d e l te/ado
Asegure las hojas
con tiro s finos
de enredadera
O
A te los p o ste s p a ra fo rm a r dos e s tru c tu ra s
tria n g u la re s . S u jé te lo s a los postes
d e a p oyo, e n c a d a e x tre m o d e la e s tr u c tu r a
©
A te una serie d e p o stes h o rizo n ta le s
p a ra d a r fo r m a a l techo.
i Coloque tas hojas
■ C u b ra el t e d io con ho ja s g ra n d e s y anchas
■ C oloq ue un c a b a lle te en el v é rtic e de
(p o r e je m p lo , d e p a lm e ra o d e bananero),
las d o s e s tru c tu ra s en A y átelo.
d o b lá n d o la s sob re los po ste s h o rizonta les.
con las puntas hacia
oba jo y la porte
brida nte bocio a m b o
Recoja
los hojas
anchos
cuando
no llueva
H O J A S T R IL O B U L A D A S
L a s h o ja s con tre s lóbu los,
com o la de la h ig u e ra , se pueden
e n tre te je r en los p o ste s del
te ja d o c o n e l ta llo hacia a rrib a .
En cada fila d e hojas te n d rá
que c o lo c a r los lóbu los
izq u ie rd o y d e re ch o d e trá s
o d e la n te d e l p o ste de
m a n e ra a lte rn a . El ló b u lo
c e n tra l q u e d a rá colg a n d o
sob re dos hojas d e la fila
in fe rio r.
fuerza cierre
de los extrem os con tre s
o c u a tro lio ja s g ra n d e s d e bananero.
■ In tro d u z c a las h o ja s en la e stru c tu ra
e n A d e la e n tra d a y d é je las suspendidas.
171
172 BUSCAR REFUGIO
CASO REAL
SUPERVIVENCIA EXTREMA:
EN LA JUNGLA
E Q U IP O U T I L
■ Machete/poronp
■ Lona im permeabilizada
■ Ham aca y mosquitera
■ Repelente de insectos
■ Bengalas y silbato
■ Linterna y pilas
■ Kit de primeros auxilios
■ M apa, brújula GPS
■ Lata y cuchillo de supervivencia
LOS F R A N C E S E S G U IL H E M N A Y R A L Y L O lC P IL L O IS
se perdieron durante una expedición a pie de 125 km
por la selva tropical virgen de la Guayana francesa.
Sobrevivieron durante 51 días a base de agua y semillas
de palmera, serpientes e insectos, aunque Nayral estuvo
a punto de morir después de comer una araña venenosa.
■ Teléfono móvil/satélite
Ponclro/vivac
fe
Los do s h o m b re s p a rtie ro n de los rá p id o s d e l G ra n d K a n o ri, en el río
A p p ro u a g u e . el m ié rc o le s 14 de fe b re ro de 2 0 0 7 con d ire c c ió n a Saül.
un a n tig u o p u e b lo m in e ro s itu a d o en el c e n tro d e l país. P ensaban pasar
12 días y lle v a b a n s u fic ie n te c o m id a , u n a b rú ju la y un m a p a , un m a ch e te ,
una lona im p e rm e a b iliz a d a y dos ham acas. P ro n to se d ie ro n c u e n ta de q u e la e x p e rie n c ia
iba a s e r m u y d u ra , pues a lg u n o s días se p a s a ro n v a ria s h o ra s a v a n z a n d o e n tre e n re d a d e ra s
a g o lp e de m a c h e te p a ra re c o rre r un solo k iló m e tro . La m a ñ a n a d e l 2 6 de fe b re ro , c u a n d o
N a yra l y P illo is d e b e ría n h a b e r lle g a d o a Saül, se e n c o n tra b a n le jo s de la c iv iliz a c ió n
y en t e r r ito r io d e s co n o cid o .
C onscientes de que los e q u ip o s de b ú sq u e d a se p o n d ría n
en m a rch a , e s ta b le c ie ro n un c a m p a m e n to y e s p e ra ro n
a que los resca ta se n . C o n s tru y e ro n un re fu g io y se
re p a rtie ro n las ta re a s : N a y ra l se e n c a rg ó de la c o m id a
y P illo is del fuego, q u e se m a n tu v o e n c e n d id o en to d o
m o m e n to p a ra lla m a r la a te n c ió n de los e q u ip o s de re sca te .
Tenían a b u n d a n te a g u a de llu via , p e ro p a ra c o m e r se v ie ro n
«SE ENCONTRABAN
LEJOS DE LA
CIVILIZACIÓN
Y EN TERRITORIO
DESCONOCIDO.»
o b lig a d o s a r e c u r r ir a s e m illa s de p a lm e ra , esca ra b a jo s,
se rp ie n te s, ra n a s y arañas.
De vez en c u a n d o pasaba a lg ú n h e lic ó p te ro , p e ro el d enso fo lla je im p e d ía v e rlo s. D espués
de e s p e ra r d u ra n te tr e s sem anas, d e c id ie ro n a b a n d o n a r el c a m p a m e n to y c a m in a r h a cia
el oeste, en d ire c c ió n a S aül. U na se m a n a después, en la q u e s ó lo c a m in a ro n tr e s h o ra s
d ia ria s, y sin s a b e r q u e se e n c o n tra b a n a só lo 5 k m de S aül, N a y ra l e n fe rm ó tr a s c o m e r
un a a ra ñ a venenosa m e d io c ru d a . S in m á s a lte rn a tiv a q u e d e ja r a su c o m p a ñ e ro , P illo is
lle g ó a S aül y re g re s ó con un h e lic ó p te ro p a ra re s c a ta r a N a y ra l, q u e e s ta b a d e s h id ra ta d o ,
in to x ic a d o y lleno de p a rá s ito s , el 5 d e a b ril, 51 días de sp u é s de c o m e n z a r la e x p e d ic ió n .
S U P E R V IV E N C IA E X T R E M A : E N L A J U N O L A
QUÉ HACER
Póngase a salvo de.
¿ESTÁ EN PELIGRO?
El sol/el v ie n to /la humedad adáptese
Si viaja en grupo, intente ayudar
♦
a quien esté en peligro.
NO
Sí
al ritm o de la jungla. Encuentre
^
o improvise un refugio rápido.
Los a n im a le s »ók> el 6 % de las
ANALICE SU SITUACIÓ N
serpientes son venenosas, pero todo
k> que vive en la jungla intentará
protegerse.
Las lesiones aplique primeros auxilios.
Véanse prígs. 2 34 235
¿ALGUIEN SABE QUE VA A ESTAR
Si nadie sabe que fa lta o dónde
AUSENTE O DÓNDE SE ENCUENTRA?
se encuentra, tendrá que inform ar
♦
a alguien de su difícil situación
con los medios de que disponga
^
NO
Sí
Si se pierde, lo más probable
es que salga un equipo de rescate
en su busca.
^
¿TIENE ALCÚN M E D IO PARA
Si tiene un teléfono móvil o por satélite,
COMUNICARSE?
Se enfrenta a una situación lim ite
informe a alguien de su situación.
por tiem po indefinido (hasta que
♦
lo localicen o encuentre ayuda)
Si no puede sobrevivir donde se
encuentra y no liay razones físicas
►
NO
Sí
Si ésta es lo suficientemente grave
4
4
¿PUEDE S O B R E V IV IR EN EL
LUGAR DONDE SE ENCUENTRA?**
para quedarse donde está, tendrá
que trasladarse a un lugar que
4
le ofrezca m ás posibilidades de
como para requerir un rescate
de emergencia y lleva un radiofaro
personal, tenga en cuenta
esta opción.
NO
Sí
Ocúpese de los principios básicos de
♦
supervivencia: protección, ubicación,
jua y comida.
supervivencia, rescate o ambos.
f -----------------------
Sí
T E N D R A QUC
TRASLADARSE
••
■ Tome una decisión fundada sobre
Sí
D EBERÍA
Q U E D A R S E **
■ Elija un lugar para el refugio
el m ejor lugar para trasladarse.
■ Utilice la línea de m ira para
en el que pueda acostarse alejado
del suelo y donde las ayudas de
desplazarse según el rumbo,
localización sean m ás eficaces.
ya que la visibilidad podría
■ Si dispone de una mosquitera,
ser m enor de 1 0 m.
■ Improvise un refugio cuando
' ---------------------------------------------------->
NO
no se mueva y acuéstese
aislado del suelo para evitar
la humedad y los insectos.
■ Busque en todo m omento
m adera seca y combustible.
■ Siga las corrientes de
agua en sentido descendente.
El transporte en la jungla se
realiza a través de los ríos, de
m anera que es más probable
encontrar asentamientos en
sus orillas.
■ Mueva con el pie los troncos
que encuentre en el suelo
para ver qué hay al otro Lado
en lugar de pasar sin más.
■ Utilice las manos para
NO
utilícela; si no. eche
hojas húmedas en el fuego
■ P erm ita que la naturaleza
para repeler a los insectos
o cúbrase la piel expuesta
con barro.
lim piar el suelo; hágalo
opresiva de la jungla
con un m achete o un bastón
■ Beba agua sin tra ta r
lo abrume. Adáptese
■ Prepare todas las ayudas
a su ritm o, no luche
de localización para poder
(hiérvala o trátela).
contra ella.
■ Deje que la leña se ponga
utilizarlas de inmediato Esté
a le rta en todo momento a
húmeda; guarde la m adera
seca y p á rtala para llegar
cualquier señal de rescate.
em pezar tres horas antes
de que se ponga el sol.
■ Perm anezca en silencio.
al núcleo seco.
■ Coma lo que no pueda
■ M anténgase tapado
aunque haga c a lo r la
humedad elevada favorece
Haga ruido a medida
identificar como comestible;
podría enferm ar y verse
siempre que tenga ocasión.
■ M on te el cam pam ento
m uy tarde; se recomienda
que avanza para advertir
a los animales de su
incapacitado.
presencia.
^_______________________________
no puede sobrevivir en el lugar donde se encuentra, pero tampoco puede moverse
porque se ha hecho daño o por cualquier otro motivo, debe hacer todo lo posible
para atraer a los equipos de rescate.
•
su situación camina (por e|emplo. se «traslada- para buscar ayuda y encuentra
una ubicación adecuada para quedarse y sobrevw rj. consulte los cuadros de «Si» y «No»
las infecciones. Lávese
■ M antenga una hoguera
encendida para facilitar
la localización y repeler
a los insectos.
173
174 BUSCAR REFUGIO
REFUGIOS EN DESIERTOS
S I E STÁ P L A N IF IC A N D O UN V IA J E a un desie rto , llévese a lg o que pueda
u tiliz a r para im p ro vis a r un re fu g io in m e d ia to que le p ro te ja del sol (p o r ejem plo,
una lám ina de plástico, una lona im p e rm e a b iliza d a , un poncho, una m a n ta
de em ergencia o incluso un p a r de piezas de m a te ria l de p a racaídas que,
una vez plegado, apenas ocupa espacio). Puede c o n s tru ir un re fu g io en un hueco
natural o le va n ta r uno p o r encim a del suelo u tiliz a n d o un poncho.
REFUGIO HUNDIDO
Si dispone de cnerda, puede cavar un hoyo
EN E L D E S IE R T O
M o n ta r u n re fu g io n a tu ra l e n e l d e s ie rto
supone un re to d e b id o al c a lo r y a la fa lta
po te n cia l de m a teriale s. P o r ta n to , in te n te
e n c o n tra r un lu g a r ju n to a u n á rb o l
y utilizar la cuerda para sujetar la lámina
por encima; si no tiene, deberá sujetarla con otros medios;
tierra, arena o piedras, por ejemplo. Siempre que instale
un refugio por capas en el desierto, tra te de mantener
las capas tirantes y separadas.
o un arbusto que dé sombra.
R E F U G IO S IN C U E R D A S
RECUERDE
Los siguientes consejos le ayudarán a
enfrentarse a las tem peraturas extrem as;
■ Nunca intente construir el refugio durante
las floras m ás calurosas del día.
S i n o tie n e s u fic ie n te c u e rd a p a ra s u je ta r u n a lá m in a ,
puede c a v a r u n h o y o o le v a n ta r u n o s m u re te s c o n p ie d ra s
o a re n a a m o n to n a d o s a in te rv a lo s re g u la re s. S u je te la lá m in a
co n piedras.
■ Racione el sudor y no ef agua No se agote.
Si em pieza a sudar, deje de hacer lo que esté
haciendo y descanse a la som bra (3 0 minutos
bajo un mapa desplegado o una m anta
de emergencia y beba). Si viaja en grupo,
com parta el trabajo con sus compañeros.
■ No espere hasta el últim o m inuto para
buscar un lugar adecuado para el refugio
O
tu m b a rse , idee una h e rra m ie n ta
p a ra c a v a r y ra sque la tie rra
d e l fo n d o (vaya a c u m u lá n d o la
■ Evite las cum bres de m ontañas grandes
F orm e lo s lo dos con
piedras cu b ie rto s de tie rra
a los lado s d e l hueco).
Decídase pronto y haga los planes necesarios.
■ Nunca construya un refugio en terrenos
bajos, en el lecho de un río o en wadis
Si e l hu eco n o es k) b a s ta n te
p ro fu n d o c o m o p a ra p o d e r
©
E xtie n d a el po ncho,
la lá m in a o la lona
p o r e n c im a d e l hoyo.
y aisladas por el peligro que representan
■ C o m p ru e b e que
los rayos y los vientos extrem os
lo s b o rd e s d e l m a te ria l
■ Trate de m ontar el refugio en una pequeña
q u e d a n s u p e rp u e s to s
elevación, donde la tem peratura puede
ser hasta 1 0 °C más cálida por lo noche
a lo s lado s d e l hoyo.
~
Sujete
et poncho
c o n p ie d /v s
■ Asegúrese de que la a b e rtu ra del refugio
esté orientada al norte en el hem isferio norte
y al sur en el hemisferio sur para que el sol
no incida directam ente en ella du rante el día.
■ Pruebe a excavar para crear una pequeña
depresión, ya que el suelo e s tá más fresco
por debajo de la superficie.
£1 e s p a d o
le a y u d a rá a
Defe un hueco de
o ! menas 15 cm
aislarse d e l c a lo r ,
entre tos copas
• Construya el refugio pensando en las peores
condiciones posibles y no en las que se estén
dando en ese m om ento. El clima desértico
puede cam biar de form a rápida y radical,
y los vientos pueden llegar a arrancar
un refugio que no esté bien instalado.
■ Si la pieza que lleva para in stalar el refugio
©
U tilic e una lá m in a a d ic io n a l
•
p a ra e x te n d e r una seg unda c a p a q u e cre e u n esp a cio
d o a ire m u e rto , ya q u e c o n trib u y e a re d u c ir la te m p e ra tu ra .
tiene una cara brillante, asegúrese de colocarla
boca arriba para que refleje el calor y facilite
■ Si s ó lo d is p o n e d e una pieza d e m a te ria l, p ru e b e a d o b la rla
la localización.
p a ra c re a r las d o s capas.
Sujete lo capa
supe rior con
piedras
REFUGIOS EN DESIERTOS
P R O T E C C IÓ N
REFUGIO RÁPIDO
C O N TR A EL SOL
Si no encuentra un hoyo, monte un refugio con un poncho
Conviene que tenga siempre a mano
(véanse págs. 158-159) en un lugar donde pueda estar fresco
algún tipo de protección contra el sol Puede
durante el día (por ejemplo, bajo la sombra de árboles o arbustos,
crear un espacio de som bra con un parasol,
o en un sitio un poco elevado para beneficiarse de la brisa fresca).
O
175
una tienda o una m an ta de emergencia.
Busque un lugar junto a un árbol o clave un pilar junto al sitio
M a te ria l
que puede
servir com o
ayuda de
hcodzocióm
donde quiere que esté la entrad a del refugio.
■ Instale una cuerda a modo de caballete hasta el árbol o et pilar
y coloque encim a el poncho.
■ Repita la operación con un segundo poncho.
lámina o manta de emergencia para crear
una capa separada
r
É f 's
^
P A R A G U A S D E S E N D E R IS M O
Un p ara g u as pequeño y lig e ro p rote ge
dct sol. el v ie n to y la llu via; crea una
so m b ra fre sca y s irv e ta m b ié n com o
b astón. A lg u n o s son do un m a te ria l
re fle c ta n te o llevan una lin te rn a
De/e tos lados
y la base
abiertos paro
s-entilor el
re fu g io ____
en la em puñadura.
Los palitos y los
rom o s ayudan
a m antener
en pie el
S
O
/
/
Por la noche, desm onte el refugio exterior
y utilícelo para taparse.
■ Evite que el calor se escape tapando los lados
y la base del refugio con piedras o arena.
■ Si es posible, du erm a sobre algún m aterial aislante.
M A N T A D E E M E R G E N C IA
Debería fo rm a r p a rte de su equipo
básico d e supervivencia y le proporcionará
un a liv io in m e d ia to c o n tra el sol. Recuerde
que es ca si im p o s ib le g u a rd a r una m anta
de em erg e n cia c o n su ta m a ñ o orig ina l
Proteja et pone#} *■
con piedras o arena
paro mantener
el calor ^
una vez q u e se abre.
DE NOCHE
Soque los ob/etos
OtltUe uno
pdoeUable
de lo modulo
depudres
antes de uhlmnia porosu/etm
imprescindibles
R E F U G IO P L A N O
Si tiene cuerdas, puede a ta r la lám ina a cuatro
pilares. En caso de que no disponga d e suficiente
cuerda para las cuatro esquinas, utilice la mochila
Los postes
de sujeción
pueden ser
de piezas de
modera
*
resistente'- 1
Un órbol puede
servir de soporte
y proporcionar
c
o
n
y
o
’rr.»
sonrimr
o una pila d e piedras com o puntos de apoyo.
■ Prepare el lioyo com o se indica en la página
anterior.
■ Si hay árboles cerca, ¿provéetelos; si no,
improvise pilares con m adera, pilas de piedras
o con la mochila.
■ A te la lám ina a los árboles o los pilares
por encinta del lioyo. dejando un Ixieco
para que circule el aire.
■ Coloque una segunda capa a 15 cm.
como mínimo, de la prim era.
\
« jH
Cyaóto más
mofando
Espacio de ít.W'
entre las copos
-.seo el hoya
más fresco
esiorá
176 BUSCAR REFUGIO
REFUGIOS COSTEROS
S I SE E N C U E N T R A en una s itu a ció n lím ite y puede lle g a r h a s ta
^
una playa, p o d rá ben e ficia rse de a lg u na s ventajas. El re s c a te es
h e r r a m ie n t a s y m a t e r ia l e s
■ Herramienta para cavar
m ás probable en una playa que tie rra a d e n tro , ya que las ayudas
■ Maderas flotantes y/o piedras
de localización se ven m e jo r en los espacios a b ie rto s , hay m ás
■ Plantas de hojas grandes, poncho
o lona impermeabilizada
personas que viven en las co s ta s y dos veces al día llegan re sto s
■ Cuchillo
flo ta n te s que pueden se r ú tile s incluso a las o rilla s m ás re m o ta s.
■ Cuerda y estaquillas
REFUGIO DE MADERA
Si encuentra suficiente madera, puede
E l lo do
de u n a ta n ja
p ro te g e m e/or
que k i m adero
o p ila d a
utilizarla para los refugios que se tratan
en este capitulo. Un refugio construido
con madera encontrada en una orilla
tapando un hoyo ofrece una protección
sencilla, pero necesita muchas atenciones
si la arena es muy fina o húmeda.
Prepare una
O herramienta
y excave una zanja e n la a re n a
■ La zanja tiene que e sta r p o r encim a de
la linea de la m are a alta, ser lo bastante larga
JU N TO A L A G U A
Las costas vanan según el entom o, desde las
com o para acogerle a usted y a su equipo, con la
anchura adecuada para que resulte cóm oda, y con
la profundidad suficiente para poder girarse.
U tilic e una herram ienta
te rm in a d o en p u n ta
p a ra encovar
playas tropicales, donde dorm ir al raso bajo
las estrellas no supone ningún problem a,
C u bra e l techo
con una copo grueso
de hojas entrecruzadas
sobre la e s tru c tu ra
hasta las costas escarpadas de latitudes
m ás elevadas, donde una noche sin protegerse
de los elementos seria un suicidio.
RECUERDE
No deje huecos
e n tre las hotos
Si piensa pasar una noche junto a una playa,
expuesto a los elementos, ten g a en cuenta
las siguientes recomendaciones:
■ Construya el refugio por encim a de
la m arca más elevada de 1a m area a lta
(véase pág siguiente), y de la m arca del agua
si se tra ta de una playa fluvial o de un lago.
En caso de duda, desplácese un poco fia d a
el interior, donde estará más protegido
y resultará m ás fácil encontrar m ateriales
■ Intente adivinar cómo va a ser el tiem po
observando el cielo y el agua, o detectando
cambios en el viento (véanse págs. 8 2 -8 3 ).
■ Haga planes pensando en la peor de las
A re n o que c u b re lo p a rte
s u p e rio r de un poste _
situaciones, o al menos cuente con un plan
alternativo si las cosas no salen como esperaba.
■ Observe si en la zona hay insectos, como,
por ejemplo, mosquitos y tábanos.
Cubra c om pletam en te la
■ Busque séllales d e vida salvaje, com o cangrejos
e incluso tortugas (que pueden servirle de alimento).
O
■ Termine el refugio y recoja agua y leña antes
palm eras o de la vegetación que encuentre
estructura con capas de hojas de
de que anochezca.
en la playa. No deje huecos, porque la siguiente
■ Tenga cuidado con los efectos del sol y el
c ap a será de arena.
viento, incluso en los dias nublados.
■ Com o altern ativa, puede colocar un poncho, una lona o una
■ Utilice m adera encontrada en la playa y otros
materiales. Recuerde que cualquier m adera que
lám ina d e plástico sobre la e s tru c tu ra S ujétela con arena
haya estado flo tan do en el m a r será muy pesada
o piedras, o estáquela si dispone de cuerdas.
REFUGIOS COSTEROS
Levante una p a re d
de arena. ¡Heriros
v m adera
177
Coloque t i iv t*o
(Mnrfpqn
antes tée ai iitn n
la estructuro
El poste de
modero
proporciona
una base fume
para el techo
©
Busque dos piezas de m adera que sean m ás o menos
de la m ism a longitud que la za n ja También servirán
varias piezas m ás cortas.
Asisjutv Inni
las presos
transversales de
madero en las
paredes del refugie
poro evitar que el
techo se hunda
©
Coloque piezas transversales de m adera sobre la zanja
para fo rm a r la estructura de un te d io básico.
■ Intercale piezas m ás pequeñas de m adera en la estm etura
■ Coloque la «videra junto a la zanja
y asegúrese d e que quedan bien firm es sobre la m adera
y refuércela con arena y piedras
d e las paredes.
para d a r fo m w a las paredes.
UNA BALSA SALVAVIDAS
©
A MODO DE REFUGIO
Cuando haya cubierto la estructura.
Recuerde que, si ha
term ine el refugio con una capa
densa de arena o tierra.
■ Cuanto nvós m ate ria l ponga sobre"?! tedio ,
La areno oíslo
el refugio y to protege
de tos elementos
abandonado una embarcación
______ El material det
inmediato (induso en tierra).
más protegido estará de los elementos. Sin
embargo, no se exceda con el peso para evitar
que se hunda.
en una balsa salvavidas,
puede utilizarla como refugio
suelo es esencral
pora mantenerse
I r aliente por
ttonocAe
EN L A P L A Y A
El m ejor lugar para un refugio es el lado orientado a tierra
de la zona infram areal: puede observar el m ar. desde éste
se ve la hoguera y tam bién puede ver el refuqio m ientras busca
m aterial por la p la y a Cuando hace m al tiempo, sin embargo,
el lado orientado a tie rra de la cim a de una duna es el mejor
em plazam iento.
P A R T E S DE U N A P LA Y A
Las playas se form an con las m areas y el berma, compuesto por
depósitos de los m ateriales que conforman la orilla cambiante.
■ En la cima del berm a se encuentra la cresta Una ladera,
o cara, baja desde la cresta hasta el agua. En el fondo
de la cara puede form arse una depresión.
■ La playa de tem poral se extiende tie rra adentro y es
el punto donde el viento y las torm entas mueven la arena.
■ Las dunas se form an donde el viento crea depósitos mayores
de arena, en la p a rte posterior de la playa.
■ Las barras a lo largo de la costa pueden extenderse hasta
el m ar y se form an en el punto donde rom pen las olas.
Ptaya/onUa
Infra h to ra t
178 BUSCAR REFUGIO
REFUGIOS EN LA NIEVE
£
EL REFUGIO EN L A N IE V E que pueda c o n s tru ir dependerá del
H E R R A M IE N T A S Y M A T E R IA L E S
tip o de nieve, del equipo del que disponga y de las o p o rtu n id a d e s que
■ Ramas grandes y medianas
le ofrezca el e n to rn o (p o r ejem plo, las zonas boscosas son m ejores
■ Suelo para dormir
que las a b ie rta s porque p ro porcionan p ro te cció n y m ateriales naturales).
■ Poste grande
Puede c o n s tru ir una trin c h e ra de nieve, una cueva, un hoyo ju n to
mover la nieve
a un árbol, una cornisa o un quinzhee.
■ Cuchillo grande o sierra
■ Pala o lata del kit de cocina para
■ Cuchillo (u otra herramienta
con una hoja alargada)
TRINCHERA DE NIEVE COMPACTA
Lona impermeabilizada
Si la nieve está lo bastante compacta, y si dispone de un cuchillo grande o una sierra
de nieve, puede cortar bloques para form ar una zanja y después emplearlos para
Coloque y ajuste con cordado
los bloques recortados
empezando p o r la p a rte
de los pies
levantar un techo inclinado. Esta construcción requiere mucho esfuerzo y un poco
de práctica, pero proporciona un refugio sólido con un poco de altura adicional.
O
No hopa grandes
esfuerzos cuando
Utilice la hoja del cuchillo para
abrir una trinchera rectangular
c o rte y levante
tos bloques
con la anchura, la longitud y la
0
C orte los extrem os de los
bloques y colóquelos form ando
un ángulo para levantar el techo.
profundidad adecuadas para usted.
■ Utilice el resto de los bloques para
■ Corte la nieve en rectángulos
term inar el techo y corte un triángulo
y coloque los bloques a un lado
para el extrem o de los pies.
de la trinchera
Disponga e l sudo de
lo trin c h e ra con romos
Coda bloque deberlo tener
un grosor de 2 0 3 0 cm
O
perennes form ando
una capa de 2 5 cm
de grosor, com o mimmo
Si quedan huecos e n tre los bloques, tápelos
con nieve.
Tope con rueve
tos ¡untos entre
tos bloques
■ Añada m ás nieve por encima de los bloques
para m ejorar el aislamiento.
• Forme una entrada con bloques de nieve
Puede u tiliz a r la
o con su mochila.
m ochila p a ra bloquear
parcialm ente la entrada
cuando hoya terminado
• No bloquee la entrada del todo,
de|c un espacio para disponer de
una ventilación adecuada.
un palo corto (de 1 5 -3 0 cm) a una cuerda
■ Incluya agujeros de ventilación: uno
cerca del suelo para p erm itir la entrada
Examine ia nieve para determ inar
y entérrelo en la nieve. Compacte la nieve y.
cuando ésta se endurezca, la estaquilla
de aire fresco y otro encima para que
salga el aire. Revíselos y limpíelos cada
si es com pacta o no antes d e empezar.
estará segura.
una o dos horas.
RECUERDE
■ La nieve es un excelente aislante.
La recién caída, sin compactar,
refugio por si las necesita para salir.
Los siguientes consejos pueden servirle
de ayuda si tiene intención de construir
contiene un 9 0 - 9 5 % do aire Dado
que éste apenas se mueve, la nieve
■ Si abandona el refugio, marque
la entrada. Llévese el equipo básico
un refugio de nieve y pasar la noche en él:
puede m anlenerle caliente y seco
■ Construya un refugio con unas
si la utiliza correctam ente.
de supervivencia: es mejor tener
y no necesitar que necesitar y no tener.
C O N S T R U IR R E F U G IO S
EN L A N IE V E
■ Si necesita clavar vientos en la nieve, ate
■ Guarde las herram ientas dentro del
dimensiones adecuadas para usted
■ Revise el lugar elegido para
■ Retire la nieve del equipo y de la ropa
y su equipo. No invierta mucho tiempo
el refugio por si existiesen señales
antes de entrar en el refugio
para erigir un refugio que utilizará
una sola noche' realice el m ínimo esfuerzo
de peligros, como ventiscas,
vientos gélidos, avalanchas,
caídas de comisas y animales grandes.
■ Lleve encima todo el equipo
imprescindible por si se cae y se pierde
a cambio de la m áxim a protección.
en la nieve.
REFUGIOS EN LA NIEVE
R E F U G IO S E N C O N T R A D O S
C on u n p o co d e s u e rte p o d ría e n c o n tra r
u n á rb o l c o n esp a cio d e b a jo y n o te n e r
q u e c a v a r un a trin c h e ra ; p o r ejem plo,
d e bajo d e un a ra m a in fe rio r o en un
h o yo ju n to a u n á rb o l (u na zona en la
q u e u n a v e n tisca in te n sa ha a cu m u la d o
R A M A BAJA
HOYO JU N TO A UN ÁRBOL
la nieve e n to m o a u n á rbol, p e ro n o las
Busque un á rb o l perenne con una g ra n ram a
C om p rue be la te x tu ra de la nieve alre ded or
ram as m á s bajas). U tilic e el b a s tó n pa ra
p o r encim a de la ca p a su p e rio r de nieve. Cave
un hoyo desde el lado re sg u a rd a d o de l v iento,
aísle e l suelo con ra m a s y asegúrese de
d isp o n e r d e una v e n tila ció n adecuada.
de un á rb o l con las ra m as tapadas por la nieve.
Si n o o fre c e resistencia, s ig n ific a que hay un
c o m p ro b a r la p ro fu n d id a d d e la nieve
y la presencia d e bolsas d e aire.
TRINCHERA DE COMBATIENTE
Si la nieve es blanda, una trinchera de combatiente se
prepara de manera rápida y fácil. En caso de emergencia,
incluso puede construir una retirando la nieve blanda
con los pies. En prim er lugar, encuentre una ubicación
' TRÜC0S
pa r a
hoyo. Cave desde el lado resguardado del viento,
colo q u e ra m a s en el suelo y v e n tile el hoyo.
c a len ta r v
e n fr .a r
^
Los siguientes tru co s pueden a yu darle a m antener la tem peratura
adecuada en un re fu g io :
■ Quítese prendas de ro p a a m e dida que tra b a ja . M antenga
la ro pa seca p a ra que. cua ndo deje d e tra b a ja r, pueda volver
a p o n é rs e la
que lo proteja de los elementos en la medida de lo posible;
■ M a n te n g a el re fu g io a una te m p e ra tu ra con stante . Si la nieve
después, compruebe la profundidad de
se fu n d e y después vuelve a congelarse, p ie rd e sus propiedades
aislantes.
la nieve con el bastón o con un poste.
O
C on u n a p a la o una la ta del k it
■ No c a lie n te d e m asiad o el re fu g io . In c lu s o la lla m a de
una vela puede a u m e n ta r la te m p e ra tu ra c u a tro grados
p a ra co cin a r, o sim p le m e n te
a p a rta n d o la nieve c o n los pies. ab ra
Cotoque e l suelo
una zan ja de u n ta m a ñ o s u ficie n te
de la trincheta
pa ra uste d y su eq uipo.
antes de instalo/
e l techo
■ Cave a una p ro fu n d id a d
s u fic ie n te p a ra p o d e r
g ira rs e m ie n tra s
d u e rm e sin m o v e r
el te c l» .
S i p u e d t r e tire lo n i e v e _______
h a sta lle g a r o l suelo
©
C oloque una e s tru c tu ra d e ra m a s
c o n y sin hojas sob re la z a n ja
■ A segú rese d e c o n ta r con s u fic ie n te n w te ria l
p a ra im p e d ir que la nieve a tra v ie s e el techo.
Una la m ina de
plástico o una
lona ofrecen una
En el U lterior
de una trinchera
copa oíslonte
adic/onol
O
Si cu e n ta con una lá m in a d e p lá s tic o o una
im p e rm e a b iliz a d a c o ló q u e la so b re la e s tru c tu ra
a m o d o d e c a p a a is la n te e x tr a
sólo hay espoclo p a ra
perm anecer ocostado
O
C ubra la e s tru c tu ra co n una c a p a d e nieve d e 3 0 cm ,
c o m o m ín im o , qu e a c tu a rá c o m o aisla n te
■ Cave un pe queñ o hoyo en la e n tra d a p a ra fa c ilita r el acceso.
■ C om o a lte rn a tiv a puede u tiliz a r la lona p a ra c u b rir
■ En la e n tra d a pu ede e n c e n d e r u n fu e g o pequeño,
el suelo del re fu g io .
co n tro la d o , sob re una base c o n u n tro n c o verde.
179
180 BUSCAR REFUGIO
Q U IN Z H E E
Tome meve con una la to
d e l b t p a ra cocinar y
láncelo sobre la lona
Un quinzhee es un refugio abovedado form ado por una pila de nieve, que
después se vacía para crear un hueco. Se trata de un refugio para pasar
una noche más sencillo que el iglú (hogar), que se construye con bloques
de nieve, es permanente y exige habilidad y conocimientos. En un quinzhee
no puede ponerse de pie, pero sí estar sentado o acostado en posición fetal.
Tape lo m ochila
con una lona
perm eabiluoda
O
Refuerce
e l núcleo con
rom os pequeños
Busque una zona relativam ente llana que esté cubierta
de abundante nieve.
O
Con una la ta o algún otro utensilio del kit para cocinar,
acumule tod a la nieve que pueda.
■ M arque un círculo para el quinzhee, incluidas las paredes (que
■ A pile nieve sobre el núcleo d d refugio hasta fo rm ar una cúpula
serán de unos 2 5 cm de grosor), y com pacte la nieve con los pies.
de la altura necesaria. Vaya añadiendo capas de nieve hasta form ar
■ Utilice la mochila y ram as u hojas cubiertas con una lona
una capa de al menos 2 5 crn de grosor (alise cada una de d ías
impermeabilizada para fo rm ar el núcleo del refugio. Sitúe
a m edida que va avanzando)
la entrada a 9 0 “ con respecto al viento dominante
M arque la posición de codo p o lo quta
con una separación de 3 0 -4 5 cm
antes de clavarlos en la nteve
No alise lo nieve
con las manosu tilice e l fondo
de una Iota
Acum ule nieve h a s ta
fo rm a r un pequeño
m ontículo, que será
la entrada
O
Alise la nieve de la cúpula y déjela endurecer
entre una y tres horas (dependerá d d tip o de nieve
O
X
Para conseguir un grosor uniforme
en el techo y las paredes, clave palos
y de la tem peratura ambiente).
guía de la m ism a longitud en la nieve
■ Manténgase activo durante ese tiem po de espera,
d d centro de la cúpula.
sobre todo si hace viento: recoja m a d e ra haga un fuego
■ Form e un pequeño m ontículo com pacto
(apartado del quinzhee) y prepárese para pasar la n o e l*
en la p a rte delantera d d refugio.
REFUGIOS EN LA NIEVE
C U E V A D E N IE V E
C O R N IS A DE N IE V E
Una cueva d e nie ve p ro p o rc io n a una buena p ro te cció n , p e ro re s u lta m u y tra bajosa .
Puede c o n s tru ir una c o rn isa de nieve
Las localiza cio nes a d e cu a d a s son u n a zona de nieve c o m p a c ta al a b rig o de una m o n ta ñ a
en u n v e n tis q u e ro a re sg u a rd o del viento,
o un v e n tis q u e ro co n una ca p a e x te n o r firm e . E vite la nieve re cie nte, la nieve p o lv o o la
o al m enos p e rp e n d ic u la r a él.
suelta, a s í c o m o los e sp a cio s p o co p ro fu n d o s. La cue va d e b e ser lo b a s ta n te a lta c o m o
C O N S T R U IR L A C O R N IS A
p a ra p o d e r s e n ta rse y p ro fu n d a . S itú e la e n tra d a a 4 5 ° e n la d ire c c ió n del viento.
■ Talle bloques h a s ta c re a r una en tra d a
Agujero de
C O N S T R U IR L A C U E V A
ventilación p o ra
que circule e l oírp
■ Excave un túnel de 1 m de largo
en la nieve y después una cueva
a dos niveles. El m ás bajo
es el tú n e l el otro es una com isa
d e unos 7 0 cm en la nieve y un re ctá n g u lo
'
h o riz o n ta l p o r encim a.
I-
■ E xcave hacia a rrib a pa ra fo rm a r
una p la ta fo rm a p a ra do rm ir.
■ C oloque los bloques c o rta d o s en sentido
p e rp e n d ic u la r al re c tá n g u lo h o rizo n ta l
7 0 cm m ás alta, como mínimo,
y ta p e los posibles huecos con nieve.
y k> suficientem ente ancha para
■ A b ra un a g u je ro de ven tila ció n en el techo
poder dorm ir en su interior
y o tr o m ás b a jo p a ra que circu le el aire.
i
■ Forme un techo arqueado para
refo rzar la cueva Debe tener
un espesor m ínimo de 4 5 cm
para soportar el peso de la nieve.
■ M arque la zona con ram as para
Techo h so para
e v ita r goteo-i
*
indicar la situación de la cueva
■ Aíslo la cornisa donde va a dorm ir
con suficiente m aterial natural.
■ Abra al menos un agujero
de ventilación en el techo, pero
El tú n e l de entrada
a la cueva de nieve
creo un nivel
de a ire frío
no orientado hacia el viento.
R itire im o o d o s p a b s
guio po/a favorecer
la ventilación
A b ra un ogu/ero
de ventilación del
tam año de un puño
en la p a rte superior
de la cúpula
f
------------M O N Ó X ID O DE C A R B O N O
Se tr a ta d e un g a s in o d o ro que se produce cuando no
hay s u fic ie n te oxíg eno p a ra c re a r d ió x id o d e carbono
a p a r tir d e c o m b u s tib le que a rd e L a in to xica ción
p o r m o n ó x id o d e c a rb o n o puede ser m o rta l
e n u n e n to rn o bien a is la d o sin ventilación.
M Á S V A L E P R E V E N IR Q U E C U R A R
A bra uno o m ás agujeros, de 7,5-10 cm de diámetro,
en la base y en la pa rte superior del refugio
Asegúrese de que el aire circule sin obstrucciones.
S E Ñ A L E S D E IN T O X IC A C IÓ N
La intoxicación por monóxido de carbono es
acumulativa y puede gestarse durante varios días
Entre sus efectos leves figuran la fatiga, mareos
Abro un agujero de
ventilación del
tamaño de un puño
oJOcmdd HieSo
y moatengaio
O rpeiado en todo
m om ento
y síntomas similares a los de una gripe A medida
que avanza, los efectos se convierten en dolores
de cabeza intensos, náuseas y descoordinación.
ACTÚE
Salga a tom ar aire fresco de inmediato. Respírelo
durante un mínimo de cuatro horas para reducir
©
C uan do la nie ve se haya en du re cid o , excave e n la e n tra d a p a ra acce der
a la m itad la cantidad de dióxido de carbono
que hay en su cuerpo
a l re fu g io , saque la m o c h ila y la lona, y re tire la nieve sob rante.
■ U tilic e los pa lo s gu ía p a ra m a n te n e r un espesor m ín im o de 2 5 c m
D ETECTO RES
en las paredes.
En el m ercado existen detectores de monóxido
■ N o cave co n las m anos, ya q u e se le e n fria rá n y Ixim e docerán.
de carbono. Algunos modelos funcionan con pilas,
■ A lise la nieve d e l in te rio r d e l re fu g io p a ra e v ita r goteos.
pero suelen ser aparatosos. Puede llevar un tubo
que cam bia de color y que proporciona un aviso visual
■ C o n stru ya u n a p la ta fo rm a elevada p a ra d o rm ir.
rápido cuando hay monóxido de carbono en el aire.
181
184 AGUA Y COM IDA ENCONTRAR Y TRATAR AGUA
ENCONTRAR Y
TRATAR AGUA
L a i m p o r t a n c i a d e l a g u a , in c lu s o e n u n a
a s u m id o q u e p o d e m o s d is p o n e r d e
s itu a c ió n d e s u p e r v iv e n c ia a c o r t o p la z o ,
a g u a c u a n d o q u e r a m o s y n o a p r e c ia m o s
n u n c a d e b e ría in fr a v a lo r a r s e . Y e s q u e el
lo i m p o r t a n t e q u e e s h a s ta q u e n o s f a lt a .
a g u a e s e s e n c ia l p a r a la v id a . S e r e q u ie r e u n
E n to n c e s se c o n v ie r t e e n lo m á s i m p o r t a n t e
c o n s u m o d ia r io d e 2 o 3 lit r o s p a ra
del m undo.
m a n te n e r e l e q u ilib r io h íd r ic o y e v i t a r la
D e b e ría p l a n if ic a r s ie m p r e la s s a lid a s
d e s h id r a ta c ió n , si b ie n la c a n t id a d n e c e s a ria
te n ie n d o e n c u e n ta s u s n e c e s id a d e s d e
p u e d e a u m e n t a r d e f o r m a c o n s id e r a b le
a g u a y su c a p a c id a d p a r a r e p o n e r la .
en fu n c ió n d e f a c t o r e s c o m o la t e m p e r a t u r a
E x is te n m u c h o s s is te m a s d e h id r a t a c ió n ,
a m b ie n te , la e d a d y la c o n d ic ió n fís ic a ,
a s í c o m o n u m e r o s o s m é t o d o s t a n s im p le s
e l t ip o d e t r a b a jo y si s e e s tá le s io n a d o
c o m o e fic a c e s p a r a f i l t r a r y p u r i f i c a r
o no. N o e s n a d a r a r o q u e la s u n id a d e s
e l a g u a e n r u t a . S i se e n c u e n tr a en u n a
m ilit a r e s q u e o p e r a n en d e s ie r t o s o ju n g la s
s itu a c ió n lím ite , d e b e r ía p r o c u r a r f i l t r a r
n e c e s ite n 14 lit r o s d e a g u a a l d ía . T e n e m o s
y p u r i f i c a r e l a g u a a n te s d e c o n s u m ir la ,
En este apartado
DESCUBRIRÁ...
■ que los pájaros pueden indicarle dónde hay agua...
■ cuándo puede chupar un guijarro...
■ cómo se construye un pozo y un destilador solar...
■ cómo un malvavisco finlandés podría salvarle la vida...
■ cómo absorber agua sin beber...
■ cómo improvisar una vejiga básica...
■ la importancia del tubo quirúrgico...
ENCONTRAR Y TRATAR AGUA
Si una fuente de agua no
es p o ta b le (a g u a s a la d a o e s ta n c a d a , p o r
e je m p lo , o in c lu s o o rin a ), p u e d e c o n s e g u ir
a g u a p o ta b le si d is p o n e de los m e d io s
p a ra e n c e n d e r y m a n te n e r un fu e g o .
E X IS T E N V A R I A S M A N E R A S de purificar
agua, pero si tiene un fuego siempre podrá destilarla
y convertirla en potable. Sitúelo cerca de la fuente
y a q u e e l p u n to d e e b u llic ió n m a ta t o d a s la s
de agua (si es posible verterla en un recipiente o
en un hoyo excavado en el suelo donde no se filtre
e n fe r m e d a d e s q u e p u d ie s e c o n te n e r .
rápidamente, el proceso será más eficaz). Una vez
A c o r t o p la z o , lo s p a r á s ito s in te s tin a le s
encendido el fuego, coloque piedras encima (no
p r o c e d e n te s d e a g u a c o n ta m in a d a n o lo
utilice pizarra u otras rocas estratificadas, ya que
m a t a r á n , p e r o s í p u e d e n i n f l u ir d e f o r m a
m u y n e g a tiv a e n su c a p a c id a d p a r a r e a liz a r
o t r a s t a r e a s d e s u p e r v iv e n c ia . S in e m b a r g o ,
si n o tie n e m á s r e m e d io , e s m e jo r b e b e r
podrían romperse). Cuando estén calientes, use
una rama ahorquillada o algo sim ilar para ponerlas
en el agua salada o estancada. A continuación,
suspenda una pieza de m aterial absorbente, como
a g u a c o n ta m in a d a q u e n o b e b e r. A l m e n o s
una camiseta o musgo, encima de las piedras
calientes para que recoja el vapor. Éste se
p o d r á t r a t a r l o u n m é d ic o ; e n c a m b io ,
condensará en el m aterial y el agua que obtenga
la d e s h id r a ta c ió n lo m a t a r á (¡y n o e x is te
(retorciendo o estrujando el m aterial utilizado)
t r a t a m i e n t o p a r a la m u e r te !) . N u n c a b e b a
o r in a o a g u a s a la d a , y a q u e s ó lo c o n s e g u ir á
será apta para beber. Si dispone de un recipiente
para cocinar, llénelo de agua, llévelo a ebullición
y recoja el vapor del mismo modo.
e m p e o r a r la d e s h id r a ta c ió n .
S i n o t ie n e n in g u n a p o s ib ilid a d de tra ta r
o hervir agua, puede probar lo siguiente:
■ Busque el agua corriente más limpia posible
y tom e la de la superficie.
■ Filtre la suciedad, aunque sea con un calcetín.
Recuerde que es m ejor beber agua estancada
que no beber nada.
Tenemos asumido que podemos disponer de agua
cuando queramos y no apreciamos lo importante
que es hasta que nos falta. Entonces se convierte en
lo más importante del mundo.
185
186 AGUA Y COMIDA ENCONTRAR Y TRATAR AGUA
LA IMPORTANCIA DEL AGUA
ES PREC ISO C O N S U M IR agu a de fo rm a re g u la r p a ra m a n te n e rse
con vida en una situa ció n de supervivencia. Sin ella, se d e s h id ra ta rá ,
y la deshidratación sin los debidos cuidados p ro vo ca la m u e rte .
Para so b re vivir se necesita un e q u ilib rio e n tre la ingesta
y la pérdida de agua.
POR QUÉ NECESITA
AGUA
El agua es esencial para la vid a Se precisa
funciones que desempeña:
d e l 8 0 % d e l tejido
c e re b ra l Protege
e l órgano de golpes
y sacudidos
Tejidos b b n d o s :
e l agua humedece
b s tejidos de la nariz
S a ngre: e l agua
desempeña un p a p e l
sig nific a tiv o en
b regulación de lo
presió n sanguínea
directa o indirectamente, para todos los
procesos físicos y químicos que tienen lugar
en el cuerpo. Éstas son algunas de las
C erebro: el agua
constituye alrededor
Pulm ones: e l aguo
ayuda a humedecer
b s pulm ones y
fa c ilita b respiración
to boca y b s ojos
Corazón: el agua
contribuye a
e lim in a r tos oc.dos
grasos d e l cuerpo,
lo que reduce el
riesgo de infarto
■ Servicio de reparto: transporta oxígeno,
nutrientes y otros elementos esenciales
por todo el cuerpo.
■ Eliminador de desechos: los riñones
utilizan agua para expulsar las toxinas
a través de la orina.
Piñones e hígado:
e l agua reduce b cargo
a b gue se someten
b s riñones y e l hígado
m ediante b expulsión
de b s productos
Estóm ago:
e l agu o favorece
b digestión
y b conversión
de tos alimentos
en energía
■ Refrigerante: regula la temperatura.
■ Ayuda para la respiración: los pulmones
emplean agua para humedecer el aire
inhalado y evitar asi que se irriten los
delicados revestimientos pulmonares.
■ Ayuda sensorial: contribuye a conducir
los impulsos nerviosos del cuerpo.
Vejiga: e l agua
p e rm ite o I cuerpo
expulsar los
desechos y b s
foxinos a través de
b vejiga
de minerales
e l agu o favorece
b disolución de
b s minerales y
o tro s nutrientes
p a ro gue el
organismo puedo
aprovecharlos
■ Absorbente de impactos: protege los
órganos vitales y lubrica las articulaciones.
Huesos: e l agua
fo rm o p a rte
¿ C U Á N T A A G U A N E C E S IT A ?
La cantidad de agua necesaria para
sobrevivir en una situación determ inada
depende de diversos factores, com o d estado
de b s huesos
en un 22% .
aproxim adam ente
A rtic u la c io n e s : el
agu a prop o rcio n o
o m o rtiguoctón a
b s articulaciones
y a b s tejidos blondos
físico, el entom o y el nivel de esfuerzo Incluso
cuando descansamos a la sombra, una persona
pierde m ás de 1 litro d e agua al día a través
de la respiración y la orina, si bien esa cifra
aum enta de form a espectacular cuando se
tiene en cuenta la pérdida d e agua a través
del sudor. Se necesita un m ínim o de 3 litros
diarios para m antenerse sano en una situación
límite, cantidad que aum enta con la tem peratura
y el esfuerzo.
Piel:
desempeña un
p a p e l sig nificativo
en to h id ra lo c ió n
de to p ie l y evita
gue ésta se seque
T e m p e ra tu ra corporat
b evaporación d el sudor
(agua) a través de b
p ie l ayud a a re g u la r la
te m p e ra tu ra corporal
L A IM P O R T A N C IA D EL A G U A
¿ Q U É ES L A D E S H ID R A T A C IÓ N ?
¿ E X C E S O DE A G U A ?
La deshidratacwn se produce cuando no se consigue reponer el agua que pierde
La hiponatremia aparece cuando
el cuerpo. Resulta vital id entificar los síntomas lo antes posible. Entre los factores
se acum ula un exceso d e agua
que pueden provocar deshklratación figuran las tem peraturas altas y bajas,
en el cuerpo porque éste no tiene
la humedad, d ritm o de trabajo, la ropa, el tam año del cuerpo, la fo rm a física
tiem po do excretarla. Provoca
y las lesiones.
una reducción d e la concentración
plasmática de sodio, lo que a la vez
EFECTOS DE LA PÉRDIDA DE AGUA
hace que las células se hinchen.
PÉRDIDA DE 1 *5 %
PÉRDIDA DE 6 -1 0 %
PÉRDIDA DE 11-12%
Puede causar edem a cerebral y otros
• Sed
■ Mareo
■ Articulaciones rígidas
extremos, estado de com a y muerte.
■ Malestar
■ Boca seca
■ Sordera
■ La onna se torna
■ Extremidades azuladas
■ Visión defectuosa
más oscura
■ Pronunciarán inarticulada
■ Piel arrugada
■ Lengua hinchada
■ Falta de sensibilidad
problemas neurokJqicos; en casos
■ Pérdida de apetito
■ Impaciencia
■ Visión borrosa
■ Somnolencia
■ Hormigueo en
entapie!
■ Incapacidad de tragar
Para evitar la laponatrem ia. es preciso
controlar la cantidad de agua ingerida
y regular el consumo de sal. Si no
lleva sal o comprimidos de sodio
en la la ta d e supervivencia, puede
• Delirio
filtra r agua salada con una tola
■ Náuseas
■ Incapacidad de camnar
■ Inconsciencia
para la sal.
■ Doler de cabeza
■ Dificultades respiratorias
■ Muerte
■ Sopor
las extremdades
R A C IO N A R E L A G U A
E N F E R M E D A D E S T R A N S M IT ID A S POR EL A G U A
Si las reservas de agua son limitadas, tendrá
Estas enferm edades pueden desarrollarse al In gerir agua contam inada por las
que racionarla de m anera eficaz hasta que
heces o la orina d e humanos o anim ales (con protozoos, virus, bacterias o parásitos
lo rescaten. Y si no van a durarle d tiempo
intestinales). En total, provocan diez millones de m uertes cada año.
necesario, tendrá que buscar agua por su
cuenta Existe una considerable controversia
ENFERMEDAD
Pérdida de apetito, náuseas y doler abdominal, por lo general segudo
</>
o
o
| VIRUS |
i—
o
oc
Q-
SIN TO M A S
de (farrea abundante, de olor fétido, y vómitos.
sobre las ventajas y los inconvenientes de
no beber agua durante las primeras 2 4 lloras
en una situación límite, pero en esa primera
fase es m ejor hidratarse de form a adecuada.
Giardiasis
Pérdida de apetito, aletargaraento, fiebre, vómitos, diarrea, sangre
Sus circunstancias particulares determinarán
en la orina y calambres abdominales.
qué es lo mejor, pero tenga siempre en
cuenta las siguientes consideraciones
Hepatitis infecciosa
Náuseas, pérdida de apetito, fiebre leve, músculos doloridos, orma
(A)
oscura, ictericia y dolor abdominal
Disenteria amébica
■ El incidente que ha llevado a una situación
de riesgo podría ser dram ático y estresante,
Sensación de fatiga y apatía. Las heces pueden ser sólidas, pero con olor
lo que le provocará sed
fétido y con sangre y mucosdad.
■ En las prim eras 2 4 Iw ras tendrá
que ocuparse de los principios básicos
vi
<
Disenteria bacilar
F«bre, dolor abdominal calambres musculares, temperatura alta,
(sbgelosis)
sangre, pus y mucosidad en las heces.
Cólera
Vómitos, problemas arculatorios. piel fría y húmeda, calambres
musculares, desfudratación rápida aumento del ntmo cardíaco.
ce.
HU
<
m
de supervivencia: protección (refugio) y
localización (véose pág. 27). Es una tarea
ardua que tam bién le provocará sed
■ Los factores físicos, c o n » mareos,
lesiones o el entorno en el que se encuentra
E. coliforme
Diarrea y vómitos. Puede provocar la muerte en grupos vulnerables,
como los niños muy pequeños o los ancianos
Leptosirosis
Aspecto ictíneo, aletargamiento. temperatura alta músculos doloridos
y vómitos Puede ser fatal si no se diagnostica pronto
(por ejemplo, un desierto), podrían
indicar que el racionam iento de agua
no es una opción viable.
■ Si dispone de una cantidad
de agua lim ita d a pero no liobe
Salmonete
Náuseas, diarrea, dolor de cabeza, calambres estomacales fiebre,
durante las prim eras 2 4 horas,
posible sanye en las heces y vómitos
podría term in ar tan deshidratado
que esa pequeña cantidad no sirviera
«/*
o
Bíharw
Irritación del tracto urinario y sangre en la orma; erupción cutánea,
dolor abdomn.il, tos. (farrea, fiebre y fatiga.
en
ce.
2
Anqwlostoma
Anwma y aletargamiento. Las larvas viajan testa los pulmones y se expUsan
con ta tos o bien pasan al estómago donde se convierten en gusanos.
para rem ediar la situación.
187
188 AGUA Y COMIDA _ ENCONTRAR Y TRATAR AGUA
ENCONTRAR AGUA:
CLIMAS TEMPLADOS
L A P O S IB IL ID A D DE L O C A L IZ A R agua p o ta b le puede s u p o n e r to d o
un re to incluso para el a ve n tu re ro m ás exp e rim e n ta d o , y los re to s pueden
v a ria r de fo rm a considerable en fu n ció n del e n to rn o y de las condiciones
e ---------------------------------------------- n
¡CUIDA D O !
En una situación limite, aunque piense
que tiene muchas posibilidades de que
locales. Por ta n to , es m uy im p o rta n te ser consciente de to d a s las fuentes
lo rescaten y que la ayuda es inminente,
potenciales de agua en el e n to rn o en el q u e se encuentre.
deberá empezar a buscar agua
en cuanto resuelva los problemas
RECOGER AGUA
inmediatos de protección y refugio
Puede encontrar agua en lugares muy diversos y de diferentes calidades
que puede sobrevivir hasta tres
y accesibilidades. Su prioridad consiste en localizar la mejor fuente
semanas sin comer, pero sin agua
(ufonse págs. 154-181). Recuerde
no resistirá más de unos pocos dás.
de agua (y la más accesible) en su entorno inmediato.
R EC O G ER A G U A DE L L U V I A
Recoger el agua tal com o cae del cielo es
M A T E R IA L E S Y H E R R A M IE N TA S
la manera m ás segura de conseguir agua
■ Lona
potable. No necesitará ningún tratam iento,
■ Cuatro palos
siempre y cuando el recipiente con el que
■ Cuerda
la recoja no esté contam inado. Se pueden
■ Piedra pesada
em plear diversos tipos de m ateriales no
■ Recipiente
porosos: lonas impermeabilizadas, ponchos,
láminas de plástico, m antas de emergencia
o. incluso, hojas grandes. Recuerde
que cuanto m ayor sea la superficie
U tik c e p a to s o
m odo de estoco s
de la zona de recogida, m ás agua de lluvia
improvisadas
Reco/a el o<n/a de
llu v ia en una tono
podrá acumular.
O
Seleccione un lugar lo m ás cercano
posible al cam pam ento y donde el
dispositivo para recoger lluvia esté expuesto
a la mayor cantidad posible d e agua.
O
A te la lona con firm eza a cuatro
estacas (puede em plear palos de
la misma longitud). Asegúrese de que un
extrem o queda m ás a lto que el otro para
que el agua disponga de una escorrentía
natural.
©
Coloque una piedra pesada^n el
centro de la lona. aproxm iadílínerttfí
a dos tercios hacia el extrem o m á s
bajo, con el fin de crear un canal por
*<//irifl.«/ro<V»rlccgt
el que caerá el agua desde los lados.
O
v
(t rr.> i w b ‘ .iT^m oel fin i
de
c re a r un p u n to de
notiuxjIpO fO e l ogi
Coloque un recipiente (po r ejemplo, ‘
una lata del kit para cocinar) debajo
Peco/o e l oqu o de Mpvlp
m un r e c ip k n t it o t cdfM
del extrem o del canal para recoger el agua
que se vaya escurriendo de la lona.
™
***
tr d r defótom
** u d 'T - fL
FNCONTRAR AGUA: CLIM AS TEMPLADOS
L O C A L IZ A R O T R A S F U E N T E S N A T U R A L E S DE A G U A
Si no llueve, existen otras fuentes naturales de a g u a desde ríos, perfectam ente
visibles, hasta hoyos ocultos. Sea cual sea la fuente, debe tr a ta r siem pre el agua
r
L O C A L IZ A R F U E N T E S
DE A G U A O CULTAS
antes de b e b e ría
En general, la presencia de agua
C A R A CTERÍSTIC A S
FUENTE
se d e te cta por las señales de vida,
com o vegetación frondosa, huellas
Se producen cuando el agua se ve obligada a salir a la snwfioe como resultado
M A N A N TIA LE S
de presiones subterráneas o por el flujo gravitacional de fuentes más altas.
Se halan en zonas bajas y por lo general constituyen ir a fuente permanente de agua,
la vegetación verde es un rácador de su presencia.
de anim ales o presencia humana.
A unque el terreno parezca inhóspito,
es probable que haya muchos indicadores
de una posible fuente de agua.
Los ríos constituyen una valiosa fuente de agua, pero debe tener en cuenta algunas
cosas cuando recoja agua de un rio. Cuanto más cerca esté de la cima de ta montaña,
más limpia será el agua; cuanto más abajo, más probable es que haya acumulado
minerales, desechos y contaminantes que podrían resultar dañinos Si es posible,
RÍOS
revise la parte alta def rio para descartar la presencia de ammales muertos que
podrían haber contaminado el agua, o sig3 la corriente hacia abajo Intente recoger
siempre el agua cerca de la superficie En las zonas áridas, los ríos tienden a fluir
sólo durante las riadas y pueden contener más contamnantes y desechos
AGUJEROS EN
LAS ROCAS
O B SER VE EL TERRENO
■ Observe el paisaje en busca de
espacios verdes. Tenga en cuenta que
la vegetación no siempre necesita agua
superficial visible para su supervivencia
y que puede obtenerla de raíces profundas
que aprovechan la humedad subterránea.
■ El agua está sujeta a la gravedad y.
por tanto, es m ás probable encontrarla
m ontaña aba|o o en zonas bajas, como
Se encuentran en terrenos elevados y son colectores naturales de agua de lluvia
valles, lechos de ríos secos, cañones
Si ésta parece encontrarse a bastante profundidad, puede utilizar un tutx) qurúrgico
estrechos, barrancos y en la base de
para extraerla. Asegúrese de filtrarla y purificarla antes de consumirla
acantilados o formaciones rocosas La
veqetación verde se form a junto a los
ríos y va desapareciendo a medida que el
POZOS Y
HOYOS
Alqunos pozos, que pueden aparecer señalados en mapas locales, son muy profundos
y están cubetos. lo que dificulta la obtención de agua. En las zonas remotas,
los lugareños tapan y señalan los pozos; averigüe cómo son las marcas de los pozos
en la zena que vaya a visitar.
terreno se aleja de la superficie de agua.
■ El agua se filtra tie rra adentro en las
costas, dejando a su paso humedales que
contienen agua con niveles tolerables de
sal o que se puede tra ta r en un destilador
Las aguas de riachuelos, nos y escorrentias van a parar a lagos o charcas. Si recoge
solar (véase pág. 191).
agua de esas fuentes, intente hacerlo en el punto donde el agua corriente entra en
LAGOS Y
contado con la masa de agua (los lagos y las charcas son más estáticos que las aguas
CHARCAS
corrientes y. por tanto, pueden estancarse) Trate de encontrar la zona con el aspecto
más limpio y evite aque*as donde se hayan acumulado desechos o se hayan formado
algas. La presencia de peces «nica que d agua todavía tiene oxígeno
Por lo general, se sitúan en la base de acantilados, terrenos elevados o afloramientos
INFILTRACIONES
rocosos. Las filtraciones se onqinan en canales por losque el agua procedente
de esos elementos discurre lentamente
Se encuentra cerca de ríos y riachuelos, en zonas bajas, y por k) general está por
AGUA
SUBTERRÁNEA
debajo del iw d freático. La presencia de aguas subterráneas suele ir acompañada
de vegetación, y pueden estar contaminadas debido ai uso que hacen de ellas
los animales Asegúrese de filtrar y purificar el agua antes de bebería
O B S E R V E A LO S A N IM A L E S
■ Los beduinos escuchan el canto de
los pájaros al amanecer y al anochecer,
y siguen su ru ta de vuelo para descubrir
dónde beben
■ Las bandadas de aves en círculo
sobrevuelan una fuente de agua.
No es así en el caso de aves carnívoras
como buitres, águilas o halcones.
■ Todos los pinzones y tas aves granívoras
necesitan consumir agua con regularidad
Observe sus patrones de vuelo
para localizar una fuente de agua.
E V IT A R P E L IG R O S P O T E N C IA L E S
■ Las abejas necesitan agua, tas colmenas
nunca están m uy lejos de una fuente
La m ayoría de las fuentes de agua son utilizadas por animales para beber, bailarse,
de agua.
orinar y defecar. Por tan to , filtre y purifique siem pre el agua recogida antes de utilizarla
(véanse págs 2 0 0 -2 0 1 ). La única excepción a e sta regla es el agua de lluvia. Cuando
recoja agua, debería te n e r en cuenta los siguientes peligros:
■ Las huellas de animales, sobre todo de
los que se desplazan en manadas, suelen
conducir a una fuente de agua. Busque
■ Es posible que se encuentre con animales peligrosos, ya sea recogiendo el agua o bien
puntos donde convergen diferentes
de cam ino o de regreso de la fuente
huellas.
■ En casi todas las grandes fuentes de agua rige un sistema jerárquico que determ ina
■ Las moscas viven cerca del agua
qué animales pueden utilizarlas Si todas las gacelas pequeñas desaparecen de repente,
y la presencia de mosquitos casi
pregúntese el motivo
siem pre es una señal inequívoca
■ Cuando recoja agua de un rio. tenga en cuenta los peligros potenciales de la vida salvaje
de que hay aqua cerca
de ese hábitat, como cocodrilos y serpientes
■ Busque manadas de animales, como
búfalos, hipopótamos, elefantes, impalas
■ Si pasa por lechos fluviales secos du rante la estación lluviosa, tenga en cuenta que.
en caso de riada, no le d a rá tiem po a salir corriendo.
y ñus. ya que dependen del agua.
189
190 AGUA Y COM IDA _ ENCONTRAR Y TRATAR AGUA
OBTENER AGUA
/ ----------------------------- ---
Aunque se encuentre en un entom o sin fuentes de agua visibles,
RETR ASA R LA D E S H ID R A TA C IO N
no significa necesariamente que no pueda encontrar agua.
Cuando el agua escasea, los siguientes consejos
Existen varias técnicas para obtenerla que pueden representar
le ayudarán a retrasar el principio de un proceso
la diferencia entre superar una situación lím ite o no.
de deshidratación.
■ Conserve el agua que tenga y utilícela
con la mayor eficacia posible.
O B T E N E R A G U A DE R O C ÍO
■ Trabaje sólo durante las horas más frescas
El rucio es agua en form a de go titas que se form an en superficies expuestas
del día y trate de no sudar.
a prim era hora de la m añana o a últim a de la ta rd e y puede ser una excelente fuente
■ Si hace sol. busque una sombra y protéjase.
de agua dulce. Se produce cuando la tem p eratu ra de una superficie es lo bastante
■ Chupe un botón o un guijarro pequeño y lisa
baja como para p e rm itir que la hum edad del aire, m ás caliente, se condense.
le ayudará a estimular la producción de saliva
Es posible recogerlo con facilidad de cualquier superficie no porosa (por ejemplo,
y a mitigar la sensación de sed
del techo de un vehículo o d e una lona im perm eabilizada) con una pieza d e tela,
■ No tome alimentos ricos en proteínas,
que después se retuerce sobre un recipiente.
ya que para digerirlos se necesita más agua
que en el caso de otros grupos de alimentos.
R E C O G E R A G U A D E R O C ÍO
Puede recoger rocío cam inando por un cam po de hierbas a lta s antes del amanecer
o a última hora de la ta rd e si lleva a tad a a los tobillos una pieza de m aterial
absorbente (trapos o una cam iseta, por ejemplo).
C O L E C T O R D E R O C ÍO
Cave un hoyo de unos 4 5 cm de profundidad,
fórrelo con una lámina de plástico y llénelo con
piedras lisas y limpias. Por la noche se condensará
agua sobre las piedras. A la mañana siguiente recoja
toda el agua que pueda, antes de que se evapore.
Sajele la lá m ina
Coloque piedra*
en e l hoyo
con p ie d ra s
O
Á tese bien a los tobillos
el m aterial elegido y cam ine por
©
R etuerza las piezas de tela
para extraer el a g u a Repita el
un cam po de hierba cubierta d e rocío,
proceso liasta que tenga suficiente agua
l a tela absorberá el agua a su paso
o hasta que el roció se lu y a evaporado.
O BTENER A G U A DE L A S P L A N T A S
H A C E R U N A B O L S A D E V E G E T A C IÓ N
recoger ese vapor para increm entar sus reservas de agua dulce.
C o rte vegetación verde y póngala en una bolsa de plástico. Coloque
una piedra lisa en la esquina inferior de la bolsa y cierre el extrem o
a bierto Deje la bolsa al sol d irecto Éste hará que el agua de
Tan sólo necesita una bolsa de plástico transparente.
las hojas se evapore, se condense en la bolsa y se escurra hasta
La transpiración es la evaporación d e agua de una planta. Puede
el fondo.
H A C E R U N A B O L S A D E T R A N S P I R A C IÓ N
Coloque una piedra lisa en la esquina inferior de la bolsa y sitúela
sobre las hojas de una ram a de árbol. A te el e xtrem o de la bolsa.
El agua que se evapora de las hojas se irá condensado en el interior
de la bolsa y se acumulará en el fondo.
Llene la bolsa con los hojas
de aspecto m ás suculento
que pue da en c o n tra r
P a ro disponer de)
agu a de la bolsa,
puede u trk /a r un
tu b o quirúrgico
E l agua
se a cum ulará
en e l fondo
de lo bolsa
ENCONTRAR AGUA: CLIM AS TEMPLADOS
IN S T A L A R U N D E S T IL A D O R S O L A R
H E R R A M IE N TA S Y M A TE R IA LE S
Un destilador solar funciona con el m ism o principio que la bolsa de vegetación
(véase página anterior). Recoge agua potable del vapor que produce la vegetación,
■ Pala
■ Dos recipientes
agua no potable o la humedad del suelo.
■ Vegetación y/o agua no potable
O
Busque o cave un l>oyo de al menos 0 ,6 m d e ancho y 0 .6 m de profundidad.
Coloque un recipiente vacio en el centro, y llene el espacio con vegetación,
■ Pieza de tela o de ropa
■ Lámina de plástico, lona impermeabilizada
un receptáculo que contenga agua no potable (po r ejemplo, sal m arina u orina)
o manta de emergencia
o una te la em papada en agua iw potable.
■ Piedras
recupeíw
Tape el hoyo con una lám ina d e plástico, sujétela
■ Tubo quirúrgico
con piedras y coloque una piedra en el centro
para crear un punto de escorrentia del agua
Lám ina de
plástico
transnnrenle
El calor evaporará el agua de la vegetación
Telo em popado
en agu a no
Recipiente
potable u orino con aguo
no potable
o destilará el agua no potable, lo que
dará com o resultado un vapor de agua
Piedras pora
sajetor la fórmno
cíe plástico
ii orina
puro. Éste, libre de contaminantes,
se condensará en la p a rte interna
de la lám ina de plástico
y las gotas producidas
irán a p a rar al
recipiente
central.
La piedra pe q u e ra
d el centro fo rm o un
pun to de escorrentia
en lo p o rte in fe rio r
d e lp tá stico
Vegetación
fresco
E l recipiente recoge _
los gotas de aguo
condensado
E X C A V A R U N P O Z O D IR E C T A M E N T E EN L A T IE R R A
TUBO QUIRURGICO
Un buen m étodo para conseguir agua m ás lim pia de fuentes de agua estancada,
este pozo tam bién sirve para obtener agua de un suelo saturado. El liquido
Lleve siempre en su equipo
obtenido por este m étodo tam b ién debe trata rs e antes de consumirlo
de supervivencia una pieza de
(véase pág. 2 0 1 )
Suelo seco
Huelo
tubo quirúrgico. No ocupa
saturada
mucho espacio y es muy
fu e n te de ogua
estancada
versátil.
■ Sirve como pajita improvisada
para llegar al agua atrapada
en rocas, huecos y árboles.
■ Le permite acceder al agua
obtenida con un destilador
solar sin tener que desmontarlo.
■ Se puede introducir en
O
Cave un Iw yo a cie rta distancia de una
Achique el agua turbia y deje que
las bolsas de transpiración
fuente do a g u a estancada. Delx? ser lo
el hoyo se rellene (repeta este proceso
y vegetación para obtener
bastante ancho com o para que pueda entrar
varias veces). Cuando el agua aparezca clara,
el agua recogida sin tener
en él con un recipiente y que por debajo de
podrá recogerla, tratarla y utilizarla Tape el pozo
que abrir la bolsa.
la prim era capa de suelo saturado liaya al menos
cuando no lo utilice para evitar la acumulación
3 0 c n i El hueco se llenará rápidam ente de agua.
de residuos o la caída de pequeAos animales.
\
^
191
192 AGUA Y COM IDA ENCONTRAR Y TRATAR AGUA
ENCONTRAR AGUA:
CLIMAS CALUROSOS
L A N E C E S ID A D DE A G U A a u m e n ta en las zonas de c lim a caluroso,
¡C U ID A D O !
En la selva abundan las fuentes de agua
y. en circunstancias normales, no debería
tener problemas para conseguir suficiente
ya que el orga n ism o em pieza a co n s u m ir agu a de sus reservas
agua y cubrir sus necesidades. Sin
para re g u la r la te m p e ra tu ra a tra v é s de la tra n s p ira c ió n . Si no bebe
embargo, los ríos podrían no ser viables
durante determinadas estaciones
m ás de lo que suda, e m p e za rá a d e sh id ra ta rse , y el hecho de p adecer
o si ha subido a un terreno demasiado
los p rim e ro s síntom a s de la d e s h id ra ta c ió n puede in flu ir en sus
elevado. Por tanto, conocer otros métodos
posibilidades de supervivencia. Los clim a s ca lu ro so s se dividen
de obtención de agua podría ser crucial
para su supervivencia.
en dos g randes grupos: húm edos y secos.
CLIMAS DE CALOR HÚMEDO
R ECO G ER A G U A DE L L U V IA
El calor húmedo propio de selvas y bosques tropicales liace que obtener
Es el m ejor m éto do para obtener agua,
agua rara vez sea un problema. No obstante, no se debe q u ita r im portancia
a las necesidades hídricas del organismo en esas condiciones: en ocasiones
hay que beber hasta 14 litros de agua al día para e vita r la deshidratación.
ya que no requiere g asto d e energía
una vez colocados los recipientes. Existen
m uchas form as d e org a n izar dispositivos
de obtención, pero asegúrese d e filtra r
y pu rificar el agua (véanse págs. 2 0 0 -2 0 1 )
O B T E N E R A G U A A P A R T IR D E L A V E G E T A C IÓ N
a ntes de bebería.
M uchas plantas, com o las repentes* tienen partes huecas que recogen el a g u a de la lluvia o
del rocío y algunos árboles la alm acenan en receptáculos naturales, com o grietas y huecos.
En una em ergencia es posible obtener agua de las raíces o la savia de un árbol, o en las
TEC H O DE B A M B Ú
Construya un techo inclinado de bambú
secciones de bam bú verde que se obtienen cortando con cuidado las cañas con un m achete
con un canalón del mismo m aterial.
Podría ser el techo del refugio
o un cuchillo. O tra posibilidad es recoger cocos pequeños sin m ad urar y c alm ar la sed
(véose páq. 169), pero, si la obtención
con el liquido que contienen, o hacer un «grifo» y sacar el a g u a contenida en el interior
de agua es un problem a, tendrá
de las enredaderas d e la especie Tctracoro. El líquido im prescindible para la vida se
que construir techos adicionales.
encuentra por todas partes en la jungla: no liay que buscar dem asiado para encontrarlo.
TEC H O DE H O JA S A N C H A S
Si se encuentra en una zona en la que
Doy i f i d t r F v m r P H Y T O C R E N E
hay plantas con hojas anchas, podrá
u n %egundo corto
en lo enrvdoderci
Las enredaderas de la fam ilia Phytocrcnc abundan en la pluviselva
de las regiones tropicales. Se identifican fácilm ente por su tam año
construir un sencillo techo con ellas.
y su form a, y constituyen una excelente fuente de agua dulce.
Recuerde, no obstante, que no todas las plantas de e sta fam ilia
tejas, trab ajando de abajo a arrib a
(véose pág. 170). De ese modo,
acumulan agua e. incluso, algunas pueden contener una savia tóxica.
las hojas facilitarán que el agua
Phytocrene
e lliq w d o
(fue contiene
em p e /a tó a p w r
m
La m ayoría de las enredaderas Phytocrene miden
w
unos 5 cm de diám etro. Si cree que ha encontrado
una. realice un pequeño co rte en la planta con un m acltete
y observe el color de la savia: si es lechoso, no la beba;
si es transparente, no representará ningún peligro.
En ese caso, co rte la plan ta a la m ayor altura
posible.
O
Superponga las hojas como si fuesen
discurra h asta el fondo. Puede colocar
una pieza de bam bú c o rta d a por
la m ita d a lo larqo a m odo de canalón.
D ESA G Ü E DE B A M B Ú
Observe la ru ta que sigue el agua
de lluvia que baja por el tronco de un
árbol y a te una pieza de bam bú cortad a
a lo largo en alqún punto de la trayectoria
C orte la enredadera por un punto
del agua. Coloque la o tra m ita d del
bam bú en un recipiente adecuado.
m ás bajo que el anterior. El líquido,
que posee un sabor a fru tad o neutro, em pezará
a fluir. No deje que la plan ta le toque en la boca,
T R A P O S DE GO TEO
ya que la corteza contiene sustancias irritantes.
(un tra p o o una cam iseta, por ejem plo) en
O
Los poros del extre m o superior de la
A l envolver cualquier m ate ria l absorbente
torno a un árb ol inclinado, el agua que corra
por el tronco em p apará el m aterial. Coloque
plan ta podrían volver a cerrarse, con
lo que dejaría de fluir el agua. Para solucionarlo,
la tela de m anera que form e un punto bajo
desde el cual gotee el aqua y disponga un
c o rte de nuevo la p a rte superior con el m achete.
recipiente adecuado debajo para recogerla.
ENCONTRAR AGUA: C U M A S CALUROSOS
CU M A S DE CALOR SECO
Todo el que se adentre en un entorno de este tipo debería contar con agua
suficiente para cubrir sus necesidades, además de un suministro de emergencia.
En general, la presencia de vegetación verde significa que hay agua o humedad.
RECURRA AL
P E N S A M IE N T O LA T E R A L
Lo más probable es que, si tiene que
encontrar agua en cf desierto, es porque ya
Muchas de las técnicas de obtención de agua en climas templados (véanse
está en una situación desesperada Recuerde
págs. 188-191) sirven también para algunas condiciones desérticas.
que, además de los métodos mencionados,
si conoce las técnicas que se mencionan
F U E N T E S DE L ÍQ U ID O DE E M E R G E N C IA
en el apartado sobre los entornos templados
(w w s e págs. 190-191) -destiladores
Si no encuentra aguas superficiales y no dispone de otros medios para obtener a g u a
una planta que la alm acene podría ser su única opción. En el caso d e algunas especies,
la savia transparente, el fru to o el agua d e lluvia acum ulada pueden calm ar la sed de
solares, colectores de rocío y bolsas de
vegetación y de transpiración- podría ser
suficiente para sobrevivir en el desierto.
inmediato, pero no confíe en esas fuentes para m antenerse con vida durante mucho tiempo.
^ ______________________ ✓
£ / c o rta s b o rra se c a ra c te ria l
Los agaves presentan
p o r sus num erosos nervaduras
y sus centenares de púas
grandes agrupaciones de
ho¡os gruesos y carnosas
rodeadas de un gran
LO Q U E D E B E
H A C E R EN C L IM A S
C A L U R O S O S S EC O S
Incluso en los planes m ás meditados
suelen surgir imprevistos, pero
muchos d e los problemas que se
dan en un entorno desértico pueden
evitarse con la preparación adecuada
■ Comience siempre bien hidratado
C A C T U S B A R R IL
■ Lleve suficiente agua para satisfacer
Los cactus b a rril contienen un líquido
sus necesidades, m ás una cantidad
lechoso a pto para beber C orte con
de emergencia (que podría bastar
un machete, con mucho cuidado, la pa rte
para sacarle de una situación
superior del cactus, aplaste la pulpa
con un palo y extraig a el jugo con un tallo
hueco de hierba a modo de cañita. Como
alternativa, utilice una pieza de tela para
absorber la m áxim a cantidad posible de
líquido y después retu érzala con el fin
AGAVES
de peligro).
Nativos de México y del sur y el oeste de
Estados Unidos, presentan un rosetón
■ Controle el uso que hace del agua.
de hojas gruesas y carnosas que contienen
Si comprueba que está consumiendo
m ás de la que pensaba reevalúe
de e xtra e r lo absorbido. Lo que se obtiene
un liquido apto para beber. C orte el gran
pedúnculo floral con un cuchillo o un
sus objetivos: es m ejor d a r media
con ambas técnicas es mínimo.
m achete y recoja el jugo.
vuelta y aprender de un error
ENCONTRAR AGUA SUBTERRÁNEA
d e nesgo sin ninguna necesidad.
El agua es vida en el desierto: donde
hay vida, habrá agua. Los grupos
■ Si es preciso, esconda el agua.
que forzar y crear una situación
Es preciso r e tira r
k t copo exterior
inesperados de plantas verdes pueden
indicar una presencia menor de tan
preciado liquido; una vegetación abundante
podría ser indicativo de una fuente más
sustancial. El agua rara vez se encuentra
a menos de 1,8 m de profundidad,
de m anera que tendrá que excavar para
obtenerla. Si lo hace, que sea durante
las horas m ás frescas del día. Recuerde
■ Consulte en el m apa las posibles
fuentes de a g u a Confirm e la
fiabilidad de las fuentes con los
lugareños y pregúnteles si existen
otras fuentes (po r ejemplo, pozos)
que no aparecen en el mapa.
» M arq ue el m ap a o introduzca en
el GPS las fuentes de agua que vaya
descubriendo a m edida que avanza
H IG O S C H U M B O S
que, a pesar de lo que pueda haber visto
en las películas o de lo que haya leído en
Se encuentran en agrupaciones que
los libros, las probabilidades de obtener
conocida que avanzar si tener nada
alcanzan casi 1 m de altura y crecen
agua en la curva interior de un wadi seco
en suelos secos y arenosos de todo
el mundo. El fruto, comestible,
en una situación lím ite real son nulas.
De hecho, es m ás probable que gaste
■ Para m antener el agua fresca,
contiene una cantidad de líquido
el agua que lleva m ientras busca el wadi
conserve los recipientes en
muy valioso.
seco y que m uera en el intento.
la som bra o en un lugar ventoso.
Es m ejor retroceder hasta una fuente
m ás que vagas esperanzas
193
194
AGUA Y COMIDA
ENCONTRAR Y TRATAR AGUA
ENCONTRAR AGUA:
CLIMAS FRÍOS
r .
S IG A L A S M IS M A S T É C N IC A S que las explicadas
¡C U ID A D O !
para los clim as te m p la d o s (véanse págs. 186-191), aunque
en la boca, ya que podría sufrir congelación.
la capacidad de o b te n e r agu a se c o n v ie rte en un g ra n p ro b le m a
Además, gastará calor para derretir
Nunca intente fundir hielo o nieve
cuando las te m p e ra tu ra s caen bajo cero. En un clim a frío, uno
se e n fre n ta a un dilem a: e s tá ro d e a d o de agua, p ero podría
m o rir de sed porque g ra n p a rte de ese a gua e s tá congelada.
LO QUE DEBE HACER
EN CLIMAS FRÍOS
Debe priorizar el uso del agua
en condiciones frías del m isino modo
que lo haría en un desierto (véase pág. 1 9 3 /
■ Una de las prim eras cosas en las
que debería pensar es en obtener agua.
Tendrá que e ncontrar una fuente cercana
a todo lo que necesita para encender
y m antener un fuego.
\
el hielo, con lo que podría cruzar la fina
línea que existe entre tener frió y sufrir
una hipotermia
^ __________________________
FUNDIR HIELO Y NIEVE
Si puede elegir entre fundir hielo o nieve, opte por el primero: se derrite
antes que la nieve y es hasta 17 veces más denso. Sin embargo, si no
encuentra hielo, puede utilizar nieve densa y compacta. En cualquier caso,
busque siempre la nieve o el hielo más blancos, de aspecto más puro.
FUNDIR HIELO
Si tiene un poco de agua para em pezar, v ié rta la en un recipiente y caliéntela
al fuego. Rom pa el hielo en piezas pequeñas en lugar de tra b a ja r con un trozo grande,
y vaya añadiendo trozos a m edida que se fundan. M a ntenga el agua caliente, pero
no hirviendo, para no perder nada a través de la evaporación.
■ Busque siem pre una fuente d e agua
alternativa antes de in ten tar fun dir nieve
o hielo En lo que a com bustible se refiere,
es m ás fácil, m ás rápido y m ás eficaz
llenar varios recipientes con agua fundida
U T I L I Z A R U N A P L A T A F O R M A C A L IE N T E
Si no obtiene agua con el m étodo anterior,
puede fundir hielo sobre una plataform a
Coloque una
p la ta fo rm a
ligeram ente inclinada (una piedra plana
o una m adera colocada sobre un fuego).
ligeram ente
in clin ada p a ra
que e l agua fluya
h a d o aba¡o
natural que d e rre tir nieve o hielo al calor
de un fuego.
■ La capacidad para obtener agua
en condiciones gélidas depende de
su habilidad para encender y m antener
un fuego.
■ Tenga en cuenta que se precisa tiem po
y («ciencia para fundir nieve y hielo.
Además, necesitará combustible
para m antener un fuego durante
O
Sitúe un bloque
de te to en et
c e n tro de la
pla ta fo rm a
Encienda un fuego Busque una piedra
qrande con una superficie plana y dos
troncos, o dos piedras más pequeñas. Coloque
los troncos o las piedras pequeñas a cada lado
del fuego para situar encim a la piedra
con la superficie plana Asegúrese de que
la plataform a esté un poco
inclinada: así creará una
escorrentía natural para
el hielo que se vaya derritiendo.
un intervalo de tiem po considerable.
Coloque un bloque de
hielo en el centro
■ Regule el calor corporal para reducir
de la plataform a.
•
el exceso de calor y la transpiración
■ M antenga d agua para beber cerca
de su cuerpo para e vita r que se congele,
pero no ponga los recipientes directam ente
en contacto con su piel consérvelos
entre las diferentes capas de ropa y utilice
el aire m ás caliente a trapado en tre éstas
para a u m en tar la tem p eratura del agua
■ No emplee agua del m a r recién congelada
ya que contiene m ucha sal.
O
A m edida q u e 1
el fuego caliente
la plataform a, el hielo,
em pozará a fundirse.
FI agua resultante discurrir;)
por la plataform a e irá a parar
a un recipiente (po r ejemplo,
una lata del kit para cocinar).
Recoja el aguo
del deshielo
en una loto
Encienda un fuego
pequeilo pora calentarb
plata formo y fundir el he
ENCONTRAR AGUA: C U M A S FRfOS
FUNDIR NIEVE
' --------------------------------------------------------------------------- v
A LM A C E N A R AGUA
Si ya tiene agua, siga la técnica explicada para fundir
hielo (véase pág. anterior). Caliente un poco de agua
La nieve es un gran aislante. Aunque la temperatura descienda
y añada la n»eve poco a poco, aunque sin apretarla:
a -4 0 °C. el agua de una botella no se congelará del todo si
si llega a form arse una bolsa de aire, el calor del fuego
se coloca bajo 0.3 m de nieve, como mínimo. Asegúrese de guardar
lo absorberá el recipiente de m etal y no la nieve,
las botellas boca abajo. De ese nudo, sj parte del agua se congela,
y el fuego podría llegar a qu em ar el recipiente antes
será la del fondo de la botella.
J
de que la nieve se funda.
H A C E R U N « M A L V A V IS C O F IN L A N D É S »
F U N D IR N IE V E C O N U N S A C O
Corte una pieza sólida de nieve densa (lo que se conoce
Con un principio similar al del malvavisco finlandés (izquierda),
comúnmente como malvavisco o cabe/a de muñeco de nieve)
y ensártela en un palo Asegúrelo en el suelo k> bastante cerca
de un fuego y coloque un recipiente adecuado bajo la nieve
esta técnica implica el uso de un saco improvisado (realizado
con cualquier m aterial poroso, como una camiseta o un calcetín)
suspendido cerca de un fuego. El calor fundirá la nieve, que
irá a parar a un recipiente convenientemente situado
para ir recogiendo el agua.
Ensarte la
b o to de nieve
en un palo
Prepare
E l agu a goteará
p o r e l p u n to
m á s b a jo d e la
e l saco
con cualgwer
m a te rial
bola de nieve
poroso
Suspenda el soco cerco de un fuego !
EN E L P E O R D E L O S C A S O S
Si se ve a trapado en un desierto d e nieve o hielo, es poco probable que
APROVECHAR
tenga acceso a com bustible natural para ob ten er agua. De todos modos,
si dispone de su equipo de supervivencia de prim era o segunda linea
EL CALOR CORPORAL
(véase pág. 4 2 ). tendrá todo lo necesario para conseguir agua.
Cuando los cazadores
¡nuit capturan un caribú
U T IL IZ A R L A L A T A D E FU EG O
vacían su estómago, le dan
Coloque la lata en el suelo y protéjala
del viento con el cuerpo o con la mochila.
la vuelta, lo llenan de nieve
y lo cierran con una porción
Con la lata de supervivencia a modo de
recipiente, ponga pequeñas cantidades
de intestino. Después lo
colocan de nuevo en su
de hielo o nieve en su interior, encienda la
lata de fuego y coloque la de supervivencia
sobre la llama. A ñada m ás hielo o nieve
a medida que se vaya fundiendo.
U T IL IZ A R E L S E T
cavidad natural mientras
La nieve o el hielo
colocados en un
recipiente de metal
se funden por lo acción
detolkmrci
DE F U E G O S IN C E R IL L A S
sobre la llama. Cuando se d e rrita, deje que
el recipiente se enfríe para no quemarse.
El agua ya será a p ta para el consumo
Cuando han terminado,
el calor del cuerpo del
animal ha fundido la nieve.
Entonces abren el estómago
Coloque en el suelo la tapa del set de fuego
sin cerillas y encienda un bloque de he xa mina
con el algodón y el pedernal. Con el recipiente
del set de fuego o con la la ta de supervivencia,
funda pequeñas cantidades de hielo o nieve
despellejan al animal.
con cuidado y sorben
el agua a través de un
bloque de hielo a modo
o sel de fuego sm
cerillos ♦ lue/o/meve
= ogua salvavidas
de filtro.
195
196
AGUA Y COMIDA _ ENCONTRAR Y TRATAR AGUA
ENCONTRAR AGUA: EN EL MAR
D E T O D O S L O S E N T O R N O S , el m a r p ro b a b le m e n te sea el m ás d ifíc il
en una situación lím ite, ya que no o fre c e n in g ún re c u rs o n a tu ra l p a ra
¡C U ID A D O !
p ro te g e rse c o n tra las te m p e ra tu ra s , el vie n to , la llu via y el e s ta d o de
Nunca beba agua salada.
la mar, y apenas p e rm ite u tiliz a r ayu d a s de localización. E s ta r ro d e a d o
de un agua que no se puede b e b e r no hace m á s q u e in c re m e n ta r
las d ific u lta d e s . A lg u n o s d is p o s itiv o s c o n v ie rte n en p o ta b le el agua
Su concentración en sal es tres veces
más alta que la de la sangre, por lo que
su consumo le provocará destodratactón.
El uso continuado de agua salada
durante cierto tiempo provoca fallo
de m a r pero, si no dispone de uno, te n d rá q u e e n c o n tra r el m o d o de
renal y, en última instancia, la muerte.
conseguir s u ficie n te agua d u lce p a ra m a n te n e rse con vida.
OBTENER AGUA DULCE
Si se encuentra a la deriva, sin esperanzas de un rescate inmediato,
EN ALTA MAR
obtener agua para beber será una de sus prioridades. Si no dispone
Racionar el agua dulce si está
de un destilador solar o de una bomba de osmosis inversa, debe encontrar
a la deriva es una precaución razonable,
o tro m edio de conseguir agua dulce. Por suerte, existen varias maneras
ya que no sabe cuánto tie m p o va a
de hacerlo.
pasar hasta que lo rescaten o llegue
a tierra. A quí tiene algunos consejos
para racionar el agua:
RECOGER AGUA DE LLUVIA
La m ayoría de las balsas salvavidas modernas incorporan un sistema d e recogida
■ D eterm ine su ración d ia ria de agua
d e aguas pluviales, que canaliza el agua d e lluvia y el rocío d e la superficie
después de com probar cuánta tiene,
e xte rio r d e la barca hacia unos bolsillos colectores situados en el interior. Si no
cuánta puede recoger con un destilador
se encuentra en una balsa salvavidas, ta m b ié n puede construir un sistem a sim ilar
solar y un k it desalinizador, el núm ero
utilizando una lona im perm eabilizada o cualquier o tro m a te ria l im perm eable
de personas que lo acom pañan y el
Observe las nubes, prepárese a n te la posibilidad d e que llueva (véanse págs. 8 0 -8 1 )
estado físico de cada una de ellas.
y extienda la lona en fo rm a d e cuenco para recog er la m ay o r c an tidad posible de
■ Evite que las reservas d e agua dulce
agua d e lluvia. In s ta le siem pre la lona a ntes d e que anochezca por si llueve de noche
se contam inen con agua salada.
■ M an ten g a el agua a la sombra.
a resguardo ta n to del sol directo com o
del destello de la superficie del mar.
■ Si hace calor, humedezca la ropa
(no la em pape) con agua salada
para evitar que suba la tem p eratu ra
corporal. Es una solución interm edia
entre refrescarse y las m olestias
que provoca el c ontacto prolongado
de la piel con el agua salada.
■ No se esfuerce m ás de lo necesario.
Relájese y duerm a siem pre que pueda.
■ Utilice todos los recipientes que tenga
(incluso una bolsa d e basura) para recoger
agua d e lluvia: m anténgala bien cerrada
y a ta d a a la balsa.
■ Si no tiene agua, no com a, el consumo
de proteínas acelerará el proceso de
deshidratación.
RECOGER AGUA DE ROCÍO
Por la noche, asegure la lona como un parasol y coloque los bordes hacia arriba
para recoger el agua de rocío También es posible obtener el rodo que pueda haberse
acumulado en los lados de la balsa utilizando una esponja o una pieza de tela, que después
tendrá que retorcer
___________ _
f x tie n d o h lo n a todo lo que
pue da p a ro rv e o g e r h m ayar
c u a lid a d posible d e Uuvta
ENCONTRAR AGUA: EN EL MAR
TRATAR AGUA SALADA
BOMBA
D E Ó S M O S IS IN V E R S A
Si no tiene posibilidad alguna de recoger agua de lluvia o rocío,
existen varios productos que transforman el agua salada en agua
dulce. Aunque van incluidos en la mayoría de las balsas salvavidas,
debería intentar llevar siempre encima alguno de estos métodos
cuando se llaga a la mar.
Estos dispositivos manuales bombean agua
de m a r a una presión m uy a lta a través de
una m em brana que filtra la sal. Dependiendo
del modelo, pueden producir alrededor de
2 3 litros diarios de agua dulce
D E S T IL A D O R S O L A R
K I T D E S A L IN IZ A D O R
Los destiladores solares ofrecen un m odo sencillo d e destilar agua utilizando la
Convierte el agua salada en agua dulce
energía solar. El agua salada se coloca en el fondo del recipiente, donde se evapora
m ediante un proceso llam ado intercambio
por la acción del sol, que atraviesa un plástico transparente. En la pa rte superior de
tónico. Dado que sólo produce pequeñas
este últim o se condensa agua pura, que cae lia d a los lados, donde se puede recoger
cantidades de agua dulce y ta rd a varias
m ediante un tubo. La m ayoría d e los destiladores solares de las balsas salvavidas
horas,, utilícelo sólo cuando haga m al tiem po
modernas son hinchables.
y no pueda em plear un destilador solar.
ios gotas de aguo
E l co lo r d e l sol hoce
Que se condense
el agu a salada d el
destítodor solar —
El in te rio r de tela
neg ra absorbe
e l c a lo r d e l sol
se c o n d e n a n en los
bordes d e l destilodor
E lo g u a v a p o r
un tubo hasta
En las auténticas emergencias
es posible obtener líquido del océano
para m antenerse con v id a
H IE L O M A R I N O
En los mares árticos es posible obtener agua
de lluvia a p a rtir de hielo marino antiguo.
Se tr a ta de un hielo azulado, con las esquinas
redondeadas, que se parte con facilidad y.
lo m ás im portante, apenas tiene sal. El hielo
nuevo es gris, lechoso, duro y salado. El agua
de los icebergs es dulce, pero resulta peligroso
IM P R O V I S A R U N D E S T IL A D O R S O L A R
acercarse a ellos y. por tanto, conviene
dejarlos como un último recurso.
Si tiene la ocasión de reunir los m ateriales necesarios, resulta sencillo construir
un pequeño destilador solar. Precisa dos recipientes de diferente tam año, una lámina
de plástico, un poco de cuerda y un peso para fo rm ar un punto de escorrentia natural
PESCADO
para el agua que se va condensando. S< dispone de un tubo quirúrgico, podrá
Beba el liquido acuoso que se encuentra en la
espina y en los ojos de los peces grandes. Corte
utilizarlo para obtener el agua dulce sin necesidad de desm ontar el destilador.
el pescado cuidadosamente por la mitad para
sorber el liquido de la espina y chupe los ojos.
Corito
cuerda
se a ta la
tin tin a de
plástico
La lá m ina
de plá s tic o en
e l in te rio r d e l cubo
fo rm a un em budo
La condensación se
fo rm a en la p a rte
in fe rio r de la tin tin o
de plástico
Si está tan necesitado de agua que tiene que
recurrir a esta solución, no beba ninguno de los
demás fluidos son ricos en proteínas y grasas,
por lo que su organismo utilizará m ás agua
para digerirlos que la que obtiene de ellos
T O R T U G A S M A R IN A S
La sangre de las tortugas marinas tiene
una concentración en sal similar a la de los
humanos. P ara obtenerla, realice un corte
en la garganta del animal. Tenga en cuenta
que las tortugas m arinas son una especie
atado para im pedir
entre aguo salada
Cubo
am enazada y. por tanto, deberían ser su
últim o recurso
Tubo q uirú rgico
Telo soturoda
E N E M A D E R E H ID R A T A C IÓ N
p a ra absorber
e l agu a dulce
de agu a sofodo
Si tiene agua que no es salada ni tóxica,
Voso p o ra
recoger
e l agua dulce
por vía oral, puede absorber medio litro diario
pero está demasiado sucia para tom arla
(p a ra m antenerse con vida) a través del
intestino grueso con un entubado improvisado.
197
198
AGUA Y COMIDA
ENCONTRAR Y TRATAR ACU A
TRANSPORTAR
Y ALMACENAR AGUA
EN CUALQUIER SITUACIÓN LÍMITE, te n d rá que
to m a r m uchas decisiones, y a lg u n a s de ellas podrían
s ig n ific a r la d ife re n cia e n tre la v id a y la m u e rte . Una
de esas decisiones será si se q u e d a y espera a que lo
rescaten o in te n ta s a lir de la s itu a c ió n p o r sí solo. Un
fa c to r decisivo en e ste tip o de casos es la d isp o n ib ilid a d
de agua y la capacidad para tra n s p o rta rla y alm acenarla.
RECIPIENTES PARA EL AGUA
Existen muchos tipos distintos d e recipientes para tran sp ortar
líquidos fríos y calientes, desde botellas y term os de plástico
sólido o de acero hasta bolsas iniperm eables plegables.
E l recipiente
metálico
se puede
utilizar para
h e rv ir agua
B O TELLA DE
P L Á S T IC O
BOTELLA
M E T Á L IC A
Fuerte y ligera, con
Un poco m ás pesada,
pero m ás resistente, que
tapa desenroscare
o boquillas extraibles.
las botellas de plástico.
Un exterior .
de m etal y
un interior
de cristal
hocen de las
termos una
alternativa
pesada
C A N T IM P L O R A
TERM O
C A N T IM P L O R A
Aunque bastan te
pesados, los term os
M IL IT A R
PLEG ABLE
Botella estándar empleada
De plástico muy
resistente, se puede
perm iten gu ardar
agua caliente o fría
DE HIDRATACIÓN
usada por casi todas
las fuerzas militares.
Utilícelo p ora
guardar agua
cuando esté en
el campamento
llevar colgada del cuello
Guarde las bolsos de
agua planas con el
resto del equipo
cuando no las utilice
En general, consisten en un recipiente para
gu ardar agua (un «depósito»); un tub o a la vista,
de una sola dirección, y un am ós. Un problem a
habitual d e estos dispositivos es que al no ver
el a g u a puede acabársela to d a sin darse cuenta.
El depósito se
heno de aguo y
se transporta
como una
mochila
El agua se absorve
o través de un
tubo unidireccional
CUENCO
B O LS A S DE AGUA
PLEG ABLE
Otiles p a ra tran sp ortar
Fácil de tra n s p o rta r
agua desde el lugar donde
y ligero, tam bién
se Isa recogido h asta el
sirve para organizar
el in terio r d e la mochila.
cam pam ento, y para
m an ten er seco el equipo.
TR A N SPO R TA R Y A LM A C E N A R AGUA
199
IMPROVISAR RECIPIENTES PARA AGUA
En caso d e em ergencia existen m uchas probabilidades de que no disfrute del lujo
de disponer d e botellas de agua o de sistemas de alm acenam iento. No obstante,
con un poco de suerte (y con algo de ingenio) podrá encontrar algún tipo de m aterial
que le perm ita g u ard a r y tran sp ortar suficiente agua para satisfacer sus necesidades.
a
AGUA DE EM ER GEN CIA
&
En general, las bolsitas de agua
de emergencia se venden en paquetes
T R A J E S DE
R E S T O S D E M A T E R IA L E S
S U P E R V IV E N C IA
No deje de buscar en todo
EN E L M A R
m om ento cualquier cosa que
Diseñados para impedir que entre
pueda contener agua, desde
el agua, tam bién sirven para
bolsas y botellas de plástico
vacías hasta recipientes grandes
de tipo industrial. Limpíelos
y esterilícelos antes
im pedir que salga. La mayoría
lleva una capa de greda para
impedir que el material se peque;
lávelo antes de utilizarlo.
Los bolsos de
pSástico resistentes
sirven pora
transportar ogua
de cinco sobres con 5 0 mi de agua
(poco más de un trago). Deben utilizarse
siempre como último recurso. Trate
de conseguir agua por otros medios
antes de recurrir a ella.
J
de utilizarlos.
Con el bambú se
puede crear
u n vaso_
PRENDAS
CALABAZAS
IM P E R M E A B L E S
Las calabazas secas no se
BAMBU
Las mangas de las chaquetas
preparan sólo con calabazas
Una caña de bambú
y las perneras de los pantalones
impermeables se pueden
a ta r para fo rm ar una vejiga
rudimentaria; los calcetines de
(tam bién con molones,
por ejemplo) y pueden
albergar una cantidad
considerable de agua.
le servirá de vaso si
co rta 2 .5 cm por debajo
de una unión y 2 ,5 cm
por debajo de la siguiente
Gore-Tex* y algunas mochilas
impermeables tam bién sirven
para recoger agua.
Asegúrese de alisar
Busque una calabaza
con un grosor efe 6 0 mm
IMPROVISAR UN MINIDEPÓSITO
La capacidad de alm acenar suficiente agua para satisfacer
los bordes.
Busque un tugar que
requiera el menor
esfuerzo posible
para cavar un boyo
sus necesidades en una situación extrem a puede ser limitada,
y es posible que resulte inviable (po r una lesión o por la distancia)
ir a buscar agua cada vez que la necesite. Con algunos m ateriales
básicos podrá resolver este problem a construyendo
un m inidepósito para recoger agua de lluvia
(néosc tam b ién pág. 1 88 ).
O
Para evitar esfuerzos
innecesarios, elija un lugar
que ofrezca la m enor resistencia posible
(por ejemplo, un hoyo natural). Cave
un agujero poco profundo utilizando
cualquier m ate ria l que tenga a mano.
©
Alise los bordes del hoyo y
fórrelo con m aterial im permeable,
como una m an ta d e em ergencia. Sujete
los bordes con piedras, tie rra o troncos
(asegúrese d e que no en tre suciedad
en el agua si llueve).
r
H IG IE N E DEL AGUA
El agua almacenada en un minidepósito
durante cierto tiempo tendrá que filtrarse
y purificarse de modo que sea apta para
el consumo (váwse págs. 200-201).
V
___________ _
Asegure la monta
de supervivencia
con piedras
Defe el depósito sin topar cuondo Nuevo y tópelo
e l resto del tiempo paro reducir to evaporación
200
AGUA Y COMIDA _ ENCONTRAR Y TRATAR AGUA
TRATAR EL AGUA
CON LA EXCEPCIÓN del agua de lluvia, el re s to del agua o b te n id a
BOLSA M IL L B A N K
en una situación lím ite debe tra ta rs e p a ra e lim in a r o d e s tru ir
Utilizada por los ejércitos de todo
los agentes patógenos y los m icro o rg a n ism o s dañinos
el mundo, la bolsa Millbank es un eficaz
que podrían p ro vo c a r pro b le m a s g a s tro in te s tin a le s .
filtro de agua que apenas ocupa espado
y se puede emplear varias veces para
obtener grandes cantidades de agua
FILTRAR EL AGUA
filtrada. Prepare la bolsa en cuanto llegue
al campamento, ya que el proceso es
Si no dispone de un dispositivo de filtrado y desinfección de agua,
bastante lento: la bolsa filtra 1 litro de agua
tendrá que realizar la misma tarea en dos fases. Antes de purificar el agua,
en cinco minutos Tenga en cuenta que el
deberá filtrarla para eliminar los posibles desechos. Puede utilizar la popular
agua filtrada de este modo debe someterse
bolsa Millbank (dereclia), pero tal vez se vea obligado a improvisar su
después a un proceso de purificación
propio filtro.
CONSTRUIR UN FILTRO EN TRÍPODE
FILTRO EN UNA BOTELLA
Si no dispone de un sistem a de filtrado, com o una bolsa
Para im provisar un filtro en una b o te lla c o rte el fondo d e una
Millbank. puede improvisar un filtro. Sólo necesita tres palos
botella d e plástico (o haga un agujero). Tenga en cuenta que
para form ar un trípode y el resto del m ate ria l para crear
un calcetín utilizado de la m ism a m anera tam bién resulta eficaz
tres capas separadas.
O
O
un trípode. Cree capas con el m ate ria l de que disponga:
por los m ás finos y term in an do por los m ás gruesos.
empiece por arrib a con el m ás tosco y acabe abajo con el m ás fino
©
(por ejemplo, seda de paracaídas o nailon).
O
Cuelgue la Iw tella boca abajo d e una ram a. Llénela
Utilice tres palos o una ram a joven doblada para form ar
con capas de diferentes m ateriales, empezando
V ie rta agua en la botella y deje que se a b ra paso
entre las capas.
V ie rta agua en la capa superior.
Se filtra rá a m edida que pase por las telas.
Arena gruesa _
Fragmentos de
A re n a fin a _
Construya un trípode
con tres polos de
to mtsmo ottura
Coloque el material
por copos en
el interior de
la estructuro
del trípode
Recojo
el oquo
filtrada en
un recipiente
Vierta oquo
en la copa
superior
Los diferentes
capas de materiales,
de mós grueso
a más fino
El m aterial poroso
fino, como uno pie/a
de tela es la M im o
copa det filtro
Es preciso purificar el ogua
futrada antes de bebería
T R A T A R EL A G U A
F IL T R O S D E G R A V E D A D /D E P R E S IÓ N
DESINFECTAR AGUA
Si bebe agua sin tra ta r se expone a contraer alguna
enfermedad (véase pág. 187), de ahí la importancia
que tiene tra ta rla siempre antes de consumirla.
Si tiene posibilidad de encender un fuego, el método
más eficaz para lograr que el agua sea apta para
Estos dispositivos están incorporados
a las botellas para beber. El aqua fluye
de m anera natural a través del sistema
gracias a la gravedad, o bien se aprieta
la botella para accionar el sistema de
presión En general, las botellas de este
tipo incluyen: un filtro para eliminar
el consumo consiste en hervirla. Si no dispone de
sedintentos y contam inantes orgánicos,
un m icrofiltro para elim inar los protozoos
estos utensilios, existen varios dispositivos capaces
y un elem ento químico que m ata las
de filtra r y pu rifica r agua.
bacterias y los virus del agua.
La m anive la tom a
e l a g u a a través
de la bom bo
Son unidades con un diseño especial
que filtra n el agua y después la
purifican El agua contam inada
se bom bea a través de microfHtros.
E l agu a potable
agentes químicos o una combinación
sote p o r e l tubo
de salida
de ambos Los tam años varían
de filtró s e
encuentra en
e l in te rio r de
la botella
El agua pasa
a través de
un filtro , que
etmuno la
suciedad y las
enfermedades
de emergencia compacto. Contiene
un filtro y em plea carbono o resina
E l e r trem o
d e l filtr ó s e
puede in troducir
en cualquier
fuente
de yodo para elim inar del aqua los
de agua
virus y las bacterias y los elementos
no sotada
P A J A DE S U P E R V IV E N C IA
M IN IP U R IF IC A D O R E S
P O R T Á T IL E S
E l sistema
Se tr a ta de un purificador de agua
químicos dañinos. Es preciso que el
agua alcance a un nivel en el que pueda
llegar con la paja. Si quiere llevarse
agua para alm acenarla, tendrá que
desde pequeñas bombas de
emergencia capaces de pu rificar
5 0 litros has ta unidades m ás
grandes que filtra n cantidades
E l tubo de entrada
enorm es de agua.
d e l filtr o se in troduce
en e l agu o que requiere
tom arla con la boca y decantarla
en un recipiente, un proceso laborioso.
E l aguo se
absorbe a través
de la p a jito
tra ta m ie n to
OTROS METODOS
PU N T O D E E B U LL IC IÓ N
Si no puede hervir el agua, o si no dispone de
Los microorganismos, y de hecho todos los patógenos intestinales, se
un purificador, tendrá que recu rrir a técnicas no
destruyen a temperaturas inferiores al punto de ebufcóón. El proceso de
mecánicas. La concentración y el tiem po de contacto
llevar el agua a ebullición es suficiente para desinfectarla; si continúa
necesarios para algunos de estos métodos dependen
hirviendo, sólo servirá para gastar combustible, tiempo y agua.
de la calidad y de la tem peratura del agua tratada.
\_______________________________________ ✓
D E S C R IP C IÓ N
M ÉTO D O
Yodo (liquido y en pastiHas)
B yodo, que destruye las bacterias, los virus y los quistes, sirve para desinfectar agua de manera eficaz y cómoda
Su acción depende de la concentración, de la temperatura del agua y de la duración del contacto: uiu concentración
de 8 mg por Itro a 8 *C destruirá todos los patógenos si se deja actuar 10 minutos.
Tabletas de doro
Las tabletas de doro destruyen la mayor parte de las bacterias, pero sen menos eficaces con losw us y los testes. Dan mejores
resultados cuando se emplean en combinación con ácido fosfórico y destruyen tanto las gardiasrs como los criptospondios
Permanganato de potasio
Mezcle unos granulos de potasio de permanganato con agua hasta que ésta adquiera un tono rosa claro Deje reposar
media hora como mínimo antes de beber.
Lei¡a
Utilizar lejía doméstica inodora es b manera más barata de añadir doro al agía (conbene un 5% de hipodcnto de sodio).
Tenga cuidada debe añadir sólo una gota de lejía por cada litro de agua (dos si d aqua está turbo) y dejar reposar al
menos 30 minutos antes de beber Este método no siempre resulta eficaz contra la gúrdiasis y los criptospondos.
Luz ultravioleta (UV)
Cuando muchos microorganismos dañinos se exponen a la luz ultrawoletA <Hproceso de absorción de luz altero
el ADN de las células, pero el organismo queda intacto La calidad del agua influirá en la exposición necesaria:
cuanto más turbia, más Afiailtades tendrá la luz para penetrar.
UV pasiva
Llene botellas de plástico con agua, sustituya los tapones y colócelas directamente al sol. a ser posible
sobre una superficie oscura. Los rayos del sol matarán las bacterias más comunes.
UV activa (Stenpen)
En el agua profítrada se coloca un pequeño purificador UV que se activa durante un breve espacio de tiempo
Algunos modelos pueden purificar hasta 1 litro de agua en sólo 48 segundos.
201
202
AGUA Y COMIDA _ ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
ENCONTRAR Y
PREPARAR COMIDA
El cuerpo co n vie rte la com ida
en com bustible, q u e n o s a p o r t a c a lo r
a lg u n o s a lim e n to s b á s ic o s en la m o c h ila .
y e n e rg ía y n o s a y u d a a r e c u p e r a r n o s
re la c io n a d o s co n la fa lta d e a lim e n to s (c u a n d o
del e s fu e rz o , d e la s le s io n e s o d e l m a le s ta r.
e l e s tó m a g o se q u e ja p o r q u e la c o m id a q u e
U na p e rs o n a sana p u e d e s o b r e v iv ir d u ra n te
e s p e ra b a n o lle g a ), n o v a a m o r ir d e h a m b re
s e m a n a s s in c o m e r g ra c ia s a la s re s e rv a s
si n o c o m e d u r a n te u n o s días. N o o b s ta n te , el
a lm a c e n a d a s en lo s te jid o s (a u n q u e u tiliz a r á
c u e rp o r e a c c io n a r á a la f a lt a d e c o m b u s tib le :
a lre d e d o r d e 7 0 c a lo ría s p o r h o ra s ó lo
el h a m b re , la f a lt a de e n e rg ía y e l d e te r io r o
co n re s p ira r, y u n a s 5 .5 0 0 c a lo ría s a l d ía
d e la c a p a c id a d d e c o o r d in a c ió n h a rá n
si tr a b a ja d u ro ).
a c to d e p re s e n c ia a l c a b o d e u n o s d ías.
A u n q u e p a d e z c a a lg u n o s s ín to m a s
En u n a s itu a c ió n lím ite a c o r t o p la z o ,
S i s u rg e la o p o r t u n id a d d e o b te n e r a lim e n to ,
el s u s te n to n o d e b e ría s e r u n a p r io r id a d :
n o la d e s a p ro v e c h e . C o m a p o c o y a m e n u d o ,
es p ro b a b le q u e h a y a c o m id o p o c a s h o ra s
p e ro , s o b re to d o , a s e g ú re s e s ie m p re de
a n te s y. si e s tá b ie n p re p a r a d o , lle v a rá
d is p o n e r d e s u fic ie n te a g u a p a r a d ig e r ir lo .
En este apartado
DESCUBRIRÁ
■ cómo se cocina con piedras calientes...
■ cómo se hace un carrete de pesca a partir de una lata de bebida...
■ por qué una trampa debe tener un extremo perfecto...
■ cómo lazar a un lagarto y atrapar a una ardilla...
■ que existe más de una manera de despellejar a un conejo...
■ qué larvas tienen sabor a huevos revueltos...
■ cómo atrapar a un pájaro en un arbusto...
ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
Cuando busque c o m id a en la
n a tu ra le z a , a s e g ú re s e s ie m p re de q u e
la e n e rg ía q u e le v a y a a a p o r t a r sea m a y o r
q u e la q u e v a a g a s ta r en el p ro c e s o ; de
lo c o n tr a rio , s e rá u n a e x p e rie n c ia in ú til.
L A C O M ID A F Á C IL DE E N C O N T R A R
y de recoger debería ser siempre su prioridad:
■ Las p la n ta s se recogen con facilidad y, si
abundan en el entorno en el que se encuentra,
En u n a s itu a c ió n lím ite a la r g o p la z o ,
deberían ser su prim era elección. No obstante,
sus p r io r id a d e s c a m b ia r á n y la n e c e s id a d
tiene que estar completamente seguro de que
d e c o m id a p a ra s o b r e v iv ir c o b r a r á m á s
son comestibles: si come por e rro r una hoja
im p o r ta n c ia . E x is te u n a fin a lín e a e n tr e
o una baya que no debería, podría sufrir vómitos
el h e c h o d e q u e la c o m id a n o se a u n a
y diarrea, lo que no liaría sino empeorar aún
p rio rid a d y d e s c u b rir d e s p u é s q u e n o e s tá
en c o n d ic io n e s fís ic a s p a ra h a c e r n a d a
más la situación.
■ La pesca requiere poco esfuerzo una vez dispuesto
el sedal o las trampas. El pescado es rico en proteínas
al re s p e c to c u a n d o s í s e c o n v ie r te en a lg o
y relativam ente sencillo de preparar y cocinar.
p r io r it a r io . D e b e ría r e v is a r su s itu a c ió n
■ Es posible que h a lle in sectos, re p tile s
co n fr e c u e n c ia y c a m b ia r de p la n e s si es
y a n fib io s pero tenga cuidado de no invertir
p re c is o . O b te n e r c o m id a en la n a tu r a le z a
más energía en cazarlos de la que obtendrá
re q u ie r e e s fu e r z o , h a b ilid a d y u n p o c o
de s u e rte , s o b re t o d o si n o se e n c u e n tr a
en su e n to r n o n a tu r a l.
en nutrientes cuando se los coma. Recuerde,
además, que muchos insectos, serpientes
y anfibios son venenosos (pero en cambio
sirven como cebo para peces y mamíferos).
■ Las aves y los m a m ífe ro s tienen sus propios
mecanismos de supervivencia y desconfían de
los humanos, sobre todo en las zonas remotas
donde apenas tienen contacto con ellos. Si atrapa
un pájaro o a un mamífero, tendrá que matarlo,
desplumarlo o despellejarlo, y cocinarlo.
Asegúrese siempre de que la energía que
le vaya a aportar la comida sea mayor
que la que va a gastar en el proceso; de
lo contrario, será una experiencia inútil.
203
204
ACUA Y COMIDA
ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
EN U N A S IT U A C IÓ N L ÍM IT E , debe co cin a r to d a la com ida
A N IM A L E S M UERTOS
para asegurarse de m a ta r los posibles p a rá s ito s o b a cte ria s
Si se encuentra un animal muerto, puede comerse
dañinas. Si bien la cocción reduce el v a lo r n u tric io n a l de la
la carne si la corta en trozos pequeños y la cuece
com ida, ayuda a m e jo ra r el sabor de m uchos p la to s «silvestres»
durante media hora No la toque si tiene cortes
y hace que sean m ás dig e stivos que si se to m a se n crudos.
en las manos: no sabe cómo ha muerto el animal.
COCINAR SOBRE UN FUEGO ABIERTO
A te tres potos
fo rm a n d o un trípode
Utilice las llamas vivas de una hoguera para l>ervir
agua. Cuando se hayan extinguido, podrá emplear
Un polo ahorquillado
te p e rm ite a/u s to r la
a ltu ra d e l recipiente
p o r encuno
A
d e l fuego
M
el calor de las brasas para cocinar encima (véase
pág. 121). El método más básico para cocinar
es el asado utilizando un espetón de madera verde
para suspender el alimento sobre el fuego. Cuando
ase carne, asegúrese de que esté bien hedía.
H E R V IR 0 G U IS A R
Cuando se hierven los alimentos, la grasa y k *.ju y o s
naturales se quedan en el a g u a Es im p o rta n !- Ix -h c r-fifta j
el agua de cocción para obtener el m á x jm o a g p rte
nutritivo de la comida (a menos que he
sustancias tóxicas).
PAN H U M E D O
Este sencillo m étodo para preparar pan sin
levadura fue desarrollado por los ganaderos
I Un trípode re s u lta m uy
australianos.
estable y, p o r tonto, seguro
p o ro cocinar con utensilios
suspendidos sobre e l fuego
O
Mezcle harina
y agua (y una
pizca de sal. si tiene)
‘ Espere o que los
damas se reduzca,
un p o c o paro
em pezar o cocinar
Dé fo rm o a
lo m aso con
los manos
C O C IN A R A L V A P O R
El vapor destruye menos nutrientes que la cocción y es una
hasta form ar una
masa maleable.
Forme con ella una
de las mejores m aneras de p reparar pescados y verduras
especie de salchicha
alargada y gruesa.
Para cocinar al vapor, es preciso suspender los alim entos
(las hojas frescas estarán listas para com er en unos minutos).
sobre a g u a hirviendo
O
Enrolle la masa alrededor
V A PO R ER A DE B A M B Ú
de un palo y sujételo
encima de las brasas de una hoguera,
girándolo de vez en cuando hasta
que el pan se dore Cuando esté listo,
resbalará fácilmente del palo
U tilice un p o lo verde,
y a que es menos
probable Que se Queme
E l vapo r otraviesa
los agujeros de la
Ponga hierbo
encim o de la comida
p o ro conservar
e l c o lo r y cierre
con uno topa
Las carias de bam bú son duras y están lluecas y
divididas en secciones. Utilice un palo afilado para
realizar pequeños agujeros en las paredes de una
pieza de bambú con tres secciones: deje in tacta
la pared de la base. V ie rta agua en la caña hasta
que llegue por debajo del anilla d e fe
sección inferior, introduzca la
en la sección
con hierba
de bam bú Incline la caña
sobre un fuego, apoyada
en un palo ahorquillado.
lo o nabo
se coloca en
lo seccon
superior
C O C IN A DE S U P E R V IV E N C IA
H O R N O D E A R C IL L A
Para asar alim entos en arcilla no se necesitan utensilios. Es preciso
limpiar y eviscerar los animales; el resto de los alimentos no requieten
preparación. Cuando se asa carne, la piel, las espinas o las plumas
se quedan pegadas a la arcilla. La cocción de tubérculos o pescado
con este m étodo elim ina las pieles y, con ellas nutrientes valiosos, por
O
Cubra el paquete
d e com ida con una
capa uniform e d e arcilla,
asegúrese d e que quede
bien sellado.
lo que es m ejor envolver los alim entos en hojas antes d e cocinarlos
Protejo to n u tritiv a p ie i del
pescado envolviéndolo
con botos frescos
La copa de
arcrha debe ser
Seleccione hotos
de unos 2 5 cm
de grosor
grandes
Encienda
un fuego sobre
in c re m e n ta re !
Envuelva el alim ento en un puñado de hojas verdes frescas
y átelas con hebras largas de hierba h£>ta form ar un paquete
©
Coloque el paquete de arcilla en un lecho de brasas calientes
y prepare un fuego encim a El tiem po de cdcéión será
bien cerrado Utilice tan sólo hojas de plantas que haya identificado
de entre 3 0 y 6 0 minutos (depende del tam año del alimento)
como no tóxicas
Rom pa la arcilla y saque el alimento.
C O C IN A R C O N P IE D R A S C A L IE N T E S
Las piedras tardan un rato en calentarse, pero mantienen el calor
bastante tiempo, lo que perm ite asar alimentos encima. Para reducir
el tiem po de cocción, tape el alim ento con un poco de c o rteja de
abedul o con una pieza plana de madera. Cuando cocine sobre piedras
no utilice p izarra u o tra s piedras e s tra tific a d a s ya que pueden
Los predros más calientes
son lo s d e l centro
rom perse a l calentarse. O tro m éto do p a ra cocinar con piedras
calientes consiste en colocarlas en un Iw yo La comida se cubre con
Retire las brasas y la ceniza de las piedras (con cuidado
hojas y se pone sobre tas piedras; a continuación se tapa el hoyo para
O
conservar el calor. La com ida estará enterrada liasta que esté lista.
calientes).
Utilice p a lito s de árboles
de m adera dura, com o
O
No emplee piedras
húmedos, ya que podrían
de no tocarlas con las m anos ya que estarán muy
E l pescado debe evücerarse.
p o r lo demás, se puede
cocinar entero
Coloque juntas unas cuantas piedras grandes y m ás
Coloque la com ida encim a de tas piedras Las m ás calientes
o menos plan as Encienda un fuego sobre ellas con
serán las d d centro, de nvinera que los alimentos que necesiten
un poco de yesca y unas ram itas secas, y deje que se reduzca
una cocción lenta deberían colocarse cerca de los bordes Siga
a brasas m ientras prepara la com ida.
añadiendo m ás coñuda hasta que las piedras se hayan enfriado
205
206
AGUA Y COMIDA
ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
PLANTAS COMESTIBLES
EN U N A S IT U A C IÓ N L ÍM IT E a c o r to plazo, la c o m id a no es una
p rio rid a d . P ara id e n tific a r p la n ta s c o m e s tib le s se re q u ie re energía,
¡C UIDA D O !
El test universal de comestibílidad
c o n o cim ie n to s y h a b ilid a d , y los rie sg o s s u p e ra n con c re ce s los
(inferior) no resulta útil en el caso
beneficios. En una s itu a c ió n a la rg o plazo, las p rio rid a d e s ca m b ia n ,
de las setas. Sólo por eso nunca
y s a b e r id e n tific a r p la n ta s c o m e s tib le s se c o n v ie rte en una v e n ta ja .
debería probar una seta (en especial
en una situación extrema) a menos
que esté 1 0 0 % seguro de que pueda
RECOGER PLANTAS
identificarla como comestible. En 2008.
C u a n d o s a lg a a b u s c a r p la n ta s , llév e s e u n a b o ls a o u n a la t a y te n g a c u id a d o
después de comer una seta venenosa
d e n o a p la s ta r lo q u e re c o ja . O p te p o r r e c o le c ta r s ó lo u n a s c u a n ta s e sp e cies
que había recolectado por error entre
p a ra re d u c ir las p o s ib ilid a d e s d e c r e a r m ía n>ezcla in c o m e s tib le o tó x ic a .
setas comestibles.
por ejemplo, una mujer británica murió
N o p ie n s e qu e, si u n p á ja r o o u n m a m ífe r o s e c o m e u n a p la n ta , e s s eg u ra
ta m b ié n p a r a u s te d . A m e n o s q u e e s té d e l to d o s e g u ro , te n d r á q u e r e a liz a r
la s ig u ie n te p ru e b a p a ra a v e r ig u a r si u n a p la n ta e s c o m e s tib le .
§
T E S T U N IV E R S A L D E C O M E S T I B I L I D A D
Esta prueba le perm ite com probar si una plan ta es a p ta para el consumo.
CAVAR PAR A
E X T R A E R R A ÍC E S
Las ralees y los tubérculos son buenas
Si viaja en grupo, sólo una persona debe probar la p lan ta. Asegúrese
de que dispone d e abundante agua potable y lefia (véase cuadro inferior,
pág. siguiente) y no com a nada durante las ocho horas previas. Pruebe
fuentes de carbohidrato^ y su piel contiene
una planta cada vez. y sólo una parte de la m ism a (las raíces, las Iwjas»
vitaminas. Tenga cuidado cuando las recoja
el tallo, los brotes, el fruto); ingiérala en el mismo estado en el que vaya
en primavera, ya que algunas plantas
a consumirse: cruda o cocinada Com pruebe, por otro lado, que la planta
son difíciles de identificar.
en cuestión abunda en el entorno (de lo contrario, no sirve d e nada
probarla) y evite las que tengan una savia lechosa o jabonosa, o con
O
Corte una ram a de un á rljol de m adera
colores vivos, ya que suelen ser las señales de advertencia de la naturaleza.
dura. A file un extrem o hasta darle
form a de cincel y endurézcalo al fuego.
O
Empiece inspeccionando la planta, debe parecer
fresca y en buenas condiciones (evite las que
presenten un aspecto viscoso). A continuación, huélala
y descártela si huele mal; si desprende un aro m a a melocotón
o alm endras am argas, podría contener cianuro.
O
r
O
Tome una pequeña porción
de la planta y frótela con
cuidado sobre la piel sensible del
Elija una plan ta grande. Cave por
interior del codo o de la m uñ e c a
un lado, aflojando la tierra que
Espere 15 minutos: si no se produce
rodea la raíz liasta que pueda sacar
irritación, |ácor. sarpullido o hinchazón,
continúe con el paso 3.
& lo p ie l reocctono
a lo planta, túvose
do in m ediato
PLANTAS COMESTIBLES
T É DE A G U J A S
Las agujas de árboles perennes com o el pino y la picea son ricas
en vitam ina A y C. Con ellas se puede preparar un té refrescante
(y potoncialm ente salvavidas).
O
Recoja dos cucharaditas
O
d e agujas verdes
Cuele el té a través
de una tela a tad a
frescas por cada ta za de té.
a un recipiente Edulcórelo
Macháquelas con una piedra.
con azúcar o miel, si tiene.
©
Lasogujas se
recogen en una
tela y después
se descartan
Ponga las agujas
M achaque
tas ogufos con
u n a p u 'd ro
grande
en agua hirviendo
y déjelas en infusión
durante 1 0 minutos.
M antenga el recipiente
caliente y rem ueva de
vez en cuando.
©
Toque la comisura de los labios con la planta
y espere 15 minutos. Si no se produce una
reacción adversa, toqúese los labios y la lengua
con la planta. Espere 15 m inutos más. Si no hay
QUE HACER S I SE PRODUCE UNA
REACCIÓN ADVERSA
efectos negativos, proceda con el paso 4.
Si en cualquiera de las fases de la prueba
experimenta algún tipo de reacción adversa
S i los lotuos o la
lengua emptezon
a escocerte o se
entumecen,
■ Detenga el test inmediatamente
■ No coma nada hasta que cesen
los sintomas
rechace la p la n to
■ Lávese bien la zona afectada
(si la reacción es externa).
■ Intente inducirse el vómito (si la reacción
se produce después de comer la planta)
tomando agua salada o introduciéndose
un dedo en la garganta
■ Beba mucha agua caliente (por eso
debe asegurarse de disponer de suficiente
O
Toque la plan ta con la
agua purificada y leña antes de empezar
lengua, espere 15 minutos,
el test).
m astfquela y m anténgala en
la boca 15 m inutos más. Si no
experim enta efectos negativos,
Toque la p la n ta
con la lengua y
espere 15 múralos
■ Machaque una cucharadita de carbón
tomado de un tronco parcialmente quemado
y mézclelo con agua caliente hasta formar
tráguese la plan ta y espere
una pasta. Tráguese la mezcla: le provocará
ocho horas No com a nada
el vómito y. si no lo hace, absorberá
en ese tiem po y beba a g u a
las toxinas
■ Intente ingerir una pasta realizada
con madera blanca y agua para reducir
©
Si no sufre efectos adversos.
el dolor de estómago.
tóm ese un c u a rto de taza
de la m ism a p a rte de la planta,
S i pierde la conciencia:
preparada del mismo modo, y
No induzca el vómito a la persona
espere otras ocho horas. Si no se
que ha realizado el test si pierde
produce una reacción, la planta
la conciencia Busque a un médico
es a p ta para comer. Com a poco
y controle su estado
y a m enudo en lugar de engullir.
207
208
AGUA Y COMIDA _ ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
CEBO Y SEÑ U ELO S
PESCAR
Los peces poseen un olfato agudo que les ayuda
a encontrar su com ida favo rita Por tanto, si un
SE PUEDE PESC AR CON GANCHO, tra m p a , a rp ó n o
tipo de cebo no funciona, pruebe otro. Los peces
incluso a m ano con un poco de suerte. Observe la con d u cta
depredadores se sienten atraídos por el cebo
vivo debido a sus m ovim ientos (un gusano
de los peces (dónde, cuándo y de qué se alim e n ta n )
retorciéndose en un gancho, por ejemplo).
para decidir el m é to d o de pesca m ás apropiado. Tenga
Puede preparar cebo artific ia l con un metal
en cuenta que algunas té cn ica s de pesca son ilegales en
brillante, tela o plumas. In ten te im ita r la
algunos países y sólo deben em plearse en una a u té n tic a
presa natural del pez. com o un insecto que
se zam bulle en el agua, para incitar a morder.
situación de supervivencia.
EQUIPO DE PESCA
El equipo de pesca puede componerse de todo tip o de material. En el kit
de supervivencia debería llevar un poco de sedal y unos ganchos, pero
si no dispone de kit puede improvisar. Utilice un palo a modo de caña,
por ejemplo.
C O N S TR U IR UN CARRETE DE PESCA
Puede improvisar un carrete con una lata vacía de
bebida. Ate el extremo de un sedal a la lengüeta
y a continuación enrolle el sedal alrededor de
la lata hasta que k* queden unos 6 0 cm. Ate un
gancho, una boya y una plomada. Sujete la parte
superior de la lata con una mano y la boya con la
G A N C H O S IM P R O V IS A D O S
Los ganchos de pesca pueden ser de cualquier pieza d e m etal, como un clavo,
un alfiler, un imperdible, una aguja o un alam bre También puede imjjrovisarlos
con materiales naturales, como espinas, m adera dura, cáscaras de coco, huesos,
otra. Dirija el fondo de la lata hacia el punto donde
quiere que se sitúe el gandío y lance la boya. El
resto d d sedal se desenrollar! Si pica un pez tire
del sedal y después enróllelo alrededor de la lata
espinas o conchas marinas. Si no tiene sedal, puede utilizar cuerda de paracaídas
(veose pág. 1 36) o fabricar cuerda con fibras vegetales {véase pág 138).
H oya un
Qoncho
colocando
una asidlo
b o p e l sedal
otado o lo
Sutcte «v
clavo con
sedal
U N A S O L A E S P IN A
M U C H A S E S P IN A S
M A D E R A O HUESO
C LAVO
Corte una pieza de
2,5 cm de un tallo de zarza
A te juntas tres ramas
con sus espinas. C orte
Talle una astilla de hueso
hasta darle form a de
con una espina grande y
resistente. A te un sedal
a una muesca cortada
una muesca alrededor
de las tres ram as y ate
el sedal.
punta de flecha o tome
Corte una muesca en un
extren>o de una pieza
pequeña de m adera
en el otro extremo.
una astilla de m adera
dura (roble, por ejemplo)
y átela a un palo.
dura Coloque la cabeza
de un clavo en la muesca
y a te el clavo con sedal.
Retire el broche de
seguridad. Doble la
punta afilada hasta
fo rm ar un gancho y
ate un sedal en el aro
del imperdible.
R E T IR A R U N A N Z U E L O
Nunca intente retirar un anzuelo clavado
en la carne. Corte el sedal lo m ás cerca
que pueda del anzuelo, coloque una venda
en la parte expuesta del gancho y asegúrela
con un vendaje. Busque ayuda médica en
cuanto pueda y vigile la lierida por si m uestra
Si el g a n d ío es visítale, córtelo con unas
O
Saque el anzuelo con
señales de infección. En una situación extrem a
O
puede intentar retira r el anzuelo de la siguiente
con firm eza y rapidez hasta que asome
Limpie la lierida y cúbrala
m anera
el qancho.
con una tirita .
tenazas. Si no se ve. em puje el anzuelo
cuidado por el ojo.
PESCAR
4
T IP O S D E C E B O
SEÑUELO
Como cebo vivo se utilizan los siguientes:
CON P LU M A
■ Gusanos y babosas
Prepare un anzuelo
■ Saltam ontes, grillos y escarabajos
y ótelo a un sedal. Ate
una pluma llamativa
■ Larvas y orugas
■ Ranas (incluidos renacuajos grandes)
■ Peces pequeños (p ara peces m ás grandes)
Cebos inanimados:
P ES C AR CON S E D A L
Cuantos m ás cebos pueda colocar en el agua,
justo por encima del
gancho y mueva el
señuelo lentam ente en
la superficie del agua.
m ás posibilidades tendrá de pescar. Todos
los m étodos que se m uestran a continuación
son pasivos (es decir, se instalan y se espera
a que los peces piquen).
■ Carne, tripas y órganos reproductores
Gancho oculto
p o r la plum a
de animales muertos
■ Frutos secos y bayas
D U R M IE N T E
■ Pan. queso y pasta
Si un pez pica, el gatillo se saldrá del anzuelo
oculto y la rama doblada se levantará. El sedal
se tensará y el gancho a trapará el pez.
BOYAS Y P LO M A D AS
La boya m antiene el cebo a la m ejor profundidad para a tra e r a los peces. La plomada
______
X \
G alillo sujeto
en e l anzuelo
*
f
oculto
colocada por debajo del gancho tam b ién contribuye a que el cebo m antenga su
posición. El kit de supervivencia debería incluir unas cuantas bolitas a modo de
pesos, pero si no es asi. puede a ta r piedras pequeñas al sedal. Si la plom ada liace
burbujas por debajo d e la superficie del agua, es posible que haya picado un pez.
P R E P A R A R U N A BOYA
Puede utilizar cualquier m aterial natural que flote, como una pieza
de corteza o un escaram ujo (inferior). Si encuentra una pluma de
pájaro, puede preparar una boya: co rte la pluma hasta que sólo
le quede el cañón hueco y después dóblelo por la m itad y a te los
P E S C A E N H IE L O
dos extremos.
H ago un agujero
en e l escaram ujo
Pose el sedal
p o r e l centro
En prim er lugar, compruebe que el hielo tiene
al menos 5 cm de grosor y puede soportar su
peso. Después, abra un agujero de unos 3 0 cm
de diám etro en la parte más profunda del lago.
O
A te un sedal con
cebo a un palo
con una bandera en
el otro extrem o y un
travesado en el centro.
O
Con un alfiler, un alam bre o una
Pase el sedal a través del agujero.
espina alargada, haga un agujero
en el cen tro d e un escaramujo.
Los p a lito s
actúan como
Si no tiene seda, utilice una
cuerda fin a
O
Si un pez pica
Asegúrese I
el anzuelo,
la pieza central se
de que el
lu d o no se
congele
levantará y la bandera
ondeará.
Coloque e l gancho
p o r debajo de
Ia b o y a
L ÍN E A S N O C T U R N A S
Para aum entar las posibilidades de
conseguir pesca, tiene que a tra e r peces
de todas las profundidades. Sujete una piedra
a un extrem o de un sedal y ate ganchos
con un cebo vivo a intervalos a lo largo
de la linea. Sujete el o tro extrem o a un
poste situado en el margen y lance la linea
al agua, donde quedará toda la noche.
¿os sedales de
©
A te palitos por encim a y por
debajo del escaram ujo A ctu arán
O
Sujete el gancho (en este ejemplo.
un im perdible m odificado)
como estabilizadores y evitarán que
al sedal, a la altura requerida por
la boya se resbale en el sedal.
debajo de la b o ya Si tiene una plom ada
á tela por debajo del gancho.
las ganchos
deben ser cortos
p a ra e v ita r que
se enreden
209
210
AGUA Y COMIDA
ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
REDES, TRAMPAS Y ARPONES
¡C U ID A D O !
Puede dejar una línea con gandíos en el agua pero, si no comprueba a intervalos
Las redes rastreras verticales y las trampas
regulares si liay algún pez atrapado, los peces grandes podrían comerse a los
son ilegales en muchos lugares del mundo.
pequeños que hayan picado. En una situación límite, las redes y las trampas
Utilícelas sólo en caso de emergencia.
J
son métodos más adecuados para pescar porque puede dejarlos sin vigilancia.
P R E P A R A R U N A RED
S U M E R G ID A
Los peces dem asiado pequeños para
pescarlos con gancho o con arpón
se pueden a tra p a r con una red
sumergida. Esos peces se encuentran
por lo general en los m árgenes d e ríos
y lagos, y alrededor de las piedras en los
estanques. Puede preparar una sencilla
red sum ergida con una ram a o un pato
ahorquillado y una m osquitera (si no
tiene, con una pieza de ropa, como un
chaleco, una cam iseta o unas medias).
O
O
C orte otra a b e rtu ra en la
otra p a rte del dobladillo,
©
A te la red por abajo
(si es un chaleco, por
C orte dos aberturas en el
donde se encuentran las
encim a d e los agujeros para
dobladillo de la m osquitera,
horquillas, y satine tos extrem os
los brazos y el cuello) y corte
el chaleco o las medias, e introduzca
de la ram a . Á telos con cuerda
el sobrante d e te la o invierta
las horquillas de la rama.
y empújelos hacia el interior
la red. A sí e vita rá un exceso
del dobladillo d e nuevo.
d e a rra s tre cuando la utilice.
P R E P A R A R U N A R E D R A S T R E R A V E R T IC A L
Una vez in sta la d a la red rastrera resulta m uy eficaz para a tra p a r peces,
Nudo Prusir
ta n to si nadan con la corriente com o a contracorriente. No obstante,
este tipo de red debe utilizarse du rante períodos breves porque pueden
quedar atrapados o dañados peces d e todos los tam años. H aga las líneas
con cuerda d e paracaídas o cordaje natural (véanse págs. 1 36 -1 3 9).
A te la cuerdo
M e n o r a la linea
im p e n d id a con un
nudo P ru u k
O
Tome una pieza del revestim iento de
una cuerda de paracaídas y suspéndala
O
Sujete los dos extrem os de
la cuerda interior con la otra
entre dos árboles. H aga un seno con la
m an o y páselos alrededor d e la cuerda
cuerda interior por d e trás d e esa línea.
suspendida y del seno.
Tire de los
cuerdas p a ra
tensar e l nudo
O
Tense el nudo. R epita el proceso
cada 4 c m para conseguir el ancho
de red deseado.
PESCAR
HACER UN ARPÓ N
C apturar peces con un arpón requiere
tiempo, paciencia y cierta habilidad.
M antenga la punta en el agua para
que no salpique y asuste a los peces.
TRAMPAS
A te vahas
vueltos de
cuerda
alrededor
de los palos
Las tram pas para peces se pueden
preparar con diversos materiales, como,
por ejemplo, piedras para construir
un m uro o bien una cesta realizada
A ctúe con rapidez cuando vea una
con palos y cuerdas. Incluso puede
presa potencial; para ello, coloqúese
em p lear materiales artificiales, como
delante Un arpón con púas es el m ás
sencillo de hacer.
211
O
A te bien los palos puntiagudos
por ejem plo botellas. Si sólo consigue
a la rama. Tendrán que soportar
capturar peces muy pequeños, le servirán
parte d d peso de los peces que atrape
como cebo.
y, por tanto, deben estar bien sujetos
B O T E L L A -T R A M P A
Este m étodo consiste en utilizar una
botoll.i grande de plástico para atrapar
a peces pequeños. Corte la botella justo
por donde empieza a estiediarse, invierta
el cuello e introdúzcalo en el extrem o
abierto. A continuación, ate las dos
los palos
puntiagudos
en los muescas
O
Recoja unos cuantos palos cortos
y puntiagudos; serán las púas
I Estas púas
piezas. Haga agujeros en el plástico
con un alfiler caliente para que la trampa
se clavarón
en los peces
se hunda. Ponga cebo en la tram pa y
cdóquela en un río Compruebe de vez
en cuando si hay algún pez atrapado
y reponga el cebo si es necesario.
O
Cuando utilice el arpón, tenga
cuidado de no dañar las púas
del arpón. C orte una ram a larga, gruesa
golpeando piedras o el lecho
y recta y m arque unas muescas en uno
del río. Si tiene una red sumergida,
de los extrem os
utilícela para dejar el pescado.
O
E l p e / huele e l cedo y nada bacta el
in te rio r de lo M e llo , pero después
Dé form a a una red atando
una cuerda d e un par de
cuerdas a otra del par adyacente
con un nudo simple (véase pág. 143).
■ Continúe con el proceso en sentido
T R A M P A CON M URO
vertical y hacia abajo. A te una piedra
Si el cam pam ento está cerca de una cala
a cada una de las puntas d e la red
con régimen de mareas, puede construir
con el fin de sujetarla, cuando esté
un muro curvado con piedras grandes
en el agua.
0
Para instalar la red. cuelgue
U tilk e nudos
sim ples par a
confeccionar
la línea de suspensión entre
la re d
árboles o postes a cada lado
del rio. Sum erja la red en el agua
a una profundidad de unos 15 cm.
junto a una orilla. Elija la ubicación cuando
haya m area a lta y construya la pared
con la m area baja. Los peces quedarán
atrapados en el estanque cuando
la m area retroceda.
E l ogoo y los
peces entrón con
212
AGUA Y COMIDA _ ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
PREPARAR PESCADO
TODO EL P ESC AD O DE A G U A D ULC E es com estible, p ero
r.C U ID A D O !
es preciso cocinarlo an te s de co n su m irlo p o rq u e suele e s ta r
Cuando manipule pescado, tenga cuidado
contam inado con pa rá sito s y b a cte ria s. El de agu a salada
de no tocarse los ojos sin querer. La piel
se puede to m a r c ru d o en caso de necesidad, p ero e stá m e jo r
si se cocina. Nunca co m a un pescado con las b ra n q u ia s pálidas,
los ojos hundidos, la piel o la carne blanda o que huela m al.
puede contener bacterias que provocan
dolorosas conjuntivitis. Si tiene cortes
en las manos, láveselos bien y cúbraselos
antes de tocar el pescado.
LIMPIEZA DEL PESCADO
En cuanto saque un pez del agua, debería sacrificarlo y eviscerarlo,
cocinarlo y comerlo cuanto antes (sobre todo en climas cálidos).
El pescado se deteriora enseguida porque su piel viscosa se
convierte en presa fácil de moscas y bacterias. En climas fríos
puede retrasar la preparación del pescado hasta 12 Ivoras,
lo que facilitará la tarea de quitarle las espinas.
G uarde los
despojos p a ro
u tilita rio s
P R E P A R A R UN P ES C AD O
como cebo
Consiste en retirar las partes que se pudren antes y conservar
la m ayor cantidad posible d e carne. En algunas especies resulta
m ás sencillo retira r la espina una vez cocinado el pescado. Con
la espina y la cabeza puede preparar un nutritivo caldo, aunque
es preciso hacerlo en cuanto se lim pie el pescado y conservar
el caldo en un lugar fresco para tom arlo en unas horas
como máximo.
O
Una vez m uerto. secciónele la g a rg a n ta para desangrarlo
y retire las branquias Limpie la capa viscosa de la piel.
■ No es preciso qu itar la piel a muchos pescados (de hecho,
0
EI pescado se puede cocinar con las escam as pero,
si tiene tiem po, es m ejor quitarlas (sobre todo
si son grandes, ya que pueden provocar a tragantam iento s).
la piel es nutritiva), pero si a las anquilas y a los barbos
■ S ujete el pescado por la cola y raspe la piel desplazando la hoja
(vóose pág. siguiente, cuadro derecho).
del cucliilk) hacia la cabeza.
U tilice lo c o b o /o p o ra
p re p a ra r un caldo
Deslice el
cuchillo boro
tos espinas
p a ra separarlas
de la carne
O
Extraiga los órganos internos y extienda
el pescado a bierto para com probar
©
C orte la c a b e z a la cola y las aletas. A b ra el cuerpo y deslice
d cuchillo bajo las espinas para separarlas de la carne
que se lo ha quitado todo. Guarde las huevas
Los pescados grasos pueden hacer que d cuchillo resbale,
para cocinadas (se encuentran a un lado).
en cuyo caso puede realizar la operación con el dedo pulgar.
■ Lave bien el pescado, por dentro y por fuera.
■ R epita el proceso con las espinas d d o tro lado d e la ras p a
PR EPAR A R PESCADO
213
U tilice un pato
verde a m odo de
pincho p a ro que
PECES PEQ U EÑ O S
No es n e c e s a r» a b rir los pescados que m idan
no se queme
m enos de 15 cm. Después d e eviscerarlos
se pueden freír o asar enteros. Si no les corta
la cabeza y la cola, e vita rá que se deshagan.
ENSARTAR PESCADOS
Los peces pequeños, como las percas, se pueden
asar ensartados sobre unas brasas. Conseguirá
una com ida sencilla, pero sabrosa y nutritiva.
Ensarte los peces en un palo verde y colóquelos
cerca de las brasas. No ta rd a rá n mucho en e sta r
listos.
¿ te *.
D ES P ELLE JA R PESCADO
Las anguilas y los barbos son sabrosos, pero es preciso
despellejarlos y eviscerarlos antes d e cocinarlos. Para evtscerar
el pescado, utilice el m étodo explicado en la página anterior o d
lu s o 3 de este cuadro. El barbo posee una espina cartilaginosa
tropiece a
cortar por ei
orificio onal
Introduzca
s ó b b punta
det cochino
con b hoja
hacia arriba
y se puede trocear en d iag onal
Suspenda e l barbo
Corte hasta
aquí
O
Pase una estaca a
p o r b s o g a tb s
través d e las agallas
del pescado y apóyelo en
dos soportes resistentes.
■ C orte la piel en círculo
por debajo de la cabeza
con un cuchillo afilado.
■ C orte alrededor de
©
S ujete el pescado con la cola hacia usted, introduzca
las aletas.
la punta d e un cuchillo afila d o con la hoja lia d a arriba,
corte hasta el orificio a nal y a b ra el pescado desde el estóm ago
hasta la garganta. De ese modo, no pincliará los órganos
internos.
Retire la
espina de lo
come poca
o poco y con
firmeza
O
S epare la parte
superior de la piel
d e la carne y después
tire de la piel hacia abajo.
■ Tendrá que utiliza r las
dos manos para poder tirar
con firm eza. S i el pez es
m uy grande, es posible que
tenga que despellejarlo
e n tiras.
©
O
R etire la estaca
de las agallas
S epare la espina de la c arne con la pu nta del cuchillo
y rom pa la espina
y después con las ñuños.
del pescado. Cuando
■ Si dispone d e unas pinzas o unas tenazas, utilícelas para
qu ite la c ab e za
retira r las espinas sueltas que lu y a n podido qu ed ar en la carne.
saldrán las agallas.
■ Retire la cola y las aletas.
Tire de b
piel hasta
lleg a ra
bcob
214
AGUA Y COMÍDA
ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
CASO R E A L )
SUPERVIVENCIA EXTREMA:
A LA DERIVA
EN 1 9 7 2 , C IN C O M IE M B R O S DE U N A F A M I L I A S o b r e v iv ie r o n
durante 38 días a la deriva en pleno océano Pacífico.
Los Robertson se encontraban realizando la vuelta
al mundo cuando la L
u
c
e
tte
,la goleta en que navegaban,
se hundió. Sobrevivieron gracias a una combinación
de pericia náutica, improvisación y buena suerte.
La fa m ilia p a rtió de F a lm o u th , In g la te rra , el 2 7 de e n e ro de 1971.
El padre, D ougal, iba al tim ó n ; su m u je r, Lynn, y sus hijos, A u n
(d e s e m b a rc ó en las B aham as), D o u g la s y los g e m e lo s N eil y Sandy,
co m o trip u la c ió n . A tra v e s a ro n el A tlá n tic o y el C a rib e sin p ro b le m a s , p e ro el 15 de ju n io
de 1972, a unos 3 2 0 km al o e ste de las G alápagos, o c u rrió el d e s a stre : un g ru p o de oreas
a ta c a ro n el barco, p a rtie ro n el casco y a b rie ro n una vía de a g u a irre p a ra b le .
La Lucette em pezó a h u ndirse rá p id a m e n te . No había
tie m p o p a ra re a liz a r una lla m a d a de s o c o rro , de m a n e ra
que la trip u la c ió n lanzó al a gua la balsa salvavidas y la a tó
al Ednamair, el b o te de 3 m que lle va b a n con la g o le ta
y que u tiliz a ro n co m o re m o lc a d o r después de im p ro v is a r
una vela. Sus p ro visio n e s c o n sistía n en 10 litro s de agua, una
bolsa de cebollas, n a ra n ja s y lim ones, pan v ita m in a d o , glucosa,
«UN GRUPO DE
O R CAS ATACARO N
EL BARCO [...]
Y ABR IER O N UNA
V ÍA DE A G U A
IR R EPA R A B LE .»
c u a tro ga n ch o s de pesca, un sedal, un k it de p rim e ro s auxilios,
un cuch illo de cocina y ocho bengalas. N avegaron hacia el n o rte , ru m b o a la zona
de co n v e rg e n c ia in te rtro p ic a l, y e n c o n tra ro n lluvias. R e co g ie ro n a g u a co n una lona
im p e rm e a b iliz a d a y pescaron: p a rte del pescado lo c o n s u m ie ro n c ru d o y el re s to lo pusieron
a secar al sol p a ra c o n s e rv a rlo y ra cio n a rlo . Después de 16 días, la balsa se había d e te rio ra d o
hasta el p u n to de que la fa m ilia se v io o b lig a d a a tra s la d a rs e a l b o te . U tiliz a ro n los
re sto s de la balsa c o m o dosel p a ra te n e r so m b ra y re c o g e r a g u a de llu v ia . Se s irv ie ro n
del v ie n to y de las c o rrie n te s p a ra n a v e g a r h a cia el n o rd e s te , ru m b o a C e n tro a m é ric a ,
y en las tre s sem anas sig u ie n te s a c u m u la ro n s u fic ie n te s ra c io n e s con las q u e n a v e g a r
hacia la co sta . P o r s u e rte p a ra ellos, no tu v ie ro n que h a ce rlo : la d u rís im a e x p e rie n c ia
lle g ó a su fin el 2 3 de ju lio , c u a n d o un pe sq u e ro ja p o n é s v io una b e n g a la y los re sca tó .
215
S U P E R V IV E N C IA E X T R E I
L
QUÉ HACER
Si viaja en grupo, intente ayudar
a quien esté en peligro.
Póngase a salvo de:
■ Prepárese para la posibilidad de
¿ESTA e n p e l ic r o ?
E m barcación a pique: necesita agua,
ayudas de localización y protección
contra el abocamiento y los elementos.
abandonar el barco y trate de poner
rum bo a tie rra o a ru ta s m arítim as
conocidas.
♦
sí
no
■ Delegue responsabilidades.
♦
Los a nim ales: tra te de no golpear el
agua, ya que atraerá a los tiburones.
ANALICE LA SITUACIÓN
■ Asegúrese de que los clialecos
L a s lesiones: estabilice el problema
Véanse pñgrs 234-235
y la balsa salvavidas están listos
y aplique las medidas oportunas
de primeros auxilios.
para su uso.
¿ALGUIEN SABE QUE VA A ESTAR
Si nadie sabe que fa lta o dónde
se encuentra, tendrá que inform ar
AUSENTE O DÓNDE SE ENCUENTRA?
a alguien de su difícil situación
Se e nfren ta a una situación lím ite
por tiem po indefinido (h a s ta que
en su busca.
SI
NO
con los medios de que disponga.
Si se pierde, lo m ás probable es
que salga un equipo de rescate
¿TIENE ALGUN M EDIO
Si tiene un teléfono móvil o por
PARA COMUNICARSE?
satélite, informe a alguien de su
situación. Si ésta es lo bastante
lo localicen o encuentre ayuda)
grave como para requerir un
rescate de emergencia y lleva
una radiobaliza personal, debería
Sí
NO
Abandone el barco de m anera
tener en cuenta esta opción.
controlada y despliegue todas las
¿PUEDE SO B R E VIV IR EN EL
balsas salvavidas. Trate de llegar
LUCAR DONDE SE ENCUENTRA?*
seco a la balsa. Utilice la línea de
rescate para llegar a las personas
Ocúpese de los principios básicos de
asustadas. Siga las instrucciones
de «acciones inm ediatas» impresas
en el in ten or de la balsa salvavidas.
+
Sí +
NO
agua y comida.
f
SÍ
T E N D R A QUE
V_______________ )
(reducirá la deriva)
\
D E B E R IA
Q U E D A R S E '*
TRASLAD AR SE-
■ Despliegue el ancla flo tan te
supervivencia: protección, ubicación,
l
SI
1
■ Asegúrese de que los equipos
J
de rescate conocen su situación
y cuentan con información
actualizada.
■ Prepare un inventario de toda
la comida, el agua y el equipo.
y empiece a racionar.
■ Prepárese para abandonar el barco:
tenga a mano los chalecos
salvavidas y la vestimenta
f ---------------------------------------------------->
■ Prepare dispositivos de
NO
recogida de agua, como
destiladores solares y
NO
adecuada
bombas de ósmosis inversa.
■ C o rte a m a rras hasta que
■ Se olvide de llevar
■ Asegúrese de que sabe
■ Protéjase de los elementos:
sol. viento y salpicaduras
sepa que la embarcación
va a hundirse, ya que será
pastillas contra el mareo.
cómo funciona el equipo
de agua salada.
lo que busquen los equipos
Los vómitos provocan
deshidratación y los efectos
de supervivencia y de que
lleva encima ayudas básicas
■ Si no dispone de balsa
salvavidas, hagan un corrillo
de rescate
son m uy desmotivadores.
■ Beba agua de m ar bajo
■ Olvide llevar el equipo de
de localización, como una
In terna, un silbato y una
con los niños en el centro.
ningún concepto, ya que
sólo increm entará
Si está solo, adopte la
posición H .E.l.P. (caderas
la desludratadón.
supervivencia y asegúrese
botella de agua de plástico.
de que todo el mundo
sabe cómo utilizarlo.
■ Prepare la embarcación
■ Trate de adelantarse
despeje la cubierta de
objetos sueltos y esté
apretando las piernas).
■ Coma a menos que disponga
de suficiente agua para digerir
■ Im provise ayudas de
la comida: el pescado es rico
a los equipos de rescate
cuando Regucn Haga
flotación con cualquier cosa
en proteínas y se necesita
mucha agua para digerirlo.
exactam ente lo que le
digan: saben lo que hacen.
y rodillas flexionadas. brazos
que flo te o que sea capaz de
m antener aire atrapado.
_____________ J
'«Nunca abandone una embarcación a menos que sea imp«escindirte, ya que los equipos
de rescate intentarán localizarla
• Si no puede sobrevivir en ligar donde se enauntra. pero tampoco puede mover»
pony* selu hecho dafto o por cn.ilquer otro motera Vítente atraer a los equipos de rescate.
• • Si iu situación camba (por eiempta. se -traslada» para buscar ayuda y encuentra
una ubicación adecuada para quedarse y sobrevive», conurttc los cuadros de -Sí- y -No-
para los servicios de rescate,
listo para descolgar la
vela por si se intenta
un rescate en helicóptero
■ Realice un inventario
y racione las provisiones.
216
AGUA Y COMIDA _ ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
ATRAPAR ANIMALES
A U N Q U E D E B E R ÍA e s ta r p re p a ra d o p a ra a b a tir las p re sa s
fáciles si tie n e la o p o rtu n id a d de hacerlo, a tr a p a r a pequeños
M A T E R IA L E S A L T E R N A T IV O S
Las cuerdas para guitarra son excelentes
anim ales re s u lta m á s se n cillo que caza rlo s, se re q u ie re
para hacer lazos, puesto que ya cuentan
m enos h abilidad y energía, y se puede d e d ic a r el tie m p o
con un «extremo perfecto».
a o tra s tareas. Una de las tra m p a s m ás sencillas es el lazo.
HACER UN LAZO
En <Hmercado existen lazos de acero inoxidable, de diferentes
resístetelas, con una gaza corredera, u ojo, en un extrem o
y una de seguridad en el otro. La mayoría de los kits
S o steng o lo s extre m os
sueltos d e l a la m b re
p o r d e b a jo de una
e s to c a apoyado
e n c im o de la m ano
de supervivencia contienen una pieza de alambre de un solo
hilo que sirve para liacer un lazo.
O
Decida qué fuerza va a d a rle al lazo (véase cuadro, inferior)
y duplique o cuadruplique d a lam b re com o corresponda.
■ Pase las hebras a lrededor d e una e s ta c a colóquela en el suelo
y enrolle los extrem os sueltos a lrededor de una segunda estaca.
■ Gire la segunda estaca liasta que las hebras se liayan entrelazado
y form en un único a lam b re grueso. R etire las estacas.
R E S IS T E N C IA S D E L L A Z O
El a lam b re de una sola lieb ra que se incluye
en la m ayoría d e los kits de supervivencia
no es lo bastan te fuerte para cazar, asi que
tendrá que du plicar o cuadruplicar las liebras
retorciéndolas para a u m en tar su resistencia.
\ E l •e x tre m o
im p e rfe cto
fl.V ÍÍ
extremo s
sueltos de
a la m b re
Extrem os
sueltos
de olambre
NMra
enroñada
fYI U O Q
E l «extrem o
p e rfe c to no presenta
cabos de
a lam b re
sueltos
A la m b re
d o b la d o en
dos y enrollado
alre d e d o r
de la estoco
Sostenga la estaca con
tos pies a ca d a lodo
d e l o lam b re
la e s ta c a d e l suelo fo rm a
e l • e x tre m o p e rfe c to -
M A T A R A UN CONEJO
A menos que sea un experto, romperle el cuello a un conejo sujetando
la cabeza y tirando de las patas puede ser difícil y podría acabar
dislocando las caderas al animal, lo que le provocaría más dolor.
DOS H EBR A S
CUATRO H EBR A S
El mejor método consiste en golpear la nuca con una vara; de ese
Un lazo de dos hebras
Un lazo de cuatro
modo, se evita tener que agarrarlo y el consiguiente riesgo de que
bastará para soportar
el peso de un anim al del
hebras podrá sujetar
tam año de una ardilla.
un anim al del tam año
de un conejo.
le muerda o le arañe. Los ojos se le ponen vidriosos en cuanto muere.
G ire la estoca
con la o tra mano
h a s ta oue los
\
hebras de
o lam b re se
entrecrucen
ATRAPAR ANIMALES
M IR A R Y E S C U C H A R
P O S T E P A R A A R D IL L A S
Para tener é xito con la caza y las tram pas, es preciso
Prepare varios lazos de dos hebras con
decidir qué tipos de anim ales va a in ten tar atrapar. Para
nudos corredizos d e 8 cm d e diám etro
elk», tiene que averig uar qué anim ales viven en la zona
y cuerdas de 3 0 cm . Colóquelos en un
y dónde se encuentran exactam ente. Los depredadores
poste largo apoyado en un árbol. Si
utilizan sus agudos sentidos para e v ita r ser cazados:
alguna ardilla queda atrapada, déjela:
usted tendrá que em plear los suyos para encontrarlos.
otras acudirán a investigar.
A p o)v
e l poste en
Busque cualquier señal d e vida anim al, ta n to en el suelo
Corte una muesca en
lo corteza p o ra que el
como en los árboles. Y utilice los oídos: puede que escuche
a un anim al aunque no lo v e a
Cuerdo
SEÑ A LE S QUE DEBE BUSCAR
Nudo
corredizo
■ Rutas y caminos
■ Deposiciones
■ Vegetación mordida o restregada
■ Zonas de alim entación y de agua
■ Guaridas y zonas de descanso
O
Para hacer el nudo corredizo, pase el extrem o
im perfecto, o gaza de segundad, a través del
extremo perfecto, o gaza corredera. Ésta no tiene extremos
sueltos d e alam bre, de m anera que no se enredará en
A l usar olom bre
el pelo del anim al y evita rá que el nudo corredizo
se tense durante la lucha do la presa por liberarse.
■ Utilice un nudo Pnisik (véose pág. 2 1 0 ) para a ta r
una cuerda a la gaza d e seguridad
p o ra e l lazo, el
nudo corredizo
m ontiene
su fo rm o
im p e rfe c to -
O
A ntes d e colocar el lazo, entiérrelo en el suelo durante
unas horas o páselo por una llam a durante unos segundos
para eliminar cualquier resto de olor humano y reducir el bollo.
O
No pise el cam ino, ya que las alteraciones o su olor podrían
a le rta r a los anim ales C am ufle la estructura con vegetación,
que tam bién puede utilizar para guiar al anim al liasta el lazo.
■ No m algaste lazos: coloque tantos com o pueda en caminos
■ Utilice vegetación natural, com o acebo u otros arbustos
frecuentados por los anim a le s
espinosos para fo rm ar un embudo a cada lado del lazo.
■ Utilice palos para hacer un soporte del que suspender el lazo,
■ El em budo contribuye a que el anim al no tenga más remedio
o doble ram as jóvenes en arco.
que pasar por el lazo.
Enrolle e l o lam b re
alre d e d o r d e l poto
Coloque tos polos de
apoyo a coda lo do d el
cam ino frecuentado
p o r los cane/os
La cuerda a to d a a uno
estaquilla asegura e l lazo
en e l suelo
Coloque e l nudo
corredizo a 2.5 cm
d e l sudo
Los ram as repartidas p o r d
sudo se co b c o n tomb/én
a l o tro lodo del lazo
E l anim o l es conducido
hasta d lazo
217
218
AGUA Y COMIDA
ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
ARMAS Y TÉCNICAS
Una lanza es el am ia más sencilla de fabricar y de utilizar pero, si dispone
de tiempo y de los materiales necesarios, puede crear armas más complicadas
(aunque su uso exige más habilidad). Aprender otras técnicas básicas, como
por ejemplo, cazar insectos, también resulta de gran ayuda para cazar.
E S T R E L L A N IN J A
Con una estrella ninia tendrá c u a tro veces m ás probabilidades d e alcanzar
a una presa que con una lanza. Si no consigue herir al anim al con una de las
cuatro puntas, el peso del a rm a al menos lo dejará aturdido. Téngala a mano,
lista para usar, por si surge la ocasión
pan> m a ta r
o h e rir a un
a n im a l d el
tam a ño de
un conejo
C o rte una m a n c a
O
Busque dos estacas de míos 5 cm
de grosor y 4 5 cm de largo. Realice
O
Una las estacas; para ello.
superponga las juntas rectas
O
Si lanza la estrella m ientras
está d e pie. podrá liacer
un corte recto para la junta en el cen tro de
y átelas con cuerda de paracaídas
m ás fuerza. In te n te g o lp e a r a l anim al
cada estaca y después afile los extremos.
o natural.
en las patas.
ESTA C A P A R A ROEDORES
HONDA
P A L O C ON N U D O C O R R E D IZ O
Puede utilizar una lanza ahorquillada
Sirve para m a ta r a pequeños mamíferos.
Sirve para la za r lagartos, m am íferos de
para a tra p a r a pequeños m am íferos
C orte una ram a ahorquillada resistente
m ovim ientos lentos o pájaros posados
en sus madrigueras. Introduzca
y haga una muesca en cada horquilla.
en una p e rd ía . Se tira con fuerza
el extrem o en punta en el
Tome el tubo de gom a de la lata
del poste para tensar el nudo
agujero. Cuando note
de supervivencia (véanse págs. 6 0 -6 1 )
alrededor del cuello d e la presa.
la presencia del animal,
y páselo a través de una pieza de cuero
Utilice un nudo corredizo de
gire la estaca para
o de plástico. A te los extrem os del
alam bre o cuerda (véanse
clavársela y sáquela
tubo a las muescas, coloque una piedra
págs. 2 1 6 -2 1 7 ). Cuando
con cuidado.
en la bolsa, tense el tub o y apunte.
aceche a la presa.
U ta k e uno
ra m o joven
y la rg a p o ra
h o c e re l
ens o rto d o r
C onvierta un
extre m o en una
ho rq u illa y después
sepárelo con una
p ie /a de m adera
m uévase lentam ente
y en silencio.
M
Busque un palo
M
bas!onte fuerie
m
com o p a ra
s o p o rta r el
peso d e l animal
H a ga e l taro lo
suficientemente
grande para
que pose por
é l la cabe /o
de la preso
La p u n ta a fila d a se
em plea p a ra que
se clave en la presa
ATRAPAR ANIMALES
P R E S A S F Á C IL E S
Las hormigas son insectos sociales y la m ayoría de las especies defienden sus nidos con
C O C IN A CON HO R M IG A S
agresividad. Poseen una potente m ordedura, y algunas especies lanzan un chorro de ácido
Las larvas están mejor fntas (saben a
fórm ico a su atacante. Sin em bargo, si se recogen con cuidado constituyen una comida
gambas). Los ejemplares adultos también
nutritiva. En los meses de verano, en las regiones templadas septentrionales, puede
son sabrosos; en Bogotá. Colombia, en
com er larvas de tennitas. Si utiliza la técnica que se explica a continuación, conseguirá
los cines venden abdómenes tostados de
que las horm igas hagan todo et trabajo de recoger las larvas para usted Tendrá que
hormigas cortahojas en lugar de palomitas
rom per el nido, pero no lo destruya todo.
Las horm igas
Nevón k n larvas
a ¡aprote cción
d e ta io a fr o
! Sí tiene guantes, utilícelos
p a ro protegerse tos manos
O
Coloque una lona im perm eabilizada
en un lu g a r soleado próxim o al nido.
O
Disponga unos cuantos palos sobre
la lona, cerca del borde, y doble
O
A l cabo de unos minutos, abra los
bordes doblados de la lona y tome
Ponga el contenido del nido, las hormigas
los lados para c re a r som bra Las hormigas
las larvas, que parecen granos grandes
y las larvas en el cen tro d e la lona
llevarán las larvas a la sombra.
de arroz
ATRAPAR INSECTOS
A T R A P A R T E R M IT A S
IN S E C T O S V O L A D O R E S N O C T U R N O S
Muchos insectos voladores son comestibles,
Las term itas viven en los trópicos y los
subtrópicos. Algunas especies form an grupos
Los insectos voladores nocturnos, como las
polillas, se sienten atraídos por la luz. Extienda
una tela blanca entre dos ramas y tense la
pa rte inferior sobre un recipiente con agua
las horm igas (superior) y las term itas,
muy numerosos dentro de montículos que
construyen con barro y saliva. Si un objeto
extraño rompe las paredes, las terminas
pueden proporcionar una com ida nutritiva
lo atacan con sus poderosas mandíbulas.
pero para atraparlo s se necesita un
poco de ingenio. Los terrestres, com o
Cuelgue una linterna por detrás de la tela: los
insectos chocarán contra ella y caerán al agua
si consigue a tra p a r a una buena cantidad.
Las term itas
se enganchan
at pato con sus
M antengo
tenso la telo
atándolo p o r
los extrem os
Los insectos,
sorprendidos,
caen a l aguo
y se ahogan
O
C orte un palo Largo, fino y recto.
y pélelo hasta que quede liso
Introdúzcalo lentam ente en el term itero.
O
Retire el palo y ponga las term itas
enganchadas en un recipiente listo
para freír o asar.
219
220
AGUA Y COMIDA
ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
PREPARAR PEQUEÑOS MAMÍFEROS
LOS P A R Á S IT O S , C O M O L A S P U L G A S y los piojos, abandonan
el cuerpo cuando un a n im al de sa n g re ca lie n te m uere. P o r ta n to ,
¡C U ID A D O !
si las circu n sta n cia s se lo p e rm ite n , deje e n fria r la presa a n te s
Los conejos, las liebres y los roedores
a veces estarán infectados con una
de p re p a ra rla p a ra co cin a rla , p e ro no dem asiado, ya que la piel
se re tira m e jo r cua n d o el c u e rp o e s tá to d a v ía ca lie n te.
bacteria llamada tularemia, que puede
ser fatal para los humanos. No los toque
si tiene algún rasguño en las manos y
no lleva protección. Si no dispone de
MAMÍFEROS DEL TAMAÑO DE CONEJOS
unos guantes, cúbrase las manos con
El método que se muestra aquí sirve para todos los mamíferos con pelo de un
el animal y láveselas cuando termine.
tamaño similar al del conejo. Antes de eviscerar al animal, retire la orina que
El calor destruye el germen, asi que
pueda tener retenida: para ello, sujete el cuerpo por las patas delanteras y apriete
cocine bien la carne. La mixomatosis,
desde el pecho hacia los intestinos, asegurándose de dirigir el posible chorro hacia
una enfermedad viral que afecta a
la parte opuesta con respecto a usted. Tendrá que re tira r tam bién las glándulas
odoríparas, que suelen estar en la parte interior de las patas delanteras o alrededor
espuma de jabón antes de manipular
las glándulas mucosas de los conejos,
no es dañina para los humanos.
del ano, para que no contaminen la carne.
E V IS C E R A D O
No deseche ninguna p a rte del anim al. Si Iviy agua
Tomeunpoco
cerca del cam pam ento, guarde los intestinos para
de p ie l antes de
em pezar a c o rta r
con e l cuchillo
utilizarlos como cebo d e pesca Los despojos deben
retirarse con cuidado y se pueden com er si están
sanos (descarte los órganos pálidos o con manchas).
El hígado es rico a i vitaminas y minerales esenciales,
y apenas necesita cocción; de hecho, conviene
consumirlo lo m ás fresco posible (retire prim ero
la vesícula biliar). Los riñones, que en la m ayoría
de los mamíferos están rodeados d e g ra s a también
constituyen una valiosa fuente de alim ento.
O
Coloque el anim al boca a rrib a sobre una
superficie lim pia (po r ejemplo, un leclio de
ram as de pino), con la cabeza Ivacia usted. Haga
un pequeño c o rte en el estó m ag o con la punta del
cuchillo, con cuidado de no pinchar los intestinos.
Separe la piel por
¡CUIDADO!
O
Los conejos son fáciles de preparar, pero su carne
un dedo d e cada m ano
es escasa en grasa y vitaminas. Si su dieta se
en la abertu ra.
el co rte e introduzca
limita a carne de conejo, su cuerpo utilizará
sus propias vitaminas y minerales para digerirta.
Los eliminará a través de las heces y, si no se
O
A b ra el abdom en
h asta d e ja r a la vista
reponen, padecerá diarrea y se sentirá hambriento
los intestinos y retírelos junto
y débil. Si sigue comiendo conejo, su estado
con el corazón, el hígado y
empeorará y acabará muriendo de hambre.
los riñones. Lávese las m anos
Debe complementar la dieta con algo de vegetales
antes de p asar a despellejar
ygrasas.
al anim al.
V__________________ /
PREPARAR PEQUEÑOS MAMIFEROS
D E S P E LLE JA R A L A PRESA
D E S U E L L O S U S P E N D ID O
Si desea conservar la piel para darle algún uso (po r ejemplo,
El m étodo preferido d e supervivencia para desollar y
para hacerse unos guantes), debe retirarla con el mayor
eviscerar a un m am ífero del tam año de un conejo consiste
cuidado posible. Además, tendrá que curarla: estírela
en colgarlo por las patas traseras de una ram a resistente
al m áxim o y déjela al sol o cuélguela cerca de un fuego
ya que asi se evita el contacto con superficies sucias.
para que se seque Si la fro ta con cenizas de m a d e ra
■ Si no dispone d e un
acelerará el proceso.
cuchillo, separe la parte
1221
inferior de una pata
M antenga presionado
e i m úsculo con los dedos
delantera y utilice el borde
afilado del hueso roto
anrrnal por
e l tendón de
to ro d d io
para c o rtar la piel.
■ Eviscere al anim al
y después corte la piel
alrededor de las cuatro
pezuñas y entre las
patas traseras.
■ Tire de la piel liacia
la cabeza.
O
■ Si lo d e s e a tire de
presa como
Em pezando por el estómago, separe la ptel del músculo
la piel hasta el final-
» se (untase
que rodea la cavidad intestinal (com probará que sale
si no, corte la cabeza
con bastante facilidad). Cuando llegue al fin a l repita el proceso
en el o tro lado.
un guante
V
Separe la com e de
k i p ie l con una m ono
M antenga el
cuerpo su/eto
sin to c a r e l suelo
©
Separe la carne de la piel con una m ano y tire de la piel
las pata s traseras (p rim e ro una y después la otra). Ya tendrá
los cuartos traseros sin piel ni pelo, con la excepción de la cola, que
O
Sujete al anim al por las patas traseras y tire de la piel hasta
el cuello. A continuación, corte la cabeza. Lave el cuerpo
para elim inar los posibles restos de pelo.
deberá cortar. Adem ás, tiene que retira r las glándulas odoríparas.
La pie! se desprende
con facüidod
Tenga cuidado de
COMO
no c o rta r la carne
D E S P ELLE JA R
A U N A A R D IL L A
La carne d e ardilla es tierna
y sabrosa. Cuando haya
desollado al anim al, puede
ensartarlo en un pincho y
asarlo entero sobre el fuego.
O tra opción consiste en cortar
pe/ufias
Eviscere la ardilla siguiendo el proceso
©
Introduzca dos dedos bajo la piel
la carne en piezas y preparar
O
un guiso. U na a itiilla grande
C orte la piel alrededor d e las pezuñas
contrario. Lave la pieza para elim inar los posibles
sirve para dos personas.
y después en la p a rte central del lomo.
restos de pelo.
que se m uestra en la página anterior.
o a cada lado del corte y tire en sentido
222
AGUA Y COMIDA _ ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
PREPARAR GRANDES MAMÍFEROS
TODOS LOS M A M ÍF E R O S G R A N D E S son com estibles, p e ro no debe
com er hígado de oso p o la r ni de fo ca barbuda, ya que co n tie n e cantidades
¡CUIDA D O !
Acerqúese a los animales con cuidado,
tóxicas de vita m in a A. En algunos casos, la caza e stá c o n ta m in a d a con
ya que podrían continuar con vida y
larvas de nematodos. Si consume la carne cruda o poco hecha, se infectará
la mayoría de los animales heridos
de parásitos; p o r ta n to , consum a siem pre la ca rn e de caza bien cocida.
son extremadamente peligrosos. Para
comprobarlo, tóquele i r ojo con la punta
de un palo largo (o con la boca de un
PREPARAR LA CAZA
amia): aunque el animal esté inconsciente,
Para levantar a animales grandes, como un ciervo, se requiere energía. Si viaja solo,
eviscere y despedace siempre la presa
si sigue vivo, parpadeará. Desuelle,
prepare el cadáver en el suelo. Si va en grupo y las circunstancias lo perm iten es
mejor colgar la presa de una rama por los corvejones (las articulaciones tarsales
de las patas traseras), ya que así se desangrará mejor y resultará más fácil desollarlo
en el lugar donde se ha producido
la muerte, de modo que el olor de
sangre fresca no atraiga a depredadores
o a carroceros a su campamento.
y eviscerarlo. Si no encuentra un árbol adecuado, construya una estructura.
DESANGRADO
DESU ELLO
El desangrado resulta esencial para conservar la carne y suaviza un
Si desea conservar la piel. es m ejor q u itarla antes de eviscerar
poco el sabor. Además. contribuye a en fria r el cadáver. Realice
la presa. Corte la piel del abdom en desde la garganta hasta la
un corte en la garganta del anim al de oreja a oreja y deje salir
cola, rodeando los genitales. Corte a lo la rg o de cada p a ta hasta
la sangre Ésta es rica en vitam inas y minerales, incluida la sal;
el abdomen. Separe la piel y. si es necesario, corte el tejido conectiva
si puede, recójala en un recipiente para utilizarla en un quiso.
Si realiza la operación en el suelo y no quiere conservar la piel
Tape el recipiente para proteger la sangre de las moscas
puede utilizarla para proteger la carne (retírela cuando acabe
y manténgalo fresco.
con el despiece).
Separe la prel de la
cavidad in te s t m al
y guie e l cuchillo
con tos dedos
Sujete e l cuchillo
con la hoja hocia
fu e ra
Corte lo ptd hasta
el final de kn patas
delanteras y rodee
los pezuñas
El corte sube por
tas potas hasta
los genitales
El corte ventral llega
hasta el cuello
La sangre salepor el
Corte en circulo ¡
lo pitíde los
patas traseras
( corte de b garganta
A l cortar b
ti*
rodee b s tjemta<es
EN EL SU ELO
Coloque la presa boca arriba,
en un lugar en pendiente,
con la cabeza hacia abajo.
Evite que se caiga colocando
una piedra o un tronco
junto a los hombros.
Pellizque la
come para
reotizor la
incisión inicial
en el abdomen
añqSGbeo '■<omina! para
evitar!JFCv* caiga a un lado
PREPARAR CRANOES MAMÍFEROS
E V IS C E R A D O
D E S P IE C E
El m étodo que se explica a continuación es para eviscerar a un animal
Los anim ales grandes pueden cortarse en piezas manejables
colocado boca a rrib a Cuando termine, observe si el corazón, el hígado
para tran sp ortarlas al cam pam ento. Deshuesar la carne reduce
y los riñones tienen gusanos u otros parásitos: si están sanos,
el peso. Coloque la carne en una bolsa o envuélvala a medida
guárdelos para comerlos; pero si el li ja d o tiene manchas, es señal
que la va cortando para m antenerla limpia y a salvo de las
de enferm edad, asi que deseclie todos los órganos y cueza la carne.
moscas; si se encuentra en una zona de clim a cálido, consérvela
223
a la som bra El despiece depende en parte de cada especie, pero
O
Para no pinchar los órganos
los cuartos traseros contienen las chuletas y los mejores cortes.
internos, pellizque el
C orte e l músculo
(fue recubre
e l esternón
abdom en cerca del esternón
y realice una incisión que le
La carne d e l cuello y d el
pecho es buena p o ra guisar
p e rm ita introducir dos dedos.
Los file tes son tos
cortes más tiernos
■ Guíe el cuchillo con los
dedos y co rte en dirección
al ano. para rodearlo después,
con la hoja hacia arriba.
O
Si dispone de una sierra.
corte el músculo exterior
y el esternón para a b rir la cavidad
pectoral
O
Las costeas son la
m ejor fia r te p a ro osar
COCER O GUISAR
Utilice d cuchillo
p o r lo que conviene co rta rlo en
dados y cocinarlo a fuego lento
ASAR
CostiHos
A P R O V E C H A R L A P IE L
para c o rta r el músculo
del diafragm a, que separa la
Si puede, conserve la piel. Una vez seca resulta ligera y sirve
cavidad pectoral de la intestinal.
Aproxím ese todo lo que
como m a n ta o incluso se puede transfornwr en una prenda de
ropa. Por otro lado, el cuero es uno de los mejores materiales
pueda a la columna vertebral.
para hacer cuerdas, igual que los tendones (véase p á g 140)
■ Retire el hígado con cuidado
de no c o rtar la vesícula biliar.
C U R T I R L A P IE L
El mejor modo de limpiar una piel consiste en tensarla
sobre un m arco y después rascar toda la grasa y los restos
Un hígado sano es de
c o lo r p u rp u ro oscuro
O
Siga cortando la
cavidad pectoral
lias ta llegar a la tráquea
de carne, para lo cual se utiliza un pedernal o una pieza de
hueso. Todos los mamíferos, con la excepción de los búfalos,
Use e l cuchillo
p o ro c o rta r
los órganos
en e l pun to
tienen suficiente m ateria cerebral para cu rtir su propio cuero.
Deshaga el cerebro en agua caliente, aplique la mezcla a la
p a rte lisa de la piel y deje que haga efecto durante 2 4 horas
y el esófago. Sujételos con donde se unen
una m ano y extraiga todos
olc u e rp o
los órganos internos de
una pieza
■ Com pruebe que el ano
esté lim pio d e heces (si no
ve luz a través, introduzca
una mano).
Sujete los
pulmones
p o r a rrib a
p o ro r e tira r
Estire la ptel
todo loque
puedo
lo s tripas
Srtúe tos ogu/eros
pora sujetar
CONSERVE LOS IN T E S T IN O S
tas cuerdos
Si puede transportarlos, conserve los intestinos, los órganos
alejodos de
los extremos
d é la ptel
reproductores y las glándulas, y llévelos al campamento en un
recipiente bien cerrado: le servirán como cebo en trampas o para
pescar. Guarde la grasa que rodea los intestinos para cocinar.
224
AGUA Y COMIDA
ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
PREPARAR OTROS ANIMALES
C UANDO BUSQUE SU S IG U IE N T E C O M ID A , debe te n e r en
cuenta to d o tip o de anim ales. Los in v e rte b ra d o s son m ucho m ás
abundantes, están m ás e xte n d id o s que o tro s anim ales y requieren
menos energía (ta n to p a ra ca za rlo s co m o p a ra prepararlos). Los
reptiles y los an fib io s c o n stitu ye n una valiosísim a fu e n te n u tritiv a .
BABOSAS, CARACOLES Y GUSANOS
Conviene evitar las babosas, ya que tienden a
alimentarse de hongos tóxicos. Para preparar los
caracoles, déjelos morir de hambre o aliméntelos
de forma segura (por ejemplo, con ajos silvestres)
durante 24 horas para purgarles los intestinos
antes de cocinarlos. Póngalos a cocer en agua
COMER PARA SOBREVIVIR
o bien áselos dentro del caparazón sobre unas
l a idea de comer larvas o saltamontes puede que no le agrade,
a producir burbujas. Evite los caracoles marinos
pero la experimentación resulta vital en una situación límite
y todos aquellos terrestres que presenten un
brasas calientes hasta que los jugos empiecen
(no olvide que en algunas culturas están considerados bocados
muy apreciados). No obstante, algunos animales son menos sabrosos
caparazón de colores vivos, ya que podrían ser
tóxicos. Todas las lombrices son comestibles
que otros, en cuyo caso conviene trocearlos y añadirlos a un guiso.
ANFIBIOS Y REPTILES
Todas las ranas del género Rana son comestibles. La m ejor p a rte son
las ancas traseras. No manipule ni ingiera sapos o ranas tropicales de
Los insectos se componen básicam ente de
proteínas y representan una excelente fuente
de alim entación Evite los insectos peludos,
colores intensos, ya que muchos poseen secreciones muy tóxicas en la piel.
Los lagartos y las serpientes constituyen una buena fuente de proteínas.
los de colores intensos y los que desprendan
Una vez preparados, se pueden asar en un palo o co rta r en piezas pequeñas
un olor desagradable. En general, evite los
y cocerlas. La carne de serpiente, excepto la cabeza, es comestible.
ejemplares adultos que piquen o m uerdan
La m ayoría de insectos, excepto los que
Sujete la serpiente
poseen un caparazón duro, com o los
O
escarabajos, se pueden com er crudos.
por debajo d e la cabeza
m uerta con firm eza
y córtela a unos 15 cm.
IN S E C T O S S A L T A D O R E S
Los s a lta m o n te s y los g rillo s poseen unos
grandes músculos en las patas, y en su mayoría
son b a sta n te sabrosos una vez p re p a ra do s
S i k i serpiente
es venenosa,
entie rre la
cobe /o
(e vite las especies d e c o lo re s intensos)
R etire las antenas, las alas y los aguijones d e las
patas, y áselos p a ra a c a b a r con los p a rá sito s.
B R U J A S (L A R V A S )
Las brujas co n stitu yen un m a nja r m u y n u tritiv o
e n tre los aborígenes de A u s tra lia . Se pueden
to m a r crudas, p e ro si se asan rá p id a m e n te
sobre cenizas calientes saben a huevos revueltos.
Las la rva s de p a lm e ra se p re p a ra n igual
O
Córtela a lo largo por el vientre
con un cuchillo afilado y retire
Lis tripas y dem ás órganos. Deséchelos
o guárdelos para utilizar com o cebo.
C o rte unos 3 0 cm
p o r el lo do
d H vientre
r
PREPARAR OTROS ANIMALES
225
£1 saco estom acal
se encuentra
entre los oiim
P R E P A R A R UN C A N G R E JO
Evite las pinzas (si puede, átelas). Para m a ta r a un cangrejo, sumérjalo en agua
hirviendo o clávele un cuchillo en las cuencas de los ojos o en el orificio que tiene
Pulmones
y agallas
bajo la a le ta del caparazón, y cuézak) durante unos 15 minutos
plumosos
Introduzca
e l cuchillo
entre krs cyov
'L a
O
Coloque el cangrejo ya cocido
boca a rrib a y arránquele las patas
O
A bra d caparazón introduciendo
la punta del cuchillo entre
O
Retire y deseche la m ateria verde
y los pulmones, las agallas y el
y las pinzas (ábralas con una piedra
las dos m itades y girándolo. Separe
estómago, ya que son tóxicos. Extraiga
para aprovecliar la c arne comestible).
el caparazón inferior.
la carne del caparazón.
M A R IS C O
Lo encontrará en nos. lagos y playas. No recoja marisco
¡CUIDADO!
de m ar que no quede cubierto du rante la m area a lta o que
En verano conviene evitar las especies tropicales de mejillón,
esté cerca de una fuente de contaminación. Debe e sta r vivo
en el m om ento d e a tra p a rlo (los bivalvos» como los mejillones,
ya que pueden resultar venenosas. El mejillón negro, presente
en las costas del Ártico y el SiAártico. podría ser tóxico durante
se cierran cuando se tocan; los univalvos, com o las lapas, se
todo el año. Los síntomas de una intoxicación por mejillones
aterran con fuerza a la roca), y es preciso cocerlo y consumirlo
son náuseas agudas, vómitos, diarrea, dolor abdominal y fiebre.
de inmediato.
C Ó M O SE A B R E U N A O S TR A
G A M B A S . C ANG REJO S Y LA N G O STAS
Las ostras son ricas en vitam inas y m inerales. Para comer
una cruda, ábrala prim ero introduciendo en la charnela un
cuchillo afilado por el extrem o m ás grueso y puntiagudo
delw n cocerse en agua hirviendo durante cinco minutos. En
el caso de los crustáceos más grandes, como algunos cangrejos
Los pequeños crustáceos, como las gam bas y los langostinos,
no se arriesgue y cueza las ostras enteras durante cinco
y langostas, el tiem po de cocción debe ser de 2 0 minutos. Una
alternativa sabrosa a la cocción en agua consiste en poner las
minutos contados a p a rtir del m om ento en que se abran.
gam bas o los langostinos en unos pinchos de m adera verde
No se coma las que no se abran durante la cocción.
y colocarlos sobre unas brasas.
de la ostra y girándolo. En una situación límite, sin embargo,
La p ie l se to m a
rosa cuando
está cocinada
A ntes de
comerlos, re tire la
p ie l y la cabeza
C ire la bofa d el
cadm io con firm eza
p o ra c o rta r d
músculo que mantiene
a lo o s tra cerra da
Pinchos clavados en
e l Suelo, Hueramente
inclinados sobre
la s brasas
226
AGUA Y COMIDA _ ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
CAZAR AVES
L A S A V E S S E P U E D E N C A P T U R A R de dive rsas m aneras:
con tram pas, redes, túneles o jaulas, con nudos corredizos
o con un a rm a arro ja d iza . El tru c o consiste en o b s e rv a r
su conducta y adecuar la té cn ica (y el cebo) al pájaro. Tiene
que d e scu b rir sus perchas habituales, sus com ederos y sus
¡C U ID A D O !
Los huevos son fáciles de recoger, sobre todo tos de
nidos terrestres, aunque las gaviotas, por ejemplo,
le atacarán si lo intenta. Apropiarse de los huevos
de los nidos es ilegal en muchos países y debe
hacerse sólo si resulta absolutamente necesario
ru ta s de vuelo.
EN EL SUELO
Las aves de caza, como la codorniz, y los carroñeros curiosos (cuervos,
EN FORMA DE 4
Esta tram pa perm ite a tra p a r pájaros que se
por ejemplo), se pueden engañar con trampas si se utiliza el cebo adecuado.
Las aves acuáticas migratorias, como patos y ocas, mudan a finales
del verano y son más fáciles de a trapar porque no pueden volar.
alimentan en el suelo (o mamíferos del tam año
de un conejo) sin m atarlos ni herirlos, de
manera que puede decidir cuándo m a ta r las
TRAMPA TÚNEL
presas y consumir la carne fresca. La figura
Sirve para a tra p a r a aves de caza, que tienen plum as rígidas dispuestas en una
«en form a de 4 » es el gatillo que acciona
sola dirección y que se doblan con dificultad. Cuando la presa intenta retroceder
la jaula para que ésta caiga sobre la presa.
para salir del túnel, las plum as se quedan encajadas en las paredes.
■ Excave un túnel casi horizontal y con form a d e em budo cerca del suelo.
P R E P A R A R E L G A T IL L O
■ Disponga una fila de cebo (semillas o bayas) que lleve a la p a rte posterior del túnel.
Para construir la form a de 4 necesita tres
palos con muescas: palo del cebo, palo vertical
y palo liberador.
E l poto v e rtic a l y e l pola
d e l cebo se encojan
con muescas rectas
La ¡auto se opoya
en e l p a lo liberador
Sujete lo boleadora
por el nudo y hágala
giror sobre su cabe/a,
apuntando a la presa
EN PLENO VUELO
Una red fina tensada entre dos árboles
en una ruta de vuelo constituye un eficaz
método para atrapar a pájaros en pleno
vuelo. Lanzar una boleadora requiere
más habilidad y funciona enredando
al pájaro en las cuerdas giratorias.
HACER UNA BOLEADORA
La muesca en H e ¡tre m o
del palo d e l cebo sujeta
el extrem o en pun to
d e l palo liberador
E l p ó /a ro p ic a rá en el cebo
y occtonaró e l g a tillo
P R E P A R A R LA JA U LA
Construya una pirám ide de palos colocando
piezas cada vez más cortas sobre los palos
más largos y atándolas en los extremos.
Equilibre la jaula sobre el cebo.
Utilice un nudo simple (véase pág. 143)
para a ta r tres piezas de 1 m d e cuerda
a unos 8 cm de un extrem o. Busque tres
piedras de unos 2 0 0 g. envuélvalas en
una p#eza de tela y átelas con el extrem o
libre de la cuerda
Suelte cuando
lo boleadora
hayo gonodo
suficiente impulso
C A Z A R AVES
EN EL NIDO
227
PO STE DE FAISÁN
Las aves son animales de costumbres y, en general, duermen todas las noches
en el mismo sitio. Rara vez se mueven cuando ha oscurecido. Muchos
pájaros son más accesibles cuando se encuentran criando a sus polluelos,
Los faisanes se posan en ram as de árboles
por la nociré, y. en general, regresan a
la misma ram a y no se mueven de ella
cuando Iva oscurecido. Para cazar
y. una vez localizado el nido, siempre sabrá dónde encontrarlos. No obstante,
a un faisán que duerme, levante
atrapar a pájaros en su nido debe ser una solución únicamente en una
el poste delante de la presa.
verdadera situación de emergencia.
Ésta se despertará y picoteará
PALO CON LAZOS
que su cabeza irá pasando a
Popel de
o íu m n io o
papel briHonte
el papel de aluminio, de modo
Se utiliza para c ap turar a pájaros posados en árboles. Retire la presa en cuanto
quede atrapada, ya que los graznidos y el aleteo a le rta rá n a otros pájaros
del peligro y los a h u y entarán
■ Realice varios lazos sencillos con un diám etro de 2 ,5 -5 c m
través del lazo. Criando la haya
pasado d d todo, tire del lazo
A te e l laso a la horqutOa
con un m ato rral que se
rom p o fácilm ente
■ Colóquelos juntos en un palo; corte unas muescas en la m adera para m antener
los lazos en su posición, k) m ás verticales posible.
A le e l pop el de
atu a m k ) o ! poste largo
■ A te el palo a una ram a en la que haya visto pájaros posados.
A te una cuerdo
a l alam bre del laso
P A R A H A C ER EL PO STE
Corte un poste largo
alwrquiilado A te un palo en
la V y cubra la punta con papel
de aluminio. A te la vuelta de
un lazo a la horquilla, sm apretar,
y después pase un trozo de
cuando intentan posarse
en la rama
cuerda que baje por el |XKte
desde d alambre del lazo.
TRAMPA DE VALLA DE RAMAS
Este m étodo se utiliza para a tra p a r patos, que suelen salir del agua durante
el día para to m a r el sol o por la noche para dormir. Prefieren las pequeñas islas
para protegerse de los depredadores.
■ C orte varias ram as jóvenes y prepare lazos dobles (véase pág. 216).
■ Coloque las ram as a pocos m etros del Iw rd e del agua, dobladas en una serie
de arcos superpuestos form ando una valla alrededor de la isla.
■ Si sólo dispone de unos pocos lazos, colóquelos en las rutas de salida y d e entrada
de los patos. Si pone troncos en tre los arcos, obligará a las aves a pasar por los lazos
para acceder a la isla.
■ Cuelgue un lazo del centro de
£ / laso toco
el suelo
Las ramos se
superponen
El diámetro del taso
es de unos 5 cm
228
AGUA Y COMIDA
ENCONTRAR Y PREPARAR COMIDA
PREPARAR AVES
LAS AVES DE CAZA Y LAS ACUÁTICAS son las aves silve stre s
¡C U ID A D O !
m ás consum idas pero, de hecho, to d o s los p á ja ro s son c o m e stib le s
Manipule las aves carroceras (cuervos
si se preparan bien. D espellejar un p á ja ro es la m a n e ra m ás rá p id a
y buitres, por ejemplo) lo menos
de llegar a la carne, aunque así se e lim in a el v a lo r n u tritiv o de la piel:
posible, ya que es muy probable que
estén infestadas de piojos y garrapatas,
siem pre que pueda, o p te p o r d e s p lu m a r las presas que cace.
y son propensas a las infecciones.
■ La carne de estas aves debe
cocerse durante al menos >0 minutos
EMPEZAR
para acabar con todos los organismos
infecciosos. Además, quedará
Si el pájaro todavía está vivo, tendrá que solucionar esa cuestión (por ejemplo,
más tierna
estirándole el cuello y cortándole la garganta: para el mejor método de m atar
■ Lávese siempre las manos después
aves de caza, véase inferior). Sea cual sea el método que adopte para acabar
de manipular un pájaro.
con la presa, debe desangrarla antes de desplumarla, pero asegúrese de no
hacer esto últinK) mientras el cuerpo todavía está caliente.
L
J
DESPLUMAR UN PÁJARO
No es imprescindible pero, si sumerge la presa en un cubo con agua Gíbente (no hirviendo)
d u ra n te un p a r de minutos, las plum as quedarán m ás sueltas. Las excepciones son
Para m a ta r rápidam ente y de
las aves acuáticas y m arinas; en ellas, el efecto será el contrario. Tenga cuidado
la form a menos dolorosa a un ave
de no calentar en exceso la presa para e v ita r q u e la piel em piece a cocinarse.
de caza (po r ejemplo, a un faisán),
póngasela debajo de un brazo
y tápele la cabeza con una prenda
A g a rre «Wo
de ropa para c alm ad a (además,
unas cuantas
plantas
cada v e /
así se reducen las probabilidades
de que le haga daño con las patas
o con el pico) Todavía sujetando
al ave con firm e z a tom e un garro te
In te n te no rasgar
la prel cuando
de unos 6 0 cm de largo y cotóquelo
en el suelo. Ponga la cabeza del pájaro
debajo del garrote, apoye los pies
sobre el palo a ambos lados de
la Gibeza y tire del anim al por las
patas hasta arrancarle la cabeza
E L M ÉT O D O D E L F U R T IV O
El método d d furtivo para obtener
rápidamente la carne de un faisán
muerto que no se ha decapitado consiste
en colocar la presa boca abajo con la
cabeza hacia usted, poner un pie sobre
cada ala, sujetar las patas y tirar con
O
Coloque la presa b o o i arriba, tom e
unas cuantas plum as del pecho con
el índice y el pulgar, y em piece a desplumarla.
firmeza Este movimiento desgarra
la carne de los muslos y las pechugas,
y la separa del resto del cuerpo del
■ Tire con decisión, separando las plum as
en la dirección en la que se encuentran.
animaL Arranque también los intestinos.
No intente agarrar demasiadas plumas a la vez. porque rasgará
es un buen método para obtener la
O
carne del animal si no se dispone
■ Guarde las plum as (no lo haga si se tr a ta d e un ave carroñe ra;
En una situación de emergencia éste
^ te u n c u c h illo o u r ^ u ^ ^ ^
la piel. Vaya arrancándolas hasta desplum ar todo el cuerpo.
vróse cuadro superior) para utilizarlas com o yesca, aislam iento
o señuelos de pesca.
PREPARAR AVES
MÉTODOS DE EXTRACCIÓN
EXTRAS OPCIONALES
Guarde el contenido del buche (esófago) de las aves de caza:
El m étodo habitual para extraer los despojos de un ave
podrá utilizar las semillas y las bayas com o cebo para atrapar
consiste en sacar el buche (esófago) del cuello y el resto
otros pájaros. Si el ave es hem bra y tiene huevos en el oviducto,
de los órganos por el ano. Con este m étodo se practica
guárdelos para comerlos. También debería comerse el corazón y
un c o rte con un cuchillo afilado desde la garganta hasta
el hígado si se encuentran en buen estado, descártelos si parecen
la cola y se extraen los despojos (inferior) Si no dispone
viejos o tienen m a n d o s , o si m uestran señales de parásitos
d e un cuchillo, puede limpiar las presa separando la piel
con los dedos y abriéndola por el pecho hasta llegar
El hígado
es de color
El hígado es
de color rofo
al cuello. Los despojos podrá extraerlos abriendo
la piel que cubre el abdomen
C orte la p le ra desde la
g a rg a n ta hasta la cola
O
Sujete el ave con una mano, con el pecho hacia arriba
y con los cuartos traseros orientados hacia usted.
Introduzca la punta de un cuchillo afilado en la garganta.
■ Realrce una sola incisión bajando hasta la c o la tenga
cuidado de no agujerear los intestinos
O
Desplum e las p atas del m ism o m odo y pase a las alas.
Localice los codos y c o rte las alas por ese punto. Desplume
las alas superiores
■ Si el ave todavía conserva La c a b e za córtesela lo m ás cerca
que pueda del cuerpo.
Coloque la hoja del
O
Cuando llegue a la cavidad intestinal, extraig a las tripas
Rara re tira r las p a ta s localice el tobillo, coloque la hoja de
O
un cuchillo afila d o en la articulación y presione con fuerza
el hígado y el riñón si están sanos (superior izquierda).
con cuidado de no rom per los posibles huevos. Conserve
■ Si se tra ta d e una presa grande, como un pavo, golpeo el cuchillo
■ Lave la presa con agua fría y después lávese bien las manos
con un garro te para im p rim ir m ás fuerza al corte.
antes de continuar.
229
EN CASO DE
EMERGENCIA
232
EN CASO DE EMERGENCIA
EN C A S O DE
E M E R G E N C IA
U n o s ó lo e s u n s u p e r v i v i e n t e c u a n d o
en lla m a r la a te n c ió n . D e b e e s t a r en
lo h a n re s c a ta d o . E s to s ig n if ic a q u e te n d r á
d is p o s ic ió n d e p o n e rs e en c o n t a c t o c o n los
q u e s a lir p o r s u s p r o p io s m e d io s d e u n a
e q u ip o s d e r e s c a t e u t iliz a n d o la s a y u d a s de
s itu a c ió n d if í c il ( a u t o r r e s c a t e ) o b ie n s e r
lo c a liz a c ió n q u e lle v e c o n s ig o o q u e p u e d a
re s c a ta d o p o r o tr o s . En o c a s io n e s , p o d r á
im p r o v is a r . N u n c a r e t r a s e u n r e s c a te d e b id o
d e c id ir si e m p r e n d e u n a u to r r e s c a te ; en
a la v e rg ü e n z a : lo ú n ic o q u e im p o r t a e s el
o tr a s , la d e c is ió n n o e s ta r á en su s m a n o s .
r e s u lta d o , y y o p r e f ie r o s e n t ir v e rg ü e n z a
L a s ra z o n e s p o r la s q u e le p u e d e r e s u lt a r
y e s t a r v iv o a q u e m e e n c u e n tr e n m u e r to .
im p o s ib le e l a u to r r e s c a t e s o n d iv e rs a s :
La c la v e es la p r e p a r a c ió n . I n f o r m a r
e s tá c o m p le ta m e n te p e rd id o , la s c o n d ic io n e s
a v a r ia s p e rs o n a s s o b r e s u s in te n c io n e s
d e la z o n a (c o m o u n a in u n d a c ió n o e l m a l
h a rá q u e a l m e n o s a lg u ie n se p r e g u n t e
tie m p o ) le h a n a t r a p a d o , o u s te d o a lg u ie n
p o r q u é n o ha r e g r e s a d o y a . A s im is m o ,
d e su e q u ip o n o p u e d e m o v e r s e d e b id o a
lle v a r lo s m e jo r e s m é to d o s d e lo c a liz a c ió n
u n a le s ió n . En ese c a s o , su p r io r id a d c o n s is te
p a r a e l e n t o r n o q u e se v a a v i s it a r
En este apartado
DESCUBRIRÁ...
■ cómo reconocer a los enemigos de la supervivencia...
* por qué los satélites de órbita baja son tan importantes...
■ cuándo prender fuego a una cabaña de troncos...
■ que los espuniillones no son útiles sólo en Navidad...
■ qué hacer si un hipopótamo bosteza...
* que en una avalancha debería dejarse llevar...
■ cómo inflar los pantalones...
EN CASO DE EMERGENCIA
Una ayuda d e lo c a liz a c ió n puede
suponer la d ife re n cia e n tre la vid a y la m uerte.
Un in v e n to re la tiv a m e n te re c ie n te en
ese s e n tid o es el d is p o s itiv o S k y s tre m e
m u ltita r e a s .
SKYSTREME es una cometa hincliable
plateada que sólo pesa 43 g y apenas ocupa
espacio. Puede realizar cuatro tareas en una
y c o n o c e r lo s m e jo r e s u s o s q u e se le s
p u e d e n d a r a u m e n t a r á la s p r o b a b ilid a d e s
d e q u e lo e n c u e n tr e n .
situación de supervivencia:
Ayuda de localización: la cometa se infla
con la boca. Su form a de cuita hace que se pueda
elevar del suelo sin ayuda con vientos de 6 km/h.
En m u c h a s s itu a c io n e s d e rie s g o ,
■ La cuerda de 50 m de la cometa le permite
la m e jo r d e c is ió n s e rá si se q u e d a d o n d e
elevarse tres niveles y reflejar el sol. Puede
e s tá o se t r a s la d a a u n p u n to q u e le
verse a simple vista a una distancia de 3 km.
o fr e z c a m á s p o s ib ilid a d e s d e s u p e r v iv e n c ia ,
d e r e s c a t e o a m b a s . E x is te n n u m e r o s o s
■ Por la noche puede colgar una pequerta
linterna o una barra de luz química bajo
la cometa para aum entar la visibilidad.
f a c t o r e s q u e d e t e r m in a r á n la m e jo r o p c ió n ,
■ La superficie m etálica refleja los radares y puede
p e ro en g e n e r a l s ie m p r e e s m e jo r q u e d a rs e
ser detectada por un aeroplano a una distancia
d o n d e se e s tá : e s m u y f á c il t o m a r u n a
de 17 km. Durante una travesía polar, un Marine
d e c is ió n p r e c ip it a d a e in t e n t a r s a lir de
Real hizo volar su Skystreme detrás del trineo
u n a s itu a c ió n p a r a a c a b a r e x p o n ié n d o s e
a un p e lig r o to d a v í a m a y o r .
para que su avión de apoyo lo encontrase.
Tablilla de primeros auxilios La cometa
se puede in fla r alrededor de una extremidad rota
o dislocada.
Chaleco térmico La cometa inflada se puede
colocar bajo la ropa a modo de chaleco acolchado.
Almacenamiento de agua En lugar de
inflarla con aire, la cometa sirve para transportar
y almacenar agua.
Uno no es un superviviente
hasta que se ha autorrescatado
o ha sido rescatado por otros.
233
234
EN CASO DE EM ERGENCIA
ANALIZAR LA SITUACION
C U A N D O E S T É F U E R A de p e lig ro , a n a lice su s itu a c ió n y
p la n ifiq u e sus m o v im ie n to s de a c u e rd o co n ella. En esa fase
inicial, re s u lta c ru cia l p e n sa r co n c la rid a d , ya que las decisiones
que to m e podrían s ig n ific a r la d ife re n c ia e n tre la v id a y la m u e rte .
En la m ayoría de los casos, qu e d a rse d o n d e se e s tá es la op ció n
LA REGLA DE TRES
Varios límites temporales decisivos tienen
un valor numérico relacionado con el número
tres. Recordar la «regla de tres» puede
ayudarle en la toma de decisiones, sobre
todo si está herido, en riesgo de sufrir
fa v o rita , p e ro no hay dos situ a cio n e s iguales: las circ u n s ta n c ia s ,
más daños o en peligro inmediato a causa
el entorno, las condicio n e s y u ste d e je rce n una in flu e n c ia decisiva
de los elementos En la mayoría de los casos:
■ Tres segundos es el tiempo de reacción
en lo que se puede y no se puede conseguir.
psicológico para tomar una decisión.
■ Tres minutos es el tiempo que puede aguantar
ESTRATEGIA PARA PERMANECER CON VIDA
el cerebro sin oxigeno antes de sufrir daños
inreparaWes
En una situación de emergencia, piense en las cuatro prioridades básicas de
■ Tres horas es el tiempo critico que puede
supervivencia: protección, ubicación, agua y comida. Su situación determinará
sobrevivir sin protección en climas extremos
cuál es la más im portante. En la mayoría de los casos, siempre y cuando no
■ Tres días es el tiempo aproximado que
esté expuesto a más peligros (de lesión o por la exposición a los elementos),
puede vivir sin agua.
debe centrar sus esfuerzos en buscar una ubicación segura y conseguir
que lo rescaten. La estrategia para permanecer con vida (conocida como
■ Tres semanas es el tiempo aproximado
que puede vivir sin comida.
«Survival», véase inferior) le ayudará a recordar qué necesita para asegurar
su supervivencia y que lo rescaten.
SOPESE LA SIT U A C IÓ N
U T IL IC E TODOS SUS SEN TID O S
RECUERDE DÓNDE ESTÁ
■ En cualquier situación de
V E N Z A EL M IE D O
■ El miedo y el pánico pueden
■ En primer lugar, valore tos detalles
■ La mayoría de las personas
del entorno, su condición física
reaccionan a una auténtica
emergencia, siempre resulta
ser enemigos tremendos
yefequpo.
ú tí saber donde se está
por tanto es imprescindible
■ Si viaja en grupo, puede compartir
situación de emergencia haciendo
de forma automática to que han
para poder tomar las mejores
tener tos conocxroentos y
tareas y responsabilidades, pero
aprendido a hacer en una situación
decisiones respecto a qué se
la formación necesarios para
recuerde que todos se verán
debe hacer y hacia dónde debe
contrarrestados y evitar que
afectados por las consecuencias
determinada, o bien por instinto
(haciendo de forma automática
drigirse a continuación.
empeoren la situación.
de las decisiones que tome
lo que su mente y su cuerpo les
dicen que haga)
■ Conocer la ubicación predsa
i Si no se controlan, ef miedo
SU propa idiosincrasia (cálido
ocurrido enfréntese a la situación
puede determnar si los
y el pánico pueden impedirle
y seco, cálido y húmedo, frió,
de manera calmada y racional,
equipos de rescate tendrán
tomar decisiones inteligentes
expuesto o protegtoc) Deteriore
pues requiere decisiones pausadas
prcbabilidades de encontrarlo
y raciónale! Pueden hacer que
Qué tiene que hacer para
y planificación.
o si tendrá que buscarse la vida.
reaccione a sus sentimientos
■ Si se pretexta es postile que pase
Se liará una idea de ios obstáculos
y a su imaginación, no a la situación
per alto factores importantes,
con los que se puede encontrar,
en que se encuentra y sus
cómo puede utilizarlo mejor en
que pierdaalgúnelemerto
y sabrá ú debe quedarse denae
capacidades reales Ademas,
la situación en que se encuentra.
vital del equipo o que las cosas,
está y cuál es la mejor ubicación
pueden incapacitarle y restalle
■ Su condición física apártese del
simplemente empeora El deho
para las ayudas de localizacMl
energías, lo que provocaría otras
■ El entorno- cada entorno tiene
adaptarse a dicho entorno
■ [ i equipo evafcie el equipo y piense
■ Sea lo que sea lo que luya
emociones negativas.
peligra Compruebe * alguien está
«vísteme despaoo. que tengo
hendo y adm iraste las primeros
proa- resulta especialmente
■ Si lleva un pian de acciOn de
emerqencia (véame págs. 24-25).
oerto en una situación limite.
alguien conocerá su ubicación
tendrán un efecto directo
aproximada y cuándo debería
en los demás: las respuestas
estar de vuelta.
positivas son productivas
auxilios necesarios. Recuerde
que ef trauma y el estrés de una
■ Escuche a su subconsciente
situación lim ite pueden hacer
y a su intuición, y aprenda a
que pase por alto oque ignore
actuar en consecuencia cuando
inconscientemente tas heridas
Je envíen señales de aviso.
qix haya podido sufnr.
■ Centre vjs esfuerzos para
asegurarse de que cuando
los equipos de rescate to
estén buscando, las ayudas
de localización funcionen.
■ S¡ Viajen cjrupa sus rtocacnes
y motuadoras, mientras que
las negativas mman la confianza
y la moral.
ANALIZAR LA SITUACIÓN
LOS E N E M IG O S DE L A S U P E R V IV E N C IA
F A T IG A
En una situación d e emergencia, existen siete factores,
El cansancio lleva a com eter errores que. en el mejor de los casos,
provocan frustración y. en el peor, pueden significar una lesión
o la m uerte. En una situación límite, es poco probable que tenga
conocidos c om o los «enemigos de la supervivencia»,
que pueden ponerse en su contra. En muchos casos
ocasión de reponer la energía que utilice y, por tanto, todo resulta
es posible enfren tarse a ellos, siem pre y cuando los conozca
cada vez m ás difícil de conseguir. Nunca infravalore la importancia
y entienda sus efectos.
de un descanso de calidad para el bienestar físico y m ental
A B U R R IM IE N T O Y S O L E D A D
TEM PERATURA
Cuando se es presa del aburrim iento, se cae en la inactividad
y se pierde la capacidad de enfrentarse a la situación
con eficacia. Por tanto, es preciso m antenerse ocupado.
La tem peratura es un im po rtante indicador en cualquier situación
de emergencia, y se verá afectada por el viento, la nieve y la humedad
Debería vestirse en función del entorno y ser consciente de las servales
La soledad hace que se agobie por lo que necesita conseguir
y provoca sentim ientos de indefensión.
y los síntomas de las dolencias relacionadas con la temperatura,
como la deshidratadón, la hipotermia, el estrés por calor y el golpe
de calor (véonse págs. 2 7 2 -2 7 3 ).
DOLO R
Si está herido, no ignore el dolor. A tienda las hernias pequeñas,
HAMBRE
ya que podrían convertirse en problemas mayores que
perjudicarían su capacidad de sobrevivir. Si adopta una
En m u situación de emergencia a c o rto plazo (de uno a cinco
días), la obtención de comida no es una prioridad Puede contrarrestrar
la fa lta de energía bebiendo agua y reduciendo el ritm o general.
actitud m ental positiva y se m antiene ocupado, distraerá
la m ente del dolor
No obstante, aproveche todas las oportunidades de obtener com idj
sin g a s tar energías.
SED
No es un buen indicador de la necesidad de agua del
M IE D O
cuerpo, ya que éste puede deshidratarse antes de que
sienta sed. Adelántese a la deshidratado!) para no tener
que enfrentarse a ella. Priorice su necesidad de agua
en relación con el entorno.
El m iedo es una de las grandes Iterranuent.is de supervivencia de
nuestro cuerpo, ya que incita a actu ar (aunque también puede
debilitarlo). Es bueno siempre y cuando se controle, y la clave para
conseguirlo en una situación de emergencia son los conocimientos.
IM P R O V IS E
VALORE LA V ID A
ACTÚE COMO LOS LUGAREÑOS
LAS HAB ILID AD ES BÁSICAS
■ La verdadera habilidad de un
■ Las haWidades básicas aumentan
las probabilidades de sobrevivir
■ Algunas personas s» formación
■ Sea cual sea el entorno en el que
supervine consiste en entender
qué hay que hacer e improvisar
ni eqiupo han sobrevivido a
«tente sobrevivir, puede estar
situaciones horribles En muchos
seguro de * ie los lugareños o
S r formaocn, susperspectivasde
solucionesa problemas concretos
casos fue simplemente porque
los indígenas y la vida salvaje
supervhfncu quedan en manos
tPosee las hab&dades y los
tuvieron la voluntad de vivir
local han desarrollado maneras
de la suerte, que nunca es el mejor
conocimientos necesanos
y se negaron a rendrse.
de adaptarse para vivir.
punto de partida. Existe un dicho
para mantenerse con vida
según el cual -la suerte sonríe
y su estado le permite colaborar
a los mejor preparados.
en su propio rescate7
■ Las Historias de los prisioneros
■ Observa cómo se inste y actúa
■ La preparación previa es la dw e
equipo necesario, puede que lo
de guerra suelen revelar qué
U gente del lugar en les países
para la vujx-rvivencia: averigüe
pierda.se 'ompa o. simplemente,
les impulsa a seguir emendo:
caldos dejan las trabajos manuales
que necesita saber sobre el
se desgaste Su capacidad de
creencias religiosas pensar
para las Meras más frese.» del día
lugar que va a visitar: familiarícese
improvisar puede suponer la
en la familia y los amibas, o
y trabajan de manera pausada y
con el equipa y practique
diferencia entre una India continuada
calculada pa»a reducir el sudor
las habilidades básicas hasta
por sobre, v r con una relativa
la determinación de no dejar
entrar al enemigo. Aunque no
y asi mantenerse hidratados.
q.ie le salgan de manera
comoódaci o el mas absoluto
siempre oasta con eso. no cabe
■ S ve encuentra en un desierta
de los desastres
duda de que son un factor clave
per ejemplo, observe a dónde
competa le ayudará a combatir
■ Recurra al pensamiento lateral,
en cualquier situac.on limite.
se dirigen los animales en tusca
como el alpinista que. ai verse
■ «Adversidad» significa diferentes
de sombreen su mayoría son
el miedo a b desconocido
y le brindará la confianza
■ Aunaue empiece con todo el
instintiva Esta preparación
desamparado en la ladera de una
cosas según cada persona
nocturnos y se pasan el día
necesaria para afrontar los retos
montaña un ayudas de localización,
y cada cultura.
bajo tierra Aprenda sus trucos
de cualquier situación extrema
utilizó el flash de la cámara
■ La Supervwenda consisto en
para encontrar agua
de fotos para indicar su irticación
afrontar las adversidades y tener
a un helicóptero de rescate
voluntad de vivir Si la voluntad
atención a si los animales se callan
¡Improviso y supérese!
de seflu.» con vida desiparece.
o abandonan de repente una zona:
dispone de Vis conocimientos
lo más probable es que se acerque
y del equipo necesarios podría
un ixdigro «mínente.
no ser suficiente
■ Si se encuentra en m u selva, preste
235
236
EN CASO DE EM ERGENCIA
LLAMAR LA ATENCIÓN
DE LOS EQUIPOS DE RESCATE
Satélite en
•ó rb ita terrestre
gcocstocionario* (GEO)
S I NO PUED E P O N ER SE A S A L V O p o r sí solo (p o rq u e e s tá herido,
co m p le ta m e n te p e rd id o o a tra p a d o p o r el m al tie m p o , p o r ejem plo), debe
lla m a r la a te n ció n de los s e rvicio s de re s c a te co n las a yu d a s de localización
que habrá llevado en el e q u ipo o que h a b rá te n id o que im p ro visa r.
AYUDAS DE LOCALIZACION
Satélite ea
•6 rbrta terrestre
geoestocíonarta» (CEO)
Las ayudas de localización pueden salvarle la vida, así
que asegúrese de saber utilizarlas de manera eficaz. Un
helicóptero en una operación de búsqueda podría sobrevolar
una zona una sola vez antes de continuar, de manera que
sólo tendrá unos m inutos para a ctu a r de form a decisiva.
C O M U N IC A C IÓ N C O N S A T É L IT E S
Cuando se activa, una radiobaliza personal tran sm ite una señal de
radio de socorro a dos sistemas de satélites com plem entarios llamados
LEOSAR y GEOSAR. que juntos form an el sistema «COSPAS-SARSAT».
Satélite en •ó rbita
terrestre bata* (LEO)
La señal se tran sm ite al cen tro d e coordinación d e rescates m ás
próxim o a la ubicación d e la radiobaliza. Ésta s u d e ser d e 4 0 6 Mhz:
los m ilitares tam b ién utilizan d e 2 4 3 .5 M h z y 2 8 2 . 8 M hz.
L L A M A R LA ATEN CIÓ N
En una situación de emergencia, tendrá que
utilizar las ayudas de localización de la mejor
manera posible. Existen tres principios básicos
para llamar la atención:
■ A tra e r elija un lugar que aumente sus
posibilidades de atraer la atención mediante
las ayudas de localización: por ejemplo.
un lugar abierto o elevado. Colóquelas
de manera que puedan ser detectadas desde
una zona lo más amplia posible: cuanto más
En el m a r se utm /on rachobahm
de indicación de posición en u ti/g d á
visible sea una señal, mejor.
■ Mantener, necesita mantener la atención
de los equipos de rescate haciendo que la señal
funcione hasta que le indiquen que lo han visto.
Los transmisores locakmdores
Trate de enviar información esencial (el tipo de
de emeroencia (EL T) se utikm n
sobre todo en aviación
ayuda que necesita o el número de supervivientes
y su estado, por ejemplo) a través de una señal
de Mayday o de Socorro (véanse págs. 237-241).
■ Dirigir sean cuales sean las ayudas de kxaSzadón
que utilice, una vez alertados los equipos de rescate,
haga todo lo posible para conducirlos hacia el lugar
donde se encuentra. Si dispone de comunicación
por voz. guíelos hasta su posición. Si deja notas
antes de trasladarse a otro lugar, asegúrese
de que contengan datos y detalles precisos.
LLA M A R LA ATENCIÓN DE LOS EQUIPOS DE RESCATE
T E L E F O N O S M O V IL E S Y R A D IO S
r
¿M E QUEDO 0 M E VOY?
Lleve siem pre encima un teléfono m óvil o satélite
Tiene que decidir si se queda donde está o si se traslada a un lugar
cuando viaje: son esenciales en caso de emergencia.
en el que tenga más posibilidades de ser rescatado o de salir del paso.
En un viaje por m ar lleve una radio VH P m arina
Si se traslada recuerde lo siguiente:
para co n ta c tar con posibles equipos de rescate.
■ Tenga a mano las ayudas de localización: no sirve de nada tener el
T E L É F O N O S M Ó V I L E S Y S A T É L IT E S
espejo de señales en el fondo de la mochila cuando tal vez disponga de
sólo unos segundos para llamar la atención de un vehículo o un avión.
Sea cual sea el lugar del mundo en el que se
■ Prepare las ayudas de localización al final de cada jomada aunque
(por ejemplo, una nota en un lugar visible) y pistas visuales en el
encuentre, puede alquilar o com prar un teléfono
móvil conectado a redes locales. Elija un modelo
con unidad GPS para fijar y archivar su posición,
asi como con una cám ara para poder enviar
fotografías del lugar donde se encuentra y
suelo o en la vegetación para indicar en qué dirección se mueve.
de las posibles lesiones que haya sufrido Una
suponga un esfuerzo y vaya a trasladarse a la mañana siguiente.
■ Para informar de dónde lia estado y hacia dónde va, deje señales
alternativa consiste en alquilar o com prar un
teléfono satélite conectado al sistema IrkHum,
Los terminales
locales de usuario
(LUT) reciben
seriales de los
satélites y alertan
a l centro de control
El centro de control
analizo los dotos de
los LUT y organizo
uno operación
de rescate
en el que 6 6 satélites bajos (LEO) proporcionan
una cobertura com pleta de la Tierra (incluidos
océanos, ru la s aéreas y regiones polares)
R A D IO S M A R I N A S V H F
Todos los barcos qrandes y la mayoría de
las embarcaciones pequeñas a m otor están
é q u i d o s con radios marinas VHF. Estas unidades
portátiles transm iten y reciben en frecuencias
de entre 1 56 M hz y 174 M hz (por lo general,
en el canal 16, el internacional de llamadas
y emergencias; el canal 9 también se puede
em plear en algunos lugares). Las potencias
de las transmisiones varían e n tre 1 vatio y
2 5 vatios, con un alcance m áximo de hasta
110 km entre antenas situadas en barcos
altos y montañas, y de 9 km entre antenas
Instaladas en embarcaciones pequeñas al nivel
del mar. La radio V H F debería ser im permeable,
flotable y funcionar m ientras se carga.
Siga las instrucciones siempre que transm ita
y reciba con VHF.
Los « q u ip o s de
búsqueda y rescate
perro &
Un centro de coordinación
regional alerta a los
eguipos de búsqueda
y rescate
E l usuario lleva encuna lo
radio baliza personal
¡CUIDADO!
Las radiobalizas personales
son exclusivamente para
emergencias y deben empicarse
siempre con responsabilidad.
Se activa
manualmente una
radiobaliza personal
y se envía una serial
a uno de los satélites
de búsqueda
\
y rescate
237
238
EN CASO DE EM ERGENCIA
SEÑALES DE FUEGO
Una señal de fu e g o c o n s titu y e un m é to d o m u y e fic a z p a ra lla m a r
H ERR A M IE N TA S Y M ATERIALES
la atención de los equipos de rescate, p e ro se necesitan los m a te ria le s
■ Cuchillo y sierra
adecuados y c ie rto esfuerzo. Una señal de fu e g o bien c o n s tru id a
■ Postes y ramas jóvenes largas
y situada en una buena posición g e n e ra rá g ra n c a n tid a d de hum o
■ Vegetación verde
que p o d rá verse desde m u y lejos. A c o n tin u a ció n , se m u e s tra n
■ Yesca, leña y combustible
■ Mechero o cerillas
dos variantes: la bóveda y la ca b a ñ a de tro n co s.
S E Ñ A L DE F U E G O A B O V E D A D A
Prepare una gran hoguera sobre una p la ta fo rm a elevarte bajo una estructura
D A T O S B Á S IC O S S O B R E
a b o v e d a d a Im pulsado por el a ire que e n tra por debajo, el fuego crea
S E Ñ A L E S DE FU E G O
columnas de hum o debido a la vegetación verde. Si no
Sea cual sea la señal que utilice, existen
dispone de ram as jóvenes, utilice postes para
varios principios im po rtantes que debe
seguir para que sea lo más eficaz posible
fo rm a r una estructura con fo rm a d e tipi.
D oble dos ram a s fóvenes la r g o s ____________ _
h a s ta fo rm a r la bóveda
F O R M A C IÓ N D E L F U E G O
Si puede, prepare tres señales de fuego en
una form ación reconocida, com o un triángulo
o una línea tecta. Si los fuegos son aleatorios,
podrían confundirse con un incendio o con
Sujete los postes
largos en W suelo
Ate los pastes a i
coda lado de la
bóveda paro
estabilizarlo
un grupo d e fuegos nativos La distancia
entre cad a hoguera debería ser de al
menos 2 0 m. pero depende d e la rapidez
con la que pueda encender cada u n a
C O M P O N E N TE S DEL FUECO
En esencia, cada señal de fuego está
constituida por una base lista para
encenderse y compuesta por yesca seca,
leña y combustible. Cuando so prende
la yesca, la base se convierte de inmediato
en un fuego duradero.
■ Sitúe la base elevada para e vita r que le
alcance la humedad del suelo y deje que circule
suficiente aire para facilitar el encendido.
Tronco
o p ie d ra grande
O
Coloque dos postes largos paralelos en tre sí.
Apóyelos sobre un tronco o una piedra grande
en un extre m o y átelos a c u a tro estacas en el otro.
Disponga juntas varias estacas d e m ad era verde
sobre los postes, b ajo te bóveda, a m odo d e base
de la hoguera
■ C u b ra la base co n g ra n d e s ca n tid a d e s
■ Doble dos ram as jóvenes largas a 9 0
de vegetación ve rde y c u a lq u ie r cosa que
produzca hum o, c o m o neu m á tico s. Esa
para fo rm a r la b ó v e d a
capa m a ntie n e seca la lia se .
■ Coloque una segunda pila de vegetación
verde cerca de la baso y añádala al fuego
a medida que se vaya quemando.
O
Disponga
vegetación
verde sobre la lióveda
PREPARADO
hasta fo rm a r un tecfio
Cuando haya preparado la señal de fuego,
sobre la plataform a.
deberá tener a mano los siguientes elementos
listos para usar:
■ Yesca seca en un recipiente im perm eable
■ Tenga a m ano m ás
vegetación verde para
colocado debajo de la base del fuego.
ir añadiéndola cuando
■ Bloques de hexamina. com bustible de cocina,
petróleo, papel o corteza de abedul p a ra que
el fuego esté encendido.
el fuego se reavive si em pieza a apagarse.
Deje un p a n to de acceso paro
encender e l fuego, p e ro tenga
cerco lo yesca, la le ñ a y
e l com bustible p ara que
pe rm a n e zca s secos
• Una escolia d e b ru ja h echa co n un
palo I io ik I k Jo y re lle n o d e leñ a o c o rte z a
Téngala c e rc a d e la h o g u e ra d e l c a m p a m e n to
p a ra p o d e r e nce n d erla rá p id a m e n te
y p re n d e r con e lla la señal de fuego.
Cuatro
estofen
estabtíiua la
alatafortnn
Lo* postes
m oo-
verde actúan corno
bose pata et fuetto
Clave los extreme*
de las rama
jóvenes en el surtí
LLA M A R LA ATENCIÓN DE LOS EQUIPOS DL RESCAII
S E Ñ A L DE F U E G O EN F O R M A
I a m ó d e m y f t i / f f u o í f i/ t e
m á s tu rn io q u e k t s eco
DE C A B A Ñ A DE T R O N C O S
Acumule todo
lo vegetación
verde que
puedo
encontrar
Esta señal de fueqo se conoce com o cabaña
de troncos debido a la m anera de aplicar
la m adera que sirve como combustible.
■ La estructura para la hoguera es una
pila de m adera verde que se compone
de pares de postes dispuestos en capas
alternas y a 9 0 ° unas de otras.
■ Tenga a m ano una cap a adicional
de vegetación verde para utilizarla
Disponga una plataform a de m adera
a m edida que la necesite, pero no tan
O
cerca que pueda prenderse por accidente.
una base de yesca s ec a leña y c o m b a tib le
verde sobre el suelo y construya
O
A m ontone vegetación verde sobre
la plataform a para generar columnas
de humo cuando empiece a arder el fuego.
■ Construya una «cabaña de troncos» sobre
■ Deje un punto de acceso en la parte
la base utilizando para ello m adera verde.
delantera para encender la base
A te e l hoz con vanas
vu e lta s d e to m a fin o
o u n a e n re d a d e ra
©
Prepare unos cuantos
I laces de leña para
alim entar el fuego al principio.
■ P ara ello, rom pa pequeñas
ram as m uertas (del grosor de
un dedo m eñique) de la parte
baja de los troncos.
■ Form e con ellas un haz
©
Prepare un fuego {véanse págs 1 2 4 -1 2 5 ) en la plataform a;
y átelas con una ram a fina
incluya abundante vegetación verde.
o una e n red adera
■ Coloque la vegetación cerca del com bustible para que prenda
con facilidad cuando encienda el fuego (pero no lo sofoque).
Haga una escoba
de bru/a con leba
o corteza
E l h o m o n a ro n fa de
lo b e n g a la se m e zcla
c o n e t d e l fuego, lo que
a u m e n to s u v ttíb M d o d
©
Cuando el humo
ascienda, prenda,
si tiene, una bengala
(veoso póg. 2 4 1 ). a ta d a
a un poste largo
■ Utilice el poste para
situar la bengala lo
más a lto que pu ed a
0
239
Con una escoba de bruja (veose cuadro, página anterior)
encienda el fuego.
■ Utilice los haces de leña {véase paso 3) para el fuego.
240
EN CASO DE EM ERGENCIA
OTRAS SEÑALES DE RESCATE
A dem ás de las señales de fuego, existen o tro s recursos visuales
para a tra e r a los potenciales e quipos de rescate. A lg u n o s son
poco habituales; o tro s , co m o el silb a to , re s u lta n b a s ta n te obvios.
CREAR UN EFECTO ESTROBOSCÓPICO
Las luces estroboscópicas de leds son
compactas, resistentes, impermeables
Sea cual sea el d isp o s itiv o que u tilice , tie n e que in te n ta r m a n te n e r
y, en ocasiones, se incorporan a las linternas
la atención de los re sc a ta d o re s insistiendo con su señal.
estándares. Son muy potentes y se ven desde
muy lejos. Muchos estroboscopios se pueden
programar para que produzcan diferentes
secuencias de flashes incluida la llamada
R U E D A C A T A L IN A
de SOS en axfcgo morse. Si no dispone de
Puede c re a r un efecto luminoso d e «rueda C atalina» m uy visible trazando círculos con
una barra de luz quím ica (cyalum e) sujeta al extrem o d e una cuerda de 1 m de largo.
una luz estroboscópica, puede encender
y apagar la linterna para llamar la atención.
Dependiendo de las condiciones locales, se podrá ver a 3 km d e distancia (o m ás desde
una aeronave). H aga sonar el silbato al m ism o tiem po utilizando la señal internacional
de socorro (series de seis pitidos du rante un m inuto, seguidas de un m inuto de
silencio). La respuesta es tres pitidos cortos.
A c tiv e lo b a rra
lum inosa y
booa círculos
Lo b o rro Iominoso
lleva en su in te rio r
una sustancio conocido
com o cyalum e
Á R B O L C O N E S P U M IL L O N E S
Este m étodo de señalización es recomendable en
los casos en que se va a quedar un tiem po en el
m ism o sitio. Resulta eficaz sólo de día. de manera
que te n d rá que e n contrar un árbol o un arbusto
m uy visibles y en un lugar soleado.
■ C orte en tiras una m a n ta d e em ergencia
plateada, un rollo de papel d e alum inio
o cualquier o tro m ate ria l brillante.
• A te las tiras al árbol de m an era que se
m uevan p o r la acción de la brisa, el sol hará
que produzcan destellos com o si tuviesen
dim inutos espejos
Llévese un silbato cuando se a d e n tre en
que el sonido, sobre todo
zonas rem o tas en las que existe m uy
poca o ninguna contam inación sonora, recorre
grandes distancias. D ebe fo rm a r p a rte del
equipo de prim era linea (véanse p á g s 4 2 -4 3 )
y lo m ejor es llevarlo a ta d o al cuello
LLAM AR LA ATENCIÓN
DE LOS EQUIPOS DE RESCATE
S E Ñ A L IZ A R L A P E T IC IÓ N D E S O C O R R O
S E Ñ A L E S DE T IE R R A Y A IR E
Dos de las señales de socorro m ás conocidas son una pequeña estrella roja que
Puede improvisar señales de emergencia
se eleva en el cielo y una nube de humo naran ja Existen muchos tipos de bengalas
universales para que Lis vean los equipos
y cohetes d e señalización, desde los sencillos dispositivos manuales que disparan
de rescate que se desplacen por aire.
bengalas hasta kits especializados diseñados para atravesar d denso dosel de
la jungla. Las bengalas, habituales en los kits de supervivencia de aeronaves
L O G R A R Q U E LO V E A N
y balsas salvavidas, tam b ién se encuentran
Para liacer una señal de tierra y aire, utilice cualquier
a la venta en establecimientos especializados.
cosa que contraste con el suelo, como chalecos
salvavidas de color naranja, algas, ropa o piedras.
BENGALAS DE SEÑALIZACIÓN
■ Sea lo que sea lo que emplee, asegúrese de
que el mensaje sea grande y visible desde todas
La bengala de señalización cuenta en
uno de sus extrem os con una señal de
humo de color naranja para usar durante
S u /e tr la bengala
lo más a lta aue
pue da p a ro hacerla
el día. El o tro extrem o tiene una señal
/ruis visible
para uso nocturno (aunque también se
las direcciones.
■ Revise las señales con frecuencia.
■ Cuando proceda, utilice uno de los códigos de
emergencia que se muestran a continuación.
SOS o HELP escritos en letras grandes también
puede utilizar de día) Recuerde lo siguiente
llam arán la atención.
■ Siga las instrucciones que se indican
en el dispositivo.
V
■ Utilice guantes para protegerse
las manos.
■ Necesito asistencia médica
• El calor de una bengala puede dañar
una balsa salvavidas; m anténgala bien
N
separada de todo cuando la encienda.
■ No deseche las bengalas hasta haber
utilizado los dos extremos.
■ No/Negativo
■ S i/A fim w tiv o
E
E SP E JO P A R A H AC ER
SEÑ ALES
O
Un espejo señalizador, o « M ió g ra fo » cuenta
ligeram ente abrasiva. Puede
■ Avanzar en esta dirección
Pula la base de una lata
de bebida con una pasta
con una superficie brilLinte que refleja el sol
utilizar carbón y agua, pasta
y envía destellos a una distancia que supera
de dientes o incluso chocolate.
los 5 0 km (dependiendo de la potencia del
sol. d d tam año del espejo y de la limpieza
del aire). Incluso puede aprovechar la
Pula la base cóncava
sólo le llevar a un p a r
de m inutas
luz de la luna llen a M ediante Li interrupción
de los flashes puede enviar mensajes
en código morse.
IMPROVISAR UN ESPEJO
SEÑALIZADOR
Si no tiene un heliógrafo, use cualquier
objeto con una superficie brillante y reflectante,
como una bolsa con el interior metalizado,
un CD o el fondo de una la ta de bebida
Lo form a en Vte
ayuda a drrigtr la h u
©
Sujete la la ta delante
de usted con la base pulida
orientada hacia el sol.
■ D irija el flash de luz reflejada
hacia Li palm a de su otra m ano
para practicar el control de la luz.
'
¡CUIDADO!
No deslumbre a sus posibles
rescatadores con flashes continuos
i
■ A punte con la lata al rescatador
y envíe una señal, ya sea moviendo
la palm a de la m ano arrib a y abajo
Utifizar el espejo de señales de
para m tem im p ir el flash o dirigiendo
manera intermitente resulta más
el flash entre una «V» form ada
eficaz para llamar la atención.
con el pulgar y el resto de los dedos.
to
Sujete la ta a la a ltu ra
do los o/os p a ro ayudarse
a d trtg tr to toz
241
242
EN CASO DE EM ERGENCIA
ANIMALES SALVAJES
E N C O N T R A R S E EN A L A S K A en plena n a tu ra le z a y hallarse
de repente con heces recientes de oso es una experiencia q u e hace
que uno e n tie n d a de in m e d ia to que fo rm a p a rte de la cadena
A N IM A L E S C IM A R R O N E S
En todo el mundo existen animales que han
escapado de zoológicos, parques y contextos
a lim e n ta ria . ¿Qué hay que hacer p a ra p ro te g e rse ? ¿Será
domésticos, como cerdos, gatos, perros,
efica z o sólo p ro vo ca rá al a n im a l? P o r su e rte , los in s tin to s de
visones y muntíacos En muchos casos
se toman muy agresivos y parecen haber
supervivencia de los an im a le s salvajes son ta le s q u e la m ayoría
de ellos, sea cual sea su ta m a ñ o , e v ita n los e n fre n ta m ie n to s
con los hum anos (existen a lg u na s excepciones). N o o b sta n te ,
se defenderán a tacan d o si los provoca, los a co rra la o los sorprende,
perdido todo el miedo al enfrentamiento
con humanos. Trate de averiguar qué
animales cimarrones son comunes en la región
que vaya a visitar y evítelos en la medida
de k> posible.
sobre to d o si son jóvenes.
HIPO PÓ TA M O S
COCODRILOS
ELEFANTES
OSOS
GRANDES FELINOS
• Los osos pardos son más
• Los tigres son los felinos
• B hipopótamo ese!
altos y pesan más que
más grandes, los leones
poseen unas ores» más
los osos negros El oso
los siguen de cerca.
tercer aiwnal más grande
de África después del
grandes que tos indios
ycocodrios-
polar es el depredador
Todos tos grandes
elefante y del rroccronte
y son más agresivos.
i Pueden permanecer
más grande de la Tierra.
felinos tienen dientes
blanca
■ Pueden llegar a los 4 m
sumergidos más de un»
Todos lososos son muy
y garras afilados
i Pueden pesar más de
de altura y a pesar
hora, nadar a 32 km/h
fuertes y cuentan con
■Otros tonos petrosos
3 toneladas. Cuentan
más de 6 toneladas
y correr a 17 km/h
unas poderosas garras
son los pumas, las
con unos incisivos largos
Los osos pardos son más
panteras, tos leopardos
y muy afilados, asi como
i En este grupo se induyen
■ Los elefantes africanos
caimanes, gaviaies
en distancias cortas,
■ Alcanzan velocidades
i Viven en numerosas
de 40-18 km/h.
rápidos que V» humanos
y tos jaguares
con caninos parecidos
regiones subtropicales
i Viven en el hemisferio
i Viven en todos tos
a colmillos.
y tropicales.
norte y en determinados
continentes excepto
puntos de Sudamérica
en Australasia
i Busque señales de osos y
» Evite el contacto con
i No provoque a los
• Aléjese de aguas y onllas
■ Manténgase alejado de
consulte con tos lugareños
los grandes felinos. No es
hipopótamos. Muchos
los lugares frecuentados
donde vivan cocodrilos
por dónde se mueven.
probable que lo ataquen,
encuentros son el resultado
por elefantes (por ejemplo,
Esté atento en todo
■Guarde la comda y cocine
a menos que los provoque
de golpear con una canoa
los abrevaderos).
lejos del campamento
o que suponga una
amenaza para sus crías
obarcaaun tvpopótamo
parcialmente sumergido
manada, no se acerque setorc
alagua.vigdepnmero
la comida que no haya
■ Una excepción es el puma,
Casi todos tos ataques
todo «hay una cria cerca
la zona durante al menos
utilizado y la basura,
responsable de un número
de este animal son fatales
i Ente matorrales y ríos,
cada vez mayor de ataques
• Esté alerta en tos ríos
para refugiarse, como,
i No vaya dos veces al msmj
donde tos osos descansan
sin provocación previa
frecuentados por
por ejemplo, un vehículo,
lugar, ya que podrían estar
y se alimentan.
en zonas urbanas
hpopótamos
o una roca o un árbol,
esperándolo la proona vez
» Lleve un pato, un cuchillo
de Norteamérica
i No se sitúe entre un
antes de que lo neceute.
■Tenga a mano un arma
Mantenga fuera del alcance
momento
i Si necesita acercarse
■ Si se encuentra con una
30 nunutos.
■ Busque im luqar seguro
defensiva.
hipopótamo y el agua
II
■ Si se encuentra con un
■ Haga ruido para informar
■ Si se acerca un gran tono,
■ & se encuentra con un
■ Si un elefante se planta
al oso de su presencia
mírele a tosojos, grite y haga
hipopótamo, retroceda
delante de usted con
cocodrilo en berra, corra
■ Si ve un oso. permanezca
ruidos para confundirlo. Si
y busque otra ruta.
las orejas desplegadas,
■ Si un cocodrilo lo atrapa
tranquilo. Hágase ver
lo necesita, utilice un spray
■ Si un hipopótamo bosteza
haciendo ruido con la
es posible que lo suelte
lo más grande posible
(téose pág. vguenle).
ante usted, no es que tenga
trompa y dando golpes
levantando tos brazos
■ No le dé la espalda y edw
suelto, le está amenazando,
en el suela retroceda.
■ Si lo arrastra hasta el aguí,
enseñándole tos dientes,
Si lo hace, corra.
■ Si un elefante lo ataca,
dehéndase golpeándolo bap
tos colmillos y las
corra liaoa un lugar
la garganta con un cuchia
agazapeniseagache.Un
mandíbulas capaces
seguro (superior)
en los ojos, en tos orificios
y manténgase firme
humano en pie resulta una
■ Como último recursa hágase
nasales o en lavádula
■ S d oso ataca, hágase
presa menos atractiva que
de partr una canoa
por la mitad. Haga todo
el muerto y espere a que el
que tienen en la parte
d muerto o defiéndase
un animal a cuatro patas
lo posible por escapar
elefante p*rda el interés
posterior de la garganta
■ Camine lentamente hacia
acorrer.
atrás. No corra. Si el
■ Si un gran feknolove.no se
oso tasque, deténgase
A N IM A L E S S A L V A JE S
B contenido
det spray puede
LLE V E UN A R M A
Si va a viajar a una zona en la que son posibles los encuentros
con anim ales salvajes, lleve consigo un a r m a com o un cuchillo,
un palo grande o un spray disuasivo. Recuerde que la huida
Presione durante
a tie m p o es siem pre m ejor
que la confrontación.
S P R A Y D E P IM IE N T A
Un tipo de spray disuasivo
contiene dos ingredientes
de la pimienta: la capsaicina
y capsaicinoides. Lanza una
nube o un chorro que irrita
los ojos. El anim al norm alm ente
se retira, pero tenga cuidado
liasta que haya pasado el peligro.
E l spray de pim ienta
es a presión
IN V E S T IG U E
In vierta algún tiem po en investigar
1-------------------------------------r
TIBURONES
SERPIENTES
A N FIB IO S
la zona por la que va a viajar y
averigüe qué animales representan
■ Existen más de 450 especies
■ Menos del 15% de los
■ Muchas ranas, sapos
de tiburones, pero sólo
mis de 3.000 tipos
y salamandras secretan
algunas representan un
de serpientes venenosas
veneno a través de la piel
peligro para tos humanos:
se consideran peligrosas
La rana más venenosa que
el gran tiburón blanco, el
piara los humanos.
se conoce es la dardo dorada,
tfcurón toro y el tiburón
los mayores peligros. Descubra
todo lo que pueda sobre sus
hábitos y la m ejor manera
de evitar et contacto con ellos
queviveenSudamérici
■ Dependiendo de la
especie, el veneno afecta
■ Los anfibios habitan en
ID E N T IF IQ U E L A S S E Ñ A L E S
■ Casi todos los ataques tienen
a la sangre, al sistema
lugares donde el chma
Conozca los hábitos de las criaturas
bgar en aguas costeras de
nervioso o al corazón
es k) bastante cálido
peligrosas: ¿cuándo comen,
los trópicos y los subtrópicos,
■ Vrven en todo el mundo,
y húmedo como para
duerm en y beben? ¿Cuáles son
sobre todo en aguas turbias
excepto en los entornos
poder reproducirse
sus costumbres?
o agitadas por las olas.
muy fr ios.
tigre, por ejemplo
■ Aprenda a reconocer las señales
naturales que indican su presencia:
■ Ewte las aguas infestadas de
tiburones o aquellas en las
■ Lleve pantalones largos
y botas, y tápele el cuetla
■ Puede tocar ima rana o un
huellas; deposiciones; marcas
en el territorio, como vegetación
que se sepa que acuden
■ Mientrascamma. tantee
sapo venenosos y no
experimentar iwgún
a comer con frecuencia.
el suelo con un palo para
efecto, ya que d veneno
señales delatoras, como corteza
Pregunte a los lugareños
alertar a las serpoentes
sólo es eficaz si entra en ef
arrancada de los árboles, etc.
y hacer que lo eviten
organismo a través de una
■ Si hay troncos en el suelo,
herida ab*rta.delabocao
sobre los últimos
avtstamentos de tiburones
■ Lleve consigo un bastón o
una lanza que pueda utilizar
a modo de arma.
aplastada en la que el animal se
frota para dejar impregnado su olor
píselos: no pase por encima.
de los ojos. Si eso ocurre,
■ Observe si hay animales que
desaparecen de repente en un
abrevadero o si una jungla ruidosa
■ Por la nod»e. cuelgue las botas
busque ayuda de inmediato
de repente se queda en silencio
■ Pregunte a los lugareños
boca abajo con unos palos
si existen casos de ataques a
personas por parte de algún animal.
■ No meta las manos en
agujeros o grietas.
■ Averigüe el mejor modo de evitar
un ataque o de defenderse si no
tuviese otra opción (izquierda).
■ Si ve un tiburón permanezca
■ Si se encuentra con una
■ S el contacto con un anf it»
tranquilo y póngase a salvo.
mtente quedarse quieto
venenoso es inevitable,
■ Si se mueve hacia usted,
la mayoría de las serpientes
aléjese nadando svi hacer
se alejarán y es más probable
lávese de inmediato la zona
afectada Evite que el agua
Adoptar determinada postura
sumisa o evitar el contacto ocular
podrían suponer la diferencia
aspavientos, pero no
que ataquen a un objetivo
que utilice entre en contacto
entre la seguridad y el pelújro.
lo pierda de vista.
en movimiento.
con cortes o abrasiones
la vida y la muerte.
■ Si se precipita hacia usted
■ Si tiene un palo, colóquelo
■ Lávese bien las manos y no
golpéele en el hocico con
poco a poco en una posición
se meta los dedos en la boca
lo que tenga a mano
listo parausar.
n»se frote los ojos
■ Si lo atrapa, golpéele
■ Si una serpiente ataca,
con fuerza en los ojos
golpéela con fuerza
oen las agalas
en la cabeza.
243
244
EN CASO DE EM ERGENCIA
CASO REAL
SUPERVIVENCIA EXTREMA:
EN CONDICIONES FRÍAS
E R IC L E M A R Q U E , J U G A D O R DE H O C K E Y S O B R E H IE L O DE
se perdió en las montañas de la Sierra Nevada
californiana después de salirse de la pista mientras
practicaba sn
o
w
b
o
a
rcien el complejo de Mammoth
Mountain. A pesar de carecer de equipo y de no estar
preparado, su capacidad de improvisación le ayudó
a sobrevivir durante siete días.
34 añ o s ,
L e M a rq u e se e n c o n tra b a h a cie nd o snowboard solo, el viernes
de fe b re ro de 2 0 0 4 , en una p is ta no m a rc a d a de n ie ve p o lv o
v irg e n . Casi e ra la h o ra d e c e rr a r las p is ta s cu a n d o , al d e te n e rs e en un p u n to llano,
y co n una v is ib ilid a d d e s ó lo 3 m , se d io c u e n ta de q u e se h a b ía s a lid o de la p is ta .
L le va ba unos p a n ta lo n e s d e e sq u í y una c h a q u e ta s in a is la m ie n to , un re p r o d u c to r
de M P 3 , un te lé fo n o m ó v il co n la b a te ría a p u n to d e a g o ta rs e y c e rilla s h ú m e d a s.
No iba m u y p re p a ra d o p a ra a fr o n ta r una s itu a c ió n de e m e rg e n c ia , de m a n e ra q u e
e m p e zó a b u s c a r la p ista .
P e ro la m a la s u e rte q u is o q u e e lig ie ra la d ire c c ió n e q u iv o c a d a
y se a le ja ra d e l c o m p le jo d e p o rtiv o . A l d a rs e c u e n ta de
qu e le e sp e ra b a una n o ch e al raso, u tiliz ó la ta b la de snow
p a ra c a v a r u n a zanja, q u e fo r r ó c o n c o rte z a de un p in o p a ra
a isla rse de la nieve. In te n tó e n c e n d e r un fu e g o co n a g u ja s
de p in o y u n o s c u a n to s h ilo s de su ro p a , p e ro la s c e rilla s
e s ta b a n d e m a s ia d o h ú m e d a s. T a m b ié n c o m ió a g u ja s
«CON UNA
VISIBILID AD DE
SÓLO 3 M, SE DIO
CUENTA DE QUE
SE H ABÍA SALIDO
DE LA PISTA.»
y c o rte z a de pino.
En los c in c o d ía s s ig u ie n te s , se a d e n tró to d a v ía m á s en la n a tu ra le z a . Fue d e ja n d o pequeños
jiro n e s de su ro p a e in te n tó h a c e r señales co n la p a n ta lla a zu l de su M P 3 a los a v io n e s que lo
s o b re v o la ro n . P o r s u e rte p a ra L e M a rq u e . lo s re s c a ta d o re s v ie ro n las h u e lla s d e su ta b la y las
sig u ie ro n d u ra n te 2 4 horas. Lo e n c o n tra ro n el 13 de fe b re ro : a p e n a s c o n scie nte , deshidratado,
con h ip o te rm ia y d e s n u trid o (h a b ía p e rd id o 16 kg d e peso), c o n los p ie s c o n g e la d o s (m ás
ta rd e fu e p re c is o a m p u ta rle las d o s p ie rn a s p o r d e b a jo de las ro d illa s ). P e ro e s ta b a vivo.
SUPERVIVENCIA EXTREM A: EN CONDICIONES FRÍAS
QUÉ HACER
¿ESTA
e n
p e l ig r o
Póngase a salvo de
?
El f r ( o / e l v ie n t o / la h u m e d a d :
Si viaja en grupo, intente ayudar
a quien esté en peligro.
K
Sí
no
pueden provocarlo una hipotermia
rápidam ente.
L o s a n im a le s : evite la confrontación
y aléjese del peligro
A N A L IC E L A S IT U A C IO N
Véanse pogs 234-235
L a s le s io n e s : estabilice el problema
y aplique las medidas oportunas
do primeros auxilios.
¿ A L G U IE N S A B E Q U E V A A E S T A R
Si nadie sabe que fa lta o dónde
A U S E N TE O D Ó N D E SE E N C U E N TR A ?
Si se pierde, lo más probable es
se encuentra, tendrá que inform ar
a alguien de su difícil situación con
los medios de que disponga.
que salga un equipo de rescate
en su busca.
Sí
NO
¿ T IE N E A L G Ú N M E D IO
Si tiene un teléfono móvil o por
P A R A C O M U N IC A R S E ?
Se enfrenta a una situación límite
satélite, informe a alguien de su
por tiem po indefinido (hasta que
situación. Si ésta es lo bastante
lo localicen o encuentre ayuda)
NO
Si no puede sobrevivir donde se
S I
grave como para requerir un rescate
de emergencia y lleva una radiobaliza
personal, debería tener en cuenta
esta opción.
¿ P U E D E S O B R E V IV IR E N E L
encuentra y no hay razones físicas
LU G AR DO NDE SE E N C U E N TR A ?'
para quedarse donde está, tendrá
que trasladarse a un lugar que
le ofrezca m ás posibilidades de
)cúpese de los principios básicos de
Sí
NO
supervivencia: protección, ubicación,
supervivencia, rescate o ambas
agua y comida.
cosas.
S----------------------
Sí
■ Tome una decisión fundada sobre
T E N D R A QUE
D E B E R IA
T R A S LA D A R SE**
QUEDARSE**
J
l _______________
\ _______________
Sí
■ Elija un lugar adecuado para
el refugio, lejos de los peligros.
el mejor luQar para trasladarse.
■ M anténgase hidratado envolviendo
un poco de nieve en una prenda
de ropa húmeda y chupándola
a medida que se vaya
fundiendo (pero sólo si está
caminando o trabajando
y genera calor).
-------------------- >
NO
■ Improvise un bastón, que
■ Infravalore la necesidad de
agua sólo porque haga frío:
le servirá para com probar
la profundidad y la calidad
tiene ta n ta s probabilidades
de deshidratarse en un
de la nieve, así como en
entorno frío como en uno
las bajadas inesperadas.
caliente.
■ Compruebe con regularidad
■ Camine sobre nieve virgen
si presenta señales de
resulta agotador. M ejor
congelamiento e hipotermia.
improvise un par de raquetas
de nieve.
■ Tenga a mano las ayudas
de localización cuando esté
en movimiento y distribuyalas
■ Duerm a directam ente en
el suelo. Busque un refugio
cuando se detenga
y com pruebe prim ero si
■ Protéjase todas las
extremidades de los
existen peligros naturales
elementos.
(avalanchas, por ejemplo).
Construyalo lo bastante grande
como para poder guardar el equipo.
Incorpore una pila fría y una
r
plataform a para dormir
NO
■ Utilice el calor del cuerpo
para fundir nieve, ya que
más a lta que la pila.
■ Guarde las herramientas
de corte y para cavar en
el refugio por si una nevada
tem peratura corporal y
puede sufrir una hipotermia.
muy intensa o una avalancha
le obligan a excavar
la salida.
■ Sople en las manos frías:
el aliento contiene humedad.
que al enfrirase se lleva
■ M arque la entrada
al refugio para encontrarla
fácilmente.
el calor de las manos.
■ Mantenga una hoguera
encendida para fundir
de ese modo bajará la
■ Se siente o se tumbe
directam ente sobre el suelo
nieve y calentarse.
frío. Utilice cualquier cosa
■ Prepare todas las ayudas
que tenga a mano para
improvisar una plataform a
de localización para poder
utilizarlas de inmediato
donde sentarse o dorm ir
s_______________________________<
• Si no purde sobrevrvr en el lugar donde se encuentra, pero tampoco puede m o v rrv porque
se ha hecho dato o por cuatguvr otro motivo, debe hacer todo lo posible para atraer a los
«quipos de rescato
~ Si su v tu x jó n cambia (por ejemplo, se «trastada» para buscar ayuda y encuentra uisa
ción adecuada para quedarse y sctorovmr). consulte los cu.vdro% de «Si» y «No»
245
246
EN CASO DE EM ERGENCIA
PELIGROS AMBIENTALES
A L G U N A S P A R T E S D E L M U N D O tienen fa m a de e x p e rim e n ta r
cam bios repe n tin o s o e x tre m o s en las condiciones c lim a to ló g ic a s
CON SEJO S DE S E N T ID O C O M U N
Es evidente que ninguna guia lo protegerá de todos
y peligros a m b ie n ta le s im p re visib le s que pueden ca u s a r e stra g o s
e n tre la población general, no sólo e n tre los viajeros. A n te s
de p a rtir, asegúrese de que conoce los p eligros potenciales de
la zona que va a v is ita r y p re p á rese p o r si acaso.
los peligros ambientales, pero existen algunos
consejos de sentido común que le convendría tener
en cuenta cuando se adentre en la naturaleza:
■ Consulte en Internet o en las estaciones de radio
locales las condiciones climáticas dominantes
en su destino en la época que lo vaya a visitar.
■ Averigüe si va a viajar en una estación
ESTAR PREPARADO
especialmente arriesgada en lo que respecta al tiempo.
■ Lleve un kit de supervivencia de emergencia
Muchos peligros am bientales, desde avalanchas y volcanes hasta incendios,
tom ados y huracanes, pueden ponerle d e rep en te en una situación d e em ergencia.
Aunque nunca se puede e sta r seguro de huir d e los excesos a los que la naturaleza
{véanse págs. 58-59).
■ Aprenda las técnicas de supervivencia más
importantes antes de partir.
es capaz de som etem os, si puede al menos prepararse. Una com binación del equipo
■ No se enfrente a la naturaleza, ya que ésta
adecuado, conocimientos sobre el lugar y técnicas d e evasión hará que no tenga
rara vez pierde.
que encontrarse en una situación e xtrem a lamentándose.
s
J
S O B R E V IV IR A U N A A V A L A N C H A
E Q U IP O P A R A Z O N A S
Siem pre existe el riesgo de avalancha en las laderas donde no d a el sol en invierno,
CON A V A L A N C H A S
cuando una cap a reciente y pesada d e nieve se asienta sobre o tra m ás débil. Una
Antes de poner rum bo a las montañas,
avalancha puede desencadenarse debido a un ruido intenso, a un tem blor de tierra
averigüe si hay probabilidades de que
se produzcan avalanchas (derecha).
■ Lleve una pala con el m ango regulable
o a l m ovim iento d e los esquiadores. A pren da las seriales d e advertencia, lleve
el equipo adecuado y practique los pasos d e em ergencia p o r si se ve atrapado.
para mover la nieve y una sonda para
com probar su profundidad.
D IS T IN G U IR L A S S E Ñ A L E S
E M P R E N D E R U N A A C C IÓ N
■ Lleve algunas ayudas de localización
en los bolsillos por si pierde la mochila.
■ Lleve también un transceptor de
D E A D V E R T E N C IA
D E E V A S IÓ N
Cuando cruce m ontarias, colinas y valles
nevados, busque seriales que avisen
d e una posible avalancha:
Si ve o escucha una avalancha, y cree que
podía cruzarse en su cam ino, emprenda
una acción de evasión de inmediato:
■ Laderas convexas a un ángulo de entre
3 0 ° y 4 5 °.
por si se queda a tra p a d o en la nieve.
avalanclws: cuando se activa, su señal puede
ser detectada por los equipos de rescate
E l tron scepto r
em ite uno señal
■ Laderas sin árboles ni rocas.
■ In ten te ponerse a cu b ierto (por
■ Nieve seca y suelta que no se asienta.
ejemplo, bajo una roca que sobresalga;
■ Nieve blanda, reciente, con m ás de
3 0 cin de profundidad.
véase inferior).
■ Nieve que suena hueca.
o bolitas.
a un lugar para ponerse a cubierto,
tr a te de esquivar la avalancha esquiando
en ángulo rec to con respecto a su ruta
■ Nieve que cae a m ás de 2 .5 t m por hora.
potencial..
■ Nieve que cae en form a de cristales
PALA CON MANCO
REGULABLE
TRANSCEPTOR
DE AVALANCHAS
cuerpo hueco
■ A ctive el tran sceptor de avalanchas
■ Si no encuentra o no llega a tiempo
•
PELIGROS AMBIENTALES
T E R R E N O P E L IG R O S O
C u a lq u ie r tip o d e co n d icio n e s lo cale s pu eden re s u lta r p e lig rosa s
.
'
si i » se a c tú a co n pru d e n cia . A tra v e s a r u n te rre n o p a n ta n o so
’í óiógM t^boco
uiiM/otm >'Vr.
■pul
'extremniníic-'.
siem pre re su lta a rrie sg a d o , ya qu e el suelo puede ced er de repente
y d e s c u b rir d e m a sia d o ta rd e que se e n cu e n tra en u n a ciéna ga
o. lo qu e es p e o r, en a renas m o ve d iza s
Pama o
p o n e la rgo
C IÉ N A G A S
Las ciéna gas d e a g u a du lce se e n cu e n tra n en zonas bajas
t i (om pO iltm x «o
to ortila. te o y tn h a
in te rio re s y p o r d e bajo co n tie n e n m asas de veg etación espinosa,
juncos y hie rb a s.T a m b ié n pu eden a lb e rg a r an im ales peligrosos,
com o c o c o d rilo s y se rp ie n te s Las ag uas pu eden ser fé tid a s
y los m o s q u ito s, que pro vo ca n la m a la ria , suelen e s ta r presentes.
M overse en una ciénaga re s u lta d ifíc il: en un m o m e n to puede
e s ta r en te rre n o s ó lid o y. a co n tin u a ció n , lle g a rle e l aqua h a sta
el pecho. C uando sea posible, in te n te c o n s tru ir una balsa o algún
tip o de ayu da de flo ta c ió n p a ra a tra v e s a r la zona. U tilic e las
vías de agua p a ra lle g a r h a sta ag uas a b ie rta s , d o n d e te n d rá
A R E N A S M O V E D IZ A S
Si cae en a renas m ovedizas, in te n te po nerse boca a rrib a con
las e x tre m id a d e s e s tira d a s p a ra r e p a r tir el peso del cuerpo
y tr a te de lle g a r a la o rilla na dand o co n las m anos. No se resista,
más o p o rtu n id a d e s de ser lo ca liza d o p o r los equipos d e re sca te
p o rq u e se h u n d irá antes. SI n o va solo, su c om pañe ro tiene
que c o lo c a rs e en te rre n o firm e y tir a r de uste d con la ayuda
o de e n c o n tra r el c a m in o de v u e lta a la civiliza ció n .
d e un po ste, una c ue rda o una ram a.
V
E S C A P A R D E U N A E R U P C IÓ N
V O L C Á N IC A
A v e rig ü e si e x is te algún volcán a c tiv o en la
re g ió n qu e va a v is ita r. Si lo hay y su erupción
es inm in ente , salga de la zona de inm ediato,
ya que v e rte rá ríos d e lava y p roducirá
enorm es c a n tid a d e s d e cenizas, gases tóxicos,
desechos y lorio. Si se e n cu e n tra atra p a d o
en una e rupción
■ Tenga c uida do si conduce hacia un lugar
seguro, ya que las cenizas y el b a rro hacen
que la c a rre te ra re sulte resbaladiza.
■ R efugíese p a ra e v ita r los desechos al vuelo,
los gases c a lie n te s y las nubes a s fix ia n te s de
cenizas El dióxido de azufre de las cencas obtura
los p u lm one s y. c u a n d o se m ezcla con lluvia
y fo rm a ácid o su lfú ric o , a b rasa la piel
■ Si se ve a tra p a d o en una nube de cenizas,
táp ese la c a ra co n un tra p o húm edo (o u tilice
ESCAPAR DE U N A A V A L A N C H A
una m áscara). Lávese la piel después.
Si no puede e m p re n d e r una acció n d e evasión y se e n cu e n tra debajo
de una a va la ncha qu e avanza sin po sib ilid a d e s de escapar, tra te de
S O B R E V IV IR A U N T E R R E M O T O
conservar la c a lm a y re cu e rd e los sig u ie n te s consejos:
■ S uelte los c ie rre s d e los esquíes y qu ítese los b a sto n e s d e las
A verigüe si existen probabilidades de terrem otos
en la re gión que va a visita r. Si percibe que
muñecas Cuélguese la m o ch ila en u n h o m b ro , au nque es m e jo r de ja rla
un te rre m o to se acerca:
que a rrie s g a rs e a d islo ca rse un hom bro.
■ Sitúese en terren o abierto, lejos de estructuras
■ Si la nieve lo alcanza, «nade» con la « co rrie n te » (s u p e rio r) pa ra
o de árboles que puedan caer sobre usted
crear un g ra n espacio a su a lre d e d o r a n tes d e que la nieve se com pacte
y túm bese en el suelo.
y se en durezca. U tilic e las m anos o una p a la p a ra re tir a r la nieve
■ Perm anezca a s i hasta que cesen tas réplicas
alrededor de la cab eza y c re a r un esp acio que le p e rm ita re spirar.
y los tem blores.
ya que es h a b itu a l que las v íc tim a s se a s fix ie n a n te s do congelarse.
■ Si se ha lla en un edificio, vaya a la planta
■ Si no sabe d ó n d e e stá la p a rte superior, deje esca p a r unas g o ta s
de saliva p a ra sa b e r dónde e stá la p a rte in fe rio r. Cave en la d ire cció n
ba ja y quédese ju n to a una pared o de lw jo
opuesta.
de una mesa resistente. Si tiene tiempo,
cie rre la llave del gas
■ Salga co n ra p id e z, ya que el tie m p o es v ita l, y g r ite cua ndo oiga
■ Si está en un vehículo, deténqase pero
a sus posibles re sca ta d o re s p a ra lla m a r su a te nción
quédese de ntro .
247
248
EN CA SO OE EMERGENCIA
S O B R E V IV IR A U N IN C E N D IO
EN E L B O S Q U E
Cuando la vegetación def suelo e stá m uy seca, la m ás m ínim a
chispa puede desencadenar un incendio descontrolado.
Un incendio en un bosque puede e sta r provocado por un rayo,
por un trozo de vidrio en el que inciden los rayos del sol, por
un cigarrillo o por una chispa d e la tioguera d e un cam pam ento
CLIMA EXTREMO
Los vientos huracanados y las lluvias torrenciales
se producen en todo el mundo. Desde tornados y
ciclones hasta torm entas tropicales, como huracanes
y tifones, estos patrones clim atológicos extremos
provocan enormes daños y suponen una amenaza.
Los incendios producen un calor intenso, un hum o espeso
y gases tóxicos, y absorben todo el oxigeno disponible en el aire,
por lo que resulta imposible respirar.
E V IT A R H U R A C A N E S Y T O R N A D O S
Las previsiones m eteorológicas pueden predecir la dirección
y la ru ta aproxim ada do los huracanes inminentes, y los
LA S SEÑ A LE S DE A L A R M A
servicios locales de em ergencia ofrecen consejos e n función
Si va a viajar a un lugar en el que los incendios forestales
d e la intensidad prevista. Si está planificando un viaje a una
representan un peligro, infórmese a través de la rad io local si
zona en la que se producen huracanes y tom ados, consulte
las condiciones son propicias para que se declare uno. Si e n tra
en un bosque, asegúrese de llevar un teléfono m óvil o algún medio
electrónico de localización, e inform e a o tra s personas de su ruta
y su destino Las siguientes señales de alarm a podrían ayudarle
las previsiones a largo plazo y prepárese para cancelar
o c am b iar los planes en caso necesario (si se ve a trapado
en terreno abierto, las posibilidades de supervivencia son muy
a ganar tiem po antes de que el fuego se le eche encima:
lim itadas). Si va a e sta r en plena naturaleza en una «estación
■ Probablemente, olerá el fuego y escuchará cóm o c repita antes
de verlo. Si huele a quem ado y observa que los animales están
de torm entas», llévese una radio (de pilas o solar), escuche
cada vez más nerviosos, el fuego podría e sta r acercándose.
■ El humo le ayudará a determ inar a qué distancia se encuentra el
fuego, y su dirección le indicará qué tum bo tiene el viento.
los partes y esté preparado para regresar a la civilización.
S i su casa se encuentra en una zona d e to m a d o s o huracanes,
siga las recom endaciones de los servicios locales, aunque
lo m ás im p o rta n te es prepararse para no encontrarse atrapado
H u ta de avance
d e l vórtice d e l
Si el viento sopla hacia el fuego, m uévase hacia el viento. Si. en
cambio, sopla desde detrás, podría encontrarse en un grave peliqro
porque el fuego avanzará m uy rápido.
■ Intente encontrar un río. un lago, un cam ino o una discontinuidad
natural en el bosque Quédese allí hasta que lo rescaten.
■ No suba a un terreno elevada el fuego avanza m ontaña arriba.
■ Muchos incendios forestales se expenden en un fren te ancho,
por lo que no siempre es posible evitar el fuego dando un rodeo.
■ Si el fuego e stá a punto de a tra p a rlo y el fren te está
fragm entado, la m ejor solución es atravesar las llamas corriendo
quítese las prendas de m ateriales artificiales, tápese todo lo que
pueda y zambúllase en agua si puede. Respire hondo, póngase un
trapo húmedo sobre la boca y la nariz, escoja un punto en el que
la pared de llantas sea menos intensa y corra hasta atravesarla.
■ Si se encuentra en un vehículo, quédese dentro. A párquelo
lo más lejos posible de los árboles, apague el motor, cierre
las ventanas, túm bese en el suelo y tápese si puede.
■ Si es imposible escapar, intente cavar un hoyo y enterrarse
en el suelo Humedezca toda la ropa y baje todo lo que pueda
Sj no
(Hiede
e v ita r
tornada, m tent
resguardeirse en una
i'
PELIGROS AMBIENTALES
P R E P Á R E S E P A R A L A E V A C U A C IÓ N
La llegada de un huracán o un tornado hace que encontrarse
en la propia casa de uno se convierta en toda una situación
de riesgo. Las siguientes recomendaciones le ayudarán a prepararse
S O B R E V IV IR A U N A T O R M E N T A
E L É C T R IC A
para la evacuación:
■ Asegure todo lo que esté en el e xterio r que podría salir volando y
provocar daños (po r ejemplo, cubos de basura y mobiliario de jardín).
Cuando el aire caliente se eleva y se encuentra con aire más
■ Prepare un plan de evacuación (si tiene mascotas, incluyalas).
chispas entre las gotitas de agua de las nubes, tras lo
Decida dónde irá y establezca varias rutas por si se encuentra
con alguna c arre tera intransitable. Llene el depósito del vehículo
cual se form an rayos que tom an la ru ta m ás corta hasta
en cuanto tenga noticias de que se acerca un huracán.
■ Prepare un equipo de supervivencia en caso de huracán que
contenga lo necesario para un período de 7 2 horas. Incluya agua
potable, una muda de ropa, alim entos no perecederos, sacos
de dormir, una radio, linternas y números de contacto de la familia
frío, puede form arse una to rm e n ta La electricidad produce
el sudo. Los siguientes consejos le ayudarán a evitar
los rayos o a m inim izar los efectos si le alcanza uno:
■ Procure que la torm en ta no le sorprenda en cam po abierto;
^
busque re fu g ia pero n o t a je u u lr b o l
solitario: cuando un rayo alcanza
C0d0i c w i / w
■ Proteja su casa instalando tablones en todas las puertas
a un árbol, su base suelta una
, oí c u e r p o . obajo
y ventanas. C ierre las llaves del agua, el gas y la electricidad.
enorm e descarga.
S I D E C ID E Q U E D A R S E
sr no tiene otra posibilidad
En caso de que decida quedarse, tam bién debe seguir las
de protección, ya que actúa
recomendaciones anteriores A medida que la torm enta
se acerque, vaya trasladando a su fam ilia ju nio con las provisiones
com o una jaula de Faraday
y de los servicios de emergencias.
cwHo ,WIU
■ Quédese en el vehículo
a un refugio subterráneo o a una habitación sin ventanas.
■ Escuche las noticias en la radio y siga las recomendaciones
(un recinto cerrado que evita
la entrad a o la salida de un
de tos servicios de em ergencia.
cam po electrom agnético)
■ No salga hasta que se indique que el peligro ha pasado.
■ Si se ve atrapado en cam pad
-s
záu rodillas
abierto, encójase todo lo que
P R O T E G E R S E A L A I R E L IB R E
pueda y lim ite al m áxim o el
Si cree que está o podría e sta r en la ru ta de un tornado o un huracán,
haga todo lo posible por salir de ahí. Tome una dirección en ángulo
espacio que ocu[M. No se tum be
recto con respecto a la trayectoria del fenómeno meteorológico.
>ta conduciendo pero i
eirO írpasosuB terraneo. SálgáTTél vehículo y'Toíoquese $ u u v ^
posición segura dentro del paso subterráneo Si e stá en campo
abierto, protéjase en un lugar contrario al viento con el fin de
evitar que
vehículo se convierta en un peligro para usted.
■ Si e stá en cam po abierto, diríjase al terreno m ás bajo y busque
refugiarse, o bien escóndase
ni se quede de pie: póngase en cuclillas.
S O B R E V IV IR A U N A R IA D A
U na descarga repentina de lluvia no siem pre desaparece
ráp idam ente, sino que en algunos casos fluye de manera
descontrolada sobre la superficie en torrentes y provoca
riadas. Tierra, animales, vegetación e incluso edificios
pueden verse arrastrados en cuestión d e segundos.
Adem ás, pueden producirse corrim ientos de tierras
y los ríos en algunos casos se desbordan. Los siguientes
consejos le ayudarán en caso d e ria d a
■ Si se encuentra en el interior de un edificio, diríjase a las
plantas superiores y llévese todos los objetos esenciales
que pueda: ropa de c a m a com ida y cerillas. A menos que
el edificio esté en peligro, quédese a h í hasta que las aguas
retrocedan o hasta que lo rescaten.
Túmbese boca abafo
con las memos detrás
de la caben
■ Si se encuentra al aire libre, diríjase a un lugar elevado
■ Nunca intente atravesar el agua caminando o en vehículo.
■ Filtre y hierva el agua para beber, ya que la red de aguas
podría haberse contam inado. Como alternativa, recoja agua
de lluvia para beber.
H U IR DE U N A T O R M E N T A DE A R E N A
Si ve que se acerca una to rm en ta de arena, calcule la
dirección que va a to m a r y busque un lugar seguro para
refugiarse (por ejemplo, detrás d e unas rocas) Póngase
de espaldas a la dirección d(H viento y tápese todo lo
que pueda, en especial la cabeza, el rostro y el cuello.
250
EN CASO DE EMERGENCIA
SOBREVIVIR EN EL MAR
P O S IB L E M E N T E , EL M A R ES EL EN TO R N O M Á S DURO
en una situación lím ite d e b ido a va ria s razones posibles,
----------------------------------------------- v
PREPARESE
Si se adentra en mar abierto, debería contemplar
com o el m al tiem po, un incendio, un fa llo m ecánico
el peor de los escenarios y. en consecuencia.
o una colisión. A pesar de to d o , e xiste n m u ch a s recom endaciones
prepararse.
útiles y un equipo diseñado p a ra p ro te g e rlo .
TRAJE DE Y CHALECO SUPERVIVENCIA
C O N O Z C A S U E M B A R C A C IÓ N
1
Sea cual sea el tam año de la embarcación,
|
El traje de supervivencia está diseñado para mantenerle caliente y seco en
condiciones extremas y con mala mar. El clialeco salvavidas lo mantendrá
a flote, con la cabeza fuera del agua, aunque esté inconsciente.
averigüe todo cuanto pueda sobre lo que tiene
P R O T E C C IÓ N
que liacer si surge un problem a im portante que
L u r a c tiv a d a p o r e t m a r
to obligue a abandonar el barco. L is siguientes
indicaciones son genéricas y podrían no servir
I
para todas tas situaciones o todos los tipos
Los trajes de supervivencia
Capucho de neoprem
y los chalecos salvavidas
Los fron /as reflectantes
de lo capucha aumenta
to visibilidad
están equipados
de embarcación.
elem entos de protección para
ayudarle a sobrevivir en el m ar.
G R A N D E S E M B A R C A C IO N E S
Capucha y visor transparente
DE P A S A J E R O S
Si es un pasajero de un barco grande, como
¡
un ferry o un transatlántico, asegúrese
de conocer los protocolos de seguridad.
i
Chaleco sálvamelos
de a lto visibilidad
Válvula para
volver a inflar
e l chaleco
salvavidas
■ Asista a los simulacros de emergencias.
■ Averigüe qué alarm a indica incendio,
colisión y «abandonar el barco».
Los bandas
reflectantes
ocupan
■ Averigüe dónde están los chalecos
salvavidas y cómo se utilizan.
■ Aprenda cuáles son las vías de escape
• Sitúe los puntos donde se encuentran las
i
balsas salvavidas y averigüe cómo se procede
en caso de emergencia.
i
I
■ Si le acompañan niños o personas con
necesidades especiales, asegúrese de que puede
conducirlos hasta la cubierta y proporcionarles
I
I
el equipo de supervivencia adecuado
E
unluqor
destacado
en e l chaleco
salvavidas
S ilba to
de plá s tic o
A rnés del
chaleco
Cremallera
estanca
de a rro s tre
M O C H IL A PARA
P ufos
estoncos
E M ER G E N C IA S
E M B A R C A C IO N E S P E Q U E Ñ A S
En este grupo se incluyen yates, barcas, canoas
|
y kayaks. Los miembros de la tripulación tienen
I
que acordar un plan de acción de em ergencia
y delegar responsabilidades.
■ Conozca dónde se guarda el equipo
de emergencia y cómo funciona.
• Si la embarcación cuenta con una radiobaliza
de indicación de posición ( véase pág.2 3 6 ).
La mochila deberá llevar.
■ Agua de emergencia
■ Kit de primeros auxilios
j
(véose pág. 260)
■ Radiobaliza (véose pág. 237)
■ GPS manual (véose pág. 75)
¡
E l tra /e de
supervivencia
es de un m aterial
m uy visible
■ Radio VHP
■ Teléfono móvil o Iridium
asegúrese de que todo el mundo sepa dónde
está y cómo funciona. Las que se activan
■ Bengalas y cohetes
■ Bomba de ósmosis inversa
autom áticam ente se liberan desde una
abrazadera a una profundidad en el agua
(véose pág. 197)
de 1-3 m. suben hasta la superficie y transmiten.
■ Lata de supervivencia
■ Asegúrese de que la radiobaliza ha sido
registrada para que.una vez d e tectada la
señal, los equipos do rescate sepan a quién
I
pertenece
■ Tenga a mano una mochila (véase cuadro,
derecha).
|
(véanse págs. 60-61)
■ Destilador solar [véosc pág.
I
siguiente)
s ____________________ /
Cincha p o ro
e v ita r que el ave
atra pado se eleve
p o r t o piern a
cuando se esté
en e l aguo
SOBREVIVIR EN EL MAR
251
B A L S A IN D IV ID U A L
T IP O S DE B A L S A S A L V A V ID A S
Sólo alberga a una persona. Se puede inflar
Las balsas individuales o colectivas son similares en cuanto a diseño
con dióxido de carbono, con una bomba manual,
y ayudas de localización. A dem ás de albergar a más personas.
o con la boca.
las colectivas incluyen mayores cantidades de agua dulce y m ás pastillas
contra el m arco, por ejemplo.
Luz de
B A L S A C O L E C T IV A
El capote
Muchas embarcaciones llevan
Visor transparente que
Instrucciones de evita que se maje lo cara
supervivencia
Color de olta
nubilidad
balsas salvavidas para varias
personas en una m aleta
o un recipiente duro. Pueden
albergar a entre 4 y 2 5
personas, y son abiertas
o cerradas. Hay balsas
Los bolsas de oquo
ayudan a estabilizar
/abolsa
más grandes que incluyen
radiobalizas (vítase
pág. 2 36 ). remos y
un destilador solar
Et color de alto
visibilidad es para
facilitar lo locobzodbn
(inferior).
Colector de ogao
£7 equipo de emergencia
incluye un fuette poro inflar
et suelo y el capote: y un
k it para teporor agujeros
dettu vio
Asos p a ro • osociorsecon otros balsos o para
que k n softer vivientes
se agarren w no hay
espacio en la balsa
Válvula para regular
el aire de lo bolsa
si hace color
El suelo hiflable
protege contra
e l frió del agua
Los bolsos de ogua
ayudan a estabilizar
lo bolsa
Plataforma pora
subir a bordo
Cabos p ora a t a r _____________
los embarcaciones
de rescate Cabo poro
Escala para subir
abo rdo
e l ancla de
copa (inferior)
de copa
A N C L A DE C A P A
D E S T IL A D O R S O L A R
Es un instrum ento ligero, com pacto y fácil d e usar que perm ite
El ancla de capa es una pieza básica del equipo porque ayuda
obtener agua potable a p a rtir de la del m a r El c alor del sol evapora
a reducir la deriva y mantiene la balsa estable y en condiciones
el agua salada en el interior del destilador. La condensación de
de navegar, sobre todo en aguas difíciles.
las paredes se recoge en un canal alrededor det borde y se canaliza
hasta un depósito. Según las condiciones dominantes y del sol.
E S T A B IL I Z A R U N A B A L S A
un destilador solar puede producir 2 litros de agua dulce al día
El ancla de capa impide que
E l aguo de mar
se condensa en el
interior y gotea
p o r las paredes
£1 ogua de mor
s e n x tp o ra ___
Et porocaidas se abre
cuonoe la bolso avanzo
la balsa se vuelque creando
un efecto de arrastre.
El cano! recoge
las gotas de
ogua (¡estilada
■ El ancla puede colocar a la
balsa a favor del viento o a 9 0 °
con respecto al viento
■ Ayuda a m antener la balsa
cerca del lugar donde se
encuentra la embarcación
abandonada, lo que incrementa
las probabilidades de rescate
El estabih/odor
m antiene el
Incluso en una corriente de
2 nudos, una balsa salvavidas
destilador en
puede derivar 8 0 km al día.
Cobo fíirrtt
Ei por acardos ■
e llena de agua
252
EN CASO DE EMERGENCIA
ABANDONAR EL BARCO
A m enos que la em b a rca ció n re p re se nte un p e lig ro inm inente,
no la abandone h a sta que sea del to d o necesario. In clu so una
em barcación seriam e n te dañada puede b rin d a rle p ro te cció n
fre n te a los elem entos, equipo co m o ra d io s y bengalas,
y provisiones com o agua y com ida. A dem ás, es un o b je tivo
m uy visible para los equipos de socorro.
rA N TE S DE A B A N D O N A R EL BARCO
Cuando las circunstancias lo permitan, no
abandone el barco hasta que sea necesario.
Envíe una señal de Mayday con su nombre,
posición, número de miembros del grupo, y
condición física. Y tome las siguientes medidas:
■ Active la EPIRB 4 0 6 (véase pág. 236).
■ Asegúrese de que todos van vestidos por
capas y cuentan con un traje de supervivencia
LO S P E L IG R O S Q U E A G U A R D A N
y un chaleco salvavidas (véose pág. 250).
Cuando decida abandonar el barco, se e n fren tará a los siguientes peligros. Si se
■ Compruebe que las balsas salvavidas
ha preparado correctam ente antes de salir al m ar, podrá sortearlos (a l menos
están listas para usar.
la m ayoría) con éxito.
■ Tome la mochila para casos de emergencia
■ H ipoterm ia provocada por una vestim enta inadecuada y por la exposición
(véase pág 250)
a la humedad, el viento y la lluvia.
■ Prepárese para pasar los bidones de agua
■ Ahogam iento por no llevar chaleco salvavidas.
a las balsas salvavidas.
■ Deshidratación debido a la falta de agua o por una lesión.
i Llene de agua los recipientes vacíos que tenga
i Reúna toda la comida que pueda.
■ Desnutrición debido a la fa lta d e comida.
» Shock térm ico (vóose pág. 2 5 4 ) debido a la inmersión repentina en agua fría.
S U B IR A L A B A L S A
S A L V A V ID A S
Si tiene que abandonar el barco. Iiag a cuanto
esté en sus manos por lanzar todas las balsas
salvavidas disponibles. Incluso la que no se utilice
servirá para facilitar la ta re a de los equipos de
rescate. Además, contienen provisiones adicionales
de agua, bengalas y otros elem entos útiles.
■ M ucltas balsas salvavidas cuentan con una
am arra para a ta r la balsa a la embarcación
y asegurarse de que no se la lleve el viento
cuando se lance y se infle.
■ Si el barco se hunde, la am arra cuenta
con un punto débil que se rom pe por la presión
(también puede cortarlo).
E V IT A R LA H IP O T E R M IA
El hecho de mojarse reduce de forma muy
considerable las posibilidades de mantenerse
con vida. A 5 *C, una persona vestida de manera
normal sólo tiene el 5 0 % de posibilidades
de sobrevivir durante una hora. Se tienen seis
veces más probabilidades de seguir con vida
si se llevan prendas que protejan.
■ Suba con cuidado a la balsa para no mojarse.
■ Lleve varias capas de ropa para atrapar el aire.
O
Incluso las capas húmedas retienen algo de calor
en el cuerpo. No olvide la cabeza, manos y pies.
en el agua, llágalo sin saltar
■ Lleve un traje de supervivencia (véase pág. 250).
i
Desplácese d e m anera lenta y segura hacia la balsa, evitando el agua
e intentando perm anecer lo m ás seco posible. Si tiene que e n trar
->
■ Lea las instrucciones en el in terio r d e la balsa. Siga las recomendaciones
de «Acciones inm ediatas» (véase cuadro superior, pág. siguiente).
SOBREVIVIR EN EL MAR
A C C IO N E S P O S T E R IO R E S
EN L A B A L S A
■ Designar a un líder con experiencia.
Cuando haya superado el com plicado procedim iento d e abandonar el barco y subir
■ Averiguar quién posee habilidades útiles
(po r ejemplo, conocimientos de primeros
a la b a ls a tendrá que llevar a cabo varias acciones ordenadas según su prioridad
inmediatas, secundarias y posteriores.
auxilios y de supervivencia en el mar).
■ Pida a todo el mundo que busque objetos
A C C IO N E S IN M E D I A T A S
A C C IO N E S S E C U N D A R IA S
puntiagudos que pudieran daAar la balsa y
■ In fla r el suelo de la balsa con el fuelle
■ Tratar a los heridos
todo aquello que pudiera tener una utilidad
mientras pasa lista al grupo para comprobar
■ Tomar pastillas antim areo.
si falta algún miembro.
■ Si la embarcación continúa a flote,
■ Designar a un vigía.
práctica para la supervivencia.
■ Averigüen de qué ayudas de supervivencia
mantenga la balsa a ta d a a ella m ediante
la am arra. Una persona debería estar
disponen. Preparen las ayudas de localización
■ Juntar las balsas salvavidas
■ E n tra r en calor.
(véase pág. 2 3 6 ) y enseñe a lodo el mundo
cómo funcionan.
■ Establezca una rutina y un sistema de
al tanto para c o rta rla si la embarcación
empieza a hundirse.
\
vigilancia para el interior y el exterior
■ Cuando la balsa se haya separado de la
¡CUIDADO!
embarcación, despliegue el ancla de capa
In to sep ág 251).
Nunca beba agua de mar. porque
■ Elijan a un miembro del qrupo para realizar
■ Si las condiciones m eteorológicas son
adversas, cierre las entradas de la balsa
la sal que contiene aumenta la
las reparaciones, otro que se ocupe de las
raciones y otro para los primeros auxilios.
deshidratación. Si hace calor y no
con el fin de conservar el calor y evitar
tiene agua, la deshidratación podría
que e n tre viento, lluvia o agua de m ar
■ Achique agua, com pruebe si hay fugas,
hacer mella en usted en menos
utilice la esponja para secar la balsa, el
antifugas y las abrazaderas, si es necesario.
S/ ayuda a com pañeros a subir
a la balsa, deb ería sentarse
en lo e n tra d a a borcoiodas. con
una p ie rn a d e n tro y o tra fu e ra
O
■ Determinen cuánta agua y comida tienen,
y empiecen a racionarlas según la situación
■ Consigan agua en cuanto puedan, no esperen
a necesitaría. Instalen los destiladores
de una hora.
V_____________
S i esto esperando p o ra subir a
bordo, agárrese de ¡a cuerda
e x te rio r o sufHese con
la cin cha de a rra s tre
Si el grupo term ina en el a g u a las dos prim eras personas a
bordo de la balsa deberían ayudar a los dem ás sujetándolos
por debajo de los brazos.
de la balsa.
J
solares (véase pág. 2 5 1 ) y utilicen la bomba
de ósmosis inversa (véase pág. 197).
A rrodíllese a un
la do de la balsa y
estabilícese antes
de la n ra r e l cobo
O
L a n c e e l a ro y e l
c a b o de re s c a te
a la persono que se
encu entra en e l a g u a
Lo persona que
se encuentra
en e l agua se
a g o rra o ! aro
C om pm ebe si hay alguien que intenta llegar hasta la balsa.
Utilice el cabo d e rescate y el a ro para intentar acercarlo
a la balsa.
■ No cargue en exceso la balsa. Las personas menos vulnerables
■ No e n tre en el agua a menos que ten g a que rescatar
pueden agarrarse a las asas exteriores o atarse a una de ellas.
a una persona inconsciente.
253
254
EN CASO DE EMERGENCIA
ENTRAR EN EL AGUA
SHOCK T É R M IC O
Alrededor de dos tercios de las personas que se ahogan en aguas abiertas
se encontraban a 3 m de un refugio seguro, y el 60% de ellas eran «buenos»
nadadores. Aquí tiene algunos consejos útiles para evitar el ahogamiento.
Se trata de la reacción del cuerpo a la inmersión
en agua muy fría (por ejemplo, al abandonar un
barco en invierno en el océano Atlántico Norte).
En esas circunstancias, es una causa habitual de
muerte. Entre los síntomas, figuran la falta de aliento
SALTAR A L AG UA
y la hipeiventilación, que puede llevar a la inhalación
A bandonar d barco puede ser un proceso peligroso. Si tiene que e n trar en el agua,
de agua, desorientación, pánico y el posible
baje utilizando cuerdas o redes. Si no tiene m ás rem edio que saltar, estos sencillos
principio de una hipotermia El aumento repentino
pasos le ayudarán a increm entar sus posibilidades de sobrevivir. S a lta r al agua
de la presión sanguínea y del ritmo cardiaco puede
es el últim o recurso, ya que se expondrá a sufrir un shock térm ico (véase cuadro,
provocar en algunos casos problemas de corazón.
derecha) y al nesgo inm ediato de hipoterm ia y ahogam iento. Si tiene que saltar,
La inmersión prolongada en el agua dificultará el
asegúrese prim ero de que el chaleco salvavidas e stá bien colocado y observe
movimiento físico; nadar, subir a bordo de una balsa
la superficie del agua para e ncontrar un punto d e entrada seguro. Tenga cuidado
salvavidas o disparar una bengala se convertirán
con las personas, los desechos y el com bustible ardiendo. Si no ixiede evitar
en acciones extremadamente difíciles.
el combustible, nade por debajo y antes d e salir a to m a r a ire asom e una mano
■ La constitución física o el estado mental pueden
a la superficie para asegurarse de que en ese punto no fray fuego. Cuando salga,
ayudar a sobrevivir nadando en aguas lidadas.
■ Vestirse por capas y/o levar un traje de superviwnai
m antenga el rostro bajado para protegerse la nariz, los ojos y la b o ca
aumentan las probabilidades de sobrevivir.
■ Evite entrar en el agua por todos los medios.
M antenga la boca
y la nariz te tra d a s .
M antenga las
brazos cerrados
Cuando haya
M a ntenga
O
decidido por
r
hom bros
hacia a trá s
Cruce d brozo lib re p o r .
delante del cuerpo y
agárrese el o tro brazo p o r la
p a rte superior o p o r e l codo
S I N O D IS P O N E D E B A L S A
M antenga los
©
S A L V A V ID A S
A unque carezca de balsa, te n d rá m ás
oportunidades de sobrevivir en el m a r si va
la espalda
dónde va a saltar,
recta y las piernas
sitúese en la parte más
estiradas, y salte
baja de la embarcación.
lejos d e la embarcación.
en grupo. A m ayor núm ero de supervivientes,
m ayor es el objetivo para que lo avisten
los equipos d e rescate. A dem ás, e sta r con
otras personas es bueno para la moral.
■ Cierre la boca y tápese
■ Cruce los tobillos
la nariz para im pedir que
y apriételos bien antes
■ Recoja los deseclws flo tan tes antes de que
desaparezcan con la corriente, ya que pueden
de entrar en el a g u a
le entre agua.
ayudarle a hacer m ás visible su -h u e lla para los equipos de rescate.
M antenga los
tobtUos / untos
Tobillos cruzados
No d t p a ta d a s con
las piernas o los pies:
m a n ttn g a s * flo ta n d o
en la superficie
Levante las caderas
hasta la superficie
d e l agua
utilizarlas
■ Si hay niños o lieridos en el grupo, sitúeios
en el cen tro y hagan un corrillo alrededor
del chaleco
sotvavidos
■ Si está solo, coloqúese en la posición H.E.LP.
(in fe rio r significa « H e a t Escape Lessening
Choleco
Position», y tiene com o objeto reducir
mflado
la pérdida de calor)
M u tu a s * ergutdo
y em puje con las
piornas hacia abato
O
■ D eterm ine de qué ayudas d e localización
y otro equipo dispone, y prepárelas para
Cuando esté
en el agua.
infle el chaleco salvavidas.
O
póngase de espaldas y aléjese
d e los peligros con tranquilidad.
■ Em puje con la cabeza hacia el cuello del
■ Si lleva puesto un traje de
chaleco salvavidas para ayudarse a subir
supervivencia levante los brazos
las caderas.
y afloje un cierre de una muñeca
■ M a n te n g a los pies y las rodillas juntos
para perm itir la salida del exceso
y nade a estilo m ariposa pero de espaldas
de aire.
para aproxim arse a la balsa salvavidas.
Acerque las
rodillas
a l pecho
C rúcelos
tobillos
F»m e»
los brazos
SOBREVIVIR EN EL MAR
FLO TAR B O C A A B A J O
No se deje llevar por el pánico si tiene que e n trar en el agua sin chaleco
A C T IT U D P O S IT IV A
salvavidas. La flotabilidad natural del cuerpo m antendrá al menos la cabeza
Es muy importante mantener una actitud positiva
por encima del agua. Para m antener el rostro también fu e ra realice pequeños
y centrarse en la situación inmediata, no en lo
movimientos d e molinete con los brazos extendidos Sin embargo, si las aguas
que podría ocurrir en unas horas o al día siguiente.
están un poco agitadas su única opción será flo ta r boca a rrib a
Levante la cabeza p o r
encuna de la superficie
Tome una bocanada
p ro fu n d a de cure
M antenga
tos brazos
estirados
hacía
Una persona
re h /o d a flo ta de
delante
Desplace e l agua
Estire los brazos
y dejebs reposar
sobre la superficie
con k n monos
m anera n a tu ra l
lu sto p o r deba/o
de la superficie
d e l agua
Relate los piernas cuando vuelva
a la posición de flotación
•C am ine * en e l agua
a l tiem po gue saca la
cabezo p a ra respirar
O
Es im po rtante relajarse, aunque
parezca muy difícil cuando nuestra
vida corre peligro
0
Con aire fresco en los pulmones,
Empiece a exhalar en el agua
vuelva a sumergir la cabeza en
al tiem po que levanta la cabeza
■ Saque la cabeza del agua y vacíe
el agua: m antenga la boca cerrada
■ Deje el rostro flo tan do sobre el agua
los pulmones del todo antes de inhalar
■ Deje que el cuerpo flote de nuevo
y estire los brazos
m ás aire.
antes d e repetir la secuencia
IM P R O V IS A R U N A A Y U D A D E F L O T A C IÓ N
Si está en el agua y lleva pantalones, puede im provisar una ayuda de flotación
que le servirá para m antener la cabeza fuera del agua A l principio puede parecer
Una persona que está a punto de ahogarse inhala
complicado, pero las ventajas compensan el esfuerzo necesario.
agua, que puede provocar cambios químicos y
biológicos fatales en ios pulmones. Se conoce
Llene e l pa n ta ló n lo
m áxim o posible de aire
C obguesc el nado
Cierre la
detrás de la cabeza
c in tu ra p o r
debato de!
agu o p o ra
conservar
como ohogamiento secundario, y puede estar
provocado por inhalar agua dulce o salada
(basta con sólo 30 mi). Sude tener lugar
entre 24 y 72 horas después de la inmersión,
y, aunque no es habitual tampoco es algo insólrta
Tome las siguientes precauciones para evitarlo:
■ Controle a todos los miembros del grupo
que hayan estado a punto de ahogarse
o que hayan permanecido un rato en el agua.
■ Pida a la posible víctima que respire
profundamente un par de veces y compruebe si
siente un dolor o malestar que no puede expbcar.
■ Esté atento a síntomas como tos. dificultades
respiratorias, dolor de pecho y saliva que parece
O
Quítese el pantalón y a te las perneras
juntas cerca del bajo. Tense el nudo
©
Cierre rápidam ente la cintura
con las manos y sujétela
espuma.
■ Asegtircse de que la persona se siente en posición
erguida.
con los dientes tod o lo que pueda
con fu e rza
■ Rase el pantalón por encima de la cabeza
■ Coloque la cabeza entre las perneras
(los niveles de oxígeno en sangre pueden descender
desde a trá s para que se llene d e aire.
del pantalón
rápidamente), asi como mucho reposo y ánimos.
M ientras realiza esta op eración mueva
■ Tendrá que repetir el proceso de vez
los pies en el agua com o si caminase.
en cuando.
■ Si es posible, proporcione oxigeno a la victima
255
P R IM ER O S
A U X ILIO S
w¡
258
PRIMEROS AUXILIOS
P R IM ER O S
A U X IL IO S
Sean cuales sean los acontecimientos
la s h e r id a s ( u n a ta r e a q u e s e ría a b ru m a d o r a
q u e lo lle v e n a u n a s itu a c ió n lím ite , u n o
in c lu s o p a r a u n p a r a m é d ic o s in e l e q u ip o
d e lo s fa c t o r e s q u e d ic t a r á n s u s o p c io n e s
a d e c u a d o ), la in m e n s a m a y o r ía s í se pued e n
y la s a c c io n e s q u e to m e s e rá si h a y a lg u ie n
e s t a b iliz a r c o n u n a c o m b in a c ió n d e té c n ic a s
h e rid o . La s u p e r v iv e n c ia d e u n a p e rs o n a
d e p r im e r o s a u x ilio s y s e n tid o c o m ú n .
p o d ría d e p e n d e r d e l t r a t a m ie n t o q u e r e c ib a
El e le m e n to « P r o te c c ió n » d e lo s
en el m o m e n to d e l in c id e n te y d u r a n t e el
p r in c ip io s d e s u p e r v iv e n c ia {véase p á g . 2 7 )
tr a n s c u r s o d e la d if í c il s itu a c ió n ; p o r ta n t o ,
e s a p lic a b le e n to d o m o m e n to ; d e b e ría
es im p r e s c in d ib le q u e to d o s s e p a n a p lic a r
t e n e r e n c u e n ta la s c o n s e c u e n c ia s d e c a d a
la s té c n ic a s b á s ic a s d e p r im e r o s a u x ilio s .
a c c ió n en r e la c ió n c o n la p r o t e c c ió n p a ra
En u n a a u té n t ic a s itu a c ió n d e rie s g o ,
no h a c e rs e d a ñ o . S ie m p r e e s m e jo r p re v e n ir
la e x p re s ió n « b u s c a r a y u d a m é d ic a »
q u e c u r a r . En c lim a s c á lid o s , s e r c a p a z
s ig n ific a en r e a lid a d « h a g a lo q u e p u e d a » .
d e r e c o n o c e r la s p r im e r a s s e ñ a le s d e la
Si b ie n p u e d e s e r im p o s ib le t r a t a r to d a s
f a t ig a p o r c a lo r le p e r m it ir á e m p r e n d e r
En este apartado
DESCUBRIRÁ...
■ nuevos usos de las larvas...
■ cómo improvisar unas gafas protectoras para evitar la ceguera de nieve...
■ cuándo detenerse y echarse a rodar...
■ cómo se tratan las mordeduras de serpientes y las picaduras de medusas...
■ cuándo comer carbón o beber té de corteza...
■ cómo evitar que la congelación superficial se convierta en profunda...
■ cuándo realizar un levantamiento de bombero...
La voluntad de s o b re v iv ir
es el ú n ic o f a c t o r q u e en ú ltim a in s ta n c ia
d e te r m in a si se v iv e o se m u e re , c o n
in d e p e n d e n c ia d e l e q u ip o , fo rm a c ió n ,
c o n o c im ie n to s y h a b ilid a d e s q u e se te n g a n .
CUANDO PAREZCA que ik ) liay esperanza,
se enfrentará a dos opciones: ¿aceptará la situación
tal cual y esperará a ver qué le depara el destino,
la s a c c io n e s o p o r t u n a s a n te s d e
o soportará el dolor y el malestar y luchará por su
q u e se c o n v ie r t a n e n d e s h id r a ta c ió n
propia supervivencia?
o g o lp e d e c a lo r , d o s a m e n a z a s p a ra
Esa determinación es la que mostró claramente
la v id a q u e c o n v ie n e e v it a r . En c lim a s
Aroti Ralston durante una excursión por el Blue John
fr ío s , r e c o n o c e r la s p r im e r a s fa s e s de
Canyon (Utah, Estados Unidos). Después de desplazar
u n p ro c e s o de c o n g e la c ió n le p e r m it ir á
por accidente una roca de 363 kg que le atrapó el brazo
e v it a r q u e v a y a a m á s . E n m u c h o s c a s o s
derecho. Ralston tubo que enfrentarse a un panorama
es p o s ib le e v i t a r m á s d a ñ o s a d o p ta n d o
muy desolador. Al cabo de cinco días, consciente de que
lo s p r in c ip io s b á s ic o s q u e se d e ta lla n
nadie sabía que faltaba y después de quedarse sin agua,
decidió amputarse el brazo con un cuchillo, se hizo
en e s te lib r o : e n t r e o tr o s , v a lo r a r la m e jo r
un torniquete y se marchó a buscar ayuda.
s o lu c ió n e n u n a s itu a c ió n d e te r m in a d a ,
p la n if ic a r u n a r u t a y m o v e r s e c o n s e g u rid a d
En otro ejemplo muy conocido Simón
en e l te r r e n o , a s í c o m o p r o t e g e r s e d e
Yates tomó la trágica decisión de cortar la cuerda
lo s e le m e n to s .
que sujetaba a su compañero herido de escalada.
Joe Simpson (en realidad, creía que estaba muerto),
sobre una grieta en los Andes peruanos. Contra todo
pronóstico, Simpson sobrevivió a la caída y decidió
resistir. Pasó tres días sin comer y tomando un poco
de agua procedente de hielo fundido mientras recorrió
,
Ik
8 km de terreno montañoso liasta llegar
a su campamento.
La inmensa mayoría de las lesiones se pueden
tratar o estabilizar con una combinación
de técnicas de primeros auxilios
y sentido común
260
PRIMEROS AUXILIOS
NOCIONES BÁSICAS DE PRIMEROS AUXILIOS
L A S E G U R I D A D E S C L A V E en cu a lq uie r expedición. A n te s de salir,
¡C UIDA D O !
asegúrese de que usted y to d o s los m ie m b ro s del g ru p o disponen
Evite el peligro en todo momento.
del equipo m édico necesario (en especial, las m edicaciones). Si alguien
se hace daño, debe ser tra ta d o de inm ediato. Si no pueden c o n ta c ta r
No podrá ayudar a nadie sí usted
también se lesiona. Si la zona no
es segura, no se acerque a la victima:
con los servicios de em ergencia, y si son va ria s personas, uno de ustedes
consiga ayuda de emergencia
debería quedarse con el a fe c ta d o y o tro s dos s a lir a b u sca r ayuda.
y controle al compañero
desde una distancia segura.
KIT BÁSICO DE PRIMEROS AUXILIOS
Mantenga siempre seco el kit de primeros auxilios (véase lista, pág. siguiente)
y téngalo a mano. Compruebe los envoltorios de las gasas estériles; si no
están intactos, no son estériles. Reponga todo lo que utilice en cuanto pueda.
B o h o hgera
con c rem a lle ra
Los tije ros grandes
PRIORIDADES DESPUÉS
DE UN ACCIDENTE
son útiles p o ro
c o rta r to ropo
Im perdibles
p o ro sujetar
las vendas
Apósitos
estériles
A n tibiótico
ocular
Evalúe la situación rápidam ente y de
m anera m etódica. Avengüe qué lia
ocurrido Com pruebe si los afectados
muestran algún síntoma que amenace
sus vidas, inconsciencia o hemorragia
severa (véosc pág 2 6 4 ) y trate
prim ero a los m ás graves.
■ Respuesta tE I afectado
está consciente
o inconsciente?
Si le responde, está
consciente Si no
está seguro, zarandéele
con cuidado los hombros.
■ Vías respiratorias ¿Están
abiertas y despejadas? Si puede
hablar, la respuesta es afirm ativa
Si está inconsciente, ábraselas
y despéjeselas (véase pág. 276).
■ Respiración cEs normal? Trate las
posibles dificultades, como el asm a (véase
pág. 275). Si el afectado está inconsciente
y no respira pida ayuda urgente y empiece
I Pastillas (antitm lam im cos y
pam ectom ot. p o r ejemplo)
Pom ada I
I Guantes desecbobles
antisé ptica
a practicar la reanimación cardiopulm onar
(RCP. véase pág 2 7 7 )
■ Circulación ¿Hay signos de hemorragia
severa? Si es asi. trá te la de inmediato. Cuando
las condiciones que suponen un riesgo para la
vida estén bajo control, podrá valorar m ejor
la situación. Examine al afectado de pies
a cabeza Indague lo ocurrido, la información
que le dé puede indicarle posibles lieridas
Incluya tiritas
de lela, impermeables
e hipoakrqénkos
Rodo de gasa p o ra
aseg ura r los apósitos,
se puede la v a r y re u tih ro r
Esparadrapo al
óxido de eme paro
settor k n apósitos
NOCIONES BÁSICAS DE PRIMEROS AUXILIOS
CABESTRILLOS
IMPROVISADOS
L is lesiones en manos, brazos
[
u hombros deben inmovilizarse
en una posición ele v ad a
Si no dispone de un vendaje
triangular, utilice una pieza
de te la fuerte de 1 nr'.
i
aproxim adam ente, y dóblela
por la m itad para fo rm a r
1
un triángulo (vtV/se pág. ?70)
ESQUINA DE CHAQUETA
CHAQUETA ABOTONADA
Para sujetar un antebrazo
o una mano dañada, doble
la d ia q u e ta sobre el brazo
y sujétela con un imperdible.
Desabroche los botones
CINTURÓN
Sujete el brazo en alto
necesarios para que pueda
apoyar el brazo dañado
en la abertu ra.
con un cinturón atado
en form a de ocho,
También puede utilizar una
chaqueta o incluso las correas
de una m ochila El ••cabestrillo"
realizado con la esquina de
¡
una chaqueta es el muco que
proporciona suficiente apoyo
para una lesión de mano,
m uñeca o antebrazo. Pida
al accidentado que se sujete el
MANG A CON
IMPERDIBLES
CORREA DE HOMBRO
brazo dañado con la o tra mano
Sujete una m anga a una
descanse la mano en
m ientras le coloca el cabestrillo.
chaqueta o una mochila
la correa de la mochila.
En caso de torcedura,
K IT BÁSICO
■ Toallitas antisépticas sin alcohol
■ Guantes desechables sin látex
■ Alcohol en gel para lavarse las manos
■ Pom ada antiséptica
■ A ntibiótico ocular
• T iritas de tela, impermeables
P R O T E C C IÓ N C O N T R A L A S IN F E C C IO N E S
e hipoalergénicas
■ Apósitos para ampollas
Los guantes desechables evitan el contagio de infecciones. Deben ser sin lá te x
■ Apósitos estériles combinados.
ya que el contacto con ese m ate ria l puede provocar una reacción alérgica.
o apósitos y vendas en distintos tamaños
Las toallitas antisépticas tam b ién son m uy útiles para lim piar heridas
■ Vendajes en rollo (incluya alguno
autoadhesivo)
Utilice toallitas
antisépticas
sin akohoi
Utilice guantes de nitrito
itn látex
■ Dos vendajes triangulares
■ Esparadrapo microporoso o con óxido
de cinc
■ Tijeras y pinzas
■ Im perdibles
■ Jeringuillas desechables
MEDICACIÓN PERSONAL
■ Analgésicos
GUANTES
DESECHABLES
SIN LÁTEX
■ Antiinflam atorios
■ B razalete/colqante de ale rta médica
TOALLITAS ANTISÉPTICAS
■ M edicam entos personales; por ejemplo,
inhalador para el asma y/o autoinyector
APÓSITOS ESTÉRILES
COMBINADOS
de adrenalina (epinefrina)
■ Antihistam inicos
• Antidiarreicos
Se tr a ta de un apósito sellado que
■ Bolsitas de sales de rehidratación oral
consiste en una alm ohadilla sujeta
a un vendaje. Resulta fácil de aplicar
■ Pomada con hidrocortisona
y sirve com o cabestrillo. Llévelo sujeto
de una correa de la mochila para tenerlo
a m ano en caso de emergencia.
EN FUNCIÓN DEL DESTINO
■ Pastillas contra la m alaria
■ Repelente de insectos
Apósito estéril
■ Pom ada antihiedra venenosa
■ P ro te cto r solar
■ Q u itagarrapatas
■ Repelente en polvo para quitar
sanguijuelas
261
262
PRIMEROS AUXILIOS
HERIDAS SUPERFICIALES
CUALQUIER HERIDA QUE ROMPE LA PIEL conlleva un riesgo
de infección, ya que los gé rm e n es pueden e n tra r en el organism o.
T E R A P IA CON LARVAS
Si una herida está infectada y no
Proceden de la herida, del aire, de la suciedad o ro p a in cru sta d a
tiene antibióticos, expóngala a las
en la herida. M a n te n e r la herida lim pia es to d o un reto, p e ro re su lta
moscas durante un día y después
tápela. Se desarrollarán larvas,
esencial. El té ta n o s es una infección p o te n cia lm e n te letal pro vo ca d a
que ingerirán el tejido muerto.
p o r las ba cte ria s que viven en el suelo, si bien se puede p re ve n ir
Observe la herida todos los días y
retire las larvas con agua esterilizada
m ediante inm unización; asegúrese de que e stá al día con las vacunas.
antes de que se coman el tejido sano.
V.
AMPOLLAS Y CONTUSIONES
Una ampolla es una «burbuja» de piel llena de liquido que se produce
cuando la piel se roza una y otra vez contra una superficie (quemadura
por fricción). Una contusión es una hen>orragia en la piel y el tejido
circundante a causa de un golpe que no provoca herida exterior.
CÓMO TRATAR LAS AMPOLLAS
S áfese
e l pie con la
mono libre
El tratam iento ideal d e una am polla consiste en
descansar y esperar a que se cure, pero eso no será
posible en una situación d e riesgo. Tápela con un
apósito con gel. si disporte de uno; si la ampolla
Mantenga
el pie plano
es grande, ta l vez tenga que pincharla para poder
Utilice uno 090/0
seguir caminando. No obstante, nunca pinche
atcnluoda pora
pinchar la ampolla
una ampolla provocada por una quem adura,
ya que se expondría a sufrir una infección.
O
Si tiene que pinchar una ampolla, prim ero
esterilice una aguja sujetándola sobre una
O
A plique presión con cuidado
en el lado d e la am polla contrario
llanta hasta que esté al rojo vivo. Déjela enfriar.
al punto d e punción. Siga apretando
■ Limpie la zona con agua o toallitas húmedas,
hasta elim inar tod o el líquido.
seque sin frotar y pinche el borde de la a m p o lla
PREVENCIÓN DE A M PO LLA S
Con estos sencillos consejos evitará las ampollas
Limpie y seque la am polla con
durante sus caminatas:
O
■ Compruebe que el calzado se ajusta bien
herida de la infección aplicando un apósito.
cuidado; a continuación, proteja la
al pie y estrénelo antes de salir de viaje.
■ Utilice un apósito contra ampollas
■ Lleve siempre calcetines limpios, secos
o una gasa acolchada, si es posible.
y cómodos. Evite llevar dos pares, ya que
■ Com o alternativa, utilice un apósito
pueden arrugarse y aumentar la fricción.
sujeto con esparadrapo
■ Lleve las ufas de los pies cortas y rectas.
■ Quítese las botas durante las pausas.
CÓMO TRATAR UNA CONTUSIÓN
■ Si siente una «zona activa», trátela antes de
que se convierta en un problema. Deténgase
de inmediato y aplique un parche, un apósito
o esparadrapo con óxido de cinc.
Para reducir la hinchazón y el dolor de una contusión, ponga en a lto la zona
a fectada y aplique una com presa fría . S i tiene acceso a agua fría, hielo o nieve,
em pape una tela y colóquela sobre la contusión du rante al menos diez minutos
Las contusiones severas podrían indicar una lesión m ás grave, com o un Ixreso
ro to (véase pág. 2 71) o una lesión in tem a (véase Shock, pág. 2 74 ). que requerirán
tratam iento inmediato.
HERIDAS SUPERFICIALES
HERIDAS Y HEMORRAGIAS
263
CO RTES M EN O R ES 0 R O ZAD U R A S
C u a lq u ie r r o tu r a d e la piel, p o r pe q u e ñ a q u e sea. debe
Las hemorragias severas pueden ser alarmantes, pero en
lim p ia rs e y p ro te g e rs e d e in fe c c io n e s . Lave la h e n d a
general se controlan aplicando presión directa y poniendo
c o n a g u a fría lim p ia , s éq uela y c ú b ra la co n u n a p ósito,
en alto la lierida. Permanezca tranquilo y calme al
q u e d e b e s e r m á s g ra n d e q u e la z o n a a fe c ta d a . Para
accidentado mientras k) cura, y aplique el tratam iento
las ro za d u ra s pequeñas, u tilic e una tir ita ; p a ra las grandes,
para shocks (véase pág. 274).
u n a p ó s ito e s té ril y u n a venda.
O B J E T O E X T R A Ñ O E N U N A H E R ID A
A P Ó S IT O N A T U R A L
El yesq u e ro d e l a b e d u l es un hongo que cre ce a los lados
C u a lq u ie r o b je to e x tra ñ o , d e su cie d a d o a re n illa , de b e re tira rs e
d e la h e rid a p a ra e v ita r una in fe c c ió n y a c e le ra r la cu ra ció n .
d e los ab ed u le s viejos, y se puede e m p le a r com o a p ó sito
n a tu ra l. C o rte una loncha fin a de la p a rte su p e rio r
Lave la lie rid a co n a g u a fr ía o re tire el o b je to u o b je to s con
del h o n g o y c o tó que la sob re la h e rida. En caso de duda
pinza s. Si e s tá m u y in c ru s ta d o en la h e rid a , sig a las in s tru c c io n e s
so b re la id e n tid a d del hongo, n o u tilic e este rem edio.
q u e se o fre c e n a c o n tin u a c ió n
O
M antenga
b presió n a
ambos lados
N o in te n te re tir a r el o b je to.
p o d ría e s ta r ta p o n a n d o la
©
C oloq ue un a g a sa sob re
el o b je to p a ra p ro te g e rlo
h e m o rra g ia . C o n tro le el s a n g ra d o
y. a c o n tin u a c ió n , colo q u e
p re s io n a n d o c o n firm e z a a ca d a
a p ó s ito s a c a d a lado. A p liq u e
lado d e la herida.
u n a ve n d a p o r e n c im a de
■ J u n te los b o rd e s d e la h e rida,
los a p ó s ito s y de l ob je to.
p e ro c o n c u id a d o d e n o p re s io n a r
■ C o m p ru e b e la c irc u la c ió n
d ire c ta m e n te so b re e l o b je to .
ju n to a la zona v e n d a d a cada
■ Eleve la h e rid a p o r e n cim a
diez m in u to s (véase pá g. 2 6 4 ).
del n iv e l d e l corazón.
MantenQa etevodo b
p arte del cuerpo
donde se encuentra b
herida para disminuir
e l flujo de sangre
Vendase sobre el objeto
paro evitar más daños
T IP O S D E H E R ID A S
H E R ID A DE B A L A
E xiste n d ife re n te s tip o s d e h e rid a s e n fu n c ió n d e l o b je to qu e la ha pro vo ca d o
C o m p ru e b e si el a fe c ta d o tiene
y d e la in te n s id a d c o n q u e se ha p ro d u cid o . R esulta ú til id e n tific a r el tip o d e h e rid a
u n a h e n d a d e salida T ra te las heridas
s u frid o p a ra a p lic a r e l tra ta m ie n to c o rre c to .
d e e n tra d a y d e salida p o r separado
C O N T U S IÓ N
R O Z A D U R A ( A B R A S IÓ N )
D E S G A R R O (L A C E R A C IÓ N )
Un g o lp e ro m p e a lg u n o s vasos
sanguíneos b a jo la p ie l y hace
U na q u e m a d u ra p o r fric c ió n
Si la piel se a b re , puede o c u rrir
con una cu e rd a o d u ra n te
una caída ra sca las c a p a s ,
q u e la h e rid a no sa n g re ta n to
c o m o una incisión,
I el c u e rp o o lo atraviesan .
que la sa n g re se filtr e
e n tre los te jid o s.
s u p e rfic ia le s de la piel
p e ro p o d ría re s u lta r
I h e rid a lim p ia
El re s u lta d o es una
h a s ta d e ja r un a zona
da ñada una zona
co n tu sió n , la piel
d o lo rid a . Las
m ás g ra n d e de
e s tá sensible,
ro z a d u ra s suelen
hinch ada y de c o lo r
azu la d o oscu ro.
c o n te n e r o b je to s
e x tra ñ o s .
te jid o y q u edar
m ás exp u e sta
a una infección.
I d e e n tra d a
I y pro vo ca n
I daños in te rn o s
P IN C H A Z O
IN C IS IÓ N
H E R ID A D E O B J E T O
H E R I D A D E S A L ID A
Los o b je to s p u n tia g u d o s , com o
Si un o b je to a fila d o c o r ta
PUNZANTE
Si una b a la atra vie sa
clavos o esp in as d e e rizo s de
la piel, los vaso s sanguíneos
Una h e rid a p ro fu n d a provo ca d a
m ar. pueden p e n e tra r
se a b rirá n y
p o r un in s tru m e n to la rg o
i lie rid a d e salida
b a jo la piel El o rific io
la h e m o rra g ia
será co n sid e ra b le
Tam bién pueden
c o n hoja es grave. Si
tiene lu g a r en el to r s o .1
será g ra n d e
e irre g u la r.
puede da ñar
S i n o la hay.
re s u lta r dañados
n o in te n te
r e tir a r
(a b a la .
de e n tra d a será
pequeño, p e ro la
he rida será p ro fu n d a '
y e x is tirá un elevado
n e rv io s o incluso
ó rg a n o s v ita le s
y p ro v o c a r una
rie sg o de in fe cció n
ten don es
h e m o rra g ia in te rn a .
H E R ID A D E E N T R A D A
I Las b a la s se a lo ja n en
I Dejan una pequeña
I graves, a s i com o
I c o n ta m in a ció n .
el cue rpo, la
264
PRIMEROS AUXILIOS
H E M O R R A G IA E X T E R N A IN T E N S A
Controle la hem orragia ejerciendo presión directa sobre
la herida. Si es posible, llam e a urgencias. Nunca utilice
un torniquete, ya que puede provocar
daños graves en los tejidos. Si la
pérdida de sangre es severa, podría
producirse un shock que pondría
en peligro la vida (veose pág. 274).
A p la te p rn n ln
directamente
io ty tf la herida
O
Retire o corte la ropa, si es necesario, hasta dejar
al descubierto la herida. Aplique presión directa sobre
un apósito estéril. Coloque las piernas del herido por encima
O
A segure el apósito
con un vendaje.
Si la sangre em papa la
del nivel del corazón para reducir el flujo de sangre en la zona.
venda, aplique una segunda
Ayúdelo a tum barse y a elevar las piernas.
capa
©
Com pruebe cada cinco
m inutos que el vendaje
no esté flojo. Presione con
una uña en la piel encim a del
Cuando las válvulas unidireccionales d e las venas fallan,
la sangre se acum ula detrás de ellas y provoca la aparición
de bultos en la piel. Las venas tensas, con las paredes finas,
vendaje. Si ta rd a en recuperar
el color, vuelva a vendar
ejerciendo menos presión
pueden rom perse fácilm ente a causa d e un golpe
y la hem orragia será abundante.
H E R ID A S E N E L C U E R O C A B E L L U D O
O
Coloque al afectado tum bado
y levántele la zona dañada
lo más alto que pueda (sin dejar
de sujetársela) para reducir el
sangrado. Deje al descubierto
U na herida en el cuero cabelludo puede sangrar m ucho y, por
ese m otivo, parecer peor d e lo que en realidad es. No obstante,
puede enm ascarar una lesión en la cabeza m ucho m ás grave.
Si un herido em pieza a sentirse m areado, tiene do lo r d e cabeza
o visión doble, consiga ayuda d e em ergencia.
la herida y aplique
presión directa
con un apósito
estéril.
©
Cubra el apósito con una
venda para m antener
presión en la h e rid a M antenga
la zona afectada elevada.
Com pruebe que el
vendaje no esté
O
Siente al herido en el
suelo. Recoloque con
©
A segure el apósito
con un vendaje circular
S i el herido no se recupera
demasiado apretado
cuidado la piel d e s p la za d a tape
(véose superior, paso 3).
la herida con un apósito estéril
ráp idam ente o empeora,
Si es necesario, aflójelo.
y aplique presión
busque a yu d a
HERIDAS SUPERFICIALES
L E S IO N E S O C U L A R E S
QUEMADURAS
El ojo puede resultar seriam ente dañado
Todas las quemaduras conllevan un riesgo grave de infección. Pueden
por un golpe o p o r el contacto con objetos
punzantes (p o r ejem plo, una ra m a d e árbol),
con el consiguiente nesgo de cicatrices,
infección o incluso pérdida d e visión.
O
Tumbe al herido y colóquele
la cabeza sobre las rodillas.
Tape d ojo a fec ta d o y pida al
paciente que m an ten ga los dos ojos
afectar a la capa superficial de la piel, a las capas superiores o a lodo
el grosor (las graves afectan a las tres capas). Si la zona dañada es
más grande que la mano del afectado, necesita tratam iento hospitalario.
P E Q U E Ñ A S Q U E M A D U R A S S U P E R F IC IA L E S
Enfríe la quem adura durante diez m inutos con agua fría o cualquier
líquido frío inofensivo R etire joyas o relojes de la zona a fectada antes
d e que se inflam e y tape la quem adura para e v ita r infecciones
quietos, ya que si m ueve uno el o tro
tam b ién se m overá. Si sobresale
un objeto del ojo. aplique un
apósito a su alrededor
G R AN D ES 0 PRO FUNDAS
Si una quem adura es extensa o profunda,
el cuerpo perderá líquido y existirá el riesgo
d e que se desarrolle un sliock con peligro
para la vida (véose pág. 2 7 4 ) Si se ha
producido a causa d e un fuego, el afectado
tam b ién podría te n e r a fectadas las vías
afectado con un
opósito estéril
respiratorias y dificultades para respirar.
PARAR, T IR A R , RODAR
Si la ropa está en llamas:
■ Deje de moverse.
■ Tírese al suelo
■ Ruede en el suelo hasta que
las lam as se hayan extinguido.
No rom pa las i>o$ibles ampollas, ya que
O
Asegure el apósito
in crem entaría el riesgo de infección.
con un vendaje Si
está solo, fije el apósito
con esparadrapo, tápelo
e in ten te no m over
O
A yude al afectado a tum barse (si es
Enfríe
durante al
menos diet
minutos
posible, aislándolo del suelo de algún
m odo). Enfríe la herida vertiendo agua fría
los ojos.
du rante diez minutos; así tam b ién reducirá
la inflam ación y aliviará el dolor
Asegure e l opó sito
con un vendaje
O B JE T O E X T R A Ñ O EN EL OJO
Si ve un ob jeto e xtra ñ o en la superficie
del ojo. intente sacarlo con la esquina de
un pañuelo o bien con agua esterilizada.
Sobre todo no re tire nada que esté
pegado al ojo.
Corte la ropa poro
dejar al air e la
O
M ientras se enfría
la quem adura, retire
o c o rte la ropa de la zona
afectada. No toque o retire
C E G U E R A D E N IE V E
Ocurre si la superficie del ojo resulta
nada que esté pegado
dañada por la exposición a luz ultravioleta,
a la herida.
como el destello del sol en la nieve o el
agua. Las g afas de sol evitan ese efecto.
En caso de em ergencia, realice unas gafas
con c artó n o c o rteza de abedul. Si hay
una persona a fec ta d a de ceguera de nieve,
cúbrale los ojos con apósitos de gasa
y véndeselos si la ayuda se retrasa.
O
C ubra tod a la zona con película
transparente d e cocina, una bolsa
d e plástico lim pia o una te la lim pia sin
C o rte unos
fro n jo s estrechas
en c a rtó n
el
Pase una cuerda
p o r lo s lodos
G A F A S IM P R O V IS A D A S
pelu sa Consiga ayuda lo antes posible.
Protejo
lo herido
pora
reducé el
riesgo de
infección
265
266
PRIMEROS AUXILIOS
MORDEDURAS Y PICADURAS
M U C H A S M O R D E D U R A S O P IC A D U R A S de insectos se pueden
PÚAS DE E R IZO
tr a ta r con p rim e ro s auxilios. No o b sta n te , e xiste el rie sg o de padecer
Si se pincha con las púas de un erizo,
un shock anafiláctico . Si el a fe c ta d o d e sa rro lla un sa rp u llid o con m anchas
debe retirarlas para evitar que
rojas, tiene los ojos acuosos o hinchazón a lre d e d o r de los ojos, y/o
continúen penetrando en la carne
y dañen un órgano vital.
d ificu lta de s para respirar, busque ayuda m édica u rg e n te (véase pág. 274).
■ Corte los extremos de las púas,
que son huecas, para que se desinflen
TRATAR MORDEDURAS
un poco.
Las heridas que rompen la piel conllevan un riesgo de infección, que es mayor
si es que dispone de unas.
■ Extraiga las púas con unas pinzas,
con las mordeduras de animales, ya que la boca alberga gran cantidad de
■ Limpie las heridas y aplique
gérmenes. En el caso de una mordedura de serpiente, tendrá que buscar ayuda
una pomada antiséptica.
de emergencia: el afectado tiene que ser transportado en una camilla, en la
posición de tratamiento, para evitar que el veneno se extienda por el cuerpo.
v *
J
M O R D E D U R A S DE S E R P IE N T E S
M O R D E D U R A S DE M A M Í F E R O S
M uy pocas serpientes son venenosas, aunque es m ás seguro
Las m ordeduras d e m am íferos (anim ales o humanos) suponen
pensar que todas lo son. La m ayoría d e las especies provocan una
un riesgo grave de infección porque los dientes afilados provocan
mordedura dolorosa que deja unas pequ eras m arcas de punción
cortes que transportan bacterias hasta lo m ás profundo de
en la piel, aunque k> cierto es que la m ordedura d e una serpiente
los tejidos (véase pág. 2 6 3 ). Utilice guantes para protegerse.
venenosa puede resultar indolora. Los síntomas incluyen náuseas
La m ordedura puede a fe c ta r al tejido circundante y se puede
y vómitos, alteraciones de la visión y dificultades para respirar.
producir una hem orragia severa (véose pág. 2 6 4 ).
O
Tranquilice al afectado.
Ayúdelo a tum barse y
O
A plique un vendaje
L I M P IE L A H E R ID A
alrededor de la herida.
Ponga en a lto la zona
afectada, lávela con gasa
colóquele algún apoyo para la
No lave la zona, no quite el
cabeza el p e d io y los hom bros
calzado ni la ropa y no intente
■ Que se m antenga inmóvil.
succionar el veneno.
limpia y agua, séquela
y tápela con un apósito.
Limpie bien
lo roña
■ Redacte una nota con la hora
de la m ordedura
ID E N T IF IC A C IÓ N DE SER P IE N TE S
O
A te otro vendaje alrededor
de la zona infectada que vaya
desde la m ordedura hasta la parte
m ás a lta posible de la extrem idad.
Si puede, identifique la serpiente para ayudar a los equipos médicos
a dar con el antidoto adecuado. Si no está seguro de la especie, tome
notas sobre su color o alguna característica que la distinga Si puede,
coloque la serpiente en un recipiente seguro (recuerde que el veneno
es activo aunque la serpiente esté muerta). No lave la mordedura para
■ Compruebe la circulación
eliminar el veneno, ya que éste servirá para identificar el antídoto.
(véase pág 2 6 4 ).
■ Inmovilice la extrem idad
a fec ta d a
■ Mueva al afectado únicam ente
con una cam illa
Inmovilice las
piemos con vendajes
tnanqutares dobbdos
Vende h
extremidad desde
el punto de la
mordedura
hasta la roño más
otta posible
Coloque al afectado
de manera que el
pecho quede más alto
que k i zona donada
A te los nudos
en la pierna j
sana
A
M O R D E D U R A S Y P IC A D U R A S
267
S A N G U IJ U E L A S
GARRAPATAS
Las g a rra p a ta s son parásitos que viven en la hierba o en bosques y se alim entan do
Criando se encuentre en un terreno
sangre. S e enganchan a la piel d e sus victim as y se hinchan liasta alcanzar el tam año
infestado d e sanguijuelas, inspeccione
de un guisante. Son po rtado ras d e la enferm edad d e Lym e y es preciso eliminarlas.
la ropa y tas extrem idades cada pocos
minutos. Nunca arrancho una sanguijuela
M É T O D O T R A D IC IO N A L
C A N C H O E S P E C IA L
de la ptel sin más, ya que las mandíbulas
Con unas pinzas, a g a rre la cabeza de
la g a rra p a ta lo m ás cerca que pueda
Los qu ita g a rra p a ta s que «desenroscan*
se quedarán en la piel y provocarán una
las partes bucales de la piel de la victim a se
infección. Para retira r una sanguijuela
de la piel. T íre de la cabeza hacia
arrib a ejerciendo una presión uniform e
(no gire). In tro dúzcala en un recipiente
Ivallan a la venta en las tiendas de animales.
Deslice el g a n d ío sobre la piel para a tra p a r
para com probar si es po rtado ra
a la garrapata, levántelo m uy poco a poco
y gírelo para
de la enferm edad de Lyme.
arrancarla.
■ A plique zumo d e lim a, DEET, alcohol
o sal. Si fuma, ponga varias colillas en
una pieza de tela, humedézcala y escurra
la nicotina sobre la sanguijuela
■ Cuando la sanguijuela se haya
desprendido, lave la zona para elim inar el
Desltce el gancho
hosto que encoje
e n la garrapata
anticoagulante. T ra te la posible hemorragia
(véase pág. 2 6 3 ) y tape la herida.
TRATAR PICADURAS
¡CUIDADO!
Muchas picaduras son dolorosas, pero rara vez suponen una amenaza para
la vida. Las de escorpión pueden ser muy dolorosas y provocar una enfermedad
Una picadura en la boca o en la garganta puede
grave; el tratam iento es el mismo que para las mordeduras de serpientes
ese riesgo, ofrezca al afectado agua fría.
bloquear las vías respiratorias. Para reducir
y
(véase pág. anterior). Las picaduras m últiples de insectos pueden provocar
una reacción más seria (véase shock anafHáctico, pág. 274).
P IC A D U R A D E IN S E C T O
Una picadura de abeja, avispa o avispón suele
ser dolorosa y va seguida de hincliazón y rojez
A l tocar anémonas, corales y medusas, éstos liberan unas células
en la zona. H ay personas alérgicas
venenosas que se pegan a la piel. T ra te las picaduras de medusas
a este tip o d e picaduras, asi
com o se indica a continuación; aplique una compresa fría en el
que controle a los afectados
resto de las picaduras para reducir la hinchazón y aliviar el dolor.
El pez araña tiene unas púas afiladas que. si se clavan en la piel,
por si m uestran señales
de un shock anafüáctico.
Rasgue
pueden provocar una infección.
contrapelo
O
Si la picadura
es visible, rásquela
a contrapelo con el borde
de una ta rje ta d e crédito,
un cuchillo o una uña.
■ No a p rie te la bolsa, ya que
podría introducir m ás veneno
en la zona.
O
Ponga en alto
la p a rte a fectada
y coloque un apósito frío
sobre ella durante diez
minutos, com o mínimo,
para bajar la inflamación.
■ Controle al afectado
i x x si m uestra señales
d e alergia.
P IC A D U R A D E M E D U S A
P Ú A S D E E R IZ O DE M A R
V ie rta vinaqre o agua de m ar
sobre la zona para neutralizar
la picadura. Ayude al afectado
Sun»er¡a la p a rte dañada
du rante 3 0 minutos en agua
a sentarse y tra te la picadura
ta n callente como el afectado
pueda tolerar. Busque ayuda
como la m ordedura de serpiente
médica, ya que es preciso
(véase pág. anterior).
re tira r las púas.
268
PRIMEROS AUXILIOS
PLANTAS TOXICAS
Y PARÁSITOS INTESTINALES
RESULTA E S E N C IA L M A N T E N E R la higiene personal
en el cam pam ento, p u rific a r to d a el agua de b e b e r (véanse
págs. 198-201) y obse rva r las no rm a s sobre seguridad
e--------------------- v
¡CUIDADO!
Si cree que ha tocado una planta
venenosa, no se toque zonas especialmente
alim entaria si desea conservar la salud d u ra n te sus
sensibles del cuerpo, como los ojos,
excursiones. Adem ás, debería a p re n d e r a id e n tific a r
la boca o los genitales, hasta que
se haya lavado bien las manos.
y e v ita r las plantas tó xica s de la región que vaya a visitar.
■ Si le salen ampollas, no se las rasque
por mucho que le piquen: si las rompe,
ENVENENAMIENTO POR CONTACTO
Las plantas tóxicas no siempre tienen que ingerirse [jara provocar daños. En
ocasiones, si entran en contacto con la piel, el resultado puede ser dolor, hinchazón,
rojez, un sarpullido y picor. Busque ayuda médica cuanto antes y aclare la zona
corre el riesgo de sufrir una infección.
■ Además de ampollas dolorosos, algunas
personas manifiestan una reacción extrema
a la toxina. Es preciso controlarlas
y tratarlas (veose pág. 274). Consiga
ayuda médica lo antes posible.
afectada con agua fría durante 20 minutos. Si el agua salpica un ojo, aclare durante
10 minutos. Aunque las plantas son la causa más común de envenenamiento
|X )r contacto, algunos productos químicos también pueden ser dañinos.
P L A N T A S T Ó X IC A S
La hiedra, el roble y el zum aque venenosos contienen urusiol, un aceite irritante.
Si daña la planta y el aceite entra en contacto con su cuerpo, debe lavarse
inmediatamente con jabón y agua fría. También debería quitarse y lavar
la ropa que haya podido contaminarse para evitar que el aceite se extienda.
Aplique cuanto antes una pom ada contra la hiedra venenosa. Muchas personas
Cuando la naturaleza provoca un
problema, en ocasiones ella misma
proporciona la solución. Los siguientes
remedios contrarrestan los efectos
contacto con la planta (véase ¡Cuidado!, superior derecha).
del urusiol:
■ La celidonia posee un jugo pegajoso
que ayuda a secar las ampollas en pocos
ZUM AQUE VENENOSO
H IE D R A
días. Corte un tallo, p ártalo por el centro
y frote la piel
Se encuentra en los pantanos ácidos del
VENENOSA
este de Norteam érica y puede alcanzar
Originaria de
6 m de altura.
zonas boscosas
de N orteam érica
U n hojas _
ovaladas
erecta en
pares opuestos
se encuentra
rep artid a por
todo el mundo
desarrollan un sarpullido que prca y ampollas dolorusas a las 4 -2 4 horas del
afectada con
los bordes
La celidonia posee
unos corocteristicas
fiares moteadas
. de color amando
o naron/a
Los bayas soa
blancas cuando
están maduren
■ Para calm ar el picor,
ORTIGAS
Presentes en muchos países, las ortigas
suelen provocar una sensación de picor
temporal en el punto donde la planta
ROBLE V E N E N O S O
prepare una cataplasm a
Como la hiedra
venenosa, las hojas
con hojas de hamamelis.
Machaque las hojas, añada agua si la
preparación queda m uy seca y aplique
la pasta obtenida a la zona afectada.
■ Lave la zona afectada con una solución
crecen en grupos de
tres. Esta planta se
toca la piel. Aplique una compresa fría
encuentra en zonas
boscosas de
o frote la zona afectada con una hoja
Norteam érica.
de acedera si tiene a mano. Observe
si aparece un sarpullido rojizo y que pica,
ya que indica una reacción alérgica.
Los hotos
tienen la misma
forma que
los del roble
de ácido tánico. Lo encontrará en el té.
y también puede conseguirlo a p a rtir
de corteza de roble (véase pág. siguiente).
■ Se dice que el aceite del árbol de té.
que se obtiene de las hojas de melaleuca.
contrarresta los efectos del urusiol. Aplique
directam ente sobre la zona afectada
P LA N TAS TÓXICAS Y PARÁSITOS INTENTINALES
VENENO INGERIDO
In te n te a v e r ig u a r q u é h a in g e rid o el a fe c ta d o , e n q u é c a n tid a d
y c u á n d o . S i s o s p e c h a q u e h a t r a g a d o u n a g e n te q u ím ic o c á u s tic o ,
P A R Á S IT O S IN T E S T IN A L E S
Existen dos tipos principales de parásitos
c o n x ) c o m b u s tib le , n o le p r o v o q u e e l v ó m ito , y a q u e la s u s ta n c ia
v o lv e rá a q u e m a r le a l s alir. B u s q u e a y u d a m é d ic a y c o n tr o le a l a fe c ta d o .
Si le q u e m a n lo s la b io s , o fr é z c a le s o rb o s fr e c u e n te s d e le c h e o a g u a
fría s . S i s a b e q u e h a in g e r id o u n a p la n t a t ó x ic a o u n h o n g o y e s t á
intestinales: los helm intos (tenias, lombrices
y ascárides) y los protozoos (la g iard ia
p o r ejem plo). Las causas habituales
d e infección son la ingesta de agua
c o n s c ie n te , in d ú z c a le e l v ó m ito c o n lo s d e d o s . D ilu y a e l v e n e n o Iw c ie n d o
que t o m e a b u n d a n t e a g u a o le c h e , o t é m e z c la d o c o n c a rb ó n .
o alim entos contam inados, o la falta de
higiene personal. E n tre los sintonías figuran
náuseas o vóm itos, diarrea (izquierda),
D IA R R E A Y V Ó M I T O S
disenteria, distensión abdominal, dolor de
En la naturaleza, la d iarre a y los vóm itos pueden ser letales porque provocan
estóm ago, pérdida d e peso o un sarpullido
deshidratación (véose pag. 2 7 2 ) e incluso shock ( véase pág. 2 74 ). Las causas
o picor en la zona del recto. Busque ayuda
más probables son la intoxicación a lim e n ta ria y el consumo d e agua contam inada,
m édica cuanto antes
aunque el origen ta m b ié n puede e s ta r en alguna enferm edad infecciosa Busque
ayuda m édica si los síntom as persisten. Debe descansar, m antenerse caliente
CUR A N A TU R A L CONTRA
y reponer los líquidos perdidos. Si tiene fiam bre, puede to m a r pequeñas
L O S H E L M IN T O S
cantidades de alim entos suaves, com o p o r ejem plo p a s ta d u ra n te 2 4 horas
Si observa algún helm into en sus heces,
R E M E D IO S N A T U R A L E S
o queroseno: aunque le parezca repugnante,
a los helmintos se lo parecerá todavía más
tóm ese un par de cucharadas de parafina
En una situación lím ite, existen varios rem edios naturales que puede probar
para c o rta r la diarrea o a liviar síntom as como el dolor de estómago. Algunos
son menos desagradables para el paladar que otros:
Tam bién sirven la gasolina o el petróleo,
pero no son tan eficaces.
C Ó M O E V I T A R L A IN F E C C IÓ N
Lo ho/a < M avellano
pre s e n ta fo rm a
Prevenir es mucho m ejor que curar, y para
d e c o ra rá n
e v ita r la infección de parásitos presentes en
el agua o en heces debería hacer lo siguiente.
■ H ervir toda el agua o utilizar otros métodos
fiables de purificación (w w is e págs. 198-201).
La', hojas ele! I
V
arándano ro/o
son pequeñas
I
M
y o v a la d a s
9
.-'* 1W L r
■ Té: tom e té de hojas de avellano o arándano.
■ C o rteza : a rra n q u e un poco de corteza de un árb ol (roble), retire la pa rte
en el cam pam ento (véanse págs. 116-117)
y cuando manipule comida
contiene ácido tánico y cura la diarrea. Tome una ta za cada dos horas.
■ H ierva du rante un m ínimo de 2 0 minutos
tod a la carne que crea que puede estar
in fectada (lo ideal sería hasta que
se desprenda del hueso) antes
/
■ C arbón: tom e una pieza de m ad era parcialm ente quem ada, rasque
la p a rte cham uscada y tóm ese un puñado con agua
■ Huesos: quém elos h asta reducirlos a cenizas
y después muélalos, o bien haga esto últim o
directam ente con dos piedras. P rep are una
pasta con agua y tóm ese una cucharada
/
/
una pas ta y tóm ese una cucharada
• C enizas: prepare una pasta con
cenizas de m ad era y agua, y t o n - i.>
REPOSO Y
R E H ID R A T A C IÓ N
\
/
■ G reda: m uélala hasta reducirla a polvo.
mézclela con agua hasta fo rm a r
mago
de consumirla.
\
/
í\u /'
Y ' T7
\
V
/
/
/
V '
ii V
adecuado de líquidos.
Para reponer las sales perdidas, disuelva una
bolsita d e sales de rehidratación en agua o una
cucharadita de sal por litro de agua, y tómesela.
que sea del todo necesario.
■ Tápese todos los cortes o tiendas
■ M antenga una e stric ta higiene personal
interior y hierva un m ínimo de 12 horas, añadiendo m ás aqua a medida
que necesite. El brebaje oscuro que se obtiene huele y sabe a rayos, pero
l e aliviara- I ti .1 .1
■ No lavarse los dientes o aclararse la boca
con agua que no sea pura.
■ No nadar o bañarse en ríos o lagos en
lugares donde pueda existir riesgo a menos
^
269
270
PRIMEROS AUXILIOS
HUESOS, ARTICULACIONES Y MÚSCULOS
PUEDE R ESU LTAR D IF ÍC IL D E T E R M IN A R si una lesión es
un esguince, un hueso ro to o una dislocación. Los e x tre m o s de
Este d o lo ro so esp asm o m u scu la r puede
los huesos ro to s pueden m overse y d a ñ a r los vasos sanguíneos
e s ta r pro vo ca d o p o r la d e sh id ra ta ció n
o los nervios próxim os; tr a te al a fe c ta d o en la posición en la que
y p o r la p é rd id a excesiva d e sales d e bido
lo encuentre e inm ovilice la zona dañada. Todos los casos de daños
a la tra nspira ción. A segú rese de b e b e r lo
s u fic ie n te cu a n d o realice esfuerzos. Siéntese,
en la colum na y de piernas ro ta s deben tra s la d a rs e en una camilla.
descanse y e s tire los m ú sculos a fe c ta d o s
E S G U IN C E S Y D IS T E N S IO N E S
P IE
U na d iste n s ió n es u n m ú s c u lo q u e se e s tira en exceso, m ie n tra s qu e u n esguince
A yude a la pe rsona a fe c ta d a a sostenerse
con el pie sano y a e s tira r los m úsculos pa ra
elim in a r el espasmo. C uando el ca la m b re
haya desaparecido, m asajee la zona a fe cta d a
o c u rre cu a n d o los lig a m e n to s q u e m a n tie n e n u n id a una a rtic u la c ió n re s u lta n dañados.
El tra ta m ie n to ideal c on siste e n p o n e r en a lto la zona d a ñada , a p lic a r frío y ha cer
reposo. En caso d e duda, tr á te lo c o m o si fuese un hueso r o to (véase pá g. siguiente).
Su/ete e l pie de
la persona
a fre ta d o
Doble los
dedos p a ro
Vende
Levante
la zona
dañada
P A N T O R R IL L A
S iente al com pañero y sujete la pierna
a fe c ta d a A yúdele a e s tir a r la p ie rn a y
e l tobillo
desde
los dedos
bosta la
rodilla
flexión ele los de dos p a ra in v e rtir el espasmo.
A continuación, m asajee el m ú sculo d o lo rid o .
Estire ¡cu dedo-,
bac/a atrá s para
ayudar a e stu o r
et músculo
A p o y e la zona d a ñ a d a
y envuélvala con una com presa
Uaso/ee con firm eza
¡os músculos de
la pan to rrilla
O
Deje la c o m p re s a o co lo q u e un
a p ó s ito so b re la lesión. A p liq u e
fría d u ra n te 1 0 m in u to s, c o m o m ín im o,
u n a ven da d e cre s p ó n de sde d e b a jo de
p a ra re d u c ir la hinch azón y la c o n tu s ió n
la lesión h a s ta la sig u ie n te a rtic u la c ió n
L E S IÓ N EN U N B R A Z O
C a e r sob re un a m a n o d is te n d id a puede p ro v o c a r
ro tu ra d e m uñeca, a n tebrazo, p a rte s u p e rio r
de l brazo o clavícula. S u je te el brazo a fe c ta d o
co n u n ca b e s trillo . Si e l a fe c ta d o no puede
M USLO
A p ó y e la
Si e l cala m b re se sitúa
p ie rn a en
su hom bro
en la p a rte p o ste rio r del
fle x io n a r el brazo, p o d ría lia be rso d a ñ a d o
el codo, en cu y o caso n o u tilic e u n c a b e s trillo :
muslo, e s tire la pierna
p ro te ja la zona a lre d e d o r d e la a rtic u la c ió n
pa ra e s tira r el músculo;
y asegure el brazo al cu e rp o con vendas
si es en la zona
tria n g u la re s Para ce rc io ra rs e d e que
delantera, flexion e
la pierna. Cuando
el d o lo r re m ita ,
masajee la zona
afectada .
el ven daje n o e s tá d e m a sia d o a p re ta d o ,
to m e el pu lso a la m uñeca.
U T I L I Z A R U N C A B E S T R IL L O
Deslice un vendaje tria n g u la r e n tre
Recomiende
a l afectado
Que se tum be y
relate la pierna
el brazo y el pe cho Pase la p a rte
d e la n te ra sob re el b ra z o y haga
un nudo sim p le en el lado sano.
A te e l nudo
/u s to por
encima de
la claviculo,
en e l lado
sano
H U E S O S . A R T IC U L A C IO N E S Y M Ú S C U L O S
L E S IÓ N E N U N A P IE R N A
271
L E S IO N EN L A M A N O
Las lesiones en las p ie rn a s pu eden ser graves, ya que
Las lesiones en las m anos
c u a lq u ie r fra c tu ra te n d e rá a s e r inestable, k) qu e S ignifica
suelen c o m p lic a rs e con
q u e los e x tre m o s d e los huesos se pu eden m o v e r fá c ilm e n te
a m p o lla s o he m orragia s.
Envuelvo lo mono
en opósitos suaves,
sm pelusa
y h e rir a u n o d e los vasos sanguíneos g ra rx le s d e la pierna,
Le vante la m a no h e rid a
co n la c o n s ig u ie n te h e m o rra g ia . N o m u eva a l a fe c ta d o ; en
y tr a te La h e m o rra g ia
caso d e necesidad, h á g a lo c u a n d o se le hayan in m o viliza d o
co n p re sió n d ire c ta (véase
las piernas. En ca so d e sho ck (vé ase pág. 2 7 4 ). asegúrese
p á g 2 6 4 ). Si lleva joyas,
d e que la cabeza p e rm an ezca t a ja y n o le va n te las piernas.
re tíre la s a n te s de q u e la
E l lesionado
zona e m piece a hincharse.
puede sujetarse
lo mono
E nvuelva la m a n o con
a p ó s ito s y sujétela
con u n c a b e s trillo .
Coloque p rim e ro la venda
alred edor de las rodillos
Asegure
la terce ra y la
c u a rto venda
p o r encim a y p o r
A te una segundo
venda form ando
un ocho alrededor
d e /o s to M to s
Aseguro tos vendas
con . rudos simples
p o r lo p a rle dañada
debajo<hhlés¡&i
Tum be a l a fe c ta d o y su je te la p ie rn a lesion ada p a ra im p e d ir
q u e se ha g a m á s d a ño. L la m e a urgencia s. Si e stá n cerca,
c o n tin ú e s u je ta n d o la p ie rn a sin m ás. Puede c o lo c a r p renda s de
a b rig o o m a n ta s e n ro lla d a s a ca d a la d o p a ra m e jo ra r la sujeción.
O
Si la a yu d a v a a re tra s a rs e o si tie n e qu e tra n s p o rta r usted
a l lesionado, á te le ven das a lre d e d o r d e ro d illa s y to b illo s (la
p e lvis si e l d a ñ o e s tá e n el m u slo ), p o r en cim a y d e bajo d e la lesión.
C oloque a lgú n tip o d e a lm o h a d illa d o e n tre las piernas y a te las vendas.
L E S IÓ N EN L A C O L U M N A
S i un a pe rso n a se ca e d e espaldas, o si ca e de sde c ie rta
S U J E T E L A C A B E Z A Y EL CUELLO
a ltu ra , lo m e jo r es d a r |X>r se n ta d o q u e te n d rá un a lesión
A rro d ílle s e o túm bese ju n to a la cabeza del
en la c o lu m n a y. p ro b a b le m e n te , ta m b ié n en la cabeza.
lesionado M a n te n g a los brazos firm e s apoyando
N o la m ueva; a lin e e la cabeza y el cu e llo co n el re sto
de la e s p a ld a M o v e rla p o d ría d a ñ a r la m é d u la
los codos en los m uslos y colocando las manos
a am bos lado s d e la cabeza pa ra m antenerla
alineada con e l c u e rp o E spere a que llegue ayuda.
espinal, con la p o sib le p é rd id a d e m ovnm iento
p o r d e ta jo d e la zona dañada. L la m e a urgencia s
o envíe a a lg u ie n a |)e d ir a yu d a m ie n tra s usted
se q u e d a co n el lesionado. Si tie n e q u e m o v e rlo
p o rq u e e s tá en p e lig ro , u tilic e la té cn ica
d e « ro d a r tro n co s» (véase pá g. 2 7 9 ).
Póngase cómodo, ya
que es posible que tenga que
espe rar a que Negue lo ayuda
No tape las orejas del
lesionado /¡o ra p e rm itir
272
PRIMEROS AUXILIOS
OTRAS LESIONES
LOS E XTR EM O S T É R M IC O S pueden im p e d ir que los m ecanism os
•C U ID A D O !
de regulación de la te m p e ra tu ra c o rp o ra l funcionen c o rre c ta m e n te .
Si un afectado pierde la conciencia,
Provocan lesiones peligrosas, p o r lo que es v ita l a ctu a l con rapidez.
prepárese para aplicarle la reanimación
No abandone a un enferm o: pida ayuda o. si es posible, envíe a alguien
cardiopulmonar (v w s e pág. 277).
a buscarla m ientras usted se queda al cuidado del lesionado.
LESIONES POR CALOR
Levante tos pies
d e l ofecto do para
Que estén m ás altos
En lugares de clima caluroso utilice un sombrero, apliqúese protector solar
y permanezca a la sombra siempre que pueda para evitar los daños por calor,
como las quemaduras. Se deshidratará rápidamente si no bebe suficiente
agua para reponer los líquidos que va perdiendo a través del sudor.
D E S H ID R A T A C IÓ N
A yu d e a l a fe c ta d o a sen tarse y a d m in ís tre le líq u id o s p a ra b e b e r
en g e n e ra l b a sta con agua, p e ro las sales d e re lu d ra ta ció n
m ezcladas co n agua son m ejores. Si el a fe c ta d o se queja
de calam bres, ayúdele a e s tira r los m ú sculos a fe c ta d o s y
a co n tin u a ció n ap líq u e ie un m a saje e n é rg ico (véase pág. 2 7 0 ).
F A T IG A PO R C A L O R
Si un a fe c ta d o se siente m a re a d o y em pieza a s u d a r en a b u n d a n c ia
pe ro tie n e la p ie l fría y h ú m e d a p ó n g a lo a la so m b ra y o fré zca le
líquidos p a ra beber. A yú d e lo a tu m b a rs e y súbale las p ie rn a s
(apóyele los pies en un saco) p a ra m e jo ra r el n e g ó sanguíneo
__
En
cm o
e fn S < S m ¡Í^ Í^
en el ce re b ro No d e je de v ig ila rlo m ie n tra s se recupera.
Hoatdo ot ofectodo í ' J
H IP E R T E R M IA
Abamouete en el
Este tra s to rn o , q u e pone en rie sg o la vnda. puede
s e g u ir a una fa tig a p o r c a lo r o d e s a rro lla rse sin
aviso previo. La lú p e rte rm ia o g o lp e de ca lo r, hace
ro s tro p a ra
m antenerlo
fresco
que falle el m e canism o d e c o n tro l de la te m p e ra tu ra
corporal. Si una persona se queja d e d o lo r d e cabeza
y m areo, tie n e la piel ca lie n te y seca y pierde
la c o n cie n cia p o d ría e s ta r p a decien do una
h ip e rte rm ia . N e ce sita rá a yu d a m é dica urgente.
O
Traslade a l a fe c ta d o a u n lu g a r lo
m á s fre sco posible, a la s o m b ra
A yú d e lo a sen tarse o a tu m b a rs e co n la
cabeza a lta y q u íte le to d a la ca p a e x te rio r
de ro p a
O
HcXja to d o lo p o sib le p a ra re d u c ir la
C uan do la te m p e ra tu ra
e n volverle en una sá b a n a fría y húmeda.
O
M a n té n g a la fre sca m o já n d o la co n tin u a m e n te .
sáb ana p o r o tr a seca.
te m p e ra tu ra co rp o ra l. L o ideal seria
de l cu e rp o d e scie nda de
lo s 4 0 "C. s u s titu y a la
O
C o n tro le el nivel d e i
e l (Hilso y la re s p ira c ió n d e l a fe c ta d o
S i su te m p e ra tu ra e m p ie za a s u b ir d e nuevo,
re p ita el tra ta m ie n to
O T R A S L E S IO N E S
LESIONES POR FRÍO
A H O G A M IE N T O
La exposición al frío puede provocar la congelación de distintas
Si una persona ha estado sumergida en
agua fría, existe un a lto riesgo de hipotenma.
partes del cuerpo (superficial y profunda) o un descenso peligroso
A d e m á s el frío puede provocar una parada
de la temperatura corporal (hipotermia).
c a rd ía c a y los espasmos en la garganta
Pongo
tas monos,
con guantes
incluidos,
botólos
C O N G E L A C IO N S U P E R F IC IA L
Y PRO FUNDA
pueden bloquear las vías respiratorias.
El a g u í puede penetrar en los pulmones
y provocar un ahogam iento secundario
(vóose pág. 2 5 5 ) varias lloras después de
ox Has
La congelación superficial tiene lugar en la capa
que el afectado parezca haberse recuperado.
superior de la piel. La piel se entum ece y se pone
Manca y dura. Si no se tra ta puede desembocar
en una congelación profunda, m ucho m ás grave.
R E S C A T A R A U N A C C ID E N T A D O
La piel se vuelve blanca o azul y se percibe
Si ha rescatado a una persona del agua,
ayúdela a tum barse con la cabeza baja.
totalm ente congelada
Sustituya las ropas mojadas por otras
secas y tra te la hipotermia (izquierda).
Si está inconsciente y no respira, insúflele
CALOR G R A D U A L
Los dos tipos de congelación se pueden tra ta r
cinco bocanadas de aire antes de empezar
con las compresiones de peclto.
calentando la zona afectada, aunque la profunda
requiere un trata m ie n to m ás intensivo. Caliente
la zona afectada con calor corporal (las manos
en sus propias axilas, o los pies en las axilas de
la persona que lo atiende). Retire los anillos
de los dedos, si lleva, y levante la p a rte afectada
para reducir la hinchazón. Lo ideal es sumergir
la zona en agua caliente. Cubra la lesión
con apósitos estériles.
Los síntomas del mal de altura incluyen náuseas,
perdida de apetito, falta de aliento y un dolor de
cabeza que no se alivia con medicación Además,
H IP O T E R M I A
el afectado puede tener dificultades para dormir
Este trastorno, m uy peligroso, se desarrolla si la tem p eratura corporal desciende por
y se sentirá indispuesto. La única solución consiste
debajo d e 3 5 °C. El tra ta m ie n to debe evitar que continúe la pérdida d e calor y resulta
en empezar a descender inmediatamente
vital que el a fectado se caliente de m anera gradual: si se hace dem asiado rápido,
y permanecer a una altitud más baja durante
la sangre se desvía de los órganos vitales, com o el corazón y el cerebro, hacia la piel,
unos días. Los casos severos tendrán que tratarse.
y eso provoca que el cuerpo se enfríe con m ayor rapidez. Un enferm o de hipotermia
i
debe trasladarse en camilla.
O
Acompañe al afectado a un lugar protegido
en el gue pueda descansar para evitar
O
Si es posible, y si no existe riesgo de
que continúe el enfriam iento, retire las
que la tem p eratura siga descendiendo. Envíe
ropas húmedas y sustituyalas por otras secas y
a alguien a buscar a y u d a
calientes (pero no se quede usted desabrigado).
O
^
Ofrezca bebidos templadas (no
calientes) a ! afectado y alim entos ricos
en energía como, p o r e/emplo. chocolate
Ponga una capa gruesa de hojas
secas debajo del a fe c ta d o para
aislarlo del suelo. A yúdelo a tum barse
sobre un saco de d o rm ir y. si dispone de
u n a tá|>elo con una m an ta de emergencia.
Asegúrese
de gue la
cabeza esté
273
PRIMEROS AUXILIOS
TRATAR UN SHOCK
UN SHO CK ES UN T R A S T O R N O con riesgo p ara la vida
y ocurre si el sistem a c irc u la to rio falla. La causa m ás com ún
es una h e m orragia severa. A l p rin c ip io se p ro d u c irá un a u m e n to
del pulso y la piel se p o n d rá pálida, húm eda y pegajosa. M ás
tarde, la respiración se acelera y se hace m enos p rofunda,
el pulso se d e b ilita y la piel adquiere un to n o g ris azulado.
Si no se tra ta , se produce p é rdida de la conciencia.
TRATAR UN SHOCK
No ofrezca nada de comer ni beber al afectado, ya que podría necesitar
anestesia Si tiene sed. humedézcale los labios con agua. Pida ayuda;
el afectado debe transportarse en la posición de tratamiento.
O
Trate la causa del shock (por ejemplo, una hem orragia
o quemaduras; véase pág. 2 6 5 ). Piense en la posibilidad
de un shock si observa algún síntoma, aunque no sea una lesión
O
Ayude al afectado a tum barse, aíslele del suelo con mantas
o vegetación seca Póngale las piernas lo m ás altas que pueda
por encim a del nivel del corazón
obvia (podría tratarse de una hem orragia interna).
©
Afloje las prendas apretadas (sobre todo en el cuello.
A fló je le la ro p o
alred edor d e l cuello
el pecho y la c intu ra) y m antenga la cabeza baja para
evitar que el afectado pierda la conciencia. Proporciónele calor;
si tiene una m anta o un saco de dorm ir, utilícelos
Ponga tos prem as del
afectado lo m ás altas
posible. Utilice p a ra d io
un tocón de árbol, unas
cuantas m ochilas o cualquier
cosa que tenga a m ano
Proporcione color '
al enfermo y prote/ctb
del frío d el sudo
O
Resguarde al a fectado todo lo que pueda, pero no lo
mueva innecesariamente. Controle su nivel d e respuesta
la respiración y el pulso m ientras espera a que llegue la ayuda.
Comience la reanim ación si pierde la conciencia (véase pág. 277).
TRATAR UN SHOCK / DIFICULTAD PARA RESPIRAR
DIFICULTAD PARA RESPIRAR
LOS P R O B LE M A S R E S P IR A T O R IO S requieren un tra ta m ie n to
in m ediato porque im piden que llegue su ficie n te oxígeno
a los te jid o s corporales. La causa puede ser te m p o ra l
(p o r ejem plo, a tra g a n ta m ie n to , ahogo o inhalación de
hum o) o crónica, com o el asm a (que requiere m edicación).
Es posible que te n g a que b u s c a r ayuda.
A S F IX IA
Cuando un objeto se atasca en la garganta, puede provocar un
espasmo m uscular que bloquee las vías respiratorias. Para asegurarse,
pregunte siem pre al a fectado si se está asfixiando. Si puede hablar,
toser o respirar, la obstrucción es leve y probablem ente se solucionará
por sí sola.
O
Si el a fectado respira dígale que continúe
tosiendo. Si no puede h a b lar ni toser,
O
Si los golpes no dan
resultado, coloqúese
ayúdelo a doblarse lia d a adelante. Sujétele
detrás del afectado. Pásele
la p a rte superior del cuerpo y déle cinco
los brazos por el abdomen,
golpes en la espalda, en tre los omóplatos,
cierre un puño y sujételo con
con la m uñeca
la otra mano. Presione con
fuerza hacia dentro y hacia
O
Si la obstrucción no se soluciona, repita los
arriba, cinco veces. Revise
cinco golpes en la espalda y tres empujones
la boca y, si hay algún objeto
abdominales; a continuación, pida ayuda si no
visible, retírelo
está en cam ino Continúe con el trata m ie n to
hasta que llegue la ayuda o el a fectado pierda
la conciencia (véanse págs. 2 7 6 -2 7 7 ).
ASM A
Tire desde el
abdomen, no
desde el pecho
Q U É H A C E R EN
U N A S IT U A C IÓ N
Se tra ta de una enferm edad que provoca dificultades
para respirar porque los músculos de las vías respiratonas
sufren espasmos. La m ayoría d e las personas que padecen
asm a llevan inhaladores M uchas, incluso, disponen de
dos: uno m arrón o blanco, «preventivo», y o tro azul «paliativo para utilizar en caso de un ataque. Si el afectado no lleva
m edicación siéntelo y llam e a urgencias.
D E E M E R G E N C IA
El m ejor consejo es la prevención
conocer qué desencadena
el asma y evitarlo si es posible.
No obstante, si alguien de su
grupo sufre un ataque de asma
y no lleva un inhalador, pruebe
lo siguiente.
■ Dígale al afectado que exhale
O
Siente a l a fectado y aním elo a to m a r una bocanada del
inhalador. Dígale que respire d e m anera lenta y p ro fu n d a
y que se siente con la espalda lo m ás rec ta posible. El ataque
debería em pezar a rem itir en unos minutos.
todo k> que pueda. De ese modo,
se expulsa el aire «estancado»,
con muy poco o ningún oxígeno.
Puede resultar difícil expulsar
el aire cuando el instinto ordena
tom arlo, pero funciona.
O
Si no rem ite, dígale al a fectado que tom e otra dosis
■ A continuación, indíquele
del inhalador y que descanse m ientras se recup era
que inspire, de m anera
lenta y continuada, y que
Si la situación continúa igual, o si em peora, se necesita ayuda
urgente porque el enfe rm o podría perder la conciencia.
cierre los ojos para relajarse
m ientras lo hace.
275
276
PRIMEROS AUXILIOS
INCONSCIENCIA
H a b le co n
S I A LG U IE N PIERDE L A C O N C IE N C IA , su p rio rid a d consiste en
e l a fe c ta d o
y p íd a le que
asegurarse de que tenga las vías re s p ira to ria s a b ie rta s para poder
a b r a tos o/os
respirar. Llam e a urgencias in m e d ia ta m e n te (lo ideal es que alguien
lo haga m ientras usted ayuda al enferm o). No lo m ueva ni lo deje
solo a m enos que tenga que ir a buscar ayuda.
S i se tra ta de un
a d u lta ¿orondédc
p o r tos b o m b a n
con cuidado
CO M PRUEBE L A R ESPUESTA
Zarandee suavem ente a l a fe c ta d o p o r los
ho m bro s (si es u n niño, d e le unos toq ues en
los h o m bro s) H able co n el y ob se rve si responde:
si está a le rta , e stá consciente. Si. p o r ejem plo,
reacciona débilm ente, es p o sib le q u e no
se encuentre del to d o consciente: c o n tro le si
m a n ifie sta a lgú n ca m b io (d e te rio ro o m ejora).
Si no hay respuesta, es qu e e stá inconsciente.
A B R A L A S V Í A S R E S P IR A T O R IA S
S i un a persona incon sciente está tu m b a d a boca
a rrib a , c o rre el rie sg o d e tra g a rs e la lengua
y bloq uea r las vías re sp ira to ria s. Si in clin a la
c ab era h a d a a tr á s y levan ta la b a rb illa , «leva ntará»
ta m b ié n la lengua y despejará el paso del aire.
C O M P R U E B E L A R E S P IR A C IÓ N
Incline la cabeza del a fe c ta d o hacia a trá s con
una m ano y levante la b a rb illa con dos dedos
de la o tra mano; n o presione en los te jid o s
blandos que hay bajo la b a rb illa M a n te n q a las
vías re s p ira to ria s a b ie rta s y observe, escuche
y perciba si la re spiració n es n o rm a l. En ese caso,
coloque a l a fe c ta d o en la posición de re cuperación
(in fe rio r); si no re spira, com ience de in m e d ia to con
las com presiones d e pecho (véase pág. siguiente).
O
C oloque una m a no en la
fre n te e in clin e la cabeza
ha cia a trá s. Le vante la b a rb illa
0
O bserve el pe cho del a fe c ta d o ; escuche
y p e rcib a si re s p ira (c o lo q u e su m e jilla
ju n to a la b o c a ) no m á s d e diez segundos
P O S IC IÓ N DE R E C U P E R A C IÓ N
Si una pe rsona incon sciente re spira, c d ó q u d a en la p o sició n
^ r tc f^ o b ñ J a d a ñ n
Incline la c a b e /u bacía atrá s
p a ra m antener las vías
d e recuperación pa ra m a n te n e r las vías re s p ira to ria s despejadas
. to columna vertebrot
respiratorios abiertas
y lim p ia s Vacíele los b o ls illo s arro d ílle se ju n to a ella,
flexion e en á n gulo re c to co n re sp e cto
al c ue rpo el brazo m á s p ró x im o a
usted y crú ce le el o tr o brazo sobre
el p e d io de m a nera que la m ano
quede d e bajo de la m e jilla
Doble la p ie rn a su p e rio r p o r
la ro d illa y, sin d e ja r d e su je ta r
Coloque e l
braco de
al afectado , g írelo hacia u ste d
de m a nera q u e qu ede d e lado.
La <*í‘rna fkxn n a da
ayudo a que el
ofectado no se
desplace hacia un lodo
m anera que lo
m ono quede con
lo p a lm a bocio
arriba, bofo
la m e/illa
E l braco in fe rio r se evloco
eo úngula re c to con el
cuerpo p o ra evitar que el
enferm o se caiga rodando
h a o a un lado
IN C O N S C IE N C IA
R E A N IM A C IÓ N C A R D IO P U L M O N A R (R C P )
Si un lesionado no respira, debe in te n ta r que el cuerpo siga recibiendo oxígeno
aplicando com presiones de pecho y respiraciones d e rescate hasta que lleguen los
servicios d e urgencias. Esta operación se conoce com o reanim ación cardiopulm onar
(RCP). Si un a d u lto se desplom a d e repente, la causa m ás probable es un problem a
cardíaco. Si rescata a una persona inconsciente del agua, em piece con respiraciones
de rescate ta l com o se explican para los niños (derecha). Si es incapaz de aplicar
respiraciones d e rescate, pruebe a realizar únicam ente compresiones d e pedio.
C Ó M O SE A D M IN IS T R A L A RCP
A rrodíllese ju n to al a fectado y coloqúese junto a su pedio,
de m anera que no tenga que cam biar de posición. Si hay alguien
m ás con usted, túrnense para adm inistrar la RCP; así evitarán
agotarse (cam bíense cada dos minutos).
O
Coloque una m ano en el c en tro del pecho
del afectado. Asegúrese de no presionar
O
Incline la cabeza del a fectado para a b rir las vías
respiratorias y ciérrele la nariz con los dedos.
en la p a rte b aja del abdom en, en la punta
Deje que la boca se abra ligeram ente y levante la barbilla
del esternón o en las costillas
con la o tra mano.
O
S itúe la m uñeca d e la
o tra m an o encim a de
©
P ara em p ezar con las respiraciones de rescate,
inspire con norm alidad y coloque los labios apretados
la prim era y entrelace los dedos
sobre los d e la víctim a. Sople dentro
M anténgalo s separados del
de su boca hasta que vea que
p e d io d e la víctim a.
el p e d io se infla, retire la boca
y espere a que el pecho baje. Si
O
Em piece las
éste no sube, ajuste la cabeza
compresiones
de la víctim a y pruebe de nuevo.
d e pecho. Inclínese
R epita una segunda respiración,
sobre la víctim a con
pero no realice m ás de dos
los brazos rectos
intentos antes de volver
y presione sobre
a las compresiones.
el pecho d e m anera
que se hunda 4 - 5 cm.
Libere !a presión y deje
0
Continúe el ciclo de 3 0 compresiones seguidas
de dos respiraciones de rescate hasta que la víctim a
que el p e c l» recupere
se recupere, hasta que llegue la ayuda o hasta que ya
su posición, pero
no pueda continuar por agotam iento.
no m ueva las manos.
R epita 3 0 veces.
Cotoque la
muñeca en el
centro del pecho
■ Si. en alguna de las fases, el a fectado em pieza a respirar
con norm alidad, coló qud o en la posición de recuperación
(véase pág. anterior) y controle su estado hasta que llegue
la a yu d a
Mantengo tos dedos separados de los costUtos
277
278
PRIMEROS AUXILIOS
MOVER A UN HERIDO
LO ID E A L S E R ÍA T R A T A R A L A P E R S O N A h e rid a en la
iC U IO A D O !
posición en la que se ha enco n tra d o . P óngala to d o lo có m o d a
Mueva a un herido sólo en caso de que su vida
cjue sea posible y espere a que llegue la ayuda. En una situación
corra peligro inminente si lo deja con» lo ha
de em ergencia, si tie n e que m o ve r a una persona, es esencial
encontrado. Aun asi" muévalo sólo si está seguro
de que al hacerlo usted i» se hará daño. En el
inm ovilizar p rim e ro la lesión p ara no ag ra va rla .
resto de los casos, no lo intente, ya que podría
empeorar su estado: quedese con la persona
afectada y envíe a alguien a buscar ayuda.
PREPARARSE PARA UN TRASLADO
Planifique sus movimientos antes de empezar. Elija un m étodo adecuado
para la lesión y no intente mover a alguien usted solo si cuenta con ayuda.
Anime al afectado a que haga todo lo que pueda por si solo.
L E V A N T A M IE N T O D E B O M B E R O
Esta técnica puede ayudarle a m over a un lesionado consciente si está
solo y necesita tran sp ortar a una persona durante una distancia c o r ta
No la practique si el a fectado tiene heridas en la cabeza o en la cara,
o un brazo o una pierna rotos. Para no hacerse daño en la esp alda
tiene que impulsarse con las piernas
O
Proteja la lesión del afectado
con apósitos y vendas. Ayúdelo
a ponerse de pie.
■ Coloqúese en ángulo recto con
respecto al afectado y agáchese
delante de él. lo m ás cerca posible.
■ Su hombro debe quedar nivelado con la
parte superior d e las piernas del afectado.
Pase un broto
entre los piemos
de la victimo de
manera que
quede bajo lo
parte supone*
de lo pierna
Su/ételo por
ta m uñeca
O
Pase un brazo
entre las piernas
del lesionado, rodee
el muslo con el brazo
y agárrese a la p iern a
Sujete la muñeca
del afectado con
O
la otra mano
Con los pies separados a la a ltu ra
d e los hom bros, indique a l lesionado
que se eche sobre sus hombros.
■ M a n te n g a la espalda rec ta y sujete
■
con firm e z a la m uñeca de la víctim a.
que no descargue peso
en el pie lesionado —
Im púlsese con las piernas p a ra subir.
in d iq u e a l lesionado
M O V E R A U N H E R ID O
IM P R O V I S A R U N A C A M I L L A
£
¡C UIDAD O !
Si necesita m over a un lesionado que está inconsciente, que se lia roto una pierna o que
tiene una lesión m edular, tiene que hacerlo en una camilla. Lo ideal seria llam ar a urgencias
y esperarlos. Pero si no puede c o n ta c tar con ningún servicio y tiene que llevar al lesionado
Los rescatadores no deben usar su propia
ropa para hacer una camilla si esto supone
un riesgo para ellos.
a un lugar donde le dispensen atenciones médicas,
puede im provisar una cam illa con una valla o similar.
o con postes y prendas de ropa.
/
Coloque piezas
transversales en coda
extre m o de la com ino
Intro d u zco los mangos
den tro de la chaqueta p o ra
aum e n ta r la resistencia
O
A broche o abotone dos o tres chaquetas. C orte dos
postes lo bastante resistentes com o para soportar
Coloque un lodo de lo
SI la v íc tim a p resen ta alguna herida, inmovilícela
O (véase
pág. 2 7 1 ) y g íre la sobre su lado sano. Una
el peso del lesionado y 1 m m ás largos de lo que m ida. A te
persona debería s ujetarle la c a b e ra m ientras los dem ás
una ram a ahorquillada en cada extrem o (véanse págs. 1 6 6 -1 6 7)
ayu dan a m an ten erle el cuerpo recto. Coloque la cam illa
para m an ten er los postes separados.
en su sitio y s itú e a la v íc tim a encim a.
A S IE N T O D E D O S P E R S O N A S
A PO YO P A R A EL TRONCO
Si le acom paña otra persona, este m étodo sirve
Si la víctim a tiene un brazo lesionado, el asiento
para tran sp ortar a un lesionado consciente que
de la izquierda se puede a d a p ta r para sujetar
no puede cam inar, pero sí sujetarse con los brazos.
el tronco. Como antes, uno de ustedes debe
Uno de ustedes se encargará del m ovim iento
dirigir el m ovimiento, que tiene que ser totalm ente
y de d a r las instrucciones.
coordinado
O
Coloqúense de frente
por detrás del lesionado.
O
Coloqúense de
fren te a cada lado
A gárrense la m uñeca izquierda
del lesionado. Rodeen a
con la m ano derecha y llagan
la víctim a con sus brazos
lo m ism o con la muñeca libre
por la espalda y agárrenle
la ropa por el lado más
del com pañero para form ar
un asiento
O
Indique al lesionado
que pase los brazos
j
• lija d o d e cada uno.
O
Pasen las m anos
¡
libres por detrás
i
y que se siente sobre las
de los muslos del lesionado
y junten los dedos o acjárrensp 1
por d e trás de sus hombros
manos. Cuando em piecen
de las muñecas. Ayuden
a cam inar, háganlo a la vez
al lesionado a colocarse
con el pie de fu e ra
en la «silla- y levántenlo.
. '
279
APÉNDICE
280
APÉNDICE
COCINA DE SUPERVIVENCIA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
M U C H A S P L A N T A S T Ó X IC A S de las regiones te m p la d a s parecen com estibles, p o r lo que
debe in g e rir ta n sólo las que pueda id e n tificar. Si tiene alguna duda, realice p rim e ro el te s t
universal de com estibilidad (véanse págs. 2 0 6 -2 0 7 ). No olvide que algunas p la n ta s son
com estibles sólo en d e term inadas etapas de su desarrollo. Nunca ingiera especies silvestres
DÓNDE
NOMBRE
B IS T O R T A /C E N T Á U R E A
Pofaoaum w
■ H ib ta ts húmedos y dtrtsos
(por ejemplo, prados) di*
Norteamérica y Eurasia.
ID E N T IF IC A C IÓ N
■ Planta perenne. *0-100 an de altura Hojas
triangulares verdes. Las pegutrias flores, rosas
o blancas, forman capAitos florales deosos,
P A R TE C O M E S T IB L E
■ Brotes jóvenes y heyas
■ Raíces
cilindricos, ai final de tallos largos sin ramas
Z A R Z A /M O R A
Ruknfruticosus
ALFORFÓ N
■ En b mayoría de los hábitats
■ Arbusto caduofoto rastrero con tallos espinosos;
■ Furto
templados de todo el mundo pero
forma materiales. Hoyas dentadas verdes Flores con
■ Brotes |ównes
en eipeoal en monte boje, setos
cnco pétalos blancos o rosas El fruto adopta un azul
■ Hojas
y toques
negruzco cuando está maduro a finales dd verano
■ Prados abiertos Pe todo el mundo
■ Planta de tallo royo de basta 6 0 cm de altura.
■ Semillas
Ho^is triangulares verdes Ljs pegueAis flores
fogcHjyrm acu kn tm
de cinco pétalos y de color rosa crecen en racimos.
Sem&strianguUres
D IE N T E DE LEÓN
Toromcu» spp
■ Muy ¿atribuido en zonas templadas
■ Florón de hojas verdes, dentadas que crean cerca
■ Hojas
de Eurasia. ritroducido en Aménca.
de» suelo a partir de una raíz prnopal central
■ Raíces
Australia y Nueva Zeíanca
Las flores grandes y de color amar* 3 intimo,
maduran y se comcrten en un «reloj» esférico
ROSA S IL V E S T R E
Roso canina
O R T IG A
M ic o d m a
■ En setos, márgenes boscosos
■ Arbusto caducKol» rastrero con tallos espinosos
■ Escaramujos
v monte bajo de Europa, noroeste
de África y oeste de Asia,
H o ^ dentadas de color verde oscuu Ftaes blancas
■ Yemas y flotes
rosas o rosa intenso con cinco pétalos y sn aroma
■ Hojas jóvenes
introducida en otras feotones
El fruto es ovalado y de color ro?a anaranjada
■ Junto 3 setos y margenes
• Planta herbácea perenne de 50-150 cm de atara.
boscosos de Norteamérica.
Eurasia y norte de Áfnca
Hoyas verdes ovaladas y muy dentadas, cubiertas
con in vello rigdo urticante Las pequeñas flores
■ Brotes jóvenes y hojas
verdes presentan en ocasiones un toque rojiza
ARCE AZU C AR ER O
A ce rsm im m
■ Bosques y selvas de* nordeste
de Norteamérica.
■ Arbol caduofoio de 25-35 m de altura. Corteza
lisa de color marrón gnsaceo en los ejemplares
■ Savia
■ Corteza interior
jóvenes rugosa y escamosa en los árboles vicios.
Las hojas verdes son rojo intenso en otoño.
N OGAL
■ Zonas templadas de Enrasa
■ Árbol caducifolia de hasta 25 m de altura, con
Jo g lam w
y Norteamérica. Común
la corteza retorcida Las lv * is verdes, poseen
enelHimalaya.
muchas hojuelas El fruto presenta una cáscara
■ Frutos
verde que se pudre cuando cae al sucio.
C A S T A Ñ O DE A G U A
Y A B R O JO A C U Á T IC O
Tmpa notaos y T toconas
U V A S IL V E S T R E
Wsspp.
■ En aguas lentas en nanas
■ Las Hojas, verdes triarqulares y serradas, flotan
templadas cálidas de Eurasia
y África; introducidos en
en la superficie- Flores blancas con cuatro pétaos.
Norteamérica y Australia.
espinas afiladas y una gran semiHa gnv
■ Semillas
El fruto crece bajo el agua y cuenta con cuatro
■ En la mayoría de los hábitats
■ Enredadera frondosa, gran trepadora, con lionas
de Norteamérica y Eurasia.
lobuladas grandes El fruto crece en racimos
colgantes de bayas de colores entre ámbar
y púrpura oscuro cuando están maduras
■ Fruto
■ Hojas jóvenes
PLANTAS DE CLIMA TEMPLADO
si padece alg u na alergia, e n fe rm e d a d o si e stá em barazada. El te s t no es válido para las setas,
así que no las pruebe a m enos que sepa id e n tific a rla s sin ninguna duda. Cuando planifique
su viaje, re s u lta aconsejable fa m ilia riz a rs e con las p la n ta s co m e stib le s de la región que vaya
a v is ita r y con su d isp o nib ilid a d según las estaciones.
P R E P A R A C IÓ N
■ Las hojas jóvenes y tos brotes
se pueden tomar crudos o cocidos
■ Ponga las raíces en remojo
P L A N T A S S IM IL A R E S
C U ID A D O CON
■ U kstorta «felpara (P nVfoomm)
■ U v raíces están doblemente
es habitual en suelos rocosos
de tos regwnesalpnas dd Ártico
retorcidas y recuerdan ü fomu do
dos serpientes Contendí almidón
y sirven para preparar harina
y fcspues cuezalas o áselas.
■ El fruto y los brotes |óvenes pelados
se pueden comer crudos.
■ Té con las hojas
■ El fruto dd frambueso W ktoeuj)
■ Enredarse con las espmas
■ Las moras y las frambuesas
adquiere un tono royo intenso cuando
son ricas en vitamina C y azúcares
madura. El té elaborado con las
hojas sirve para tratar la diarrea
El té de hojas de mora sirve
para tratar resfriados y tos
■ Las hojas dd alforfón son comestibles
■ Pele y muda las semillas
pero pueden provocar fotosensibilidad
para hacer harina.
de la piel« se consonen en grandes
■ Ase las semillas y prepare gachas
cantidades
agiéndoles agía
■ Las hojas jóvenes se pueden tomar
■ Las raíces se pueden asar y moler
crudas; cueza las más tieps
para obtener un sustituto dd café,
para e kninard sabor amargo.
Las hojas son ricas en vitamnas
■ Cueza tas raíces.
A y C. hierro y calcio.
• Los escaramujos de todas las rosas
■ Coma los brotes y las flo r»
■ Mastique la pulpa de tos escaramujos
crudos o sóqudos y cómaselos
■ Haga té con las hoyas.
■ Cueza las plantas durante
10 mirxitos para efminar el
IN F O R M A C IÓ N A D IC IO N A L
«Las ortKjas muertas ILomhrm spp)
también son ccmestiles si se cuecen
■ los estacármeos permanecen en
s irtu m {RenosppJ son comestittes.
el arbusto durante todo d a to Son
pero iva ingw a tos scnxtas si tienen
neos en vitamina C Machuque unos
espinas
cuantos hiérvalos y cade d agua
■ Reúna y r«cj3 las plantas cor cuctodo;
utilice guantes si dispone de dios
■ U s ortigas frescas son reas en
proteúvu y vitamuuK. Las fibras
áodo fórmico y la hhtamina
Poseen una hops con forma de
para evitar las posibles reacciones
de los talles maduros sirven p^a
de los vellos urticantes
corazón y flores blancas o púrpura
por la presencia de solos eticantes
hacer cuerda (ntanse págs. 138-1411
■ Cueza la savia para un sirope.
■ Tome la corteza interior cruda 0
cuezala. Obtendrá una masa getobnosa
que oodrá osar y convertir en harina.
■ B arce rojo IA nibnim) también
produce una vina diácfc
■ Para recoger la savü corte im V
en el tronco, haga i r agujero debajo
■ El abedié (flefoto spp) posee
dd ccrte e introduzca utv>hoja para
q * lasgotas caigan en i r recipiente
una corteza intenor comestible
■ Ricas en grasas protervas y vitaminas
■ Rompa la cascara y cómase el fruto
■ Las cáscaras verdes aplastadas dd
crudo.
nogal negro U. nqro\ son tóxicas para
tos peces Utócelas para atraparlos.
■ U s castadas de agua son
■ Las semillas se pueden tcmai crudas
una fuente de cartchdratos
o asadas
■ El fruto maduro se toma crudo.
■ Cuezatoshojasjcr.'enes
■ Las enredaderas de la famii a
UenisflpnrMm 1ipnen frutos
■ Las uvas maduras son ricas
en vitamina C y azúcar Puede
similares a uvas, pero son fóticos
obtener agua del tallo de la vid
y seto tienen una senrfa
Iroose pág. 1921
281
APÉNDICE
PLANTAS DE C U M A TEMPLADO
APÉNDICE
COCINA DE SUPERVIVENCIA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
APÉNDICE
282
A L G U N A S DE L A S P L A N T A S que se mencionan a continuación son buenas fu e n te s de agua o líquido.
En una situación de em ergencia en el desierto, no com a si no dispone de agua, ya que su cu e rp o u tiliza rá
sus propias reservas de agua p ara hacer la d igestión. Consum a ta n sólo p la n ta s que pueda id e n tificar.
En caso de duda, realice p rim e ro el te s t universal de co m e stib ilid a d ( véanse págs. 2 0 6 -2 0 7 ).
DÓNDE
NOMBRE
1
A C A C IA
Acoró spp
■ Africa, sur de Asia. Australia
y América
ID E N T IF IC A C IÓ N
■ Árodcs espinosos, medianos con U corteza de cotor blanco grisáceo.
Hojas verdes divididas en numerosas tejidas ovaladas Flotes pecueóas
y redondas, am arlas blancas o rosas
AGAVE
Agoréicp.
AM ARANTO
■ Sur Ce Estados Undos y México
Centroaménca. el Caribe
■ Roseta de hojas carnosas con la punta muy afilada y un margen espinosa
Pedúnculo floral central alta
y ef nordeste de Sudamérica.
■ Amerca, Africa y Asia
■ Hierba alta con hojas alternas y tallos carnosos y erectos Semitas dim rutas
injvroneVneqras (una planta produce de 4 0 0 0 0 a 60.000 semillas».
■ África y norte de Australia
BAOBAB
■ Árboles grandes con troncos muy abultados de hasta 9 m de diámetro
Hoyas verdes con 5-7 hojillas como dedos Fruto alargado (de hasta 20 cm).
Adamana w
ALG AR R O BO
■ Mediterráneo, norte de África.
■ Arbol ixrenmfflliodt hasta 15 m de altura Hojas verdes bridantes de 20 cm
CerofonioíH(¡u3
Onente Próxmo y la India.
de larga como máximo Florecidas re«Ji Vacias planas y coriáceas de color
verde oscuro o negro cuando están maduras. Semillas duras de color marrón
H O O D IA
■ Sudoeste de Africa
P A L M E R A D A T IL E R A
Fkmudoctfifm
CHUMBERA
Opuntiaspp.
C U C U R B IT A C E A S
Cucurbitoceoe
■ Numerosos tallos espinosos y suculentos de hasta 2 m de altura. Flores
con forma de estrella o acampanadas y olor a carne podrda.
Wocctospp
■ Oeste y norte de Africa. Onente
■ Palmeras altas y esbeltas con una gran corona de hojas verdes divididas
Próximo y la India; introducida
en numerosas hoydas estrechas Fruto manón ronzo cuando está madura
en México y Estados Unidos.
■ América; introducida en el Canbe.
el Medrterráneo Africa y Australia.
■ Tallos verdes gruesos articulados planos como acolchados, cubiertos de púas.
■ Desierto de Kaúhan (fam ilia),
■ Enredadera verde rastrera Flores de color amando intensa Fruto verde
el Sahara, ¡siasdel Mediterráneo,
Oriente Próximo y el sudeste
de la India
Flores rojas o amarillas. Fruto rojo cuando está madura
o jmanHo del tañado de una naranja
PLANTAS DE CLIMA DESÉRTICO
No olvide que algunas p la n ta s son co m e stib le s sólo en d e te rm in a d a s e ta p a s de su desarrollo.
N unca ingiera especies silve stre s si padece alguna a le rg ia o enferm edad, o si e stá em barazada.
Cuando plan ifiq u e su viaje, re s u lta aconsejable fa m ilia riza rse con las p la n ta s com estibles
de la región que vaya a v is ita r y con su d isp onibilidad según las estaciones.
P A R TE C O M E S T IB L E
■ Semillas (de vanas de color
marrón oscuro)
P R E PAR A C IÓ N
■ Ase las semillas
C U ID A D O CON
IN F O R M A C IÓ N A D IC IO N A L
■ Pincharse.
■ Las raíces contienen agua.
■ El lugo de muchas especies puede
■ El tallo a :.:do tiene un ubor
provocar una dermat.trs aguda,
« c e como de melaza
■ Hierva las hojas y tos brotes
■ Hojas y brotes jóvenes
■ Pedúnculo «ites de que florezca
» Ase el pedúnculo.
■ Brotes y flores
■ Hierva tos brotes y tas flores.
con enrojecimiento y ampoSas que
duran 1-2 semanas Las hojas sen
puntiagudas.
■ Brotes jovenes y hojas
■ Semillas
■ Tome tos brotes y las tojas crudos.
cocidos o sofritos
■ Retire la paja de las semflbs y después
prepárelas cono palomitas de maíz
o redúzcate a harina para hacer pan
■ Las hojas del .muranto son
■ Las hojas de amaranto
ricas en ácido oxálico, que puede
sor una verdura habitual
im tar eí ntestmo y provocar p»edras
en el riñón Tómelas con moderación
w tos trópicos y en las regieres
de d n a cálido.
■ Brotes y hojas jóvenes
■ Tome la pulpa cruda del fruto
■ Fruto
■ Cueza los brotes y las hojas
■ Golpee ef tronco para obtener
agua. Los bosqumanos del Kabhan
■ Semillas
■ Aselassemfcs
ta sorben a través de tos aceros
del tronco utilizando tallos
huecos de hierbal
■ Vainas
■ Semillas
■ Tome cruda la pulpa, dulce
y nutritiva, de las vainas
■ Muefa tos semillas para obtener
una fiama y prepare gachas.
■ Tallos
■ Extraiga el agua de tos tallos
■ B tallo contiene un supresor del
con bgeros golpéalos
apetito los bosqumunos del Kalaltan
mastican los tallas de vanas especies
de rtoorto antes v durante sus
arduas y largas sesiones de caza,
■ Las palmeras datierascrecen
■ Torco & fruto (dátiles) crujo
■ Punta de crecimiento de la palmera
(corazón)
■ Hojas jóvenes
ceita de agua. Las hojas sirven
o secado al soL
para cubrir el techo de un refugio
■ Cueza tas hojas y ef «razón
■ Cueza la s m para obtener un jarabe.
■ Savia
■ Fruto
■ Peto la fruta y tómela cruda
■ SemiHas
■ Ase y murta las semillas
de aspecto similar con una savia
aknohadilUs es una buena
para obtener harina.
lechosa, ya que puede ser tóxica.
fuente de agua.
■ Almohadillas
■ Las espinas. Evite las plantas
« L a savia no lechosa de las
■ Cueza o ase las almohadillas jóvenes
■ Fruto (sólo sandia)
■ Flores
■ Semillas
• Hojas v brotes jóvenes
■ Tome to pulpa del fruto y tos ftores
crudas y ase o cueza tos semillas
■ Mastique las hojas y tos brotes
para extraer ef agua quecontienen
■ Elfrutodelacofoquintida
(CHrufls cokcyatha) es muy
amargo y ijn laxante potente
■ La pulpa de la sandia (C tonalus)
es n ú buena fuente de aguí
283
APÉNDICE
PLANTAS DE CL IM A DESÉRTICO
APÉNDICE
284
APÉNDICE
COCINA DE SUPERVIVENCIA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
EN LOS TR Ó PIC O S CRECEN N U M E R O S A S P L A N T A S d u ra n te to d o el año y en condiciones
de calor y humedad. Las que se c ita n a continuación son sólo algunas de las variedades m ás comunes.
Cuando planifique su viaje, debe fa m ilia riza rse con las p la n ta s co m e stib le s de la región que vaya
a visitar. En las selvas tropicales, la m ayoría de los fru to s está n m u y altos, fu e ra del alcance
DÓNDE
NOMBRE
BAMBÚ
■ Selvas troncales y subtropicales
Bo’vbvscoe
BANANO Y PLATAN O
Musospp
NUEZ D EL B R A S IL
BerthaNetiue/xebo
ID E N T IF IC A C IÓ N
■ Hierbas similares a árboles con tallos huecos
I
■ Nativos de Australia y el sudeste
leñosos, segmentadas, que van del negro al
PARTE C O M E S TIB L E
■ Botes jrSttws
■ Sermlas
verde y é dorado Hojas verdes espatifoom
Las especies varían en altura desde O.S a 3.5 m.
■ Plantas herbáceas snwüres a árboles de hasta
• Fruto
asiática introducidos en otras
10 m de altura. Hojas grandes, verdes, parecidas
■ Capullos y flores
regiones tropicales.
a cintas y bifurcadas Las Acres y los frutos
■ Brotes y taños jóvenes
crecen en densos racimos colgantes.
■ Raíces
■ Junto a tos ríos en selvas tropicales
de Siidamérica
■ Arbol caduco grande, de estación seca, de hasta
45 m de altura Hojm verdes alargadas y arrugadas.
■ Semillas o «frutos
secos-
Flores a m a n te El fruto es del tamaño de un coca
con una cáscara dura y leñosa con 8 y 24 semillas
E S P IN A C A DE M A L A B A R
BffxNoalba
■ Muy extendida en tas selvas
tropcales
■ Planta trepadera, similar a una enredadera,
■ Hojas jovenes y tallos
que alcanza 30 m de longitud. Talos rojos
Hojas carnosas avaladas o con forma de
corazón, verdes o purpura-rojizo
H IC O
ficusspfl
■ Gran diversidad de habitats en las
reganes tropicales y subtropicales.
■ Arbol perenne con grandes raíces aéreas que
■ Fruto maduro
crecen desde el tronco y las ramas. Hojas verdes
coráceas. Fruto con forma de pera que crece
¿rectamente del tronco o en las ramas.
PAPAYA
Correo patojo
■ Originaria de selvas tropicales
de America, introducida en otras
regiones tropicales y templadas.
■ Arbol pequeño de hasta 6 m de altura con un
tronco blando y hueco, Grandes hojas verdes con
siete lóbulos. Gran fruto vmilar a un melón que
■ Fruto
■ Flores hojas y taños
jóvenes
se toma amando o naranja cuando está maduro
C A C A H U E TE
» Originaria de selvas tropicales
Arocfakfpogovo
de América: introducida en otras
de altura, las hojas verdes y ovaladas crecen
regiones tropicales y templadas
en grupos de cuatro por tallo. Flores am ante
la vaina subterránea contiene de 1 a 4 frutos.
P A L M E R A SAG Ú
Metmyíon sajú
N ENÚFAR
Hymphopo
■ Planta pequeña y densa de hasta 50 cm
■ Sendas o Wrutos
secos»
■ Tierras bajas húmedas de las selvas
■ Palmera con el tronco espinoso de hasta
tropicales del sudeste asiática
10 m de altura Corona de hojas verdes
■ Brotes jóvenes
introducida en otros lugares
pinnadas (simpares a plumas)
■ Frutos jóvenes
■ Médula
■ Lagos, estanques y nos de regiones
tropicales y subtropicales de todo
■ Hojas planas, verdes, con forma de corazón,
que flotan sobre el agua. Flores grandes
■ Talos
d mundo. También en reganes
y fragantes de color blanco, amarillo, rosa
■ Semillas
tempbdas
oazul.
PLANTAS TROPICALES
(a m enos que pueda tr e p a r a los árboles). C onsum a ta n sólo p la n ta s que pueda id e n tific a r y.
en caso de duda, realice el te s t universal de co m e stib ilid a d (véanse págs. 2 0 6 -2 0 7 ). No olvide
que algunas p la n ta s son c o m e stib le s sólo en d e te rm in a d a s eta p a s de su desarrollo. Nunca
ingiera especies silvestres si padece alguna a le rg ia o enferm edad, o si e s tá em barazada.
PR EPA R A C IÓ N
PLA N TA S S IM IL A R E S
C U ID A D O CON
■ Los brotes del bambú gigante
■ Corte la capa exterior dura de ¡os
brotes y cuézatos o hágalos al vapor
■ Hierva Lis semillas o muéWis mézclelas
(Cótf/ohosfocfiys /rratogiJscowrKis)
■ Les tallos de bambú suelen contener
agua (véase pág. KO) Se puede usar
centonen ácido prúsico (cianuro).
para cocinar (véase pág. 204) y pata
construir un refujo feriase pág. 169).
conagua y forme unas tortita.
■ El fruto y las flores son comestibles
■ 0 fruto del banano y H puta no
crudos o cocinados.
• Cocine los brotes, los talos
es neo en potasio y vitaminas A.
B6 y C. El fruto duro sin madurar,
y las raíces
■ Abra b capsula dtf fruta rompa
La cáscara y tome ef fruto crudo.
IN F O R M A C IÓ N A D IC IO N A L
sólo es comestible si se cocina.
■ Lccytbs spp produce semitas
■ Las cápsulas maduras caen
comestibles en una cápsula similar.
al suelo Los roedores y losmonos
Se conoce como nuez del paraba
acuden a recoger los frutos, que
son neos en grasas y « le w
■ Vapor, cocción, guiso o sofrito
■ No coma demasiada cantidad.
con Las hojas y los tallos.
ya que la planta puede tener
■ Las hojas y los tallos jóvenes
son neos en vitaminas.
un suave efecto laxante
■ No tome frutos duros m tos que
■ Tome el fruto crudo o cocido.
estén cubiertos de veto.
■ La pulpa def fruto maduro se come
■ Evite que el jugo lechoso del fruto
cruda. B fruto verde se puede cocinar.
■ Las flores, las hojas y los talos
■ Los higos comestibles son bbndos
arando están maduros, y de cok»
verde toponean
■ El fruto maduro es rico en
verde entre en contacto ceñios ojos.
vitamina C. El fruto verde madura
ya que provoca ceguera temporal.
rápidamente sise pone al sol
se cuecen, cambie el agua una m
■ Retire la cáscara y tome les frutos
■ No los mampule ni los coma
si es alérgico a los cacahuetes.
crudos
■ Los cacahuetes son una butni
fuente de protwsas, vitaminas
del grupo B y minerales.
■ Machaque la médula, amásela con
■ Muchas palmeras tienen partes
■ No tome ef fruto de una palmera
■ Una planta m atea cortada
agua, niélela y deje que el sagú se
asiente. Escurra y deje secar. Forme
comestibles La del azúcar {Armjo
poroto) posee ima savia comestible
a menos que la identifique como
una variedad comestible, ya t*ie
y/sto antes de que florera,
protoe 150-3C0 kg de almidón
una pasta con agua hirviendo.
que se puede cocer.
ef de algunas especies contiene
Icartohdratocasiputo)
cristales dáteos
■ Pele y corte en láminas los tubérculos
■ Todas ¡3$ partes del loto
• Los tubérculos son ricos en almidón
■ Los tallos quedan tnejor cocidos.
(tatomoo spp.) son comestibles
Las semillas poseen ir. saber
■ Seque y muela las semillas
crudas o cocidas.
amarga pero son comestibles
para obtener harina
285
APÉNDICE
PLANTAS TROPICALES
APÉNDICE
286
APÉNDICE
COCINA DE SUPERVIVENCIA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
CUANDO P L A N IF IQ U E SU V IA J E , debería fa m ilia riza rse con las p la n ta s co m e stib le s de
la región que vaya a v is ita r y conocer su disponibilidad estacional. Consum a ta n sólo plantas
que pueda id e n tific a r y, en caso de duda, realice el te s t universal de co m e stib ilid a d (véanse
págs. 2 0 6 -2 0 7 ). No olvide que algunas son com estibles sólo en d e te rm in ad a s e ta p a s de
L IQ U E N DE IS L A N D IA
Cebona alandica
ID E N T IF IC A C IÓ N
DÓNDE
NOMBRE
■ Zonas moni añasas del Ártico.
Subártico y rejones templadas
frías de Norteamérica y Europa:
•
que forma una alfombra de hada 10 cm de attura.
Ramas de verde grisáceo a castado clara enrolladas en tubos
que terminan en lóbulos planos con tos bordes con flecos.
laderas de lava y mesetas de lslandu
L IQ U E N DE LOS RENOS
Oodoniaroraifif/m
■ Tundra, pantanos y bosques abiertos
del Ártico, el Subártico y las regiones
«Liquen que forma una alfombra de 5-10 onde altura. Ramas grises
y redondeadas semejantes a astas.
templadas del norte
U M B IL IC A R IA
Vm6*onospp
SA UCE Á R T IC O
Soúr urética
• En rocas del Ártica Subártico y regiones
templadas septentrionales
«Tundra de Norteamérica. Europa y Asia;
zonas montaiVjsas de algunas rejones
■ Liqúenes redondeados con tos bordes ondulados, por to general
grises o marrones.
■ Arbusto <*# forma una alfombra de 30-bQ cm de altura. Hojas
verdes brillantes y redondeadas. Flores en inflorescencias amarillas.
templadas septentrionales
GA YU BA
Artttáoptrjfa uvo-trrsi
■ Zonas montañosas de repones árticas
y subárticas
■ Arbusto perenne mano Hojas verdes gruesas, coriáceas, con forma
de garrote. Flotes rosas o blancas. Bayas rojas bnEantes que crecen
en racimos
TÉ DE LA B RA D O R
Rbodofcodron groetMxum
M O R A DE LOS P A N T A N O S
Rubuscnmoeowvs
■ Pantanos y zonas alpinas del Artico.
■ Arbusto perenne, de 30-90 cm de altura. Hojas verdes estrechas
Subártico y regiones templadas de
y coriáceas, perfumadas y con vello en el envés Pequeñas flores
Norteamérica y Europa
blancas perfumadas que crecen en racimos y son pegajosas
■ Pantanos, marismas y prados tomedos
■ Arbusto perenne de 10-25 m de altura Las hojas, verdes y suaves,
de regiones alpinas y subárticas de
presentan 5-7 lóbulos. Las flores blancas tienen cinco petalos.
Norteamérica, Europa y Asia
Las bayas, del tamaño de frambuesas y de color ámbar, crecen
en la parte superior de b planta.
A R Á N D A N O NEGRO
Empctniwmgrv/n
■ Tendrá, páramos, pantanos y bosques
«Artusto enana perennt que forma alfombras Hojas cortas.
de piceas de las regiones árticas
como agujas de color verde claro Flores pequeñas de color rojo
subárticas y templadas septentrionales
purpura Bayas negras.
Tamban en los Andes
COL DE KERGUELEN
Pringteoanincorbotica
■ Zonas rocosas de las Blas subantártxas
en los océanos Inticoy Antártico.
■ PlantasimlarabcoÉ.
PLANTAS DE CLIMAS FRÍOS
su desarrollo. N unca ingiera especies silvestres si padece alguna a lergia o enferm edad,
o si e stá em barazada. No existen liqúenes tó xico s (véase, no o b sta n te , la e n tra d a de
Umbilicaria), p e ro to d o s deben dejarse en re m o jo en agua d u ra n te una noche y cocerlos
a n te s de consum irlos.
PA RTE C O M E S T IB L E
■ Todo
PREPAR A CIÓ N
■ En remojo durante varias
horas y después her v r ben
C U ID A D O CON
■ Los Squenes contienen un
árido que provoca irritación
IN F O R M A C IÓ N A D IC IO N A L
■ Los hquones son tajo*, en proteínas, pero neos
en carbchdratiK (almidón de fcquenj
intestinal: hay que remotar
y hervir antes de consumirlos
■ Todo
«En remojo durante varias
horas y después hervir bien
■ Todos los liqúenes contienen
un ácido que provoca irritación
■ Rico en «¡tararas A y B. Importante fuente de
alimentación para tos renos Los pastores consideran
intestinal si no se dejan en
un manjar tos liqúenes parcialmente domóos
remeso y se hierven antes
del estómago de los renos
de consumirlos.
■ Todo
■ En remoto durante varias
horas y después herw b*er.
■ Se han producido algunos
casos de envenenamiento con
UmMcana,
apique pnmere el
test universal de oomesbbddad
■ Brotes |ównes
■ Hojas
■ Raíces jóvenes
■ Retire la cortera «tener
■ Las hojas det sauce ártico tienen 7-10 veces más ntamria
y tome los brotes intenores
C que una naranja.
crudos.
■ Teme las hojas crudas.
■ Pele las raíces y tómelas crudas.
■ 8ayas
■ Coenvv antes de comer.
■ Usowsveaimenun
■ Fcrmj matas esi tos regiones árticas
de las bayas
■ Hojas
■ Poner en infusión para
■ Recoja hojas sueltas de varios arbustos en lugsr de
preparar té.
ramas enteras. Las hojas def té de Labrador del norte
{Rtunentosum)
tamben producen ir té aromático
Crece en suelos turbosos y en la tundra
■ Bayas
■ Crudo
■ Los osos se alimentan
de las bayas
■ Bayas
■ Crudo o cocido
■ Los osos se alimentar
(tolas bayas
■ Us tuyas son rosasal principio y ai madurar adoptan
un tono ámbar (en oloflol Rica en v-Umha C
■ Las bayas def ato antencr resisten en la planta hasta la
primavera. Las bayas frescas se pueiton secar y
conservar. Pobre en vitamras
■ Hojas
■ Hervir bien.
■ Las hojas tunen un sabor .murga c a ta que
deben hervirse bien. Rea en potasio y vitamina C.
Los exploradores y los balleneros de to Antártida
consan col de Kenjuden para prevenir
de ah' su nombre científico,
éescorbuto,
287
APÉNDICE
PLANTAS DE C U M A S FRÍOS
APÉNDICE
288
APÉNDICE
COCINA DE SUPERVIVENCIA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
NO E X IS T E N A L G A S T Ó X IC A S , aunque algunas pueden p ro v o c a r m o le stia s ga s tro in te s tin a le s .
Las que se c ita n a continuación son habituales y seguras para el consum o si se recogen cuando
todavía están creciendo, p e ro al p rin c ip io deben to m a rse en pequeñas cantidades. No ingiera
algas si dispone de poca agua p ara b e b e r y consum a sólo aquellas que pueda id e n tific a r. En caso
DÓNDE
NOMBRE
CUTW EED
ID E N T IF IC A C IÓ N
Enteromoijiha spp.
■ Mansmas y cubetas rocosas de aguas
frias/tempíadas de todo el mundo
■ Tallos de color verde claro o Intenso, tubulares y sin ramas,
de 20-40 ande largo.
KELP
■ Costas rocosas del Atlántico
■ Frondas muy largas, como cintas, de color verde olivj a marrón.
1/1
<
z
Oí
<x
¡E
«/>
•X
o
—I
Atar» spp» L am in aria spp y
y el Pacifico.
B W p gigante <M pynfcra) es el alga más grande def planeta
(alcanza longitudes de 45 m).
.Worrocysfospp.
•X
A LG A S R O JA S
■ Cosías rocosas de todo el mundo
■ Fronda membranosa muy fina, de forma itregui.*, de hasta 50 cm
de larga El color varia desde el verde oliva hasta el marrón púrpura
fcrphyraspp
o casi negra
COCOTERO
■ Costas arenosas rocosas y corajinas
Cocos rocr/era
de los trópicos y los subtrópicos
■ Árbol lefios© perenne, de hasta 2 2 m de altira, con una corona
de hojas pmnadas (como plumasl. El tronca gris, está rodeado de
marcas de crecimiento.
S A L IC O R N IA
Sakorno spp.
■ Marismas y p la n o * lodosas
de ¡as «xus occidental y onental de
■ Tallos carnosos y articulados de color verde intensa 10-30 cm de
Mura. Mojas como escamas y flores dmrioutas hundidas en los tallos.
Norteamérica. Europa occidental
y el Mediterráneo.
O R G A Z A /S A L A D O
Alripiex sao
■ Playas de arena y guijarros de todo
el mundo.
■ Planta rastrera con espigas de flores pequeñas y verdosas.
Hojas dp color verde claro o plateado, triangulares o lanceoladas,
en ocasiones lobuladas
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«X
LU
►
—
1/1
O
c_>
1/1
p An d ano
• Costas tropeles desde Madagastar
■ Árbol de hasta 9 m de altura apoyado en raíces aéreas smuteres
Pondo.msfQ
al sur de Asia e *slas dt< sudoeste
del Pacifico.
en espíales. B gran fruto glcbulai y nudoso madura de vertí**
a pilotes. Las hojas, svmlares a ditas y dentadas, se agrupan
a naranja orgjo.
«I
—1
o.
C O C LEA R! A /H IE R B A
■ Marismas y costas rocosas de la roña
DE LA S C U C H A R A S
Coc/rfecrá spp
ncrte de Norteaménca y el ncrle
carnosas, de color verde oscuro y fornia de corazón.
de Europa y Asia
Flores pequeftas. blancas, de cuatro pétalos.
ACELG A S IL V E S T R E
Beto vw'oors mnrUima
■ Marismas, playas do guijarros
y acantindos de Europa.
■ Planta rastrera, de 10-40 cm de altura, con hcias gruesas,
■ Planta rastrera de hasta 1 m de altura, con tallos v e ri» brillantes
y hojas con tonos rejos Floros verdes diminutas que crocpn en
racimos en los tatos
R OQUETA DE M A R
Cofcfrspp.
• Costas arenosas de Norteamérica,
Europa. Asu y Australia
■ Hasta 40 cm de altura Hojas verdes, carnosas y muy lobuladas
Flores de cuatro petates de color lavanda claro.
PLANTAS COSTERAS
de duda, realice el te s t universal de co m e stib ilid a d ( véanse págs. 2 0 6 -2 0 7 ). Nunca ingiera especies
silvestres si padece alguna a le rg ia o enferm edad, o si e stá em barazada. Cuando pla n ifiq u e su viaje,
infórm ese de las pla n ta s co m e stib le s de la región que vaya a v is ita r y de su disponibilidad d u ra n te
to d a s las estaciones.
PA RTE C O M E S T IB L E
■ Todo
PREPAR A CIÓ N
C U ID A D O CON
IN F O R M A C IÓ N A D IC IO N A L
■ Buen indicador de la presencia de agua dulce
■ Se toman crudas o secadas
tfsoi'j molidas enwíva
para t a f t o r su coreerraow
■ Frondas
■ Mejor hervidas, aunque
las frondas jóvenes se pueden
■ Las dosis elevadas de yodo
pueden ser perjudiciales
■ La laminaria azucarada (L
saationna)es dulce,
como su nombre mdica. y se puede tomar frita
o cocida El kelp es rico en jodo, necesario en
tomar crudas
pequeñas cantidades para gozar de una buena salud
■ Todo
■ Cocidas y después chafadas
■ Losgafcses preparan un pastel con algas rojas
y arvena (pan de algaX Losjaponeses producen miles
de toneladas de láminas m t, finas de algas rojas
secas y procesadas (nori).
■ Semillas (cocos)
■ Tome la leche fresca.
«La leche de coco maduro necesita
• La pulpa se toma cruda
agua extra para que sea
(vrósepag 190). La leche es rica en aricar y vitaminas,
digerible. No corrosnc tomarla
y contiene proteínas. La pulpa también es nutritiva
o secada al sol.
■ Loscocos verdes son una buena fuente de aquí
en exceso porque es laxante.
■ Tallos
■ El hnojo mamo fpnthmmnuritkmt, que crece
■ Ai vaporo cooda.
en acantilados y ondas rocosas, no guarda nnguni
relación, pera cuenta con hojas suculentas comestibes.
■ Hojas
■ Las especiesde Afrjpta se Imutan a los surtas salmos
«Las hojas jóvenes se pueden
tomar crudas las más viejas
Además de en las costas, se encuentran tierra adentro
conviene cocerlas
en las orillas de lagos alcalinos y en desiertos Atajóte»
ctoenose come en Australia.
■ Fruto
■ Hojas
• Hojas
■ La pulpa del fruto maduro se
■ Las hojas cuentan
puede tomar cruda La fruta
con pequeñas púas en
semimadufa se puede comer
las puntas que pueden
horneada durante dos horas
arañar e irritar la piel
■ Las hojas se toman crudas
■ El fruto verde no es cwnestMe
■ Las hojas son ricas en vitamina C. los marineros las
o se reducen a una pulpa
consumían (o bebían el jugo) para prevenir el escorbuto
y se toma el liquido
Son muy amargas; lo mejor es blanquearlas en agua,
resultante.
pero se pueden tomar en una situación de emergencia
■ Cruda o cocida
■ Antepasado silvestre de la remolacha. Li remoljefu
ancanera y la acelga
■ Hojas
• Vainas jóvenes
■ Las hojas y las vanas jóvenes
se pueden tomar crudas.
■ Las hojas tienen sabor a pimienta. Una espede de
Col-Ale crece en los desiertos de la pennsuta Arábiga.
289
APÉNDICE
PLANTAS COSTERAS
APÉNDICE
COCINA DE SUPERVIVENCIA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
APÉNDICE
290
TODOS LOS MAMÍFEROS SON COMESTIBLES, poro algunas especies se e n cu e n tra n en p eligro
de e xtinción y, p o r ta n to , está n p ro te g id a s p o r la ley. Los g ru p o s c ita d o s a co n tin u a ció n albergan
m uchas especies que son com unes en sus zonas de distrib u c ió n ; en general, no son peligrosas
si se tra ta n co rre c ta m e n te . No o b sta n te , cuando p la n ifiq u e su viaje debería fa m ilia riz a rs e con
en
o
UJ
ce
M U R C IÉ L A G O
CiWcpfwn
ID E N TIF IC A C IÓ N
DÓNDE
NOMBRE
• Regiones templadas y tropicales
Jetado el mundo.
■ Los únicos mamíferos con alas auténticas y capacidad de solar. Van desde
15 cm de envergadura hasta más de 1,5 metilos <jrandes murcWaoos
frugívoros, o zorros voladores (MyocMoptñvl
UJ
«X
A R D IL L A S A R B Ó R E A S
o
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5ciun/s
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ER IZO S
Hyitnromrpha
A N T ÍL O P E S
Y C IER VO S
■ Norteamérica y Sodaménca, Europa
■ Norteamérica y Sodaménca. Afnca
DE IN D IA S
tn
■ Grandes roedores de forma redendeada con una capa de púas afiladas.
y Asía tropical
■ Norteamérica y Sudamérica. Afnca
y Eurasia
■ Mamíferos ungulados con patas largas y cuerpos en forma de barni.
Los antílopes macho poseen cuernos permanentes; los ciervos tienen
una cornamenta que se cae y vuefve a crecer cada año
BDwfoeyCerwdbe
C ON EJILLO S
■ Roedores pequeños o medianos con colas grandes y pobladas.
y zonas templados de Aya
■ Noroeste, centro y sudeste
deSudaménca
■ Pequero roedor con pelo grueso y oscuro, patas cortas y un cola.
■ Europa. África y Asw; introduodo
■ Pequero mamífero msectrvoro de patas cortas y con púas en el lomo
Cam sop
UJ
9
O
ae
o
PUERCO E S P ÍN
Ennocctiw
en Nueva Zelanda.
yen los lados del cuerpo
<
ü
o
UJ
9
<✓ )
CANGUROS
■ Australia
C ONEJOS Y L IE B R E S
leporxloe
■ D mayor de tos marsupiales (mamíferos con m anicio), con cola lirg a y fuerte,
grandes patas traseras y patas delanteras cortas
Wncrtwrt spp.
■ La mayoría de hábitats en todo
ei mundo, desde la tunda ártica
Isasta los semidesiertos.
■ Mamíferos herbívoros pequeños o medianos, con orejas grandes y colas
pequeñas, redondeadas y peludas. El peto s«íe ser marrón o gris oscuro;
la liebre ártica (Lepuf anticus) cupnta con una capa mvenut es blanca
con la punta de las orejas negras
1/1
o
o
CASTOR
■ Norteamérica y noroeste de Eurasia.
■ Grandes roedores senvacuábcos con peto basto marrón, patas palmeadas
y u ia cola escamosa plana.
Costarsp(X
9
o
—J
Ui
5
ROEDORES
T R O P IC A L E S
Thryonanysw.
■ Africa subsahanana
■ Grandes roedores con peto hasta marrón y una gran cola vn peto.
El mayor roedor tropical [T. swfrxfenonwl« semiacuátxo
1
MAMIFEROS
los m am íferos que se pueden ca z a r en la región que vaya a visitar, así com o con sus m ovim ientos
en cada una de las estaciones. En algunos países y /o estados le e x ig irá n licencia o perm iso de
caza. M é to d o s de caza y preparación: véanse págs. 2 1 6 -2 2 3 ; sugerencias de preparación culinaria:
véanse págs. 2 0 4 -2 0 5 .
CÓMO ENCONTRARLOS
■ Activos por la noche Forman colonias en cuevas
CUIDADO CON
■ le * i; r-ites afilados Algunos murciélagos son
INFORM ACIÓN AOICIONAL
■ Los grandes y roHucs rrorciélagos frugívoros
y árboles durante ef día Las especies de dima
portadores de la rabia u otras enfermedades (véanse
como el zorro wtader de la India (Pteropus
templado hibernan durante el invierno.
págs 300-301}, cocine tos* la carne En Eurcpa
gigantea), se consideré! un nvinjar en muchas
y en algunas zonas de Norteamérica están protegidos
zonas tropicales
■ Activas sobre todo durante H día. Se aftmentan
■ Dientes y garras afilados.
■ Las ardías votadoras (Pferowiyvu) son
de brotes en ramas y en el sudo, as» como de frutos
miembros nocturnos, que v h w en los árboles,
secos y huevos de pájaros. Anulan en los árboles.
en diversos hábitats boscosos.
de la famáu de las antfUs iSaoridoe) Más
que volar de árbol en árbol planean
■ Algunas variedades de Amérca trepan a los árboles
|Mra alimentarse, pero las del Viejo Mundo viven
■ Púas dentadas (véase pág 266 sobre
cómo retirarlas).
■ Cuernos.
o en hábitats pantanoso! los w rvos viven en zonas
boscosas y tundras
■ Se atanentan sobre todo al amanecer y al
con fac ¿dad A ofermcu de la mayoría de U
caza menor, la carne es más grasa que magra.
en el suelo, en árttnos hábitats
■ los antílopes se encuentran sobre todo en la sabana
■ De mcn-mientos lentos por lo que se atrapa
■ En su mayoría activos ai amanecer
y al anochecer. Suelen v iw en grupo
■ Dientes afAidos
» Siguen artas preestablecidas para ablentarse
anochecer, en pastizales arbustivos de regones
Las trampas se pueden cebar con vegetales
montañosas.
frondosos
■ Sus hábitats abarcan desde bosques, setos
y pastizales hasta desiertos. Se alimentan
por la noche de pequeños animales, como
■ Púas afiladas Suden estar «testados de parásitos,
por la que conviene manipularlos con cuidado
y cocerlos bien
■ Tradcicnalmente se preparan cubriéndolos
con arcilla y horneándolos en brasas Ivéa»
pág. 2051.
gusanos e insectos.
• Viven en terror» abierto y se alimentan sobre
■ Garras afiladas y un poderoso golpe
■ Están protegidos en algunos estados
todo por la noche a base de vegetación Se reúnen
australianos, pero en otros se pueden cazar
en abrevaderos en épocas de sequa
(con permiso).
■ Los conejos vwtn en madrigueras, por lo general
■ Los conejos y las liebres pueden estar infectados
■ En la mayoría de las zonas son los primeros
en grupos muy numerosos. Salen para aSmcntarse
de gérmenes, asi que manipúlelos con cuidado
¿ranales o * se «tonta cazar. El conejo
de vegetación yuguen rutas determinadas
y cocínelos bien. Su carne es muy magra y conranc
europeo (Oryctotogw cunoAu) es una plagj
Las liebres viven a mve< del suela
tomarla con vegetales Ivwse pág. 220)
invasiva en Australia.
■ Busque el característico mentón de buró y peáis en
■ Dientes fuertes como cinceles. EJcastor europeo
medía de un estanque o un lago. Los castores dejan
[Castor fiber) está protegido en muflios de tos países
la madriguera por la noche para alimentarse de
en los que vive
■ Utilizan caminos regulares junto a los ríos
Además de la carne. también se come la cota
plantas a c u ita s y árboles a to largo de la orAa.
■ Se ahmenUn por la noche a base de juncos
■ Dientes afilados
■ Valiosa fuente de carne en África occidental
y hierbas en las marañas y las o rla s de los rios.
y central, los roedores «auténticos»
o de Serbas en la sabana húmeda y en colinas
(Rattus spp) son comestibles, pero portan
rocosas.
enfermedades, asi que vaya con cuidado
291
APÉNDICE
MAMÍFEROS
APÉNDICE
292
APÉNDICE _ COCINA DE SUPERVIVENCIA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
TODAS LAS AVES SON COMESTIBLES, aunque algunas tienen un sa b o r h o rrib le (el ave del paraíso,
p o r ejem plo) y el pito h u is tiene veneno en las p lum as y la piel. A lg u n a s especies se e ncuentran
en peligro de e xtin c ió n y, p o r ta n to , e stá n p ro te g id a s p o r la ley. Los g ru p o s c ita d o s a continuación
albergan m uchas especies que son com unes en su zona de d is trib u c ió n . Cuando p la n ifiq u e su viaje.
A VES DE C A Z A
ID E N TIF IC A C IÓ N
DÓNDE
NOMBRE
■ En todo el mundo, excepto en la Antártida
■ En general, tienen cuerpo rollizo, cabeza pequeña
y alas cortas y redondeadas. Los tamaños varían
Gaüifomtí
desde el de la codorniz, que puede pesar Un solo 50 a
Insta el del paso salvaje tMWwxjrs goSfoponv).
que alcanza los 10 kg
AVESTR UZ
■ Oeste y este de África subsahanana, y sur de África.
Strutíw cornetos
■ El ave más grande y mas pesada tW mundo (alanza
los 100 kg). y no vuela. Cueio largo y patas largas
y fuertes, con pezuñas de dos dedos Los machos
tienen el plumaje negro y blanca las hembras marrón
BÚHOS
■ Todas tos continentes, excepto la Antártida.
P A LO M A S
■ Postura erecta y rostro pono con grandes ops Pico
fuerte y ganchuda y garras afiladas.
Slngi/tyrwv
■ Todo el mundo, excepto las regiones polares.
■ Cuerpo r o iz a cabeza y pico pequeños. Plumaje grueso
y suave, marrón o gns, o de colores intensos en algunas
Ccíumbifoiim
especies tropcales.
C IG Ü EÑ A S Y G A R ZA S
■ Todo el mundo, excepto las regiones potares
■ Todas poseen cuerpos grandes, palas y cuello alargados
y picos fuertes. Varón en altura desde los 25 cm de tes
Ckonifonnes
avetoros más pequeños hasta 15 m de las cigüeñas
más grandes
B U IT R E S
Acttfsifióoe y Ccthorlriot
■ Todos los continentes. excepto la Antártida
y Austrataia
■ Grandes consumidores de carroña, con alas robustas,
garras poderosas con talones afilados y un potente
ix o ganchudo. En general, la cabeza y el cuello
no tienen plumas o tienen muy pocas.
A VES ZA N C U D A S
■ Todo el mundo.
■ Varón de forma muy considerable en tamaño y fomu
Y G A V IO TA S
pero en su mayoría tienen un plumaje marrón, gris
Cftürort’N/ormes
negro o blanca Las aves zancudas suelen pesor menos
y tienen las patas largas, las gaviotas presentar, un
cuerpo compacta
A VES A C U Á T IC A S
Anseri/brroes
■ Todo el mundo, excepto la Antártida
■ Cuerpo r o t e , alas potentes y patas cortas con pezuñas
palmeadas La mayoría de especies presentan un pico
ancho y plano Los patos suelen tener el cucho corta
mientras que las ocas y los cisnes lo tienen largo
AVES
debería fa m ilia riza rse con las aves que se pueden c a p tu ra r en la región que vaya a v is ita r
y con su disposición a lo la rg o de las estaciones. A lg u n o s países y/o estados exigen un perm iso
de caza. M é todos de caza y preparación: véanse págs. 2 2 6 -2 2 9 ; sugerencias de preparación
véanse págs. 2 0 4 -2 0 5 .
CÓMO ENCONTRARLOS
CUIDADO CON
INFORM ACIÓN ADICIONAL
■ Ampio abaracode hábitats terrestres. desde
• Peo y garras cortos peto afilados. En algunas
■ Casi todas tas aves de caza se alimentan
montañas elevadas hasta setos tropicales
especies (como Ico faisanes), los machos tienen
y anidan en el suela Por U noche, muchas
y ta tundra ártica
espuelas afiladas.
especies se posan en ramas de árboles.
■ Llanuras semiáridas abiertas (del desierto
a la sabana) y bosques abe-tos
■ Pueden correr muy rápido y propinar un golpe muy
■ Los huevos son tos más grandes del reino
fuerte Muy protectores con los huevos de los nidos
de las aves (pueden llegar a pesar i d kg).
y con los ejemplares jóvenes.
Los nidos son comunitarios y contienen
hasta 40 huevos.
■ En la mayoría de los habíais, desde la tundra
■ Peo y Ilíones afilados
» La mayorfci de lis especies cazan por la
noche y permanecen en ramas de árboles
hasta el bosque denso
durante el día. Suelen anidar en agujeros
en los árboles, bajo sáfente* rocosos
o, en ocasiones en madrigueras
■ Vanedad de hábrtats bascosos desde bosque abierto
■ A mentúo se aknentan en bandadas en
hasta selva tropical densa, asi como pastéales
el sueto o en tos árboles, y permanecen
y zonas semiáridas.
en las ramas de tos árbetes. Se pueden
agarrar con la mano si se acerca a la
percha lentamente y en s ie n a
■ Hábitatsde agua dulce, desde humedales, nos. lagos
■ Pico afilado
» Se suelen alimentar solas en el borde
marismas, ciéñagis. manglares y lagunas hasta
del agua pero acostumbran a arada»
lodazales con régimen de marea.
en grupo en tos árbolev
■ Zonas abiertas, como montañas, llanuras, desiertos
y sabanas
■ Pico y talones afilados. Manipúlelos lo menos
■ Los carroAeros como los cuervos (Corvos spp)
pos-ble. ya que son propensos a albergar parásitos
y las gaviotas (inferior) se pueden atrapar
e infecciones Cueza la carne durante un mínimo
con cebos de carne.
de 30 minutos
■ Tundra y diversos hábitats húmedos y costeros,
como lodazales con régimen de marea, playas
■ Pico afilado las gavetas y las golondrinas de mar
defienden sus nidos con agresividad
■ La mayoría de las aves de este grupo anidan
en el sueto o en salientes rocosos y ponen unos
cuatro huevos bien camuflados. Suelen anidar
y acantilados.
engrandes cotonas
■ Tundra ártica, humedales, ríos y lagos los patos
■ Las ocas y tos cisnes pueden ser muy agresivos,
y los cisnes suelen comer en el agua, mientras
sobre todo en la estación de cria. Los cisnes mudos
que las ocas lo hacen en tierra.
(Q pw s olor) pueden pesar hasta 12 kg.
■ Muchas especies migrjn de las zonas de eró
del Artico hasta las regiones donde pasan
el invernó, al sur. Mudan las plumas a finales
del verano, lo que las «capacita para volar
durante un par de semanas (en ese tiempo,
por tanto, son más fió le s de cazar)
APÉNDICE
293
APÉNDICE
COCINA DE SUPERVIVENCIA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
APÉNDICE
294
A LG U N O S A N F IB IO S Y R E P T IL E S se en cu e n tra n en p eligro de e x tin c ió n y, p o r ta n to ,
están protegidos p o r la ley; los anim ales que se m encionan a co n tin u a ció n son com unes
en sus zonas de d is trib u c ió n y no son venenosos. C om o p a rte de los p re p a ra tiv o s del viaje,
resulta recom endable fa m ilia riz a rs e con los re p tile s y los a n fib io s de la región que vaya a visitar.
R A N A A F R IC A N A DE U Ñ A S
RANAS
Xencpusspp
R A N A TORO A M E R IC A N A
RmacatKbcKina
■ África subsahatiatu: introducida en
Norteamérica. Sudaménca y Europa
• Cuerpo marrón plano, de 6-13 cm de largo, con una fewa de marcas
blancas a modo de «puntos de sutura» a los lados. Dedos como
■ Norteamérica; introducida en Eurcpa
■ Cuerpo verde con marcas marrones por encima y «ancas pordeb - i
garras y patas musculosas.
y Asia.
9-20 cm de longitud. Patas alargadas y grandes tímpanos
■ Cuerpo liso amarillo o marrón claro, ccn algunas manchas oscuras
R A N A TORO DE SU D A M É R IC A
8-22 cnt de longitud.
Leptodoclylvs, pmttxtoctffos
TO R TU C A DE Y E LM O
ID E N T IF IC A C IÓ N
DÓNDE
NOMBRE
■ Africa subsahanana.
■ Caparazón marrón, plano, de 20-32 cm de largo
■ Sudeste astático
■ Caparazón ovalada de c r ia mamón claro a oscilo, de 15-24 cm
Ptbn\NÍa$o admito
<t
i£
TO RTUG A H O JA A S IÁ T IC A
i
de largo, con ei borde serrado cerca de la cota Cabeza y patas de
C)tkrm dwMo
color marrón rojiza
o
tTO RTUG A P IN T A D A
Ctvyumyi peta
P IT Ó N D IA M A N T E
■ Sur de Canadá. Estados Unidos y norte
de México.
a.
ce
UJ
!/>
BOA
Boaconstricior
■ Indonesia. Hueva Cunea y Austrafca
irregulares gue pueden ser de color marrón rnpzo. marrón, negras
o grises. La longitud meda es de 2 m. pero poede alcanzar fas 4 m
■ Centroaméfica. Sudaménca y algunas
LA G A R TO C O M Ú N V IV IP A R O
Zooloco lilivaro
oscuras de montura en el lomo y uiu raya oscura debato de cada ojo.
■ África sub« bariana
■ Cuerpo marrón rojizo o gris con marcas oscuras angulosa» S e rp e e
Cabeza estrecha y hooco en punta
esbelta, mide 70-100 cm. Hooco redondeado.
IG U A N A VERDE
■ Sur de Canadá; centro y este de Estados
Unidos
• Europa, hasta ei Pelo Norte, y desde
el centro al este de Asta, mellado Japón
■ Ccntroamérica y norte de Sudaménca
LA G A R TO O C C ID E N T A L
tienen el vientre amanto o oaranja: el de las hembras es de color
■ Cuerpo verde o grisácea 1-2 m de longitud incluida la Lm>s cola rayada.
Patas largas y resistentes para trepar árboles Los adultos presentan
una papada carnosa bato la garganta más grande en los machos
* Oeste, centro y este de África
■ Los machos adoptan atores fardantes al sel Cabeza entre naranja
y roja y cuerpo añil o turquesa. Las liembras y los machos jovenes
Agoma agaiw
Scebpofui accidéntate.
■ El cuerpo suele ser de color oliva man-óa a veces negro. Los tra to s
crema Longitud d t 10-18 cm
¡quena iguana
LA G A R TO ARCO IR IS
» La coloración de las subespeoes varia de liaran^ amar,liento intenso
a gris daro con manchas más oscuras. Longitud de 1.2-1.8 m Cabeza
alargada ccn hooco redondeado.
ce
■
■ Hay vanas subespe«s, pero todas con las características marcas
slas caribeñas
DE HUEVOS
Elapbe obsoleta
O
■ Vanas subnpecies todas frxis con un vistoso dbu(o de marcas
DoitpefíKKQbro
CULEBRA RATONERA
l/l
O
h-
y amarillo por debajo en ocasiones con algún deuja Rayas amarillas
o rojas en H cuello
llanto spdota
t/>
£
ar
■ Caparazón plano y liso, de 15-25 cm de largo; marrón por encima
■ Sudoeste de Estados lM>dos y noroeste
de México
■ Cuerpo marrón con escamas levantadas y puntiagudas Manchas
azules en el estómago, más pronunciadas en los machos. Longitud
de 15-23 cm
ANFIBIOS Y REPTILES
M uchos países y /o estados exigen una licencia o perm iso de caza. En la página 2 1 8 enco n tra rá
algunos m étodos de caza; en la 2 2 4 se indica cóm o p re p a ra r el anim al p ara cocinarlo. Evite
las ranas tro p ic a le s de colores intensos, ya que son m uy tóxicas. Tam poco ingiera to rtu g a s
caja, porque en ocasiones se a lim e n ta n de hongos venenosos y su carne puede ser tóxica.
CÓMO ENCONTRARLOS
ESPECIES PARECIDAS
■ Humedales y hoyos con agua en sabanas y bosques
INFORMACIÓN ADICIONAL
■ También conocida como sapo ainono de uñas.
trepóles y subtropicales
■ Humedales
■ Todas las especies del género Ron son comestibles,
■ Las ancas pueden ser det tamaño de musios
entre ellas. Us ranas auténticas de< Nuevo Mundo
de pola Todas las especies de clima templado
y la rana común europea (R. temporario)
hibernan en invierno.
grito aguda para sorprender al depredador
y hacer que b suelte
■ En te temporada de Burós. deambula de
• Abrevaderos y charcas de Ouria en campo abierto.
estanque en estanque en tu s a de comda.
En la estación seca se enhena en el barro
• Ríos poco profundes en montadas o tiaras bajas.
■ Muy activa en tierra y agua
■ Lagos, estanque! corrientes lentas y ríos.
■ Activa de día. A menudo se encuentran vanas
apiladas sobre un tronco en el agua, tomando
el sol
■ No es venenosa, oero puede oropinar una
■ Muchos hátxtats.
desagradable mordedura. Es una de tes
serpientes más abundantes de Australia.
■ Muchos hábitats desde et bosque tropical hasta
la sabana árida.
■ Ewsten varias especies en te familia de las boas,
■ Mata a sus presas por asfoia. enrolándoseen
que incluye te serpiente más grande del mundo
su cuerpo No intente cacar boas comunes
te anaconda verde (fiw ecte murmus)
grandes (pueden medir hasta 4 m de longitud)
■ Esta semiente africana nocturna se alimenta
■ Desierto y hábitats abiertos.
de huevo*durante la temporada de cria de Us
aves y el resto del año ayuna. No tiene dientes
■ Laderas rocosas con bosques abiertos.
■ Las culebras ratoneras IfJcpte sppj. especie que
¡nchiye te cdonda serpiente del rruír ( f gultota). se
■ Como la boa común, todas tes culebras
ratoneras matan a sus presas por ccnstrroón
encuentran tanto en et Viejo como en et Nuevo Muida
■ Es inútil intentar corara un lagarto c o p íi
» Gran numero de hábitats terrestres
por la cola, ya que puede deshacerse de ella
para después voteer a crecer
■ Bosque tropea! y ptoaeta.
■ Se defiende con te cofa y tes gjrras
■ Hábitats abortos.
■ Puede desprenderse de la cola y regenerada
■ En rocas y otros Ligares despejados, en bosques
templados y de Murieras.
■ 0 lagarto oriental <S undutatus) se halla ¿aptamente
distribuido por el sudeste de Estados Unidos
y d nordeste de Mélico
■ Puede desprenderse de la cote y regenerarte.
295
APÉNDICE
A N F IB IO S Y R E P T IL E S
APÉNDICE
296
APÉNDICE
COCINA DE SUPERVIVENCIA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
C UANDO P L A N IF IQ U E EL V IA J E , re s u lta recom endable que se fa m ilia ric e con las especies de
peces de la región que vaya a visitar, con su d isp onibilidad dependiendo de las estaciones y con
el m ejor m éto d o p a ra pescarlos (véanse págs. 2 0 8 -2 0 9 , equipo de pesca im p ro visa d o y técnicas
en una situación de em ergencia). M uchos países y /o estados exigen una licencia o p e rm iso de pesca,
BARRAMUNDI
Lattseolconfft
ID E N TIF IC A C IÓ N
DÓNDE
NOMBRE
■ Oc&no índico occidental y oriental
asi como Pacifico norocc'dental
■ Hasta 2 m de laigo. Aleta caudal redondeada Parte simeror de) cuerpo
de color gns verdoso oscuro; la inferior es plateada
y occidental
B REM A
■ De Europa a Asia central
■ Hasta 82 cm de largo Cuerpo estrecho de color bronce y cela muy hendda
■ Europa y Asia; introducida
■ Hasta 1,5 m de largo Parte superior del cuerpo de color dorado oscuro
Abram broma
CARPA C O M Ú N
Cjpmn carpió
en Norteamérica y Austraiasia
RODABALLO
■ Nordeste de) océano Atlético
Psettamai«vo
(Insta el Poto Norte) y el
y la «tenor, plateada.
■ Pez |Vano. casi circular, de hasta 1 m de diámetro. Oe cctor marrón arena
con motas marrones o negras
Mediterráneo
PERCA D E L N IL O
■ Norte, centro y este de Africa
■ Hasta 1.9 m de largo, con ta aleta dorsal redondeada. Parte superior de) cuerpo
azul grisáceo oscuro, plateado por deban
■ Europa y Asia.
■ Hastá 45 cm de largo, con la cola muy hendida. Parte supenor de color verdoso
Lates nk)tkm
CARO f
oscuro y plateado por debato Aletas pélvicas, pectorales y anales de color ropo
Scarjfxvus erythropNhotflW
S A LM Ó N
■ Ocíanos Atlántico norte y Artico mar
So/mo salar
Báltico y nos adyacentes; introducido
■ Hasta 1.5 m de largo con un cuerpo fuerte, muy aerodinámico, entre plateado
y verde azulado
en Argentcu y Australaai
S Á B A LO /TA R PÓ N
Mi^oiapsotiaoticus
■ Océano Atlántico oriental
y occidental. golfo de México.
■ Hasta 2.5 m de largo, con una cola muy henikla. Cuerpo de color plateado
brillante, con grandes escamas duras
Caribe
TENCA
Tilico tinca
■ Europa y Asia, «traducida
en Norteamérica.
■ Parte superior del cuerpo de color verde oliva, dorado per debajo, con aleta
caudal recta. Pequeña barbula en las comisuras de la boca. Longitud media
de70cm.
TR U C H A C O M Ú N
Salmo tnrtto
■ Aguas templadas de todo el mundo
■ Cuerpo aerodinámeo con una longitud media de 1 m. La trucha marrón tiene
el cuerpo de ese color con características manchas negras y rojas. La variedad
de mar es azul plateada con manchas.
1
PECES
y algunas especies sólo se pueden pescar en d e te rm in ad o s m o m e n to s del año. Adem ás, antes
de pesca r debería c o n s u lta r con los lugareños qué peces de la zona son m ás seguros p ara com er
(en algunas regiones, las aguas pueden e s ta r contam inadas). En las páginas 21 2 -2 1 3 se explica
cóm o p re p a ra rlo s p a ra cocinarlos.
CÓMO ENCONTRARLOS
PECES S IM IL A R E S
INFORM ACIÓN ADICIONAL
■ Cuidado con la afilada aleta dorsal
■ Riachuelos lemas y estaños tropeóles, se oculta
entre las ra*es líe los montares y en tos
jllcrainlentos rocosos.
■ En el fonlío de aguas tranquilas y lentas, sebre lodo
en lagos, nos y estanques. Nada en grandes bancos
■ Brema blanca i& x c v bjoerkno) y brema del Danubio
{Abrímissopo)
■ Aguas tranquilas y lentas, por lo general entre
■ La carpa salvan?, la carpa espejo y la carpa cuero
-.egetatan, cerca de orillas de lagos y estanques
■ Ledros marinos arenosos, rocosos o mirtos,
en aguas costeras poco profundas y salobres
son variedades de la carpa común.
■ Otros peces pianos (taconeetiíonnes) que viven
en aguas poco profundas, como el lenguada
y U ta ta
■ Lagos y ríos grandes.
■ Otras percas (pwoformes)
■ Cwcladocon la af ilada aleta dorsal y con los
dientes (la perca del Kilo es una depredado-»
veraz). Puede negar a pesar 200 kg.
■ Aguas tranquilas y lentas, por lo general cerca
de las orillas de estanques y marismas.
■ Ruta (Rutas nrtSus).
■ Ríos fríos, rápidos y aguas costeras.
■ Sacien cc-: Pacífico {Oncorfyrtchus spp,\
■ La migración del salmón désete** mar hasta
les ríos para desorar tiene lugar en otoño.
El desove se produce entre noviembre y enero
■ Estuarios, lagunas, potas formadas por la marea
y manglares. Se ¿frítente formando bancos
■ Torpón del Indopac3ico(tt cypomvfcs),
más pequeño y menos frecuente.
■ Esta espece es mfícil de atrapar debido
a su boca huesuda. Pesa hasta 160 kq
■ Aguas tranquilas y lentas, en estanqúese lagos y ríos.
El mejor momento deJ día para capturar a una tenca
es al amanecer, en los bordes do wgctawJfl densa.
■ Arroyos, ríos, lagos y aguas costeras.
■ Truel» orco ¡ns (Oncorhynchus rnytiss) y truel»
degollada (0 cterki).
■ las marinas iragrau desde el mar
a los nos para desovar en otoña
Cridado con las espiras.
297
APÉNDICE
PECES
APÉNDICE _ COCINA DE SUPERVIVENCIA
COCINA DE SUPERVIVENCIA
APÉNDICE
298
A L G U N A S E S P E C I E S D E I N V E R T E B R A D O S se encuentran en p eligro de e xtin ció n y están
protegidas p o r la ley. Los anim ales cita d o s a continuación son com unes en sus zonas de d istribución.
Cuando prepare el viaje, conviene que se fa m ilia rice con los in ve rte b ra d o s co m e stib le s de la región
que vaya a v is ita r y que conozca los m ejores m étodos para c a p tu ra rlo s (véase pág. 219, algunas
DÓNDE
NOMBRE
M E J IL L Ó N C O M Ú N
Uythitílufo
■ Zonas mtertidales de estuarios y costas
ID E N TIF IC A C IÓ N
■ Berata de concha oscura de 10-15 cm de largo
del norte y et suoeste del Atlántico. así
cono en el nordeste y el sudoeste del Pacifico.
1/1
o
C_3
(/)
3
—i
s
CARACOL G IG A N T E
A FR IC A N O
■ Zonas subtropicales y tropicales de Africa; introducido
en la región de Asta-Pacifico.
■ Gran caracol terrestre, alcanza los 30 cm de largo
con el cuerpo extendido y de 10 cm de diámetro
Caparazón en espiral, cónica de color marrón con
Acholnv spp
bandas más oscuras
S A LTA M O N TES
■ En todo el mundo, sctire vegetación y en e<suelo
Aaididx
H O R M IG A S M E L ÍF E R A S
^rmtaxystus spp.
■ Insectos alados con potentes patas traseras; de 1.8 on
de largo, por lo general con colores de camuflaje.
■ Regiones semiáridas y áridas dei sudoeste
de Estados Unidos. México. África y Australia
■ Cuerpos segmentados con seis patas y un par de
antenas; escasa cintura. Varían en color y tamallo.
ARTRÓPODOS
de 2 a 12 mm Los «repletos» poseen un abdomen
que aumenta hasta alcanzar el tamaño de una uva
CÓSIOO
Eadox)iakw)fnxh¡o
CANGREJO DE R ÍO
■ Subterráneo, en las mices de la acacu de Kempe
Wcraiof empeora). Australia central.
■ En ni» de todo el mundo
Es blanca, con la cabeza marrón.
• Cuerpos segmentados que pueden ser de color anunllo
arena, verde, marrón oscuro o gns azulado. Dez palas
AsíocMeo
CRUSTACEOS
■ La larva de esta especie alcanza los 7 cm de largo.
lias dos delanteras son las pmzas) Longitud media
de 8 cm. aunque algunas especies crecen mucho mis
C O C H IN IL L A
Onty^iAnnoáMiiúae
■ En todo el mundo, en imcrohabitats terrestres
húmedos, como mader a y hojas en descomposición
■ Cuerpos segmentados piaras de hasta 2 on de largo
De color gns, marrón claro o negro. Se cierran
formando una bota cuando se sienten amenazadas
«/>
o
<
!S
o
L O M B R IZ C O M Ú N
Lotnbncvi termtm
■ Regiones templadas de Europa; introducida en casi
todo el mundo
■ Gusano rojizo que alcanza los 35 cm de largo.
INVERTEBRADOS
técnicas para una situación de em ergencia). M uchos países y /o estados exigen licencia o perm iso de
caza. A lgunas especies de m arisco sólo se pueden pescar en d e te rm in ad a s épocas del año. Consulte
con los lugareños cuáles son los m ariscos ap to s para el consum o (en algunas regiones, las aguas
podrían e s ta r contam inadas). En las páginas 2 2 4 -2 2 5 e n co n tra rá m étodos de preparación y cocción.
INVERTEBRADOS S IM IL A R E S
CUIDADO CON
INFORMACIÓN ADICIONAL
■
■ La mayoría de las especies de bivalvos
marinos y de agua dulce son comestibles
■ No recoja ejemplares que no estén cubiertos durante
■ Los breabos sanos * cierran cuando se
si están vivos y sanos en el momento en
la marea alta. El mejillón negro (MwoMtf mgev).
presente en aguas det Artico; puede ser tóxico
que se capturan.
durante todo 4 año los de las ¿anas tropicales
tienen que resultar dif otes de arrancar
son tóxicos en verano
de las raras
■ Muchos caracoles terrestres y de agua dukc seo
■ Ewte los caracoles terrestres con colores brillantes
comestible» El bójaro común (Lrttarino Mtaneo)
y toóos tos marinos, a menos que pueda identificarlos
es un caracol marino comestible.
sin dudas como especies comestibles, ya que pueden
ser tóxicos.
» La mayoría de las especies de grillo (Gr>l«toei
y cigarra \Ttttigomdoe) von comestibles.
■ Evrte tos saltamontes de coleras Intensos, ya que
pueden ser tómeos.
tocan y deten abrirse cuando se cocinan
Los unrvahrossanos como las lapas,
■ Loscaracoles deben pasar 24 horas sin comer
o tomar una dieta de hojas verdes comestibles
para purgar los intestinos antes de cocinarlos
ftiérvalos durante 10 mrxitos, como mamo,
■ Retire las antenas, tas alas y las espuelas
de las patas y tuéstelos para acabar
con tos posibles parásitos
■ la mayoría de las espides de hormiga son
■ La mayoría de las especies de honmgas se muestran
comestibles si se recogen con andado. Las larvas
agresivas cuando se trata de defender su mdo
de las honregas rejas {Fórmica spp) constituyen
una nutritiva comida en los meses de verano. El
y propinan una mordidura ddorasa. Algunas
lanzan un chorro de ácido fórmico en la mordedura
abdomen de la hcmga verde o tejedora {Oecopfi/Na
■ Los abdómenes linchados de las repletas
contienen un liquido nutnt¡vo
■ Las repletas viven en lo más profuido
del hormigiero, en el nido, de mjnera
que tendrá que excavar para sacaras
smarogOma) M sudeste asiático y A ustral sabe
a sorbete de limón las temutas (/sepiera) tamben
sen comestibles Wosepág 219, métodos de caza
■ En este grupo se incluyen las larvas comestibles de
otros cosidos, la faWia (HtpxMoc) y tos escarabajos
¡oni)»;oímos (Ceromtytittoet Las larras de los
■ No coma lanas de insectos que ya estén muertas
en el momento de encontrarlas o ti parecen
■ Deben tomarse eradas o ligeramente aradas
sobre brasas cabwtes.
enfermas, hurten nu¡ o imtan tapir! ai tocarlas
gorgojos RtyvchQpham spp también sen
comestibles Viven en los trancos de las palmeras
ragú (tdonse págs 284-285), en el sudeste asiático
■ Decápodos marinos como cangrejos, langostas
y gambas también son comestibles.
■ Pueden contener parásitos dariinos. por lo
es preciso cocerlos muy bwi
■ Manténgalos vivos hasta que estén listos
para comer. Wtee pág. 225, métodos de
preparación y cocción
■ Cuézalas o Mitos ligeramente. Se tornan
un poco rosas, como las gambas, durante
la cocción.
■ Todas las lombnces son comestibles
■ La tombnz común se aimenia en la
superficie, por lo que resulta más fácil
encontrarla y recogerla que otros gusanos.
299
APÉNDICE
IN V E R T E B R A D O S
APÉNDICE _ PELIGROS NATURALES
PELIGROS NATURALES
APÉNDICE
300
ENCONTRARÁ INFORMACIÓN SOBRE anim ales peligrosos m ás grandes, co m o osos, grandes felinos
y tiburones, y sobre especies venenosas, com o serpientes, en las páginas 242 -2 4 3 . Cuando p la n ifiq u e
su viaje es recom endable que se fa m ilia ric e con la vid a salvaje peligrosa de la región que vaya a visitar,
con el tip o de am enaza que representa y con cóm o e vitarla, si es posible. Si sospecha un envenenamiento,
DÓNDE
NOMBRE
M U RC IÉLAG O
■ En selvas tropicales, deserta
V A M P IR O
y pastizales, desdo México hasu
Deimodootme
N norte y ei centro dr Sudaménu
ID E N TIF IC A C IÓ N
■ Murciélagos pegúete, con un cuerpo de 7-9 cm de largo y una envergadura
de 35-40 cm. Pelo gris-mamón oscuro más claro en el abdomen Incisivos
superares muy aliados.
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o
oc
UJ
U5
«t
Z
RATAS
/ftrffusspp
■ En todo et mundo, excepto en las
ronrones polares
■ Roedor» de tamaño medaño, con una longitud mínima de 12 cm y una cola
larga y sm pelo. Pelo grueso marrón, marrón grisáceo o negro, más claro
SERPIENTES
en el abdomen Patas rosadas
COBRA E S C U PID O R A
Y COBRA R IN K H A L
%;spp.yW?mo:/Btu5
■ Regona templadas cáWas.
■ Serpiente de color marrón doro a negro, de hasta 2 ni de largo. Cuando
subtropcai» y tropical» fe Asia
y África
se sienten amenazadas se levantan y extienden l a sombreretes, momento
» Amazonas y Orinoco, por k>general
■ No « una verdadera anguila, jiro un pez similar a ésta (fe hasta 2.5 m de largo
en que dejan «tr unas rayas en el cuello
hcxmxtotitt
A N G U IL A ELÉC TR IC A
ffetfropharos efeclncui
en aguas poco profundas.
Puede alcanzar el grosor de un muslo humano. Aleta continua en la parte inferior
PECES
del cuerpo
PEZ PIE D R A
SyTwirnD rom eo»
■ En aguas caleras tropicales
dH norte dd océano Indico
y el sudoeste del Pacifco.
• Hasta 40 cm de largo « t e pez cubierto de protuberancias puede mmietizar
su color con el de la roca o el sedimento en el gue se encuentra mientras
espera a que pase una presa. Púas venenosas en la aleta dorsal
M ED USA C O FR E/
■ En la superficie de aguas tropicales
■ Medusa transparente con forma de can de hasta 25 cm de diámetro
A V IS P A DE M A R
dtf sudoeste del océano Pacifico
y el este del Indico.
y hasta 15 tentáculos larga en cada esquina, con células urticante
Cubomeduw
i/>
UJ
«r
Z
z
C IE M P IÉ S
Cblopodo
«*
en
o
Oí
o
C Ó NIDOS
Cowbe
■ Di la tierra, ho^as muertas
y gnetas en rogones templadas,
■ Cuerpo piano y alargado útviddo en al mena 16 segmentos, la mayoría
subtropicales y tropicales de todo
de l a cuales tferien un par de patas. Las « p e a » tropical» son de cctoros
vivos (amarillo, rojo naranja o v*r<fe) con rayas oscuras El ciempiés más
el mundo
largo del mundo. Scolpmki pnpwf«J. alcanza 30 cm de largo
• En zonas mtertdales y en arrecil»
■ De colaros y dibuja muy vistosos, la córtela miden hasta 23 cm de largo.
de coral en mar» templados
cálidos, subtropical» y tropicales
Esta caracotes depredadores poseen piezas bucal» venenosas similar»
de todo et mundo.
a arpón»
■
ANIMALE S SALVAJES
ANIMALES SALVAJES
llam e a los s e rv id o s de em ergencia in m e d ia ta m e n te . P ara m ás in fo rm a ció n sobre tra ta m ie n to s en caso
de m o rd e d ura s y picaduras, véanse págs. 266-267. Si el a fe c ta d o pierde la conciencia, ábrale las vías
re sp ira to ria s, co m p ru e b e si re sp ira (véase pág. 276) y prepárese p a ra em pezar la RCP (com presiones
de pecho y respiraciones de rescate; véase pág. 277). U tilice una m áscara facial si dispone de ella.
PELIGRO
TR A TA M IEN TO
CÓMO EVITARLO
i Si ha estado «n contacto con
desarroli síntomas similares a los
dolor do cabe;a. dolor muscular).!
En testo
■ Lia
■ Fl n o ? m . » s d e ) n u n d o S seoaa lasaos
can La picadura de la
respratonas severas
p m A r n w ia S i. \ afectado
■ Déjese las botas puestas cuarwo cruce
y tenga cudatío cuando se l* fv. L m > Oyl
rdelaconci'
y compruebo sí
s<respira (idos?
(uta*? pág 276). Prepárese
lamban
también pueden aftwrgar pra
para empezar la RCP látese
(véase pág. 277).
277),
queposeen
poseenunos
unosdientes
dientesmuy
muy
que
«l
■ Llame a los servicios de emergencia y trate igual que
■ Ho receja
la mordedura do serpiente (rwsc pág. 266) Controle
onOaoc
pág. 274) y prepárese para empegar la RCP Mase
lasconst
pág 277).
fVK'tObOli
301
APÉNDICE
302
APÉNOICE
PELIGROS NATURALES
PELIGROS NATURALES
SI SOSPECHA QUE EXISTE ENVENENAMIENTO p o r una p ic a d u ra de a ra ñ a o escorpión, llame
a los servicios de em ergencia inm ediatam ente. Para m ás in fo rm a ció n sobre tra ta m ie n to s en caso
de m ordeduras y picaduras, véanse págs. 2 6 6 -2 6 7 Si el a fe c ta d o pierde la conciencia, á b ra le las vías
respiratorias, com pruebe si respira (véase pág. 276) y prepárese para em pezar la RCP (com presiones
DÓNDE
NOMBRE
ABEJA S, A V IS P A S
Y A V IS P O N E S
■ En diversos háfcrtats terrestres
de todo el inunda
■ Cuerpo de cintura estrecha, por lo general con rayas negras y amarillas.
Las -ibesas son peludas, mientras que las avispas y los avispones no tienen
pelo Hasta 35 cm de largo. Las abejas tienen el aguijón serrado
tfymemptíYO
i/>
o
►Ul
1/1
ID E N TIF IC A C IÓ N
*1 de las avispas y tos avispones es iso
M O S Q U ITO S
Ctifata?
■ En diversos hábitats terrestres
prúumosaaguadetodoel
■ Cuerpos estrechos y patas largas y esbeltas. Hasta 2 cm de largo. Las hembras
tienen piezas bucales similares a lenngas para perforar la piel
mundo, sobre todo en las repones
mis cálidas
A R A Ñ A RECLUSA
PARDA
Lomsceles nctuw
A R A Ñ A S EM B UD O
■ Estados del medo-oeste meridional
■ A n ta piqueta y marren de L25 cm de largo, con una característica marca
de Estados Unidos, sur del golfo
oscura con forma de violín en la parte posterior dol cefatotóra* (cabezal
de México
■ Hábitats húmedas frescos y
Atmt rcbwUusJt y
protegidas del este y Hsur
AWrooyrte spp.
deAustrafia
TA R A N TU LA S
Therophoskhe
■ Desiertos y bosques de regiones
■ Arrias grandes, de hasta 4,5 cm de largo, con cuerpos brillantes de color
marrón oscuro o negro y patas cortas.
■ Arañas muy granóos con cuerpos de hasta 12 cm de largo y ima envergadura
subtropicales y (repícales de todo
de hasta 28 cm El cuerpo y as pitas están cubiertos de un w-ig hirsuto
el mundo
Color marrón claro a negro, con marcas rosas, rojas, marrones o negras
iS>
o
z
o
-«*
O£
<
V IU D A NEGRA
Latrvdectífi spp.
ESCORPIONES
Scarptonei
■ Regiones templadas cálidas,
■ Arrias pequeñas de cuerpo oscuro y brillante, con inanchas características
subtrocfales y trop^ales de todo
de color rojo, amarillo o blanco en el abdomen (con forma de reloj de arena
el mundo
en algunas especies)
■ Desiertos, pastéales y bosques
■ Cuerpos segmentados, con grandes pedipatpos a modo de garras. En la cola
de regiones templadas cálidas
se encuentra el aguijón. Cuerpo amando marrón o negro, de 8-20 cm de largo
subtropicales y tropicales de todo
dependiendo de la especie
elnwndo
G A R RAPATAS
hodvtoe
■ Pastéales y bosques de todo
el mundo.
■ Cuerpo redondo sin divisiones visibles. Cdor amarillo a rojo o marrón-negro
Hasta 1 cm de largo, pero aumentan de tamaño después de comer. Cuentan
con piezas bucales puntiagudas que emplean para sujetarse ata p«ef de animales
de sangre caliente
IN S E C T O S Y A R Á C N ID O S
303
INSECTOS Y ARÁCNIDOS
de pecho y respiraciones de rescate; véase pág. 277). Si tiene que realizar las respiraciones de rescate
y hay veneno en la boca o en la ca ra de la víctim a , utilice una m áscara facial de p lá stico si dispone
de ella. A n te s de s a lir de viaje es conveniente fa m ilia riza rse con los insectos y los arácnidos peligrosos
(arañas, escorpiones y g a rra p a ta s ) de la región que vaya a visitar.
TRATAM IENTO
CÓMO EVITARLO
i Los mosquitos hembra se alimentan de u n
i Apique una pomada antihistaminica y no se rasqu
y sus picaduras irritan la p e í Son portador
de enfermedades infecciosas como la malar
Si el afectado $e queja de dolor de cabeza y fiebre
i Tápese brazos y perras cuando se ponqa
el sol. utilice repelente de mogatos y duerma
busque ayuda medra. Haga que el afectado desea
con mosquitera. Teme medicación contra
que beba mucha agía y que tome medicamentos
la malaria si se la recelan. Vacúnese contra
PELIGRO
contra la malaria a se los recetan
■ La peadura puede provocar fiebre, escalofríos
■ Su n tf i! afectado trate L»piraiSna como se explica
vómitos y dolor n las artcuLacjones En la mayoría
para ta mordedura de serpiente tunase pág 266)
a v«ces el te|»do que rodea la picadura muer* y deja
una o ra ti i / profunda Rara ve/ e$ fatal
si se producen servales de reacción alérgica, como
estornudos, y de shock awftücticfl tu te e pág 274).
j picadura es muy dotorosa y puede provocar
i Siente al afectado, trate ta pteadu-a como morde
adoración abundante, náuseas, vómitos, hormigueo
de serpeóte (vénse pág 266) y llame a los servo
- A esta araña le gusta esconderse en lugares
— mM\
casytrwc
de emergencia Controle si hay señales de reacoc
/debilidad Rara * 2 es fatal
lyprovoc;
Kión abundante, dolor abdonwul y pector,
alenda y de shock anafilacbco (véase pág 274).
»
i M
y
i
Si los síntomas empeoran, llame a los servk
roja de Australia U. hassefb) tejen sus tetaiara
emergencia texiste antidoto). Controle si se
en lugares secos y protegeos: entre arbustos,
as y vómitos. Rara vez es fatal.
rocas o troncos por ejemplo
y de shock anafitáctico («róse pág. 274).
■ Las garrapatas son portadoras de enfermedades
■ Retire con curiado las garrapatas con imas pinzas
fl
■ Lleve prendas ligeras, de tonos claros,
mfecoosas. como la fiebre moteada de las Montañas
o con un quitagarrapatas (véase pág. 267). Umpé
y apliqúese repelente contra garrapatas
Rocosas y la enfermedad de Lyme Los afectados
y controle la henda por si aparecen síntomas Busque
Examine ta piel y la ropa de vez «cuando,
de esta última pueden desarrollar una lesión dérmica
ayuda médica si el afectado desarrola un dolor
con enrojecimiento en el punto de la mordedura.
de cabeza interno, rigricz de cuello o fiebre.
APÉNDICE
PELIGROS NATURALES
PELIGROS NATURALES
APÉNDICE
304
SI SOSPECHA QUE EXISTE ENVENENAMIENTO a causa de una planta, llam e a los servicios
de em ergencia inm ediatam ente. Si el a fe c ta d o p ie rd e la conciencia, á b ra le las vías re sp ira to ria s,
com pruebe si resp ira (véase pág. 276) y prepárese p ara e m p e za r la RCP (com presiones de pecho
y respiraciones de rescate; véase pág. 277). Si tiene que re a liza r las respiraciones de rescate,
NOMBRE
DÓNDE
ID E N TIF IC A C IÓ N
G RANO DE TERCIOPELO
■ Monte bajo y bosques poco densos
■ Planta swular a una enredadera hojillas
■ Flores
do los ttópicos >• Estados Unidos.
verdes y ovaladas que crecen en grupos
■ Vatrus
M v ta to p n ritm
PA RTE VENENOSA
de tres Espigas de flores vellosas púrpura
2
z
o
apagada Vanas marrones y vellosas.
Oí
£
H IE D R A VENENO SA
o
Toxtoxkndron axfcan
■ Véaseilustración, pág, 268
■ Todo
■ Manares desde África tropea!
■ Arbol esbelto con corteza clara y grandes
■ Savia
hasta Indonesia y Austratasia
raítes aéreas. Hojas verdes, alargadas
■ Zonas boscosas do Norteamérica
ampliamente introducida en tocio
el mundo.
z
UJ
Z
Z
UJ
UJ
M A N G LE B L A N C O /G R IS
Amcíoqm morreo
y coriáceas. Flores ¿manilas y cápsulas de
z
UJ
semitas carnosas, de color naranja claro.
H IE R B A DE SAN
C R IS TÓ B A L
■ Bosques templados de! hemisferio
norte
R IC IN O
y peque-tas flores blancas. Bayas
■ Todo, aunque las bayas
son las más venenosas
btancJS, negras o roj3S en racimos
Actoec spp
Rtomn commxix
■ Arbusto bajo con hqas verdes dentadas
■Er. tos trépaos, en monte
■ Arbusto alto con tajas brillantes, de color
■ Todo, aunque tas semitas
tajo y yermos; introducida
verde oscuro o púrpura oscuro, con forma
contienen grandes
en regiones templadas
de « tre ta Espigas de flores amarillas
cantidades de riemo
Vauus rojas puntiagudas
Z IG A D E N U S SPP.
o
Ztgadems spp
■ Zonas herbáceas, boscosas
y rocosas de regiones temptadas
del Norteamérica.
l/>
z
Hz
■ Todo.
salen de un bulbo Las flores presentan
sets pétalos blancos con un corazón verde
entibase
o
ce
o
■ Hoyas alargadas simpares a hrrbas que
P A N G IU M ED ILE
Panyim atufe
■ Basques tropicales del sudeste
asiático
■ Arbol alto con hojas verdes en forma de
■ Toda pero especialmente
corazón. Espigas florales verdes. Grandes
las semitas, que contienen
frutos marrones con forma de pera;
acido prúsico (panuro!
crecen en racimos.
<
z
UJ
JA T R O PH A CURCAS
UJ
Mropho curcas
■ Bosques tropicales y sw de Estados
Uwdos
■ Gran arbusto con grandes hojas verdes:
similar j la hiedra Flores pequetas amadlo
■ Toda pero especialmente
tas serretas
verdoso. Fruto amarte del tamaño
Z
de una manzana y con semillas grandes
C IC U T A
Conuirr mocukjtm
• Humedales de roñas templadas
■ Hierba alta con el tafo bifurcado y
■ Todo, pero la raíz presenta
de Eurasó. introducida en
moteado de púrpura. Hojas dentadas.
grandes cantidades
Norteamérica y Australia.
pequeños racimos de flores blancas
de toxinas
que crecen en sombrillas planas
NUEZ V Ó M IC A
Strydmos nu-vomeo
■ Bosques tropicales y subtropicales
■ Arbol perenne con tajas ovaladas
■ Toda pero las semillas
de ludia, sudeste asiático
en parejas Pequeños racimos de
contienen cantidades
y Australia.
flores verdosas Grandes bayas
letales de estricnina.
de color rojo anaranjado.
PLANTAS VENENOSAS
u tilice una m áscara fa cia l de plástico, si dispone de ella, para p ro te g e rse del veneno que pueda haber
en la boca del a fe cta d o . A n te s de s a lir de viaje es conveniente fa m ilia riz a rs e con las p lantas tóxicas
de la región que vaya a visitar. P ara m ás in fo rm a ció n sobre el envenenam iento p o r c o n ta c to con
p la n ta s y p o r ingestión, y su tra ta m ie n to en una situación de em ergencia, véanse págs. 2 6 8 -2 6 9 .
EFECTO
1
■ Irritación d c b p e t El contacto con los ojos puede
provocar ceguera
INFORM ACIÓN ADICIONAL
TRATAM IENTO
■ Llame a Josservaos de emetgenca. lave la piel
con agua fría amanto 20 minutos y los ojos durante
10 onnutoj. No deje que el agua se acumule deba#
del afectado o de usted
■ Enrojeomiento. picor, bnchazcn y ampollasen
■ Lave la zona afectada con jabón y agua fría Aplique
■ El roble occidental venenoso (7
dntrtiotmm).
b p«i a las 4-24 horas del contacto con la planta
pomada anUhiedra venenosa. Controle y trate
Algunas personas pueden sufrir un shock anafláctico
un posible shock (véase pág. 274). Para remedios
y ef zumaque venenoso <7 venta) provocan
(véase pág. 274).
naturales, vróse páq. 268.
envenenamiento per contacto {véasepág 268)
■ La sana produce ampollas y puede provocar «güera
temporal si entra en contacto con los ojos.
■ Llame a los servicios de emergencia, lave b piel
con agua fría durante 20 minutos y los o,os duryite
el roNe atlántico venenoso (7 pubescen)
■ El ahpata {bocearía agafíoctu) tamben posee
_
10 minutos. Controle al afectado y trate un posible
shock (irósepag 274).
■ Puede ser fatal. La ingestión de las bayas puede
■ Uame a los servicios do emergencia. Induzca el
provocar un paro cardíaco y la muerte. Otros
vómito al afectado si todavía está consciente. Diluya
síntomas son mareo, vómitos e irntación interna
el veneno haciendo que beba grandes cantidades de
grave.
agua o leche, o bien de té mezclado oon carbón
• Puede ser fatal. La ingestión de las bayas provoca
diarrea severa
■ Mortal. Entre los síntomas Aginan salvación
■ Llame a los servicios de emergencia. Induzca el
■ Las vamas de semillas estallan cuandoestán
vómito al afectado si todavía está consciente. Diluya
maduras y dispersan las semitas grandes,
el veneno luciendo que beba grandes cantidades de
agua o leche, otw nté mezclado con carbón
avaLid.n. brillantes y con manchas marrones
(pueden corrfunrirse con judias)
■ Uame a las servaos de emergencia Induzca el
■ Esta planta se parece a b cebolla silvestre,
profusa vómitos, diarrea, confusión, ritmo
vómito ai afectado si todavía está consciente. Diluya
que es comestible, pero no t*ne ef mismo
cardiaco lento e irregular, baja temperatura,
el veneno haciendo que beba grandes cantidades de
aroma
dificultad para respirar e inconsciencia.
agua o leclxc o bien té mezclado con carbón.
■ Mortal Provoca pérdida de conciencia y dificultades
■ Llame a los servíaos d? emergencia (existen
respiratorias graves que. si no se tratan, pueden
antídotos). Induzca ef vómito al afectado si todavía
desencadenar a la muerte.
está consciente. (Muya el veneno (véase
superior). Mantenga al afectado callente y en reposo
■ Oarrea y vómitos severos.
Sgotfem.
■ Uame a los servicios de emergencia Induzca ri
respirar, practique respraciones de rescate
(póngase una máscara) Una alternativa consiste
en utilizar una bolsa de oxigeno y una máscara
■ Las semillas parecen meces de betel y tienen
vómito al afectado si todavía está consciente. Oiluya
un sabor dulce Vanas especies del género
ef veneno haciendo que beba grandes cantidades de
Mropho son venenosas, por ejemplo, el
fraü ed oU gossypr/bfor).
agua o leche, o bien té mezclado con carbón
■ Mortal Una escasa cantidad puede provocar b
■ S ef afectado está inconsciente y deja de
■ Uame a los servioos de emergencia Induzca el vómto
■ La cicuta (Ckatospp). que es similar también
muerte por fallo respiratorio debido a una parálisis
al afectado ccnsoentr Diluya el veneno (vróse Jatropto
es mortal No contunda estas plantas con
muscular. Entre los primeros síntomas figuran
curtas. 5naetior); si está inconsciente y deja de respirar,
zanahorias o espaivagos silvestres
náuseas, vómitos y aumento del ritmo cardíaco
empiece b RCP (utilice una máscara protectoral
■ Mortal. Espasmos musculares a los 10-20 minutos de
b exposición y muerte par dificultades re tra te ría s
severas o acotamiento a bs 2-3 horai
■ Llame a los servicios de emergencia, Induzca el
vómito al afectado si todavía esLi consciente Diluya
el veneno haciendo que beba qrand?s cantidades
de agua o leche o bien té mezclado con carbón
■ Advertencia: la estrictina también penetra
en el organismo a través del contacto
con los ojos
305
APÉNDICE
PLANTAS VENENOSAS
RECURSOS
IN FO R M A C IÓ N
A LO S V IA JE R O S
M in is t e r io d e A s u n to s E x te r io r e s
y d e C o o p e ra c ió n
todo el territorio nacional Mantiene H
contacto con otras asociaciones, instituciones
u organismos similares de ámbito local,
provincial, autonómico, nacional o internacional,
con participación en cualquier de ellas.
h t t p //www.maec.es/es/home/Paginas/HomeEs.
aspx
Esta página oficial cuenta con nn apartado
de servido a los ciudadanos, que incluye un
listado de embajadas y consulados, asi como
consejos para viajar al extranjero.
M O N TA Ñ ISM O , S EN D ER ISM O
Y ESCALAD A
F e d e ra c ió n E s p a ñ o la d e D e p o rte s
d e M o n ta ñ a y E s c a la d a
A G EN C IA E S T A T A L
DE M E T E O R O LO G ÍA
http7Avww aemot.es/es/nuevaweb
Con un enlace externo al Servicio de
Información Meteorológica Mundial
C/. FlondabUnca. 84
0 8 0 1 5 Barcelona
TeL 934 2 64 267
Fax 934 2 62 575
E-mail. fedme a'fedmees
http://wwwfcdme.es/indcx.php
Entidad privada s*i ánimo de lucro, declarada
de utiklad pública por su labor en la promoción
de los deportes de montaña y la escalada.
Tiene funciones delegadas por el gobierno,
M APAS
como la leprcsentaoón en foros intemacioiules
I n s t i t u t o G e o g rá fic o N a c io n a l
httpV/w w w .gn es/ian/eVIGN/home jsp
Cuerda con una secdón de cartografía.
M ED IO A M B I E N T E
M in is te r io d e M e d io A m b ie n te y M e d io
R u ra l y M a r in o
SALU D
M in is t e r io d e S a n id a d y P o lític a S o c ia l
httpV/w w w msc os/
Información para ciudadanos y profesionales
SO C IED A D E S P A Ñ O LA
DE M ED ICIN A TR O P IC A L
Y S A LU D IN TER N A C IO N A L
(S E M P S I)
H o s p ita l C lin ic
C/. Vdlarroel. 170
Barcelona-08036
Tct. 9 32 275 4 0 0 Ext.: 2982
E-mail: mynestaacliracubes
S ER V IC IO S DE R E S C A T E
A s o c ia c ió n E s p a ñ o la d e los S e rv ic io s
O rg a n iz a d o s p a r a e l S o c o rro a n te
E m e rg e n c ia s (S O S E m e rg e n c ia s )
httpV/serviciospro wanadoo es/sosemergencias/sosOOLhtm
Se trata de una .asociación humanitaria sin
ánimo de lucro, de interés social y de servido
público Su ámbito de actuación comprende
http://www.nurm.es/index_es.htm
Incluye la red de Parques Nacionales.
RECURSOS
RECURSOS
307
GLOSARIO
308
CLOSARIO
GLOSARIO
Abscisas L¡neas de cuadricula horizontales
Bomba de ósmosis inversa Bomba de
Chimenea Técnica de escalada empleada
en un mapa, aumentan de valor cuanto
supervivencia que convierte el agua salada
para subir por el interior de grietas grandes
más al norte se encuentran
en dulce
entre rocas.
Agua no potable Agua no apta para beber.
Brisa m arina Viento diurno que sopla desde
Chimenea de oposición Técnica de escalada
Agua potable Agua apta p ira beber
el mar hacia tierra
para ascender por chimeneas anchas
Agua subterránea f uente de agua próxima
Brisa te rre s tre Viento nocturno que sopla
Choza india Cabaña pequeña construida
a ríos y nadwelos. en zonas m is bajas
desde tierra hacia el mar.
con postes rectos atados en la parte superior,
que el nivel freático existente.
Brújula Instrumento utilizado para la
y con una estructura entrelazada cubierta
Aguafiestas I alio en los planes que puede
orientación y Li navegación Se sirve de una
de pieles de animales o de hierba.
provocar retrasos o poner punto final a un viaje
aguja que gira libremente e indica la drección
Cirros Nube etérea y muy alta formada
Ahogam iento secundario (Cambios biológicos
d d norte magnético.
por cristales de hielo.
potencialmente fatales que tienen lugar en
Brújula de botón Brújula pequeña y sencilla
C olector de roclo Dispositivo para recoger
los pulmones después de haber estado a punto
ideal como brújula de emerqoncia.
rocío y obtener agua útiL
de ahogarse. Están provocados por la respuesta
Brújula lensática Tipo de brújula utilizada
Congelación profunda Trastorno grave
del cuerpo a la aspiración de agua
para una navegación de precisión
jvovocado por la exposición excesiva al frío
Alejam iento lécnica de navegación hasta
Brújula prism ática Véase Brújula lensática
extremo Los tejidos afectados se congelan
un pinto que puede ser difícil de localizar se
Brújula Silva Brújula básica para
literalmente, en ocasionas hasta el hueso
recurre a la orientación a través de un elemento
excursionismo.
Suele comenzar con las extrerrodades.
Congelación superficial Congelación de
destacado cercano
Ancla de capa Ancla marina utilizada para
C aballete Poste horizontal alargado que forma
la capa superior de la piel, por lo general en
estabilizar una embarcación.
el vértice de un tejado
el rostro y las extremidades, provocada por la
Angulo magnético de cuadricula (A M C )
Cabaña de pigmeos Cabaña abovedada
exposición a un frió extremo Puede convertirse
Diferencia entre el norte magnético y el norte
construida con un circulo de ramas jóvenes
en una congelación profunda si no se trata.
de cuadricula, expresada como un ángulo
dobladas o postes flexibles y cuyo techo
C onifera Arbol con agujas a modo de hojas
Animal de carga Animal, como un mulo
se cubre con materiales naturales.
y con piñas, en su mayoría perenne, como
o un caballo, empleado para transportar
Cabo Cuerda empleada para asegurar
el pino, la picea o el abeto
cargas pesadas
o colgar un objeto
C o n ta r los pasos Método para determuui
Árboles m uertos Madera de un árbol que
Calabaza Cáscara tueca y seca utilizada
la distancia; implica conocer cuántos pasos hay
se ha secado pero «que en pie Resulta peligroso
para transportar agua.
que dar para cubrir una distancia determinada
porque Lis ramas o todo el árbol podrían caer,
Calam bre Espasmo muscular doloroso,
Contusión Magulladura
pero la madera es excelente como leña.
por lo general debido a la deshidratadón
Cordada de dos Técnica utAzada |xv escaladores
Arenas movedizas Lecho de .venas
Canoa Embarcación de remos abierta, para
que van en pareja y cuyo fin es protegerse
sueltas y húmedas que ceden fácilmente
una o más personas y su equipo
mutuamente.
a la presión y pueden tragarse todo lo que
Capa base Capa de ropa en contacto directo
Cordaje Tipo de cuerda ligera esencial en
se encuentre en la superficie.
con la piel; diseñada para eliminar d sudor
el equipo de supervivencia.
del cuerpo
C O SPASSARSAT, sistem a Sistema
Base para el fuego Base estable no
Capa e x te rio r Ropa exterior; lo ideal es
de satélite compuesto por satélites bajos
inflamable, adecuada para hacer un fuego
que impida la entrada de lluvia pero deje
en órbita (LEOSAR) y satélites geoestacionanos
encima
salir el sudor (en forma de vapor de agua).
(GEOSAR) que recogen las señales de socorro
Bengala de señalización Bengala manual
Capa media Capa aislante de ropa situada
de las radiobalizas.
que produce un humo naranja durante el d b
entre Li base y Li exterior.
Cram pones Placas metálicas con puntas que
y una luz interna por la noche.
Capas Vanas capas de prendas de ropa
se sujetan a las botas para proporcionar aqarrc
Boleadoras Instrumento de caza compuesto
ligeras son mejores que una sola capa gruesa
en superficies heladas.
por una cuerda con pesos que se hace girar
Se pueden añadir o quitar para mantener
Cuchillo de supervivencia Cuchillo versátil
y después se lanza.
una temperatura corporal adecuada.
utilizado principalmente para tallar, cortar
Bolsa de transpiración Método para evaporar,
Ceguera de nieve Daño ocular causado por
y p a r ir troncos pequeños
condensar y obtener agua del follaje mechante
la luz ultravioleta reflejada sobre nieve o agua.
Cuerda de paracaídas Tipo útil de cordaje
una bolsa de plástico y el sol.
Cerrojo de mano Grieta en una pared rocosa
desarrollado originalmente liara paracaídas
Bolsa de vegetación Véase Bolsa
que permite introducir toda la mano durante
Comprende un revestimiento exterior
de transpiración.
la escalada
sobre una sección interior de hilo.
GLOSARIO
m a p a y a y u d a n a c a lc u l a r la s r e f e r e n c ia s
p a r a v o c a liz a r . O b s e r v a r y c o n t r a r r e s t a r
y o b t e n e r c o r d a je .
d e la c u a d r ic u la .
lo s p r im e r o s s í n t o m a s a y u d a n a e v i t a r q u e
C u e v a e n l a n i e v e R e f u g i o e f i c a z s im ila r
E s c o b a d e b r u j a C a lo h e n d id o y r e lle n o d e
s e c o n v ie r t a n e n u n t r a s t o r n o p o t c n c ia l m e n t o
a u n a c u e v a . S e e x c a v a e n n ie v e c o m p a c ta d a ,
c o r t e z a f in a y s e c a , ú t i l p a r a e n c e n d e r u n f u e g o .
fa ta l
e n u n a la d e r a p r o t e g i d a d e l v ie n t o .
E s p e jo p a r a h a c e r s e ñ a le s In s tr u m e n to
H i p o x í a N iv e le s in a d e c u a d o s d e o x ig e n o e n la
C u m u t o n i n i b o s T ip o d e n u b e q u e e m p ie z a b > i|.i
s e ñ a liz a d o r s e n c il lo q u e f u n c io n a r e f le ja n d o
s a n g r e o e n lo s t e jid o s . P o t e n c ia t o ie n t e f a t a l
e n e l c i e l o y v a s u b ie n d o . P r o d u c e c h a p a r r o n e s
la lu z d e l s o l.
H o n d a A r m a d e c a z a q u e la n z a p ie d r a s
b r e v e s e in t e n s o s o t o r m e n t a s .
E s p e jo v i s o r C o m p o n e n te a v a n z a d o d e
p e q u e ñ a s . S e c o m p o n e d e u n p a lo c o n f o r m a
C ú m u l o s N u b e s a lg o d o n o s a s q u e s u e le n s e r
la s b r ú ju l a s d e ú lt i m a g e n e r a c i ó n s e e m p le a
d e Y y u n a b a n d a e lá s t ic a e s t i r a d a e n t r e
p e q u e ñ a s y s e d e s a r r o l l a n e n d í a s s o le a d o s
c o m o a y u d a e n la o r ie n t a c ió n y la n a v e g a c ió n .
to s s o p o r te s
y d e s p e g a d o s I n d i c a n b u e n t ie m p o
E s q u i a r s i n e s q u í e s T é c n ic a p a r a d e s c e n d e r
H o r n i l l o d e h c x a m l n a H o r n illo q u e e m p le a
C u r v a s d e n i v e l L in e a s d e u n m a p a
L id e r a s n e v a d a s s in e s q u íe s
c o m b u s t ib le s ó lid o d e h e x a m m a e n lu q a r
q u e m u e s t r a n p u n t o s c o n la m i s m a a l t u r a
E s t r a t o N u b e d e n s a y g r is q u e fo r m a u n a
d e g a s o c o m b u s t ib le liq u id o .
p o r e n c im a d e l n iv e l d e l m a r . d e t a lla n d o
lá m in a . L a llu v ia p u e d e c a e r d u r a n t e la r g o s
H o y o n a t u r a l H u eco n a tu ra l e n e l s u d o
a s í la a l t u r a c a m b i a n t e d e l r e lie v e
p e r io d o s s i la n u b e t ie n e p r o f u n d id a d .
q u e p u e d e s e r v ir c o m o r e f u g io d e e m e r g e n c ia
E s t r e l l a n i n j a A m i a d e c a z a im p r o v is a d a ,
H u n d i r s e e n l a n i e v e £ s lo q u e o c u r r e c u a n d o
D e s h i d r a t a c i ó n N iv e l b a jo d e a g u a e n
d e c u a t r o p u n t a s , u t i liz a d a p a r a la n z a r la
s e c a n w v i s o b r e n ie v e p r o f u n d a s in r a q u e t a s
e f c u e r p o . T r a s t o r n o m u y p e lig r o s o s i n o
a la s p r e s a s .
d e n ie v e .
s e s o lu c i o n a
E s t r u c t u r a t r i a n g u l a r ( e n A ) T ip o d e
D e s t i l a d o r s o l a r D is p o s i t i v o p a r a o b t e n e r
c o n s t r u c c ió n e n la q u e e l t e c h o s e h a lla
Ig lú R e f u g io c o n s t r u id o c o n b lo q u e s d e n ie v e .
a g u a p o t a b le d e c u a lq u ie r f u e n te d e h u m e d a d
s u s p e n d id o m e d ia n t e u n s o p o r t e q u e v a
I s ó b a r a s L ín e a s d e u n m a p a m e t e o r o ló g i c o
m e d ia n t e u n p r o c e s o d e e v a p o r a c ió n y
d e d e la n t e a a t r á s y q u e d e s c a n s a e n u n a
q u e c o n e c t a lo s p u n t o s c o n la m is m a p r e s ió n
c o n d e n s a c ió n .
e s t r u c t u r a t r i a n g u l a r a c a d a la d o
b a r o m é tr ic a
D e s v i o T r a y e c t o q u e r o d e a u n o b s t á c u lo p a r a
s o r t e a d o , u t i l i z a n d o u n p u n t o e n la d is t a n c ia
F a t i g a p o r c a l o r D e s h i d r a t a c ió n q u e p r o v o c a
K a y a k E m b a r c a c ió n c e r r a d a c o n r e m o s
c o m o r e fe r e n c ia
m a r e o y s u d o r a c ió n a b u n d a n t e ; s u e le a n u n c i a r
p a r a u n a o m á s p e rs o n a s .
D e t e r i o r o m o t r i z L i m i t a c i ó n o p é r d id a
u n a h i p e r t e n n i j o g o lp e d e c a lo r .
K i t d e s u p e r v i v e n c i a E le m e n t o s o s e n : ta le s
d e c o n t r o l m u s c u l a r o d e t o s m o v im i e n t o s
F i l t r o s d e g r a v e d a d D is p o s it iv o e f i c a z p a r a
p a r a la s u p e r v iv e n c ia q u e se lle v a n s ie m p r e
D ir ig ir s e a u n la d o d e l e le m e n t o
f i l t r a r y p u r i f i c a r a g u a , in c o r p o r a d o a u n a b o te lla .
e n c im a .
E n c a m i n a r s e h a c ia la iz q u i e r d a o l a d e r e c h a
F r e n te s o c lu id o s P u n to e n e l q u e d o s m a s a s d e
K i t d e s a l i n i z a d o r K i t d e d e s iU u z a t .o«i
d e u n e l e m e n t o c o n o c id o .
a ir e s e e n c u e n t r a n e n u n s is t e m a c lim a t o ló g ic o .
d e e m e r g e n c ia p a r a c o n v e r t ir e l a g u a
D is e n te r ia E n fe rm e d a d q u e se p ro p a g a
p o r el a g u a y q u e p ro v o c a (h a rre a a g u d a
s a la d a e n d u lc e .
C o m a c l á s t i c a G o m a q u e v i o l e in c l u i r g a n c h o s
K u k r i C u c h illo d e h o ja g r a n d e d e N e p a l
e n lo s e x t r e m o s ( p u lp o ) .
q u e s e u tiliz a s o b r e to d o p a r a tr o c e a r
E c u a d o r C ir c u lo im a g in a r io q u e r e c o r r e
G P S ( G l o b a l P o s i t l o n l n g S y s t e m ) U n id a d
d d i á m e t r o t e r r e s t r e y q u e e s e q u id is t a n t e
p o r t á t i l q u e s e s ir v e d e s a t é lit e s p a r a d e t e r m i n a r
L a t a d e f u e g o i a t a q u e c o n t ie n e u n
a t o d o s t o s p u n t o s d e s d e lo s p o lo s N o r t e y S u r .
c o n p r e c is ió n la p o s ic ió n d e l u s u a n o .
c a r t ó n e n c e r a d o q u e s e u t i liz a p a r a
E d e m a c e r e b r a l A c u m u la c ió n d e a g u a e n e l
G r a d o U n id a d d e l a t i t u d o lo n g it u d , ig u a l
e n c e n d e r u n a h o g u e r a e n c o n d ic io n e s
c e r e b r o q u e p r o v o c a r e d u c c ió n d e la s f u n d o n e s
a 1 /3 6 0 d e u n c ir c u lo
d if íc ile s , t a m b i é n s ir v e c o m o ( h s p o s it iv o
b á s ic o p a r a c o c in a r .
y u n a i n f l a m a c i ó n q u e p u e d e r e s u l t a r f a t a l.
E d e m a p u l m o n a r I n f l a m a c i ó n y a c u m u la c ió n
H .E .L .P . ( H e a t E s c a p e L e s s e n in g P o s t u r c )
L a t a d e s u p e r v i v e n c i a R e c ip ie n t e c o m p a c t o
d o l í q u id o s e n lo s p u lm o n e s q u e p r o v o c a n
P o s t u r a q u e r e d u c e la p é r d id a d e c a lo r d e l
q u e s e lle v a s ie m p r e e n c im a y q u e s o lu c io n a
p r o b l e m a s r e s p w a t o r i o s p o t e n c i a lm e n t e f a t a le s
c u e r p o c u a n d o se e s tá flo ta n d o e n c f a g u a
la s n e c e s id a d e s b á s ic a s s e s u p e r v iv e n c ia ;
E f e c t o F t t b n V ie n t o d e s c e n d e n te s e c o q u e
H ip c r te r n iia
s e p r o d u c e e n e l la d o d e u n a m o n t a ñ a p r o t e g i d o
v id a p r o v o c a d o p o r u n e x c e s o g r a v e d e c a lo r .
L a t i t u d D is t a n c ia a n g u l a r a l n o r t e o a l s u r
d e l v ie n t o .
H i p o n a t r c m l a A c u m u la c ió n d e u n e x c e s o
d e l e c u a d o r , e n g r a d o s a t o la r g o d e u n
E q u i l i b r i o h i d r i c o D if e r e n c i a e n t r e l a p é r d id a
d e a g u a e n el c u e rp o q u e p ro v o c a u na
m e r id ia n o
d e a g u a d e l c u e r p o a t r a v é s d e l s u d o r y la
c o n c e n t r a c ió n d e s o d io p e li g r o s a m e n t e b a ja .
L a z o N u d o d e a la m b r e p a r a c a z a r a n im a le s
q u e se b ebe.
H i p o t e r m i a T r a s t o r n o c o n r i e s g o p a r a la v id a
Leña P e q u e ñ a s p ie z a s d e c o m b u s t ib le
E s c a l a d e B e a u f o r t M é t o d o p a r a d e s c r ib i r
p r o v o c a d o p o r la e x p o s ic ió n a l f r í o . L o s s í n t o m a s
p a r a a lim e n ta r u n a h o g u e ra .
la v e lo c i d a d d e l v i e n t o e n t i e r r a o e n m a r .
s u e le n a p a r e c e r e n e l s ig u i e n t e o r d e n ; t e m b l o r e s
L e v a n t a m ie n t o d e b o m b e r o M é to d o
u t i l i z a n d o u n a e s c a la d e l 0 ( c a l m a ) a l
« K o n t r o la b le s ( q u e p u e d e n c e s a r a m e d id a q u e
p a r a t r a s la d a r a u n e n f e r m o c a r g á n d o lo
1 2 (Iw ra c á n )
la t e m p e r a t u r a c o r p o r a l d e s c ie n d e ) ; c o n d u c t a
s o b r e lo s h o m b r o s
E s c a l a d e l a b r ú j u l a M a r c a s e n la p la c a b a s e
o r a c io n a l; c o n f u s ió n , c a m b io s d e h u m o r y
L o n a i m p e r m e a b i l i z a d a L á m m a im p e r m e a b le
d e l a b r ú j u l a q u e m i d e n l a s d i s t a n c ia s e n u n
e n s im is m a m ie n t o ; p ie l p á li d a y f r í a , y p r o b le m a s
r e s is t e n t e .
T r a s t o m o c o n r i e s g o p a r a Li
p r o t e c c ió n , u b ic a c ió n , a g u a y c o t u d a
GLOSARIO
C u e r d a e n r o l l a d a M é t o d o p a r a e n r o ll a r f ib r a s
309
GLOSARIO
310
GLOSARIO
P la n d e a c c ió n d e e m e r g e n c ia ( P A E )
L o n g i t u d D is t a n c i a a n g u i a r j l e s t e o a l
p r o t e g i d o d e lo s o b s t á c u lo s q u e h a y a e n
o e s t e s o b r e la T i e r r a e n t r e u n m e r id ia n o
el a g u a
D o c u m e n t o q u e s e d e ja a a lg u n a a u t o r id a d
y H d e G r o e n w ic h < I n g l a t e r r a ) .
N o r t e d e c u a d r i c u l a D ir e c c ió n n o r t e q u e
y c o n t ie n e d e t a lle s v i t a l e s s o b r e u n o m i s m o y
L u z e s t r o b o s c ó p i c a D i s p o s it iv o e f i c a z
d is c u r r e p a r a le la a L is lin e a s d e c u a d r ic u la
la r u t a q u e s e p ie n s a h a c e r
s e ñ a liz a c ió n c o n i l u m i n a c i ó n L E O q u e
v e r t ic a le s d e u n m a p a E s d i s t i n t o a l n o r t e
P l a t a f o r m a c a l i e n t e D i s p o s it iv o p a r a
p r o d u c e f la s h e s m u y r á p id o s .
g e o g r á f ic o p o r q u e u n m a p a e s p la n o .
fu n d ir lú d o s o b r e u n fu e g o y r e c o g e r
N o r t e g e o g r á f i c o D ir e c c ió n d e u n m e r id ia n o
e l a g u a e n u n r e c ip ie n t e .
M a c h e t e G r a n c u c h il lo d e 4 5 - 4 0 c m d e l a r g o
d e lo n g i t u d q u e c o n v e r g e e n e i P o lo N o r t e -
P o l a i n a s P r e n d a s p r o t e c t o r a s q u e s e c o lo c a n
M a d e ja P e q u e ñ o r o llo d e c u e r d a
N o r t e m a g n é t i c o D ir e c c i ó n in d i c a d a p o r
e n la p a r t e i n f e r i o r d e L i p ie r n a y s o b r e e i t o b ill o
M a l d e a l t u r a E n f e r m e d a d p r o d u c id a p o r
u n a b r ú ju l a m a g n é t i c a
I m p id e n q u e e n t r e a g u a y p r o t e g e n c o n t r a
la b a j a p r e s i ó n d e f a i r e a g r a n d e s a l t i t u d e s
N u d o c o n f u n c ió n d e b o t ó n M é to d o p a ra
lo s o b je t o s a f i l a d o s
M a l v a v i s c o f i n l a n d é s M é t o d o p a r a f u n d ir
s u j e t a r c u e r d a s a u n a t e l a q u e n o t ie n e o ja le s ;
P o n c h o P r e n d a e x t e n o r im p e r m e a b le ,
p e d a z o s d e h ie l o s o b r e u n f u e g o y r e c o g e r
ú t i l p o r q u e e v i t a t e n e r q u e a g u je r e a r la te la
m u lt iu s o s » c o n f e c c io n a d a c o n u n a s o la p ie z a
e l a g u a e n u n r e c ip ie n t e ,
y m a n t e n e r a s i s u s c u a lid a d e s im p e r m e a b le s
d e t e la , t a m b i é n r e s u lt a ú t i l p a r a c o n s t r u i r
M a n t a d e e m e r g e n c i a M a n t a d e p lá s t ic o
P e r m it e r e u t i l i z a r t a n t o la t e l a c o m o e l c o r d a je .
u n r e f u g i o b á s ic o o u n a c a m a
c u b ie r t a d e a lu m in io q u e s e p u e d o u tiliz a r
N u e v o M u n d o R e g io n e s n o e u r o a s iá t i c a s n i
P o s i c i ó n d e r e c u p e r a c i ó n P o s ic ió n e n
c o m o r e f u g i o o c o m o s e ñ a liz a c ió n
a f r ic a n a s d e l p la n e ta , e n c o n c r e t o A m é r ic a
la q u e d e b e c o lo c a r s e u n a p e r s o n a « c o n s c ie n t e
y A u s t r a lia .
p a r a r e d u c ir e l n e s g o d e q u e e m p e o re
M a n ta d e s u p e r v iv e n c ia
Véase M a n t a
y f a v o r e c e r s u r e c u p e r a c ió n .
d e e m e r g e n c ia
M a n t e l T é c n ic a p a r a s u b i r r e p is a s e n l a r o c a .
O j a l A b e r t u r a e n l a te la .
P o z o e n la t i e r r a
M a p a d e l t i e m p o M a p a d e lo s p r in c ip a le s
O r d e n a d a s L in e a s d e c u a d r ic u la v e r t ic a le s
u n h o y o e n l a t i e r r a y f i l t r a r a g u a n o p o t a b le .
s r s t e m a s c l i m a t o ló g ic o s y s u d w e c c ió n p r e v is t a
d e u n m a p a ; i n c r e m e n t a n s u v a lo r c u a n t o
P r e c ip ita c ió n H u m e d a d d e u n a n ub e
M a p a t o p o g r á f i c o M a p a q u e m u e s t r a lo s
m á s a l e s te se e n c u e n tr a n
q u e p u e d e c a e r e n f o r m a d e llu v ia , n ie v e
p r in c ip a le s e le m e n t o s d e u n p a is a je , a s i c o m o
M é to d o p a ra a p ro v e c h a r
o g r a n iz o .
la e le v a c ió n m e c h a n t e l a s c u r v a s d e n iv e l
P a j a d e s u p e r v i v e n c i a P u r if ic a d o r d e a g u a
P u l s o e n r e p o s o R i t m o c a r d i a c o m e d id o
M a r c a d o r e s d e r u t a T é r m in o g e n e r a l
d e e m e r g e n c ia , c o m p a c t o
e n re p o s a
q u e a g r u p a t o d o t i p o d e s e ñ a le s d e r u t a .
P a lo d e y e s c a P a lo ta lla d o p a r a u ti liz a r c o m o
P u n t o d e a ta q u e V éose A le ja m ie n t o .
M a s a d e a i r e G r a n c u e r p o d e a ir e e n u n
y e s c a y c o m b u s t ib le .
P u n t o d e e n c u e n t r o d e e m e r g e n c ia P u n to
s is t e m a c h m a t o ió g i c o q u e p o s e e s u p r o p ia
P a l o p a r a c a v a r P ie z a r e s is t e n t e d e m a d e r a
p r e d e t e r m in a d o e n e l q u e lo s m i e m b r o s d e u n
te m p e ra tu r a y h u m e d a d .
c o n u n e x tr e m o e n p u n ta
g r u p o a c u e r d a n r e u n ir s e s i t ie n e n q u e s e p a r a r s e
M a s a d e a ir e c o n t i n e n t a l A ir e q u e h a p a s a d o
P a n h ú m e d o P a n s in le v a d u r a , q u e s e p u e d e
p o r a lg ú n m o t iv o .
p o r tie r r a y tr a n s p o r ta e n c o m p a r a c ió n m e n o s
p r e p a r a r e n u n c a m p a m e n to .
P u n t o d e r o c í o T e m p e ra tu ra a L i c u a l el
h u m e d a d q u e d a ir e m a r í t im o .
P .ir.v tq C u c h illo d e g r a n d e s d im e n s io n e s
v a p o r d e a g u a d e l a ir e s e e n f r i a y s e c o n v ie r t e
M a s a d e a i r e m a r í t i m o A ir e q u e h a p a s a d o
o r i g m a r i o d e M a la s ia .
e n liq u id o .
s o b r e c i m a r y c o n tie n e h u m e d a d .
P a s a m a n o s M é t o d o d e o r ie n t a c ió n q u e c o n s is t e
P u r if ic a d o r d e a q u a In s tr u m e n to q u e filt r a
M a t e r i a l a b s o r b e n t e M a t e r i a l q u e e lim in a
e n u t i l i z a r e le m e n t o s Im e a le s d e l p a is a je q u e
y p u r i f i c a e l a g u a b o m b e á n d o la a t r a v é s
la h u m e d a d d e l c u e r p o p a r a q u e s e e v a p o r e .
d is c u r r e n m á s o m e n o s e n la m i s m a d ir e c c ió n ,
d e m i c r o f i l t r o s , e le m e n t o s q u í m i c o s o u n a
M a y d a y S e ñ a l in t e r n a c io n a l d e s o c o r r o
c o m o r í o s , c a r r e t e r a s o c a m in o s
c o m b in a c ió n d e a m b o s
e n c a s o d e e m e r g e n c ia g r a v e .
P a t ó g e n o S e d i c e d e u n m i c r o o r g a n is m o ,
/(x n
b a c t e r ia s u h o n g o s , q u e p r o v o c a n e n f e r m e d a d e s .
Q u in /h c c R e f u g io b á s ic o d e n ie v e , a b o v e d a d o ,
M e r i d i a n o A r c o i m a g i n a r i o e n la s u p e r f ic ie
P e d e r n a l B a r r a d e m e t a l q u e . a l g o lp e a r la c o n
p a ra p a s a r una n o ch e
te r r e s tr e d e s d e e i P o lo N o r te a l P o lo S u r
u n c u e r p o m e t á l ic o , p r o d u c e u n a c h is p a
M o c h i l a p a r a c a s o s d e e m e r g e n c i a M o c h ila
q u e p e r m it e e n c e n d e r u n a lio g u e r a .
R a d i o V H F I r a n s m l s o r d e r a d i o d e f r e c u e n c ia
p r e p a r a d a c o n e l e q u ip o d e s u p e r v iv e n c ia
P e r m a h i e l o S u e lo p e r m a n e n t e m e n t e c o n g e la d o
m u y a lt a ; p o r l o g e n e r a l, s e u t i l i z a e n e l m a r .
e s e n c ia l p a r a t e n e r la a m a n o e n c a s o
P c r m a n g a n a t o d e p o t a s io C o m p o n e n te
R a d io b a liz a d e in d ic a c ió n d e p o s ic ió n e n
d e e m e r g e n c ia e n e l m a r .
q u í m i c o u t i l i z a d o p a r a d iv e r s a s t a r e a s , d e s d e
s i t u a c i ó n d e e m e r g e n c i a ( E P I R B ) B a liz a
M o n ó x i d o d e c a r b o n o G a s in c o lo r o , in o d o r o
e n c e n d e r fu e g o s h a s ta p u r ific a r a g u a
q u e e n v í a u n a s e ñ a l d e s o c o r r o a u n s a t é lit e
e « s ip « t o . p e r o m u y t ó x i c o .
P ila s d e p ie d r a s M a rc a d o r d e r u ta q u e
e n ó r b i t a p a r a in i c i a r u n r e s c a te ; s e e m p le a
M o s q u e t ó n G a n d í o d e m e t a l u t i liz a d o
c o n s is t e e n u n a p ila d e p ie d r a s d e d if e r e n t e s
s o b re to d o e n e l m a r.
p a ra u n » c u e rd a s .
t a m a ñ o s ; e s t á n p e n s a d a s p a r a s e r v is t a s
R a d i o b a l i z a p e r s o n a l B a l iz a q u e t r a n s m it e
M o t o d e n i e v e V e h í c u l o m o t o r iz a d o
a u n q u e h a y a n ie b la
u n m e n s a je d e s o c o r r o a u n s a t é lit e p a r a
p a r a d e s p la z a r s e s o b r e n ie v e y h ie lo .
P l a c a b a s e d e l a b r ú j u l a P la c a a la q u e
in i c i a r e l r e s c a te .
M e d id a R o n ie r
E s c a l a d e la b r ú j u l a
s e e n c u e n t r a n f ija d a s a lg u n a s b r ú ju la s ;
R a q u e t a s d e n i e v e C a lz a d o d e s u e la
N a t a c i ó n d e f e n s i v a T i p o d e t é c n ic a d e
c o n t ie n e m a r c a s a d ic io n a le s p a r a la o r ie n t a c ió n
a n c h a , a t a d o , q u e im p i d e q u e s e h u n d a
n a t a c ió n d i s e ñ a d a p a r a m a n t e n e r a l n a d a d o r
y la n a v e g a c ió n .
e n la n ie v e
GLOSARIO
S e t d e f u e g o E q u ip o c o m p u e s t o p o r lo s
T r a n s c e p t o r d e a v a l a n c h a s í ia h z a p e r s o n a l
P r o c e d i m i e n t o d e e m e r g e n c i a q u e c o n s is t e
e le m e n t o s n e c e s a r io s p a r a g e n e r a r u n a b r a s a
q u e se a c tiv a d e s p u é s d e q u e d a r a tr a p a d o
e n c o m p r i m i r e l p e c h o e i n s u f l a r a ir e
in c a n d e s c e n te q u e p e r m i t e e n c e n d e r u n fu e g o
p o r u n a a v a la n c h a p a r a a l e r t a r a lo s e q u ip o s
p a r a a c t i v a r e f c o r a z ó n y lo s p u lm o n e s
S e t d e f u e g o s i n c e r i l l a s P e q u e ñ o k it
d e r e s c a te .
d e u n a p e r s o n a a c c id e n ta d a
q u e in c lu y e t o d o lo n e c e s a r io p a r a e n c e n d e r
T r a n s m is o r lo c a liz a d o r d e e m e r g e n c ia
R e d r a s tr e r a v e r t ic a l R ed de p e sca con
u n f u e g o : y e s c a , c o m b u s t ib le y p e d e r n a l
( E L T ) B a liz a q u e e n v í a u n a s e ñ a l d e s o c o r r o
f o r m a d e m a lla q u e s e c o lo c a s o b r e u n r io
S h o c k T r a s t o r n o c o n r i e s g o p a r a la v id a q u e
a u n s a t é lit e e n ó r b i t a c o n e l f i n d e in ic ia r
d e l a d o a la d o
o c u r r e s i e l s is t e m a c i r c u l a t o r i o f a lla . S u d e
u n r e s c a te ; s e u t i liz a s o b r e t o d o e n a v ia c i ó n
R e d s u m e r g i d a R e d d e p e s c a u t i liz a d a
d e s e n c a d e n a r s e p o r u n a h e m o r r a g ia s e v e r a ,
T r a n s p o r t a d o r A p a r a t o p a r a m e c te .á n g u lo s .
p a r a c a p t u r a r p e c e s q u e s o n d e m a s ia d o
q u e m a d u r a s o e n f r i a m i e n t o r e p e n t in o .
T r a p o s d e g o t e o M é to d o p a ra re c o g e r el
p e q u e ñ o s p a ra e l q a n c h o
S h o c k a n a f i l á c t i c o P e lig r o s a r e a c c K x i a
R e fe r e n c ia d e c u a d r ic u la M é to d o p a ra
p r o v o c a d a p o r u i u m o r d e d u r a o u n a p ic a d u r a .
s e f t a la r l a u b i c a c i ó n d e u n l u g a r o u n o b j e t o
S h o c k p s i c o g é n l c o N iv e l m u y e le v a d o
T r a v e s a ñ o P ie z a d e m a d e r a e m p le a d a p a r a
e n c u a l q u i e r p u n t o d e u n m a p a u t i liz a n d o
d e e s t r é s p s ic o l ó g ic o y e m o c io n a l d e b id o
s o p o r t a r u n a e s t r u c t u r a y r e d u c ir la c a n t id a d
la s c o o r d e n a d a s p r o p o r c io n a d a s p o r u n
a m u s i t u a c ió n d e s a s t r o s a r e p e n t in a .
d e c o r d a je n e c e s a r io .
s is t e m a d e c u a d r i c u l a n u m e r a d o e im p r e s o
S h o c k t é r m i c o R e f le jo in v o l u n t a r i o d e
T r e p a r í s c a la r s in c u e r d a s .
en e l m apa.
la d e o s e g u id o d e h ip e r v e n t i la c i ó n . p r o v o c a d o
T r i a n g u l a c i ó n M é t o d o p a r a d e t e r m in a r
R e f l e c t o r I n s t r u m e n t o p a r a d i r i g i r e l c a lo r
p o r la in m e r s ió n r e p e n t in a e n a g u a m u y f r í a
la u b ic a c ió n m id ie n d o e l r u m b o c o n u n
d e s d e u n a h o g u e r a h a c ia e l r e f u g io
L a r e s p u e s t a p u e d e lle v a r a la in h a la c ió n
c o m p á s a p a r t i r d e e le m e n t o s r e c o n o c ib le s
R e f u g i o a u n a g u a R e f u g io c o n u n t e c h o
d e a g u a , d e s o r ie n t a c ió n , p á n ic o , h ip o t e r m ia ,
d e l p a is a je
i n c l i n a d o c o n t r a u n c a b a l l e t e h o r iz o n t a l
p r o b le m a s c a r d ía c o s y la m u e r t e .
T r i n c h e r a d e c o m b a t i e n t e T ip o d e t r in c h e r a
R e fu g io d e e m e r g e n c ia B o t h y G ra n sa co
S i e r r a c o m a n d o S ie r r a p e q u e ñ a c o m p u e s t a
e x c a v a d a e n n ie v o b la n d a . L o id e a l e s u t i liz a r
i m p e r m e a b l e q u e p r o t e g e d e l v ie n t o , la llu v ia
p o r u n a h o ja s e r r a d a d e a la m b r e c o n u n a n il lo
u n a lo n a im p e r m e a b iliz a d a p a r a e l t e c h o
y e l s o l.
e n c a d a e x tr e m o
T r i n c h e r a d e n i e v e c o m p a c t a R e fu g io
r g ic a
a g u a d e llu v ia q u e g o t e a d e u n á r b o l u tiliz a n d o
u n tra p o
R e f u g i o h u n d i d o T ip o d e r e f u g i o b á s ic o
S i p w e l l M é t o d o p a r a e x t r a e r a g u a a c u m u la d a
e x c a v a d o e n n ie v e c o m p a c t a , la n ie v e
c o n s t r u i d o e n u n h o y o o d e p r e s ió n n a t u r a l
b a jo r o c a s j u n t o a u n t e r r e n o a r e n o s o .
r e t i r a d a s e p u e d e c o r t a r e n b lo q u e s
en d sudo.
S o t a v e n t o Z o n a a r e s g u a r d o d e l v ie n t o .
p a r a le v a n t a r u n te c h o .
d t ie m p o q u e s e t a r d a r á e n lle g a r a u n
T a i g a R e g ió n s u b p o l a r c a r a c t e r iz a d a p o r
p a r a t r a n s p o r t a r e l e q u ip o e n la n ie v e .
d e s t i n o t e n i e n d o e n c u e n t a l a d i s t a n c ia
lo s b o s q u e s d e c o n if e r a s .
T u n d r a R e g ió n p o la r c a r a c t e r iz a d a p o r
y la t o p o g r a f í a .
T a l a d r o d e a r c o U n o d e lo s m é t o d o s m á s
e l p e m ia h ie lo y l a v e g e t a c ió n a t r o f ia d a .
R e s c a t e e s q u i m a l T é c n ic a p a r a r e c u p e r a r
a n t ig u o s p a r a o b t e n e r u n a b r a s a in c a n d e s c e n te
u n k a y a k v o lc a d o .
c o n la q u e e n c e n d e r u n a h o g u e r a .
R o d e a r u n o b s t á c u l o T é c n i c a d e n a v e g a c ió n
T a la d r o
q u e c o n s is t e e n c a m i n a r a u n a a l t u r a c o n s t a n t e
la f r ic c i ó n p a r a e n c e n d e r u n a h o g u e r a .
(UV) e lé c t r ic o .
a l r e d e d o r d e u n o b s t á c u l o n a t u r a l e le v a d o .
T e la c a r b o n i z a d a T e la d e a lg o d ó n q u e m a d a
U V p a s i v a ( p u r i f i c a c i ó n ) P u r if ic a c i ó n
R o p a t r a n s p i r a b l e P r e n d a s q u e p e r m it e n
s in o x í g e n o S e e m p le a p a r a e n c e n d e r fu e q o s
d e a g u a d e ja n d o b o t e lla s lle n a s a l s o l d ir e c t o
e lim in a r d s u d o r d e l c u e r p o e n f o r m a d e v a p o r
T e la i m p e r m e a b l e L á m in a im p e r m e a b le
L o s r a y o s UV a c a b a n c o n la la m a y o r í a
d e a g u a , p e r o p o r f u e r a s o n im p e r m e a b le s
I d e a l ( j a r a e l s u e lo .
d e lo s a g e n t e s p a t ó g e n o s .
p a r a e v i t a r q u e s e m o je n ( c o n l l u v ia o n ie v e )
T e s t u n i v e r s a l d e c o m e s t i b i l i d a d P ru e b a
T r i n c o E s p e c ie d e v e h í c u lo e m p le a d o
R e g l a d e N a i s m i t h M é t o d o p a r a c a lc u l a r
y v o la n t e M é to d o b a s a d o en
U V a c t i v a ( p u r i f i c a c i ó n ) P u r if ic a c i ó n
d e a g u a m e d ia n t e u n p u n f ic a d o r u lt r a v io l e t a
R u m b o d e c u a d r i c u l a D ir e c c i ó n h o r iz o n t a l
lia r a d e te r m in a r s i u n a p la n ta e s a p ta p a r a
V a r i a c i ó n m a g n é t i c a D if e r e n c ia e n t r e
e x p re s a d a e n g ra d o s a l e s te o a l o e s te d e l n o r te
e l c o n s u m a S e r e a liz a u n m e t ó d ic o p r o c e s o
e l n o r t e m a g n é t ic o y e l n o r t e d e c u a d r ic u la
o e l s u r.
d e p r u e b a s c o n p e q u e ñ a s c a n t id a d e s
V i e j o M u n d o E u r o p a A s ia y Á f r i c a
R u t a e n z i g z a g M é t o d o p a r a s u b i r u n a la d e r a
s o b r e la p ie l, e n la b o c a y e n e l e s tó m a g o
V i e n t o s a n a b á t i c o s V ie n t o » d iu r n o s
e m p in a d a q u e c o n s i s t e e n s e g u i r u n c a m in o
T é t a n o in f e c c ió n p o t e n o . i i m e n t e le t a l
a s c e n d e n te s .
e n z ig z a g c o n d
p r o v o c a d a p o r b a c t e r ia s q u e v iv e n e n e l s u e lo
V i e n t o s c a t a b á t i c o s V ie n t o s ( r ío s y lig e r o s
n e c e s a r io p a r a l l e g a r a la c im a . T a m b ié n r e s u lt a
T i e n d a v i v a c d e e x p l o r a d o r T ie n d a b á s ic a
d e s c e n d e n t e s q u e s e f o r m a n d u r a n t e la s n o c h e s
e fic a z p a r a b a ja r
in d i v id u a l r e a liz a d a c o n u n v iv a c .
d e s p e ja d a s .
T r a c c ió n a la s c u a t r o r u e d a s ( 4 x 4 )
V i v a c S a c o g r a n d e im p e r m e a b le , J d o c u a d o
S a c o p a r a f u n d i r n i e v e S a c o i m p r o v is a d o
S is t e m a d e u n v e h í c u lo e n e l q u e la a c e le r a c ió n
p a r a u t i l i z a r c o m o r e f u g i o b á s ic o E s m á s
q u e c o n t i e n e n ie v e o h i d o y q u e s e c o lo c a
la p r o p o r c io n a n la s c u a t r o r u e d a s , y n o s ó lo
p e q u e ñ o y m á s t e j e r o q u e u n a tie n d a .
c e rc a d e u n fu e g o p a r a o b te n e r a g u a .
d o s . E l r e s u lt a d o e s u n a t r a c c ió n s u p e r io r .
S a l a d a r M a n s m a s a la d a .
T r a j e d e s u p e r v i v e n c i a I r a je « n p e n n e a b le
S e ñ a l d e f u e g o H o g u e r a d is e ñ a d a p a r a
y f l o t a b l e d is e ñ a d o p a r a s o b r e v iv i r e n m a r
Y o d o P r o d u c t o q u í m i c o u t i liz a d o p a r a
p r o d u c i r m u c h o h u m o y l l a m a r la a te n c ió n .
a b ie r t o .
p u r ific a r a g u a
f i n d e r e d u c i r e l e s fu e r z o
Y e s c a M a t e r i a l c o m b u s t ib le s e c o y lig e r a
GLOSARIO
R e a n im a c ió n c a r d io p u lm o n a r (R C P )
311
312
ÍNDICE
ÍNDICE
A
s u b te rrá n e a 1 8 9
a rp o n e s 211
b o le a d o r a s 2 2 6
a b e ja s 2 2 4 . 2 6 7 . 3 0 2 - 3 0 3
tra n s p o rta r y g u a rd a r 4 3.
a r t i c u l a c i o n e s , h u e s o s y m ú s c u lo s .
b o ls a s d e t r a n s p i r a c i ó n 1 9 0
a b s c is a s 6 7
t r a t a r y p u r if ic a r 6 9 .1 1 8 .1 8 5 ,
200-201
a c c id e n te , p r io r id a d e s d e s p u é s
d e u n 2 6 0 .2 7 6 -2 7 7
a g u ja f l o t a n d o , b r ú j u l a s
a c e it e d e l á r b o l d e t é 2 6 8
im p r o v is a d a s 7 4
a c e ro , p e d e rn a l y 6 0 .1 1 3 .1 1 8 .
127
le s io n e s 2 3 3 . 2 7 0 - 2 7 1
1 9 8 -1 9 9 .2 3 3
a b r a s io n e s ( r o z a d u r a s ) 2 6 3
b o m b a s d e ó s m o s is in v e r s a 1 9 7
a s fix ia 2 7 5
bosques
a s ie n t o f o r m a d o p o r d o s p e r s o n a s
I n c e n d io s 2 4 8
m o n ta ñ a 3 2
( p a r a m o v e r a u n a c c id e n ta d o )
.a g u ja s 6 0 . 6 L 6 8 . 7 4 - 7 5
s e c u n d a r io 2 5 5 . 2 7 3
199
a s a r a lim e n to s 2 0 4 . 2 0 5
279
a h o g a m ie n to 2 5 4 . 2 5 5 . 2 7 3
á c id o t á n i c o 2 6 8 . 2 6 9
b o l s i t a s d e a g u a d e e m e r g e n c ia
a s d e g u ía c o r r e d iz o 1 4 4
r e fu g io s 1 6 2 -1 6 5
asm a 275
ta ig a 3 6 . 3 7
a y u d a s a la n a v e g a c ió n 7 7
a j u s t a r la m o c h ila 4 5
a v a la n c h a s 3 2 . 2 4 6 - 2 4 7
te m p la d o s 2 8 . 2 9 .1 6 2 - 1 6 5
c a íd o s , r e f u g io s 1 6 3
a le ja m ie n t o / p u n t o d e a ta q u e 7 3
aves
t r o p i c a l e s véase s e lv a s
c o n e s p u m il lo n e s 2 4 0
a le r g ia s y s h o c k a n a f ilá c tlc o 2 6 6 .
d e r r ib a r 1 4 8 1 5 1
a lg a s 2 8 8 - 2 8 9
h am aca s 5 4 ,1 6 6
a lt o c ú m u l o s 8 0 . 8 1
m u e r t o s (e n p ie ) 1 1 5 .1 2 1 .1 3 1
a lto s tr a to s 8 0 . 8 1
r a q u e t a s d e n ie v e 9 5
a m a r r a s , b a ls a s s a lv a v i d a s 2 5 2
r e c u p e r a c i ó n d e v e h í c u lo s
a m a rre 1 4 2 .1 4 3
103
2 1 8 .2 2 6 -2 2 9 . 2 9 2 -2 9 3
267. 274
fu e n te s d e a g u a 1 9 3
h íb rid a s 4 9
d e f l o t a c i ó n v é o s e c h a le c o s
s a lv a v i d a s
d e re s c a te 3 9 ,4 3 .
a m p o lla s 2 6 2 . 2 6 8
1 1 4 .2 3 2 -2 3 3 .2 3 6 -2 4 1 .
a n c la d e c a p a 3 9 . 2 5 1
2 5 0 .2 5 2
t é d e a g u ja s 2 0 7
a n c la s m a r i n a s 3 9 , 2 5 1
a g a r r e s , c u c h illo s 1 4 7
a tr a p a r y c o m e r 2 0 3 ,2 1 8 ,
2 2 4 . 2 9 4 -2 9 5
161
b o y a s y p l o m a d a s ( e q u ip o
de pesca) 2 0 9
b r is a s
t e r r e s t r e s y m a r in a s 8 2
a zúca r 127
y v ie n to s 3 8 . 7 9 . 8 2 - 8 3
b r u ja s ( la r v a s ) 2 2 4 . 2 9 8 - 2 9 9
B
b r ú ju la s
p e li g r o s 2 4 3 . 2 6 6 . 3 0 0 - 3 0 1
babosas 224
d e b o tó n 6 8
véase t a m b i é n s e r p ie n t e s
b a li z a s , t e l é f o n o s y r a d io s 3 9 . 4 3 .
d e e s fe r a f ija 6 8
a n im a l e s
a g a ve s 1 9 3 .2 8 2 -2 8 3
a y u d a s d e n a v e g a c ió n 7 7
agua
c o m e s t i b le s 2 9 0 - 2 0 9
6 1 .2 3 2 -2 3 3 .2 3 6 -2 3 7 .
d e o r ie n ta c ió n 6 8
2 4 6 , 2 5 0 .2 5 2
e s tá n d a r 6 8
de c a rg a 4 2 .9 8 - 9 9
d e b id o n e s 1 0 7
d e llu v ia 1 8 8 , 1 9 2 . 1 9 6
lo c a l i z a r a g u a 1 8 9
do m a d e ra 1 0 6 -1 0 7
d e s ln d r a ta c ió n y r e h id r a t a c ió n
p e li g r o s 1 1 5 . 1 5 7 . 1 8 9 .
d e tro n c o s 1 0 7
2 4 2 -2 4 3 ,3 0 0 -3 0 3
1 8 7 ,1 9 0 .1 9 3 .1 9 6 .2 5 3 .
y o r ie n t a c ió n 4 3 . 6 4 - 6 5 ,
b a ls a s 1 0 6 - 1 0 7
c a n t i d a d n e c e s a r ia 1 8 4 . 1 8 6
2 6 9 .2 7 2
B o t h y . r e f u q i o d e e m e r g e n c ia
a n f ib io s y r e p tile s
e m e r g e n c ia s 2 7 . 5 1 . 9 3 .
a fila d o y p ie d r a s d e a f i la r 1 4 7
b o te lla - tr a m p a (p e s c a ) 2 1 1
d e lo c a l iz a c i ó n y s e ñ a le s
a n a b á t ic o s . v ie n t o s 8 2
1 2 9 .1 7 3 .2 1 5 2 3 2 -2 3 3 .2 4 5
d e e x c u r s io n is m o 4 9
lo c a liz a r a g u a 1 8 9
r e lá m p a g o s 8 1
s it u a c i o n e s d e d e s a s t r e y
b o ta s 4 6 .4 9 .1 1 4
ayudas
r e f u g io s 1 6 3 . 1 7 9
a c tu a r a n te fu e g o s 1 1 8 .1 1 9 .1 2 4
t r o p i c a l e s y ju n g la s
ca za r y c o m e r 2 0 3 ,2 0 4 .2 0 5 ,
s a lv a v i d a s 3 9 . 1 9 6 . 2 5 1 .
2 5 2 -2 5 3
p r e v is ió n d e l t i e m p o 8 3
b a m b ú 2 8 4 -2 8 5
6 8 -7 1 . 7 4 -7 5
C
c a b a llo s 4 2 . 9 9
cabaña
e n e n re d a d e ra s 1 9 2
s a lv a j e s 2 4 2
e n fe rm e d a d e s p ro p a g a d a s
v ia ja r c o n 4 2 . 9 6 - 9 7 . 9 8 - 9 9
b a ls a s 1 0 7
c h o z a in d ia 171
p o r e l a g u a 1 8 5 .1 8 7
véanse t a m b i é n a n im a l e s
f u e n t e s d e a g u a y o b t e n c ió n
c o n te c h o d e h o ja s 1 7 0 -1 7 1
1 1 5 .1 8 8 - 1 9 7 ,2 5
h ip o n a tr e m ia 1 8 7
i m p o r t a n c i a p a r a la v i d a 2 7 .
1 8 5 -1 8 5 .1 8 6
p la n t a s y v e g e t a c ió n , fu e n te s
1 8 9 .1 9 0 .1 9 2 .1 9 3
p r e v e n c ió n c o n t r a la
c o n g e la c ió n 1 9 4 .1 9 5
1 9 2 .1 9 9
e s p e c í f i c o s ( p o r e je m p l o ,
fu e n te s 2 8 . 3 2 . 3 4 . 3 5 . 39.
d e p ig m e o s 1 7 1
e n l a s e lv a 1 7 0 - 1 7 1
o s o s ): t ip o s e s p e c ífic o s
r e f u g i o a u n a s o la a g u a 1 6 9
( p o r e je m p lo , m a m í f e r o s )
s ie r r a d e f u e g o 1 3 3
c a b e s t r illo s 2 6 1 . 2 7 0
v a p o re ra 2 0 4
c a b e z a d e m u ñ e c o d e n ie v e 1 9 5
a n q u ilo s to m a 1 8 7
a ra ñ a s 7 7 .1 5 7 . 3 0 2 - 3 0 3
á r b o le s
b a rc o , a b a n d o n a r e l 2 5 0 ,
2 5 2 -2 5 5
c a b r e s t a n t e , r e c u p e r a c ió n
d e v e h í c u lo s 1 0 3
a r d illa s 2 1 7 . 2 2 1 . 2 9 0 - 2 9 1
b a r r a s d e lu z q u í m i c a 6 1 . 2 4 0
c a c tu s 1 9 3 . 2 8 2 - 2 8 3
a re n a
b a s to n e s p a r a c a m in a r 7 2 . 8 5 .
c a la b a z a s 1 9 9 . 2 8 2 - 2 8 3
c o n d u c ir s o b r e 101
89
c a la m b r e s 2 7 0
r a c io n a m ie n t o 1 8 7 ,1 9 7
d u n a s 3 5 .1 7 7 .1 8 9
B e a u f o r t , e s c a la d e 8 3
c a lc e tin e s 4 8
s a la d a 3 8 . 1 8 5 . 1 9 6 - 1 9 7 ,
to r m e n ta s 2 4 9
b e n g a la s , s e ñ a le s 2 3 9 . 2 4 1
c a l c u l a r l a h o r a p o r la p o s ic i ó n
251253
sed 2 0 .2 3 5
a r e n a s m o v e d iz a s 2 4 7
b e rm a 1 77
a rm a s p a ra c a z a r 2 1 8 ,2 2 6
b ilh a r z ia 1 8 7
d el sol 76
c a ld o 2 0 4 . 2 1 2
ÍNDICE
c a lid a d d e l « u ro . c u e v a s 1 5 7
c a ló r ic a s , n e c e s id a d e s 5 6 , 2 0 2
c h a q u e ta s 4 6 . 4 7 .4 8
c h a le c o s s a lv a v i d a s y a y u d a s
p r o t e g e r la 1 1 4
a la f l o t a c i ó n 3 9 . 1 0 4 , 1 0 8 .
c a lc a d o 4 6 . 4 8 . 4 9 . 1 1 4
1 0 9 .2 5 0 . 2 5 4 -2 5 5
r a q u e t a s d e n ie v e 9 4 - 9 5
a n d a d o s d e d ie n te s y e n c ía s
s u p e r v iv e n c ia s in c o m id a
1 9 .1 1 6
27. 5 6 . 57. 2 0 2 .2 3 4 .
c u m u lo n im b o s 8 0
2 3 5 .2 5 9
c ú m u lo s 8 0 . 8 1
c a m a ro n e s 2 2 5
c h a r c a s y d e p ó s ito s 1 8 9 .1 9 9
c o m p o n e n te s d e l fu e g o 1 1 8 .2 3 8
c u r t i r p ie l e s 2 2 3
c a m a s y e s p a c io s p a r a d o r m i r
c h im e n e a ( e s c a la d a ) 9 1
c o m u n ic a c io n e s
c u r v a s d e n iv e l 6 6 , 6 7
4 1. 5 2 -5 3 .1 5 6 .1 6 6 -1 6 7
d e o p o s ic ió n 9 1
c a m e llo s 4 2 . 9 9
c h o z a in d ia 171
c a m e lla s 9 9 . 2 7 9
c ir r o s 8 0 . 8 1
c a m in a r
c ir r o s tr a to s 8 0 . 81
c u e s ta a r r ib a 8 6 . 8 7
de noche 8 6
c a m p a m e n to s
o r g a n iz a c ió n y a d m in is tr a c ió n
1 1 2 -1 1 3 .1 1 4 -1 1 5
v é o n s e ta m b ié n z o n a s
c l a s i f i c a c i ó n d e lo s s a c o s d e
d o r m ir p o r te m p e r .itu r a s 5 3
p o r s a té lite 3 9 . 2 3 6 - 2 3 7 .
2 5 0 .2 5 2
D a k o ta ( tip o d e fu e g o ) 1 2 5
d e r n b a r u n á r b o l 1 4 8 -1 5 1
c o n ju n tiv itis 2 1 2
d e s a s t r e s y e m e r g e n c ia s
c lim a 7 8
c o n s t e la c i o n e s , o r i e n t a r s e
e x tr e m o 2 4 6 . 2 4 8 - 2 4 9
y s is t e m a s c l i m a t o l ó g i c o s
3 8 .7 8 -8 3
v é a n s e ta m b ié n e n to r n o s
e s p e c í f i c o s ( p o r e je m p l o ,
c a n g r e jo s 2 2 5
p a is a je t e m p l a d o )
c o c in a r
m e d i a n t e la s 7 7
e s tr a te g ia S U R V IV A L 2 3 4 - 2 3 5
fu e n te s d e a g u a y
c o rd a d a d e d o s 91
k i t s d e s u p e r v iv e n c ia 6 0 - 6 1
n a tu ra l 1 3 8 -1 4 1
lo q u e d e b e y l o q u e n o d e b e
fu e g o s , ro c a s y h o y o s 119.
c o r n i s a d e n ie v e 1 8 1
c o r r ie n te e lé c t r ic a , « u n t a r
c ru z a r río s 8 8 - 8 9 . 1 0 8 - 1 0 9
h o r n illo s 5 8 - 5 9
n ie v e 9 4 - 9 7
in v e r t e b r a d o s 2 1 9 . 2 2 4 - 2 2 5
c o rte s y ro z a d u ra s 2 6 3
t r e p a r y e s c a la r 9 0 - 9 1
p re p a ra r m a m ífe ro s 2 2 0 - 2 2 3
c o rte z a
v é a s e t a m b i é n n a v e g a c ió n
p re p a ra r p e s c a d o 2 1 2 -2 1 3
3 0 0 -3 0 1
la s a g u ja s d e la b r ú j u l a 7 5
té 2 6 9
P U A C ( p r o t e c c ió n , u b ic a c ió n ,
e m e r g e n c ia s 2 4 0 . 2 4 1 . 2 5 2
c o s t a s v é o s e p a is a je s in a r m o s
c o te d e g u a r d ia m a r in a 1 4 5
c a t á r t i c o s , v ie n to s 8 2
c o lo r d e l c ie lo 8 3
c r ip to s p o r id io 1 8 7
c o m b u s tib le
c ru s tá c e o s 2 2 5
fu e g o s 1 1 4 .1 1 8 ,1 2 1 .1 2 4 .
1 2 5 .1 4 8 -1 4 9 . 2 3 8 -2 3 9
a g u a s u b te m in e a 1 9 3
d e p ó s ito s d e a g u a 1 9 9
a n f ib io s y r e p tile s 2 0 3 . 2 1 8 .
aves 2 0 3 . 2 0 4 .2 0 5 .2 1 8 .2 2 6 ,
2 2 9 . 2 9 2 -2 9 3
r a íc e s y tu b é r c u lo s 2 0 6
c o m p ra d a 5 7
r e c u p e r a r u n v e h í c u lo 1 0 2
e n v e n e n a m ie n t o 1 8 7 . 2 6 9
fu e g o s y h o r n illo s 5 8 - 5 9 .1 1 9 .
cazar
te r m it a s 2 1 9
m a m ífe ro s 2 1 6 -2 1 8
c e b o s y s e ñ u e lo s 2 0 8 - 2 0 9 . 2 2 3 .
2 0 4 -2 0 5
p a r a e l d o lo r d e e s tó m a g o
269
p a r a h a c e r ja b ó n 1 1 7
c e r illa s 6 0 . 1 2 6
c h a le c o s s a l v a v i d a s y a y u d a s
a la n o t a c ió n 3 9 . 1 0 4 . 1 0 8 .
1 0 9 .2 5 0 .2 5 4 -2 5 5
c u a d r ic u la , lin e a s , r e f e r e n c ia s
4 3 . 2 3 2 -2 3 3 .2 3 6 -2 4 1 .
2 5 9 .2 5 2
s u p e r v iv e n c ia e n e l m a r 1 6 -1 7 .
3 9 .1 9 6 -1 9 7 . 2 1 4 -2 1 5 .
c u a tro ru e d a s 3 5 .1 0 3
véose t a m b i é n p r im e r o s
c u c h il lo s 1 4 6 - 1 4 9
d e s u p e r v iv e n c ia 1 4 6 - 1 4 9
c u e rd a
c ru z a r río s 8 9
a u x il io s
descensos 8 6 .8 7
d e s g a r r o ( l a c e r a c ió n ) 2 6 3
d e s f u d r a t a c ió n y r e h i d r a t a c i ó n
d e p a ra c a íd a s 1 3 6 -1 3 7
in s e c t o s 2 0 3 . 2 1 9 . 2 2 4 ,
fo rra d a 1 3 6
mamíferos 2 0 3 .2 0 4 .2 0 5 .
2 5 0 -2 5 5
v e h í c u lo c o n t r a c c i ó n a la s
y ru m b o s d e 6 6 -7 1
c u c h il la s y h o ja s 6 0 . 6 1 . 7 4 - 7 5
e n r o ll a d a 1 41
2 1 6 -2 2 3 .2 9 0 -2 9 1
c e n iz a s
d e e m e r g e n c ia 7 2
s e ñ a liz a c ió n d e r e s c a t e 3 9 .
e n g ru p o 8 9
h a m b re 2 0 .2 0 2 .2 3 5
2 9 8 -2 9 9
229
c e g u e r a d e n ie v e 2 6 5
c r u z a r río s 8 8 - 8 9 . 1 0 1 . 1 0 8 - 1 0 9
a g u a y c o m id a ) 1 1 2 7 . 2 5 8
p u n to d e e n c u e n tro
e n lí n e a 8 9
c o m id a
224. 294. 2 95
cavar
2 3 4 -2 3 5 .2 5 9
y e s c a y le ñ a 1 2 0 . 1 2 1 . 2 3 8
c o te s y n u d o s 1 3 5 .1 4 2 - 1 4 5 .2 1 0
( p o r e je m p lo , a v e s )
r e a c c io n e s 2 0 - 2 1 .
c ó d ig o s d e s e ñ a liz a c ió n d e
c ó le r a 1 8 7
c a rre te d e p e s c a 2 0 8
p r e p a r a c ió n m e n t . i l y
c o c o d r ilo s 1 8 9 . 2 4 2
c o lc h o n e ta s d e a ir e 5 3
v é a n s e t ip o s e s p e c ífic o s
2 1 5 . 2 3 2 -2 3 3 .2 4 5
p e b g r o s a m b ie n t a l e s 2 4 6 - 2 4 9
p r i o r i d a d e s e n e l e q u ip o 4 3
c a r g a d e m a n te n im ie n to 4 3
e n c o n tra d a 2 0 4
h a c e r 2 7 .5 1 .9 3 .1 2 9 .1 7 3 .
c o r d a je 1 3 8
c a r b o h id r a to s 5 6
c a rn e
1 8 8 -1 8 9 .1 9 9 .2 5 2
a r t if ic ia l 6 L 1 3 6 -1 3 7
c a p a c id a d e s y h a b ilid a d
( o r ie n ta c ió n )
r a c io n a m ie n t o 3 9 . 1 8 7 .
c o r d a je 1 3 6 -1 4 1
c o r d o n e s d e lo s z a p a t o s 1 3 7
2 0 4 -2 0 5
e q u ip o s d e r e s c a t e ? 4
c o n t u s io n e s 2 6 2 . 2 6 3
al vapor 204
p a r a c a m in a r 8 5 . 8 6 - 8 7
ca u s a s 1 6 -1 7 .2 6 .8 4
c o n ta r p a s o s 6 5 .7 2
c a n o a s y k a y a k s 4 2 .1 0 4 -1 0 5
c a r a c o le s 2 2 4 . 2 9 8 - 2 9 9 .
D
c o n e jo s 2 1 6 . 2 2 0 - 2 2 1 . 2 9 0 - 2 9 1
c o n g e la c ió n p r o fu n d a 3 3 . 2 7 3
c a m p in g u lt r a lig e r o 4 1
c a n o a tá n d e m 1 0 5
C y a lu m e s 6 1 . 2 4 0
2 3 6 -2 3 7
c la v o s , g a n c h o s d e p e s c a 2 0 8
e s p e c if ic a s ( p o r e je m p lo ,
le t r in a s )
e q u ip o 4 3 . 6 1 . 2 3 2 - 2 3 3 .
1 8 7 .1 9 0 .1 9 3 .1 9 6 . 2 5 3 .
2 6 9 .2 7 2
d e s p e l le ja r
r e to r c id a 1 4 0 -1 4 1
m a m ífe ro s 2 2 1 .2 2 2
t é c n i c a s d e e s c a la d a 9 1
peces 213
c u e r o c a b e llu d o
d e s p ie c e d e m a m í f e r o s 2 2 3
m a r is c o 2 2 5 . 2 9 8 - 2 9 9
c u id a d o s 1 1 6
d e s p lu m a r . iv e s 2 2 8 - 2 2 9
n u t r i e n t e s y n e c e s id a d e s
h e r id a s 2 6 4
d e s tila d o r s o la r l9 1 .1 9 7 .2 5 1
c a ló r ic a s 5 6 . 2 0 2
pesca do 2 0 3 .2 0 4 .2 0 5 .
2 0 8 -2 1 3 ,2 9 6 -2 9 7
p la n ta s 2 0 3 . 2 0 6 - 2 0 7 .
2 8 0 -2 8 9
c u e r p o s e x tr a ñ o s
e n la s h e r id a s 2 6 3
e n lo s o jo s 2 6 5
c u e v a s 1 5 7 .1 8 1
c o s te ra s 1 5 7
d e s tila r a g u a 1 8 5
d e s v ío 7 3
d ia r r e a y v ó m i t o s 1 8 7 . 2 0 3 . 2 6 9
d i e n t e s y e n c ía s , c u id a d o s 19.
116
313
314
ÍNDICE
d ific u lta d e s
p a r a r e s p ir a r e n r e f u g io s
e n c o n t r a r la r u t a 6 4 - 6 5 , 7 2 - 7 3
1 5 7 .1 8 1
p r im e r o s a u x ilio s 2 7 5
d in e r o 2 2 . 6 1
235
e q u ip o s
d ir ig ir s e h a c ia e l e le m e n t o 7 3
e n fe rm e d a d e s
d is e n t e r í a 1 8 7
e n to rn o s frío s 3 6 -3 7
c o r t a r le ñ a 1 5 1
e r iz o s 2 6 6 . 2 9 0 - 2 9 1
de cazador 125
e s c a la , m a p a s t o p o g r á f i c o s 6 6 . 6 7
e le m e n t o s , v é o n s e
h ip o te r m ia y c o n g e la c ió n
e s c o b a d e b r u ja 2 3 8 . 2 3 9
p ro fu n d a 2 1 . 2 9 . 3 3 . 3 7
252. 273
a u x ilio s
d u c h a s 1 1 6 -1 1 7
d u n a s 3 5 .1 7 7 .1 8 9
d u r m ie n te ( p e s c a ) 2 0 9
E
en cuevas 157
e s g u in c e s y d is t e n s io n e s 2 7 0
f u n d i r h ie l o y n ie v e 1 9 4 - 1 9 5
e s p e jo s , s e ñ a le s 2 4 1
ilu m i n a c i ó n 1 2 5
e s q u ia r s in e s q u í e s 9 4
in c e n d io f o r e s t a l 2 4 8
qué debe y q ué no debe hacer
e s t a b l e c e r lo s m a p a s 6 9
I n c e n d io s i n c o n t r o l a d o s 3 4
e s ta q u illa s p a r a t ie n d a s 1 5 9
in s t r u m e n t o s p a r a p r o d u c i r
51. 2 4 5
véose t a m b i é n p r i m e r o s
c o m b u s t i b l e ; le ñ a ; y e s c a
p la n ta s c o m e s tib le s 2 8 6 - 2 8 7
d o lo r 2 3 5
ro p a 4 7 .9 4
e s te ra s d o e s p u m a 5 3
s h o c k té r m ic o 2 5 4
e s tr a te g ia s
c h is p a s e i g n i c i ó n 1 1 3 .
1 18, 1 2 6 -1 2 7 .1 3 0 -1 3 3
l o q u e d e b e y lo q u e n o d e b e
d e a fr o n ta im e iito 2 0 - 2 1 .1 1 3 .
t ie n d a s 5 5
véanse t a m b i é n h ie lo ; n ie v e
h a c e r 5 9 .1 1 8 .1 1 9 .1 2 4
2 3 4 -2 3 5 .2 5 9
e n tre n a m ie n to 2 3 .1 3 4 - 1 3 5
m a d e ra 1 1 4 .1 4 8 -1 4 9
S U R V IV A L 2 3 4 - 2 3 5
b e n e fic io s 1 6 - 1 7 . 2 0 . 2 3 5
e s tr a t o c ú m u lo s 8 0 . 8 1
p re p a r a r y h a c e r 1 1 8 -1 2 3
f o r m a f í s ic a 1 9
e s tr a to s 8 0 .8 1
p r im e r o s a u x ilio s e n
e n v e n e n a m ie n t o
q u e m a d u ra s 2 6 5
e s t r e l l a n in j a . l a n z a m i e n t o 2 1 8
E . c o l i f o r m e . in f e c c i ó n 1 8 7
a lim e n ta r io 1 8 7 2 6 9
e s tr e lla s , o r ie n t a c ió n 7 7
r e fle c to r e s 1 1 9 .1 6 4
c ie r c ic io
m a r is c o 2 2 5
e s t r u c t u r a d e m o c h ila
r o d e a d o d e p ie d r a s 1 2 4
a e r ó N c o 19
m o n ó x id o d e c a r b o n o 1 8 1
c a r d io v a s c u la r 1 8 . 1 9
m o r d e d u r a d e s e r p ie n te 2 6 6 ,
ro p a q u e m a d a 2 6 5
im p r o v i s a d a 4 5
se ñ a l 3 0 .1 1 5 . 2 3 8 -2 3 9
e s tr u c t u r a s t r ia n g u la r e s
d e e s tir a m ie n to 1 9
3 0 0 -3 0 1
y f o r m a f í s ic a 1 8 - 1 9
p e ce s 3 0 0 -3 0 1
b o s q u e 1 6 4 -1 6 5
fu e rz a y e n e rg ía 1 8 -1 9
p r i m e r o s a u x il io s 2 6 9
ju n g l a 1 6 8
f u n d a s , c u c h il lo s 1 4 6
s e ta s y p la n ta s 2 0 3 . 2 0 6 . 2 0 7 .
r e fu g io c o n p o n c h o 1 5 9 .1 6 7 ,
e le c c i ó n d e l l u g a r d e a c a m p a d a
y o r g a n iz a c ió n 2 9 , 3 2 .
1 1 2 -1 1 3 .1 1 4 -1 1 5
véan s e t a m b i é n z o n a s
_
c o n f o r m a d e e s tr e lla 1 2 5
b a c ila r 1 8 7
d o b le n u d o s i m p l e 1 4 3
_
véase g r u p o s
e r iz o d e m a r . p ú a s 2 6 7
e s c a la r y t r e p a r 9 0 - 9 1
1 1 8 ,1 2 6 -1 2 7 1 3 0 -1 3 3
_
c o m p o n e n te s 1 1 8 .2 3 8
fu e n te s d e a g u a 1 9 4 -1 9 5
y p r o d u c c ió n d e c h is p a s 1 1 3 ,
_
t u b o q u ir ú r g ic o )
a m é b ic a 1 8 7
d i s p o s i t i v o s d e ig n i c ió n
_
véase in f e c c io n e s
213
e s p e c i f i c a s ( p o r e je m p l o ,
e n e m ig o s d e la s u p e r v iv e n c ia
e n fe rm e d a d d e L y m e 2 6 7 3 0 3
c o c in a r s o b r e 1 19 . 2 0 4 - 2 0 5 .
véanse t a m b i é n p ie z a s
( o r ie n ta c ió n )
d ió x id o d e c a r b o n o 1 5 7
b e n e fic io s 2 7 1 1 3
ro p a 4 6 - 4 9 .9 4
véase t a m b i é n n a v e g a c ió n
e s p e c í f i c a s ( p o r e je m p lo ,
a n im a l e s d e c a r g a 9 8
le t r in a s )
c o m b u s tib le 5 8
e le fa n te s 9 9 . 1 8 9 . 2 4 2
c o r d a je 1 3 6 . 1 3 7
e le m e n t o s
m o c h ila s 4 1 . 4 2 . 4 5
d e l f u e g o v é a n s e c o m b u s t ib le ;
le ñ a . y e s c a
d e l p a is a je p a r a o r i e n t a r s e
7 0 -7 1 . 7 2 . 7 3
e m b a r c a c io n e s
e m e r g e n c ia 2 5 0
v é o s e t a m b i é n v ia je s
por m ar
s a lv a v id a s 3 9 . 1 9 6 , 2 5 1 .
2 5 2 -2 5 3
e n c e n d e d o re s 1 1 9 ,1 2 6
encender
( p r e p a r a r a lim e n to s ) 2 2 9
ganchos de pesca 2 0 8
c o n e s p in a s 2 0 8
g a r ra p a ta s 1 1 6 .2 6 7 3 0 2 - 3 0 3
g la c ia r e s 3 3 . 9 4
c o m u n ic a c io n e s y s e ñ a le s
fa is a n e s 2 2 7 . 2 8 8
d e s o c o rro 3 9 .4 3 .2 3 2 -2 3 3 .
G P S ( G lo b a l P o s i t í o n l n g S y s t e m s )
fa tig a 2 1 . 2 3 5
p o r c a lo r 2 7 2
f e l in o s , g r a n d e s 3 2 . 2 4 2
de p e sca 6 1. 2 0 8 -2 1 1
f ib r a ( n u tr ie n te ) 5 6
e n tre n a rs e c o n e l 2 3 ,
f ilt r a r a g u a 1 8 4 , 2 0 0 . 2 0 1
1 3 4 -1 3 5
k i t d e p r i m e r o s a u x il io s 6 0 .
2 6 0 -2 6 1
65. 75. 237
g r á fic o s
m a p a s y le c t u r a d e m a p a s
4 3 .6 4 -6 5 .6 6 -7 1
t ie m p o a tm o s f é r ic o 7 8
g r a n d e s fe lm o s 3 2 . 2 4 2
f i l t r o e n u n a b o te lla 2 0 0
g ra s a c o rp o ra l 5 6
FO hn. e fe c to 8 2
g ra s a s 5 6
f o r m a f í s ic a 1 8 - 1 9
g r i l l o s y s a lt a m o n t e s 2 2 4 , 2 9 8 - 2 9 9
k i t s d e s u p e r v iv e n c ia 6 0 - 6 1
f o r r o p o la r 4 6 . 4 7
g r u p o s y d in á m ic a s d e g r u p o 2 3 .
m a n te n e r lo s e c o 1 0 8 - 1 0 9
fre n te s
100. 253
m o c h ila s 4 1 . 4 2 , 4 4 - 4 5 . 1 0 8
c lim a 7 8 . 7 9
g u a n te s 4 6 , 4 7
o r g a n iz a d o 4 1 . 4 2 . 4 5 , 9 8 ,
frío s 7 8 . 7 9
gusanos
1 3 6 .1 3 7 -1 4 1
p e s o 4 1 .4 2
fu e g o 1 2 5
p r io r id a d e s 4 0 - 4 1 . 4 3
u n a c e r illa a l e s tilo c o m a n d o
r e c ip ie n te s y t r a ta m i e n t o
126
2 7 2 -2 7 3
e x t r a c c i ó n d e d e s p o j o s d e p á ja r o s
F
2 5 0 .2 5 2
y p la n e s d e a c c ió n d e
gam bas 2 25
c o m id a 5 7
2 3 6 -2 3 7 2 4 0 -2 4 1 . 2 4 6 .
p r o c e d i m i e n t o s d e s e g u r id a d
G
e x p o s ic ió n , p r i m e r o s a u x il io s
g ia r d ia s is 1 8 7 2 6 9
c a m p in g u lt r a lig e r o 4 1
kayaks y canoas 42.
m a re o 21
e v is c e r a r m a m ífe r o s 2 2 0 . 2 2 3
e q u ip o
b a ls a s 1 0 6 - 1 0 7
1 0 4 -1 0 5
175
2 6 8 , 3 0 4 -3 0 5
e q u ip a j e
tip o s 1 2 4 - 1 2 5 . 2 3 8 - 2 3 9
a b e r t u r a e n la e n t r a d a 1 6 5
d e a g u a 6 0 .1 9 7 .1 9 8 , 2 01
o c lu i d o s 7 8
f r ic c ió n p a r a in ic ia r u n fu e g o
1 3 0 -1 3 3
fu e g o
a u to m á tic o 1 2 4
en el a gu a 1 8 7 2 6 9
lo m b r ic e s 2 2 4 , 2 9 8 - 2 9 9
n e m a to d o s 2 2 2 . 2 6 9
p r im e r o s a u x ilio s 2 6 9
s a n g u i ju e la s 2 6 7
ÍNDICE
H
hornillos 5 8 -5 9
de alcohol desnaturalizado 59
hamacas 5 4 .1 6 6
de combustible liquido 58. 59
hamamelis 268
de gas 5 8
helicóptero de rescato 114.
236-237.241
heliógrafos 241
helmintos 269
hemorragia (primeros auxilios)
de gasolina blanca 59
J
de isobutano 5 8
jabón
M
de multicombustible 59
de camping 117
machetes 146
de propano 5 8
de hojas de castaño de Indias
madejas, cordaje 136.137
117
hoyos y zanjas, refugios 156-157,
174-175.176-177.178-179
huesos, articulaciones y músculos.
lesiones 233.27 0 -27 1
115.121.131
K
balsas de madera 106-107
kayaks y canoas 4 2 .1 04 -1 05
cortar leña 151
kits de desalinización 197
estaquillas para tiendas
estructura de mochila 45
huevos 226
con objetos punzantes 263
hundirse en la nieve 9 4
de bala 263
huracanes 3 8 .2 4 8 -2 4 9
L
huskies 9 6 -9 7 .9 9
lagartos 2 9 4 -2 9 5
inultiusos 61
para cortar 60.146-151
I
iglús 180
comida 2 0 4 ,2 1 2
imantar las agujas de una
hexamina. combustible 59.118.
238
hiedra, roble y zumaque venenosos
268 . 3 0 4 -3 0 5
159
leña y combustible 114.121.
brújula 74-75
improvisar 235
brújulas 45
MayaStkks 123
larvas 224. 2 9 8 -2 9 9
probar maderas blandas
de palmera 2 2 4 .2 9 8 -2 9 9
latas
mal de altura 33.273
sin cerillas 118
malvavisco finlandés 195
gafas 265
leña (ramitas) 118.119.120.121.
caminar 94
mochilas 4 5
1 2 4 .1 2 5 .1 3 3 .2 3 8 -2 3 9
conducción con tracción
véase también ropa,
improvisar con
trineos 9 6 -9 7
de supervivencia 4 0 .4 3 ,6 0 -6 1
lazo (trampa) 6 0.2 16 -2 17 .22 7
a las cuatro ruedas 101
y duras 131
raquetas de nieve 95
techos para hoyos 156-157
de fuego 123
espejos señalizadores 241
hielo
148-149
lagos 189
de hormigas 219
agua 1 1 8 .1 8 5 .2 0 0
madora/lefta
árboles muertos (en pie)
266
hervir
estroboscópica (LEDs) 2 40
química (barras de luz) 61.240
hoyo, cocinar en un 2 05
heridas y hemorragias 262-265.
herramientas
luz
isóbaras 78
horno de arcilla 2 05
263 -2 6 4
hepatitis 187
lupa 126
2 98-299. 3 00 -3 0 1 .3 0 2 -3 0 3
de combustible mezclado 58
hambre 2 0 .2 0 2 . 235
la pérdida de calor) 2 54
Luna, orientarse con la 77
m vertebrados203.219.224.
de butano 58
Hennessy 166
H.E.L.P. (postura para reducir
inundaciones 115.249
leptospirosis 187
lesiones 2 33 .2 3 5 .2 7 0 -2 7 1
mamíferos
cazar y comer 2 03.204,
2 05 ,216-218.220-223.
290-291
cordaje con tendones 139
desprendimientos 115
incendios incontrolados 34
en la columna 271
fundir nieve 195
escalada 91
incisión, heridas 263
en las manos 271
localizar agua 189
fuente de agua 36.194-195.
Inconsciencia 276-277
en las piernas 271
peligros 242-243.266.
infecciones
en los brazos 270
300-301
«tose también primeros
previsión del tiempo 83
196
icebergs 196
marino 3 6 .1 9 6
bacterianas 1 8 5 ,1 8 7 212.
2 2 0 .2 6 2 .2 6 7 301. 303
auxilios
diarrea y vómitos 187 269
letrinas 114.117
hígado 2 2 0 .2 2 2 .2 2 3 . 2 29
parásitos 1 8 7 .2 2 2 .2 2 3 .2 6 9
levantamiento de bombero
higiene 116-117.269
primeros auxilios 261.262.
pescar 2 0 9
higos 1 7 1 .2 8 4 -2 8 5
chumbos 193.28 2 -28 3
2 6 3 .26 5 . 301
transmitidas por el agua
hiperactividad 21
185.187
hipertermia 272
vacunas 22
hiponatremia 187
hipopótamos 189. 242
hipotermia 2 1 .2 9 .3 3 .3 7 .2 5 2 .
273
hojas
cordaje 139
hacer jabón 117
insectos
atrapar y comer 203.219.
224
278
leyendas, mapas topográficos
6 6 .6 9
limitaciones personales 18
limpiar pescado 212-213
específ icos (por ejemplo,
osos)
mantas de emergencia 53.61.
155.175
mantel 91
mapas y lectura de mapas 43,
6 4-6 5 .6 6 -7 1
lineas de pesca nocturnas 2 09
del tiempo 78
linternas 4 3 .6 0
topográficos 66-67
bpólis¿s56
ayudas de navegación 77
liqúenes 286 -2 8 7
localizar agua 189
llama química 127
mordeduras y picaduras 116.
llamada internacional de socorro
2 6 7 302-303
véanse también animales
(silbato) 2 4 0
véase también navegación
mar véase paisajes marinos:
viajes por mar
marcadores de ruta 87
Marcandonatos. Costa 128
hamaca 55
mosquitos 3 L 115.302-303
llamas 9 9
mareas 157
techos 170-171.192
nocturnos 219
lluvia 79. 8 1 .8 2
marisco 225. 298 -2 9 9
honda 218
saltadores 224
lombrices 247
masas de aire 79
hongos y setas 2 0 6 . 263
terapia con sanguijuelas
lona impermeabilizada
hormigas 219. 2 9 8 -2 9 9
262
véase ponchos y lonas
continentales 79
marítimas 79
315
ÍN D IC E
matar
niebla 81
aves 2 2 8
plantas comestibles
282 -2 8 3
nieve
conejos 216
avalanchas 3 2 .2 4 6 -2 4 7
refugios 174-175
MayaStlcfcs 123
ayudas de navegación 77
ropa 47
medir distancias (mapas)
ceguera de nieve 265
vehículo con tracción a las
67.72
desplazarse sobre 9 4 -9 7
con cuerda 67
fuente de agua 194-195
medusa, picaduras de 267.
300-301
cuatro ruedas 35.101
entenderlos y prepararse
paisaje montañoso 32-33
2 3 .3 6
raquetas de nieve 9 4 -9 5
marinos 38-3 9
peligros 38. 243. 300-301
pescar y comer 61. 2 0 3 .2 0 4 .
2 0 5 .2 0 8 -2 1 3 .2 9 6 -2 9 7
pedernal 113.127
para una mano 127
y acero 6 0 .1 1 3 .1 1 8 .1 2 7
pedregal 3 2 .8 7
peligros ambientales 2 46 -2 4 9
pelo
mellones 2 2 5 .2 9 8 -2 9 9
refugios 178-181
ahogam w nto254.255.273
cuidados 116
menstruación 117
sobre cuatro ruedas 101
cuevas costeras 157
imantar la aguja de la
mentalidad de supervivencia
nimbostratos 8 0 ,8 1
2 0 -2 1 .2 3 4 -2 3 5 .2 5 9
nubes 7 8 .7 9 .8 0 -8 1
método
196-197
improvisadas 74
del furtivo, carne de faisán 2 2 8
mareas 157
pescar con sedal 6 1 .2 0 9
mareo 21
peso del equipo 4 1 .4 2
con función de botón 161
nadar 1 0 8 -1 0 9 .2 5 4 -2 5 5
picaduras y mordeduras 116
corredizo 142
picaduras y mordeduras
miedo 234, 235
de fugitivo 145
mochilas 4 1 .4 2 .4 4 4 5 .1 0 8
de vuelta de escota doble 144
capacidad 4 1 -4 2 .4 4
267. 300-301
plantas comestibles
simples 143
2 8 8 -2 8 9
playas 39.117
nutrientes y necesidades calóricas
para un día 4 2 .4 4
refugios junto al agua
5 6 .2 0 2
variadas (emergencia
en el mar) 2 5 0
monóxido de carbono.
intoxicación por 181
176-177
0
ojos
mordeduras y picaduras 116.
problemas y lesiones 2 1 2 .2 6 5
templados 2 8 -2 9
clima 78-8 3
motos de nieve 97
orientación, brújula 6 4 -6 5 .6 8 -7 1
fuentes de agua 28.
mover a un herido 278-279
ortigas
murciélagos 157.290-291.
300-301
picor 2 6 8 .2 8 0 -2 8 1
osos 28. 3 6 .1 5 7 .2 4 2
vampiros 157.300-301
músculos. Iwesos y articulaciones.
lesiones 233.270-271
musgos 286 -2 8 7
188-191
plantas comestibles
Naismith. regla de 72
paisajes
de supervivencia 108-109.
254 -2 5 5
defensiva 108
navegación (orientación) 6 4 -6 5
brújulas 68-71.74-75
2 8 4 -2 8 5
refugios 54.166-171
fuentes de agua 189.190,
192.193
intoxicación 203. 206 . 2 0 7
2 6 8 . 304 . 3 0 5
previsión del tiempo 8 3
paja de supervivencia 201
remedios 263. 2 6 8 .2 6 9
pájaros posados en una perdía.
señales de fuego 2 3 8 -2 3 9
atrapar 218. 227
palo
de montaña 32-33
bolsas de vegetación 190
comestibles 2 0 3 .2 0 6 -2 0 7
2 8 0 -2 8 9
polares 3 6 .2 4 2
P
2 0 6 -2 0 7 .2 8 0 -2 8 9
plantas y vegetación
cordaje 138-141
fuentes de agua 192
oxigeno, falta d e 1 5 7 .2 3 4 .2 5 9
plantas comestibles 203.
280 -2 8 1
tropicales 30-31
ostras 2 2 5
(PAE) 2 4 -2 5 .2 5 0
planificación del viaje 2 2
refugios 162-165
pardos 28. 242
N
natación 108 -1 0 9.25 4 -2 55
plantas comestibles
ósmosis inversa, bomba de 197
de ruta) 87
pinchazos 2 63
plan de acción de emergencia
ordenadas 67
multiherr amientas 61
pila de piedras (marcador
piftas de pino 8 3
por mar
cordaje 138-139
sobre 2 0 5
pieles 2 2 2 .2 2 3
vientos 8 2
mosquitos 3 1.1 15 .3 0 2 -30 3
mulos 99
2 6 6 -2 6 7 268 . 3 00 -3 0 3
piedras calientes, cocinar
trampa con muro 211
véase también viajes
cuidados 116
2 6 6 -2 6 7 .2 6 8 ,3 0 0 -3 0 3
brújula 74
perros 17.96-97. 9 9
arbor 142
nudos 135.142-145. 210
de suspensión, brújulas
de estructura extem a 4 4
fuentes de agua 39.
con nudo corredizo 218
véanse también entornos
específicos (por ejemplo,
paisajes templados);
de yesca 120-121
partes específicas
desiertos 35
palos y sombras 76.7 7
(por ejemplo, raíces);
entornos fríos 36
pan húmedo 2 04
tipos específicos (por
lo que debe y lo que no
pantalones 4 6.4 7. 4 8 .9 4
ejemplo, árboles)
avalanchas 3 2 .2 4 6 -2 4 7
debe hacer 9 3 .2 4 5
pantanos 30. 31. 247
plataformas calientes 194
encontrar la ruta 72-73
mal de altura 3 3 .2 7 3
para fina 2 6 9
playas 39,177
G P S 6 6 .75
trepar y escalar 90-9 1
paraguas de senderismo 175
plomadas y boyas 2 0 9
mapas y lectura de mapas 43.
vientos 82
parang 146
polainas 4 8 .9 4
zonas templadas 2 8 -2 9
parásitos 187.222, 2 2 3 .2 6 9
ponchos y lonas
6 4-6 5 .6 6 -7 1
marcadores de ruta 87
natural (Sol. Luna y estrellas)
76-77
nematodos 222
nido de serpiente, tipo de fuego 125
desérticos 34-35
parW cortar leña 114.148-149.151
balsas de madera 106-107
caminar de noche 8 6
pasamanos 73
camas 166-167
fuentes de agua 3 4 .3 5 .1 9 3
pastizales 28. 34. 35
poncho flotador 109
lo que debe y lo que no
peces
recoger agua de lluvia 188.
debe hacer 129
como fuente de agua 196
196
Indice
refugios 5 4.158-159.161.
166-168.174-177
quemaduras 265
cordaje 138
reanimación cardiopulmonar
fuentes de agua 193
remedios naturales 2 6 3 .2 6 8 .
posición
recuperación de vehículos 102
shock 274
de calor (H E LP.) 254
anaflláctico 274
potasio de permanganato 60.
transporte de víctimas 99.
127.201
278-279
poro 189
vías respiratorias/respiración/
en la tierra 201
prendas absorbentes 46, 47. 4 8
circulación (básicos) 260.
balsas 107
ratas 2 2 0 .2 9 0 -2 9 1 .3 0 0 -3 0 1
kayaks y canoas 104.105
rayos 8 1 .2 4 9
reptiles véase anfibios y reptiles
RCP (reanimación
rescate esquimal 104
276-277
cardiopulmonar) 277
véose también
reanimación cardiopulmonar
en refugios 157 181
2 3 4 -2 3 5 .2 5 0
primeros auxilios 275
entrenamiento 16-17. 2 3 .2 3 5
física 18-19
producción de humo, señales
de fuego 3 0 .2 3 8 -2 3 9
mental 2 0 -2 1 .2 3 4 -2 3 5 .2 5 9
paisajes templados 28
protección, ubicación, agua
y comida (PUAC) 11. 2 7 .2 5 8
planes de acción de
emergencia (PAE) 24-25,
250
planificación del maje 22
proteínas 5 6
protozoos 187. 269
de la uña. maderas blandas
y duras 131
específicos (por ejemplo,
de las brasas, maderas
equipo)
blandas y duras 131
preparación y respuestas
respuestas emocionales
dinámica de equipo 23
recogebrasas 132
situaciones de desastre 20-21.
red
I D . 2 3 4 -2 3 5 .2 5 9
rastrera vertical 210-211
riadas 115.249
sumergida 210
ríos
cruzar a pie 8 8 -8 9
redes
atrapar pájaros 2 26
en 4 x 4 101
pescar 210-211
fuentes de agua 28.32.
reducción de la pérdida de calor
3 7 2 54
refugios
prueba
véanse también aspectos
resección 71
(R C P )277
envenenamiento
problemas respiratorios
269
remos
ratán. hojas 170
campamentos 112-113,
casos extremos 2 4 .4 0 .
remedios naturales 2 6 3 .26 8 .
secas (caídas) 115
ranas 224, 2 4 3 .2 9 4 -2 9 5
preparación y planificación 16-17
114-115
con 77
como raquetas de nieve 9 5
retirar un anzuelo 2 0 8
para minimizar la pérdida
2 6 9 .2 7 2
relojes análogos, orientarse
ramas
269
de recuperación 276
1 8 7 1 9 0 .1 9 3 ,1 9 6 .2 5 3 .
saponaria 117
(R C P)277
ropa para clima húmedo 4 8
rehidratación y deshidratación
a una sola agua
189
kayaks y canoas 42.1 04 -1 05
nadar 108-109
paisaje templado 28
bambú 169
paisaje tropical 31
bosque 162
paisajes de montaña 32
individual 165
riadas 115
mentales, situaciones de
Prusik. nudo 210
arqueados 161
roble venenoso 268
desastre 2 0-2 1 .2 3 4 -2 3 5 . 2 5 9
PUAC (protección, ubicación, agua
bosque temptado 162-165
rocas y piedras
y comida) 11.2 7 2 5 8
presas
cabañas 170-171
agujeros 189
bolsas de transpiración
de manos, trepar y escalar 9 0
pumas 3 2 .2 4 2
con dos ponchos 1 5 9 167,175
de pies, trepar y escalar 9 0
punto
con un poncho (individual)
de encuentro de emergencia
preservativos 61
72
primeros auxilios 2 5 8 -2 5 9
de rocío 8 0
ahogamiento 255. 273
asfixia 275
158
cuevas 157181
de madera encontrada
en la playa 176-177
puntos
asma 275
cardinales 68. 76.77
desiertos 174-175
ayuda psicológica 21
de anclaje, cabrestante 103
estaquillas 159
deshidratación y rehidratación
purificar agua 6 0 .1 8 5 .2 0 1
hundidos, hoyos y trincheras
2 6 9 .2 7 2
diarrea y vómitos 2 6 9
hamacas 5 4 .1 6 6
y vegetación 190
cocinar sobre piedras
calientes 205
desj)rendtmientos 115
destilación de agua 185
fuego rodeado de piedras
124
marcadores de ruta y pilas
de piedras 87
156-157 174-175.176-177.
plataformas calientes 194
178-179
trampa con muro (para peces)
dificultades respiratorias 275
Q
exposición 272-273
quemaduras 265
jungla 166-171
heridas y hemorragias
queroseno 269
pinto al agua 176-177
rocío, recoger 190.196
q w rv h e e s 180-181
nieve 178-181
rodear un obstáculo 73
nudos con función de botones
roedores (ratas) 220. 290-291.
262-265, 2 66
hiponatremia 187
huesos, articulaciones
y músculos, lesiones 233.
270-271
inconsciencia 276-277
161
R
radiobaliza
de indicación de posición
kit 6 0 .2 6 0 -2 6 1
en situación de emergencia
parásitos 2 69
(EPIRB) 236, 2 5 0 .2 5 2
picaduras y mordeduras
266-267. 268 . 3 0 0 -3 0 3
posición de recuperación 276
prioridades 2 6 0
personal 39. 236-237
300-301
paisajes fríos 55.178-181
rollos de papel (fuego) 123
planos 175
ropa 4 6 -4 9 .9 4
ponchos o lonas 5 4 .1 5 8 -1 5 9
161.166-168,174-177
diferencias culturales 22
en clima frío 4 7 9 4
rápidos 158-159
fuego 265
sin cuerdas 174
improvisar
radios 61. 237
tiendas 4 1 .5 4 -5 5
raíces
ubicación 2 9 32.115
comida 2 0 6
211
vivac 4 L 54.160-161
ayudas de flotabilidad
255
camillas 279
317
318
ÍNDICE
cordajes 137
señuelos y cebos 2 08 -2 0 9,
hondas 261
recogida y tratamiento
2 2 3 .2 2 9
serpientes
de agua 185.190.
fuente de alimento 224.
1 9 2 .1 9 5 .1 9 9 .2 0 0
2 9 4 -2 9 5
redes sumergidas 210
mordeduras, primeros auxilios
limpieza 116
266
para clima cálido 47
peligros 3 4.1 5 7 .1 8 9 .2 4 3 .
para clima húmedo 4 8
sombreros y gorros 4 3 .4 6 .
300-301
servicios de rescate 24.
4 7 .4 8
236 -2 3 7
rozaduras 263
setas y hongos 2 0 6 .2 6 3
rueda Catalina (molinillo de luz)
shigdosis 187
2 40
shock 274
tundra 3 6 .3 7
tela
chamuscada 122-123
túnel, tram pa para pájaros 226
impermeable transpiraba 4 8
teléfonos 43. 237
móviles 4 3 .2 3 7
temperatura 235
U
ubicación 11. 2 7 .2 3 3
vóonse también paisajes
véase también selección
específicos
tendones, cordaje 139
del lugar
ultravioleta (UV). luz 201
terapia con sanguijuelas 262
tercera pierna del superviviente
(bastón para caminar) 72.
8 5 .8 9
V
variación magnética 69
terremotos 247
vaselina 61
nimbo magnético 68-71
anafiláctico 2 66.267. 274
terreno lodoso, vehículo 4 x 4 101
vegetación véase plantas
mtas 2 8 .3 0
psicogénico 20
test universal de comestibilidad
en zigzag 73
S
térmico 2 54
2 0 6 -2 0 7
y vegetación
vehículos motorizados 3 5 .4 2 .9 7 .
shorts 47
tétano 262
sierras 6 0 .1 50 -1 51
tiburones 3 8 .2 4 3
vestirse por capas 4 6
comando 151
tiendas 41. 5 4 -5 5
VHF. radios 237
de lona 54
viajes por mar
sabana 34. 35
de cadena 6 0 .1 5 0
sábanas para sacos de dormir
de bolsillo 6 0 .1 5 0
53
saco para fundir nieve 195
100-103
vivac 41. 54
abandonar el barco 250 .
de fuego, bambú 133
tifones 38
plegable 151
tipi. fuego 124
mareo 21
radios y balizas 3 9 .2 3 6 .2 3 7
2 5 2 -2 5 5
sacos de dormir 41. 52-53
silbato 4 3 .2 4 0
tormenta eléctrica 81. 249
de plumas 52-53
Silva, brújulas 6 8
tormentas 8 1 .2 4 9
saimonela 187
sistemas de hidratación 198
tornados 248 -2 4 9
saltamontes y griUos 224.
sol
tortugas 196. 2 9 4 -2 9 5
196-197 214-215.
tracción a las cuatro ruedas
2 5 0 -2 5 5
2 98 -2 9 9
orientarse mediante el 76
sandalias 4 9
protección 43. 47.175
sangrar
purificar agua 201
aves (para comer) 2 2 8
mamíferos (para comer)
relojes de 76
sombreros y gorros 4 3 .4 6 .4 7 .
222
48
2 5 0 .2 5 2
supervivencia 16-17 39.
(4 x 4) 3 5 .4 Z 100-103
trajes de supervivencia 39.
1 9 9 .2 5 0
trajes de supervivencia 39.199.
250
véase también paisajes
marinos
trampas
con muro (pesca) 211
vientos 38. 7 9 .8 2 -8 3
vivac 53
sanguijuelas 267
spray de pimienta 243
de valla de ramas 227
sed 2 0 .2 3 5
suicidio 21
jaula en forma de 4 2 26
tienda vivac 41, 54
seda, imantar las agujas
supervivencia en la naturaleza
mamíferos 216-217
tienda vivac de explorador
de la brújula 75
50-51
selvas tropicales y junglas 30-31
botas para caminar
por la jungla 4 9
fuentes de agua 192
T
lo que debe y lo que no
de arco 1 3 L 132
debe hacer 173
tabletas de cloro 201
refugios 54,166-171
sentimientos
véase respuestas emocionales
señales
de fuego 30.115, 238 -2 3 9
abovedada 2 3 8 -2 3 9
de cabaña de troncos
239
de emergencia 3 9.2 3 2 .2 3 3 .
2 3 6 -2 4 1 .2 5 0 .2 5 2
de tierra y aire 114, 241
señalización de rescate 39.
2 3 2 -2 3 3 .2 3 6 2 4 1 .2 5 0 .2 5 2
señuelo con pluma 2 0 9
para patos 227
volcanes 247
pesca 211
volcar 1 0 4 .1 0 5
rocío 190.196
tabla de encendido, taladro
taiga 3 6 .3 7
transmisores de emergencia
2 5 0 .2 5 2
transporte 8 4 -8 5
a pie véase caminar
Jampones 60.1 17 .1 1 8
agua 104-107
té 207. 268 . 269
animales 4 Z 9 6 -9 7 .9 8 -9 9
techos 156-157.170-171.
192
voluntad de sobrevivir 2 0 .2 5 9
vómitos y diarreas 1 8 7 203. 269
3 9.2 3 2 -2 3 3 . 236-237. 246.
taladro de arco 130-133
de agujas 207
160-161
pájaros 226 -2 2 7
W
wadis 34. 35.1 93
lesionados 99, 278 -2 7 9
Y
motorizado 3 5.4 2 .9 7 .1 0 0 -1 0 3
yesca 6 0.1 18 .1 1 9 .1 2 0 .1 2 2 -1 2 3 .
1 2 4 .1 2 5 .1 3 3 .2 3 8 -2 3 9
trapos de goteo 192
técnicas
de conducción de 4 x 4
100-103
de los mult para fundir nieve
195
de recuperación de vehículos
35.102-103
triangulación 71
yesquero del abedul 263
trinchera
yodo 6 0 .2 0 1
de combatiente 179
de nieve compacta 178
trineos 9 6 -9 7
Z
tubérculos 2 06
zonas polares 36. 37
tubo quirúrgico 61.191.197
zumaque venenoso 2 68
A G R A D E C IM IE N T O S
SOBRE EL AUTOR
Después de a lis ta rs e en la M a rin a Real B ritá n ic a , en 1977, Colin
T o w e ll se fo rm ó co m o in s tru c to r de s u p e rvive n cia en c o m b a te
co n el re g im ie n to 2 2 del S e rv ic io A é re o Especial. Desde hace
3 0 años, enseña té c n ic a s de s u p e rvive n cia en tie rra , mar,
d e s ie rto s , ju n g la s y c lim a frío , ad e m á s de supervivencia
y c o n d u c ta en c a u tiv id a d , a m ie m b ro s del e jé rc ito b ritá n ic o ,
la M a rin a , los M a rin e s Reales y las Fuerzas A éreas. Ha sido
in s tru c to r p rin c ip a l de s u p e rvive n cia de la M a rin a Real y
s irv ió d u ra n te tre s años co m o in s tru c to r je fe de la escuela SERE (S upervivencia,
Evasión, R esistencia y E x tra c c ió n ) de la M a rin a estadounidense. Ha in te rv e n id o
en las ca m p a ñ a s de las M a lvin a s. Bosnia, A le m a n ia , E sta d o s U nidos e Irla n d a
del N orte, y todavía tra b a ja co m o in s tru c to r je fe de reserva con la organización de
fo rm a c ió n SERE del Reino U nido fo rm a n d o a in s tru c to re s y a alum nos. O rganizó
la fo rm a c ió n en su p e rvive n cia , el e q u ipo y la co o rd in a c ió n de re sca te s de los
d iv e rs o s in te n to s de R ich a rd B ranson de d a r la v u e lta al m u n d o en globo.
AGRADECIMIENTOS
DEL AUTO R
C om o alum no, lie asistido a todos los cursos d e supervivencia que he im p a rtid o com o in structor, principalm ente
p o rq ue te n ía que hacerlo, pero ta m b ié n p a ra no o lvidar lo que e x p e rim e n ta n m is alum nos, ta n to física com o
m e n ta lm e n te , c uando se s om eten a un e n tren am ien to d e supervivencia. P uedo decir, sin te m o r a equivocarm e,
que al e sc rib ir e s te libro he v u e lto a m is tiem pos com o alum no, y los in structores han sido el equipo de Dorling
K índersley. M e g u s ta ría a p ro v e ch ar e s ta op ortu n id a d para a grad ecerles su dedicación, su profesionalidad.
sus ideas y su sentido del hum or. G racias a S tephanie, Lee, Nicky, R ichard y M ichael por d irig ir el equipo: a
Phil y Pip. C la re y K atie. Gilí y S a ra h . Chris y Traby. Jill. Bob. Brian. Sharon, Chris, G a re th y Conor. por a p ren d e r
a tra d u c ir m i cum b ria n o a inglés y p o r c re a r el m aravilloso diseño de este libro; gracias al equipo d e ilustradores,
poseedores d e una cap acidad in n a ta p a ra d e s c ifrar mis dibujos y convertirlos en o b ras d e a rte
M i m ás sincero a g ra d e c im ie n to ta m b ié n a las siguientes personas por p e rm itirm e c o m p a rtir sus conocimientos:
John Hudson (te n ie n te d e a v ia ció n /ten ie n te ). Royal A ir Forcé, c e n tro d e form ació n SERE; C arlto n Oliver (teniente).
M a rin a Real, c e n tro de fo rm ac ió n SERE; K eith Spiller (suboficial d e m arin a. SE); Kirk Davidson (contram aestre,
M E TO C ); S tephen P a ris -H u n te r (suboficial de m arin a . SE); Tony B orkow ski (R oyal School of M ilita ry Survey);
M ik e D ym on d (R Y A ); R o b e rt (B a ld y Bob) W h a le ; C harlie Tyrrell: Colin Knox (P re -M a c ); M u rra y B ryars y Paul
B ak e r (B ushm an. U K Knifes).
F in a lm en te, deseo d a r las g ra cia s a la organización SERE y al Equipo de S upervivencia de la M a rin a Real
p o r b rin d a rm e una m aravillosa c a rre ra que. la verdad sea dicha, habría hecho sin cobrar, y p o r ofrecerm e
la o p o rtu n id a d d e a p re n d e r d e los m ejores, ta n to en casa com o en el resto del mundo.
D E L E D IT O R
A d e m á s d e a las personas m encionadas. D orling Kíndersley desea d a r las gracias a las siguientes personas por
su colabo ració n en la creación d e e s te libro De la M a rin a Real: com an dante A lan George. teniente com andante
A d riá n M u n d in . te n ie n te c o m an dante Paula Rowe y ten ie n te com an dante Phil Rosindale. De IM G : Olivia Sm ales
y S im ón G ressw ell.
G racias ta m b ié n a G a re th Jones. C hris Stone y Conor K ilgallon por la asistencia editorial; a Jillian B urr
y Tra cy S m ith por su ayu da en el diseño, y a Sue Bosanko p o r com pilar el índice.
¿Qué hacer si se encuentra con un oso en el bosque? ¿Cómo encender una fogata
bajo la lluvia? ¿Qué se debe hacer en unas aguas infestadas de tiburones?
Encontrará las respuestas a éstas y muchas más preguntas en esta completa
guía de técnicas de supervivencia.
• LOS IMPRESCINDIBLES Ponerse en forma, equiparse y planificar las salidas
• TÉCNICAS DE ACAMPADA Elegir el mejor lugar de acampada,
encontrar agua, encender una fogata
• EN RUTA Orientarse con o sin brújula, de día o de noche
• PARAJES EXTREMOS Construir refugios y encontrar y preparar comida
• EMERGENCIAS Improvisar, aplicar técnicas esenciales de primeros auxilios,
organizar un rescate, conseguir una localización en tierra o mar
APRENDA DE QUIENES HAN ESTADO ALLÍ, LO HAN HECHO Y HAN SOBREVIVIDO,
Y ASUMA LOS RETOS MÁS DUROS QUE LA NATURALEZA PUEDE PLANTEARLE
BLUME
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